Manual de Manejo CFM. 3ª Edição

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1 Manual de Manejo CFM 3ª Edição

2 Introdução O primeiro Manual de Manejo Geral da Agro Pecuária CFM foi publicado em 2002, com reedição em 2003, e foi um sucesso imediato entre nossos clientes. As duas edições esgotaram rapidamente e, desde então, os pedidos para uma edição revisada são frequentes.

3 Introdução O objetivo deste e-book é meramente informativo, visando dividir com nossos clientes, os procedimentos, normas internas e o manejo geral que contribuem para a CFM ser a maior produtora individual de touros Nelore com CEIP.

4 Um pouco da história A Agro-Pecuária CFM iniciou suas atividades no Brasil por volta de1908. Desde o primeiro momento, dedicou-se à criação de gado de corte e ao ramo de frigoríficos, dando origem ao Frigorífico Anglo, com sede em Barretos, SP.

5 Um pouco da história Com o passar dos anos, optou por se desligar das atividades do Frigorífico, dedicando-se apenas à pecuária e à agricultura. Atualmente, são 9 fazendas dedicadas à plantação de cana de açúcar e produção de gado de corte, seleção de touros Nelore e Montana, sendo 6 fazendas em SP, 2 no MS e 1 na BA.

6 Um pouco da história Desde o início de suas atividades, a maior preocupação foi fazer seleção objetiva de seu rebanho, valorizando o ganho de peso a pasto e a precocidade, sem nunca perder de vista a produtividade, a rentabilidade e a sustentabilidade de seus negócios.

7

8 Seleção do Nelore CFM Na década de 80, a CFM já fazia o controle de seu rebanho, através de identificação individual dos animais, pesagens em balanças eletrônicas, estação de monta curta e alta pressão de seleção. A seleção de touros começou para atender à demanda interna por reprodutores e os critérios de seleção estabelecidos visavam atender às exigências do Frigorífico Anglo, na época. O início da avaliação genética do Nelore CFM foi baseado no programa Geneplan, em associação com a Genepool, da Nova Zelândia.

9 Seleção do Nelore CFM Ainda na década de 90, o programa de seleção obteve o reconhecimento oficial de seu trabalho, através da obtenção do CEIP Certificado Especial de Identificação e Produção. O CEIP é avalizado pelo Ministério da Agricultura (MAPA) e tem o mesmo valor e importância de um certificado de associação de raça. O grande diferencial é que o CEIP só é emitido para até os 30% melhores animais de cada safra. Ou seja, o CEIP imprime de forma incondicional uma grande pressão de seleção.

10 Seleção do Nelore CFM Atualmente, a CFM conta com um rebanho de, aproximadamente, 17 mil matrizes e produz cerca de touros Nelore por ano. O banco de dados possui informações preciosas sobre todo o rebanho. Como exemplo, são quase 430 mil observações de Peso à Desmama (base Sumário CFM 2010).

11 Manual de Manejo CFM 1º capitulo: Identificação CFM e Nascimento 3ª Edição

12 Primeiro contato O nascimento é o momento em que o bezerro Nelore CFM começa a ser avaliado. Neste momento, ele é submetido ao controle sanitário, pesado e tatuado em ambas as orelhas. O primeiro contato do campeiro com o bezerro é da maior importância para garantir que o animal se desenvolva plenamente, livre de enfermidades.

13 Identificação A CFM adota um padrão de numeração que permite identificar a procedência do animal e seu ano de nascimento. Cada fazenda possui uma sigla de 2 dígitos, como, por exemplo, LG para Fazenda Lageado, e esta sigla é o início do código do animal. Em seguida, o animal recebe um número sequencial de 4 dígitos, que identifica a ordem de seu nascimento na fazenda. E, finalizando, os 2 dígitos do ano de nascimento (safra) do animal.

14 Identificação Sendo assim, a numeração padrão é: sigla da fazenda + número do animal + safra Portanto, o animal número 1458 nascido na Fazenda Lageado em 2011, possuirá o código LG Esse código é único e não pode ser alterado.

15 Caderneta de nascimento Nas fazendas, cada campeiro possui uma Caderneta de Nascimentos. A caderneta chega nas mãos do campeiro com os números sequenciais de nascimento de bezerros previamente preenchidos pelo escritório, de forma a evitar que 2 campeiros possuam a mesma numeração, ou que aconteçam problemas de duplicidade. Ao encontrar um bezerro recém nascido, o campeiro deve preencher a caderneta com o número da mãe, data do parto, peso do bezerro, sexo, raça e lote.

16 Caderneta de nascimento A caderneta de nascimentos é carbonada, sendo que uma via é enviada para o escritório da fazenda e a outra via permanece na caderneta com o campeiro até a desmama, para eventuais consultas e anotações.

17 Tatuagem Após preencher a caderneta de nascimentos corretamente, o campeiro tatua ambas as orelhas do bezerro com o número seqüencial de 4 dígitos. Vale ressaltar que o número da vaca não é tatuado no bezerro. Este processo, apesar de simples, é importante e deve ser feito sempre de forma criteriosa pois, a partir dele, o animal ingressa no programa de seleção. A correta identificação é essencial não apenas para o bezerro em questão, mas também para o bom desempenho do programa de seleção, que se baseia numa boa coleta de dados.

18 Tatuagem Etapas da identificação ao nascimento: Montar o tatuador com número de seqüência da caderneta de nascimento Aplicar o tatuador em papel, para conferir o número; Limpar bem a orelha e passar tinta apropriada; Aplicar o tatuador e novamente passar tinta, friccionando bem com os dedos para que ocorra uma boa penetração da tinta nos orifícios produzidos pelo tatuador.

19 Picote na orelha Para facilitar o manejo dos lotes, é feito um pequeno picote na orelha dos bezerros, para identificar o mês de nascimento. O picote na orelha é de fácil visualização e evita que seja feita uma marca a fogo no couro do animal. Neste processo é utilizado picotador apropriado, devendo ser dada atenção ao correto posicionamento na orelha, para evitar que sejam feitos picotes muito grandes ou muito pequenos.

20 Picote na orelha Abr Mai Jun Jul Ago Set Mar Fev Jan Dez Nov Out

21 Vermifugação Para prevenir problemas que atrasariam o desenvolvimento do bezerro, é aplicado 1 ml de vermífugo de 1 a linha. Com esta aplicação, o bezerro fica protegido nos primeiros meses de vida, inclusive contra eventuais miíases no umbigo.

22 Tratamento Umbigo O umbigo do bezerro recém nascido é uma porta de entrada para infecções que podem prejudicar seu desenvolvimento. Para evitar prejuízos, o campeiro pode curar o umbigo do bezerro com iodo ou produto a base do mesmo. Já existem resultados que mostram que com a vermifugação não há necessidade de tratar o umbigo.

23 Pesagem Para que a avaliação genética seja a mais completa possível, é fundamental que os bezerros sejam pesadosno dia do nascimento. A pesagem do recém nascido influencia nas DEPs do animal e nas DEPs de seus pais e, hoje em dia, a DEP de peso ao nascimento é uma característica muito valorizada.

24 Formação de lotes A formação correta dos lotes de manejo é um dos passos mais importantes para a avaliação genética dos animais. Esses lotes correspondem aos grupos de contemporâneos, que permitem ao Modelo Animal (avaliação genética) calcular quais são os méritos do animal e de sua família, e quais são os efeitos ambientais que influenciaram seu desempenho.

25 Formação de lotes Os lotes são formados de acordo com alguns critérios: Tamanho/capacidade do pasto. Ao atingir a capacidade de cada piquete, abre-se um novo lote num piquete diferente; Intervalo entre a formação de lotes. Caso um lote não esteja fechado no período de 1 mês, este lote será automaticamente encerrado e o próximo bezerro nascido dará origem a um novo lote de manejo. Desta forma, não teremos animais com mais de 1 mês de diferença entre os bezerros integrantes do lote. Sexo do bezerro: Após a desmama são formados lotes de machos e de fêmeas separadamente, que são mantidos em pastos diferentes;

26 Nós preferimos

27 Contato Você pode entrar em contato com a CFM e obter mais informações através do: Telefone: [email protected] Site:

28 Créditos Este Manual de Manejo é de autoria de Gabriela Giacomini, zootecnista da CFM e Tamires Miranda Neto, veterinário da CFM, sob supervisão de Luis Adriano Teixeira, coordenador de pecuária. Os procedimentos descritos foram previamente discutidos com as equipes das fazendas da CFM.

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