PSICOLOGIA HOSPITALAR
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- Luiz Franco do Amaral
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1 PSICOLOGIA HOSPITALAR 2012 Diogo Batista Pereira da Silva Psicólogo formado pela UNISUL em Atualmente atuando como palestrante e desenvolvedor estratégico (Brasil) [email protected] RESUMO A atuação do psicólogo nos hospitais não é nova porem o reconhecimento da pratica da psicologia hospitalar é algo recente, este por sua vez é um campo que vem crescendo em grande demanda, porem quando se pergunta o que faz um psicólogo hospitalar muitas pessoas ficam sem saber responder uma vez que imaginam o mesmo sentado em um setting terapêutico a espera do cliente em sua clinica e em alguns casos nas organizações. O presente artigo tem por objetivo apresentar o trabalho do psicólogo hospitalar, bem como as dificuldades que o mesmo encontra em sua prática dentro dos hospitais na atualidade. Palavras-chave: Psicologia hospitalar, paciente, prática profissional INTRODUÇÃO Primeiramente antes de trabalha com a questão acima proposta temos de ter em mente que não podemos desenvolver varias metas a ser alcançadas ou vários projetos a nível mundial para apresentar a psicologia hospitalar e sua pratica entre as pessoas dotadas do senso comum. Na atualidade a pratica do profissional psicólogo em hospitais apesar de ainda ser um pouco menosprezada por alguns médicos encontra se em constante crescimento consolidando a própria identidade em um ambiente que até então era quase que particularmente de domínio da Medicina. Diogo Batista Pereira da Silva 1 Siga-nos em
2 O hospital até então era um campo único da medicina que agora abre espaço para outras áreas da saúde entre elas a psicologia hospitalar visando assim tratar não sómente os sintomas físicos, mas também os somáticos que tem sua base no psiquismo. O que faz o Psicólogo hospitalar? A psicologia hospitalar visa a minimização do sofrimento pelo pasciente enquanto esta hospitalizado levando em consideração inúmeros aspectos, um leque inúmero de opções de atuação, que tem características próprias e já adequadas ao campo da psicologia hospitalar que acabam interferindo de maneira direta no desempenho do psicólogo. Não esquecendo que o psicólogo enquanto atendente a assistência hospitalar presta serviços aos pacientes e seus familiares bem como a produção de conhecimento em hospitalar e contribuição de alguma forma para o aperfeiçoamento dos demais psicólogos bem como os outros profissionais da saúde. Para isso é necessário a contribuição dos diferentes profissionais que estão ali envolvidos com o paciente fazendo desta forma um trabalho interdisciplinar, cientifico e metodológica de cada saber humano envolvidas com o paciente (Angerami-Camon, 2001). Os hospitais gerais constituem um novo campo de trabalho para o psicólogo, não só em função da proposta de atenção integral à saúde, como também em função da crise enfrentada pela clínica privada. A abertura de concursos e de possibilidades de atuação do psicólogo nestas instituições, faz com que o profissional se volte para este campo, muitas vezes sem uma reflexão mais cuidadosa sobre a especificidade desse trabalho. (ALMEIDA, 2000). O psicólogo hospitalar começou a ser indispensável a parti do momento em que as doenças psicossomáticas começaram a ser aceitas como plausíveis de existência pela medicina. Segundo Martins (1980) que cita Romano (1999) a presensa do psicologo no hospital ocorreu de fato com o surgimento dos registros de quadros psicóticos, relacionados tanto ao uso das tecnologias avançadas, quanto ao surgimento de procedimentos cirúrgicos sofisticados, estados convulsionais e depressivos decorrentes do uso de algumas drogas Licitas e ilícitas (sendo estas utilizadas pelos pacientes antes de serem internados). Almeida (2000) ainda cita Spink (1992) ao dizer que [...] a atuação do psicólogo no hospital geral é mais do que um novo campo de trabalho, ela aponta para a necessidade de novas técnicas e para a emergência de um novo campo de Diogo Batista Pereira da Silva 2 Siga-nos em
3 saber. O atendimento individual, clínico, priorizado na graduação, é substituído pelas ações integradas com a equipe. Com esta ultima afirmação podemos dizer que o campo hospitalar ainda é pouco conhecido pelos psicólogos bem como os deveres e deste profissional que atua nas instituições hospitalares. Qual a diferença do psicólogo clínico e do psicólogo hospitalar? Chiatone e Sebastiane (1991), fazem a distinção do psicólogo clinico e hospitalar destacando alguns pontos como: as possibilidades de atuação hospitalar são determinadas e limitadas por limites institucionais, caracterizados por regras, rotinas e dinâmicas de funcionamento e a inserção da equipe de saúde; outra característica peculiar é o espaço institucional resistente, já que o psicólogo hospitalar não era elemento previsto, devido à valorização dos aspectos orgânicos das doenças e dos doentes, em avaria dos aspectos psíquicos; mais uma diferença significativa entre os dois profissionais (clinico e hospitalar) está no fato de ter que ultrapassar as paredes de seu consultório saindo do setting terapêutico, buscando estabelecer contato obrigatório com outros profissionais não só da saúde como em alguns casos educadores físicos e entre outros. Por outro lado Almeida (2000) relata a atuação do psicólogo clinico como aquele que atua na [...] clínica privada, atendendo a uma clientela de classe social mais favorecida, assim como sua inserção nos ambulatórios e hospitais de saúde mental, mesmo que muitas vezes subordinada aos paradigmas da psiquiatria, já é prática estabelecida. A autora ainda faz uma critica a este modelo, uma vez que [...] é para esse tipo de atuação, principalmente, que se volta a formação do psicólogo. A graduação em psicologia enfatiza o modelo psicodinâmico e suas aplicações clínicas na área da saúde mental deixando de lado as temáticas relacionadas à saúde pública e às questões macrossociais. O psicólogo hospitalar tem a sua atuação marcada pelo seu dinamismo, ato que exige do profissional um rápido raciocino para poder melhor trabalhar com cada situação que lhe é apresentada de forma única e inesperada. Vale resaltar que na pratica hospitalar o psicólogo é constantemente interrompido por médicos e enfermeiros, tendo assim de se adaptar com esta situação e saber se adequar a aquele momento de modo que seu trabalho não seja prejudicado ao mesmo tempo que não prejudique o trabalho dos demais profissionais que ali estarão (Chiatone e Sebastiane, 1991). Os mesmos autores (1991) ainda ressaltam o procedimento a ser utilizado em atendimentos hospitalares deve em sua grande maioria se restringir a psicoterapia breve uma vez Diogo Batista Pereira da Silva 3 Siga-nos em
4 que no hospital existe uma grande rotatividade de pacientes, ou seja, o atendimento deve ser rápido e eficiente uma vez que o paciente pode não estar, mas nas residências hospitalares nos dias consecutivos ao inicio do atendimento, por este motivo o atendimento deve ter inicio e término no mesmo dia. Desta forma podemos ver que a prática hospitalar além de ser uma prática antiga entre os psicólogos é pouco procurada pelos graduandos em psicologia se tornando assim pouco conhecida e divulgada. CONCLUSÃO O trabalho do psicólogo nas praticas hospitalares é bastante especifico, atuando de forma espontânea e dinâmica, não sómente no atendimento com as situações a qual é submetido, mas também na promoção e socialização da saúde. Pensar em psicologia hospitalar implica em pensar no sistema publico de saúde S.U.S bem como as suas possibilidades de dinamismo e intervenção dentro das condições ofertadas. Também deve-se preparar para trabalhar em grupos e em meio a constantes interrupções sem perder o foco do trabalho desenvolvido e sempre tendo por objetivo promover o bem estar do paciente. A psicologia hospitalar também se mostra pouco conhecida apesar de ser um ramo da psicologia já antigo, é pouco divulgado e reconhecido pelos acadêmicos graduandos, que em sua grande maioria se mostram pouco interessados, talvez pela pouca informação ou pelas situações as quais estarão expostos ao atender nos hospitais (interrupções constantes entre outras coisas). Diogo Batista Pereira da Silva 4 Siga-nos em
5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANGERAMI-CAMON, Valdemar Augusto. ET AL. Psicologia Hospitalar: teoria e pratica. São Paulo: pioneira CHIATTONE, H. B. C.; SEBASTIANI, R. W. Introdução em Psicologia Hospitalar. Nêmeton: Centro de Estudos e Pesquisas em Psicologia e Saúde, Série: (Cadernos e Psicologia hospitalar). ALMEIDA, Eliane Carnot de. O psicólogo no hospital geral. Psicologia Ciência e profissão. 2000, v. 20, n.3, p Diogo Batista Pereira da Silva 5 Siga-nos em
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