PPP Planejamento, Processo, Pessoas
|
|
|
- Bernadete Lencastre Gesser
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 OFICINA ASSESSORIA PEDAGÓGICA Tema: PPP Planejamento, Processo, Pessoas Público-alvo: Coordenadores pedagógicos, orientadores educacionais, supervisores de ensino Sinopse: O Projeto Político-Pedagógico e o Regimento Escolar são documentos essenciais para a escola, por refletirem sua proposta pedagógica e sua regulamentação. No entanto, sua aplicabilidade se dá especialmente por meio das ações pedagógicas. Esta oficina visa à estruturação de um roteiro que permita a integração entre esses documentos, bem como sua efetivação por meio das ações educacionais. PPP Planejamento, Processo, Pessoas Documentos essenciais para o fazer pedagógico e o fazer administrativo, o Projeto Político-Pedagógico (PPP) e o Regimento Escolar (RE) são ferramentas que devem estar a serviço dos gestores, coordenadores pedagógicos, professores, secretários, família, ou seja, de toda a comunidade escolar. Isso porque são documentos que apresentam a proposta pedagógica e a legislação interna da escola, respectivamente, e, por essa razão, apresentam subsídios necessários para respaldar as ações educacionais. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei n /1996, preconiza em seu artigo 14, inciso I, a participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola, posto que, quando esses profissionais envolvem-se na elaboração desse documento, refletem sobre sua ação, definem objetivos e metas pedagógicas, definem o currículo com base nas orientações oficiais e na sua realidade, e, sobretudo, pensam no fazer pedagógico que atenda às necessidades reais de aprendizagem dos educandos, razão pela qual a escola existe. Assim, alguns itens são essenciais para a elaboração do PPP, dentre os quais podemos citar: Identificação da escola: nome, razão social, endereço completo, telefone, etc. Se a escola for uma cooperativa ou for mantida por outra instituição, essa informação deve ser registrada no texto.
2 Caracterização da escola: cabe aqui colocar os níveis de atendimento da escola (Educação Infantil, Ensino Fundamental, Médio, Superior); sua estrutura administrativa, pedagógica e física. Recomenda-se apresentar cargos de forma hierárquica, mas o detalhamento das funções pode ser feito no Regimento Escolar. Caracterização da clientela: onde essa escola se situa? Em que comunidade? Atende a que público? Qual é seu contexto socioeconômico e cultural? Responder a essas perguntas auxilia as equipes administrativa e pedagógica no direcionamento de ações que atendam às reais demandas da comunidade. Missão da escola: para quê a escola existe? Qual é a sua razão de existir? Após conhecer a clientela, a missão apresentará as contribuições que aquela escola poderá levar para a comunidade. Visão: como a escola se enxerga em determinado período de tempo? Por exemplo, cinco ou dez anos. Definir uma visão de futuro auxilia na definição de objetivos e metas educacionais. Objetivos e metas educacionais: descrição do que se pretende realizar a curto, médio e longo prazo com as ações educacionais. Esses objetivos estão diretamente ligados à missão e à visão da escola, bem como seus valores e sua proposta pedagógica. Proposta pedagógica: o Sistema Positivo de Ensino adota como proposta pedagógica o interacionismo, cujo maior percussor é Lev Vygotsky. Ao adotar o material didático da Editora Positivo, a escola acredita que essa proposta é convergente com seus objetivos pedagógicos, assim, cabe mencionar a parceria com o sistema de ensino e os principais balizadores da proposta que podem ser encontrados no livro da coordenação, disponíveis no Portal Positivo. É importante ressaltar que a proposta pedagógica é o cerne do projeto pedagógico. Por isso, deve demonstrar os pressupostos teórico-metodológicos e filosóficos e os profissionais da educação devem ter clareza sobre esses pressupostos para aplicá-los no dia a dia escolar. Além dos elementos citados, recomenda-se a inserção da proposta curricular para cada série/ano e disciplina ofertada pela escola; projetos
3 desenvolvidos anualmente, como feira de ciências, de literatura; ações inclusivas; composição de organizações como Associação de Pais e Professores, Grêmio Estudantil, times esportivos, etc. Vale ressaltar que não existe um formato pronto e definido para a elaboração de um projeto pedagógico, mas sendo esse o documento que representa a identidade da escola, é preciso que as informações nele contidas realmente permitam que qualquer pessoa, ao ler, possa conhecer a escola de forma abrangente. Notem que, para que esse projeto seja desenvolvido, é necessária a participação de toda a comunidade escolar. No entanto, é preciso que haja um responsável por sua elaboração, organização, compilação e formatação final. Normalmente, esse responsável é o coordenador pedagógico, o qual vai programar reuniões e atividades de pesquisa e elaboração do documento propriamente dito. Entretanto, a participação do diretor escolar é essencial, partindo do princípio de que, como gestor, deve participar não só das questões administrativas, mas também das pedagógicas, pois o PPP é um documento que perpassa as duas instâncias. Com a proposta pedagógica da instituição definida e entendendo que um projeto é algo que representa uma intenção de efetivar ações práticas, é necessário desenvolver um plano de ação para que possam alcançar os objetivos e metas educacionais. Assim, o plano de ação é um componente do Projeto Político-Pedagógico. No entanto, algumas Secretarias e Conselhos de Educação podem solicitar planos de ação separados, ou uma versão simplificada do PPP. Por isso, é importante buscar informações junto a esses órgãos na cidade em que a escola se situa. Percebemos, então, que para o desenvolvimento de um Projeto Politico- Pedagógico é essencial que haja planejamento. Efetivar o que está proposto no PPP também depende de planejamento e, como essa aplicação se dá pelas ações do dia a dia, essencialmente pelas aulas, estas devem ser intensivamente planejadas. O PPP é o norteador das ações pedagógicas, as aulas ou quaisquer outras ações que se efetivem na escola, entretanto, o Regimento Escolar também deve ser consultado como um balizador dessas ações. Isso porque tanto o PPP quanto o RE são documentos orgânicos, que devem ser
4 vivenciados e consultados cada vez que se necessite tomar decisões, pois, de acordo com a Secretaria de Educação do Estado do Paraná (2010), É o Regimento Escolar que estrutura, define, regula e normatiza as ações do coletivo escolar, haja vista ser a escola um espaço em que as relações sociais, com suas especificidades, se concretizam. Integrante de um Sistema de Ensino, em uma sociedade, a escola tem, no Regimento Escolar, a sua expressão política, pedagógica, administrativa e disciplinar e deve regular, no seu âmbito, a concepção de educação, os princípios constitucionais, a legislação educacional e as normas específicas estabelecidas pelo Sistema de Ensino. Assim, como fonte das normas internas da escola, o Regimento Escolar deve estar intrinsecamente ligado ao seu PPP, visto que expressa também a filosofia da escola. Por exemplo: no período de matrícula, uma família que tem uma criança com deficiência busca a escola por acreditar que ali ela receberá educação de qualidade e atendimento adequado. No PPP estão previstas as ações inclusivas como as condições de acessibilidade das quais a escola dispõe, os profissionais especializados para acompanhamento pedagógico, entre outras. No Regimento, contam os documentos necessários para matrícula e entre eles pode estar um cadastro a ser preenchido pela família, informando se a criança ou adolescente apresenta alguma necessidade especial comprovada com laudo médico. Isso possibilitará à escola o encaminhamento pedagógico mais adequado para melhor atendê-la. Assim, é possível perceber uma íntima ligação entre esses dois documentos. Vale ressaltar que a relação entre esses documentos exige sua atualização constante, em consonância com a legislação vigente especialmente a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a Lei n.º 9.394/1996, e o Estatuto da Criança e do Adolescente, e a tradução das orientações do Sistema de Ensino ao qual a escola pertence, seja em nível municipal, estadual ou privado. Da mesma forma que o PPP exige planejamento, o RE necessita de um trabalho de elaboração extenso, minucioso e pautado na proposta pedagógica da instituição, em sua missão, visão e valores.
5 Assim, alguns itens do PPP são semelhantes no RE, como identificação da escola, estrutura organizacional e clientela. No RE é importante explicitar as funções de cada profissional, bem como seus direitos e deveres. Isso se aplica também aos alunos e à família. Dessa forma, é necessário que haja clareza na correspondência entre os direitos e os deveres e, especialmente, quais são as sanções em caso de não cumprimento dos deveres ou quando algum direito for desrespeitado. É fundamental, portanto, que o Regimento Escolar seja elaborado pela equipe diretiva, pedagógica e administrativa e que seja conhecido e aplicado por todos. Assim, sugere-se que uma cópia sintetizada seja disponibilizada para as famílias no ato da matrícula e que se planejem atividades de leitura e compreensão desse documento pelos alunos em sala de aula. Com os menores, no caso da Educação Infantil e séries ainda não alfabetizadas, o trabalho com normas e limites deve ser desenvolvido também com atividades apropriadas para essa faixa etária. Pode-se perceber que o desenvolvimento e o trabalho com ambos os documentos exige um processo de pesquisa, planejamento e de consonância com as leis vigentes. Além disso, para a efetivação do proposto nos documentos, faz-se necessário acompanhamento direto dos envolvidos. Ambos os documentos são feitos para pessoas: as que compõem o quadro administrativo, pedagógico e funcional da escola, e aquelas para as quais a escola existe, os alunos e a família. Portanto, devem refletir a clareza e a transparência dessa relação. A escola, então, deve utilizar o Regimento Escolar como suporte à decisão e como regulador das práticas educativas, não apenas no sentido punitivo, mas de organização, clareza na definição de papéis e responsabilidades, assegurando, assim, o cumprimento da atividade educativa de forma objetiva e eficiente, garantindo aos alunos o atendimento de seus direitos educativos. Referência PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação. Superintendência da Educação.
6 Coordenação de Gestão Escolar. Subsídios para elaboração do regimento escolar/secretaria de Estado da Educação. Superintendência da Educação. Coordenação de Gestão Escolar. Curitiba: SEED/PR, p. Documento criado pela SEED/PR com o fim de orientar as escolas estaduais na elaboração ou revisão de seus regimentos escolares de acordo com atualizações na legislação vigente, até o ano de No entanto, as orientações são perfeitamente cabíveis como referência para elaboração ou revisão de novos documentos.
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO BÁSICA DISCIPLINA DE SOCIOLOGIA. Abril/2016
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO BÁSICA DISCIPLINA DE SOCIOLOGIA Abril/2016 SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO
EDUCAÇÃO INCLUSIVA. Julho de 2018
EDUCAÇÃO INCLUSIVA Julho de 2018 Alguns aspectos legais Constituição Federal de 1988: Art. 208. O dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de: III- atendimento educacional especializado
O Regimento Escolar é o documento que estabelece as diretrizes administrativas, as orientações, as regras de convivência, os direitos e deveres de
O Regimento Escolar é o documento que estabelece as diretrizes administrativas, as orientações, as regras de convivência, os direitos e deveres de todos que convivem no ambiente escolar. A rede pode ter
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS CENTRO DE TEOLOGIA E HUMANIDADES CURSO DE FILOSOFIA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS CENTRO DE TEOLOGIA E HUMANIDADES CURSO DE FILOSOFIA MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURRÍCULO 20171 Petrópolis 2017 Estágios Supervisionados Os estágios realizados
REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS CURRICULARES OBRIGATÓRIOS E NÃO OBRIGATÓRIOS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE FAMETRO
REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS CURRICULARES OBRIGATÓRIOS E NÃO OBRIGATÓRIOS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE FAMETRO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º O presente Regulamento fixa diretrizes e normas
ANEXO I CARGO: PROFESSOR ATRIBUIÇÕES:
ANEXO I CARGO: PROFESSOR ATRIBUIÇÕES: a) Descrição Sintética: Orientar a aprendizagem do aluno; participar no processo de planejamento das atividades da escola; organizar as operações inerentes ao processo
DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS
DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS 01. As Diretrizes Curriculares Nacionais para EJA (CNE,2000) preconizam princípios norteadores da ação pedagógica da escola: (A) éticos, políticos e estéticos; (B)
Plano de Desenvolvimento Institucional PDI Diretrizes para Elaboração
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA Sistema de Acompanhamento de Processos das Instituições de Ensino Superior SAPIEnS/MEC Plano de
PREFEITURA MUNICIPAL DE VIAMÃO SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 04, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2015.
PREFEITURA MUNICIPAL DE VIAMÃO SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 04, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2015. Estabelece Diretrizes para a oferta da Modalidade de Educação de Jovens
Documento Base (Formulação Preliminar) Comissão SEB/MEC - Fev/2016
Documento Base (Formulação Preliminar) Comissão SEB/MEC - Fev/2016 Orientações para cursos de Formação de Professores, nas áreas de Didática, Metodologias e Práticas de Ensino Estrutura do documento I.
RESOLUÇÃO Nº 034/ CEPE DE 23 de Agosto de 2006.
RESOLUÇÃO Nº 034/2006 - CEPE DE 23 de Agosto de 2006. APROVA A ALTERAÇÃO DA RESOLUÇÃO CEPE N.º 003- A/2003 NORMAS DE ESTÁGIO. O Reitor da Universidade Castelo Branco, usando de suas atribuições legais
EDITAL Nº 004/2017 PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA
EDITAL Nº 004/2017 PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA PROFESSOR DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO - AEE O, Estado do Rio Grande do Sul, TORNA PÚBLICO, para conhecimento dos interessados, que no
22/06/2013 Proposta Pedagógica 1
MODELO PROPOSTA PEDAGÓGICA RESOLUÇÃO CEE ES 1286/2006 Art. 188 A Proposta Pedagógica contemplará, em sua formatação, os seguintes componentes entre outros: 1-I Identificação da instituição escolar; Nome;
E.E. SENADOR LUIZ NOGUEIRA MARTINS
PLANO DE AÇÃO 2016 / 2017 Município: SOROCABA SP CIE: 016412 Núcleo: SOROCABA - INTERIOR Equipe Gestora: Direção: Andréa S. A. C. F. Queiroz Vice-Diretor: Delaine E. de A. Banietti Professor Mediador:
PREFEITURA MUNICIPAL DE JAGUAQUARA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
PORTARIA Nº 001, de 25 de janeiro de 2018. Estabelece normas, dispõe sobre procedimentos e a regulamentação da Hora-Atividade nas instituições de ensino da Rede Pública Municipal de Jaguaquara, que ofertam
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Básica (1996) é a Lei maior, com valor Constitucional, nenhuma outra lei ou regulamentação pode contrariá-la.
A Equipe Gestora Central definirá quem, entre seus membros, será o responsável por esta frente de trabalho. O responsável elaborará um plano de trabalho que inclua todos os demais membros da Equipe em
Caderno 2 de Prova AE02. Educação Especial. Auxiliar de Ensino de. Prefeitura Municipal de Florianópolis Secretaria Municipal de Educação
Prefeitura Municipal de Florianópolis Secretaria Municipal de Educação Edital n o 003/2009 Caderno 2 de Prova AE02 Auxiliar de Ensino de Educação Especial Dia: 22 de novembro de 2009 Horário: das 8 às
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL - PRPDI Orientação Geral O Plano de Desenvolvimento Institucional -PDI, elaborado para um período de 5
RETIFICAÇÃO 001/2018 Ao Edital 001/ ABERTURA DO CONCURSO PÚBLICO PMCM
RETIFICAÇÃO 001/2018 Ao Edital 001/2018 - ABERTURA DO CONCURSO PÚBLICO PMCM A G-Strategic Gestão, Assessoria, Serviços e Logística, torna pública a RETIFICAÇÃO ao Edital 001/2018 abertura do concurso público
FACULDADE DE EDUCAÇÃO DE BACABAL FEBAC Credenciamento MEC/Portaria: 472/07 Resolução 80/07
BACABAL-MA 2012 ESTÁGIO PROFISSIONAL CURRICULAR SUPERVISIONADO - EPCS INSTRUÇÕES REGULADORAS 1. FINALIDADE As presentes instruções destinam-se a orientar o corpo docente e discente, bem como os setores
CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO PSICOPEDAGOGIA INSTITUCIONAL E CLÍNICA LATO SENSU MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO
CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO PSICOPEDAGOGIA INSTITUCIONAL E CLÍNICA LATO SENSU MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO por PROFª Ms. Maria Rosa Silva Lourinha Rio de Janeiro, MARÇO / 2013 1 MANUAL DE ESTÁGIO
CURRÍCULO ESCOLAR VMSIMULADOS
CURRÍCULO ESCOLAR 01. Segundo a LDB (Lei no 9394/96), os currículos do ensino fundamental e médio devem ter uma base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e estabelecimento escolar,
R E S O L U Ç Ã O. Fica aprovado, conforme anexo, o Regulamento do Núcleo de Extensão Universitária da Universidade São Francisco USF.
RESOLUÇÃO CONSUN 5/2014 APROVA O REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA NEXT DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO USF. O Presidente do Conselho Universitário CONSUN, no uso das atribuições que lhe confere
PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Comissão Especial Parecer n.º 035 /2017 CME/PoA Processo n.º 001.004701.16.0 Credencia/autoriza o funcionamento
INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL Artigo 16 do Decreto nº de 09 de maio de 2006
INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL Artigo 16 do Decreto nº 5.773 de 09 de maio de 2006 I Introdução A edição do Decreto n. 5.773, de 9 de maio de 2006, que dispõe sobre
MANUAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DA FORMAÇÃO PEDAGÓGICA 30 de agosto de 2017
MANUAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DA FORMAÇÃO PEDAGÓGICA 30 de agosto de 2017 Documentos base: (A) Resolução Conselho Nacional de Educação/Conselho Pleno 2/2015. Diário Oficial da União, Brasília, 2 de
PROPOSTA DE DIRETRIZES PARA A INTEGRAÇÃO CURRICULAR. ATUALIZAÇÃO DOS PPC s
PROPOSTA DE DIRETRIZES PARA A INTEGRAÇÃO CURRICULAR ATUALIZAÇÃO DOS PPC s O PAPEL DOS DEPARTAMENTOS E DEMAIS AGENTES ENVOLVIDOS... ATUALIZAÇÃO DOS PPC s Contribuições da Comissão Central (DDE, DEP, DAEST,
ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO PDI: Documento elaborado pela Equipe de Assessoria da Pró-reitoria de Planejamento da UEMA
ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO PDI: Documento elaborado pela Equipe de Assessoria da Pró-reitoria de Planejamento da UEMA Maio de 2015 SUMÁRIO DA APRESENTAÇÃO Introdução Eixos temáticos Metodologia de Elaboração
Educador A PROFISSÃO DE TODOS OS FUTUROS. Uma instituição do grupo
Educador A PROFISSÃO DE TODOS OS FUTUROS F U T U R O T E N D Ê N C I A S I N O V A Ç Ã O Uma instituição do grupo CURSO 2 OBJETIVOS Discutir e fomentar conhecimentos sobre a compreensão das potencialidades,
MANUAL DE ORIENTAÇÕES
MANUAL DE ORIENTAÇÕES ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO - LICENCIATURAS SP 2011 APRESENTAÇÃO Este Manual de Estágio Curricular Supervisionado tem o objetivo de possibilitar aos coordenadores, professores-supervisores
REGULAMENTO DE ESTÁGIO
REGULAMENTO DE ESTÁGIO FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI CIMATEC NÚCLEO DE CARREIRA PROFISSIONAL MAIO 2012 CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS GERAIS Art. 1º. Este regulamento tem por finalidade disciplinar as atividades
PROTOCOLO DE ACOMPANHAMENTO DA GESTÃO PEDAGÓGICA (SUPERVISOR DE ENSINO)
PROTOCOLO DE ACOMPANHAMENTO DA GESTÃO PEDAGÓGICA (SUPERVISOR DE ENSINO) DIRETORIA DE ENSINO ESCOLA Equipe Gestora Diretor: Vice-diretor: Professor Coordenador: Data do registro: Informante: Cargo/Função:
A partir da década de 1990, no Brasil e no mundo, o paradigma tende a ser deslocado da integração para a inclusão. A Educação Inclusiva surgiu, e vem
A partir da década de 1990, no Brasil e no mundo, o paradigma tende a ser deslocado da integração para a inclusão. A Educação Inclusiva surgiu, e vem crescendo no mundo inteiro, com base no pressuposto
REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA CAPITULO I - DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS
REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA Dispõe sobre o Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Licenciatura em Pedagogia da Faculdade Capivari.
CONCEPÇÃO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
INSTITUTO FEDERAL PARANÁ Câmpus Curitiba MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONCEPÇÃO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM O processo de avaliação não está relacionado apenas ao ensino e portanto não pode ser reduzido apenas
União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação
União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação CME s e a implementação da BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR: Encaminhamentos Institucionais Francineide Pinho Coordenadora da UNCME-CE Linha do Tempo 2ª
INDEPAC MISSÃO VISÃO
O INDEPAC é especializado em serviços de Consultoria e Assessoria Educacional, nas dimensões: administrativa, jurídica e pedagógica, além de oferecer cursos de formação em serviço, voltados para o aprimoramento
Qual PPP para o CAp-UERJ? Aquele que tivermos a coragem de elaborar.
Qual PPP para o CAp-UERJ? Aquele que tivermos a coragem de elaborar. Até agora, o CAp-UERJ tem se mantido por décadas, pós-ldb, de forma pouco compreensível para os que o acessam externamente e pouco inteligível
SUPERVISOR DE ENSINO
SUPERVISOR DE ENSINO 01. A função social dos Especialistas em Educação, dentre eles o Supervisor Escolar, nem sempre foi vista de acordo com a concepção pedagógica atual, que concebe o supervisor como
UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO
Atualizado em janeiro de 2015 UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO Organização Vera Lucia Lima do Espírito Santo Colaboração Coordenadores de Cursos de Graduação 1 Sumário Lista de Anexos... 3 Apresentação... Fundamentação
DIRETRIZES PARA A REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1 DOS CURSOS DE LICENCIATURA
DIRETRIZES PARA A REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1 DOS CURSOS DE LICENCIATURA Considerando a importância de garantir unidade de princípios e ações no processo de desenvolvimento dos estágios supervisionados
SUPERVISOR DE ENSINO
SUPERVISOR DE ENSINO 01. A função social dos Especialistas em Educação, dentre eles o Supervisor Escolar, nem sempre foi vista de acordo com a concepção pedagógica atual, que concebe o supervisor como
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURRICULAR OBRIGATÓRIO DO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA TITULO I DO ESTÁGIO E SEUS OBJETIVOS
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURRICULAR OBRIGATÓRIO DO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA TITULO I DO ESTÁGIO E SEUS OBJETIVOS CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO E ABRANGÊNCIA ART. 1º - Denomina-se
CURSO DE PEDAGOGIA REGULAMENTO
ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE PEDAGOGIA REGULAMENTO CAPÍTULO I - DA DEFINIÇÃO DO ESTÁGIO Artigo 01 - O Estágio Supervisionado constitui disciplina obrigatória do Currículo dos Cursos de Licenciatura.
REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA HABILITAÇÃO EM GESTÃO
REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA HABILITAÇÃO EM GESTÃO DA INFORMAÇÃO FLORIANÓPOLIS, SC 2011 CAPITULO I CONCEPÇÃO E OBJETIVOS Art. 1º O Curso de Biblioteconomia
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CONCURSO PÚBLICO - EDITAL 050/2014. Anexo 2 Atribuições dos Cargos
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CONCURSO PÚBLICO - EDITAL 050/2014 Anexo 2 Atribuições dos Cargos AGENTE DE APOIO EM EDUCAÇÃO ESPECIAL Acompanhar, auxiliar e orientar os alunos nas Atividades de Vida
SUMÁRIO. Boas Vindas A disciplina interativa Objetivos Organização da Disciplina Atividades Avaliativas...
SUMÁRIO Boas Vindas...02 A disciplina interativa...03 Objetivos...04 Organização da Disciplina...04 Atividades Avaliativas...06 Orientações sobre Avaliação...08 Papel do Tutor...08 Papel do Aluno...10
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB ANEXO II Edital Pibid n /2012 CAPES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO
CURSO: PEDAGOGIA EMENTAS PERÍODO
CURSO: PEDAGOGIA EMENTAS 2019.1 1 PERÍODO DISCIPLINA: CULTURA BRASILEIRA A educação e a cultura na perspectiva da modernidade e pósmodernidade. Culturas brasileiras: matrizes étnicas, cultura popular,
CAPÍTULO II NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS. Maristela Rossato
CAPÍTULO II POLÍTICAS E NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS Maristela Rossato O documento de Referência da Política de Inclusão é a Declaração Mundial de Educação para Todos, realizada em Jomtien,, na
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO NORTE 2 ORIENTAÇÕES - PLANO GESTÃO
ORIENTAÇÕES - PLANO GESTÃO I - Identificação da Unidade Escolar - Nome da escola, endereço, CEP, telefone, fax, e-mail, código CIE, código FDE, CNPJ, data de instalação, autorização, ato de criação, etc...
SUMÁRIO. Língua Portuguesa
Língua Portuguesa Compreensão e interpretação de textos de gêneros variados... 3 Domínio da ortografia oficial... 21 Reconhecimento de tipos e gêneros textuais... 9 Domínio da estrutura morfossintática
Para fins de aplicação desta Lei, consideram-se: DO DIREITO À EDUCAÇÃO
Lei Nº 13.146 de 06/07/2015 Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Art. 3 o Para fins de aplicação desta Lei, consideram-se:... XIII - profissional
EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Meta 8. Elevar a escolaridade média da população de 18 (dezoito) anos ou mais, de modo a alcançar, no mínimo, 12 (doze) anos de estudo no último
Considerando que a Faculdade Pilares está em plena reforma acadêmica que será implementada a partir de 2009 e;
RESOLUÇÃO CONSEPE 01/2009 REFERENDA A PORTARIA DG 04/2008 QUE APROVOU A INSERÇÃO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS NÃO OBRIGATÓRIOS NOS PROJETOS PEDAGÓGICOS DOS CURSOS OFERTADOS PELA. O Presidente do Conselho
D.O.E. DE 15 DE JANEIRO DE 2015
D.O.E. DE 15 DE JANEIRO DE 2015 COORDENADORIA DE GESTÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA Instrução, de 14-1-2015 A Coordenadora da Coordenadoria de Gestão da Educação Básica, considerando a necessidade de estabelecer
LDB-LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL
1 LDB-LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL 2 Seção IV-A Da Educação Profissional Técnica de Nível Médio Art. 36-A. Sem prejuízo do disposto na Seção IV deste Capítulo, o ensino médio, atendida
EDITAL Nº 002/2018, de 30 de maio de 2018 CHAMADA PARA ELEIÇÃO DE COORDENAÇÃO DE CURSO DO CAMPUS SANTOS DUMONT TITULO I
EDITAL Nº 002/2018, de 30 de maio de 2018 CHAMADA PARA ELEIÇÃO DE COORDENAÇÃO DE CURSO DO CAMPUS SANTOS DUMONT O Diretor Geral do Campus Santos Dumont do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES O Curso de Educação Física - Licenciatura - objetiva a formação pedagógica, ao contemplar uma visão geral da educação e dos processos formativos dos educandos. Adequar-se-á
REGULAMENTO DO COMPONENTE: ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO
REGULAMENTO DO COMPONENTE: ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO Art. 1º O componente Estágio Curricular Supervisionado em Biotecnologia éparte integrante do currículo pleno do
INSTRUÇÃO CONJUNTA N 001/2010 SEED/SUED/SUDE
A Superintendente da Educação e o Superintendente de Desenvolvimento Educacional no uso de suas atribuições legais e considerando: a Lei N 9394/96 de Diretrizes e Bases da Educação Nacional; o Parecer
Fundação Oswaldo Cruz
Fundação Oswaldo Cruz ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA SERGIO AROUCA ENSP Uma Escola para Saúde, Ciência e Cidadania Lucia Maria Dupret Vice-Diretora de Ensino Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca
7. ROTEIRO DE ENTREVISTA DIREÇÃO OU COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA DAS ESCOLAS
7. ROTEIRO DE ENTREVISTA DIREÇÃO OU COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA DAS ESCOLAS Parte I Identificação e controle da entrevista 1. Data Dia Mês Ano 2. Articulador(a) 3. Nome da Escola 4. Nível (s) de ensino ofertado(s)
O objetivo do estágio curricular é de possibilitar ao aluno:
FACULDADES INTEGRADAS DE RIBEIRÃO PIRES CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA Versão 2016.1 PLANO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Prezado acadêmico Este manual destina-se a orientar o aluno de Licenciatura em Pedagogia
SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO
SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO Curso: Pedagogia Missão O Curso de Pedagogia tem por missão a formação de profissionais de educação autônomos e cooperativos, capazes de pensar, investigar, decidir, planejar,
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DOS CURSOS TÉCNICOS DE NÍVEL MÉDIO E TECNOLÓGICOS DE NÍVEL SUPERIOR
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DOS CURSOS TÉCNICOS DE NÍVEL MÉDIO E TECNOLÓGICOS DE NÍVEL SUPERIOR Canoas, RS 2012 CAPÍTULO I DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Art. 1º - O Estágio Supervisionado dos alunos
FICHA ENS. FUND. II - 01 DIRETRIZ ESTRATÉGIAS
FICHA ENS. FUND. II - 01 Fomentar a qualidade da educação básica, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem. 1.1 Planejamento coletivo integrando o trabalho docente via oficinas pedagógicas; 1.2
REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO DE PEDAGOGIA
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA MODALIDADE PRESENCIAL REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO DE PEDAGOGIA LAVRAS, 2017 CAPÍTULO I Da natureza Art. 1.ºO Estágio Curricular Supervisionado
PREFEITURA MUNICIPAL DE GUAÍRA SP PROCESSO SELETIVO EDITAL 001/2017
PRIMEIRA RETIFICAÇÃO A Prefeitura Municipal de Guaíra, Estado de São Paulo, torna público que realizará por meio do INSTITUTO EXCELÊNCIA LTDA - ME, na forma prevista no artigo 37, inciso IX, da Constituição
CURSO: PEDAGOGIA EMENTAS º PERÍODO
CURSO: PEDAGOGIA EMENTAS - 2016.1 1º PERÍODO DISCIPLINA: HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO Estudo da história geral da Educação e da Pedagogia, enfatizando a educação brasileira. Políticas ao longo da história engendradas
R E S O L U Ç Ã O. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor nesta data, revogando a Resolução CONSEACC/BP 76/2009 e demais disposições contrárias.
RESOLUÇÃO CONSEACC/BP 20/2017 ALTERA O REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DO CAMPUS BRAGANÇA PAULISTA DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO USF. A Presidente do Conselho Acadêmico de Campus
REGULAMENTO INSTITUCIONAL Estágio Curricular
REGULAMENTO INSTITUCIONAL Estágio Curricular CAPITULO I DA DEFINIÇÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR E SUAS FINALIDADES Art. 1º Este regulamento tem por finalidade orientar a operacionalização do Estágio Curricular
RELATÓRIO CIRCUNSTANCIADO AÇÕES EDUCACIONAIS INCLUSIVAS
FACULDADE DE INFORMÁTICA DE PRESIDENTE PRUDENTE CURSO DE GRADUAÇÃO: TECNÓLOGO EM JOGOS DIGITAIS RELATÓRIO CIRCUNSTANCIADO AÇÕES EDUCACIONAIS INCLUSIVAS EMERSON SILAS DORIA Coordenador do CST Jogos Digitais
