Entrevista ao Professor
|
|
|
- Rafael de Miranda Camarinho
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Entrevista ao Professor Grupo Disciplinar de Matemática Escola Secundária Francisco Franco - Funchal Professor, agradecemos o tempo que nos concedeu para esta entrevista e a abertura que demonstrou ao aceitar participar no projeto Aula Aberta. Os alunos da Escola Secundária Francisco Franco têm alcançado resultados excepcionais a nível nacional em termos de progressão média entre os exames de 9 o ano e de 12 o ano de Matemática. Por outras palavras, os resultados do vossos alunos a Matemática melhoram muito durante o ensino secundário, mais do que seria expectável quando tomamos como medida os outros alunos do país. Portanto, imaginamos que alguma coisa certa a Escola e os seus professores de Matemática estarão a fazer. O propósito desta entrevista é ouvir a sua opinião acerca deste assunto, sobre a questão das boas práticas no ensino da Matemática, e apresentar vários aspetos relevantes das vossas aulas. 1) Não é uma pergunta fácil, mas tem ideia de quais são os principais fatores que poderão contribuir para os bons resultados da Escola a Matemática, quando comparada com a generalidade das escolas públicas que trabalham com alunos semelhantes? a) O grupo de professores de Matemática é muito estável, visto que na sua grande maioria pertencem ao quadro da escola; b) A maioria dos professores dão continuidade pedagógica às suas turmas; c) Trabalhamos muito em equipa. 2) A aprendizagem da Matemática exige dedicação e trabalho continuado. De que formas procuram manter os vossos alunos motivados? De um modo geral, o relacionamento professor/aluno é muito bom, o que proporciona um bom ambiente de trabalho e consequente motivação dos alunos. 3) No ensino da Matemática nem sempre é fácil estabelecer um equilíbrio entre o tempo despendido a fazer exercícios e a resolver problemas, e o tempo despendido a fundamentar conceitos e a fazer demonstrações. Na sua escola, e comparando com as práticas mais correntes, são adeptos de uma abordagem mais prática ou mais teórica? Tem sempre de haver um bom equilíbrio entre a parte teórica e a aparte prática. As aulas são teórica/práticas. Os alunos devem perceber os conceitos, os exemplos, e os exercícios de 1
2 aplicação devem sempre que possível falar da sua realidade. 4) É frequente as turmas serem compostas por alunos muito diversos. Por razões várias, alguns aprendem com maior rapidez, outros necessitam em média de mais tempo. Em termos práticos, como tenta gerir a diversidade numa aula e responder às necessidades dos diferentes tipos de alunos? O professor envolve todos os alunos na aula. Através do questionamento e de feedback, percebe os raciocínios elaborados pelos alunos, desfaz os esquemas errados e orienta-os para uma aprendizagem efectiva. Também se pratica o trabalho de grupo (com cuidado na sua formação), de modo que os que têm mais facilidade de aprendizagem possam ajudar os restantes. 5) Sem dúvida que nas suas turmas aparecem de quando em vez alunos particularmente difíceis, seja em termos de disciplina, seja pela falta de aplicação ao trabalho, seja por uma menor facilidade de aprendizagem. Em cada um destes três casos distintos, de que formas concretas procura resolver o problema? Em termos de disciplina, procura-se conversar a sós com o aluno e tentar perceber a razão pelo qual se porta desse modo. O diretor de turma é também muito importante, porque através dele podemos ter muita informação e de acordo com o caso selecionar o problema. Quanto à falta de trabalho, também o conversar com o aluno e/ou com o encarregado de educação ajuda; No que respeita, à menor facilidade de aprendizagem, é necessário analisar se o aluno está matriculado na área, para o qual está mais vocacionado e também é necessário remetê-lo para a aula de apoio, que é semanalmente facultada pela escola. 6) No seu entender, a atitude do professor é o factor determinante para a manutenção da disciplina na sala de aula, ou existem outros mecanismos disciplinares sem os quais um professor dificilmente consegue manter a sua autoridade perante turmas difíceis? A atitude do professor é o fator mais determinante para a manutenção da disciplina na sala de aula. O professor não pode no primeiro dia do ano letivo, acordar regras com os alunos e depois não as cumprir e/ou não as fazer cumprir. O professor é o modelo. Tem de conhecer bem os seus alunos e perceber que tem de manter a disciplina sem ser autoritário. Por vezes, é importante perceber qual a resposta que o aluno espera do professor, para provocar a sua rebeldia e dar-lhe uma resposta diferente da esperada. A troca de opiniões e o trabalho conjunto os professores da turma também ajuda. É fundamental que a turma goste de trabalhar com o professor. 7) Na distribuição de serviço dos professores de Matemática da Escola, privilegiam a continuidade pedagógica, ou existem professores especializados em certos anos de escolaridade, como sejam, por exemplo, os anos terminais? 2
3 Sim, na nossa escola o primeiro critério a privilegiar é a continuidade pedagógica. O segundo critério é a atribuição do 12 o ano (ano de exame) aos professores classificadores. 8) Normalmente seguem à risca o curriculum de Matemática do ensino público? Se fazem alterações, pode dizer-nos em linhas gerais quais são elas, e por que razões as fazem? Sim, seguimos o curriculum de Matemática do ensino público. Alguns professores, no início de cada unidade, exploram com os alunos um pequeno texto, sobre a História da Matemática relacionada com o conteúdo a lecionar; após o términus do assunto lecionado e consolidado, lançamos alguns problemas exploratórios, para os alunos mais interessados investigarem e ainda alguns exercícios com grau de dificuldade não elevado, para aqueles que eventualmente ainda não tenham consolidado o assunto estudado. 9) Que papel atribui ao estudo complementar em casa? Tem ideia de quanto tempo por semana, em média, os vossos alunos dedicam aos trabalhos de casa de Matemática? O estudo de casa é importante, porque quando o aluno trabalha sozinho, apercebe-se das suas reais dificuldades. Em minha opinião, o professor deve indicar tarefas de resolução em cada aula, mas não exagerar na quantidade. 10) Na disciplina de Matemática, como avaliam internamente os alunos? Que factores são tidos em conta na avaliação (testes, participação, trabalho na aula e em casa, projectos, etc.), e com que peso entram estes fatores na nota final? Os critérios de avaliação, da disciplina de Matemática, propostos pelo grupo disciplinar e aprovados pelo Conselho Pedagógico, são os seguintes: Testes escritos: 10 o ano(75%); 11 o e 12 o anos(80%) Outros trabalhos, nomeadamente, questões aula, relatórios, projetos, TPC, composições matemáticas,... : 15% Atitudes e valores: 10 o ano (10%); 11 o e 12 o anos (5%) Devendo sempre haver bom senso do professor, ao analisar a progressão do aluno. 11) Os professores de Matemática da Escola dão aulas de dúvidas e de apoio ao estudo, além das aulas normais? Em caso afirmativo, com que frequência, a que alunos, e como funcionam estas aulas? Sim, na nossa escola, semanalmente é oferecido um bloco de 90 minutos a cada turma, onde o aluno pode recorrer e de uma forma mais individualizada esclarecer as suas dúvidas. 3
4 12) Antes dos exames fazem algum trabalho intensivo de preparação com os alunos? Em caso afirmativo, de que formas? É prática corrente, no período entre o términus do ano letivo e o exame, todos os professores que lecionam o 12 o ano, oferecerem-se para fazer um trabalho intensivo de preparação para o exame com as suas turmas. 13) A escola participa no projeto dos testes intermédios? Até que ponto lhe parecem úteis? Desde o início do projeto dos testes intermédios, esta escola sempre participou. Era uma maneira de nós professores aferirmos o nosso trabalho e dos alunos se familiarizarem com avaliações externas. 14) Existe trabalho de equipa entre os professores de Matemática da Escola? Que importância lhe atribui e, em termos práticos, como funciona? Sim, os professores de matemática desta escola trabalham muito em equipa. No início de cada período, o delegado reúne com o grupo de professores que lecciona cada um dos anos e apresenta uma proposta de planificação para esse período. Nesta planificação, são também indicados exercícios e problemas previamente seleccionados. Tal proposta é discutida e aprovada pelo grupo de professores. Posteriormente, em todas as quartas feiras pelas 17 horas, os professores de cada um dos anos, reúnem-se para trabalharem em grupo, trocar experiências e materiais. 15) Para um professor recém-formado, os primeiros anos de contacto com a escola real nem sempre são fáceis. No seu entender, de que formas os professores mais experientes podem ajudar os colegas mais jovens a evoluir como professores? Os professores mais experientes devem proporcionar aos professores recém formados uma boa integração no grupo. Devemos ouvir as suas dúvidas e as suas dificuldades e procurar ajudá-los com as nossas opiniões, disponibilizar-lhes materiais e convidá-los a assistirem se possível, às nossas aulas. 16) Na sua opinião, quais são as principais qualidades que distinguem um bom professor de um professor mediano? Se assistisse a uma aula de Matemática de um colega seu, a que sinais prestaria atenção para tentar perceber se as coisas estão a correr bem? Um bom professor elabora uma planificação bem estruturada evidenciando autonomia na produção; O plano reflecte conhecimentos dos alunos, da turma, da comunidade e do Sistema Educativo; Demonstra conhecimento dos conteúdos e orientações metodológicas, adaptandoas às tarefas de aprendizagem e necessidades dos alunos; Utiliza com rigor e clareza os conceitos 4
5 e terminologia da Matemática; Revela bom conhecimento, ao nível da elaboração de estratégias no contexto da intervenção; Contempla formas de avaliação e registo e ainda reflecte com rigor a aula e a sua intervenção; Comunica com rigor e clareza os conhecimentos disciplinares e conteúdos de forma objectiva; Promove de uma forma eficiente o saber adquirido com as novas aprendizagens; Envolve todos os alunos na aula e aplica quando necessário o reforço positivo no desenvolvimento das aprendizagens; Apresenta uma relação com os alunos e proporciona um bom ambiente de aprendizagem. Na assistência a uma aula de Matemática observaria: a segurança do professor como desenvolve o plano de aula se a comunicação era feita de forma clara e objectiva se envolvia todos os alunos da aula se o professor reflectia e avalia as aprendizagens dos alunos, orientando-os em função dessa avaliação se interligava com eficácia aprendizagens passadas e presentes se os alunos trabalhavam motivados se no feedback do professor era introduzido reforços positivos como tratava os erros do aluno se o ritmo de aprendizagem dos alunos era respeitado se a organização do quadro era bem feita se todos os alunos eram apoiados nas suas dúvidas e como se movimentava o professor no espaço físico. 17) Utiliza TIC nas suas aulas? Na sua opinião, até que ponto podem as novas tecnologias ser úteis no ensino da Matemática? Quais lhe parecem mais interessantes? Utilizo as TIC nas minhas aulas quando o conteúdo a leccionar se proporciona. As novas tecnologias são úteis na motivação dos alunos, na resolução de cálculos fastidiosos, na verificação de resultados, na exploração de actividades dinâmicas e no estudo de certas funções. Considero mais interessantes: a) a calculadora; b) o computador; c) o quadro interactivo. 18) Acha que a comunicação com os pais dos alunos deve fazer parte das tarefas de um professor? Se sim, até que ponto, em termos práticos? Se não, como deve ser feita esta comunicação? 5
6 Em minha opinião, a comunicação com os pais dos alunos deve fazer-se em primeiro lugar através do director de turma. Este por sua vez comunicará aos colegas a informação que achar relevante. Tal como nos moldes atuais. 19) Tem alguma sugestão de métodos ou práticas vossas no ensino da Matemática, mesmo coisas pequenas, que seria interessante mencionar a colegas seus de outras escolas? O trabalho em equipa é sempre produtivo, pelo que aconselho esta prática a todos os colegas de Matemática de outras escolas. 20) Há alguma coisa que queira acrescentar? Se queremos que os nossos alunos melhorem as suas aprendizagens, temos o dever de reflectir sobre as nossas práticas. Muito obrigado! 6
Inquérito por questionário Alunos
Inquérito por questionário Alunos INSTRUÇÕES A seguir apresentamos-te um conjunto de perguntas sobre as tuas aulas. Não há respostas certas nem erradas, por isso pedimos-te que respondas com verdade. Obrigado
Entrevista ao Professor
Grupo Disciplinar de Português Entrevista ao Professor Escola Secundária de Barcelinhos - Barcelos Professor, agradecemos o tempo que nos concedeu para esta entrevista e a abertura que demonstrou ao aceitar
CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO
Critérios Gerais A avaliação constitui um processo contínuo do trabalho pedagógico, devendo privilegiar a diversidade de estratégias e de instrumentos de avaliação. 1. Avaliação diagnóstica A avaliação
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FRAGATA DO TEJO - MOITA. Grupo Disciplinar de Matemática PLANO DE MELHORIA DOS RESULTADOS ESCOLARES DOS ALUNOS
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FRAGATA DO TEJO - MOITA Grupo Disciplinar de Matemática PLANO DE MELHORIA DOS RESULTADOS ESCOLARES DOS ALUNOS ANOS LETIVOS: 2014/2015 A 2017-2018 Coordenadora do plano: Maria José
1.ª Questão 3.ª Parte do questionário. Tema: Dificuldades de professores do ensino regular na inclusão
Categorias N.º de Registos/ Percentagem Subcategorias N.º de Uni. de Registo/ Percentagem 1.ª Questão 3.ª Parte do questionário - No âmbito da inclusão de alunos com NEE s no ensino regular, indique as
PROJETO DA SALA DE ESTUDO
PROJETO DA SALA DE ESTUDO INTRODUÇÃO Em todos os níveis de ensino são, frequentemente, detetadas graves lacunas que condicionam fortemente a lecionação do programa, o bom desenvolvimento das aulas e o
Plano Estratégico do Departamento de Matemática e Ciências Experimentais
1. Introdução O Plano Estratégico é um instrumento de gestão orientado para a produção de decisões e de acções que guiam o que uma organização quer alcançar a partir da formulação do que é. A elaboração
REGULAMENTO DA INICIAÇÃO À PRÁTICA PROFISSIONAL DOS 2º CICLOS EM ENSINO DA FCUP. I - Natureza e Objectivos
REGULAMENTO DA INICIAÇÃO À PRÁTICA PROFISSIONAL DOS 2º CICLOS EM ENSINO DA FCUP I - Natureza e Objectivos 1. O presente regulamento aplica-se aos 2º Ciclos em Ensino da Faculdade de Ciências da Universidade
Avaliação da Aprendizagem 1º Ciclo
Avaliação da Aprendizagem 1º Ciclo A avaliação constitui um processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar e certificador dos conhecimentos adquiridos e capacidades desenvolvidas pelo aluno.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO
Escola EB1 João de Deus COD. 242 937 Escola Secundária 2-3 de Clara de Resende COD. 346 779 AGRUPAMENTO DE CLARA DE RESENDE COD. 152 870 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO (6.ª Revisão aprovada em reunião
OBJETIVOS E METAS PARA 2017/2018
OBJETIVOS E METAS PARA RESULTADOS ESCOLARES A EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Melhorar a percentagem das competências a adquirir pelas crianças, face aos resultados de diagnóstico realizado no início do ano letivo,
Escola Básica Integrada de Angra do Heroísmo. 1º Ciclo do Ensino Básico
Escola Básica Integrada de Angra do Heroísmo 1º Ciclo do Ensino Básico Ano lectivo 2009/2010 1 I. Introdução De acordo com a legislação em vigor (Portaria 72/2006 de 24 de Agosto), a avaliação deverá incidir
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO 1º CICLO
ANO LETIVO 2017-2018 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO 1º CICLO Agrupamento de Escolas José Maria dos Santos Departamento do 1º ciclo CRITÉRIOS de AVALIAÇÃO 1º CICLO Enquadramento A avaliação interna das aprendizagens
Gostaríamos que respondessem de forma reflectida e sincera, a fim de acedermos a um conhecimento fundamentado sobre as questões em análise.
Questionário de Inquérito Colegas, A experiência profissional e a investigação educacional têm revelado que a supervisão organizacional das escolas é um factor que concorre decisivamente para a melhoria
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE
AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOCENTE GRELHA DE REGISTO DE AVALIAÇÃO DOS DOCENTES DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR E DO ENSINO BÁSICO E SECUNDÁRIO Nome do(a) Avaliado(a): GR: Departamento Curricular de: Nome do(a) Avaliador(a):
Escola Secundária de Rio Tinto
UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Faculdade de Educação e Psicologia Luísa Pereira Agrupamento de Escolas de Rio Tinto nº 3 Escola Secundária de Rio Tinto 27 de fevereiro de 2013 2 Turma Delta (TD) Projeto
PLANO DE MELHORIA
PLANO DE MELHORIA 2013 2015 1 - Introdução Entende-se por Plano de Melhoria da Escola um conjunto de procedimentos e estratégias organizadas e implementadas com o objetivo de promover a melhoria dos processos
Critérios e procedimentos de avaliação
Critérios e procedimentos de avaliação Relativamente à avaliação, quer dos alunos, quer do desempenho dos docentes, aplicamos, nesta escola, as diretrizes da legislação em vigor. A avaliação é encarada
COLÉGIO DE ALBERGARIA REGULAMENTO INTERNO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS
REGULAMENTO INTERNO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS 1. INTRODUÇÃO De acordo com o Projecto Educativo do Colégio de Albergaria e a legislação em vigor sobre a avaliação das aprendizagens dos alunos nos vários
...9º ano, o ano antes da grande mudança! O que ter em conta antes de escolher.
...9º ano, o ano antes da grande mudança! O que ter em conta antes de escolher. http://aecc.ccems.pt/index.php/spo [email protected] http://www.facebook.com/spo.fiaes Atualizado em 28.10.2016 9º ano
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO (APROVADOS EM CP 2016/2017 ) 1 1.º Introdução A avaliação constitui um processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar e certificador dos conhecimentos adquiridos
Plano de Trabalho. Ano lectivo 2010/2011
Plano de Trabalho Ano lectivo 2010/2011 1. Identificação do agrupamento de escolas/escola Nome agrupamento de escolas/escola: Agrupamento de Escolas Dona Joana de Castro Morada: Avenida de Angola, 2530-114
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO- DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS- Níveis
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO- DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS- Níveis Nível 1 Regista uma aquisição de conhecimentos muito fraca ou nula. Não desenvolve competências mínimas essenciais. Revela muitas
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MARTIM DE FREITAS
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MARTIM DE FREITAS MEDIDAS DE PROMOÇÃO DO SUCESSO ESCOLAR ANO LETIVO 2015/2016 INDÍCE 1. Introdução.. 3 2. Medidas de promoção do sucesso escolar.....3 3. Apoio ao estudo no 1.º
Agrupamento de Escolas de Pampilhosa Plano de Actividades do Núcleo de Estágio de Matemática Ano lectivo 2006 / 2007
Agrupamento de Escolas de Pampilhosa Plano de Actividades do Núcleo de Estágio de Matemática Ano lectivo 2006 / 2007 Actividades Objectivos Descrição Dinamizadores Intervenientes Cartas Tio Papel Palestra
Critérios específicos de avaliação
Critérios específicos de 1. Aspetos a considerar na específica A sumativa expressa-se de forma descritiva em todas as áreas curriculares, com exceção das disciplinas de Português e Matemática no 4º ano
COMISSÃO DE AUTOAVALIAÇÃO 2013/2014 Questionário de Avaliação da Qualidade PESSOAL DOCENTE
Anexo 4 COMISSÃO DE AUTOAVALIAÇÃO 2013/2014 Questionário de Avaliação da Qualidade PESSOAL DOCENTE O Agrupamento de Escolas de Valongo pretende garantir um serviço público de qualidade. No final deste
Agrupamento de Escolas Amadeo de Souza-Cardoso
ANO LETIVO: 2016/2017 Amadeo de Souza-Cardoso Critérios Gerais de Avaliação do Agrupamento Dando cumprimento ao disposto no Decreto-Lei 139/2012, na sua redação atual, e no Despacho normativo nº 1-F/2016,
REGULAMENTO DAS VISITAS DE ESTUDO ESCOLA SECUNDÁRIA MARQUÊS DE POMBAL
REGULAMENTO DAS VISITAS DE ESTUDO ESCOLA SECUNDÁRIA MARQUÊS DE POMBAL CAPÍTULO I ORGANIZAÇÃO DAS VISITAS DE ESTUDO Artigo 1.º Definição e Objetivos 1. As visitas de estudo são estratégias do processo ensino-aprendizagem
EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA
ESCOLA BÁSICA DE VALADARES OFERTA COMPLEMENTAR DE ESCOLA EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA Introdução A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação
AUTOAVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO SANCHES (AvAEFS) ANO LETIVO 2015/2016
AUTOAVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO SANCHES (AvAEFS) ANO LETIVO 2015/2016 I - Enquadramento legal Definição do âmbito da Autoavaliação do AEFS Decreto-Lei n.º 137/2012 de 2 de julho (alteração
APRENDIZAGENS ESPERADAS
3º CICLO DO ENSINO BÁSICO ANO /TURMA: 7ºB 35 aulas /60 min APRENDIZAGENS ESPERADAS Conceção de cidadania ativa Identificação de competências essenciais de formação cidadã (Competências para uma Cultura
Critérios de Avaliação do Ensino Básico - 2º Ciclo. Língua Portuguesa
Critérios de Avaliação do Ensino Básico - º Ciclo Língua Portuguesa DOMÍNIOS COMPETÊNCIAS PONDERAÇÃO NA CLASSIFICAÇÃO TIPOLOGIA DOS INSTRUMENTOS DE FINAL AVALIAÇÃO POR PERÍODO Teste(s) de compreensão oral
ESCOLA SECUNDÁRIA DO RESTELO CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO ANO LECTIVO DE 2010/2011
ESCOLA SECUNDÁRIA DO RESTELO CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO ANO LECTIVO DE 2010/2011 1. A avaliação das aprendizagens compreende as modalidades de avaliação formativa e avaliação sumativa. 2. A avaliação
ANEXO XIII CRITÉRIOS PARA A ELABORAÇÃO DE HORÁRIOS
ANEXO XIII CRITÉRIOS PARA A ELABORAÇÃO DE HORÁRIOS JUNHO 2018 ÍNDICE ARTIGO 1.º - PRINCÍPIOS 3 ARTIGO 2.º - HORÁRIOS DAS TURMAS 3 ARTIGO 3.º - HORÁRIOS DOS PROFESSORES 4 2 ARTIGO 1.º - PRINCÍPIOS O presente
Escola Secundária com 3º Ciclo D. Manuel I de Beja
Escola Secundária com 3º Ciclo D. Manuel I de Beja Psicologia B 12º ano Ano lectivo 2011/2012 Critérios de avaliação Competências: Equacionar a Psicologia no panorama geral das ciências; Capacidades de
Atividades de Apoio Educativo
Plano Curricular 2012 2013 Plano Anual de Atividades Atividades de Apoio Educativo Departamento/Estrutura: Orientações para as Atividades de Apoio Educativo Receção Biblioteca Manuel Monteiro Zonas de
Plano de Promoção do Sucesso. Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha
Plano de Promoção do Sucesso Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha Aprovado em Conselho Pedagógico em 23/01/2019 PROGRAMA ANCORAGEM - Leitura e escrita. - Fontes de identificação: professores titulares
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO 1ºCICLO. Critérios de Avaliação
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO 1ºCICLO 1 1. Divulgação dos critérios de avaliação a alunos e pais/encarregados de educação Cada professor titular de turma deve, no início do ano letivo, informar os alunos e
Direção Geral de Estabelecimentos Escolares - DSRN AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PÓVOA DE LANHOSO
ATITUDES E VALORES (5%) CONHECIMENTOS E CAPACIDADES (95%) Direção Geral de Estabelecimentos Escolares - DSRN 2015/2016 Português Leitura/ Educação Literária Componente escrita: Compreensão de textos escritos
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 1.º CICLO
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 1.º CICLO 2013/2014 1. Introdução A avaliação dos alunos está enquadrada pelo Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho e regulamentada pelo Despacho normativo n.º 24-A/2012, de 6
Desenvolvimento e avaliação de competências
Mestrado em Educação Disciplina de opção: Avaliação das aprendizagens Desenvolvimento e avaliação de competências 2005-06 Orientações curriculares formuladas a nível nacional: de programas por disciplina
Inquérito por Questionário Professores
INSTRUÇÕES Inquérito por Questionário Professores Este questionário destina-se a recolher informação para um projecto de investigação sobre Gestão Cooperada do Currículo como mecanismo de desenvolvimento
EB1/PE DE ÁGUA DE PENA
EB1/PE DE ÁGUA DE PENA 2010 2014 1.Introdução 2.Enquadramento legal 3.Diagnóstico avaliação do projecto anterior 4.Identificação de prioridades de intervenção 5.Disposições finais 6.Avaliação 1.Introdução
REFERENTES E LEMENTOS CONSTITUTIVOS C RITÉRIOS I NDICADORES. Oferta formativa. . Projecto de Auto-avaliação da Escola Secundária de Alberto Sampaio
Q U A D R O R E F E R E N C I A L Á R E A A A V A L I A R : 3. Desenvolvimento Curricular DIMENSÃO: Construído SITUAÇÃO: 3.1. Escola como lugar de aprendizagem de alunos e formandos Estatuto do Aluno:
Critérios gerais de avaliação
Critérios gerais de avaliação ÍNDICE Introdução 3 A A avaliação na educação pré-escolar 3 1 Intervenientes 3 2 Modalidades da avaliação 3 3 Critérios de avaliação 3 4 Ponderação 4 B A avaliação no ensino
PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO
PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO 2016-2018 Aprovado pelo Conselho Pedagógico em 06 de julho de 2016-07-08, para emissão de parecer pelo Conselho Geral O Presidente do Conselho Pedagógico Renato Jorge Cruz Carneiro
Questionário aos alunos
Questionário aos alunos Distribuição das respostas, de escolha fechada, aos questionários recebidos pelo sistema informático e no formulário de registo de dados agrupados. 1. Identificação Masculino: 38:
CRITÉRIOS GERAIS E NORMAS DE AVALIAÇÃO
CRITÉRIOS GERAIS E NORMAS DE AVALIAÇÃO Introdução A avaliação constitui um processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar e certificador dos conhecimentos adquiridos e capacidades desenvolvidas
CIDADANIA E MUNDO ATUAL
CIDADANIA E MUNDO ATUAL COMPETÊNCIAS (1) TRANSVERSAIS Promoção da educação para a cidadania A língua materna enquanto dimensão transversal Utilização das novas tecnologias de informação Competências Transversais
APOIO AO ESTUDO 1º CICLO LINHAS ORIENTADORAS 2015/ INTRODUÇÃO
APOIO AO ESTUDO DEPARTAMENTO CURRICULAR DO 1.º CICLO LINHAS ORIENTADORAS 2015/20164 1º CICLO 1. INTRODUÇÃO O despacho normativo nº7/2013 tem como objetivo conceder maior flexibilidade na constituição das
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO 2017/2018
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO 2017/2018 I INTRODUÇÃO De acordo com a legislação em vigor, a avaliação é um elemento integrante e regulador de todo o processo de ensino aprendizagem. A avaliação visa promover
Plano de Estudos. Cidade da Matola República de Moçambique
Plano de Estudos Cidade da Matola República de Moçambique 2018 / 2019 ÍNDICE NOTA INTRODUTÓRIA 4 GESTÃO PEDAGÓGICA 5 - OBJECTIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS IMAGENS INTERNA E EXTERNA 6 - OBJECTIVOS GERAIS E
Métodos de Estudo & Investigação Científica
medir é saber! Existe um Ensino que tem por objecto separar os que se destinam a saber e governar dos que se destinam a ignorar e obedecer! ( in Filix) MÉTODOS DE ESTUDO Plano Analítico - MEIC 1. Introdução:
Agrupamento de Escolas de Golegã, Azinhaga e Pombalinho PROJECTO CURRICULAR
Agrupamento de Escolas de Golegã, Azinhaga e Pombalinho PROJECTO CURRICULAR 2010-2013 Objeto O Projeto Curricular de Agrupamento é o documento que define as estratégias de desenvolvimento do currículo,
Plano de Melhoria. Agrupamento de Escolas Joaquim Inácio da Cruz Sobral
Agrupamento de Escolas Joaquim Inácio da Cruz Sobral julho 2015 Introdução O presente Plano de Melhoria insere-se no âmbito do Relatório elaborado pela Equipa de Avaliação Externa da IGEC, em resultado
CIRCULAR N.º 5/2001, de 6 de Novembro. Esclarecimentos sobre o Despacho Normativo N.º 30/2001
CIRCULAR N.º 5/2001, de 6 de Novembro Esclarecimentos sobre o Despacho Normativo N.º 30/2001 Face a questões e dúvidas que têm sido suscitadas por diversos pontos do Despacho Normativo 30/2001, apresentam-se
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO
1. Avaliação A avaliação constitui um processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar e certificador dos conhecimentos adquiridos e capacidades desenvolvidas pelo aluno. Tem por objetivo a
Agrupamento de Escolas de S. João do Estoril - Ano Letivo 2018/2019. Critérios de Avaliação - 1º ciclo do ensino básico
Agrupamento de Escolas de S. João do Estoril - Ano Letivo 2018/2019 Critérios de Avaliação - 1º ciclo do ensino básico Os critérios de avaliação aplicam-se às Aprendizagens Essenciais que se definem como
Regulamento do Programa de Tutorias
Regulamento do Programa de Tutorias Escola Secundária Ferreira Dias, Agualva- Sintra Artigo 1º Competências Específicas O professor tutor tem as seguintes competências: Desenvolver medidas de apoio aos
REGULAMENTO DA SALA DE ESTUDO
REGULAMENTO DA SALA DE ESTUDO I. Disposições Gerais: Artigo 1º Objeto 1. O presente documento regulamenta a organização e o funcionamento da Sala de Estudo (SE) do Colégio São Filipe (CSF). Artigo 2º Âmbito
Anexo A - REGULAMENTO DAS VISITAS DE ESTUDO A-1
Anexo A - REGULAMENTO DAS VISITAS DE ESTUDO A-1 ÍNDICE 1. Definição.3 2. Objetivos.3 3. Procedimentos Pedagógicos..3 4. Aprovação e Autorização.4 5. Planificação...5 6. Organização..6 7. Outras situações
Psicologia Educacional I. O Desenvolvimento Moral e a Educação moral e nas escolas
Psicologia Educacional I O Desenvolvimento Moral e a Educação moral e nas escolas Introdução O ser humano necessita de quadros de valores para definir os grupos sociais, as comunidades e a própria pria
Avaliação de Desempenho Docente
Dicas para a elaboração de um Portefólio Avaliação de Desempenho Docente O PORTEFÓLIO deve conter um registo das reflexões e das práticas e deve estar devidamente documentado. 13-04-2008 1 Deve conter:
PADRÕES de DESEMPENHO DOCENTE
ESCOLA SECUNDÁRIA DO RESTELO 402679 PADRÕES de DESEMPENHO DOCENTE 2010-2011 Desp.n.º 16034-2010, ME (20 Out.) VERTENTE PROFISSIONAL, SOCIAL E ÉTICA Compromisso com a construção e o uso do conhecimento
GUIÃO DA ENTREVISTA AOS DIRECTORES DE CURSO PROFISSIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO
GUIÃO DA ENTREVISTA AOS DIRECTORES DE CURSO PROFISSIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO ANEXO II - 6 I. Tema: As atribuições do Director de Curso Profissional do Ensino Secundário em escolas da rede pública e o
