Profa. Elisa Antonia Ribeiro
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- Maria Luiza Amarante Carneiro
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1 REALIZAÇÃO - UNI-BH DESAFIOS, RESISTÊNCIAS E MUDANÇAS NA CONSTRUÇÃO DA CULTURA DA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: A EXPERIÊNCIA DO UNIARAXÁ Profa. Elisa Antonia Ribeiro
2 PAC- PROGRAMA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DO UNIARAXÁ A EXPERIÊNCIA AVALIATIVA Contexto Institucional Marco Legal
3 CRIAÇÃO ÃO,, FINALIDADES DO PAC Início: 1999 Ato interno CPA Comissões setorias Finalidade: É uma construção coletiva, com funções de informação para tomadas de decisão de caráter político, pedagógico gico e administrativo, melhoria institucional, elevação da capacidade educativa e do cumprimento das demais funções públicasp blicas.
4 CARACTERÍSTICAS É UMA ATIVIDADE COMPLEXA QUE ENVOLVE: PARTICIPAÇÃO INTEGRAÇÃO RIGOR INSTITUCIONALIDADE CONTINUIDADE COMPROMISSO FORMATIVO PUBLICIDADE
5 PRINCIPAIS INSTRUMENTOS questionário do desempenho do professor; questionário auto-avalia avaliação ( alunos e professores); questionário desempenho da turma; questionário desempenho dos Setores ( professores, técnico-administrativos e alunos); questionário representante de turma; relatório rio descritivo do desempenho do professor (coordenadores) ; avaliação de Controle de Qualidade da Graduação.
6 PADRÕES INTERNOS DA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL organização didático tico-pedagógica; gica; desempenho corpo docente; instalações físicas; f biblioteca; perfil das turmas; desempenho discente; setores ( coordenações, secretaria, telefonista, biblioteca, vestibular, estágio supervisionado).
7 A QUEM A AVALIAÇÃO ATENDE? A INSTITUIÇÃO, no desenvolvimento da auto-consciência institucional, no planejamento e (re( re) ) planejamento de seus planos, métodos m e trajetória. ria. Ao governo e a seus planos de desenvolvimento e políticas públicas. p Aos alunos e futuros alunos. Às s Comissões de Verificação in loco À sociedade como um todo.
8 QUEM PARTICIPA DA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL? Todos os envolvidos, professores, técnico-administrativos, alunos, ex-alunos, gestores e a comunidade externa, coordenados pelas Comissões Próprias de Avaliação (CPAs( CPAs).
9 S E N S I B I L I Z A Ç Ã O ETAPAS DO PAC AVALIAÇÃO INTERNA/ AUTO AVALIAÇÃO ENSINO PESQUISA EXTENSÃO INFRA-ESTRUTURA GESTÃO CURSOS DOCENTES DISCENTES AVALIAÇÃO EXTERNA (profissionais da área da avaliação educacional, egressos, comunidade) REAVALIAÇÃO (meta-avalia avaliação e reprogramação do processo)
10 ETAPAS DA AUTO-AVALIA AVALIAÇÃO a) elaboração/reestrutura ão/reestruturação dos instrumentos de avaliação para todos os segmentos da IES, b) aplicação dos instrumentos para os vários v segmentos; c) tratamento estatístico stico dos dados da avaliação, d) análise e interpretação dos resultados à luz da metodologia adotada; f) socialização dos resultados com os sujeitos- atores; e) divulgação dos resultados para os vários v setores, e) elaboração do planejamento de ações a corretivas; f) acompanhamento das ações a para aprimoramento dos processos;
11 SENSIBILIZAÇÃO PERMANENTE DIVULGAÇÃO DO PROJETO 1-Cartazes, folhetos, faixas etc. 2-Notícias na agenda semanal e no jornal da Instituição 3-Página na Internet/Intranet 4-Visitas a alunos,professores e funcionários EVENTOS 1-Palestras, seminários etc. 2-Cursos de capacitação em avaliação 3-Promoção ou participação em congressos,encontros etc.
12 ANÁLISE e INTERPRETAÇÃO DOS DADOS 1-Reuniões com segmentos envolvidos 2-Elaboração de relatórios rios aráter formativo-reflexivo, porquanto analisa os aspectos essenciais a atividade acadêmica e produz um conjunto de indicadores ualitativos e quantitativos que permitem: o diagnóstico da situação, a intervenção pedagógica,
13 SOCIALIZAÇÃO DOS RESULTADOS De todas as atividades Para todos a visão geral do desempenho docente; a visão do desempenho docente por curso; os aspectos comportamentais de cada turma; o comparativo entre o desempenho docente em nível n da Instituição e cada aspecto diagnosticado relativo aos respectivos cursos; o comparativo entre os aspectos do desempenho docente nos próprios prios cursos; o desempenho dos setores avaliados;
14 TOMADA DE DECISÃO Reuniões com os Dirigentes DIVULGAÇÃO 1-Das decisões tomadas 2-Dos resultados alcançados ados
15 AVALIAÇÃO EXTERNA ETAPAS 1-Elaboração dos relatórios rios de avaliação. 2-Estudo e elaboração dos instrumentos. CONVITE AOS AVALIADORES Especialistas na área da Avaliação Educacional de outras instituições. Egressos. Associações empresariais.
16 REAVALIAÇÃO META-AVALIA AVALIAÇÃO/CONTINUIDADE Ação constante de acompanhamento e registro sistemático tico das reflexões para posterior implementação de açõesa ões. Reavaliação do processo Início de novo ciclo
17 AVANÇOS DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO CONTINUADA DO UNIARAXÁ 2003 redefinição da metodologia de análise e interpretação dos dados; reestruração do questionário docente; elaboração de mais um questionário discente Coordenadores de Cursos responsáveis pela elaboração de pareces descritivos sobre o desempenho dos professores.
18 DESENVOLVIMENTO DA CULTURA DA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL NO UNIARAXÁ postura da Reitoria de compromisso com a proposta; trabalho da CPA contíguo aos alunos; reuniões permanentes de socialização dos resultados; informação transparente e clara do processo e dos resultados; agilidade na apresentação dos resultados; apoio e implementação de ações de melhoria dos processos pedagógicos e administrativos; mobilização e participação dos alunos.
19 OS DESAFIOS DA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL... Estudo e discussão do novo dispositivo legal- a Lei de 14/04/2004. Preparação de novos instrumentos para avaliar a Pesquisa, a Extensão e a Gestão. Reestruturação dos instrumentos de coleta de dados e ampliação das análises sobre o desempenho dos Setores. A avaliação institucional do UNIARAXÁ caminha no sentido de explicitar a realidade e busca uma postura mais aberta à mudança, ou ainda de menos acomodação.
20 DESDOBRAMENTOS DA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL CRIAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO AVALIAÇÃO DE CONTROLE DE QUALIDADE DA GRADUAÇÃO ÃO - ACQG
21 FINALIDADE DO PROJETO ACQG É um projeto amplo de acompanhamento a semestral do desempenho acadêmico dos discentes durante a sua permanência na Instituição. OBJETIVOS Permitir tanto a alunos, como a professores e gestores o verificação da adequação da formação recebida pelos discentes ao perfil profissiográfico fico definido pelos Projetos Pedagógicos gicos dos cursos, para a tomada de decisões direcionadas a melhoria da aprendizagem.
22 ESTRUTURA E ETAPAS O instrumento contém m 30 (trinta) questões do tipo objetivas e 05 (cinco) discursivas. A elaboração das questões versam sobre as disciplinas ministradas ao longo do curso, e os conteúdos selecionados são os trabalhados em sala de aula a partir do primeiro período. A aplicação do instrumento acontece em todas as turmas da Instituição, em dia definido no calendário escolar. A análise e interpretação dos resultados é feita pelo coordenador de curso em conjunto com os professores. Socialização é feita pelo coordenador com as turmas, entreg do resultado individual para cada aluno. Os resultados possibilitarão aos alunos acompanhar o seu desenvolvimento acadêmico durante todo o curso.
23 CONSIDERAÇÕES FINAIS O Centro Universitário rio do Planalto de Araxá está aprendendo a fazer sua Avaliação Institucional. HáH muito a ser melhorado, redefinido e redirecionado. Seu olhar está no futuro, no projeto que pretende construir. Será preciso conjugar mais e melhor avaliação e mudança, a, avaliação e autonomia. É preciso levar em conta a missão, o contexto, os propósitos, o perfil dos alunos e a estratégia definida em cada instituição, razão pela qual seu julgamento parece difícil e complexo.
24 CONSIDERAÇÕES FINAIS É preciso levar em conta a missão, o contexto, os propósitos, o perfil dos alunos e a estratégia definida em cada instituição, razão pela qual seu julgamento parece difícil e complexo.
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