INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS
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- Rui Imperial Melgaço
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1 INSTRUÇÃO SUPLEMENTAR IS IS Nº Aprovação: Portaria nº 71, de 11 de agosto de 16. Assunto: Orientações para aplicação do método ACN-PCN Origem: SIA 1. OBJETIVO Esta Instrução Suplementar - IS orienta quanto ao método ACN-PCN, utilizado para estabelecer a resistência de pavimentos destinados a aeronaves de mais de kg, referidos na seção 3.1 do Regulamento Brasileiro de Aviação Civil - RBAC nº REVOGAÇÃO N/A 3. FUNDAMENTOS A seção 3.1 do RBAC nº 3 estabelece condições operacionais para a infraestrutura disponível, dentre as quais consta a compatibilidade entre a resistência do pavimento e as aeronaves que o utilizam. O modo mais tradicional de demonstrar tal compatibilidade é a partir do método ACN-PCN, o qual será detalhado nesta IS. 4. DEFINIÇÕES Para efeito desta IS aplicam-se os termos e as definições estabelecidos no RBAC nº 3 e demais normas relacionadas à matéria. 5. DESENVOLVIMENTO DO ASSUNTO 5.1 Generalidades O método ACN-PCN é aplicável em pavimentos destinados a pouso e decolagem de aeronaves de mais de kg A resistência dos pavimentos destinados a aeronaves de carga inferior a kg deve ser definida por meio da carga máxima admissível das aeronaves e da pressão máxima admitida pelo pavimento Considera-se Número de Classificação da ACN o número que expressa o efeito relativo de uma aeronave com uma determinada carga sobre um pavimento, para uma categoria padrão de subleito especificada O ACN varia de acordo com o peso e a configuração da aeronave (tipo de trem-de-pouso, pressão de pneu, entre outros), o tipo de pavimento e a resistência do subleito. Origem: SIA 1/11
2 5.1.5 Considera-se Número de Classificação do Pavimento - PCN o número que expressa a capacidade de carga de um pavimento, sem especificar uma aeronave em particular ou informações detalhadas do pavimento O método ACN-PCN tem por finalidade a aferição da resistência do pavimento em função das características da aeronave (expressa pelo ACN) e do pavimento (expressa pelo PCN), sendo estruturado de maneira que um pavimento com um determinado valor de PCN seja capaz de suportar, sem restrições, uma aeronave que tenha um valor de ACN inferior ou igual ao valor do PCN do pavimento, obedecidas as limitações relativas à pressão dos pneus. 5.2 Instruções para determinação do ACN Para pavimentos rígidos, o ACN deve ser obtido por meio da solução de Westergaard, que se baseia em uma placa elástica carregada sobre uma sub-base de Winkler (caso de carga interior), assumindo uma tensão de trabalho para o concreto de 2,75 MPa Para pavimentos flexíveis ou mistos, o ACN deve ser obtido por meio do método California Bearing Ratio - CBR Os valores de ACN encontram-se definidos na tabela contida no Apêndice A, em função da carga total da aeronave (carga máxima de decolagem e peso operacional vazio), da pressão dos pneus, do tipo de pavimento (rígido ou flexível) e da resistência do subleito (alta, média, baixa e ultrabaixa) As duas cargas totais apresentadas nas colunas [2] e [3] da tabela contida no Apêndice A são, respectivamente, a carga máxima de decolagem e o peso operacional vazio para cada tipo de aeronave definida na coluna [1] O cálculo do ACN correspondente a valores intermediários de carga deve ser realizado a partir de uma interpolação que considera que o ACN varia linearmente entre o peso operacional vazio e a carga máxima de decolagem. 5.3 Instruções para determinação e apresentação do PCN A determinação do PCN deve ser realizada a partir de um dos seguintes métodos: a) Método de avaliação técnica: consiste na determinação do valor numérico do PCN a partir da obtenção da carga bruta admissível que o pavimento suporta. São considerados fatores como frequência de operações e níveis de tensão admissíveis, obtendo-se a carga bruta da aeronave pelo processo inverso do dimensionamento. Nesse método, é necessária a avaliação do tráfego equivalente no aeródromo, considerando o efeito do tráfego de todas as aeronaves. Uma vez obtida a carga admissível, a determinação do valor do PCN torna-se um processo de obtenção do ACN da aeronave que representa a carga admissível, tomando-se esee valor como o PCN do pavimento; ou b) Método experimental: consiste na determinação dos valores de ACN de todas as aeronaves usualmente autorizadas a utilizar o pavimento. Considera-se como o PCN do pavimento o maior dentre esses valores. Origem: SIA 2/11
3 5.3.2 O PCN de um pavimento é apresentado por meio de um código que utiliza, nesta ordem, os seguintes elementos: a) valor numérico do PCN; b) tipo de pavimento; c) resistência do subleito; d) pressão ; e e) método de determinação O valor numérico do PCN é uma indicação da resistência de um pavimento em termos de uma carga de roda simples padrão, a uma pressão normalizada O valor numérico do PCN deve ser determinado em números inteiros, arredondando-se as frações para o inteiro mais próximo. Para pavimentos de resistência variável, o valor numérico de PCN deve ser o correspondente ao segmento mais fraco do pavimento O método de determinação do valor numérico do PCN considera pressão de 1,25 MPa para os pneus, a tensão de trabalho de 2,75 MPa no concreto para pavimentos rígidos e quatro categorias de resistência de subleito, conforme apresentado nas Tabelas e O tipo de pavimento deve ser classificado: a) Pelo código R, para pavimentos rígidos; ou b) Pelo código F, para pavimentos flexíveis ou mistos A resistência do subleito deve ser classificada: a) Pelo código correspondente da coluna [4] da Tabela 5.3-1, para pavimentos rígidos; ou b) Pelo código correspondente da coluna [4] da Tabela 5.3-2, para pavimentos flexíveis ou mistos. Tabela Valores de resistência de subleito para aplicação do método ACN-PCN em pavimentos rígidos Categoria do subleito [1] Resistência do subleito k (MN/m 3 ) [2] Resistência do subleito normalizada k (MN/m 3 ) [3] Código [4] k > 1 A 60 < k < 1 B 25 < k < 60 C Ultrabaixa k < 25 D Tabela Valores de resistência de subleito para aplicação do método ACN-PCN em pavimentos flexíveis ou mistos Origem: SIA 3/11
4 Categoria do subleito [1] Resistência do subleito CBR [2] Resistência do subleito normalizada CBR [3] Código [4] CBR > 13 A 8 < CBR < 13 B 4 < CBR < 8 6 C Ultrabaixa CBR < 4 3 D A pressão dos pneus deve ser classificada: a) Pelo código W, para pavimentos rígidos; ou b) Pelo código correspondente da coluna [2] da Tabela 5.3-3, para pavimentos flexíveis ou mistos. Tabela Código de pressão dos pneus para aplicação do método ACN-PCN Categoria [1] Código [2] máxima permitida nos pneus [3] Ilimitada W Sem limite de pressão X limitada a 1,75 MPa Y limitada a 1,25 MPa Z limitada a 0,5 MPa O método de determinação do PCN deve ser classificado: a) Pelo código T, se adotado o método de avaliação técnica; ou b) Pelo código U, se adotado o método experimental. 6. APÊNDICES Apêndice A Tabela para a definição do ACN de aeronaves. 7. DISPOSIÇÕES FINAIS 7.1 Os casos omissos serão dirimidos pela ANAC. 7.2 Esta IS entra em vigor na data de sua publicação. Origem: SIA 4/11
5 APÊNDICE A TABELA PARA A DEFINIÇÃO DO ACN DE AERONAVES Ultra Ultra A3-0 Airbus , A3-0 Airbus , A3-0 Airbus , A3-300 Airbus , A3-300 Airbus , A , A , A , A319 CJ , A319NEO , A319NEO , A , A , A3-0 Airbus dual tandem A3-0 Airbus dual tandem A3-0 Airbus dual tandem , , , Origem: SIA 5/11
6 Ultra Ultra A , A , A , A , A , A , A , A , A3-0 Airbus dual A3-0 Airbus dual tandem , , A3NEO , A3NEO , A3NEO , A , A , A , A , A , Origem: SIA 6/11
7 Ultra Ultra A , A , A , A , A , A , A , A , A , A , A , A , A , A , A , A , A , A , A , Origem: SIA 7/11
8 Ultra Ultra A , A , A , ATR , ATR , B , B727-0C , B727-0 B727-0 B727-0 B , , , , B727-0 (Standard) , B , B , B , B , B , Origem: SIA 8/11
9 Ultra Ultra B737-0/0C B737-0/0C , , B , B , B , B , B , B , B C/-700ER , B , B , B ER , B , B747-0B , B747-0B , B747-0B SR , B747-0B , B747-0C , Origem: SIA 9/11
10 Ultra Ultra B747-0F/ , B , B747SP , B747SP , B747-0F , B747-0ER , B747-8F , B , B , B , B767-0ER , B , B ER , B ER , B , B777-0LR , B , B ER , B777F , Origem: SIA /11
11 Ultra Ultra B , B , DC , DC , DC , DC--30/ , DC--30/ , DC--30/ , Fokker , Fokker 27 Mk , Fokker 28 Mk00HTP Fokker 28 Mk00LTP , , Fokker 50 HTP ,59/0, Fokker 50 LTP , MD , Origem: SIA 11/11
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O novo regulamento da ANAC dividiu as aeronaves não tripuladas em aeromodelos, drones usados para fins recreativos, e aeronaves remotamente pilotadas (RPA), drones utilizados para operações comerciais,
