EFEITO DE SEVERIDADE E DANO CAUSADO PELO MÍLDIO DA CEBOLA
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- Adelina Fonseca Fidalgo
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1 EFEITO DE SEVERIDADE E DANO CAUSADO PELO MÍLDIO DA CEBOLA Jaqueline CARVALHO 1, Leandro L. MARCUZZO 2 1 Bolsista PIBITI/CNPq; 2 Orientador IFC-Campus Rio do Sul). Introdução A cebola (Allium cepa L.) é uma das plantas cultivadas de mais ampla difusão no mundo. Originária da Ásia foi introduzida no Brasil pelos portugueses e é uma das hortaliças mais importantes, sendo cultivada na maioria das regiões brasileiras (BOITEUX e MELO, 2004). É a segunda hortaliça em importância mundial, superada apenas pelo tomate (SONG et al., 2007). A produção brasileira em 2013 foi de 1.428,112 toneladas, com produção de toneladas e um rendimento médio de 25,921 Kg.ha -1. O estado de Santa Catarina foi responsável por 28,6% da participação da produção nacional (CEPA, 2014). A cultura ocupa o terceiro lugar entre as hortaliças de maior expressão econômica do Brasil e constitui atividade socioeconômica de grande relevância para os estados da região sul. As doenças constituem-se num dos principais problemas na cultura da cebola que incidem desde a semeadura, durante todo o desenvolvimento vegetativo e reprodutivo e também na armazenagem. Entre as principais doenças da cultura esta o míldio, causado por Peronospora destructor. Essa doença na cultura varia em função das condições climáticas, cultivar, localização, tipo de solo, tratos culturais, ataque de insetos e estado nutricional da planta. O controle desta doença na região do Alto Vale do Itajaí consiste basicamente no predomínio do sistema convencional de produção, com o uso intensivo de agrotóxicos e que resulta em alto custo de produção, além de causar problemas sociais e ambientais. No entanto, na região poucos dados são disponíveis sobre o real efeito do míldio na severidade e produtividade em relação ao controle convencional. Mediante a este aspecto, o objetivo deste trabalho é avaliar a influência da severidade do míldio causado
2 por Peronospora destructor na produtividade de cebola na região do Alto Vale do Itajaí/SC Material e Metódos O experimento foi realizado no Instituto Federal Catarinense Campus de Rio do Sul, no município de Rio do Sul SC, (Latitude: 27º11 07 S e Longitude: 49º39 39 W, altitude 655 metros). Mudas de cebola do cultivar Empasc 352/Bola Precoce foram produzidas em canteiros e transplantadas a campo em experimento contendo quatro repetições com área de 1,65m X 2,00m com 33 cm entre fileiras e de 10 cm entre plantas. Para avaliação de míldio 10 plantas em cada repetição serão previamente escolhidas e demarcadas aleatoriamente. A calagem, adubação, tratos culturais e aplicação de inseticidas seguirão as normas da cultura (OLIVEIRA e BOITEUX, 2004). Os tratamentos consistiram em avaliar o sistema convencional de controle com pulverização a cada sete dias utilizando a mistura de mancozeb + cobre em relação a testemunha sem pulverização. No tratamento convencional as pulverizações foram realizadas com um pulverizador costal 20 litros e na ocorrência de 25 mm de chuva o tratamento era repetido e iniciado a contagem dos dias para reaplicação. Através da análise visual da porcentagem de área foliar afetada pela doença (Wordell Filho & Stadnik, 2006) foi avaliada a severidade do míldio da cebola das plantas demarcadas. A severidade da doença ao longo do ciclo foi integralizada e calculada a área abaixo da curva de progresso da doença (AACPD), através da fórmula: AACPD = [(y1+y2)/2]*(t2-t1), onde y1 e y2 refere-se a duas avaliações sucessivas da intensidade da doença realizadas nos tempos t1 e t2, respectivamente. A avaliação da produtividade total (ton.ha- 1 ) e separadamente Caixa 1,2,3,4, juntamente a AACPD, a taxa de progresso de doença (r) e a severidade final foram submetidos à análise de variância pelo teste F para verificar o efeito da doença e produtividade. Resultados e discussão
3 Conforme a Tabela 1, houve um efeito significativo na produtividade total quando utilizado a pulverização a cada 7 dias em comparação a testemunha teve uma redução de produtividade de 41,62%. Tabela 1. Avaliação da produtividade total e Caixa 1, 2, 3 e 4 de cebola sob o tratamento aos 7 dias e sem tratamento (testemunha) em função do míldio. IFC/Campus Rio do Sul,2014 Tratamentos Parâmetros avaliados Produtividade Total (t/ha) C1 C2 C3 C4 7 dias 54498,98** a 7885,09 ns a 21102,14** a 27865,03* a 5844,51* a Testemunha 22705,72 b 11416,34 a 10197,66 b 4541,145 b 0 b CV% 17,28 23,76 31,47 47,00 7,08 Verificou-se no trabalho de Wordel Filho & Stadnik, (2007) que o rendimento de cebola com o tratamento de fungicida foi de 29,35 t/ha comparado a testemunha de 21,80 t/ha, no entanto houve uma redução do rendimento total de 74,27 %. Harms (2013) descreve em seu trabalho um aumento de 21,86% na produtividade quando o fungicida foi aplicado. A produtividade relacionada a classificação demonstra que o tratamento aos 7 dias apresentou diferença significativa, entre as classificações não houve diferença na classe C2, no entanto a maior produção foi classificada na classe C3 com 51,13% dos bulbos com menor diâmetro de bulbo e apenas 14,46% classificados como C1 que seriam os maiores diâmetros de bulbo comercializado. Tabela 2. Severidade final, área abaixo da curva de progresso da doenças (AACPD) e a taxa de progresso do míldio causado por Peronospora destructor em cebola. IFC/Campus Rio do Sul,2014 Tratamentos Parâmetros avaliados Severidade final AACPD r Testemunha 45,62* a 2037,08* a 0,1794 ns a 7 Dias 31,22 b 1144,77 b 0,1194 a CV% 9,99 5,62 49,89
4 Na tabela 2, a taxa de progresso de doença (r) para ambos os tratamentos não apresentaram diferença significativa. Com relação a AACPD a testemunha apresentou diferença significativa comparado ao tratamento aos 7 Dias com uma diferença de 56%. Segundo Wordell filho (2007) o uso de fungicida no controle do míldio houve efeito significativo na AACPD do míldio quando comparado a testemunha e o uso de fungicidas apresentando uma redução de 71,28% com a aplicação de fungicidas. Develash & Sugha (1997), Citado por Wordell filho et al. (2007) descreve que a severidade de até 25% pode resultar em perda de produção de 35%. Conclusão A severidade de míldio em 68,43% causa um dano de 41,62% na produtividade de cebola nas condições do Alto Vale do Itajaí. Referências BOITEUX, L.S.; MELO, P.C.T.de. Taxonomia e Origem. In: Sistema de produção de cebola (Allium cepal.). Embrapa-CNPH. Sistemas de Produção, 5. Brasília, Disponível em: < em: 07 de mai CEPA. Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola. Síntese Anual da Agricultura de Santa Catarina Disponível em< Acesso em: 19 Set HARMS, M.G.; Densidade de plantas e uso de fungicida na ocorrência de doenças foliares e na produtividade de bulbos de cebola. f.86.dissertação UEPG. Ponta Grossa,01 fev OLIVEIRA, V. R.; BOITEUX, L. S. Sistema de Produção de Cebola (Allium cepa L.). Sistema de produção 5, versão eletrônica, Disponível em: Acesso em: 31 de mar de SONG, S.I.; CHEONG, J.J.; CHOI, Y.D. Onion, Garlic and Related Species. Biotechnology in Agriculture and Forestry, v. 59, p , WORDELL FILHO, J. A.; STADNIK, M. J. Efeito de produtos alternativos no controle do míldio e na produtividade da cebola no Alto Vale do Itajaí. Agropecuária Catarinense, Florianópolis, v. 19, n.1, p.40-45, 2006.
5 WORDELL FILHO, J.A. ;MARTINS, D. A.; STADNICK, M.S. Aplicação foliar de tratamentos para o controle do míldio e da podridão-de-escamas- de bulbos de cebola. Horticultura Brasileira,v.25,n.4, p , 2007
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