COLETA DE EXAMES LABORATORIAIS
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- Sérgio Alves Prada
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2 Os exames de laboratório são meios indispensáveis para: COLETA DE EXAMES LABORATORIAIS definir o diagnóstico, auxiliar na avaliação do estado do paciente ou traçar uma linha de conduta terapêutica para o mesmo, desde que observadas as normas corretas na coleta do material. A enfermagem prepara o cliente para a obtenção de amostras de urina, fezes, escarro e sangue.
3 PROCEDIMENTO: COLETA DE ESCARRO
4 Vias aéreas: Os pulmões e as vias que conduzem o ar que entra e sai dos pulmões forma o trato respiratório, que é dividido nos tratos respiratórios superior e inferior. O superior compreende as cavidades nasais, a nasofaringe e a laringe; o inferior compõe-se da traquéia e dos pulmões. O escarro é composto de muco e células.
5 COLETA DE ESCARRO Indicado com frequência para diagnosticar infecção das vias aéreas e células cancerígenas. Normalmente colhe-se amostras durante 3 dias consecutivos, pela manhã, antes da higiene bucal. Material: Bandeja; Recipiente com tampa; Etiqueta (ou fita para identificação) Luva de procedimento.
6 DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO Lavar as mãos; Reunir o material necessário; Identificar o recipiente adequadamente; Orientar o procedimento ao cliente; Colocar as luvas; Solicitar ao cliente para tossir e expectorar profundamente; Orientar o paciente para escarrar dentro do recipiente rotulado, sem deixar escorrer pela borda externa e com o mínimo de saliva.
7 Colher o material no recipiente; Retirar as luvas; Lavar as mãos; Checar a prescrição médica e encaminhar o material ao laboratório, imediatamente após a coleta; Realizar anotação de enfermagem. Assinar e carimbar. OBS: Nos casos de cultura de escarro, a amostra deverá ser colhida em recipiente estéril.
8 PROCEDIMENTO: COLETA DE URINA OBJETIVO Identificar distúrbios urinários e sistêmicos Rastreamento de substâncias, Medir a ingesta hídrica e débito urinário do cliente, Observação das características da urina do cliente.
9 A técnica na colheita de urina vai depender do tipo de exame solicitado: Urina tipo I: Coleta de uma amostra de urina, primeira micção do dia em recipiente limpo e seco para análise laboratorial quantitativa de substâncias como proteínas, glicose, corpos cetônicos, colônias bacterianas e hemáceas. Urina de 24 horas ou proteinúria/glicosúria: Coleta de amostra de todas as micções compreendidas em um período de 24 horas para avaliar função renal e quadro de diabetes. Urocultura: Coleta sob técnica asséptica em recipiente estéril para avaliar presença de microorganismo e definição de antibiograma.
10 URINA TIPO I MATERIAL: Bandeja; Luvas de procedimento; Comadre ou Papagaio; Frasco; Rótulo. Água Sabonete
11 DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO: Lavar as mãos; Preparar o material; Orientar o cliente sobre o exame (primeira micção do dia); Solicitar que faça/realizar lavagem externa; Pedir para urinar em recipiente limpo/estéril (comadre ou papagaio); Calçar luva; Coletar de 20 a 100 ml devidamente rotulado (nome, registro, tipo de amostra, data, horário e responsável); Lavar as mãos; Encaminhar amostra com requisição; Realizar anotação de enfermagem.
12 URINA DE 24 HORAS MATERIAL: Comadre ou Papagaio; Recipiente graduado; Frascos coletores de amostras de 24 horas (o número de frascos depende do débito de 24 horas); Luvas de procedimento; Rótulo.
13 DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO: Orientar o cliente sobre o procedimento (guarda de urina em frasco por 24 horas); Pedir para urinar em recipiente limpo (comadre ou papagaio); Desprezar a 1 a micção da manhã, anotar horário de início; Colher todas as outras micções; Enviar a urina ao laboratório. Para a amostra de 24horas, deve se medir a urina anotando na etiqueta o volume total de 24 horas. Realizar anotação de enfermagem.
14 UROCULTURA OU URINA PARA CULTURA MATERIAL: Bandeja; Luvas de procedimento; Cuba rim estéril; Seringa de 20 ml estéril; Frasco estéril; Rótulo.
15 DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO: Lavar as mãos e reunir o material; Solicitar que faça lavagem externa ou o profissional realiza a antissepsia dos genitais externos quando paciente incapacitado; Orientar o cliente sobre o exame: técnica do jato médio, ou seja, desprezar a primeira porção de urina e colher a segunda porção em recipiente estéril. O paciente pode colher a amostra em cuba rim estéril, em seguida o profissional colhe cerca de 20 ml com uma seringa e acondiciona em frasco estéril; ou o paciente colhe a amostra diretamente em frasco estéril.
16 Coletando a partir de um cateter de demora: Clampear a extensão 15 a 30 minutos antes da coleta: Limpar o orifício de coleta da amostra com álcool a 70%; Inserir a agulha no orifício de coleta da amostra, depois de aspirar seu conteúdo, proceder à transferência para um recipiente adequado; Abrir o clampe da extensão do coletor; Recolher o material; Lavar as mãos; Identificar o recipiente Checar prescrição médica e encaminhar ao laboratório.
17 PROCEDIMENTO: EXAME PARASITOLÓGICO DEFINIÇÃO: É o exame da fezes para a pesquisa de parasitas. OBJETIVO: As fezes são coletadas para determinar a presença de sangue, ovos e parasitas, patógenos ou de determinadas substâncias com medicamentos ingeridos.
18 MATERIAL Frasco de amostra Luvas de procedimento; Espátula descartável; Toalha de papel; Pedido de exame; Rótulo.
19 DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO Lavar as mãos e reunir o material; Orientar o cliente a evacuar em comadre limpa; Calçar luvas de procedimento; Colher pequena quantidade de fezes com uma espátula, desprezando as fezes da borda, colhendo amostra do centro e depositando no recipiente devidamente rotulado; Tampar bem o recipiente; Retirar as luvas e lavar as mãos; Encaminhar a amostra ao laboratório; Relatar o procedimento no prontuário do cliente, carimbar e assinar.
20 COPROCULTURA OU CULTURA DE FEZES Orientar o cliente a evacuar em comadre esterilizada; Calçar as luvas; Colher pequena quantidade de fezes com espátula esterilizada, colocando no recipiente estéril, identificar conforme procedimentos anteriores; Tirar as luvas e lavar as mãos; Enviar ao laboratório com a requisição; Realizar anotação de enfermagem, carimbar e assinar.
21 PESQUISA DE SANGUE OCULTO NAS FEZES Restrição de carnes, inclusive caldos, extratos e molhos de carne e alimentos que contenham alta peroxidade (rabanete,nabo, brócolis) por 3 dias. Colher as fezes em recipientes apropriados, seguindo normas do laboratório.
22 PROCEDIMENTO: COLETA DE SANGUE DEFINIÇÃO É a coleta de sangue venoso periférico para exames laboratoriais. OBJETIVO Auxiliar no diagnóstico e na avaliação terapêutica. LOCAIS DE PUNÇÃO Veias periféricas: veia cefálicas e basílicas em antebraço e fossa antecubital.
23 Veia anticubital Veia cefálica Veia basílica Veia intermediária
24 Considerações Geralmente são colhidos antes do desjejum. A amostra é colocada em recipiente apropriado, de acordo com a natureza do exame: Hemograma, hematócrito e hemoglobina, tipagem sangüínea: frascos com anticoagulantes; Glicemia: frasco com fluoreto ou oxalato ou tubo simples, conforme a rotina da instituição; Uréia, creatinina, sódio e potássio, amilase, fosfatase alcalina etc.: tubo simples; Hemocultura: tubos com meio de cultura.
25 COLETA DE SANGUE Material: Seringa com agulha ou tubos a vácuo; Luvas de procedimento; Algodão com álcool; Garrote; Rótulos; Requisição; Saco plástico para resíduo; Adesivo.
26 Procedimento Selecionar uma seringa compatível com o volume de sangue a ser coletado; Rotular todos os tubos de coleta; Comunicar ao cliente sobre o procedimento; Lavar as mãos; Colocar o material na mesa de cabeceira para facilitar o acesso; Posicionar o cliente deitado ou sentado, em posição confortável e facilitar a visualização das veias; Calçar as luvas; Selecionar a veia a ser puncionada;
27 CUIDADOS IMPORTANTES NA SELEÇÃO DA VEIA 1- VISIBILIDADE; 2- PALPABILIDADE; 3- CALIBRE: veia calibrosa fácil punção; veia fina difícil punção. 4- TRAJETO veia retilínea fácil punção; veia tortuosa difícil punção. 5- MOBILIDADE: veia fixa fácil punção; veia bailarina difícil punção. 6- MALEABILIDADE: veia maleável fácil punção; veia calcificada (esclerosada) punção difícil ou impossível.
28 Prender o garrote 5cm acima do local da punção e pedir para que feche a mão; Fazer a antissepsia da área, no sentido do retorno venoso, para estimular o aparecimento das veias; Deixar o algodão na bandeja ou segurá-lo no 5º dedo Com o 1º dedo da mão não dominante, fixar a veia esticando a pele abaixo do ponto de punção; Segurar a seringa ângulo horizontal, com a mão dominante, mantendo 2º dedo sobre o canhão da agulha;
29 Introduzir a agulha com o bisel e a graduação da seringa para cima; agulha deve penetrar na veia aproximadamente 1cm e ser mantida em um ângulo de 15 graus; Aspirar a seringa com a mão que fixava a veia; Após a coleta, pedir ao cliente para abrir a mão, desprender o garrote e remover a agulha, com movimento único e suave, apoiando o local com o algodão; Fazer com que a amostra escorra vagarosamente pela parede do tubo. Se o frasco tiver anticoagulante, fazer homogeneização. Descartar o material contaminado adequadamente; Tirar as luvas e lavar as mãos; Enviar o material ao laboratório e registrar em prontuário.
30 OBSERVAÇÕES Nunca coletar uma amostra venosa de membro que esteja sendo infundido terapia IV; Não coletar amostra venosa de um sítio de infecção; Não coletar sangue de áreas edemaciadas, hematomas ou lesão vascular prévia; Evite utilizar veias de membros inferiores; Não bater com os dedos para que a veia apareça; Na região anticubital, proceder a compressão com algodão após a punção e não solicitar que o cliente dobre o braço.
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32 Termos clínicos: Hipoxemia: Redução anormal de O2 no sangue arterial. Hipóxia: Deficiência de O2 nos órgãos e tecidos. Hiperóxia: Quantidade aumentada de O2 nos órgãos e tecidos. Insuficiência respiratória aguda (IrpA): Síndrome que tem como a característica principal a deficiência da realização da troca gasosa pelo sistema respiratório.
33 Respiração: O2 CO2
34 Transporte dos gases:
35 Causas de hipoxemia: Hipoventilação Shunt Desigualdade V/Q Difusão - comprometimento
36 Causas freqüentes de Hipoxemia: Diminuição da Pressão parcial arterial de oxigênio (PaO2) por diminuição da quantidade de O2 ofertada; Aumento do gasto cardíaco; Hipovolemia; Queda da hemoglobina; Hipoventilação alveolar; Distúrbios na ventilação/perfusão.
37 DEFINIÇÃO É o tratamento do sistema respiratório através de oxigênio, que é um gás essencial para o homem. OXIGENIOTERAPIA INDICAÇÃO Combater a deficiência de oxigênio (O2) - hipóxia; Auxiliar na administração de medicamentos no trato respiratório; Fluidificar secreções e facilitar expectoração; Diminuir os processos inflamatórios das vias respiratórias.
38 TIPOS DE SISTEMAS PARA A ADMINISTRAÇÃO DE O2 São classificados de acordo com a concentração de O2 e fluxo de gás: SISTEMAS DE BAIXO FLUXO E CONCENTRAÇÃO DE O2: Catéter nasal: unilateral ou nasofaríngeo; duplo ou tipo óculos. Máscaras faciais para nebulização. SISTEMAS DE ALTO FLUXO E CONCENTRAÇÃO DE O2: Máscara de venturi. Entubação endotraqueal Máscara facial para nebulização
39 Podem-se empregar vários sistemas, mas sempre umidificados para evitar que as mucosas se ressequem
40 CATETER NASAL Empregam-se cateteres de plástico descartáveis que permitam uma maior higiene e maleáveis para que não lesionem as mucosas nasal e faríngea.
41 PROCEDIMENTO: CATÉTER NASAL Material: OXIGENOTERAPIA Catéter nasal (n 6 a 8/ óculos); Umidificador; Extensão de borracha limpa ou estéril; Fluxômetro de 02; Gazes umedecidas com SF; Esparadrapo; Água destilada/soro fisiológico; Luva de procedimento; Identificação no umidificador. Fluxômetro de O2
42 Para a sua colocação lubrifica-se o cateter e mede-se a distância da orelha ao nariz introduzindo com suavidade o referido comprimento na fossa nasal correspondente.
43 Se o paciente colabora pede-se para que abra a boca observando se a sonda aparece por trás da úvula, sendo a localização correta será imediatamente acima dela.
44 É preferível que o cateter tenha vários orifícios laterais situados distalmente para que o jorro de oxigênio não atinja apenas um ponto de mucosa e evitando assim a sua irritação.
45 Este procedimento pode proporcionar ao paciente uma concentração de oxigênio de 40% no ar inspirado com um volume de 6l/min.
46 Fluxo de O2 Vs. Concentração Ofertada: - 1 L/min = 25% - 2 L/min = 29% - 3 L/min = 33% - 4 L/min = 37% - 5 L/min = 41% - 6 L/min = 45%
47 ÓCULOS DE OXIGÊNIO
48 DESCRIÇÃO DPROCEDIMENTOO PROCEDIMENTO Ler a prescrição médica; Lavar as mãos e reunir o material; Colocar água destilada no umidificador até o nível indicado (2/3 da capacidade do frasco); Conectar a extensão de borracha ao umidificador e manter extremidade protegida; Orientar o cliente; Elevar a cabeceira da cama (posição de Fowler);
49 Conectar o umidificar à rede de O2 com fluxômetro; Calçar as luvas e limpar as narinas do cliente com a gaze umedecida; Medir externamente a distância entre a asa do nariz e o lóbulo da orelha e marcar com esparadrapo no catéter unilateral; Introduzir o catéter suavemente e com firmeza em uma das narinas até a marca e fixar o catéter.
50 OXIGENOTERAPIA DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO cont. Conectar o catéter nasal a extensão de borracha; Abrir o fluxômetro na quantidade de O2 conforme prescrição médica; Lavar as mãos e registrar o procedimento em prontuário. ES
51 OBSERVAÇÃO Observar para que o catéter não obstrua com exsudato; Trocar a água diariamente. Nunca preencher o conteúdo existente! Trocar sistema a cada 24 horas. Identificar a troca do sistema com a data, hora e assinatura. Fazer higiene nasal com soro fisiológico a cada 8 horas.
52 DIMENTO: OU TRAQUÉIA NEBULIZAÇÃO Consiste na adminstração de oxigênio umidificado através da via respiratória, utilizando o nebulizador com traquéia e máscara de venturi conforme prescrição médica. OBJETIVO Diminuir o desconforto respiratório, evitando complicações pulmonares; Auxiliar no tratamento de patologias do sistema respiratório; Umidificar secreções brônquicas.
53 OXIGENOTERAPIA PROCEDIMENTO: ADMINISTRAÇÃO DE NEBULIZAÇÃO CONTÍNUA COM MÁSCARA DE VENTURI OU TRAQUÉIA MATERIAL Nebulizador/umidificador plástico com capacidade aproximada de 200ml; Extensão corrugada (traquéia); Máscara com cadarço; Fluxômetro de O2 Água destilada estéril. Umidificador com máscara
54 OXIGENOTERAPIA Ler a prescrição médica; Fazer rótulo para identificar a nebulização contendo: data, hora e nome do funcionário. Lavar as mãos; Reunir o material e orientar o cliente; Colocar o paciente em posição de Fowler; Adaptar o umidificador ao fluxômetro, uma extremidade da extensão corrugada ao umidificador e a outra na máscara. Abrir o fluxômetro que regula a quantidade de oxigênio em litros por minuto, c.p.m.; Colocar a máscara sobre a face do cliente; Lavar as mãos; Checar a prescrição médica, carimbar e assinar.
55 ÕES: É necessário administrá-lo sempre umidificado, pois o oxigênio seco ou com baixa umidade lesa o epitélio da mucosa respiratória OXIGENOTERAPIA Cuidados na administração Nunca deixar o umidificador sem água ou abaixo do nível indicado; Gás inflamável Se o cliente apresentar inquietações, comunicar o médico Trocar o sistema a cada 24 horas; Para adultos utiliza-se a máscara, para crianças tendas de oxigênio (O2)
56 FINALIDADE: Administrar medicamentos broncodilatadores Fluidificar as secreções; Oferecer aporte de oxigênio; OBS: Este procedimento só deverá ser realizado com oxigênio se houver prescrição médica. MATERIAL Inalador de plástico (copinho, intermediário e máscara); Medicamento c.p.m.; SF-0,9% Extensão de látex; Fluxômetro.
57 INALAÇÃO extensão
58 INALAÇÃO DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO Lavar as mãos e conferir a prescrição médica; Reunir o material e verificar SSVV; Preparar a medicação no copinho do inalador plástico: SF-0,9% acrescidos ou não de medicação c.p.m.; Fechar o sistema de inalador plástico: conectar o copinho ao intermediário, por sua vez à máscara; Conectar o sistema inalador à extensão de látex, que por sua vez deve ser conectada ao fluxômetro;
59 Colocar o paciente em posição de Fowler ou sentado e orientálo, durante o procedimento, inspirar profundamente e expirar lentamente. Não conversar durante a inalação; Abrir o fluxômetro até a saída de névoa (em geral 5 L/min); Colocar a máscara do inalador próxima a boca e nariz do cliente; Ao final, desligar o fluxômetro, desconectar o inalador, lavá-lo e desinfetá-lo Estimular o paciente a tossir.
60 Observar a prescrição médica atentando para a dosagem prescrita; INALAÇÃO Cuidados para a utilização de aerossol Usar soro fisiológico a 0,9% (SF-0,9%); As máscaras e borracha devem ser de uso único e individual; Após o uso remover todo o conjunto para reprocessamento; O aerosol pode ser feito usando ar comprimido ou oxigênio.
61 INTUBAÇÃO ENDOTRAQUEAL É um procedimento que consiste em substituir durante certo tempo as vias respiratórias superiores do paciente por um tubo de borracha ou plástico provido de um balão que se insufla a partir do exterior permitindo o ajuste do tubo ao trecho que ocupa.
62 laminas de laringoscopio
63 AMBU
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65 EFEITOS SECUNDÁRIOS DA OXIGENIOTERAPIA A oxigenioterapia pode reduzir o estímulo respiratório do dióxido de carbono produzir uma depressão respiratório. A elevada concentração de oxigênio causa espasmos retinianos podendo provocar cegueira. Quando se administra oxigênio deve-se ter cuidados especiais com a boca; o O2 seca e irrita as mucosas, motivo pelo qual é muito importante aumentar a ingestão de líquidos; não se deve administrar O2 puro não umedecido.
66 RECOMENDAÇÕES DA CCIH 1. Trocar sistemas de umidificadores, cateter nasal a cada 24 horas. 2. Trocar nebulizador a cada 12 horas.
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