RELATÓRIO Artigo 155º
|
|
|
- Sérgio Victor de Figueiredo Vilanova
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 SHM Software, Hardware e Manutenção, Lda. Tribunal do Comércio de Lisboa 2ª Juízo Procº 1211/06.0 TYLSB RELATÓRIO Artigo 155º 30 de Janeiro de 2007
2 Índice 1. Introdução; 2. Análise do documento referido na alínea c) do nº 1 do artigo 24º; 3. Análise do estado da contabilidade do devedor; 4. Perspectivas de manutenção da empresa do devedor; 5. Anexo Lista Provisória de Credores
3 1- Introdução Pretende-se com esta introdução fazer um resumo da actividade desenvolvida. A notificação com a minha nomeação como administrador de insolvências foi recebida a 07/12/2006, tendo mandado publicar, de imediato, os anúncios no Diário da República e no 24 Horas, tendo as publicações ocorrido a 21/12/2006. Com base nesta data, o prazo para a apresentação das reclamações de crédito terminou em 25/01/2007. Para a recolha dos documentos a que aludem as alíneas a), b), c), d), e) f) do art. 24º do CIRE, desloquei-me à morada da sede, constante da sentença de declaração de insolvência, tendo sido prestados todos os esclarecimentos solicitados, como disponibilizados os documentos requeridos. Estando a laborar, com um número elevado de encomendas em carteira, foi decidido manter a empresa em funcionamento, decisão esta que foi sancionada pela comissão de credores. Foi, ainda, decidido abrir uma conta em nome da Massa Insolvente no BBVA. Pela necessidade de controlar a actividade da empresa decorrente das solicitações dos credores e da movimentação da conta bancária, tive assumir a responsabilidade da gestão corrente, o que fez com que passasse a dedicar, em média, cerca de 20 horas semanais a esta actividade.
4 2- Análise do documento referido na alínea c) do nº 1 do artigo 24º A gerência da empresa apresenta as seguintes razões para a actual situação: i. Externas: Crise económica e financeira do país; Contenção nos investimentos públicos e privados; Adiamento de vários grandes projectos; Aumento das taxas de juro. ii. Internas Ameaças de penhoras; Cheques devolvidos; Cancelamento da conta corrente caucionada e do empréstimo bancário; Forte redução do crédito de fornecedores Operando a empresa num sector onde a margem de comercialização é bastante baixa hardware-, só a venda em grandes quantidades, aliada à antecipação de cobranças através do factoring, permitiam a manutenção em funcionamento da empresa. O factoring, na minha opinião, ao permitir o funcionamento da empresa, ajudou a encobrir o principal problema da empresa, que era o da fraca rentabilidade dos negócios, ao amortizar o efeito da falta de recursos financeiros, que já era patente no incumprimento nos pagamentos das obrigações fiscais e parafiscais. Esta situação revelou-se desastrosa com a redução das vendas, se eliminarmos uma venda excepcional de cerca de 7 milhões de euros a uma subcontratada para um fornecimento ao Estado, em 2006.
5 Esta venda veio, também, a revelar-se negativa para empresa quer pela margem reduzidíssima quer pelo prazo de cobrança. À data, a empresa estava ameaçada de penhoras por parte da DGI, que a concretizarem-se paralisava a actividade. Os encargos financeiros aumentavam com o crescimento da taxa de juros anulando a pequena margem do negócio. Uma auditoria contratada pela gerência veio a confirmar a má situação económica da empresa ao propor correcções na ordem de 1,6 milhões de euros, o que originou a que os capitais próprios passassem a negativos, ou seja, revelouse que o passivo era superior ao activo. Perante esta realidade e confrontada com a situação de incumprimento generalizado dos pagamentos, a gerência apresentou a empresa à insolvência. 3- Análise do estado da contabilidade do devedor A contabilidade da devedora encontra-se em dia e espelha a realidade económica e financeira da empresa. Em anexo, junta quadros com as demonstrações financeiras de 2002 a Novembro de Destas saliento o seguinte: O passivo ( ,14 ) é manifestamente superior ao activo ( ,85 ); Os capitais próprios são negativos em ,29 Os resultados líquidos são negativos em ,28, que revela um resultado operacional negativo de cerca de 500 mil euros
6 sendo o restante valor, cerca de 1,6 milhões de euros, resultado das correcções propostas pela auditoria. Da análise dos documentos contabilísticos, queria salientar o recebimento de parte da factura referente à venda dos equipamentos à subcontratada SHM CE: 1. Valor recebido da SHM-CE em 30/10/2006: ,93 2. Parte deste valor foi aplicado como segue: Liquidação de conta corrente caucionada no Millennium Bcp: ,79 Pagamento empréstimo bancário no Millennium Bcp: ,02 Pagamento de cheques devolvidos e pré-datados: ,74 Pagamento de processos fiscais: ,27 (relacionado no mapa anexo) Pagamentos à Segurança Social: ,85 (relacionado no mapa anexo) 3. Valor depositado na conta da massa insolvente no BBVA: ,00 4. O valor remanescente, ,29, terá sido aplicado na gestão corrente: pagamentos a fornecedores (relacionados no mapa anexo), impostos e segurança social do mês, salários, etc. Razões para estes pagamentos: Liquidação de conta corrente caucionada no Millennium Bcp: Feita directamente pelo banco, conforme sugestão apresentada no mail enviado por eles em 3/11/2006. O contrato de conta corrente inicial data de Pagamento de cheques devolvidos e pré-datados: Evitar a inibição de utilização de cheques e registo no Banco Portugal. Pagamento de processos fiscais: Evitar a penhora das contas bancárias e de créditos sobre clientes. Há uma comunicação da DGI a alertar para a execução de penhoras. Em Julho 06 já tinha havido uma penhora de créditos num processo. Necessidade de regularizar a situação fiscal para poder receber de entidades públicas.
7 Pagamentos à Segurança Social: Necessidade de regularizar a situação com este organismo para poder receber de entidades públicas. 4- Perspectivas de manutenção da empresa do devedor Pelo exposto nos pontos anteriores não vejo qualquer hipótese para a manutenção da empresa. Contudo, existem contratos de prestação de serviços em curso relacionados em anexo, que considero que devem ser cumpridos uma vez que libertam uma margem bruta para a massa insolvente de cerca de 6.000/mês (doc3). 5- Auto de Apreensão O Auto de Apreensão ainda não foi efectuado em virtude de a empresa ainda estar em laboração. 6- Anexos o Demonstrações Financeiras Históricas (docs. 1 e 2); o Relação dos contratos em vigor (doc. 3) o Lista Provisória de Credores, por ordem alfabética (doc.4).
8 ANEXOS
RELATÓRIO. O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto no artigo 155º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas CIRE.
Procº de insolvência n.º 9.480/13.3 TBVNG 2º Juízo Cível Insolvente: FERNANDO JORGE MARTINS PEREIRA DA SILVA Tribunal Judicial de Vila Nova de Gaia RELATÓRIO O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos
RELATÓRIO. O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto no artigo 155º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas CIRE.
Procº de insolvência n.º 710/11.7 TBVNG - 2º Juízo Cível Insolvente: JOSÉ MANUEL DA SILVA MACEDO Tribunal Judicial de Vila Nova de Gaia RELATÓRIO O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto
Nuno Rodolfo da Nova Oliveira da Silva, Economista com. escritório na Quinta do Agrelo, Rua do Agrelo, nº 236, Castelões, em Vila Nova
Exmo(a). Senhor(a) Doutor(a) Juiz de Direito da 2ª Secção de Comércio da Instância Central de Vila Nova de Gaia J1 Processo 1810/16.2T8VNG Insolvência de Deolinda Gomes Coelho da Silva V/Referência: Data:
RELATÓRIO. O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto no artigo 155º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas CIRE.
Procº de insolvência n.º 10.767/11.5 TBVNG 1º Juízo Cível Insolvente: ANA ALEXANDRA DE OLIVEIRA PAIVA Tribunal Judicial de Vila Nova de Gaia RELATÓRIO O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto
Nova de Gaia. do Agrelo, Rua do Agrelo, nº 236, Castelões, em Vila Nova de Famalicão, contribuinte
Exmo.(a). Senhor(a) Doutor(a) Juiz de Direito do Tribunal do Comércio de Vila Nova de Gaia 3º Juízo Processo nº 1503/13.2TYVNG Insolvência de Humberto Brandão, Lda. Nuno Rodolfo da Nova Oliveira da Silva,
RELATÓRIO DA ADMINISTRADORA DE INSOLVÊNCIA. (elaborado nos termos do art.155º do C.I.R.E.)
RELATÓRIO DA ADMINISTRADORA DE INSOLVÊNCIA (elaborado nos termos do art.155º do C.I.R.E.) Notas prévias: Publicação do extracto do anúncio na Imprensa Nacional Casa da Moeda em 11.07.2011 Visita efectuada
RELATÓRIO. O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto no artigo 155º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas CIRE.
Procº de insolvência n.º 1.261/13.0 TBVNG 6º Juízo Cível Insolventes: JOSÉ LUIS MONTEIRO ALVES E MARIA ISOLINA SILVA AMORIM Tribunal Judicial de Vila Nova de Gaia RELATÓRIO O presente RELATÓRIO é elaborado
O presente RELATÓRIO, é elaborado nos termos do disposto no artigo 155.º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas CIRE.
Procº de insolvência n.º 4.003/12.4 TBVFR 2º Juízo Cível Insolvente: FERNANDO C. PEREIRA SOUSA, LIMITADA Tribunal Judicial de Santa Maria da Feira RELATÓRIO O presente RELATÓRIO, é elaborado nos termos
PROCESSO DE INSOLVÊNCIA
PROCESSO DE INSOLVÊNCIA Processo N.º 1803/10.3T2AVR Comarca do Baixo Vouga Aveiro Juízo do Comércio BRITO MARINHO, LDA. RELATÓRIO DO ADMINISTRADOR DE INSOLVÊNCIA Nos termos do art.º 155º do C.I.R.E. 1/6
J1 Processo nº 8199/15.5T8VNG Insolvência de Pedro Miguel Moreira da Silva, Unipessoal, Lda.
Exmo.(a). Senhor(a) Doutor(a) Juiz de Direito da 2ª Secção de Comércio da Instância Central de Vila Nova de Famalicão J1 Processo nº 8199/15.5T8VNG Insolvência de Pedro Miguel Moreira da Silva, Unipessoal,
G.C.T. ON LINE DISTRIBUIÇÃO ALIMENTAR DIRECTA, S.A.
PROCESSO DE INSOLVÊNCIA TRIBUNAL DO COMERCIO DE LISBOA 3.º JUIZO INSOLVÊNCIA PESSOA COLECTIVA PROCESSO N.º 1587/11.8TYLSB G.C.T. ON LINE DISTRIBUIÇÃO ALIMENTAR DIRECTA, S.A. RELATÓRIO DO ADMINISTRADOR
3º Juízo Cível V/Referência: Processo nº 719/12.3TJVNF Data: Insolvência de TMLR Tinoco, Moreira, Lascasas e Rocha, Empreendimentos Imobiliários, Lda.
Exmo(a). Senhor(a) Doutor(a) Juiz de Direito do Tribunal do Judicial de Vila Nova de Famalicão 3º Juízo Cível V/Referência: Processo nº 719/12.3TJVNF Data: Insolvência de TMLR Tinoco, Moreira, Lascasas
CIRE Código de Insolvência e Recuperação de Empresas
CIRE Código de Insolvência e Recuperação de Empresas Decreto-Lei n.º 53/2004 de 18 de Março Processo n.º 1051/12.8TYVNG Tribunal do Comércio de Vila Nova de Gaia 2º Juízo Relatório do (Artigo 155º do CIRE)
Famalicão. Quinta do Agrelo, Rua do Agrelo, nº 236, Castelões, em Vila Nova de Famalicão,
Exmo(a). Senhor(a) Doutor(a) Juiz de Direito da 2ª Secção de Comércio da Instância Central de Vila Nova de Famalicão J4 Processo 10436/15.7T8VNF V/Referência: Data: Nuno Rodolfo da Nova Oliveira da Silva,
RELATÓRIO. O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto no artigo 155º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas CIRE.
Procº de insolvência n.º 5.216/14.0 TBVNG - UP 2 JUIZ 4 Insolvente: PAULA CRISTINA COSTA CAMPOS Tribunal Judicial de Vila Nova de Gaia RELATÓRIO O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto
RELATÓRIO DA ADMINISTRADORA DE INSOLVÊNCIA. (Elaborado nos termos do art.º155º do C.I.R.E.)
RELATÓRIO DA ADMINISTRADORA DE INSOLVÊNCIA (Elaborado nos termos do art.º155º do C.I.R.E.) Notas prévias: Sentença da Declaração de Insolvência proferida em 04-04-2014 Publicidade de Sentença efetuada
Nuno Rodolfo da Nova Oliveira da Silva, Economista com escritório na. Quinta do Agrelo, Rua do Agrelo, nº 236, Castelões, em Vila Nova de Famalicão,
Exmo(a). Senhor(a) Doutor(a) Juiz de Direito da 1ª Secção Cível da Instância Local de Guimarães J4 Processo 2100/14.0TBGMR Insolvência de Casualmode Unipessoal, Lda V/Referência: Data: Nuno Rodolfo da
4º Juízo Cível Processo nº 954/13.7TJVNF Insolvência de Fernovais Construções, Sociedade Unipessoal, Lda
Exmo(a). Senhor(a) Doutor(a) Juiz de Direito do Tribunal do Judicial de Vila Nova de Famalicão 4º Juízo Cível Processo nº 954/13.7TJVNF Insolvência de Fernovais Construções, Sociedade Unipessoal, Lda V/Referência:
RELATÓRIO DA ADMINISTRADORA DE INSOLVÊNCIA. (elaborado nos termos do art.155º do C.I.R.E.)
RELATÓRIO DA ADMINISTRADORA DE INSOLVÊNCIA (elaborado nos termos do art.155º do C.I.R.E.) Notas prévias: Publicação do anúncio no Portal Citius a 23-12-2013 Reunião realizada com o administrador da insolvente
V/Referência: Data: Insolvência de PLANOTRANSPOR Terraplanagens, Segurança e Transportes Conexos, Lda.
Exmo(a). Senhor(a) Doutor(a) Juiz de Direito do Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão 2º Juízo Cível Processo nº 1143/07.5TJVNF V/Referência: Data: Transportes Conexos, Lda. Nuno Rodolfo da Nova
4º Juízo Cível Processo nº 883/13.4TJVNF Insolvência de Licínio Lopes Serralharia Civil, Unipessoal, Lda
Exmo(a). Senhor(a) Doutor(a) Juiz de Direito do Tribunal do Judicial de Vila Nova de Famalicão 4º Juízo Cível Processo nº 883/13.4TJVNF Insolvência de Licínio Lopes Serralharia Civil, V/Referência: Data:
FIBEIRA FUNDOS SOCIEDADE GESTORA DE FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO, SA ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2006
NOTA INTRODUTÓRIA A FIBEIRA FUNDOS - SOCIEDADE GESTORA DE FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO, S.A.), é uma sociedade anónima com sede em Lisboa, foi constituída em 30 de Julho de 1987 e tem como actividade
Saiba Mais. Recomendação de Crédito Merecedora de Crédito. Incidentes Regista incidentes comerciais
SOCIEDADE EXEMPLO LDA Núm. Contribuinte: 555000555 Trust N.º: 108935 RELATÓRIO DE CRÉDITO SINTÉTICO Data :29-06-2017 Assinante :CLIENTE EXEMPLO L A/C :Exemplo V/Ref : RATING DYNAMIIC Saiba Mais Nível de
O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto no artigo 155º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas CIRE.
Procº de insolvência n.º 28/13.0 TBVLC 1º Juízo Insolvente: DISCALLA COMÉRCIO DE MALHAS, UNIPESSOAL, LIMITADA Tribunal Judicial de Vale de Cambra RELATÓRIO O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do
RELATÓRIO DO ADMINISTRADOR DA INSOLVÊNCIA (art.º 155.º CIRE)
2014 RELATÓRIO DO ADMINISTRADOR DA INSOLVÊNCIA (art.º 155.º CIRE) Tribunal da Comarca de Braga Braga Inst. Local Secção Cível J2 Processo n.º 4045/14.5TBBRG Nuno Albuquerque Breveilusão, Unipessoal, Ldª.
RELATÓRIO DA ADMINISTRADORA DE INSOLVÊNCIA
RELATÓRIO DA ADMINISTRADORA DE INSOLVÊNCIA (elaborado nos termos do art.155º do C.I.R.E.) Notas prévias: Publicação do extracto do anúncio na Imprensa Nacional Casa da Moeda em 17/06/2010 Reuniões realizadas
Nuno Rodolfo da Nova Oliveira da Silva, Economista com escritório na Quinta
Exmo(a). Senhor(a) Doutor(a) Juiz de Direito do Tribunal do Judicial de Vila Nova de Famalicão 5º Juízo Cível Processo nº 940/12.4TJVNF Insolvência de Vítor Joaquim Pereira de Paiva V/Referência: Data:
Relação de Bens. Insolvência de: Somoluz - Sociedade de Montagens Eléctricas, Lda. Segunda 5 de Setembro de h30.
Relação de Bens CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA DOS BENS MÓVEIS E IMÓVEIS 1. a. A venda de bens é pública, devendo os proponentes identificar-se correctamente, ou identificarem a sociedade que representam e,
CIRE Código de Insolvência e Recuperação de Empresas
CIRE Código de Insolvência e Recuperação de Empresas Decreto-Lei n.º 53/2004 de 18 de Março Processo n.º 79/12.2TBPFR Tribunal Judicial de Paços de Ferreira 1º Juízo Relatório do (Artigo 155º do CIRE)
J3 V/Referência: Processo 684/16.8T8GMR Data: Insolvência de Albino Manuel Amaro da Costa e Maria Elisabete Gomes Condez
Exmo(a). Senhor(a) Doutor(a) Juiz de Direito da 1ª Secção de Comércio da Instância Central de Guimarães J3 V/Referência: Processo 684/16.8T8GMR Data: Insolvência de Albino Manuel Amaro da Costa e Maria
RELATÓRIO. O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto no artigo 155º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas CIRE.
Procº de insolvência n.º 3.048/10.3 TBMAI 3º Juízo Cível Insolventes: JOÃO MANUEL REBELO MARTINS E MARIA DA GRAÇA ASCENSÃO MOREIRA Tribunal Judicial da Maia RELATÓRIO O presente RELATÓRIO é elaborado nos
CIRE Código de Insolvência e Recuperação de Empresas
CIRE Código de Insolvência e Recuperação de Empresas Decreto-Lei n.º 53/2004 de 18 de Março Processo n.º 2966/12.9TJVNF Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão 3º Juízo Cível Relatório do (Artigo 155º
Relação de Bens. Insolvência de: ALTAMIRA MOBILIARIO, SA. Segunda 5 de Setembro de h30. Condições Gerais. Bens Imóveis Bens Móveis Observações
Relação de Bens . CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA DOS BENS MÓVEIS E IMÓVEIS 1. a. A venda de bens é pública, devendo os proponentes identificar-se correctamente, ou identificarem a sociedade que representam
CONCLUSÃO =CLS= Proc.Nº 1626/17.9T8VNF. Insolvência pessoa coletiva (Requerida)
CONCLUSÃO - 14-12-2017 Insolvência pessoa coletiva (Requerida) 156013542 (Termo eletrónico elaborado por Escrivão Adjunto Pedro Alexandre Paixão) =CLS= NOVO BANCO, S.A., pessoa coletiva número 513204016,
CONTAS DO EXERCÍCIO. SPQS - Sociedade Portuguesa para a Qualidade na Saúde EMPRESA:- Avª António Augusto Aguiar, nº32-4º Piso
CONTAS DO EXERCÍCIO ANO DE : 2015 EXERCÍCIO FINDO A : 31 de dezembro de 2015 EMPRESA:- SPQS - Sociedade Portuguesa para a Qualidade na Saúde SEDE:- Avª António Augusto Aguiar, nº32-4º Piso 1050-016 Lisboa
PROCESSO DE INSOLVÊNCIA
PROCESSO DE INSOLVÊNCIA Processo N.º 235/11.0TYLSB Tribunal do Comércio de Lisboa 4.º Juízo RETEF Rede Expresso de Transportes de Frio, Lda. RELATÓRIO DO ADMINISTRADOR DE INSOLVÊNCIA Nos termos do art.º
Nova de Gaia. 1º Juízo Processo nº 19/09.6TYVNG Insolvência de ILHARGA Indústria de Mobiliário, Lda
Exmo(a). Senhor(a) Doutor(a) Juiz de Direito do Tribunal do Comércio de Vila Nova de Gaia 1º Juízo Processo nº 19/09.6TYVNG Insolvência de ILHARGA Indústria de Mobiliário, Lda V/Referência: Data: Nuno
INCIDENTE DE QUALIFICAÇÃO DE INSOLVÊNCIA
INCIDENTE DE QUALIFICAÇÃO DE INSOLVÊNCIA - PARECER DO ADMINISTRADOR DE INSOLVÊNCIA - INSOLVÊNCIA DE IMOCOM Sociedade de Construções, S.A. Tribunal do Comércio de Lisboa, 2.º Juízo INSOLVÊNCIA, PROCESSO
Famalicão. Nuno Rodolfo da Nova Oliveira da Silva, Economista com escritório na Quinta
Exmo.(a). Senhor(a) Doutor(a) Juiz de Direito da 2ª Secção de Comércio da Instância Central de Vila Nova de Famalicão J3 Processo nº 5452/14.9T8VNF Insolvência de Horas de Prata, Lda Nuno Rodolfo da Nova
