PROCESSO: RTOrd
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- Sabina Penha Minho
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1 PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO Gab Des Rosana Salim Villela Travesedo Av. Presidente Antonio Carlos, 251 6o. andar Castelo Rio de Janeiro RJ A C Ó R D Ã O 10ª T U R M A PROCESSO: RTOrd CONVERSÃO DO SALÁRIO DE CRUZEIROS REAIS PARA URV (UNIDADE REAL DE VALOR). REDUÇÃO SALARIAL. NÃO CONFIGURAÇÃO. Comprovado, aritmeticamente, que o critério adotado pela empresa para a conversão dos salários do mês de março de 1994 de cruzeiros reais para URV, ainda que equivocado, resultou em salário superior ao que seria obtido com a adoção do critério correto, não há que se falar em redução salarial ou mesmo prejuízo de qualquer espécie. Apelo obreiro parcialmente provido. Vistos, relatados e discutidos estes autos de recurso ordinário em que são partes: FRANCISCO DE ASSIS FERREIRA, como recorrente, e COMPANHIA ESTADUAL DE ÁGUAS E ESGOTOS - CEDAE, como recorrida. Trata-se de recurso ordinário interposto pelo trabalhador, objetivando a reforma da sentença de fls. 58/59, proferida pela MM. Juíza Ana Celina Laks Weissblüth, da 2ªVT/Macaé, que extinguiu o feito com resolução do mérito. Investe contra a pronúncia da prescrição total, pugnando pelo pagamento de diferenças salariais decorrentes da conversão do salário de cruzeiro real para URV (Unidade Real de Valor). Deferida a gratuidade de justiça ao obreiro nos autos do Processo AIRO nº (em anexo). Contrarrazões às fls. 188/196. É o relatório
2 V O T O: Conhecimento: Recurso ordinário interposto a tempo e modo. Conheço-o. Da prescrição total: Bate-se o trabalhador contra a pronúncia da prescrição total relativamente às diferenças salariais alusivas à conversão do salário de cruzeiro real para URV (Unidade Real de Valor). A tese é subsistente. Isso porque a prescrição total somente se configura após o decurso de dois anos do rompimento do pacto de trabalho, à luz do disposto no texto constitucional (Constituição da República, art. 7º, XXIX). Na hipótese em tela, o autor ingressou na empresa ré em data de aos 03/11/1987, permanecendo em curso seu contrato de trabalho, o que afasta a modalidade prescricional aventada. Sobremais, os prejuízos salariais renovam-se mês a mês, de forma continuada, o que atrai a aplicação da prescrição parcial. Inaplicável, portanto, a Súmula nº 294 do c. TST. A propósito, colho na jurisprudência do c. TST excerto de acórdão analisando hipótese análoga, verbis: PRESCRIÇÃO. DIFERENÇAS SALARIAIS. CONVERSÃO DOS SALÁRIOS EM URV. Por tratarse de pedido de prestação sucessiva, qual seja diferenças salariais em razão da conversão do valor do salário em URV, situação em que a lesão do direito se perpetua, porque assegurado em lei, a prescrição a ser declarada é a parcial, atingindo apenas as parcelas anteriores ao quinquênio em que foi ajuizada a ação, nos termos da parte final da Súmula n 294 do TST. Precedentes desta Corte. (RR Relator Ministro José Roberto Freire Pimenta - 2ª Turma - pub. em 20/04/2012) Logo, em tendo a demanda sido aforada aos 12/05/2010, merece parcial retoque a decisão de origem, afastando-se a prescrição total e
3 declarando-se a quinquenal, arguida pela ré. Estando a causa madura para julgamento, nos termos do art. 515, 3º do CPC, passo à análise meritória. Mérito: Das diferenças salariais: Assevera o obreiro que teria sofrido redução salarial por ocasião da conversão do valor de sua remuneração de cruzeiro real para URV (Unidade Real de Valor), pugnando pela reposição das perdas salariais decorrentes da extemporânea conversão dos salários. A seu dizer, o artigo 19 da Lei nº 8.880/94 teria estabelecido a conversão dos salários de novembro/93, dezembro/93, janeiro/94 e fevereiro/94 pela URV considerando as datas dos respectivos pagamentos, para, então, se obter o salário de março/94, em URV s, a partir da média aritmética daquelas conversões. Acrescenta que, percebendo seus vencimentos antes do término do mês, a ré teria procedido às conversões considerando o último dia, diminuindo, assim, a expressão em URV s do salário pago em cruzeiros reais, o que teria provocado uma perda salarial de 11,98%. Sem razão. É certo que a ré efetuou as conversões considerando a URV do último dia de cada mês trabalhado, valendo-se do critério contido no art. 18 da Lei nº 8.880/1994, quando o correto seria, inequivocamente, aquele estabelecido no art. 19. Isto porque, à luz do indigitado art. 18, sua aplicação estaria restrita aos que percebessem salário mínimo nacional, constituindo exceção à regra geral do art. 19, cujos destinatários eram os trabalhadores em geral, dentre os quais, o autor. Nesse passo, pinço excerto de aresto proferido pelo c. TST, com idêntica conclusão, verbis: DIFERENÇAS SALARIAIS. CONVERSÃO DE SALÁRIOS DE CRUZEIRO REAL EM URV. LEI Nº 8.880/94. O artigo 19, caput e 8º, da Lei nº 8.880/94 fixa os critérios para a conversão dos salários em URV.... Ressalta-se que está
4 pacificado nesta Corte superior o entendimento de que é correto o cálculo do salário do mês de março de 1994 a partir do valor da URV do dia do efetivo pagamento, que se dá até o quinto dia útil subsequente ao mês da prestação dos serviços. Precedentes da Corte. (AIRR Relator Ministro José Roberto Freire Pimenta - 2ª Turma - pub. em 13/04/2012) (sublinhei) Ocorre que, malgrado se reconheça o equívoco do procedimento patronal, seu resultado constituiu-se em ganho favorável, se comparável ao critério invocado pelo trabalhador. Considerando que o autor recebeu os salários de novembro/93 (salário base de CrZ$50.535,21), dezembro/93 (salário base de CrZ$83.113,42), janeiro/94 (salário base de CrZ$ ,83) e fevereiro/94 (salário base de CrZ$ ,75) nas datas respectivas de 23/11/1993, 20/12/1993, 24/01/1994 e 21/02/1994, a conversão deveria considerar as URV s de cada um desses dias, conforme tabela a seguir: MÊS SALÁRIO EM CrZ$ DATA DE PAGAMENTO DO SALÁRIO URV DO DIA DO PAGAMENTO DO SALÁRIO NOV/93 CrZ$50.535,21 23/11/ ,02 228,65 DEZ/93 CrZ$83.113,42 20/12/ ,41 287,18 JAN/94 CrZ$ ,83 24/01/ ,09 261,48 FEV/94 CrZ$ ,75 21/02/ ,70 196,14 VALOR DO SALÁRIO EM URV Após tal conversão, o salário de março/94, em URV s, deveria considerar a média aritmética dos valores obtidos [(228, , , ,14) : 4)], apurando-se o resultado de 243,36 URV s, inferior ao salário pago pela ré em março/94, de 254,93 URV s. Sequer se verificou ofensa ao contido no 8º do art. 19 da Lei nº 8.880/94, o qual estipulou que o salário de março/94 não poderia ser inferior ao de fevereiro desse mesmo ano, observado seu valor, em cruzeiros reais, na medida em que este último corresponderia a ,18, superior ao salário de fevereiro/94 (salário base de CrZ$ ,75). De tudo se permite concluir pela inexistência da aventada redução
5 salarial, não se configurando ofensa ao artigo 7º, inciso VI, da Lei Maior, e, tampouco, consequente prejuízo ao trabalhador. Nego provimento. Conclusão: Conheço do recurso ordinário e, no mérito, dou-lhe provimento parcial para, afastando a prescrição total, julgar improcedente o pedido. Mantidos os valores fixados em sentença. A C O R D A M os Desembargadores que compõem a 10ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, por unanimidade, conhecer do recurso ordinário e, no mérito, dar-lhe provimento parcial para, afastando a prescrição total, julgar improcedente o pedido. Mantidos os valores fixados em sentença, nos termos do voto da Excelentíssima Desembargadora Relatora. Rio de Janeiro, 4 de julho de ROSANA SALIM VILLELA TRAVESEDO Relatora RSVT/fh/d
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