Relatório Semanal 11/01 a 15/01
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- Jerónimo de Mendonça Arantes
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1 Relatório Semanal 11/01 a 15/01 Divulgado em: 17/01/2015 Essa semana foi marcada por mais quedas nos Fundos de Investimentos Imobiliários, ocasionado por uma possível falta de compradores em razão de diversos motivos, mas especialmente por dois: a) a reunião do Copom, que irá fixar a nova taxa de juros no próximo dia 20.1; e b) o ainda receio da tributação desse investimento. Esses dois fatores estão pressionando muito todos os investimentos no Brasil, não porque o Copom irá subir a taxa de juros, ou se tentará tributar alguns novos investimentos, mas em razão da falta de norte e de definição sobre o que será feito. Assim, a partir do dia 21.1, acredito que o mercado de fundos imobiliários se acalme um pouco, reduzindo as quedas, a não ser que o Copom decida subir exageradamente a taxa de juros (acima de 0,50%). O IFIX, índice que mede o desempenho de uma carteira teórica, composta atualmente por 69 fundos imobiliários, também teve a queda pressionada em razão das fortes quedas observadas no fundo BRCR11, que atualmente representa 9,11% do referido índice. E é nesse fundo especialmente que eu quero chamar a atenção do cliente. Conforme explorado pelos dois relatórios destinados somente a este fundo, entendo que os investidores estão analisando apenas as notícias ruins do fundo referente a saída da Petrobrás do imóvel Torre Almirante, no entanto parece estarem cegos quanto à boa notícia sobre a venda dos três imóveis do fundo e quanto ao exagero das quedas observadas nas cotas. Assim, entendo que estamos em um excelente momento para formar participação neste fundo. Irei esclarecer mais um pouco a sugestão de compra ao final do relatório, com novas informações além daquelas expostas nos relatórios especiais deste fundo. Outro fundo que tem chamado muito a atenção dos investidores em razão das fortes quedas de suas cotas, é o XPCM. De 29/12/2015 até o dia 15/1/2016 o fundo caiu de R$ 73,18 para R$ 61,14. Essas quedas começaram a ocorrer após a Petrobrás haver solicitada a rescisão dos contratos com os fundos BRCR, ALMI e FCAS, o que deve ter aumentado o receio de a Petrobrás sair do imóvel. Continuo acredito que este receio é infundado, conforme já expus nos relatórios de 11/12/2015 e de 30/12/2015, os quais transcrevo ao final deste relatório, após a exposição sobre BRCR. Observem que na época eu achava o receio de a Petrobrás sair de XPCM era infundado, porque se o fosse fazer, sairia antes de XTED. Agora, com a notícia de que a Petrobrás quer renegociar o valor do aluguel de XTED (detalhes no relatório), ou seja, quer continuar ocupando o imóvel, acredito que a possibilidade de a Petrobrás desocupar o imóvel de XPCM é muito remota. Quanto à possibilidade de uma renegociação do aluguel no final deste ano, conforme possibilidade legal, caso a Petrobrás conseguisse um desconto de 25% no aluguel, o rendimento iria para aproximadamente R$ 0,72, isso porque 21% do aluguel é um contrato atípico das melhorias efetuadas no fundo. Assim, considero que os atuais valores das cotas de XPCM não são compatíveis com o fundo e é uma excelente oportunidade para compra também. Rodrigo Costa Medeiros Analista de Valores Mobiliários CNPI 1597
2 Outra questão que rondou bastante os comentários dos investidores de fundos imobiliários nesta semana foi a notícia divulgada de que pela primeira vez desde 2008 o índice fipezap registrou quedas nos preços dos aluguéis, conforme pode ser lido na matéria disponível AQUI. 2 Ressalto, no entanto, que este índice mede os aluguéis dos imóveis residenciais e não comerciais, assim, o cliente deve ficar mais atento aos relatórios divulgados do setor comercial, divulgados por empresas especializadas, que estão registrando quedas no valor dos aluguéis até maiores do que aqueles observados nos residenciais. Esse relatório ainda tem comentários sobre os seguintes: - relatórios mensais: HGBS11, BPFF11, SAAG11, HGCR11, HGLG11, HGRE11, HGBS11, RBGS11, VLOL11, FIIB11b, HTMX11b, MFII11 - fatos relevantes: TRXL11, BNFS11, XTED11 - informes mensais: CPTS11, CXRI11, EDGA11b - informações extras: RBRD11, FIIP11b, BRCR11, XPCM11, XTED11 O relatório tem sugestões de compra para SAAG11, CXRI11, BRCR11 e XPCM11. Continuo mantendo, com base nos outros relatórios, a compra de FLRP11b. Também sugiro para o cliente ficar de fora do fundo BPFF11b.
3 RELATÓRIOS 3 HGBS11 cotação: R$ 1.390,01 yeld 12m: 12,81% último yeld: 0,99% O relatório mensal do fundo não trouxe nenhuma grande novidade, no entanto, é importante anotar que a receita no mês de novembro (relatório de referência) é R$ 50 mil superior ao valor de rendimento distribuído. É importante acompanhar se o fundo continuará tendo boas receitas como esta nos próximos meses para verificar a possibilidade de manutenção do atual nível de rendimento caso ocorra a conversão dos CRIs do Goiabeiras para participação do shopping. Isso porque em geral os CRIs geram uma receita maior do que o empreendimento. Ainda não é possível ter certeza que ocorrerá a conversão deste CRI, tendo em vista o processo judicial que envolve este CRI. BPFF11 cotação: R$ 62,00 yeld 12m: 13,92% último yeld: 1,13% O fundo teve uma receita R$ 147 mil superior ao que foi distribuído de rendimento, ou R$ 0,07 por cota, no entanto, é importante ressaltar que a receita deste fundo costuma ser maior no último mês de cada semestre, isso porque o fundo PORD11, que compõem a carteira, faz distribuições apenas semestrais. Assim, durante os primeiros cinco meses de cada semestre o fundo tem a receita sem a do PORD11, ficando em geral o rendimento um pouco acima da receita, equilibrando com a distribuição semestral do PORD11. O fundo aumentou em quase três vezes o número de cotas de BBPO11, aproveitando a grande queda que teve no mês de dezembro. Este ano de 2016 será de grande teste para este fundo em razão da sua segunda maior participação, SPTW. Este último fundo terá o fim de um dos contratos de locação em maio de 2016, o qual, caso renovado, deve ter uma queda no valor de locação, pois acredito que o aluguel pago atualmente está acima do que o mercado tem projetado para imóveis mais antigos. Além disso, a maior posição do fundo, HGRE, também teve uma queda redução de rendimento e poderá reduzir mais um pouco, em razão do aumento da vacância e da inadimplência. Ainda não é possível estimar um rendimento para este fundo, mas neste primeiro semestre de 2016 acredito que seja possível manter o valor de R$ 0,70, no entanto, acredito que em razão do fundo SPTW, pode ser possível que o rendimento reduza um pouco no final do segundo semestre. Considerando que o fundo também tem uma grande participação em outros fundos que também podem ter dificuldades de manter o rendimento no ano de 2016, no caso JRDM e EDGA, entendo que este não é o momento para comprar cotas de BPFF. SAAG11 cotação: R$ 82,50 yeld 12m: 10,52% último yeld: 0,96% O fundo informou que o reajuste inflacionário foi aplicado sobre os 21 contratos que foram assinados em dezembro, sendo que esse reajuste foi apenas pró-rata, tendo em vista que
4 os contratos foram assinados no dia 28. Assim no próximo mês haverá um novo aumento do rendimento, da aplicação integral da inflação em todo o mês. Esse novo rendimento deverá ficar em R$ 0,78, aumentando novamente em julho, com o reajuste dos outros 7 contratos, elevando o rendimento para um valor de aproximadamente R$ 0,80. 4 Assim, continuo mantendo a sugestão de compra para este fundo, o qual irá pagar um rendimento de quase 1% a.m., com base nos valores atuais das cotas. É um excelente fundo de agências, com contratos atípicos e agências muito bem localizadas, as quais são possíveis de serem observadas no seguinte link do googlemaps - HGCR11 cotação: R$ 910,00 yeld 12m: 12,95% último yeld: 1,37% O relatório de gestão do fundo confirmou o que eu disse no relatório anterior, que o rendimento de R$ 12,50 não é um valor sustentável, uma vez que esse valor foi complementado com os valores referentes aos outros meses. O resultado do fundo foi de R$ 10,75 por cota. Tendo em vista as altas da inflação, o fundo deve continuar distribuindo o rendimento entre R$ 10,00 e R$ 10,50 nos próximos meses. HGLG11 cotação: R$ 995,00 yeld 12m: 14,76% último yeld: 0,87% Foi pago mais um pouco do imóvel da Cremer, agora já foi pago 96% e no mês passado era de 91%. No imóvel albatroz foi pago mais 1% do devido, estando em 95% pago. Esses novos pagamentos aumentaram a receita de locação em R$ 25 mil. O rendimento distribuído foi de R$ 154 mil a mais do que o resultado real, logo se o fundo distribuísse apenas o resultado do mês o rendimento seria de R$ 8,30, no entanto isso não é motivo para o cotista ficar preocupado, uma vez que o resultado no ano ainda foi superior ao rendimento distribuído e com a quitação dos imóveis de albatroz e da cremer haverá um aumento da receita de locação. HGRE11 cotação: R$ 1.016,00 yeld 12m: 16,46% último yeld: 1,09% Houve um aumento da vacância financeira entre novembro e dezembro, passando de 11,40% para 12,70%. Esse aumento de carência é decorrente de novas desocupações, que segundo o relator, serão devidas multas contratuais. Os valores dos aluguéis estão sendo reajustados para baixo, pois conforme dito pela a gestora, os aluguéis que estavam contratados caíram 3,70% entre dezembro de 2014 e dezembro de O fundo tem usado sua reserva de retenção (5%) para fazer distribuições mais altas. No mês de novembro essas reservas eram de R$ 14,5 milhões, em dezembro reduziu para R$ 12,50 milhões, ou seja, uma redução de R$ 2 milhões em um mês. Assim, caso o fundo não venda novos imóveis e continue fazendo distribuições de R$ 11,10, a capacidade de manter esse rendimento seria de aproximadamente 7 meses, período em que consumiria toda a reserva formada. Espero que o fundo não siga adiante com essa estratégia, pois o fundo de reserva deve ser destinado para melhorias nos imóveis, pagar despesas extraordinárias, entre outras e não para agradar o cotista de forma imediata.
5 Neste mês de dezembro, caso o fundo tivesse distribuído apenas o resultado real, o rendimento teria sido de R$ 8,00. 5 O fundo continua tendo atrasos de aluguéis, conforme exposto no relatório. O fundo também teve um aumento dos aluguéis em carência de R$ ,00 (novembro) para R$ ,00 (dezembro), resultado provável de algumas renegociações. Por fim, é importante destacar a explicação do gestor de que se todos os imóveis estivessem alugados e sem atraso, o fundo conseguiria distribuir um rendimento mensal de R$ 11,60 só com os aluguéis. Como o fundo ainda tem receitas de FIIs e CRIs, o rendimento chegaria a R$ 13,00. Essa informação é muito importante para aquele investidor de longo prazo, que quer adquirir bons fundos imobiliários, uma vez que vacâncias e inadimplências são momentos passageiros da economia. Assim, para quem quer comprar um excelente fundo, mas que passa por um período ruim, HGRE é um fundo interessante, mas não descartaria haver novas quedas no valor das cotas, assim, as compras deveriam ser fracionadas. RBGS11 cotação: R$ 36,00 yeld 12m: 28,87% último yeld: 2,74% O resultado real do fundo aumentou de R$ 0,15 no mês passado para R$ 0,24 neste mês, tendo em vista a melhor receita do shopping, a qual melhorou bastante. Importante também destacar o constante aumento no valor de vendas do shopping e o aumento constante no movimento de veículos mês a mês. Importante destacar que o fundo está em seu período de maturação, no qual alguns locatários devem contar com bons descontos do valor do aluguel, principalmente as lojas âncoras. Assim devemos continuar atento aos relatórios, mas acredito que após o período de maturação, quando acabar a RMG, muitos descontos deixarão de existir e a receita real deva melhorar, sem ser possível fazer uma previsão ainda, mas estou bem confiante com este fundo. VLOL11 cotação: R$ 57,00 yeld 12m: 7,81% último yeld: 0,73% O fundo teve um pequeno aumento na receita imobiliária, no entanto o rendimento reduziu de R$ 0,45 para R$ 0,41 em razão de um aumento nas despesas do fundo. Assim, caso essa despesa maior seja apenas um evento extraordinário, o que parece ser, o rendimento do fundo passaria para R$ 0,46. Como 21,44% dos contratos foram reajustados pela inflação no último mês de dezembro, período que também deve haver uma redução do desconto de aluguel, entendo que o próximo rendimento será de aproximadamente R$ 0,50, a não ser que haja algum novo aumento de despesas. FIIB11b cotação: R$ 270,00 yeld 12m: 8,23% último yeld: 0,85% O aumento observado no último rendimento foi em razão de um locatário ter adiantado o pagamento do aluguel que vencia no dia , assim, o próximo rendimento será abaixo do que normalmente se paga, provavelmente um valor próximo de R$ 1,05, pois ficará sem a receita deste locatário que já pagou, a não ser que ele volte a adiantar o aluguel, o que raramente ocorre.
6 HTMX11b cotação: R$ 89,00 yeld 12m: 15,80% último yeld: 1,74% 6 O fundo informou que no mês de dezembro vendeu mais 5 unidades hoteleiras, o que gerou um lucro líquido por cota de R$ 1,03. São essas vendas seguidas de unidades hoteleiras que estão possibilitando o fundo distribuir bons rendimentos, na faixa de R$ 1,50. Sem essas vendas, os últimos dois rendimentos teriam sido de R$ 0,43 e R$ 0,52. MFII11 cotação: R$ 100,69 yeld 12m: 13,25% último yeld: 1,11% O fundo não fez nenhum novo investimentos nas SPEs, mas teve uma redução do seu caixa de R$ ,00 para R$ ,00, ou o equivalente a R$ 1,10 por cota. Continuo entendo que se o objetivo é fazer um investimento na área de construção, o melhor seria o investidor buscar boas empresas da construção civil com capital aberto e que estão com descontos patrimoniais superiores ao este fundo. OUTROS RELATÓRIOS Também foram divulgados os relatórios de HGJH, RBRD, FIIP, RBDS no entanto nada de novo foi acrescido.
7 INFORMES MENSAIS 7 CXRI11 cotação: R$ 779,00 yeld 12m: 11,45% último yeld: 1,06% O fundo aproveitou a grande queda do valor das cotas de BRCR e aumentou a sua posição ao fundo em mais cotas. É verdade que se o fundo tivesse esperado alguns dias a mais e comprando em janeiro de 2016, o fundo teria economizado um pouco mais de R$ 500 mil, mas foi uma excelente opção. Outras movimentações no fundo no mês foram de: - Vendas: 427 AGCX11; 421 MXRF; 352 RBCB. - Compras: FFCI; 218 HGRE; 38 RNDP; SAAG. Como BRCR deve manter um bom rendimento neste primeiro semestre, em razão das vendas dos imóveis, e com base nessas novas movimentações da carteira, cálculo que o rendimento tem o potencial de ser mantido na faixa de R$ 8,25, conforme pago no último mês. Aliado esse bom rendimento, com a boa carteira de fundos que o compõe, entendo que esta é uma excelente opção de fundo de fundo, para que está sem essa opção em carteira. EDGA11b cotação: R$ 51,30 yeld 12m: 15,50% último yeld: 0,97% O fundo divulgou o seu informe mensal na CVM, no qual é possível observar que o valor de aluguéis a receber, aqueles considerados como inadimplentes, subiu na mesma proporção que o mês anterior. Assim, o próximo rendimento será novamente impactado pelo locatário que está atrasando o aluguel e deverá ficar em valores próximos do que já foi pago, ou seja R$ 0,50.
8 FATOS RELEVANTES 8 TRXL11 cotação: R$ 61,50 yeld 12m: 22,25% último yeld: 1,71% A locatária Pilkington solicitou a permanência no imóvel por mais uma semana, o que acrescerá um valor muito pequeno em relação ao que já divulgamos no relatório anterior. O rendimento do fundo também veio um pouco superior aquele valor que tinha previsto no último relatório (R$ 0,95), tendo sido anunciado uma quantia de R$ 1,05. O fundo também divulgou os valores das taxas de gestão e consultoria, o que irá gerar um desconto de um pouco mais de R$ 20 mil em relação que vem sendo pago, ou um pouco mais de R$ 0,01 por cota. Com esse desconto, com a locatária que solicitou a rescisão ficando mais uma semana e com o aumento do aluguel da 2 aliança para R$ 460 mil (observado pelo valor pago em atraso), cálculo que o próximo rendimento virá em R$ 0,72, posteriormente reduzindo para R$ 0,57, sem a eventual multa da Pilkington e sem novas inadimplências. Quanto à assembleia para destituição e substituição da gestora e da consultoria imobiliária, não foi realizada por uma questão formal levantada pela atual administradora, devendo nova assembleia ser realizada. Acredito que a situação pela qual passa este fundo deverá influenciar muito a indústria dos fundos imobiliários no futuro, principalmente se verificarmos um maior movimento ativista dos cotistas em relação ao seu patrimônio. Por fim, quanto ao relatório de gestão, não há muitas novidades quanto ao fundo, mas vale destacar o que a consultora imobiliária divulgou quanto à prospecção de clientes para os dois imóveis vagos (considerando o da Pilkington). Imóvel ocupado pela Pilkington (fonte: Imóvel que era ocupado pela Magazine Luiza (fonte: Vale também destacar que o fundo recebeu no mês de dezembro o valor devido pelo Magazine Luiza de R$ ,00. BNFS11 cotação: R$ 90,23 yeld 12m: 6,37% último yeld: 0,68% O fundo informou ter 6 agências com possibilidades de serem entregues ainda neste primeiro semestre de 2016, nas possíveis seguintes datas: 14/1; 15/2; 15/2; 29/2; 29/2; e 18/6.
9 Segundo a gestora, essas entregas irão acrescer o rendimento em R$ 0,30, logo, o novo rendimento será de R$ 0,91, aproximadamente. 9 É um excelente fato relevante. BNFS é um mais um dos fundos de agências, com contratos atípicos, e que possibilita o investidor ter imóveis na região sul do país, com um locatário diferente. XTED11 cotação: R$ 32,30 yeld 12m: 21,92% último yeld: 2,62% A gestora informou que a Petrobrás manifestou interesse em iniciar tratativas para revisar o aluguel de forma amigável, tendo em vista o momento pelo qual a empresa passa. Segundo a gestora o interesse da empresa é de revisar os valores atualmente pagos a título de aluguel. A notícia tem o lado ruim da possível redução do valor do aluguel, no entanto, tem o lado bom que é o interesse de a Petrobrás continuar no imóvel, o que era um risco muito grande, tendo em vista que o contrato está de certa forma próximo de finalizar. Segundo o FR a gestora informou que a área ocupada pela Petrobrás é de ,94m2 e o aluguel por m2 é de R$ 58,77, no entanto este valor é a área total do imóvel, considerando as vagas de estacionamento. A ABL, segundo os relatórios e o laudo de avaliação é de 6.570,33 m2. Atualmente o valor do aluguel por m2 de ABL é de aproximadamente R$ 99,00. Para verificar se é interessante a compra do fundo decidi fazer uma estimativa de aluguel caso a Petrobrás conseguisse uma redução de 25% do aluguel por ABL para R$ 75,00, considerando a área que a Peugeot continuou no imóvel, cálculo que o rendimento passaria para R$ 0,26. O cliente, no entanto, deve considerar que isso é apenas uma suposição e é importante aguardar os novos FRs da gestora para que se possa verificar como ocorrerá esta renegociação, que deve demorar um pouco. Também deve considerar que o próximo rendimento estou estimando em R$ 0,66, conforme relatórios anteriores, tendo em vista a multa a ser paga pela Peugeot pela desocupação antecipada do imóvel, e no mês subsequente uma possível queda no rendimento para aproximadamente R$ 0,39, em razão da rescisão do contrato com a Peugeot. Por fim, considero que este FR é uma boa notícia para XPCM, pois se a Petrobrás tem interesse em continuar em XTED, é porque Macaé é uma região importante para ela e não teria porque o cotista achar que ela pode desocupar XPCM.
10 OUTROS INFORMAÇÕES 10 RBRD11 cotação: R$ 50,50 yeld 12m: 15,16% último yeld: 0,89% FIIP11b cotação: R$ 136,20 yeld 12m: 12,22% último yeld: 0,87% O jornal Valor Econômico divulgou matéria informando que a empresa Seller pediu a falência das lojas Leader, fundamentando no não pagamento da primeira parcela de uma dívida que as lojas Leader tinha com a Seller, a qual foi protestada e não paga também. Um pedido de falência não significa que já tenha ocorrida a decretação da falência da empresa, ainda é necessária uma decisão judicial para que a falência seja decretada e os trâmites de liquidação da empresa para pagamento dos credores comecem, especialmente o levantamento de todas as dívidas. Esse pedido de falência deve ter sido o motivo que fez os dois fundos divulgarem fatos relevantes informando que as lojas leader estão adimplentes com os seus aluguéis, como forma de acalmar os investidores. Esse fato também deve ter ocasionado pequenas quedas nos fundos, no entanto, entendo que os investidores não souberam interpretar a notícia. Entendo que a falência das lojas Leader seria bom aos fundos, uma vez que com a decretação da falência será possível executar a fiança bancária dada em garantia ao contrato atípico e receber todo o contrato atípico e a devolução dos imóveis para novas locações, diferente do que ocorreria em caso de recuperação judicial, em que isso não seria possível, uma vez que todas as dívidas podem ser flexibilizadas. Isso também não é motivo para os clientes saírem na segunda-feira comprando esses dois fundos, não sem antes saber que a lei de falências e recuperação judicial permite que a devedora conteste o pedido de falência e solicite a sua transformação em recuperação judicial. Ou seja, as lojas Leader pode solicitar a transformação do processo de falência em recuperação judicial, o que seria um ponto bastante negativo para os fundos, conforme já exposto nos outros relatórios. Assim, é importante que se acompanhe de perto esse processo de falência, pois poderá impactar de forma muito positiva ou muito negativa ao fundo, ressaltando que o mais afetado é o RBRD. BRCR11 cotação: R$ 81,80 yeld 12m: 14,81% último yeld: 1,23% As fortes quedas dos valores das cotas deste fundo estão gerando uma excelente oportunidade para comprar. Conforme já expus em momentos anteriores, a possível rescisão do contrato da Petrobrás irá prejudicar em muito a receita do fundo, motivo que me fez sugerir a venda do fundo quando as cotas estavam em R$ 96/95, uma vez que acreditava que haveria uma pressão vendedora muito grande, o que realmente aconteceu. Ocorre que com a excelente notícia da venda de três imóveis, sendo que dois deles não tinham uma qualidade muito boa, possibilitando uma renovação do portfólio do fundo e um bom rendimento no primeiro semestre, aliado a rápida queda dos valores das cotas, me fizeram alterar a sugestão para compra.
11 Os valores das cotas continuaram a cair e fecharam a sexta-feira em R$ 81,80. Assim, decidir trazer alguns números aos clientes, para lhes ajudar a refletir sobre a sugestão de compra deste fundo: 11 - Valor de mercado R$ ,60; - Valor que será o caixa R$ ,06 - considera LCIs, CRIs, valores recebidos pela venda do imóvel e valores por disponibilidade imediata; e - Valor das cotas de FIIs à mercado R$ ,65. Cotas do BRCR diretamente: de EDGA11b (R$ ,40); TBOF11 ( ,00); e FPAB11 (R$ ,00). Cotas do BRCR por meio do FII Prime: de EDGA11b (R$ ,50); de CNES11b (R$ ,00); e de TBOF11 (R$ ,75). Assim, descontando o valor de mercado do fundo do seu caixa e dos fundos que pode vender à mercado e fazer caixa também, temos um valor de R$ ,89. Somando-se este valor ao valor da dívida do fundo, R$ ,00, teríamos o valor de mercado de todos os imóveis do fundo, que é de R$ ,89. A ABL do fundo, sem os imóveis vendidos será de m2 (fonte: Logo, temos que hoje o valor do m2 da ABL dos imóveis do BC Fundo é de R$ 4.120,00. Eu entendo que um valor de ABL desses é muito baixo, principalmente tendo o fato que o fundo ficou com excelentes imóveis, mas fiz questão de trazer esses dados para o cliente refletir sobre a sugestão de compra dada neste relatório, afinal esse é um relatório de informações para auxiliar os clientes tomarem suas decisões. XTED11 e XPCM11 Relatório de 11/12/2015 Como o objetivo do relatório do DesmistificandoFII é apresentar ao cliente a maior quantidade de informações possível para a sua tomada de decisão, apresento um comparativo entre XTED e XPCM, uma vez que quase toda a receita do primeiro passará a advir da locatária Petrobrás. Muitos investidores alegam não gostar de XPCM pelos seguintes motivos: 1) com a crise no setor de Petróleo a Petrobras desocuparia o imóvel que fica em Macaé; e/ou 2) como 79% do contrato é típico, será possível a revisão do valor do aluguel a partir de agosto de Pois bem, vamos ver se essa precificação tem lógica mesmo, comparando os dois fundos: XTED XPCM Localização do imóvel Macaé Macaé Idade do imóvel 8 anos Quase 3 anos Vencimento do contrato 6/2017 8/2023 Rescisão com multa reduzida ou sem multa Valor a ser pago no caso de desocupação do imóvel com base na linha anterior. (valores estimados) 6/2017 sem multa 8/2016 com multa reduzida* R$ 0,00 R$ 45 milhões
12 Valor do aluguel por m2 de ABL (dados obtidos do laudo de avaliação) R$ 99,00 R$ 96,00** * O contrato em XPCM tem uma parte típica, equivalente a 79% do aluguel, e que pode ser rescindido com o pagamento de uma multa de 3 meses do valor do aluguel. Os outros 21% do aluguel são referentes as benfeitorias feitas no imóvel e, portanto, a rescisão do contrato exige que todo o remanescente, até 2023 seja pago. 12 ** Considerado o valor do aluguel, ou seja, os 79%, uma vez que a outra parte se refere a indenização das benfeitorias. Analisando o quadro comparativo, você acha que se a Petrobrás tivesse que desocupar algum imóvel em Macaé, ela optaria por desocupar qual deles? E se a Petrobrás decidisse propor uma ação judicial para reduzir o aluguel em XPCM, em agosto de 2016, comparando com o aluguel que ela paga em XTED, você acha que ela conseguiria facilmente reduzir este aluguel? Assim, se você não tem comprado XPCM nesse valor, que paga 1,20% a.m., porque tem receio de a Petrobrás desocupar o imóvel, ou conseguir uma super redução no valor do aluguel, então XTED é uma posição de altíssimo risco, pois se a Petrobrás decidir sair da região, acredito que saíra primeiro de XTED e o rendimento do fundo passaria a ser de R$ 0,00. Considero uma boa opção a compra de XPCM11, por considerar que o risco de vacância do imóvel em XPCM ou de redução do valor do aluguel ser muito baixo ainda.
13 REAVALIAÇÃO ANUAL DE PATRIMÔNIO 13 Mais alguns fundos divulgaram novas reavaliações anuais de seu patrimônio, conforme segue em verde. Ao final, em azul, compilei em uma tabela todas as divulgações que já ocorreram. Fundo Valor anterior Valor atual Redução/Aumento FIIB11b R$ 338,96 R$ 362,15 + 6,84% MAXR11b R$ 1.929,00 R$ 2.008,49 + 4,12% FCFL11b R$ 1.370,20 R$ 1.472,60 + 7,47% Fundo Valor anterior Valor atual Redução/Aumento MBRF R$ 1.669,68 R$ 1.291,89-23% ONEF R$ 1.055,85 R$ 946,36-11% FFIC R$ 1,908 R$ 1,809-5,2% SDIL R$ 102,61 R$ 94,70-7,7% FVPQ R$ 211,30 R$ 180,82-14,4% BMII R$ 592,96 R$ 535,37-10,76% CTXT R$ 3,53 R$ 3,33-6% HGRE11 R$ 1.605,81 R$ 1.506,24-6,20% CBOP11 R$ 834,07 R$ 753,99-9,60% DRIT11b R$ 138,23 R$ 129,49-6,75% AGCX11 R$ 1.104,25 R$ 1.067,64-3,30% SAAG11 R$ 97,15 R$ 93,98-3,30% SHPH11 R$ 614,06 R$ 610,88-0,60% HGBS R$ 2.078,33 R$ 2.109,15 +1,60% HGLG R$ 1.072,90 R$ 1.056,80-1,50% ABCP R$ 10,62 R$ 10,40-2,10% BBVJ11 R$ 113,83 R$ 80,12-29,61% RDES11 R$ 108,86 95,24-12,50 RNGO11 R$ 86,28 R$ 89,53 + 3,70%
14 DISCLAIMER 14 Este relatório não pode ser reproduzido ou redistribuído para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento dos autores. Os relatórios foram elaborados por Analista de Valores Mobiliários autônomo, de forma independente e sem nenhuma vinculação a instituição financeira. O autor não recebe nenhuma remuneração, ou quaisquer outros benefícios, dos administradores, gestores, ou pessoas ligadas aos Fundos de Investimentos Imobiliários analisados. Os relatórios respeitam todas as disposições previstas na Instrução Normativa 483/2010 da CVM. As recomendações do relatório de análise refletem única e exclusivamente as opiniões pessoais do Analista. A análise do ativo objeto do relatório utiliza como informação os resultados divulgados pelas administradoras e suas projeções. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, a análise das ações judiciais na qual o fundo está envolvido, entre outras notícias públicas. A análise do ativo não se baseia em informações privilegiadas. Este material tem caráter meramente informativo. As informações constantes deste material podem auxiliar o investidor em suas decisões de investimento, porém o investidor será responsável, de forma exclusiva, pela verificação da conveniência e oportunidade da movimentação de sua carteira de investimentos e pela tomada de decisão quanto à efetivação de operações de compra e/ou venda de títulos e/ou valores mobiliários. Este material apresenta informações para diversos perfis de investimento e o investidor deverá verificar e atentar para as informações próprias ao seu perfil de investimento, uma vez que as informações constantes deste material não são adequadas para todos os investidores. Quaisquer projeções de risco ou retorno potenciais são meramente ilustrativas e não são e não devem ser interpretadas pelo investidor como previsão de eventos futuros e/ou garantia de resultados. Além disso, não garantimos a exatidão das informações aqui contidas e recomendamos ao investidor que não utilize este relatório com única fonte para embasar suas decisões de investimento. Os investimentos realizados pelo investidor para sua carteira estão sujeitos a diversos riscos inerentes aos mercados e aos ativos integrantes da carteira, incluindo, sem limitação, risco de mercado, risco de crédito, risco de liquidez, risco cambial, risco de concentração, risco de perda do capital investido e de disponibilização de recursos adicionais, entre outros.
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