Indicadores de Belo Monte
|
|
|
- Samuel Diegues
- 6 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Indicadores de Belo Monte
2 Cronograma de execução do Plano de Proteção de Terras Indígenas (linha do tempo) Tema: Fev/2009 EIA-RIMA da UHE Belo Monte O Componente Indígena do EIA-RIMA aponta como um dos principais vetores de impactos da UHE Belo Monte a atração de um grande contingente populacional à região, com o subsequente aumento da pressão sobre os recursos naturais, resultando em invasões das terras indígenas. Set/2009 Parecer 21 - Funai O Parecer 21 da Funai reforça a análise apresentada no EIA-RIMA a respeito do aumento da pressão sobre recursos naturais, estabelecendo a seguinte condicionante, de responsabilidade do empreendedor: Elaborar e iniciar a execução de Plano de Fiscalização e Vigilância Emergencial para todas as terras indígenas, em conjunto com a Funai, comunidades indígenas e outros órgãos, contemplando inclusive áreas de maior incidência de garimpo no leito do Rio Xingu (no trecho da Vazão Reduzida) logo após assinatura do contrato de concessão do AHE. Fev/2010 Emissão da Licença Prévia A condicionante 2.28 da Licença Prévia, dada pelo Ibama, remete às condições elencadas no Parecer 21 da Funai. Mar/2011 PEPTI O Plano Emergencial de Proteção às Terras Indígenas do Médio Xingu sob Influência da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, Pará (PEPTI), elaborado pela Funai, detalha as ações a serem desenvolvidas para estruturação um sistema de proteção das terras indígenas em questão, envolvendo uma infraestrutura com 21 Unidades de Proteção Territorial e ações de controle (fiscalização e extrusão), informação (banco de dados, monitoramento espacial) e prevenção (vigilância, capacitação). Mai/2011 Oficio Funai O Ofício 126 destaca como uma das condicionantes específicas da Licença de Instalação a implementação do Plano de Proteção das TIs, num prazo de 40 dias a partir da licença, destacando ainda como prioritária a implementação do Plano de Proteção nas TIs da Volta Grande. Jun/2011 Emissão da Licença de Instalação As condicionantes estabelecidas pelo Ofício 126 aparecem no item 2.20 da Licença de Instalação. Abr/2013 Ação do Ministério Público Federal MPF move Ação Civil Pública requerendo a suspensão compulsória da anuência da Funai à Licença de Instalação da UHE Belo Monte baseada no descumprimento das condicionantes relativas à proteção territorial.
3 Abr/2014 Decisão Judicial Justiça Federal de 1ª Instância (31/03/2014) defere em parte a medida liminar da Ação Civil Pública movida pelo MPF, determinando que a Funai apresente em juízo, no prazo de vinte dias, novo cronograma para o cumprimento das ações de proteção e a executasse imediatamente a aviventamento das picadas de 11 TIs, readequação das UPTs construídas no padrão exigido pela Funai, construção das outras UPTs, e a contratação e capacitação de pessoal para atuar nas UPTs. Estabelece à Funai e à multa no caso de descumprimento da sua decisão. Dez/2014 Proposta Norte Energia: Centro de Monitoramento Remoto A apresenta proposta de substituição das ações elencadas no PEPTI pela instalação de um Centro de Monitoramento Remoto para acompanhamento, por imagens de satélite, da situação das Terras Indígenas em questão. (CE 0354/2014-DS). Fev/2015 solicita a Licença de Operação Em 11 de fevereiro de 2015 a solicita ao Ibama a Licença de Operação (LO). Mar/2015 Parecer Funai sobre a proposta da para a revisão do PEPTI A Funai considera viável revisar o PEPTI, porém mantendo a sua estrutura, e para isso considera fundamental, além da implementação do CMR, manter uma linha de ações em campo, como por exemplo a contratação e capacitação de equipes técnicas para atuar nas UPTs. (Parecer Técnico nº14/2015/cgmt-dpt-funai- MJ). Mai/2015 Negativa da NE quanto à contratação de recursos humanos A diz que seu Conselho Administrativo não aprova a contratação de recursos humanos para atuação nas ações de Proteção Territorial, alegando ocorrência de conflitos, questionamentos como a garantia de segurança para as equipes de profissionais, o parecer de nossos advogados apontando para inconstitucionalidade e ilegalidade da exigência [...] (CE0148/2015 DS). Jun/2015 Resposta Funai à negativa da Dada a negativa da, a Funai considera inviável a revisão do PEPTI uma vez que a estratégia de proteção elaborada pressupõe a associação entre o monitoramento remoto e operacionalização de atividades in loco. (Of 526/2015/DPT-FUNAI-MJ) A Funai esclarece ainda que os diálogos empreendidos não interromperam o prazo estabelecido pelo cronograma de execução constante da ACP nº , em atraso (Of 578/2015/DPT-FUNAI-MJ).
4 Ago/2015 Proposta de revisão do PEPTI Representantes da Funai e apresentam em Reunião Extraordinária do Comitê Gestor Indígena para acompanhamento aos programas do PBA-CI (CGI), proposta de revisão do Plano de Proteção Territorial. Set/2015 Funai emite Informação Técnica 233 em resposta à solicitação da LO Com relação à condicionante relativa à implementação do Plano de Proteção das Terras Indígenas, a Funai considera: Conclusão: Condicionante não cumprida. Deve-se aplicar sanções ao empreendedor, ao passo que a não resolução desta condicionante não permite uma manifestação conclusiva acerca da emissão da LO. Além disso, considerados os impactos já consolidados pela não execução da ação, é necessário que seja incorporado, no PBA, um programa de vigilância e monitoramento. (Funai/IT233/2015 pág. 54.) Proteção Territorial Indígena Subtema: Implementação e Prazos Indicador: Plano de Proteção às Terras Indígenas (PPTI) Cobertura: Terra Indígena Paquiçamba, Terra Indígena Arara da Volta Grande do Xingu, Terra Indígena Trincheira Bacajá, Terra Indígena Cachoeira Seca, Terra Indígena Arara, Terra Indígena Apyterewa, Terra Indígena Koatinemo, Terra Indígena Kararaô, Terra Indígena Arawete Igarapé Ipixuna, Terra Indígena Xipaya, Terra Indígena Kuruaya, AI Juruna do km 17 e Área de Restrição de Uso Ituna-Itata Fontes: "Plano Emergencial de Proteção às Terras Indígenas do Médio Xingu sob Influência da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, Pará 2011 (FUNAI), Ação Civil Pública nº de 2013 (Ministério Público Federal), CE 0148/2015 DS (), CE 0354/2014-DS (), Ofício 526/2015/DPT-FUNAI-MJ, Ofício nº578/2015/dpt-funai-mj (FUNAI), Parecer nº 21/2009 (FUNAI), Informação 233 /2015/CGLIC/DPDS/FUNAI-MJ, Ofício 126/2011/Funai e Parecer Técnico nº14/2015/cgmt-dpt-funai-mj (FUNAI) Palavras-chave: TI Xipaya, TI Trincheira Bacajá, TI Paquiçamba, TI Kuruaya, TI Koatinemo, TI Kararaô, TI Cachoeira Seca do Iriri, TI Araweté Igarapé Ipixuna, TI Arara da Volta Grande, TI Arara, TI Apyterewa, articulação institucional e questões indígenas Descrição: Estabelece uma linha de tempo com as determinações e ações mais relevantes para a execução do Plano de Proteção Territorial Como coletar: Dados foram coletados a partir da leitura de documentos e de entrevistas com diversos atores e representantes de instituições, citados como fontes de informação Justificativa:
5 A implementação de um plano de proteção territorial que responda às crecentes pressões do entorno nas Terras Indígenas é uma ação prioritária dentro do sistema de mitigação e compensação de impactos da UHE Belo Monte. Os diferentes documentos do licenciamento se referem aos prazos de implementação. É importante acompanhar o cronograma de implementação do Plano de Proteção das Terras Indígenas para conhecer a relação entre as pressões e as medidas de mitigação de impactos às TIs
Condicionantes do componente indígena do processo de licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica de Belo Monte 1
Condicionantes do componente indígena do processo de licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica de Belo Monte 1. 1 Parecer Técnico 21/CMAN/CGPIMA-FUNAI, 30 de setembro de 2009. http://www.ibama.gov.br/licenciamento/index.php
NORTE ENERGIA S.A. NESA UHE BELO MONTE. CIER TUCURUÍ / PA UHE Belo Monte
NORTE ENERGIA S.A. NESA UHE BELO MONTE CIER TUCURUÍ / PA UHE Belo Monte 22.11.2011 1 Breve Histórico Estudo de Inventário do rio Xingu: realizados na década de 1970 com relatório técnico emitido no final
09 agosto 2016 CRONOGRAMA DE ACOMPANHAMENTO DAS OBRAS INDÍGENAS
09 agosto 2016 CRONOGRAMA DE ACOMPANHAMENTO DAS OBRAS INDÍGENAS RESUMO DAS OBRAS INDÍGENAS CRÍTICAS PARA L.O. RELAÇÃO DE OBRAS INDÍGENAS Construção de Casa de Farinha Construção/Reforma de Sistema de
Componente Indígena do Licenciamento Ambiental Estudo de Caso - Rodovia Transamazônica
Componente Indígena do Licenciamento Ambiental Estudo de Caso - Rodovia Transamazônica Betina Maciel Versiani, MSc Eng. Pesquisadora do IVIG/COPPE/UFRJ Apresentação Licenciamento Ambiental Componente Indígena
Indicadores de Belo Monte
Indicadores de Belo Monte Processo de planejamento de gestão ambiental e territorial, por TI Situação em outubro de 2015 O Programa de Gestão Territorial Indígena do PBA-CI contempla uma série de ações
Críticas ao Processo de Licenciamento da Usina Hidrelétrica de Belo Monte e a Violação de Direitos Humanos Ambientais. Prof.
Críticas ao Processo de Licenciamento da Usina Hidrelétrica de Belo Monte e a Violação de Direitos Humanos Ambientais Prof. Paulo Melo Sociólogo Especialista em Gestão Ambiental Mestre em Gestão e Auditoria
Condicionantes do componente indígena do processo de licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica de Belo Monte1.
Condicionantes do componente indígena do processo de licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica de Belo Monte1. Condicionante Responsável Condicionantes de viabilidade do empreendimento sem prazo explicito
Principais temas em conflito UHE Belo Monte. Marcia Camargo Eletrobras
Principais temas em conflito UHE Belo Monte Marcia Camargo Eletrobras Set/2012 Localizada no rio Xingu, Estado do Pará; Capacidade total instalada de 11.233,1 MW; Previsão de entrada em operação de sua
Rastreabilidade da Matriz de Indicadores Regularização Fundiária Indígena
Rastreabilidade da Matriz de Indicadores Regularização Fundiária Indígena Rastreabilidade da Matriz de Indicadores - REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA INDÍGENA - IMPACTOS DA "Atração de um contingente populacional
Indicadores de Belo Monte
Indicadores de Belo Monte Comitê Gestor Indígena do PBA-CI 2 de 46 Reuniões Realizadas (ordinárias e extraordinárias) Tema: Comitê Gestor Indígena do PBA-CI Subtema: Implementação e Prazos Indicador: Implementação
SUMÁRIO 8.1 PROJETO DE PLANEJAMENTO TERRITORIAL E APOIO À GESTÃO SOCIOAMBIENTAL COMPARTILHADA
SUMÁRIO 8.1 PROJETO DE PLANEJAMENTO TERRITORIAL E APOIO À GESTÃO SOCIOAMBIENTAL COMPARTILHADA 8. PROGRAMA DE GESTÃO TERRITORIAL INDÍGENA... 1 8.1. PROJETO DE PLANEJAMENTO TERRITORIAL E APOIO À GESTÃO SOCIOAMBIENTAL
MAPA DOS CAMINHOS PROTEÇÃO TERRITORIAL INDÍGENA
MAPA DOS CAMINHOS PROTEÇÃO TERRITORIAL INDÍGENA Julho 2015 Uma análise do cumprimento de condicionantes da UHE Belo Monte relacionadas à proteção territorial indígena e sua efetividade para o território
4.6. ATENDIMENTO ÀS METAS DO PLANO/PROGRAMA/PROJETO
4.6. ATENDIMENTO ÀS METAS DO PLANO/PROGRAMA/PROJETO A planilha de atendimento às metas do projeto é apresentada na sequência. Metas Proporcionar os elementos necessários para que seja definido o processo
Licenciamento Ambiental de Grandes Empreendimentos, Povos Indígenas, Comunidades Tradicionais e Quilombolas
Licenciamento Ambiental de Grandes Empreendimentos, Povos Indígenas, Comunidades Tradicionais e Quilombolas DIRETRIZES PARA POLI TICAS PU BLICAS E PRA TICAS EMPRESARIAIS PARA INSTALAC A O E OPERAC A O
ASSOCIAÇÃO TATO A PARAKANÃ CONSELHO DO POVO PARAKANÃ
ASSOCIAÇÃO TATO A PARAKANÃ CONSELHO DO POVO PARAKANÃ TERMO DE REFERÊNCIA FORTALECIMENTO DA CADEIA PRODUTIVA DO ARTESANATO DO PLANO DO POVO PARAKANÃ DE GESTÃO TERRITORIAL E AMBIENTAL DA TERRA INDÍGENA APYTEREWA
Legislação Ambiental Aplicada a Parques Eólicos. Geógrafa - Mariana Torres C. de Mello
Legislação Ambiental Aplicada a Parques Eólicos Geógrafa - Mariana Torres C. de Mello [email protected] CAPÍTULO 4 e Estudo de Impacto Ambiental Mariana Torres C. de Mello - [email protected] : O
Usina Termoelétrica (UTE) Nossa Senhora de Fátima
Ministério do Meio Ambiente Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis Diretoria de Licenciamento Ambiental DILIC Audiência Pública Para Discussão do Estudo de Impacto Ambiental
RELATÓRIO DIÁRIO DA COMUNICAÇÃO VIA RÁDIO PCI e PCNI
(VERSÃO ORIGINAL COM EXCLUSÃO DE NOMES E IMAGENS DE PESSOAS) ANEXO RELATÓRIO DIÁRIO DA COMUNICAÇÃO VIA RÁDIO PCI e PCNI Prezados, bom dia, Segue comunicação mantida via Sistema de Rádio do Programa de
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Fundação Nacional do Índio Diretoria de Promoção ao Desenvolvimento Sustentável Coordenação-Geral de Licenciamento Ambiental
Informação nº223 /2015/CGLIC/DPDS/FUNAI-MJ Brasília, 23 de setembro de 2015 Empreendimento Empreendedor Aproveitamento Hidrelétrico de Belo Monte AHE Belo Monte Potência Instalada: 11.181 MW Norte Energia
Povos indígenas e licenciamento ambiental: o componente indígena da Usina Hidrelétrica de Belo Monte 1
Povos indígenas e licenciamento ambiental: o componente indígena da Usina Hidrelétrica de Belo Monte 1 Estella Libardi de Souza 2 (UFPA) Resumo: A Usina Hidrelétrica de Belo Monte tem sido causa de conflitos
De prejudicados a beneficiários : os povos indígenas e as condicionantes da usina hidrelétrica Belo Monte
1 De prejudicados a beneficiários : os povos indígenas e as condicionantes da usina hidrelétrica Belo Monte Estella Libardi de Souza Universidade Federal do Pará A recém-inaugurada Usina Hidrelétrica (UHE)
Sumário. Programa de Comunicação Indígena UHE Belo Monte
1 Programa de Comunicação Indígena UHE Belo Monte Sumário Apresentação 5 O que é licenciamento ambiental? 6 Quais empreendimentos precisam de licença ambiental? 7 Quem é responsável pelo licenciamento
Programa de Comunicação Indígena UHE Belo Monte
1 Programa de Comunicação Indígena UHE Belo Monte Concepção metodológica e textos: Carmen Figueiredo Ilustração: Orlando Pedroso Revisão: Ana Amélia Viana Design gráfico: Anticorp Design 1ª edição 2011
ATENDIMENTO AO DOCUMENTO DE CONSIDERAÇÕES, QUESTIONAMENTOS E RECOMENDAÇÕES AO AHE BELO MONTE APRESENTADO PELOS MOVIMENTOS SOCIAIS DO RIO XINGU SUMÁRIO
ATENDIMENTO AO DOCUMENTO DE CONSIDERAÇÕES, QUESTIONAMENTOS E RECOMENDAÇÕES AO AHE BELO MONTE APRESENTADO PELOS MOVIMENTOS SOCIAIS DO RIO XINGU SUMÁRIO 1. Quais os impactos sobre a população de cada um
VOLUME IV. Plano de Acompanhamento Geológico/Geotécnico e de Recursos Minerais Plano de Gestão de Recursos Hídricos
VOLUME IV Plano de Acompanhamento Geológico/Geotécnico e de Recursos Minerais Plano de Gestão de Recursos Hídricos Nota do IBAMA Esta fase do licenciamento ambiental Licença de Instalação se caracteriza
DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES
Página 1 de 28 Atualização: da poupança jun/81 1 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00 26.708,00-0,000% - 26.708,00 26.708,00 26.708,00 jul/81 2 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00
As visões dos Stakeholders sobre o Rio Doce: Situação Atual e Perspectivas
As visões dos Stakeholders sobre o Rio Doce: Situação Atual e Perspectivas Germano Luiz Gomes Vieira Secretário de Estado Adjunto Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável - SEMAD Rio de
Usinas Hidrelétricas e Integração Regional. Usina Hidrelétrica Jirau
Usinas Hidrelétricas e Integração Regional Usina Hidrelétrica Jirau Santa Cruz de La Sierra 04/11/2016 Integração Energética Grande potencial de integração energética devido à abundância de recursos naturais
Povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais
Povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais Instalação e operação de grandes empreendimentos na Amazônia Isabelle Vidal Giannini Cássio Ingles de Sousa Papel da consultoria Apoio na construção
PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10
AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl
PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10
AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl Acum 14 set/11 15
PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU SEÇÃO JUDICIÁRIA DO ESTADO DO PARÁ SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE ALTAMIRA VARA ÚNICA
Autos n.º: 421-04.2010.4.01.3903. Classe: 7100 (Ação Civil Pública). Referência: Pedido de medida liminar. Requisitos. Presença. Possibilidade. Requerente: OSCIP AMIGOS DA TERRA AMAZÔNIA BRASILEIRA E ASSOCIAÇÃO
INSTITUTO SOCIOAMBIENTAL PROGRAMA XINGU
INSTITUTO SOCIOAMBIENTAL PROGRAMA XINGU Altamira, 13 de fevereiro de 2014. NOTA TÉCNICA ESTADO DE CUMPRIMENTO DAS CONDICIONANTES REFERENTES À PROTEÇÃO DAS TERRAS INDÍGENAS IMPACTADAS PELA USINA BELO MONTE
UHE CASTANHEIRA. Estudo de Impacto Ambiental - EIA. Juara, Setembro de 2015
UHE CASTANHEIRA Estudo de Impacto Ambiental - EIA Juara, Setembro de 2015 Identificação do Consórcio Consultor - Consultoria: Ambiental, Engenharia, Gestão de Projetos; - Atua no Brasil e Exterior; - ISO
LICENCIAMENTO AMBIENTAL - TENDÊNCIAS - Perspectivas para os Seguros Ambientais
LICENCIAMENTO AMBIENTAL - TENDÊNCIAS - Perspectivas para os Seguros Ambientais ROTEIRO 1. Problemática sobre o Licenciamento 2. Tendências sobre o licenciamento 3. Seguros ambientais: legislação 4. Conclusões
PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO LOCAL DE SAÚDE
PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO LOCAL DE SAÚDE Onde desejamos estar no futuro? lá objetivos claros e metas específicas Onde estamos neste momento? aqui avaliar a situação de saúde, recursos disponíveis (instalações,
NORTE ENERGIA S.A. -NESA UHE BELO MONTE. Rio Xingu, Brasil
NORTE ENERGIA S.A. -NESA UHE BELO MONTE Rio Xingu, Brasil Dezembro 2010 Localização UHE BELO MONTE BREVE HISTÓRICO Estudo de Inventário do rio Xingu: realizados na década de 1970 com relatório técnico
O PROJETO BELO MONTE III SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE INTEGRACIÓN ENERGÉTICA PERU BRASIL
III SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE INTEGRACIÓN ENERGÉTICA PERU BRASIL EL SISTEMA ELÉCTRICO BRASILEÑO Y LAS CUESTIONES SOCIO AMBIENTALES O PROJETO BELO MONTE Energia para os novos tempos Lima, 18 de Novembro
