MST MOVIMENTO DOS SEM TERRA
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- Milena Martinho Alencastre
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1 MST MOVIMENTO DOS SEM TERRA Josiane Beatris Hartung Rosane Bernardete Brochier Kist 1 INTRODUÇÃO: Como acadêmicas de Serviço Social da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC), RS, consideramos importante e necessário buscar uma qualificação mais aprofundada para melhor desempenho da nossa profissão. O aprofundamento técnico-científico receberá, no 2º Seminário Nacional Estado e Políticas Sociais no Brasil pela abordagem temática de Políticas Sociais e Desenvolvimento, oportunidade para apresentar, a partir do Eixo Temático Serviço Social, Lutas Sociais e Direitos Sociais o trabalho denominado MST - Movimento dos Sem Terra elaborado para a disciplina de Seminário Temático I, realizada no segundo semestre de Nossa ligação com os Movimentos Sociais ocorre há alguns anos, especialmemte no Movimento dos Sem Terra, que entendemos ser um campo propício para a atuação profissional do Assistente Social. Em todos os ramos do conhecimento científico cresce cada vez mais a importância da pesquisa e da análise dos dados colhidos. Torna-se ainda mais eficaz o aprofundamento quando se realizam parcerias na busca do conhecimento. É louvável o esforço da Universidade do Oeste do Paraná UNIOESTE - Campus de Cascavel, ao possibilitar a participação de acadêmicos de outras Universidades, inclusive, de outros Estados. Os objetivos que o 2º Seminário Nacional Estado e Políticas Sociais no Brasil se propõe, abre horizontes esperançosos para o profissional da área de Serviço Sociail, pois busca Promover espaços de debates sobre as Políticas Sociais e a questão do desenvolvimento no Brasil e América Latina; Congregar a comunidade acadêmica, 1 Acadêmica formanda do Curso de Serviço Social da UNISC, (Universidade de Santa Cruz do Sul), RS, residente na Rua General Osório, 922, Apt 21, Bairro Centro, Rio Pardo, RS, CEP Fone (51) / ); [email protected].
2 Movimentos Sociais organizados e demais interessados, oportunizando o intercâmbio e a troca de experiências sobre as temáticas propostas; Ampliar a interlocução dos grupos de pesquisa que discutem essa temática e Oportunizar a divulgação de trabalhos acadêmicos, nas forma de mesas coordenadas e pôster. OBJETIVO: O presente trabalho tem como objetivo analisar criticamente o processo de funcionamento dos Movimentos Sociais, tendo como foco de análise os MST Movimento dos Sem Terra, procurando identificar os processos de trabalho do Serviço Social alicerçado ao Projeto Ético Político da categoria dos assistentes sociais, identificando metodologias que possam ser aplicadas ao cotidiano do Movimento Pesquisado. METODOLOGIA: Após a escolha do tema fomos em busca da bibliografia (conforme consta em anexo) que abordasse a trajetória dos Movimentos Sociais, em especial o Movimento dos Sem Terra e a relação desse trabalho com o Serviço Social. O estudo foi realizado a partir de uma pesquisa empírica no âmbito dos Movimentos Sociais, da qual o Assentamento 30 de Maio, localizado no Município de Charqueadas, RS, serviu como foco de análise. Foram realizadas duas visitas que resultaram na entrevista de dois integrantes do Assentamento. Nas entrevistas utilizamos um gravador e uma filmadora. A partir das visitas e entrevistas realizadas, juntamente com as bibliografias disponíveis, desenvolvemos a fundamentação teórica do trabalho, apontando o que significa o Movimento, suas concepções, opções, afirmações, desde o seu surgimento até os dias de hoje. O trabalho está dividido em seis etapas, considerando o estudo/investigação em questão. A primeira etapa apresenta o contexto em que surgiram os Movimentos Sociais Rurais no Brasil e no Rio Grande do Sul. A segunda etapa apresenta a trajetória do Movimento dos Sem Terra. Na terceira etapa consta, Em Loco, o Assentamento 30 de Maio na sua estrutura física e organização interna. A quarta etapa contempla o método de trabalho utilizado e a importância da teoria crítica. Na quinta etapa consta como se deu a
3 apreensão dos dados e as contradições percebidas. A sexta e última etapa aponta possíveis intevenções do Serviço Social junto ao Movimento dos Sem Terra. RESULTADOS/CONCLUSÕES: Através desse trabalho foi possível vivenciar de forma coletiva e participativa o processo de investigação, desde o levantamento do tema, a metodologia de desenvolvimento, a realização de estudo, análise e verificação sobre a atuação profissional da Assistente Social junto ao Movimento dos Sem Terra. Significou uma experiência muto rica, pois na medida em que o trabalho foi sendo desenvolvido, foi possível uma identificação enquanto categoria profissional, com as ações que são desenvolvidas pelo Movimento junto aos acampamentos e assentamentos. Percebe-se que muitas das práticas, os objetivos e metodologias utilizados pelo MST, vão de encontro ao que se pretende operacionalizar enquanto Serviço Social, tendo como base o nosso projeto ético-político. Se analisarmos os princípios fundamentais do nosso Código de Ética da profissão, como o reconhecimento da liberdade das pessoas, a defesa dos direitos humanos, ampliação e consolidação da cidadania, defesa da democracia, defesa da equidade e justiça social, universalidade, pluralismo, eliminação de todas as formas de preconceito e o exercício do Serviço Social sem ser discriminado e nem discriminar, veremos que a ação do MST junto aos acampados e assentados contempla todos esses valores. Entende-se que está mais do que na hora de reconhecermos isso e nos aproximarmos desse Movimento, que cumpre uma função social que de certo modo é nossa, enquanto profissionais do Serviço Social. Só precisamos nos contagiar com eles no sentido de fortalecermos nosso espírido de ensinar e a prender, para que possamos somar forças na construção de um mundo mais justo, humano e solidário. REFERÊNCIAS: BAPTISTA, Myrian Veras. Planejamento. Introdução à metodologia do planejamento social. São Paulo: Moraes, 4 ed.1981.
4 BRASIL, Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF. Senado Federal, CATTANI, Antônio David. A outra economia. Porto Alegre: Veraz, 2003, 306 p. COLETÂNEA DE LEIS, Conselho Regional de Serviço Social, p. DEMO, Pedro. Participação é conquista. São Paulo. Ed. Cortez. 200l. GÖRGEN, Frei Sérgio Antônio. Marcha ao Coração do Latifúndio. Rio de Janeiro. Ed. Vozes GÖGEN, Frei Sérgio Antônio. O Massacre da Fazenda Santa Emília. Porto Alegre GOHN, Maria da Glória. Teoria dos Movimentos Sociais: paradigmas clássicos e contemporâneos. São Paulo: Edições Loyola, Os Sem-Terra, ONGs e Cidadania. São Paulo: Cortez, IAMAMOTO, Marilda V. O Serviço Social na Contemporaneidade. Trabalho e formação profissional. São Paulo: Cortez, p. LEAL, Rogério Gesta & ARAÚJO, Luiz Ernani Bonesso. Direitos Sociais e Políticas Públicas. Desafios Contemporâneos. Santa Cruz do Sul: Edunisc, p. MARCON, Telmo. Acampamento Natalino. História da Luta pela Reforma Agrária. Passo Fundo. Ed. Ediuff MINAYO, Maria Cecília de Souza (Org.). Pesquisa Social. Teoria, método e criatividade. Petrópolis, RJ: Vozes, NAVARRO, Zander. (Org.). Política, protesto e cidadania no campo: As lutas sociais dos colonos e dos trabalhadores rurais no Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Editora da Universidade/UFRGS, SOUZA, Maria Luiza. Desenvolvimento de Comunidade e Participação. São Paulo. Ed. Cortez TRIVIÑOS, Augusto N. S. A pesquisa qualitativa em educação. Atlas, p.
5 Texto de GOHN, Maria da Glória: Os Sem Teto e os Sem Terra no Brasil.
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