RELATÓRIO DA ADMINISTRADORA DE INSOLVÊNCIA
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- Flávio Ferretti Eger
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1 RELATÓRIO DA ADMINISTRADORA DE INSOLVÊNCIA (elaborado nos termos do art.155º do C.I.R.E.) Notas prévias: Publicação do extracto do anúncio na Imprensa Nacional Casa da Moeda em 17/06/2010 Reuniões realizadas com o administrador da insolvente em e Visita à sede da empresa em , e INSTALMARQUES INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS, UNIPESSOAL, LDA. NIPC: NATUREZA JURÍDICA: Sociedade por Quotas SEDE: Praceta das Rosas, nº129, Tamel S. Veríssimo, Barcelos. OBJECTO: Indústria de Construção civil e empreitadas de obras públicas designadamente instalações eléctricas, instalações de redes de segurança e vigilância electrónica, redes de telecomunicações. Assistência técnica designadamente na área da electricidade, gás, telecomunicações e climatizações. Comércio, importação e exportação de materiais de construção civil, materiais eléctricos e de bricolage. CAE Principal: R3 CAE Secundário (1): R3 CAE Secundário (2): R3 GERÊNCIA: Nuno Miguel Martins Marques QUOTA: ,00 Euros 1/7
2 2. ACTIVIDADE A QUE SE DEDICOU NOS ÚLTIMOS 3 ANOS E PRINCIPAIS CAUSAS DA SITUAÇÃO ACTUAL - Artigo 155ª, nº 1, alínea a) do CIRE - Análise dos elementos incluídos no documento referido no artigo 24ª, nº 1, alínea c) do CIRE- A Actividade A insolvente é uma sociedade comercial com a natureza jurídica de sociedade por quotas, constituída em 12 de Abril de A sua actividade consistia na execução de instalações eléctricas, instalações de redes de segurança e vigilância electrónica, redes de telecomunicações. Assistência técnica designadamente na área da electricidade, gás, telecomunicações e climatizações. Comércio, importação e exportação de materiais de construção civil, materiais eléctricos e de bricolage. No âmbito da sua actividade e para o desenvolvimento desta, a insolvente exercia a sua actividade em imóvel arrendado, pertencente ao seu sócio Gerente e a Carla Maria Rodrigues Costa, apresentando 20 trabalhadores ao seu serviço. Segundo o referido na Contestação apresentada pela insolvente, esta goza de grande prestígio no mercado tendo obras em vários pontos do país, sendo que tem encomendas já adjudicadas para o corrente ano no valor superior a ,00. Pelo que foi dito pelo administrador da Insolvente, esta funcionou muito bem desde a sua constituição, obtendo ao longo dos exercícios uma margem de lucro favorável. Contudo, e face à crise que se estendeu sobre o sector da construção, e a forte concorrência do sector, numa altura em que se verifica um aumento dos custos de produção e dos custos financeiros associados à elevada subida das taxas de juro que se verificou em 2007 e 2008, a insolvente deparou-se com algumas dificuldades no mercado de trabalho. O mesmo refere o Relatório de Gestão do ano de 2007 Como é do conhecimento geral, o ano de 2007 foi unanimemente considerado um mau ano para as actividades relacionadas com a construção. O prolongar a crise na construção tem fundamentos principais 2/7
3 o estagnar da promoção de obras públicas e a forte retracção do mercado particular. Contudo, e mesmo face a esta situação de crise mundial, a insolvente durante o exercício de 2007 atingiu um volume de negócios de ,93, tendo vindo a crescer gradualmente desde que iniciamos a actividade em Outubro de Este volume de negócios repartiu-se por ,48 no mercado nacional e de ,45 no mercado espanhol. Face a este cenário favorável, a insolvente refere no seu relatório de gestão de 2007 Contamos em 2008 continuar na senda do crescimento. Existem indicadores que nos informam de uma melhoria do ambiente económico nacional. Ao nível do mercado espanhol acreditamos que o dinamismo do sector se manterá ao longo de Assim, em 2008, a insolvente obrigou-se a suportar mensalmente uma maior carga financeira com a aquisição de diversos veículos automóveis em regime de renting e financiamento. A administradora de insolvência, atendendo que não lhe foi disponibilizado o relatório de gestão referentes aos anos de 2008 e de 2009, não consegue, com as informações que possui, encontrar o nexo causal para este cenário de insolvência, uma vez que o relatório de gestão de 2007 em tudo apontava para um cenário de crescimento para o ano de Contudo, a insolvente na contestação por si apresentada, refere que a agravar a situação da falta de oferta de trabalho no ano de 2009 esteve crédito de ,40 sobre a empresa Xavier Ferreira, Lda, que requereu em Outubro de 2009 a sua insolvência, entretanto decretada ao abrigo do proc. nº501/09.5tbmnc, facto que prejudicou a tesouraria da requerida. Neste cenário económico e financeiro adverso, as dificuldades da insolvente cresceram exponencialmente, o que a colocou numa situação de incumprimento generalizada, perante os seus Fornecedores, Banca e Estado. Dos montantes dos incumprimentos e das datas dos respectivos vencimentos resulta que a Requerida se encontra em situação económica deficitária. Nota conclusiva: Ora, da análise dos elementos constantes da Petição Inicial, bem como os elementos constantes na Contestação e das diligências efectuadas pela administradora, conclui-se que a situação de insolvência advém dos respectivos financiamentos que foi obtendo junto das entidades bancárias, de valores avultados, agravada pela declaração de insolvência de clientes com saldos, em dívida, elevados. 3/7
4 3. ANÁLISE DA CONTABILIDADE: - Artigo 155ª, nº 1, alínea b) do CIRE Segundo as informações prestadas pelo TOC da insolvente e da análise efectuada aos documentos de prestação de contas, têm sido cumpridas todas as disposições legais, em termos de obrigações contabilísticas e fiscais, nomeadamente a elaboração e o depósito das contas anuais, legalmente obrigatórias, dentro dos prazos legais. Contudo, conforme foi referido pelo TOC, em reunião realizada em , devido a elevados movimentos contabilísticos, verificados recentemente, não está feita a conciliação bancária, o que dificulta a análise actual do passivo. Não obstante o atrás referido, não restam dúvidas de que os créditos são elevadíssimos face ao exíguo valor dos bens. 4. PERSPECTIVAS DE MANUTENÇÃO DA EMPRESA - Artigo 155ª, nº 1, alínea c) do CIRE Pelo que foi dado a conhecer à administradora de insolvência, decorrente das diligências efectuadas (inclusive pesquisa de informação no site do Ministério das Finanças), verifica-se o seguinte: 1º. A insolvente Não possui bens imóveis ; 2º. Foram apreendidos apenas bens móveis, nomeadamente material de escritório, cujo valor é exíguo face aos créditos apurados; 3º. A insolvente apresenta dívidas ao Estado, nomeadamente à Fazenda Nacional, bem como à Segurança Social, em montantes elevados; 4º. Embora nos registos contabilísticos da insolvente constem créditos respeitantes a clientes, pelo que foi dado a saber à administradora de insolvência, são, na sua grande maioria incobráveis. 4/7
5 Consequentemente: I. Actualmente encontra-se inactiva e encerrada, sem qualquer actividade; II. Perante o diminuto património da insolvente e sem qualquer actividade produtiva e comercial, a insolvente não dispõe de qualquer meio para fazer face ao seu passivo exigível; III. O administrador da devedora não demonstrou à administradora de insolvência qualquer vontade de propor a recuperação da empresa, e também não há conhecimento de movimentação de grupos de senhores credores que, nos termos do art. 193º do C.I.R.E. façam tenções de apresentar plano de insolvência. IV. Não existem assim condições para a elaboração de um plano de insolvência credível e exequível, tendo em conta o volume do passivo da sociedade insolvente face ao activo existente. CONCLUSÕES Nestes termos, e sem qualquer base de apoio, a administradora de insolvência também não apresenta à Assembleia plano de insolvência, pelo que propõe a sua liquidação célere, sendo a única forma de satisfazer (parte) dos créditos reclamados e apurados. 5/7
6 5. OUTROS ELEMENTOS IMPORTANTES PARA A TRAMITAÇÃO ULTERIOR DO PROCESSO - Artigo 155ª, nº 1, alínea e) do CIRE 1) A administradora de insolvência notificada da Sentença de declaração de insolvência, dirigiu-se à sede da insolvente, tendo encontrado as instalações fechadas e sem sinais de actividade. Nessa sequência comunicou a declaração de insolvência à Segurança Social. Posteriormente, foi contactada por alguns trabalhadores que a informaram que, de algum tempo a esta parte, se encontravam a prestar serviços nas instalações de Marques & Costa Lima, Lda, com sede em Vila Frescaínha S. Pedro, Barcelos, sob orientação dos seus responsáveis. Nessa sequência, a administradora de insolvência dirigiu-se aquela entidade, em , tendo constatado que aí se encontravam trabalhadores da insolvente, bem como vários veículos com a publicidade da insolvente. Reuniu, então com o administrador da insolvente, no sentido de apurar se este defendia a viabilidade da entidade e se pretendia apresentar Plano de Insolvência, ao que o mesmo transmitiu não considerar essa hipótese. Mais referiu que, efectivamente, a Marques & Costa Lima, Lda, constituída a cerca de dois anos, é que possui os clientes e subcontratava a mão-de-obra à insolvente. 2) A insolvente era detentora de 10 veículos automóveis, 6 deles em regime de renting e financiamento, e 3 em regime de leasing, e 1 em regime de financiamento com reserva de propriedade. Assim, e face ao incumprimento dos contratos por parte da insolvente, a administradora de insolvência, procedeu à entrega efectiva dos veículos com as matrículas 86- GZ-05; 86-GZ-81; 86-GZ-82; 86-GZ-72; 87-GZ-18 e 40-BN-40, a Banque PSA Finance no dia No que respeita aos restantes veículos automóveis em regime de leasing, com matrícula 40-DR- 42; 68-AO-25; 37-FF-88, a administradora de insolvência irá providenciar igualmente pela sua entrega, uma vez que se verifica também o incumprimento dos respectivos contratos. 6/7
7 3) Pelo que já atrás foi dito e dado que o período concedido para a elaboração do presente relatório coincide, em grande parte, com o período a que os Técnicos oficiais de Contas estão obrigados a prestar as Informações Empresariais Simplificadas (sobrecarga de trabalho), a administradora de insolvência não conseguiu apurar, até ao momento, com probabilidade satisfatória, os valores de clientes que possam vir a ser cobrados e integrados na massa insolvente, factor decisivo para avaliar se estaremos perante a insuficiência de massa prevista no art.º 232º do CIRE, pelo que se vier a verificar, a administradora de insolvência levará a informação aos autos. A administradora de insolvência, Anexos: Lista provisória de credores Inventário 7/7
RELATÓRIO DA ADMINISTRADORA DE INSOLVÊNCIA. (elaborado nos termos do art.155º do C.I.R.E.)
RELATÓRIO DA ADMINISTRADORA DE INSOLVÊNCIA (elaborado nos termos do art.155º do C.I.R.E.) Notas prévias: Publicação do extracto do anúncio na Imprensa Nacional Casa da Moeda em 10-11-2011 Reunião realizada
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RELATÓRIO DA ADMINISTRADORA DE INSOLVÊNCIA (elaborado nos termos do art.155º do C.I.R.E.) Notas prévias: Publicação do anúncio no Portal Citius a 23-12-2013 Reunião realizada com o administrador da insolvente
RELATÓRIO DA ADMINISTRADORA DE INSOLVÊNCIA. (elaborado nos termos do art.155º do C.I.R.E.)
RELATÓRIO DA ADMINISTRADORA DE INSOLVÊNCIA (elaborado nos termos do art.155º do C.I.R.E.) Notas prévias: Publicação do extracto do anúncio na Imprensa Nacional Casa da Moeda em 11.07.2011 Visita efectuada
RELATÓRIO DA ADMINISTRADORA DE INSOLVÊNCIA. (Elaborado nos termos do art.º155º do C.I.R.E.)
RELATÓRIO DA ADMINISTRADORA DE INSOLVÊNCIA (Elaborado nos termos do art.º155º do C.I.R.E.) Notas prévias: Sentença da Declaração de Insolvência proferida em 04-04-2014 Publicidade de Sentença efetuada
O presente RELATÓRIO, é elaborado nos termos do disposto no artigo 155.º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas CIRE.
Procº de insolvência n.º 4.003/12.4 TBVFR 2º Juízo Cível Insolvente: FERNANDO C. PEREIRA SOUSA, LIMITADA Tribunal Judicial de Santa Maria da Feira RELATÓRIO O presente RELATÓRIO, é elaborado nos termos
J1 Processo nº 8199/15.5T8VNG Insolvência de Pedro Miguel Moreira da Silva, Unipessoal, Lda.
Exmo.(a). Senhor(a) Doutor(a) Juiz de Direito da 2ª Secção de Comércio da Instância Central de Vila Nova de Famalicão J1 Processo nº 8199/15.5T8VNG Insolvência de Pedro Miguel Moreira da Silva, Unipessoal,
Nova de Gaia. do Agrelo, Rua do Agrelo, nº 236, Castelões, em Vila Nova de Famalicão, contribuinte
Exmo.(a). Senhor(a) Doutor(a) Juiz de Direito do Tribunal do Comércio de Vila Nova de Gaia 3º Juízo Processo nº 1503/13.2TYVNG Insolvência de Humberto Brandão, Lda. Nuno Rodolfo da Nova Oliveira da Silva,
RELATÓRIO DA ADMINISTRADORA DE INSOLVÊNCIA. (Elaborado nos termos do artigo 155º do C.I.R.E.)
RELATÓRIO DA ADMINISTRADORA DE INSOLVÊNCIA (Elaborado nos termos do artigo 155º do C.I.R.E.) Notas prévias: Publicação do anúncio de declaração de insolvência no Portal Citius em 24-01-2014 Reunião realizada
RELATÓRIO. O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto no artigo 155º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas CIRE.
Procº de insolvência n.º 9.480/13.3 TBVNG 2º Juízo Cível Insolvente: FERNANDO JORGE MARTINS PEREIRA DA SILVA Tribunal Judicial de Vila Nova de Gaia RELATÓRIO O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos
G.C.T. ON LINE DISTRIBUIÇÃO ALIMENTAR DIRECTA, S.A.
PROCESSO DE INSOLVÊNCIA TRIBUNAL DO COMERCIO DE LISBOA 3.º JUIZO INSOLVÊNCIA PESSOA COLECTIVA PROCESSO N.º 1587/11.8TYLSB G.C.T. ON LINE DISTRIBUIÇÃO ALIMENTAR DIRECTA, S.A. RELATÓRIO DO ADMINISTRADOR
4º Juízo Cível Processo nº 883/13.4TJVNF Insolvência de Licínio Lopes Serralharia Civil, Unipessoal, Lda
Exmo(a). Senhor(a) Doutor(a) Juiz de Direito do Tribunal do Judicial de Vila Nova de Famalicão 4º Juízo Cível Processo nº 883/13.4TJVNF Insolvência de Licínio Lopes Serralharia Civil, V/Referência: Data:
4º Juízo Cível Processo nº 954/13.7TJVNF Insolvência de Fernovais Construções, Sociedade Unipessoal, Lda
Exmo(a). Senhor(a) Doutor(a) Juiz de Direito do Tribunal do Judicial de Vila Nova de Famalicão 4º Juízo Cível Processo nº 954/13.7TJVNF Insolvência de Fernovais Construções, Sociedade Unipessoal, Lda V/Referência:
RELATÓRIO. O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto no artigo 155º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas CIRE.
Procº de insolvência n.º 710/11.7 TBVNG - 2º Juízo Cível Insolvente: JOSÉ MANUEL DA SILVA MACEDO Tribunal Judicial de Vila Nova de Gaia RELATÓRIO O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto
CIRE Código de Insolvência e Recuperação de Empresas
CIRE Código de Insolvência e Recuperação de Empresas Decreto-Lei n.º 53/2004 de 18 de Março Processo n.º 1051/12.8TYVNG Tribunal do Comércio de Vila Nova de Gaia 2º Juízo Relatório do (Artigo 155º do CIRE)
RELATÓRIO DO ADMINISTRADOR DA INSOLVÊNCIA (art.º 155.º CIRE)
2014 RELATÓRIO DO ADMINISTRADOR DA INSOLVÊNCIA (art.º 155.º CIRE) Tribunal da Comarca de Braga Braga Inst. Local Secção Cível J2 Processo n.º 4045/14.5TBBRG Nuno Albuquerque Breveilusão, Unipessoal, Ldª.
O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto no artigo 155º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas CIRE.
Procº de insolvência n.º 28/13.0 TBVLC 1º Juízo Insolvente: DISCALLA COMÉRCIO DE MALHAS, UNIPESSOAL, LIMITADA Tribunal Judicial de Vale de Cambra RELATÓRIO O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do
RELATÓRIO. O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto no artigo 155º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas CIRE.
Procº de insolvência n.º 10.767/11.5 TBVNG 1º Juízo Cível Insolvente: ANA ALEXANDRA DE OLIVEIRA PAIVA Tribunal Judicial de Vila Nova de Gaia RELATÓRIO O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto
Nuno Rodolfo da Nova Oliveira da Silva, Economista com escritório na Quinta
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RELATÓRIO DA ADMINISTRADORA DE INSOLVÊNCIA. (Elaborado nos termos do art.º155º do C.I.R.E.)
RELATÓRIO DA ADMINISTRADORA DE INSOLVÊNCIA (Elaborado nos termos do art.º155º do C.I.R.E.) NOTAS PRÉVIAS: Sentença da Declaração de Insolvência proferida em 16-05-2014 Publicidade da Sentença efectuada
Nuno Rodolfo da Nova Oliveira da Silva, Economista com. escritório na Quinta do Agrelo, Rua do Agrelo, nº 236, Castelões, em Vila Nova
Exmo(a). Senhor(a) Doutor(a) Juiz de Direito da 2ª Secção de Comércio da Instância Central de Vila Nova de Gaia J1 Processo 1810/16.2T8VNG Insolvência de Deolinda Gomes Coelho da Silva V/Referência: Data:
PROCESSO DE INSOLVÊNCIA
PROCESSO DE INSOLVÊNCIA Processo N.º 1803/10.3T2AVR Comarca do Baixo Vouga Aveiro Juízo do Comércio BRITO MARINHO, LDA. RELATÓRIO DO ADMINISTRADOR DE INSOLVÊNCIA Nos termos do art.º 155º do C.I.R.E. 1/6
O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos do disposto no artigo 155º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas CIRE.
Procº de insolvência n.º 919/12.6 TBPRG 2º Juízo Insolvente: SOCIEDADE AGRÍCOLA REGUEIRO & PINTO HESPANHOL, LIMITADA Tribunal Judicial de Peso da Régua RELATÓRIO O presente RELATÓRIO é elaborado nos termos
Famalicão. Nuno Rodolfo da Nova Oliveira da Silva, Economista com escritório na Quinta
Exmo.(a). Senhor(a) Doutor(a) Juiz de Direito da 2ª Secção de Comércio da Instância Central de Vila Nova de Famalicão J3 Processo nº 5452/14.9T8VNF Insolvência de Horas de Prata, Lda Nuno Rodolfo da Nova
RELATÓRIO Artigo 155º
SHM Software, Hardware e Manutenção, Lda. Tribunal do Comércio de Lisboa 2ª Juízo Procº 1211/06.0 TYLSB RELATÓRIO Artigo 155º 30 de Janeiro de 2007 Índice 1. Introdução; 2. Análise do documento referido
Guimarães. Nuno Rodolfo da Nova Oliveira da Silva, Economista com escritório na
Exmo(a). Senhor(a) Doutor(a) Juiz de Direito do Tribunal Judicial de Guimarães 4º Juízo Cível Processo nº 1610/09.6TBGMR Insolvência de OURIGUIMA - Joalheiros, Lda V/Referência: Data: Nuno Rodolfo da Nova
3º Juízo Cível V/Referência: Processo nº 719/12.3TJVNF Data: Insolvência de TMLR Tinoco, Moreira, Lascasas e Rocha, Empreendimentos Imobiliários, Lda.
Exmo(a). Senhor(a) Doutor(a) Juiz de Direito do Tribunal do Judicial de Vila Nova de Famalicão 3º Juízo Cível V/Referência: Processo nº 719/12.3TJVNF Data: Insolvência de TMLR Tinoco, Moreira, Lascasas
RELATÓRIO DA ADMINISTRADORA DE INSOLVÊNCIA. (elaborado nos termos do art.155º do C.I.R.E.)
RELATÓRIO DA ADMINISTRADORA DE INSOLVÊNCIA (elaborado nos termos do art.155º do C.I.R.E.) Notas prévias: Publicação do anúncio no Portal Citius a 28-11-2013 Reunião Realizada com a Insolvente em 23-12-2013
Nuno Rodolfo da Nova Oliveira da Silva, Economista com escritório na. Quinta do Agrelo, Rua do Agrelo, nº 236, Castelões, em Vila Nova de Famalicão,
Exmo(a). Senhor(a) Doutor(a) Juiz de Direito da 1ª Secção Cível da Instância Local de Guimarães J4 Processo 2100/14.0TBGMR Insolvência de Casualmode Unipessoal, Lda V/Referência: Data: Nuno Rodolfo da
CIRE Código de Insolvência e Recuperação de Empresas
CIRE Código de Insolvência e Recuperação de Empresas Decreto-Lei n.º 53/2004 de 18 de Março Processo n.º 2966/12.9TJVNF Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão 3º Juízo Cível Relatório do (Artigo 155º
