Compressilidade e Adensamento
|
|
|
- Aline Lemos Casqueira
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Compressilidade e Adensamento
2 ADENSAMENTO DO SOLO Entende-se por adensamento de solo a diminuição dos seus vazios com o tempo, devido a saída da água do seu interior. Este processo pode ocorrer devido a um acréscimo de solicitação sobre o solo, seja pela edificação de uma estrutura, construção de um aterro, rebaixamento do nível de água do lençol freático ou drenagem do solo, entre outros. Devido a sua heterogeneidade, grau de saturação, umidade, fração mineral predominante, o solo apresenta vários tipos de deformação quando solicitado e, cada tipo, exige uma metodologia própria para a sua avaliação.
3 Relação Carga - Deformação Todos os materiais sofrem deformação quando sujeitos a uma mudança de esforço. A deformação dos solos, principalmente os solos finos, não é instantânea, isto é, não ocorre imediatamente após a aplicação da solicitação, mas sim com o tempo. As deformações do solo, geralmente não uniformes, podem não ser prejudiciais ao solo, mas comprometer as estruturas que assentam sobre ele. Recalques diferenciais provocam nas estruturas esforços adicionais que comprometem à sua própria estabilidade. Quando projetamos uma construção deve-se prever os recalques a que esta estará sujeita, para daí decidir sobre o tipo de fundação, e até mesmo, sobre o sistema estrutural a ser adotado. Para estimativa da ordem de grandeza dos recalques por adensamento, além do reconhecimento do subsolo (espessura, posição, natureza das camadas, nível da água), devemos conhecer ainda a distribuição das pressões produzidas em cada um dos pontos do terreno, pela carga da obra, e as propriedades dos solos.
4 Recalque Aterro (1 o estágio) superfície
5 Recalque uniforme Aterro (2 o estágio) superfície deformação no solo de fundação
6 Recalque diferencial Aterro (2 o estágio) superfície deformação maior em uma porção
7 Recalque diferencial exemplos rocha argila argila mole mole
8 Recalque diferencial exemplos argila argila mole mole rocha
9 paleo paleo vale vale areia areia e e cascalho cascalho rocha rocha sã sã
10 rocha rocha sã sã argila argila mole mole
11 areia areia compacta compacta argila argila rocha rocha sã sã
12
13 Torre de Pisa 59 m 59,0m ,0m 22 m
14 Torre de Pisa Areia argilosa (4,3 m) Areia pura (6,3 m) Argila marinha
15 Torre de Pisa Bulbo de pressões
16
17
18
19
20
21
22
23 Processo de adensamento p o = p + m onde: p o = pressão transmitida pela fundação ao ponto M; p = pressão efetiva ou pressão grão a grão, parte da pressão aplicada nas partículas sólidas, m = sobrepressão hidrostática/acréscimo de pressão neutra, parte da pressão aplicada nas partículas de água.
24 Com o escoamento da água diminui até anular-se, p vai aumentando, pois p o é constante, portanto, no momento da aplicação da carga m = p o e p = 0. No final, quando cessa a transferência de pressões de para p, temos: m = 0 e p = p o. Em uma fase intermediária p o = p(t)+ m (t),pois p e são funções do tempo. Para uma análise das pressões que se instalam nas fases sólida, líquida e gasosa de um solo saturado, consideremos duas partículas sólidas em contato sobre uma superfície de área As.
25 Recalque Final por Adensamento O recalque total " H " que uma camada de solo compressível saturado de espessura " H " irá sofrer, será função da variação do índice de vazios. Supondo os minerais e o líquido incompressíveis e compressão unidirecional tem-se: DV = Vi - Vf DV = Vvi - Vvf DV = Vv = ei Vs - ef Vs = De Vs A variação de volume ocorre somente na vertical, portanto a área da seção do solo permanece constante
26 DV = De V s A DH = De A H s DH = De H s onde : H = altura da amostra H s = altura de sólidos mas, e i = Vv/V s = (V - V s ) / V s = (H - H s ) / H s e i = H / H s - 1 (e i i + 1)/H = 1/H s H s = H / 1 + e i sendo, H = e H s, temos D H / D e = H / (1 + e i ) = H s» D H = (D e / 1 + e i ). H
27 Analogia Mecânica de Terzaghi
28 Teoria do Adensamento O estudo teórico do adensamento permite obter uma avaliação da dissipação das sobre pressões hidrostáticas (conseqüentemente da variação de volume), ao longo do tempo, aqui um elemento de solo estará sujeito, dentro de uma camada compressível. A partir dos princípios da hidráulica, Terzaghi elaborou a sua teoria, sendo necessárias algumas simplificações. As hipótese básicas, são: a) solo homogêneo e completamente saturado; b) partículas sólidas e água intersticial incompressíveis; c) adensamento unidirecional; d) o escoamento da água obedece a lei de Darcy: (a velocidade de percolação é diretamente proporcional ao gradiente hidráulico v = k. i, sendo : v = velocidade ; k = coeficiente de permeabilidade; i = gradiente hidráulico = h / L; com coeficiente de permeabilidade constante e se processa unicamente na direção vertical) e) uma variação na pressão efetiva no solo causa uma variação correspondente no índice de vazios.
29 Teoria do Adensamento Equação Diferencial do Adensamento
30 Relação fundamental de adensamento unidirecional com fluxo de água vertical µ = ƒ(z,t)
31 Podemos também obter uma relação entre a variação do índice de vazios e a variação de volume de um elemento de solo: dv = dvi - dvf = Vvi - Vvf = ei. Vs - ef.vs = de. Vs dv = de. Vs porém, e = Vv / Vs = ( V - Vs ) / Vs Vs = V / ( 1 + e ) logo, dv = de ( V / 1 + e) Considerando a área da seção transversal do elemento dv = (de / (1+e )) dz
32 Coeficiente de Compressibilidade ( a v ) a v = de / dfe mede a razão da variação do índice de vazios com o acréscimo de tensões: a v alto = solo muito compressível a v baixo = solo não susceptível a grande variação de volume quando carregado
33 Solução da Equação do Adensamento Para resolver a equação diferencial do adensamento unidirecional com fluxo de água vertical é necessário determinar os limites de integração
34 As condições limites para integração devem ser fixadas da seguinte forma: a)há drenagem completa no topo da camada z = 0 Dm = 0 b)há drenagem completa na base da camada z = 2H Dm = 0
35 Porcentagem de Adensamento Porcentagem de adensamento do solo, numa profundidade " z ", num tempo "t", é a relação entre o adensamento ocorrido nesta profundidade e o adensamento total ocorrido nesta profundidade e o adensamento total que ocorrerá sob o efeito de acréscimo de solicitação. Distribuição de Tensões numa camada compressível Uz(%) = (AC/AB).100 = (DFt-Dm/DFt).100 = (DFe/DFt).100
36 Porcentagem média de adensamento " µ " para toda a camada, num tempo " t ", é a relação entre o adensamento que ocorreu neste tempo e o adensamento que ocorrerá na camada. µ = ½ H. u z d z
37 Ensaio de Adensamento Este ensaio serve para se obter diretamente os parâmetros do solo, necessários para os cálculos de deformações da camada no campo. O ensaio é feito sobre uma amostra de solo, geralmente com forma circular de pequena espessura, confirmada por um anel metálico e colocada entre dois discos porosos (pedras porosas) ou um disco, dependendo das condições de campo.
38 Para a realização do ensaio aplica-se cargas verticais gradualmente, segundo uma progressão geométrica de razão igual a 2. Cada estágio de carga deverá permanecer o tempo suficiente para permitir a deformação total da mostra, registrando-se nos intervalos apropriados (15, 30s, 1, 2, 4, 8, 16 min, etc) as indicações no extensômetro. Os resultados das leituras aferidas no extensômetro são colocados em gráficos onde, em abscissa ficarão os valores dos tempos de leitura, em escala logarítmica ou em raiz quadrada dos tempos e, em ordenada as correspondentes leituras no extensômetro, em escala natural. São denominadas Curvas de Adensamento. Destas curvas são obtidos os coeficientes de adensamento "Cv" do solo, através de construções gráficas. Estes coeficientes admitidos constantes para cada acréscimo de solicitação, determinam as velocidades de adensamento
39 Variação do Índice de Vazios com a Pressão Efetiva
40 Processo Gráfico de Casagrande Pelo ponto " T " (raio mínimo) traça-se a horizontal " h ", a tangente " t " e a bissetriz do ângulo formado por " t " e " h " ( b ). Prolonga-se a parte reta daquela linha até encontrar a bissetriz, a abscissa correspondente determina a pressão de pré-adensamento. P a não é necessariamente igual a " p e ", determinada através do perfil do terreno, levando em conta o peso próprio da terra existente quando a amostra foi retirada.
41 p a = p e, a camada argilosa é dita normalmente adensada p a > p e, pré adensamento ( o solo já esteve sujeito a cargas maiores do que a atuais), ocorre em campo p a < p e, parcialmente adensado ( o solo ainda não atingiu as suas condições de equilíbrio e, portanto, ainda não terminou de adensar sob o próprio peso da terra).
42 Curva Tempo-Recalque
43 O ajuste da curva tempo-recalque à curva teórica U= ƒ(t),consiste na eliminação dos trechos superior e inferior, por CASAGRANDE
44 Determinação do Coeficiente de Adensamento Despreza-se os extremos ( 0% e 100% ) e adota-se o t 50 correspondente a 50%. Para este valor de U o fator tempo é 0,197, portanto:» Cv = 0,197 H 50 2 / t 50 onde: 2H 50 é a espessura da amostra para 50% de adensamento. DETERMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE PERMEABILIDADE K = 0,2. a v.g a. H 50 2 / (1 +v) t 50
45 Comparação entre tempos de adensamento A relação entre os tempos para ser atingido, sob as mesmas condições de drenagem e pressão, um dado grau de adensamento com duas camadas de argila idêntica, mas de espessuras diferentes, é a seguinte: t 1 / t 2 = H 1 2 / H 2 2
46 Cálculo de recalques Dh = h - h1 Dε = ε i - εf tendo que o recalque é devido exclusivamente a redução de vazios, e a seção se mantém constante durante a deformação. Dh =( h / 1 + εi). K. log ( p + Dp / p ) onde : p = pressão inicial sobre a camada antes de ser aplicado p K = índice de compressão. K = ε -ε / log (p /p )
47 Exercícios 1) Em um ensaio de adensamento, uma amostra de 4,0 cm de altura exigiu 24 horas para atingir um determinado grau de adensamento. Pede-se calcular o tempo em horas para que uma camada de 8,0m de espessura e do mesmo material atinja, sob as mesmas condições de carregamento, o mesmo grau de adensamento.
48 Solução - Exercício 1
49 2) Uma camada compressível tem 6,0m de espessura e seu índice de vazios inicial é de 1,037. Ensaios de laboratório indicam que o índice de vazios final, sob o peso de um edifício projetado, será 0,981. Qual será o provável recalque total desse edifício?
50 Solução - Exercício 2
51 3) Dois pontos sobre a curva virgem de compressão de uma argila normalmente adensada são : e1 = 1,0 p1 = 0,5 kg/cm2 ; e2 = 0,9 p2 = 2,5 kg/ cm2. Se a pressão média sobre uma camada de 6,0m de espessura é 0,75 kg/cm2, calcule o decréscimo de espessura da camada sob um acréscimo médio de pressão de 1,75 kg/cm2.
52 Solução - Exercício 3
Compressibilidade e Teoria do adensamento. Mecânica de Solos Prof. Fabio Tonin
Compressibilidade e Teoria do adensamento Mecânica de Solos Prof. Fabio Tonin Compressibilidade É a diminuição do volume sob a ação de cargas aplicadas. É uma característica que todos os materiais possuem
Ensaio de Adensamento
Ensaio de Adensamento TC033 Laboratório de Mecânica dos Solos Professor: Vitor Pereira Faro INTRODUÇÃO Compressão (ou expansão): É o processo pelo qual uma massa de solo, sob a ação de cargas, varia de
Capítulo 3 - COMPRESSIBILIDADE E ADENSAMENTO DOS SOLOS
Capítulo 3-3.1 - Introdução Compressibilidade é uma característica de todos os materiais de quando submetidos a forças externas (carregamentos) se deformarem. O que difere o solo dos outros materiais é
Teoria do adensamento: Evolução dos recalques com o tempo
Teoria do adensamento: Evolução dos recalques com o tempo Mec. Solos II - Aula 05 Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira FEIS/UNESP Departamento de Engenharia Civil Geotecnia Capítulo 10 Tópicos abordados
Teoria do Adensamento
Teoria do Adensamento Tópicos complementares GEOTECNIA II SLIDES 08 / AULA 13 Prof. MSc. Douglas M. A. Bittencourt [email protected] Ensaio de Adensamento Ensaio de compressão edométrica Compressão
Notas de aulas de Mecânica dos Solos II (parte 5)
1 Notas de aulas de Mecânica dos Solos II (parte 5) Hélio Marcos Fernandes Viana Tema: Compressibilidade e adensamento (1. o Parte) Conteúdo da parte 5 1 Introdução 2 Principais passos que ocorrem no processo
Teoria do Adensamento
Teoria do Adensamento Tópicos complementares GEOTECNIA II SLIDES 09 Prof. MSc. Douglas M. A. Bittencourt [email protected] Ensaio de compressão edométrica Compressão de uma amostra de solo contida
Lista de Exercícios de Adensamento
UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Departamento de Engenharia Civil Setor de Geotecnia CIV 333 - Mecânica dos Solos II Prof. Paulo Sérgio de Almeida Barbosa Lista de
COMPRESSIBILIDADE E ADENSAMENTO EXERCÍCIOS PROPOSTOS
COMPRESSIBILIDADE E ADENSAMENTO EXERCÍCIOS PROPOSTOS QUESTÕES TEÓRICAS 1. O que significa comportamento não drenado? 2. Porque, no caso de solos argilosos, deve-se estudar a resposta não drenada do solo?
Capítulo 3 - COMPRESSIBILIDADE E ADENSAMENTO DOS SOLOS
Capítulo 3-3.1 - Introdução Compressibilidade é uma característica de todos os materiais de quando submetidos a forças externas (carregamentos) se deformarem. O que difere o solo dos outros materiais é
Universidade Federal do Paraná - UFPR Setor de Tecnologia Departamento de Construção Civil DCC
Universidade Federal do Paraná - UFPR Setor de Tecnologia Departamento de Construção Civil DCC Mecânica dos Solos Mecânica dos Solos TC-035 Terças-feiras e Quintas-feiras das 7:30 às 9:10 Segundo Semestre
AULA 12: DEFORMAÇÕES DEVIDAS A CARREGAMENTOS VERTICAIS E A TEORIA DO ADENSAMENTO. Prof. Augusto Montor Mecânica dos Solos
AULA 12: DEFORMAÇÕES DEVIDAS A CARREGAMENTOS VERTICAIS E A TEORIA DO ADENSAMENTO Prof. Augusto Montor Mecânica dos Solos 8.1 RECALQUES DEVIDOS A CARREGAMENTOS NA SUPERFÍCIE As deformações ocorridas na
Compressibilidade Unidimensional
Compressibilidade Unidimensional Introdução Deslocamentos em edificações (recalques): Hipótese usual do cálculo estrutural: deslocamentos nulos Natureza: sempre existem, por menores que sejam Introdução
Universidade Federal do Paraná - UFPR Setor de Tecnologia Departamento de Construção Civil DCC
Universidade Federal do Paraná - UFPR Setor de Tecnologia Departamento de Construção Civil DCC Mecânica dos Solos Mecânica dos Solos TC-035 Terças-feiras e Quintas-feiras das 7:30 às 9:10 Segundo Semestre
Notas de aulas de Mecânica dos Solos II (parte 6)
1 Notas de aulas de Mecânica dos Solos II (parte 6) Hélio Marcos Fernandes Viana Tema: Compressibilidade e adensamento (2. o Parte) Conteúdo da parte 6 7 Determinação do coeficiente de adensamento (C V
Teoria do Adensamento
Teoria do Adensamento Eolução dos Recalques com o Tempo GEOTECNIA II SLIDES 08 Prof. MSc. Douglas M. A. Bittencourt [email protected] O processo de adensamento Adensamento Aaliação dos recalques
Profa. Dra. Lizandra Nogami
Universidade de Cuiabá Campus Barão Curso de Engenharia Civil Profa. Dra. Lizandra Nogami Agradecimentos: Prof. Dr. Jefferson Lins Profa. Msc. Rafaela Faciola Teoria do Livro: PINTO, Carlos de Sousa. Curso
Aulas práticas. Figura do problema 4.3. Mecânica dos Solos Engª Geológica DEC/FCT/UNL 4.1
Figura do problema 4.3 Mecânica dos Solos Engª Geológica DEC/FCT/UNL 4.1 4.4 - Sobre o terreno representado pelo perfil geotécnico da figura, pretende-se construir um edifício com uma área de 20x20 m 2,
COMPRESSIBILIDADE E CONSOLIDAÇÃO
COMPRESSIBILIDADE E CONSOLIDAÇÃO 1. Sobre o maciço representado na Figura 1 vai ser construído um aterro ( at. = kn/m ) com uma altura de 8 m e que ocupará uma área de aproximadamente 10 hectares.,0 m,0
Mecânica dos Solos TC 035
Mecânica dos Solos TC 035 Curso de Engenharia Civil 6º Semestre Vítor Pereira Faro [email protected] Agosto 2017 Resistência ao cisalhamento das areias e argilas Solicitações drenadas - Areias 1 Solicitações
EMPUXOS DE TERRA E ESTEDO DE TENCOES EM MACISSOS TERROSOS
EMPUXOS DE TERRA E ESTEDO DE TENCOES EM MACISSOS TERROSOS Algumas vezes, na engenharia civil, não dispomos de espaço suficiente para fazer uma transição gradual das elevações do terreno onde queremos implantar
ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE
ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Interação solo X estrutura Recalques Recalques
MECÂNICA DOS SOLOS II COMPRESSIBILIDADE DOS SOLOS
MECÂNICA DOS SOLOS II COMPRESSIBILIDADE DOS SOLOS Aula 4 - Notas de aula DEVIDO A CARGAS APLICADAS Compressibilidade- NBR 6502/95 Propriedade de um solo relativa à sua suscetibilidade de diminuir de volume
LABORATÓRIO de MECÂNICA dos SOLOS - Noções de Compressibilidade - Ensaio de Adensamento
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UFPR SETOR DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE CONSTRUÇÃO CIVIL CURSO DE ENGENHARIA CIVIL LABORATÓRIO de MECÂNICA dos SOLOS - Noções de Compressibilidade - Ensaio de Adensamento
LABORATÓRIO de MECÂNICA dos SOLOS Permeabilidade do Solo SUMÁRIO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UFPR SETOR DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE CONSTRUÇÃO CIVIL CURSO DE ENGENHARIA CIVIL LABORATÓRIO de MECÂNICA dos SOLOS Permeabilidade do Solo SUMÁRIO 1. Introdução 2. Conceito
Geotécnica Ambiental. Aula 4: Propagação de tensões no solo
Geotécnica Ambiental Aula 4: Propagação de tensões no solo Propagações de tensões no solo devido a carregamentos externos São as tensões decorrentes das cargas estruturais aplicadas (tensões induzidas),
Capítulo 7. Permeabilidade. Prof. MSc. Douglas M. A. Bittencourt GEOTECNIA I SLIDES 08.
Capítulo 7 Permeabilidade GEOTECNIA I SLIDES 08 Prof. MSc. Douglas M. A. Bittencourt [email protected] Propriedade do solo que indica a facilidade com que um fluido poderá passar através de
Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências Rurais Departamento de Solos Laboratório de Física do Solo
Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências Rurais Departamento de Solos Laboratório de Física do Solo www.ufsm.br/fisicadosolo COMPRESSIBILIDADE Na engenharia civil, o método é utilizado na
Princípios da Mecânica Força
Mecânica dos Solos e Fundações PEF 522 5 a Aula Conceitos de Tensões total, neutra e efetiva Capilaridade Transmissão de tensões no solo Prof. Fernando A. M. Marinho Princípios da Mecânica Força Equilíbrio
Permeabilidade e Fluxo Unidimensional em solos
e Fluxo Unidimensional em solos GEOTECNIA II SLIDES 0 Prof. MSc. Douglas M. A. Bittencourt [email protected] Propriedade do solo que indica a facilidade com que um fluido poderá passar através
Laboratório de Mecânica dos Solos. Primeiro Semestre de 2017
Laboratório de Mecânica dos Solos Primeiro Semestre de 2017 Aula 8 Permeabilidade 1. A água no solo Problemas práticos envolvendo percolação: Barragens: Vazões infiltradas, piping, dimensionamento de filtros
GEO-45. Engenharia Geotécnica II. Adensamento de Argilas Moles Slides das Figuras Complementares às Notas da Teoria tomadas em Sala de Aula
GEO-45 Engenharia Geotécnica II Adensamento de Argilas Moles Slides das Figuras Complementares às Notas da Teoria tomadas em Sala de Aula Paulo Hemsi 2010 Adensamento de Solos Argilosos Moles Obras Portuárias
Mecânica dos Solos I (TEC00259) Compressibilidade e recalques elásticos nos solos. Prof. Manoel Isidro de Miranda Neto Eng.
Mecânica dos Solos I (TEC00259) Compressibilidade e recalques elásticos nos solos Prof. Manoel Isidro de Miranda Neto Eng. Civil, DSc Compressibilidade e recalques elásticos nos solos SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO
17/03/2017 FUNDAÇÕES PROFESSORA: ARIEL ALI BENTO MAGALHÃES / CAPÍTULO 2 FUNDAÇÕES RASAS
FUNDAÇÕES PROFESSORA: ARIEL ALI BENTO MAGALHÃES / [email protected] CAPÍTULO 2 FUNDAÇÕES RASAS 1 Critérios Fundação direta, rasa ou superficial é aquela em que as cargas da edificação (superestrutura)
TC MECÂNICA DOS SOLOS PERMEABILIDADE E FLUXO PARTE I
PERMEABILIDADE E FLUXO PARTE I ÁGUA NO SOLO - A água ocupa a maior parte ou a totalidade dos vazios do solo; - Quando submetida a diferença de potenciais, a água se desloca no seu interior; ÁGUA NO SOLO
Solicitações Não Drenadas
Controle de Obras Mecânica dos solos Resistência ao cisalhamento das areias e argilas 1 Solicitações Não Drenadas 2 1 Solicitações não drenadas Quando um carregamento é aplicado em uma massa de solo saturada,
Tensões geostáticas. 1) Determinar as tensões no solo devidas ao seu peso próprio dadas as condições apresentadas na figura abaixo:
Tensões geostáticas 1) Determinar as tensões no solo devidas ao seu peso próprio dadas as condições apresentadas na figura abaixo: SOLO1, γ s = 27 kn/m 3, n = 0,4, w = 15% SOLO1 SOLO2, γ s = 26,5 kn/m3
Recalques e movimentos na estrutura
Recalques e movimentos na estrutura FUNDAÇÕES SLIDES 19 Prof. MSc. Douglas M. A. Bittencourt [email protected] Recalques de fundações Uma fundação com Fator de Segurança adequado contra ruptura
Para análise e solução dos problemas mais importantes de engenharia de solos é necessário o conhecimento das características de resistência ao
Vários materiais sólidos empregados em construção normalmente resistem bem as tensões de compressão, porém têm uma capacidade bastante limitada de suportar tensões de tração e de cisalhamento. Geralmente
Água nos Solos Princípio das Tensões Efetivas
Mecânica dos Solos Água nos Solos Princípio das Tensões Efetivas Prof. Fernando A. M. Marinho O ciclo da água Retenção de água pelo solo http://guernseysoil.blogspot.com.br/2012/07/your-backyard-woods-water-cycle.html
NOTAS DE AULA - 02 / MACIÇOS E OBRAS DE TERRA PROF. SERGIO ANTONIO BORTOLOTI
NOTAS DE AULA - 02 / MACIÇOS E OBRAS DE TERRA PROF. SERGIO ANTONIO BORTOLOTI Medidas da Resistência ao Cisalhamento Definição da Envoltória de Ruptura entre Ϭ e. Métodos: a)- Cisalhamento Direto: serve
LABORATÓRIO de MECÂNICA dos SOLOS - Noções de Resistência à Compressão - Ensaio de Compressão Simples e Diametral
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UFPR SETOR DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE CONSTRUÇÃO CIVIL CURSO DE ENGENHARIA CIVIL LABORATÓRIO de MECÂNICA dos SOLOS - Noções de Resistência à Compressão - Ensaio de Compressão
Obras Geotécnicas TC 066
Obras Geotécnicas TC 066 Curso de Engenharia Civil 7º Semestre Vítor Pereira Faro [email protected] Março 2017 Areias Solos muito permeáveis Comportamento controlado pelas forças de gravidade, logo pelo tamanho
OBRAS DE TERRA BARRAGENS DE REJEITO OTIMIZAÇÃO DA DEPOSIÇÃO DE REJEITOS DE MINERAÇÃO
OBRAS DE TERRA BARRAGENS DE REJEITO OTIMIZAÇÃO DA DEPOSIÇÃO DE REJEITOS DE MINERAÇÃO Barragens de Rejeitos Método de Montante Barragens de Rejeito Método de Jusante Barragens de Rejeito Método da Linha
CÓDIGO: IT822. Estudo dos Solos CRÉDITOS: 4 (T2-P2) INSTITUTO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO DECANATO DE ENSINO DE GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE ASSUNTOS ACADÊMICOS E REGISTRO GERAL DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS PROGRAMA ANALÍTICO DISCIPLINA CÓDIGO: IT822
Controle de Obras Mecânica dos solos
Controle de Obras Mecânica dos solos Resistência ao cisalhamento dos solos 1 Como foi já foi visto... A ruptura dos solos ocorre por cisalhamento, raramente os solos rompem por tração. A resistência ao
1. Resumo O ensaio consiste na compressão do solo contido dentro de um molde que. O ensaio simula o comportamento do solo quando ele é comprimido pela
NBR 12007/1992 Ensaio de Adensamento Unidimensional 1. Resumo O ensaio consiste na compressão do solo contido dentro de um molde que impede qualquer deformação lateral. O ensaio simula o comportamento
Unidade 3 - COMPRESSIBILIDADE E ADENSAMENTO DOS SOLOS
Unidade 3-3.1 - Introdução As cargas de uma determinada estrutura ou, por exemplo, da construção de um aterro, são transmitidas ao solo gerando uma redistribuição dos estados de tensão em cada ponto do
Universidade Tecnológica Federal do Paraná. CC54Z - Hidrologia. Infiltração e água no solo. Prof. Fernando Andrade Curitiba, 2014
Universidade Tecnológica Federal do Paraná CC54Z - Hidrologia Infiltração e água no solo Prof. Fernando Andrade Curitiba, 2014 Objetivos da aula Definir as grandezas características e a importância da
ENGENHARIA DE FORTIFICAÇÃO E CONSTRUÇÃO CADERNO DE QUESTÕES
CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO ENGENHARIA DE FORTIFICAÇÃO E CONSTRUÇÃO CADERNO DE QUESTÕES 2016 1 a QUESTÃO Valor: 1,00 A figura acima mostra uma viga de comprimento L e rigidez à flexão EJ
Em argilas considera-se que a rigidez é constante com a profundidade. Logo o recalque da sapata pode ser calculado com a seguinte equação:
Questão 1. A partir da prova de carga da Figura 1, realizada numa camada de argila, sobre uma placa de 0,8 m de diâmetro, estime o recalque de uma sapata de 3 m de lado, que será construída no mesmo local
UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI INSTITUTO DE CIÊNCIA, ENGENHARIA E TECNOLOGIA ENGENHARIA CIVIL
UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI INSTITUTO DE CIÊNCIA, ENGENHARIA E TECNOLOGIA ENGENHARIA CIVIL ECV 114 FUNDAÇÕES E OBRAS DE TERRA RECALQUES [email protected] PROGRAMAÇÃO
Unidade 3 - COMPRESSIBILIDADE E ADENSAMENTO DOS SOLOS
Unidade 3-3.1 - Introdução As cargas de uma determinada estrutura são transmitidas ao solo gerando uma redistribuição dos estados de tensão em cada ponto do maciço (acréscimos de tensão), a qual irá provocar
Caderno de questões. Processo seletivo de ingresso para o 1º. Semestre de 2018 CONHECIMENTOS ESPECIFICOS GEOTECNIA Mestrado e Doutorado
Caderno de questões Processo seletivo de ingresso para o 1º. Semestre de 018 CONHECIMENTOS ESPECIFICOS GEOTECNIA Mestrado e Doutorado ORIENTAÇÃO PARA ESSA PROVA Esta prova possui 0 (vinte) questões, todas
5. Análise dos deslocamentos verticais
5. Análise dos deslocamentos verticais Os deslocamentos verticais em aterros fundados em solos altamente compressíveis apresentam-se como uma das principais preocupações do engenheiro projetista. A busca
PEF3305 Mecânica dos Solos e das Rochas I Coleção 6 Geomecânica e a Teoria da Elasticidade
1) Um dos ensaios de campo usados para projetar fundações é a prova de carga sobre placa. Trata-se de uma placa circular metálica de 80 cm de diâmetro carregada por um macaco que reage contra uma viga.
Água nos Solos Princípio das Tensões Efetivas. Fernando A. M. Marinho 2017
Água nos Solos Princípio das Tensões Efetivas Fernando A. M. Marinho 2017 Água nos Solos A evaporação não acontece somente nos oceanos. Ela ocorre no próprio solo também O solo armazena água e a pressão
DETERMINAÇÃO DA PERMEABILIDADE DO SOLO
DETERMINAÇÃO DA PERMEABILIDADE DO SOLO 1. Objetivo Determinar o coeficiente de permeabilidade à carga constante e à carga variável, com percolação de água através do solo em regime de escoamento laminar.
Princípios da Mecânica Força
Mecânica dos Solos e Fundações PEF 522 Conceitos de Tensões total, neutra e efetiva Capilaridade Propagação de tensões no solo Princípios da Mecânica Força Equilíbrio Tensão Tensão normal Tensão tangencial
Compactação Exercícios
Compactação Exercícios 1. Num ensaio de compactação foram obtidos os dados listados na tabela abaixo Identificação 1 2 3 4 5 Teor de umidade, w (%) 5,2 6,8 8,7 11,0 13,0 Massa do cilindro + solo (g) 9810
Permeabilidade dos Solos
Permeabilidade dos Solos A água no solo A água ocupa a maior parte ou a totalidade dos vazios do solo, quando submetida a diferença de potenciais, a água se desloca no seu interior. O estudo da percolação
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGIAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL GEOTECNIA I
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGIAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL GEOTECNIA I Aula 08 Augusto Romanini Sinop - MT 2017/2 AULAS Aula 00 Apresentação
Notas de aulas de Mecânica dos Solos I (parte 12)
1 Notas de aulas de Mecânica dos Solos I (parte 12) Hélio Marcos Fernandes Viana Tema: Permeabilidade dos solos e fluxo unidimensional (1. o Parte) Conteúdo da parte 12 1 Introdução 2 Leis de Darcy e de
BARRAGENS DE TERRA E DE ENROCAMENTO AULA 3. Prof. Romero César Gomes - Departamento de Engenharia Civil / UFOP
BARRAGENS DE TERRA E DE ENROCAMENTO AULA 3 Prof. Romero César Gomes - Departamento de Engenharia Civil / UFOP Análises da Estabilidade de Taludes de Barragens Escolha das Seções Críticas seção de altura
Mec. Solos II - Aula 02 Capítulo 05. Tensões nos Solos. Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira FEIS/UNESP Departamento de Engenharia Civil Geotecnia
Tensões nos Solos Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira FEIS/UNESP Departamento de Engenharia Civil Geotecnia Mec. Solos II - Aula 02 Capítulo 05 Tensões no Solo Solo são constituídos de partículas
Geotecnia de Fundações TC 041
Geotecnia de Fundações TC 041 Curso de Engenharia Civil 8º Semestre Vítor Pereira Faro [email protected] Agosto 2018 FUNDAÇÕES ESPECIAIS 1 Fundações especiais Estapata; Estaca T; Radier Estaqueados; Estacas
2. Revisão bibliográfica 2.1. Características de argilas diversas
2. Revisão bibliográfica 2.1. Características de argilas diversas Diversos estudos de campo e de laboratório, com o objetivo de determinar características de argilas moles, têm sido reportados na literatura
Mecânica dos Solos TC 035
Mecânica dos Solos TC 035 Curso de Engenharia Civil 6º Semestre Vítor Pereira Faro [email protected] Setembro 2015 Tensões totais, efetivas e neutras 1 Resistência ao cisalhamento Define-se como resistência
Julgue o próximo item, relativo a noções de sistema cartográfico.
Julgue o próximo item, relativo a noções de sistema cartográfico. 95.(FUB/CEPE/2016) As curvas de nível, método utilizado para representar o relevo terrestre, nunca se cruzam, apenas se tocam quando representam
ou lugar geométrico dos pontos da superfície da água no subsolo, submetidos à ação da pressão atmosférica.
PERMEABILIDADE NOS SOLOS 1 Capilaridade 1.1 Fenômenos Capilares Quando um tubo é colocado em contato com a superfície da água livre, forma-se uma superfície curva a partir do contato água-tubo. A curvatura
MECÂNICA DOS SOLOS E DAS ROCHAS Aula 01
CAMPUS BRASÍLIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL MECÂNICA DOS SOLOS E DAS ROCHAS Aula 01 REDE DE FLUXO 1 Conteúdo da Aula Apresentação da Disciplina (ementa, programa, regras...) Fluxo unidimensional (revisão)
Mecânica dos Solos TC 035
Mecânica dos Solos TC 035 Curso de Engenharia Civil 6º Semestre Vítor Pereira Faro [email protected] Setembro 2015 Tensões no solo Em qualquer ponto da massa do solo existem três planos ortogonais onde as
Análise da consolidação sob um aterro
Manual de engenharia No. 11 Atualização: 02/2016 Análise da consolidação sob um aterro Programa: Recalque Arquivo: Demo_manual_11.gpo Neste manual de engenharia, vamos explicar como analisar a consolidação
AULA 13: ESTADO DE TENSÕES E CRITÉRIOS DE RUPTURA. Prof. Augusto Montor Mecânica dos Solos
AULA 13: ESTADO DE TENSÕES E CRITÉRIOS DE RUPTURA Prof. Augusto Montor Mecânica dos Solos 9 INTRODUÇÃO Os solos, como vários outros materiais, resistem bem a compressão, mas tem resistência limitada aos
Recalques em Fundações Superficiais
Departamento de Tecnologia Curso de Engenharia Civil Recalques em Fundações Superficiais Professor: Luciano Pivoto Specht Disciplina de Fundações Dimensionamento Geotécnico - Adequado fator de segurança
4 Resultados dos Ensaios
4 Resultados dos Ensaios Para implementar a metodologia desenvolvida na pesquisa e descrita no capítulo 3 foi feita uma campanha de ensaios para conhecer e estudar os resultados que estes ensaios fornecem.
1. DEFINIÇÕES 1. DISTRIBUIÇÃO VERTICAL DA ÁGUA
Capítulo Infiltração 6 1. DEFINIÇÕES A infiltração é o processo pelo qual a água penetra nas camadas superficiais do solo, se move para baixo através dos vazios pela ação da gravidade, até atingir uma
A MECÂNICA DOS SOLOS NOS CONCURSOS DE ENGENHARIA CIVIL Olá pessoal, meu nome é Alan Barbosa Costa, sou Engenheiro Civil pela Universidade Federal de Alagoas e Técnico em Edificações pelo Instituto Federal
Cap. 2 CONSTRUÇÃO DE ATERROS
Cap. 2 CONSTRUÇÃO DE ATERROS 1. CONSTRUÇÃO DE ATERROS A construção de aterros envolve os seguintes aspectos: 1. Estudos geológicos e geotécnicos, prospecção solos presentes e suas características, localização
- TP01/1 - TP01/2 - TP01/3 - TP01/4 - TP01/5. FIGURA 7.27: Teor de Sólidos com a Profundidade da LAMA DE LAVAGEM DE BAUXITA.
397 0 - TP01/1 1 - TP01/2 Profundidade (m) 2 3 4 5 6 - TP01/3 - TP01/4 - TP01/5 Profundidade (m) 0 1 2 3 4 - SP2-3/1 - SP2-3/2 7 10 20 30 40 50 60 70 80 5 30 40 50 60 70 Teor de Sólidos (%) Teor Índice
MOVIMENTO DE ÁGUA NOS SOLOS TRAÇADO DE REDES DE FLUXO
MOVIMENTO DE ÁGUA NOS SOLOS TRAÇADO DE REDES DE FLUXO 1 Movimento de Água nos Solos O estudo do fluxo de água em obras de engenharia é de grande importância: visa quantificar a vazão que percola no maciço;
Disciplina: Mecânica dos Solos e Fundações
Disciplina: Mecânica dos Solos e Fundações Caracterização e Estado dos solos Prof. Caio Rubens Caracterização dos solos 2) Índices de Consistência (Limites de Atterberg) Somente a distribuição granulométrica
Disciplina: Mecânica dos Solos e Fundações Compacidade das Areias, Consistência das Argilas e Classificação dos Solos
Disciplina: Mecânica dos Solos e Fundações Compacidade das Areias, Consistência das Argilas e Classificação dos Solos Prof. Caio Rubens Estado das Areias - Compacidade O estado em que se encontra uma areia
5. Infiltração. Hidrologia cap5 5.1 OCORRÊNCIA
5. Infiltração 5.1 OCORRÊNCIA As águas provenientes das precipitações que venham a ficar retidas no terreno ou a escoar superficialmente podem se infiltrar no solo por efeito da gravidade ou de capilaridade,
Barragem de Terra Análise de Percolação em Estado Constante
Manual de engenharia No. 32 Atualização 3/2016 Barragem de Terra Análise de Percolação em Estado Constante Programa: MEF Percolação Arquivo: Demo_manual_32.gmk Introdução Este exemplo mostra aplicar o
Controle de Obras Mecânica dos solos
Controle de Obras Mecânica dos solos Tensões verticais no solo 1 s Dh h el Dh h er Dr r dr E s e l er el e 2 1 3 Tensões no Solo No solo a tensão vertical em uma determinada profundidade é devida ao peso
O que é compatação? Por que? Técnica de melhoria do terreno, onde o solo é densificado através de um esforço de compactação externo.
Mecânica dos Solos e Fundações PEF 522 Compactação dos Solos Estabilidade de taludes O que é compatação? Técnica de melhoria do terreno, onde o solo é densificado através de um esforço de compactação externo.
1. PERMEABILIDADE Definição
1. PERMEABILIDADE 1.1. Definição A permeabilidade é a propriedade que o solo apresenta de permitir o escoamento da água através dele, sendo o seu grau de permeabilidade expresso numericamente pelo "coeficiente
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGIAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL GEOTECNIA III
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGIAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL GEOTECNIA III Aula 01 Fluxo no Solo Introdução Eng. Civil Augusto Romanini (FACET
4) Movimento da Água no solo - Bibliografia. 4) Movimento da Água no solo
- Bibliografia Sucção Solo Argiloso Solo Arenoso Umidade do solo 2 Água Gravitacional Capilaridade Higroscópica Saturação Capacidade de Campo PMP Y (cbar) -0 5 Sucção -0 4-0 3-00 -0 0 0 0 20 30 40 50 60
FUNDAÇÕES RASAS INTRODUÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI INSTITUTO DE CIÊNCIA, ENGENHARIA E TECNOLOGIA ENGENHARIA CIVIL ECV 114 FUNDAÇÕES E OBRAS DE TERRA FUNDAÇÕES RASAS INTRODUÇÃO [email protected]
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DOS SOLOS E INTERAÇÃO COM ÁGUAS SUBTERRÂNEAS
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DOS SOLOS E INTERAÇÃO COM ÁGUAS SUBTERRÂNEAS 2 Vagner R. Elis Produção e destinos de resíduos urbanos: problemas de contaminação ambiental 2.1 Introdução 2.2 Propriedades físicas
