Povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais
|
|
|
- Lúcia Lencastre Domingues
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais Instalação e operação de grandes empreendimentos na Amazônia Isabelle Vidal Giannini Cássio Ingles de Sousa
2 Papel da consultoria Apoio na construção das Diretrizes focado na abordagem da temática de povos indígenas, comunidades tradicionais e quilombolas Prestar orientação geral para a GVCes e IFC / Banco Mundial sobre a temática Elaborar e atualizar documento-base com informações e análise geral da temática Sugerir procedimentos para construir e detalhar diretrizes relacionadas à temática: Indicar instituições e especialistas relevantes Orientar sobre a metodologia para o detalhamento das diretrizes, enfatizando o caráter participativo
3 Atividades realizadas Definição de diretrizes e metodologia - Reuniões de trabalho internas e com a equipe da GVCes e IFC Levantamento de informações e dados secundários sobre a temática e sistematização de conhecimento Realização de 16 entrevistas com atores-chave (instituições e especialistas) Realização da 1º. Reunião do GT (Brasília, 04/04) Consolidação documento-base incorporando as contribuições do GT Consultoria especializada sobre o tema Consulta Prévia e Licenciamento Ambiental
4 Relevância da elaboração de diretrizes Visibilidade de povos indígenas, comunidades tradicionais e quilombolas nos processos de planejamento e instalação de novos empreendimentos Reforço das normativas e diretrizes existentes e que não estão sendo devidamente consideradas Fortalecimento de redes de discussão (povos, comunidades, ONGs, banco, empresas)no processo de construção das diretrizes Estabelecimento de contato mais efetivo entre representantes de povos e comunidades com o IFC / Banco Mundial
5 Resultados: conteúdo documento-base Apresentação de povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais: Especificidades: semelhanças e diferenças Territorialidade tradicional e garantia territorial Legislação, normativas, políticas públicas e melhores práticas Diagnóstico da relação com grandes empreendimentos: Relação histórica Questões críticas Oportunidades e desafios atuais Identificação da relevância dos seguintes temas: Consulta Prévia e assuntos correlatos Aprimoramento do Processo de Licenciamento Ambiental Participação e Governança compartilhada
6 Questão relevante Povos indígenas, comunidades tradicionais e quilombolas não são grupos essencialmente vulneráveis, pois possuem sua história, identidade, cultura, conhecimento milenar e autonomia PORÉM, a forma como os grandes empreendimentos têm sido implementados na Amazônia implicam numa série de vulnerabilidades: Vulnerabilidades territoriais Vulnerabilidades ambientais Vulnerabilidades sociais
7 Diagnóstico atual e equacionamento da questão Histórico: Relações desiguais, expropriação territorial e degradação de recursos naturais e condições de vida Quilombolas e Comunidades tradicionais e as frentes de exploração econômica Principais focos de pressões e ameaças: Instalação de grandes obras de infra-estrutura logística e energética (rodovias, ferrovias, hidrovias, gasodutos, usinas hidrelétricas e linhas de transmissão) e seus impactos socioambientais sobre as comunidades Intensificação nos últimos anos: PAC Frentes de colonização e agropecuária e a transformação do uso do território Apropriação direta de recursos naturais dos territórios: mineração, extração de madeira, pesca, turismo, bioprospecção etc
8 Diagnóstico atual e equacionamento da questão Principais focos de pressões e ameaças: Sobreposição territorial (TIs, territórios quilombolas X UCs entre outros) Ameaças sobre direitos conquistados (PEC 215, PEC 71, PLP 227, PLS 1610, ADI 3239 entre muitos outros)
9 Diagnóstico atual e equacionamento da questão Desafios Falta da presença do Estado nas regiões e a precariedade dos serviços públicos e responsabilidade projetada para os empreendimentos Limitações das instituições relacionadas ao licenciamento indígena: FUNAI, FCP e IBAMA Restrição da participação de indígenas, quilombolas e tradicionais nos processos de planejamento e decisão Custos das externalidades : invasões, paralisações, processos judiciais, riscos operacionais, prejuízos financeiros, danos à imagem das empresas
10 Diagnóstico atual e equacionamento da questão Oportunidades Emergência de direitos e políticas públicas diferenciadas para povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais desde a CF 1988 Valorização da temática da sustentabilidade, aliando conservação do meio ambiente e respeito às populações Aprimoramento da legislação e da abordagem ambiental e de responsabilidade social corporativa do setor privado Fortalecimento político e de representatividade de povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais Ampliação dos canais de participação e maior qualificação para o debate
11 Pontos relevantes para a elaboração das Diretrizes Limitações e assimetrias do modelo de desenvolvimento e grandes empreendimentos: Repartição de benefícios extremamente desigual: Quem fica com o ônus e quem fica com o bônus dos grandes empreendimentos? Desigualdades regionais, sociais, econômicas Corrupção e ineficiência governamental na implementação da ações Impactos socioambientais são críticos sobre povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais Licenciamento ambiental Atuação no âmbito da política de diminuição dos danos (mitigação e compensação) quando da chegada de um grande empreendimento, mas não propriamente na prevenção à violação de direitos
12 Pontos relevantes para a elaboração das Diretrizes Não há participação de indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais nos processos de planejamento e decisão sobre modelo de desenvolvimento e grandes empreendimentos Povos e populações tradicionais são vistos como entraves e não como parte legítima do processo Órgãos governamentais relacionados (FUNAI, FCP) também não participam do processo Modelo atual de decisão é uma caixa preta / planejamento fechado A questão da consulta prévia e consentimento livre, prévio e informado Falta de respeito aos direitos e aplicação das orientações e melhores práticas JÁ EXISTENTES relacionadas a povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais
13 Pontos relevantes para a elaboração das Diretrizes Necessidade de aprimoramento dos processos de comunicação com povos indígenas, comunidades tradicionais e quilombola Mecanismos de comunicação são falhos, geralmente inadequados e nem sempre garantem a compreensão da informação Povos indígenas, comunidades tradicionais e quilombolas têm dificuldade em entender as informações sobre os empreendimentos e relatórios de avaliação de impactos, elaborados em linguagem técnica e de difícil compreensão Audiências públicas demonstraram não ser o espaço adequado para que povos indígenas, comunidades tradicionais e quilombolas possam entender e intervir nas discussões dos empreendimentos O tempo destinado para assimilação das informações e intervenção é insuficiente, não respeita as diferenças culturais e a necessidade de discussões mais amplas entre as comunidades afetadas
14 Proposições do 1º. GT Fortalecer e articulação o protagonismo dos representantes de povos e comunidades tradicionais nos outros GTs da Iniciativa Aprofundamento dos temas estratégicos: Consulta prévia Licenciamento ambiental Apresentação da Iniciativa pela coordenadora da Iniciativa Gvces/IFC na prévia COIAB/Amazônia/Acampamento Terra Livre Fortalecer e ampliar os atores chaves a serem envolvidos no processo
15 Próximos passos Entrega dos documentos base sobre Consulta Prévia e Processo de Licenciamento Ambiental Compartilhamento e intercâmbio de documentos com outros GTs da Iniciativa e vice versa Definir participantes do GT Povos Indígenas, Comunidades Tradicionais e Quilombolas no Fórum (26 e 27/07) Subsídios para o Seminário Específico (29 a 31/08) Objetivo: Definir quais são as diretrizes que devem ser incorporadas no Documento Geral das Diretrizes Passos Necessários Definir formato e conteúdo Fortalecer a representação dos representantes dos povos indígenas, tradicionais e quilombolas.
Povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais
Povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais Instalação e operação de grandes empreendimentos na Amazônia Isabelle Vidal Giannini Cássio Ingles de Sousa Atividades realizadas Definição de diretrizes
Isabelle Vidal Giannini Cássio Ingles de Sousa São Paulo e Brasília, outubro de 2016
DIRETRIZES PARA POLÍTICAS PÚBLICAS E PRÁTICAS EMPRESARIAIS PARA INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO DE GRANDES EMPREENDIMENTOS NA AMAZÔNIA DOCUMENTO FINAL do Grupo de Trabalho sobre Direitos Humanos, com foco em Povos
EDITAL DE CONTRATAÇÃO E TERMO DE REFERÊNCIA
EDITAL DE CONTRATAÇÃO E TERMO DE REFERÊNCIA O Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB) torna público o termo de referência para a contratação de consultor especializado para produzir informações
Oficina. Grandes Obras na Amazônia. Tema 5: Ordenamento Territorial e Biodiversidade *Síntese* Ane Alencar Paulo Moutinho e Raissa Guerra
Oficina Grandes Obras na Amazônia Tema 5: Ordenamento Territorial e Biodiversidade *Síntese* Ane Alencar Paulo Moutinho e Raissa Guerra Rumo da discussão FORMULAÇÃO DE DIRETRIZES PARA POLÍTICAS PÚBLICAS
Mosaico Mantiqueira. Clarismundo Benfica. São Paulo, Maio de 2009
Mosaico Mantiqueira Integração de Ações Regionais Foto: Clarismundo Benfica Clarismundo Benfica São Paulo, Maio de 2009 Mosaicos de UCs rede formal de UCs trabalhando para melhorar as capacidades individuais
Licenciamento Ambiental de Grandes Empreendimentos, Povos Indígenas, Comunidades Tradicionais e Quilombolas
Licenciamento Ambiental de Grandes Empreendimentos, Povos Indígenas, Comunidades Tradicionais e Quilombolas DIRETRIZES PARA POLI TICAS PU BLICAS E PRA TICAS EMPRESARIAIS PARA INSTALAC A O E OPERAC A O
PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Nota Técnica CGPEG/DILI/IBAMA nº 01/2010. Diretrizes para a elaboração, execução e divulgação dos programas de educação ambiental desenvolvidos regionalmente, nos processos
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA - CONSULTOR POR PRODUTO -
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA - CONSULTOR POR PRODUTO - 1. Número e Título do Projeto: BRA 09/004 - Aprimoramento
TERMO DE REFERÊNCIA CONSULTORIA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO DE TRABALHO DA INICIATIVA DIÁLOGO EMPRESAS E POVOS INDIGENAS
TERMO DE REFERÊNCIA CONSULTORIA PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO DE TRABALHO DA INICIATIVA DIÁLOGO EMPRESAS E POVOS INDIGENAS (JULHO à DEZEMBRO DE 2017) I. Histórico e Contexto Em 2012, associações indígenas
PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA NACIONAL DE ARTICULAÇÃO SOCIAL
PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA NACIONAL DE ARTICULAÇÃO SOCIAL TERMO DE ADESÃO AO COMPROMISSO NACIONAL PELA PARTICIPAÇÃO SOCIAL O Município (NOME), representado
A visão do Ministério Público sobre o EIA e o Licenciamento Ambiental
II Seminário Energia e Meio Ambiente Perspectivas Legais A visão do Ministério Público sobre o EIA e o Licenciamento Ambiental João Akira Omoto Procurador da República Manaus 14 de junho de 2006 A visão
PORTARIA INTERMINISTERIAL MDA e MDS e MMA Nº 239 DE 21 DE JULHO DE 2009
PORTARIA INTERMINISTERIAL MDA e MDS e MMA Nº 239 DE 21 DE JULHO DE 2009 Estabelece orientações para a implementação do Plano Nacional de Promoção das Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade, e dá outras
O Baobá. é a árvore da vida, e tem em si a mais profunda mensagem de sustentabilidade e prosperidade.
O Baobá é a árvore da vida, e tem em si a mais profunda mensagem de sustentabilidade e prosperidade. Especializada em gestão e sociedade, com foco em sustentabilidade para os setores público e privado.
APLs como Estratégia de Desenvolvimento
APLs como Estratégia de Desenvolvimento Os Núcleos Estaduais de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais: Estrutura, Parceiros e Compromissos com o Desenvolvimento Fabiany Made e Vellasco Coordenação Geral
EIXO I O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E O SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO ORGANIZAÇÃO E REGULAÇÃO. x1 1 x x x. x1 x x x
EIXO I O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E O SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO ORGANIZAÇÃO E REGULAÇÃO 77. Tendo em vista a construção do PNE e do SNE como política de Estado, são apresentadas, a seguir, proposições
Índice de Sustentabilidade Empresarial - ISE
Índice de Sustentabilidade Empresarial - ISE Julho 2017 INFORMAÇÃO PÚBLICA 1 É um índice que mede o retorno médio de uma carteira teórica de ações de empresas de capital aberto e listadas na B3 com as
Ministério da Integração Nacional Secretaria de Desenvolvimento Regional. Plano Brasil Fronteira Sugestão de estrutura, visão, foco e prioridades
Ministério da Integração Nacional Secretaria de Desenvolvimento Regional Plano Brasil Fronteira Sugestão de estrutura, visão, foco e prioridades Marcelo Giavoni Brasília, 04 de julho de 2012 Referências
NOTA TÉCNICA/GRETNIGEP- ` )t 12015
Correios NOTA TÉCNICA/GRETNIGEP- ` )t 12015 DESTINO: Vice-Presidência de Gestão de Pessoas ASSUNTO: Programa Diversidade, Inclusão e Direitos Humanos Subtítulo 1 Diversidade, Inclusão e Direitos Humanos
PLANO DE GESTÃO DO TERRITÓRIO DO POVO PAITER SURUÍ
PLANO DE GESTÃO DO TERRITÓRIO DO POVO PAITER SURUÍ 1 er. Encuentro REDD+ Indigena Amazonico Rio Branco, Acre (Brasil) 20 de mayo 2014 Almir Narayamoga Surui Lider Maior do Povo Paiter Surui PAITER SURUÍ
Política Territorial da Pesca e Aquicultura
Política Territorial da Pesca e Aquicultura Esplanada dos Ministérios, bloco D, CEP 70.043-900 - Brasília/DF Telefone: (61) 3218-3865 Fax (61)3218-3827 www.mpa.gov.br [email protected] APRESENTAÇÃO
1ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE AMBIENTAL
1ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE AMBIENTAL A ação humana sobre a natureza faz parte da história da civilização. Neste inicio de século, porém, a consciência sobre os impactos desta intervenção tem adquirido
EMPRESA DE PLANEJAMENTO E LOGÍSTICA S.A. - EPL. JULIANA KARINA PEREIRA SILVA Gerente de Meio Ambiente
EMPRESA DE PLANEJAMENTO E LOGÍSTICA S.A. - EPL JULIANA KARINA PEREIRA SILVA Gerente de Meio Ambiente 26 de maio de 2017 EMPRESA DE PLANEJAMENTO E LOGÍSTICA S.A. - EPL EMPRESA DE PLANEJAMENTO E LOGÍSTICA
Sumário. Programa de Comunicação Indígena UHE Belo Monte
1 Programa de Comunicação Indígena UHE Belo Monte Sumário Apresentação 5 O que é licenciamento ambiental? 6 Quais empreendimentos precisam de licença ambiental? 7 Quem é responsável pelo licenciamento
Seminário em prol do Desenvolvimento. Socioeconômico do Xingu. Agenda de Desenvolvimento Territorial do Xingu BNDES
Seminário em prol do Desenvolvimento Socioeconômico do Xingu Agenda de Desenvolvimento Territorial do Xingu BNDES 16/06/2015 1 Atuação do BNDES no Entorno de Projetos A Política de Atuação no Entorno busca
EIXO I O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E O SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO ORGANIZAÇÃO E REGULAÇÃO
OBS.: Alterações propostas por MG e PR e assumidas pelo Grupo de Trabalho do Eixo I foram marcadas em AMARELO, novas propostas formuladas e incluídas na plenária do dia 24/04/2013 foram marcadas em AZUL
PROGRAMA KLABIN DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO REGIONAL: APOIO AO PLANEJAMENTO DA GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL
PROGRAMA KLABIN DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO REGIONAL: APOIO AO PLANEJAMENTO DA GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL São Paulo, 11 de setembro de 2018 Chamada de Casos: Gestão empresarial e políticas públicas para
RESUMO DAS DISCUSSÕES Grupos Vulneráveis e Direitos Humanos Povos Indígenas, Populações Tradicionais e Quilombolas
RESUMO DAS DISCUSSÕES Grupos Vulneráveis e Direitos Humanos Povos Indígenas, Populações Tradicionais e Quilombolas PONTOS PRINCIPAIS Vulnerabilidades territoriais, ambientais e sociais desencadeadas por
Panorama das Redes de Atenção à Saúde.
Panorama das Redes de Atenção à Saúde. Saúde Direito de todos e dever do Estado CONSTITUIÇÃO FEDERAL Lei 8.080 Lei 8.142 DECRETO 7.508 Lei 12.401 Lei 12.466 Lei complementar 141 1986 1988 1990 1991 1993
Rastreabilidade da Matriz de Indicadores Regularização Fundiária Indígena
Rastreabilidade da Matriz de Indicadores Regularização Fundiária Indígena Rastreabilidade da Matriz de Indicadores - REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA INDÍGENA - IMPACTOS DA "Atração de um contingente populacional
Licenciamento Ambiental Gargalos e Melhorias. Cosette Barrabas Xavier da Silva
Licenciamento Ambiental Gargalos e Melhorias Cosette Barrabas Xavier da Silva PRINCÍPIOS LEGAIS Princípios Legais do Licenciamento Ambiental O licenciamento ambiental foi instituído no Brasil por meio
Sustentabilidade nas instituições financeiras Uma visão sobre a gestão de riscos socioambientais
Sustentabilidade nas instituições financeiras Uma visão sobre a gestão de riscos socioambientais Como as instituições financeiras devem tratar a gestão de riscos socioambientais? O crescente processo de
Teresina Participativa: Agora também é com você. Jhamille Almeida Secretária Executiva de Planejamento Urbano
Teresina Participativa: Agora também é com você. Jhamille Almeida Secretária Executiva de Planejamento Urbano COMO elaborar um Plano Diretor? O Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT) define as
Território e planejamento de longo prazo: a experiência do Estudo da Dimensão territorial do planejamento
Território e planejamento de longo prazo: a experiência do Estudo da Dimensão territorial do planejamento Leandro Freitas Couto Analista de Planejamento e Orçamento 27.07.2016 Retomada do planejamento
Iniciar uma discussão sobre a elaboração de uma. Estratégia Nacional de Comunicação e Educação Ambiental. no âmbito do
OBJETIVO Iniciar uma discussão sobre a elaboração de uma Estratégia Nacional de Comunicação e Educação Ambiental no âmbito do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza - SNUC DOCUMENTOS DE
A Dimensão Social e o Conceito de Desenvolvimento Sustentável
V Mesa-Redonda da Sociedade Civil Brasil EU A Dimensão Social e o Conceito de Desenvolvimento Sustentável Apresentação da Conselheira Lúcia Stumpf Porto, Portugal 7 a 9 de novembro de 2011 1 Contextualização
LASE As vantagens da classificação do empreendimento como Nível IV para a avaliação de impacto sobre o patrimônio arqueológico
As vantagens da classificação do empreendimento como Nível IV para a avaliação de impacto sobre o patrimônio arqueológico LASE 2018 9º Congresso de Licenciamento e Gestão Socioambiental no Setor Elétrico
Programa de Aceleração do Crescimento em Rondônia
1 CAPÍTULO Programa de Aceleração do Crescimento em Rondônia Criado em 2007 pelo Governo Federal, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) promoveu a retomada do planejamento e da execução de grandes
