Conversando sobre o AHE BELO MONTE
|
|
|
- Manoela da Cunha Paiva
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Conversando sobre o AHE BELO MONTE
2 Apresentadores Paulo Fernando Vieira Souto Rezende Coordenador dos Estudos do AHE Belo Monte - Eletrobrás Silviani Froehlich Gerente de Estudos e Projetos Ambientais para Sistema de Geração de Energia Elétrica Eletronorte Carlos Alberto de Moya Figueira Netto Gerente de Projetos da CNEC
3 Conteúdo da Apresentação Etapas de Implantação Estudos e Ações Revisão dos Estudos de Inventário Hidrelétrico do Rio Xingu. Avaliação Ambiental Integrada (AAI). Estudos de Impacto Ambiental (EIA). Estudos Socioambientais do Componente Indígena. Comunicação e Interação Social.
4 Etapas de Implantação Aprovação do Inventário Aneel Aprovação da Viabilidade Aneel Licitação da Concessão Aneel Autorização da Construção Aneel Revisão do Inventário e AAI Viabilidade Leilão Projeto Básico Construção Operação Avaliação de locais ao longo do rio (análise técnica, econômica e ambiental) Avaliação técnica e econômica Estudos e ações Socioambientais (EIA-Rima, E. S. Componente Indígena, Comunicação e Interação Social) Preparação dos Editais Detalhamento do Projeto Programas e Projetos Ambientais Projeto Executivo / Construção Implantação de Programas e Projetos Ambientais Operação Execução de ações e acompanhamento Ambiental Reuniões públicas Ibama (TR) Audiência Pública Oitiva Indígena Licença Prévia (LP) Licença de Instalação (LI) Licença de Operação (LO)
5 Revisão dos Estudos de Inventário Hidrelétrico do Rio Xingu
6 Revisão do Inventário do Xingu Qual o objetivo do Inventário? Estudar o rio definindo os locais possíveis para serem feitas barragens para geração de energia. Ao melhor local do ponto de vista econômico, energético e ambiental dá-se continuação aos estudos
7 Revisão do Inventário do Xingu Nº UHE 6 Potência MW Área Reser. km Alternativa A do Estudo de 1980
8 Revisão do Inventário do Xingu Nº UHE 7 Potência MW Área Reser. km Alternativa B do Estudo de 1980
9 Revisão do Inventário do Xingu Porque rever o Inventário da década de 80? 1981 Política Nacional do Meio Ambiente Conselho Nacional do Meio Ambiente Área ambiental na Eletrobrás Nova Constituição ECO 92 no Rio. 1994/1998 Revisão dos manuais do setor elétrico, incorporando questões ambientais Protocolo de Kyoto Crimes ambientais Sistema Nacional de Unidades de Conservação. transformações na bacia (TI e UC)
10 Revisão do Inventário do Xingu Revisão dos Estudos de Inventário do Rio Xingu Realizar o Inventário de acordo com o Manual de Inventário da Eletrobrás / DNAEE Investigar o curso principal do rio Xingu. Considerar o AHE Belo Monte com as características estabelecidas no Estudo de Viabilidade entregue à Aneel em fevereiro/2002.
11 Bacia Hidrográfica do Xingu Revisão do Inventário do Xingu Área da bacia: km 2. Nasce no Mato Grosso (em região de cerrado em altitudes de 600 m) e atravessa o Pará até alcançar o rio Amazonas. Extensão: km. Vazão média (Altamira): m 3 /s.
12 Principais Restrições Revisão do Inventário do Xingu Altamira São Félix do Xingu Unidades de Conservação Terras Indígenas
13 Revisão do Inventário do Xingu APA do Triunfo São Félix Pombal Altamira Belo Monte Unidades de Conservação Terras Indígenas
14 EL.210,00 Revisão do Inventário do Xingu Alternativa 1 UHE SÃO FÉLIX UHE POMBAL EL.185,00 UHE ALTAMIRA EL.120,00 AHE BELO MONTE EL.97,00 CANAL DE ADUÇÃO Descrição Dist. A Foz (km) Cota (m) Foz Igarapé 969,7 Porto Seguro - ME 900 Cid. S. Félix do Xingu Foz do rio Fresco Foz do Ig. Triunfo Foz do rio Iriri 400 Cid. de Altamira - ME 385,4 376,5 Casa de Força - ME CHE Belo Monte 878, , ,2 334,
15 EL.202,00 Revisão do Inventário do Xingu Alternativa 2 UHE SÃO FÉLIX UHE POMBAL EL.185,00 UHE ALTAMIRA EL.111,00 AHE BELO MONTE EL.97,00 CANAL DE ADUÇÃO Descrição Dist. A Foz (km) Cota (m) Foz Igarapé 969,7 Porto Seguro - ME 900 Cid. S. Félix do Xingu Foz do rio Fresco Foz do Ig. Triunfo Foz do rio Iriri 400 Cid. de Altamira - ME 385,4 376,5 Casa de Força - ME CHE Belo Monte 878, , ,2 334,
16 Revisão do Inventário do Xingu Alternativa 3 EL.97,00 AHE BELO MONTE CANAL DE ADUÇÃO Descrição Dist. A Foz (km) Cota (m) Foz Igarapé Porto Seguro - ME 969,7 Cid. S. Félix do Xingu Foz do rio Fresco ,6 860 Foz do Ig. Triunfo ,2 Foz do rio Iriri 400 Cid. de Altamira - ME 385,4 376,5 Casa de Força - ME CHE Belo Monte ,2 334,
17 Revisão do Inventário do Xingu Ambientalmente foram estudados e avaliados na bacia do rio Xingu, os componentes: ecossistemas aquáticos; ecossistemas terrestres; modos de vida; organização territorial; população indígena; base econômica.
18 Revisão do Inventário do Xingu Índice de Preferência Índice do Custo-Benefício x Índice Ambeintal Alternativas Energia Firme (MWh/h) Custo de Instalação (10 3 US$) ICB (US$ / MWh) ICB/CUR IA IP Alternativa ,0 0,541 0,427 0,484 Alternativa ,1 0,584 0,411 0,497 Alternativa ,2 0,586 0,276 0,431 Notas: ICB = Índice Custo Benefício CUR = Custo Unitário de Referência IA = Índice Ambiental IP = Índice Ponderado Custos referentes a dez/05 IP = 50% do ICB/CUR + 50% do IA
19 Revisão do Inventário do Xingu Conclusão 200 O Aproveitamento Cota (m) Hidrelétrico Belo Monte considerado nas três alternativas, independe de usinas a montante para sua viabilização econômica. NA = 97m BELO MONTE 440 km Distância (km)
20 Revisão do Inventário do Xingu Inventário Década 80 x Revisão Nº UHE Potência Energia Firme Área Reser. MW MWmed km 2 Alternativa A Alternativa B Alternativa Alternativa Alternativa
21 Revisão do Inventário do Xingu Próximo Passo Aprovação da revisão do inventário do rio Xingu pela Aneel.
22 Avaliação Ambiental Integrada (AAI)
23 Atividade realizada: Diagnóstico da Bacia do Rio Xingu. Situação atual: aguardando aprovação do Inventário pela Aneel. AAI
24 AAI Próximos Passos Prosseguimento dos estudos. Realização de 2 reuniões técnicas (Cuiabá e Belém) e 2 seminários de divulgação (Altamira e São Félix do Xingu), conforme definição da EPE.
25 Estudos de Impacto Ambiental (EIA)
26 Localização AHE Belo Monte
27 AHE Belo Monte
28 EIA Estudos de Impacto Ambiental - EIA Termo de Referência MEIO FÍSICO clima solos e rochas corredeiras rios e igarapés Diagnósticos Análise dos Impactos MEIO BIÓTICO vegetação animais áreas de proteção ambiental qualidade da água transmissores de doenças Prognóstico Programas Ambientais EIA RIMA MEIO SOCIO ECONÔMICO uso e ocupação do solo população (crescimento/situação atual) organização social, comunidades indígenas, etc. atividades econômicas educação saúde cultura, turismo e lazer patrimônio histórico, cultural e arqueológico
29 EIA Abertura do processo de licenciamento junto ao Ibama janeiro/2006. Vistorias e Reuniões Públicas em Altamira e Vitória do Xingu agosto/2007. Oficinas temáticas com equipe do Ibama setembro e outubro/2007. Emissão do Termo de Referência (TR) pelo Ibama em 05/dez/2007.
30 EIA Diagnósticos - Meio Físico Atividades realizadas em campo: 3 campanhas das águas subterrâneas; 2 campanhas de geologia e recursos minerais; 2 campanhas de qualidade das águas subterrâneas em Altamira; 1 campanha de hidrologia superficial e sedimentos; 2 campanhas de geomorfologia (formação do terreno); 2 campanhas de pedologia (tipos de solo); Levantamento de mais 5 seções do perfil do rio Xingu, a montante de Altamira e nas proximidades da Ressaca; Medições de vazão do rio Xingu.
31 EIA Diagnósticos - Meio Físico/Biótico Atividades realizadas em campo: 3 campanhas limnologia e qualidade das águas. Em cada campanha foram coletadas amostras de água em mais de 50 pontos distribuídos pelo rio Xingu, desde a foz do Iriri até Senador José Porfírio. Foram coletadas também amostras dos sedimentos em 23 pontos ao longo do mesmo trecho. Por solicitação do Ibama será realizada mais uma, em março/08, incluindo medições de qualidade da água, de hora em hora, durante 24 horas.
32 EIA Diagnósticos - Meio Biótico Atividades realizadas em campo até Fev08: Campanha de reconhecimento e seleção dos fragmentos florestais a serem amostrados. 2 Campanhas de flora e vegetação. 1 Campanha de unidades da paisagem. Campanhas de fauna (2 campanhas de cada tema nos períodos de estiagem e de transição para a cheia): - Ictiofauna (pesca ornamental, pesca comercial e biodiversidade íctica) - Quelônios aquáticos - Mamíferos aquáticos - Mamíferos terrestres - Avifauna - Herpetofauna -Invertebrados terrestres -Quirópteros
33 EIA N Locais das pesquisas
34 EIA Diagnósticos - Meio Socioeconômico Atividades realizadas em campo: Reconhecimento de campo das áreas urbanas e rurais. Pesquisa Socioeconômica Censitária imóveis identificados na zona rural e questionários aplicados; imóveis identificados na área urbana e questionários aplicados. Pesquisa Socioantropológica: 560 entrevistas na área rural; entrevistas realizadas na área urbana; 9 oficinas: O que não pode faltar no diagnóstico sobre a região do AHE Belo Monte? Altamira, Vitória do Xingu, Ressaca, Belo Monte (margens esquerda e direita), Pimental, Santo Antônio, Agrovila Sol Nascente e Agrovila Leonardo da Vinci.
35 Pesquisa Censitária Rural EIA Limite da Pesquisa Censitária: cota 97 + APP de 100 m - Total de propriedades rurais pesquisadas = ME Xingu: 171 propriedades pesquisadas N Altamira Ilhas Xingu: 213 propriedades pesquisadas Canais: 583 propriedades pesquisadas MD Xingu: 255 propriedades pesquisadas
36 EIA Regiões de Pesquisa na Área Urbana Ambé Transamazônica Altamira Panelas Orla do Xingu Totais da Pesquisa Urbana Imóveis Identificados: Imóveis Caracterizados: Grupos Domésticos Caracterizados: Atividades Econômicas: 537 Outros Usos: 31
37 EIA Avanço da pesquisa na Região Altamira Transamazônica Região do Igarapé Altamira Imóveis Identificados: Imóveis Caracterizados: Grupos Domésticos Caracterizados: Atividades Econômicas: 317 Outros Usos: 17
38 EIA Avanço da pesquisa na Região Ambé Transamazônica Região do Igarapé Ambé Imóveis Identificados: Imóveis Caracterizados: Grupos Domésticos Caracterizados: Atividades Econômicas: 185 Outros Usos: 7
39 EIA Avanço da pesquisa na Região Panelas Transamazônica Região do Igarapé Panelas Imóveis Identificados: 75 Imóveis Caracterizados: 28 Grupos Domésticos Caracterizados: 38 Atividades Econômicas: 3 Outros Usos: 1
40 EIA Avanço da pesquisa na Orla do Xingu Transamazônica Região Orla do Xingu Imóveis Identificados: 461 Imóveis Caracterizados: 174 Grupos Domésticos Caracterizados: 32 Atividades Econômicas: 201 Outros Usos: 6
41 EIA Diagnósticos - Meio Socioeconômico Atividades realizadas em campo: Levantamento da legislação urbana e ambiental nos municípios. Levantamento das condições de saúde. Levantamento do uso e ocupação do solo. Levantamento do patrimônio paleontológico. Levantamentos urbanísticos em Vitória do Xingu, Belo Monte e Altamira. Levantamento da infra-estrutura viária, escolas e postos de saúde na área rural.
42 Escola Posto de Saúde Equipamentos sociais na área rural escolas e postos de saúde Vitória do Xingu Senador José Porfírio EIA N Altamira Anapu Brasil Novo Senador José Porfírio
43 EIA Avaliação dos Impactos Atividades em andamento Discussões internas com a equipe para avaliação de impactos. Modelagens da qualidade das águas dos futuros reservatórios. Avaliação das vazões para o trecho da Volta Grande. Avaliação dos remanescentes florestais afetados. Identificação da população a ser afetada.
44 EIA Próximos Passos Conclusão dos levantamentos de campo. Levantamento topográfico das cavernas; Levantamentos topobatimétricos dos igarapés Altamira, Ambé e Panelas; 4ª campanha de limnologia e qualidade da água; Campanhas de fauna (terrestre e aquática) relativas ao período de transição chuvas-seca; Pesquisas censitárias na área rural e urbana. Realização de oficinas participativas com as comunidades. Consolidação dos estudos de remanso. Consolidação dos diagnósticos.
45 Estudos Socioambientais do Componente Indígena
46 Estudos Socioambientais do Componente Indígena Reuniões de informação às comunidades indígenas Paquiçamba, Arara da Volta Grande do Xingu e Juruna do km 17 em conjunto com a Funai (dez./2007). Termo de Referência dos Estudos: 15/fev./2008. Próximos Passos Reuniões de informação às comunidades indígenas, segundo orientação da Funai.
47 Comunicação e Interação Social
48 Comunicação e Interação Social Eventos Comunicação do Reinício dos Estudos (Altamira, abril/2007). Fóruns Técnicos realizados em conjunto com a UFPA (em Altamira e Belém). I - Processos Participativos na Implantação de Grandes Empreendimentos (set/2007). II - Matriz Energética Brasileira (nov/2007). Apresentação da Revisão do Inventário Hidrelétrico do Rio Xingu (Belém, dez/2007). Conversando sobre o AHE Belo Monte (Vitória do Xingu e Altamira, março/2008).
49 Localidades Visitadas Comunidades Região dos Ribeirinhos Regiões dos Travessões Total Altamira Comunicação e Interação Social Visitas de Mobilização Transamazônica Paratizinho 572 Agrovila Leonardo da Vinci Paial (Palhal) Paratizão Trav. km27 Santo Antônio Reuniões Trav. km45 Vila Rica Trave. km50 Trav. km55 Deus é Amor 634 N Belo Monte I Nº de Pessoas Presentes Belo Monte II N. Sra. da Aparecida Travessão dos Cajás Sta. Luzia São Francisco das Chagas Babaquara Agrovila Sol Nascente Mangueiras (Cana Verde) Santa Juliana Pirarara Ressaca Ilha da Fazenda Garimpo do Galo
50 Comunicação e Interação Social Agentes de Comunicação e Interação Social Reunião na Comunidade Arroz Cru Grupo de Agentes de Comunicação e Interação Social
51 Comunicação e Interação Social Próximos Passos Visitas e reuniões com comunidades rurais e urbanas. Cartilha informativa. Fóruns Técnicos. Conversando sobre o AHE Belo Monte.
52 Comunicação e Interação Social Contatos [email protected] Escritório de Apoio aos Estudos do AHE Belo Monte Altamira Travessa Pedro Gomes, s/nº - Bairro Sudam I Fone: (93) e Vitória do Xingu Av. Manoel Félix de Farias, 84 - Centro Fone: (93) Eletrobrás Luiz José Bacha Rizzo Departamento de Relacionamento com a Sociedade Tel.: (21) Eletronorte Alexandre Accioly Assessoria de Comunicação Social Tel.: (61)
O PROJETO BELO MONTE III SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE INTEGRACIÓN ENERGÉTICA PERU BRASIL
III SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE INTEGRACIÓN ENERGÉTICA PERU BRASIL EL SISTEMA ELÉCTRICO BRASILEÑO Y LAS CUESTIONES SOCIO AMBIENTALES O PROJETO BELO MONTE Energia para os novos tempos Lima, 18 de Novembro
Hidrelétrico da Bacia Hidrográfica do Rio Xingu 31 de outubro de 2007
Atualização do lnventário Hidrelétrico da Bacia Hidrográfica do Rio Xingu 31 de outubro de 2007 Histórico 1975 Eletronorte contrata o CNEC e inicia os Estudos de Inventário da Bacia do Rio Xingu. Década
Características da UHE Belo Monte
Realização: Patrocínio: Características da UHE Belo Monte NORTE ENERGIA S.A. CASA DE FORÇA PRINCIPAL (Sítio Belo Monte) Potência: 11.000 MW (18 x 611,11 MW). Garantia física: 4.419 MW médios. 1ª Unidade
NORTE ENERGIA S.A. NESA UHE BELO MONTE. CIER TUCURUÍ / PA UHE Belo Monte
NORTE ENERGIA S.A. NESA UHE BELO MONTE CIER TUCURUÍ / PA UHE Belo Monte 22.11.2011 1 Breve Histórico Estudo de Inventário do rio Xingu: realizados na década de 1970 com relatório técnico emitido no final
ESTUDOS DE VIABILIDADE UHE SINOP
ESTUDOS DE VIABILIDADE UHE SINOP FEVEREIRO 2009 Localização da Bacia Rio Teles Pires Estudos de Inventário - Aproveitamentos Identificados UHE FOZ DO APIACÁS AMAZONAS 208 MATO GROSSO Juara Nova Monte Verde
Uso da Avaliação Ambiental Integrada para viabilização de empreendimentos hidrelétricos Bacia do rio Chapecó LASE 2016
Uso da Avaliação Ambiental Integrada para viabilização de empreendimentos hidrelétricos Bacia do rio Chapecó LASE 2016 São Paulo, 06 de setembro de 2016 Empresas envolvidas Histórico Metodologia Resultados
UHE Bem Querer EIA/Rima: reuniões públicas informativas início dos estudos
UHE Bem Querer EIA/Rima: reuniões públicas informativas início dos estudos 23 a 28 de julho de 2018 Proposta de agenda 18:00 Abertura Qual o objetivo da reunião pública? Quem é a EPE? Em que fase dos estudos
UHE CASTANHEIRA. Estudo de Impacto Ambiental - EIA. Juara, Setembro de 2015
UHE CASTANHEIRA Estudo de Impacto Ambiental - EIA Juara, Setembro de 2015 Identificação do Consórcio Consultor - Consultoria: Ambiental, Engenharia, Gestão de Projetos; - Atua no Brasil e Exterior; - ISO
GRANDES OBRAS NA AMAZÔNIA:
MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA SECRETARIA EXECUTIVA Assessoria Especial de Meio Ambiente GRANDES OBRAS NA AMAZÔNIA: Aprendizados e Diretrizes GT sobre Deslocamentos Compulsórios DESAFIOS NO DESLOCAMENTO
Apresentação do resultado dos Estudos de Inventário Hidrelétrico do rio Uruguai - trecho binacional entre Argentina e Brasil
Apresentação do resultado dos Estudos de Inventário Hidrelétrico do rio Uruguai - trecho binacional entre Argentina e Brasil Eletrobras Diretoria de Geração Superintendência de Geração Porto Mauá, 11 de
UHE Belo Monte. IBRACON - 53 Congresso Brasileiro de Concreto Florianópolis -SC 03/Nov./2011
UHE Belo Monte IBRACON - 53 Congresso Brasileiro de Concreto Florianópolis -SC 03/Nov./2011 LOCALIZAÇÃO Volta Grande do Xingu Pará Altamira Transamazônica Belo Monte Vitória do Xingu Brasil Novo Anapu
NORTE ENERGIA S.A. -NESA UHE BELO MONTE. Rio Xingu, Brasil
NORTE ENERGIA S.A. -NESA UHE BELO MONTE Rio Xingu, Brasil Dezembro 2010 Localização UHE BELO MONTE BREVE HISTÓRICO Estudo de Inventário do rio Xingu: realizados na década de 1970 com relatório técnico
AVALIAÇÃO AMBIENTAL INTEGRADA (AAI) Ricardo Cavalcanti Furtado Superintendente de Meio Ambiente
AVALIAÇÃO AMBIENTAL INTEGRADA (AAI) Ricardo Cavalcanti Furtado Superintendente de Meio Ambiente Manaus, junho/2006 Empresa de Pesquisa Energética Empresa pública, vinculada ao Ministério de Minas e Energia,
Conversando sobre o AHE Belo Monte
Conversando sobre o AHE Belo Monte Nesta cartilha procuramos esclarecer dúvidas sobre os Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental do Aproveitamento Hidrelétrico (AHE) Belo Monte, que estão
Procedimentos de licenciamento ambiental para implantação de Empreendimentos Hidrelétricos no Paraná
Procedimentos de licenciamento ambiental para implantação de Empreendimentos Hidrelétricos no Paraná Curitiba, Outubro de 2017 1 LEGISLAÇÃO APLICÁVEL Resolução Conjunta SEMA/IAP n 09 de 03 de novembro
Para o atendimento pleno à sociedade com SOLUÇÕES EM ENGENHARIA E MEIO AMBIENTE a Plonus está estruturada em nove EIXOS TEMÁTICOS.
NOSSA MISSÃO Desenvolver soluções de engenharia e meio ambiente que contribuam para que empreendimentos sejam socialmente inclusivos e ambientalmente equilibrados. Para o atendimento pleno à sociedade
Características do potencial hidroenergético COPPE-UFRJ
Características do potencial hidroenergético na Amazônia COPPE-UFRJ Julho 2008 Jerson Kelman Diretor-Geral da ANEEL PLANEJAMENTO DA EXPANSÃO SETORIAL Composição da Matriz de Energia Elétrica (Disponível
1979 Estudos de Inventário da Bacia Hidrográfica do Rio Xingu ELETRONORTE Estudos de Viabilidade - 1ª Etapa ELETRONORTE
HISTÓRICO 1979 Estudos de Inventário da Bacia Hidrográfica do Rio Xingu ELETRONORTE AHE Altamira, à montante da cidade de Altamira (antigo Babaquara) UHE Belo Monte com geração em Kararaô e barramento
Críticas ao Processo de Licenciamento da Usina Hidrelétrica de Belo Monte e a Violação de Direitos Humanos Ambientais. Prof.
Críticas ao Processo de Licenciamento da Usina Hidrelétrica de Belo Monte e a Violação de Direitos Humanos Ambientais Prof. Paulo Melo Sociólogo Especialista em Gestão Ambiental Mestre em Gestão e Auditoria
USINAS HIDRELÉTRICAS Estudos de Engenharia e Ambientais. Estudos de Viabilidade Técnico-Econômica e Ambiental - EVTE de UHE
USINAS HIDRELÉTRICAS Estudos de Engenharia e Ambientais Estudos de Viabilidade Técnico-Econômica e Ambiental - EVTE de UHE Maria Regina Toledo Capellão DEE/SEG Estudos Estudos para para Expansão Expansão
Componentes e pesquisadores envolvidos
Componentes e pesquisadores envolvidos Impactos sobre aves (avifauna) Dr. Luciano Naka Impactos nas comunidades indígenas e tradicionais - Dr. Philip Fearnside Qualidade da água: monitoramento de níveis
USINA HIDRELÉTRICA GAMELA
USINA HIDRELÉTRICA GAMELA NOVEMBRO / 2013 02 Sumário 1 O Empreendedor 2 Etapas Processuais 3 O Projeto 4 Usos Múltiplos da água (HICON) 5 Qualidade da água (ECOLOGY) 6 Conclusão 7 - Agradecimento 3 2.
TERMO DE REFERÊNCIA PARA AVALIAÇÃO AMBIENTAL INTEGRADA (AAI) DA BACIA DO RIO TIJUCO MINAS GERAIS
TERMO DE REFERÊNCIA PARA AVALIAÇÃO AMBIENTAL INTEGRADA (AAI) DA BACIA DO RIO TIJUCO MINAS GERAIS O presente Termo de Referência visa a orientar a elaboração de estudo para AVALIAÇÃO AMBIENTAL INTEGRADA
OTIMIZAÇÃO DA VIABILIDADE DO AHE BELO MONTE
OTIMIZAÇÃO DA VIABILIDADE DO AHE BELO MONTE Setembro de 2009 1- LOCALIZAÇÃO E CARACTERÍSTICAS DO EMPREENDIMENTO 2- CRITÉRIOS ADOTADOS PELA EPE NO ESTUDO DE OTIMIZAÇÃO 3- ESTUDOS HIDROLÓGICOS E HIDRÁULICOS
Indicadores de Belo Monte
Indicadores de Belo Monte Cronograma de execução do Plano de Proteção de Terras Indígenas (linha do tempo) Tema: Fev/2009 EIA-RIMA da UHE Belo Monte O Componente Indígena do EIA-RIMA aponta como um dos
O PACUERA E SEUS DESAFIOS. Luciano Cota Diretor de Meio Ambiente
O PACUERA E SEUS DESAFIOS Luciano Cota Diretor de Meio Ambiente USO DE RESERVATÓRIOS Na antiguidade Barragens construídas pelos egípcios na região do rio Nilo para se prevenirem de eventos hidrológicos
OPORTUNIDADES E DESAFIOS DO SETOR ELÉTRICO
OPORTUNIDADES E DESAFIOS DO SETOR ELÉTRICO 01 de Abril de 2011 Mesa Redonda sobre Energia no Brasil: Energia e o Novo Governo Rio de Janeiro Empresa de Pesquisa Energética Uma Empresa do Ministério de
Usina Termoelétrica (UTE) Nossa Senhora de Fátima
Ministério do Meio Ambiente Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis Diretoria de Licenciamento Ambiental DILIC Audiência Pública Para Discussão do Estudo de Impacto Ambiental
Companhia Hidrelétrica Teles Pires Usina Hidrelétrica Teles Pires. Energia Eficiente!
Companhia Hidrelétrica Teles Pires Usina Hidrelétrica Teles Pires Energia Eficiente! COMPOSIÇÃO ACIONÁRIA A UHE Teles Pires tem sua estruturação acionária formada pelas seguintes empresas do setor elétrico
XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA
XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO XI GRUPO DE ESTUDO DE IMPACTOS AMBIENTAIS - GIA METODOLOGIA PARA AVALIAÇÃO
VOLUME IV. Plano de Acompanhamento Geológico/Geotécnico e de Recursos Minerais Plano de Gestão de Recursos Hídricos
VOLUME IV Plano de Acompanhamento Geológico/Geotécnico e de Recursos Minerais Plano de Gestão de Recursos Hídricos Nota do IBAMA Esta fase do licenciamento ambiental Licença de Instalação se caracteriza
Usinas Hidrelétricas e Integração Regional. Usina Hidrelétrica Jirau
Usinas Hidrelétricas e Integração Regional Usina Hidrelétrica Jirau Santa Cruz de La Sierra 04/11/2016 Integração Energética Grande potencial de integração energética devido à abundância de recursos naturais
TE033 CENTRAIS ELÉTRICAS Capitulo II: Energia Hidráulica e Centrais Hidrelétricas Parte 2 de 2. Dr. Eng. Clodomiro Unsihuay Vila
TE033 CENTRAIS ELÉTRICAS Capitulo II: Energia Hidráulica e Centrais Hidrelétricas Parte 2 de 2 Dr. Eng. Clodomiro Unsihuay Vila Classificação da Geração Hidrelétrica Diagrama Esquemático das Usinas Hidrelétricas
A Hidrovia Tapajós-Teles Pires e a Intermodalidade
A Hidrovia Tapajós-Teles Pires e a Intermodalidade D.Sc. Ana Paula Fajardo Especialista em Regulação Agência Nacional de Transportes Aquaviários 5 o SEMINÁRIO INTERNACIONAL EM LOGÍSTICA AGROINDUSTRIAL
Componente Indígena do Licenciamento Ambiental Estudo de Caso - Rodovia Transamazônica
Componente Indígena do Licenciamento Ambiental Estudo de Caso - Rodovia Transamazônica Betina Maciel Versiani, MSc Eng. Pesquisadora do IVIG/COPPE/UFRJ Apresentação Licenciamento Ambiental Componente Indígena
AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL: Instrumento de Gestão. Ambiental
AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL: Instrumento de Gestão Ambiental O EIA/RIMA como forma de AIA (CONAMA Nº 01, 1986) Artigo 2 - Dependerá de elaboração de estudo do impacto ambiental (EIA) e respectivo relatório
CASA REGIONAL DE MEMÓRIA: UM COMPLEXO MUSEÓLOGICO NA TRANSXINGU
CASA REGIONAL DE MEMÓRIA: UM COMPLEXO MUSEÓLOGICO NA TRANSXINGU Denise Targino Villar Casa Regional de Memória -Fadesp [email protected] A Casa Regional de memória está localizada no município
VULNERABILIDADE AMBIENTAL DO SISTEMA ELÉTRICO BRASILEIRO
VULNERABILIDADE AMBIENTAL DO SISTEMA ELÉTRICO BRASILEIRO RAFAEL VOLQUIND Diretor Técnico 18 de junho de 2015 Porto Alegre RS Brasil Impactos Ambientais Relacionados à Geração e à Transmissão 2 Hídrica
Condicionantes do componente indígena do processo de licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica de Belo Monte 1
Condicionantes do componente indígena do processo de licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica de Belo Monte 1. 1 Parecer Técnico 21/CMAN/CGPIMA-FUNAI, 30 de setembro de 2009. http://www.ibama.gov.br/licenciamento/index.php
ESTUDO SOCIOAMBIENTAL DA TERRA INDÍGENA TRINCHEIRA BACAJÁ TITB EIA-RIMA DO PROJETO AHE BELO MONTE
ESTUDO SOCIOAMBIENTAL DA TERRA INDÍGENA TRINCHEIRA BACAJÁ TITB EIA-RIMA DO PROJETO AHE BELO MONTE Estudo Socioambiental da Terra Indígena Trincheira Bacajá - EIA-RIMA do Projeto AHE Belo Monte. ÍNDICE
Escola Politécnica da Universidade de São Paulo PHD2537 Água em Ambientes Urbanos
Escola Politécnica da Universidade de São Paulo PHD2537 Água em Ambientes Urbanos Bruno Boldrini de Carvalho Coelho N USP: 3729700 Fabia Akissue de Barros N USP: 3506246 Felipe de Freitas Bönecker N USP:
A SITUAÇÃO DA ENERGIA EÓLICA NO BRASIL
A SITUAÇÃO DA ENERGIA EÓLICA NO BRASIL As usinas movidas a vento devem se tornar a segunda fonte mais importante do país em 2019 [email protected] Histórico O Brasil é um país cuja produção
SUBMISSÃO DE PROJETOS - PDRSX
FORMULÁRIO PARA SUBMISSÃO DE PROJETOSEDITAL DE SELEÇÃO DE PROJETOS 2014 Altamira PA, 20/10/2014 SUBMISSÃO DE PROJETOS PDRSX 1. Dados do Proponente ANO: 2014 Razão Social Nome de Fantasia CEP Telefone Geral
Argentina. Brasil. Panambi. Garabi. Rio Uruguai
Argentina Panambi Rio Uruguai Brasil Garabi Estudos de aproveitamento hidrelétrico do rio Uruguai no trecho binacional entre Argentina e Brasil Diretoria de Geração da Eletrobras PROJETO GARABI-PANAMBI
O Setor Elétrico do Brasil
V SISEE Seminário Internacional do Setor de Energia Elétrica Integração com Energia Renovável O Setor Elétrico do Brasil Desafios para o Século XXI José Antonio Coimbra Secretário-Executivo Rio de Janeiro,
CONHECENDO O SISTEMA ELÉTRICO BRASILEIRO PARA PLANEJAR OS ESTUDOS E PROJETOS DE HIDRELÉTRICAS
CONHECENDO O SISTEMA ELÉTRICO BRASILEIRO PARA PLANEJAR OS ESTUDOS E PROJETOS DE HIDRELÉTRICAS TE033 - CENTRAIS ELÉTRICAS Andressa Ruviaro Almeida Prof. Dr. Clodomiro Unsihuay Vila INTRODUÇÃO Capitulo 2
A visão do Ministério Público sobre o EIA e o Licenciamento Ambiental
II Seminário Energia e Meio Ambiente Perspectivas Legais A visão do Ministério Público sobre o EIA e o Licenciamento Ambiental João Akira Omoto Procurador da República Manaus 14 de junho de 2006 A visão
INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO SOCIOAMBIENTAL: Estratégias para mensurar e analisar as dimensões relacionadas ao empreendimento
INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO SOCIOAMBIENTAL: Estratégias para mensurar e analisar as dimensões relacionadas ao empreendimento GESTÃO AMBIENTAL INTEGRADA GAI Estratégias do Ciclo de Planejamento: Políticas,
ÍNDICE DE SUSTENTABILIDADE SOCIOAMBIENTAL (ISSA) PARA TRECHO DE VAZÃO REDUZIDA
ÍNDICE DE SUSTENTABILIDADE SOCIOAMBIENTAL (ISSA) PARA TRECHO DE VAZÃO REDUZIDA ESTUDO DE CASO: VOLTA GRANDE DO RIO XINGU Cristiane VIEIRA/Viviane MAGALHÃES/Maria Betânia SOUZA/Gustavo OLIVEIRA XXXI - SEMINÁRIO
Companhia Hidrelétrica Teles Pires Usina Hidrelétrica Teles Pires. Energia Eficiente!
Companhia Hidrelétrica Teles Pires Usina Hidrelétrica Teles Pires Energia Eficiente! COMPOSIÇÃO ACIONÁRIA A UHE Teles Pires tem sua estruturação formada pelas maiores empresas do setor elétrico brasileiro
GUANHÃES ENERGIA PCH DORES DE GUANHÃES PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL FASE IMPLANTAÇÃO BMA_GEN_GDN_PCA_01
GUANHÃES ENERGIA PCH DORES DE GUANHÃES PLANO DE CONTROLE AMBIENTAL FASE IMPLANTAÇÃO BMA_GEN_GDN_PCA_01 BELO HORIZONTE NOVEMBRO 2013 PCH Dores de Guanhães Plano de Controle Ambiental - PCA 1 - APRESENTAÇÃO
AGOSTO 2017 RELATÓRIO AMBIENTAL PRÉVIO - RAP
Msc. Tiago Luis Haus Engenheiro Ambiental AGOSTO 2017 RELATÓRIO AMBIENTAL PRÉVIO - RAP Apresentação Pessoal Formação: Engenheiro Ambiental (UFPR) Mestre em Engenharia de Recursos Hídricos (UFPR) Experiência
14. Usinas Hidrelétricas
Fazem parte das usinas hidrelétricas as estruturas extravasoras, incluindo o canal de fuga e as unidades geradoras, compostas pela casa de máquinas, onde está localizado o conjunto gerador, do qual, por
Sessão 5 Arqueologia no âmbito do Licenciamento Ambiental. Robson Hitoshi Tanaka CPFL Energia Diretoria de Sustentabilidade
Sessão 5 Arqueologia no âmbito do Licenciamento Ambiental Robson Hitoshi Tanaka CPFL Energia Diretoria de Sustentabilidade Atuação em geração, transmissão, distribuição, comercialização de energia, serviços
As visões dos Stakeholders sobre o Rio Doce: Situação Atual e Perspectivas
As visões dos Stakeholders sobre o Rio Doce: Situação Atual e Perspectivas Germano Luiz Gomes Vieira Secretário de Estado Adjunto Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável - SEMAD Rio de
