TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
|
|
|
- Francisco Branco Fidalgo
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA E ESTATÍSTICA CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Resumo Artigo I Desenvolvimento de Aplicações Web utilizando o MVC Design Pattern Autor Omar Omar Orientador Frank Siqueira
2 Abstracrt Este artigo introduz o conceito de Partição de aplicações web flexível, um modelo de programação e de infra-estrutura de implementação, baseado no modelo Model/View/Controller ( MVC ), que aborda a dificuldade encontrada na aplicação deste modelo ao desenvolvimento de aplicações web, visto que em função das tecnologias correntes os desenvolvedores sentem-se impelidos a realizar a partição da aplicação já na fase de design, enquanto que o modelo MVC é independente de partição. 1. Introdução 1.1 O Model/View/Controller Design Pattern O MVC já é bem conhecido e muito útil para arquitetar sistemas de software interativos. A idéia principal é separar as interfaces de usuário da camada de dados representada pela interface de usuário. Neste modelo, a camada View exibe informações ao usuário, e, em conjunto com a camada Controller, que processa a interação do usuário. O Model é a porção da aplicação que contém tanto a informação representada pela camada de View e a lógica que modifica esta informação como resposta à interações do usuário. Algumas vantagens deste design pattern: - O visual da aplicação pode ser drasticamente modificado sem modificar estruturas de dados e lógica de negócio; - A aplicação pode facilmente manter diferentes interfaces, como multilingüe, o diferentes conjuntos de permissões de usuário; 1.2. Aplicações web e o modelo MVC As aplicações web, como sistemas interativos de software, podem se beneficiar do design pattern MVC. Contudo, o problema envolvido nesta abordagem surge do fato de as aplicações web serem intrinsecamente particionadas entre o cliente e o servidor. Naturalmente, os desenvolvedores podem pré-particionar as aplicações, decidindo qual método rodará no servidor e qual no cliente. Uma vez feita a decisão, o modelo MVC poderá ser aplicado tanto à porção cliente da aplicação quanto à porção do servidor. Contudo, tal decisão não é trivial, visto que tais decisões dependem de requisitos de aplicação que freqüentemente mudam conforme a evolução do desenvolvimento, o que torna a partição correta praticamente impossível. Portanto, aplicar o modelo MVC a um ambiente onde as decisões de partição não são fixas é uma tarefa extremamente difícil e complicada.
3 Ademais, as decisões de tecnologias a serem empregadas no projeto também determinam em grande parte como a aplicação será particionada. Em função deste cenário, o artigo introduz o conceito de Partição de aplicações web flexível, para que se possa aplicar o MVC de forma mais natural às aplicações web. 3. Flexible Web-Application Partitioning( fwap ) A independência de particionamento torna o desenvolvimento muito mais flexível, pois possibilita aos desenvolvedores alternativas para encarar as mudanças tecnológicas e de características de projeto da aplicação, e até mesmo mudanças de ambiente e infra-estrutura como congestionamentos na rede. O problema desta perspectiva é como manter uma independência de partição visto que as aplicações web dependem da localização. A proposta da abordagem fwap possibilita a adoção da perspectiva de independência de particionamento, onde as aplicações são desenvolvidas e testadas num único espaço de endereço, mas que podem ser implementadas para várias arquiteturas cliente/servidor sem modificar o código fonte da aplicação. Para conseguir a independência, fwap direciona seus esforços a uma série de problemas difíceis, que envolvam tecnologias de particionamento independente para os componentes individuas de Model, View e Controller do modelo mvc. Além da integração destes componentes em um modelo de programação consistente Arquiteturas fwap - Single-mvc (smvc) Funciona como a arquitetura de desenvolvimento fwap. Corresponde ao modelo clássico MVC. - Thin-Client Uma arquitetura de implementação onde o Model e o Controller residem no servidor e geram Views do lado do cliente. Evita sobrecarregar o cliente. - Dual-mvc Uma arquitetura de implementação onde tanto o Model quanto o Controller residem em ambos cliente e servidor. Tanto o cliente quanto o servidor pode também gerar Views para serem exibidas no cliente.
4 3.2. Trabalho Relacionado Especificação e geração de View Para que Views possam ser exibidas em diversas plataformas, elas devem ser geradas de uma forma independente de plataforma. Uma abordagem é utilizar XML como uma linguagem de marcação universal. Contudo, a abordagem deste artigo baseia-se na utilização de API Java para especificar a biblioteca de componentes GUI e construir as Views a partir destes componentes em tempo de execução, utilizando bibliotecas dependentes de plataforma do lado do cliente( Ex. Utilizando HTML para navegadores web ) Especificação e execução de Controller Controllers devem poder ser executados sem alterações tanto no cliente quanto no servidor para se encaixar na abordagem dual-mvc. Quando se compilam controllers para JVM, excluem-se uma série de clientes que não possuem JVM, como PDA s e Web-phones. Uma alternativa é utilizar Javascript ao invés de Java. Ou também utilizando o Java plug-in, que é o que o artigo sugere Frameworks de apresentação Thin-Client O que diferencia o modelo fwap das demais tentativas de adequação do design pattern mvc é a sua independência de particionamento, visto que os demais esforços neste sentido são dependentes de partição. Embora aplicações fwap possam ser implementadas na arquitetura thinclient, fwap enfatiza a possibilidade de utilizar a arquitetura dual-mvc, aumentando a performance do lado do cliente( já que alguns componentes model e/ou controller estarão no cliente ). Em função disso, fwap procura abordar questões como Sincronização do Model e delegação transparente do Controller, que não são do interesse de frameworks baseados na arquitetura thin-client Sincronização do Model Todas as aplicações que envolvem interação humana levantam a questão da sincronização da camada Model, visto que a escala de tempo de uma interação humana é muitas vezes maior que o tempo de transação de banco de dados. Portanto, esta é uma questão que deve ser abordada por qualquer sistema que envolva acesso a banco de dados e interação humana multi-usuário, não limitando-se ao modelo fwap. Há diversas formas de tratar este problema, há locks de arquivos, tabelas, registros e colunas, que possibilitam o trabalho multi-usuário. Outra técnica é a otimização de controle concorrente. Há ainda a abordagem Predizer e Transformar.
5 A arquitetura dual-mvc ainda introduz a complicação adicional da sincronização de cópias temporárias de registros do banco de dados entre o cliente e o servidor mantido com base na sessão do usuário (Abordado com maior profundidade na seção 5 ) O modelo de programação fwap A infra-estrutura fwap provê uma interface base que especifica que cada aplicação web baseado no modelo fwap está associada a um model e um view, cada qual acessado através de sua própria API View Views fwap são compostas de um conjunto de elementos GUI, como caixas de texto, botões e radio-botões. Os componentes GUI são especificados através de interfaces. Os componentes são criados, acessados e removidos somente através da API fwap, utilizada pela invocação do método getview da aplicação fwap Model O model de uma aplicação fwap segue os mesmos princípios de View: Os componentes são especificados através de uma interface, e os componentes são acessados somente através de uma API fwap. Os componentes fwap seguem a especificação de componentes Enterprise Java Beans Controllers O controller é uma unidade funcional que pode ser invocada para rodar tanto do lado do cliente quanto do lado do servidor. Usa-se um descritor de implementação de controller para determinar onde este irá rodar. O que contrasta com a abordagem cliente/servidor clássica. Deve-se especificar o conjunto de métodos que poderão ser flexivelmente particionados. O que poderá ocorrer somente se o método for parte de uma interface específica de aplicação. Com isso pode-se dividir as responsabilidades do controller entre o cliente e o servidor, seguindo a arquitetura dual-mvc Desenvolvimento O desenvolvimento de aplicações fwap consiste na disponibilização de um implementação da subclasse de interface da aplicação fwap. O modelo fwap não prove nenhum suporte adicional para esta questão porque ela é específica de cada aplicação.
6 4. Implementação atual 4.1. smvc Os componentes view da arquitetura smvc são renderizados utilizando-se componentes Java swing. E a aplicação é desenvolvida e testada como se fosse uma aplicação stand-alone swing thin-client Utilizam-se componentes que geram HTML invés dos componentes swing. Utiliza-se um servidor de componentes como o Tomcat, onde arquivos.class são disponibilizados como entradas servlets no arquivo web.xml. - Inicia-se uma nova instancia da aplicação fwap que será associada ao cliente; - Tal aplicação gera a View Inicial, que consistirá de um stream HTML; - envia o HTML ao cliente. O controller e o Model não rodam no cliente, que somente visualiza as Views geradas. Daí o nome thin-client dual-mvc Duas instancias da aplicação fwap rodam: Uma no cliente e uma no servidor. Deve-se sincronizar a serialização de componentes das diversas camadas de View, Model e Controller entre o cliente e o servidor. E decidir quais componentes de qual camada irão rodar no cliente e quais irão rodar no servidor, e adequar a invocação dos métodos. 5. Trabalho em andamento O trabalho em andamento visa enriquecer a biblioteca de componentes de View, visando as arquiteturas smvc e thin-client. Contudo o esforço principal está no desenvolvimento da arquitetura dual-mvc; 5.1. Sincoronização do Model Atualmente copia-se todo o model de um local para o outro, do cliente ao servidor ou vice-versa. Um trabalho em andamento visa realizar a cópia somente das porções do model que sofreram modificação, otimizando assim a abordagem de forma significativa Pré-Buscas e atualizações do Model
7 Possibilitar aos clientes buscar diretamente os dados e atualizações, sem ter que passar obrigatória e primariamente pelo servidor, como ocorre hoje em dia. 6. Conclusão Este artigo descreve como um design pattern MVC de particionamento independente pode ser usado no ambiente intrinsecamente dependente de particionamento de aplicações web. A utilização do modelo fwap possibilita que o código escrito para uma aplicação stand-alone seja utilizado sem modificações em várias implantações para várias plataformas cliente com qualquer esquema de particionamento. Além disso, o modelo fwap possibilita o re-particionamento, após a conclusão dos trabalhos e em função de novas necessidades sem custo e/ou esforço adicional.
Introdução ao Desenvolvimento de
Introdução ao Desenvolvimento de Aplicações Web com JSF e PrimeFaces Marcelo Vinícius Cysneiros Aragão ICC Inatel Competence Center [email protected] Santa Rita do Sapucaí, 15 de março de 2016 Conteúdo
Frameworks funcionais para JSF que proporciona o desenvolvimento de aplicações computacionais WEB
Frameworks funcionais para JSF que proporciona o desenvolvimento de aplicações computacionais WEB Bruno Costa Silva 1, Ricardo Rufino 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil [email protected],
ALUNO: RONI FABIO BANASZEWSKI
Model-View-Controller ALUNO: RONI FABIO BANASZEWSKI Objetivo Separar dados ou lógica de negócios (Model) da interface do usuário (View) e do fluxo da aplicação (Control) A idéia é permitir que uma mesma
Documento de Arquitetura de Software- SGE
Documento de Arquitetura de Software- SGE IFG Autor: Marcelo Roldrin Barros Silva 1. Introdução 1.1 Finalidade Este documento oferece uma visão geral arquitetural abrangente do sistema SGE (Sistema de
Módulo II Arquitetura em Camadas
Módulo II Arquitetura em Camadas Prof. Ismael H F Santos April 08 Prof. Ismael H. F. Santos - [email protected] 1 Ementa Arquitetura de camadas de Software Arquiteturas em Camadas Padrões para
Arquitetura em Camadas
Arquitetura em Camadas 1 Introdução Em aplicações OO de médio e grande porte, diversos aspectos devem ser considerados: Apresentação Lógica da aplicação Lógica do negócio Persistência de Objetos Camada
Aplicações Web com Servlets e JSP
J550 Desenvolvimento de Aplicações Web com Servlets e JSP Helder da Rocha www.argonavis.com.br 1 Objetivos Este curso explora os recursos da linguagem Java para o desenvolvimento de aplicações Web Tem
Protótipo de uma ferramenta de apoio para desenvolvimento de sistemas web para WebIntegrator
Protótipo de uma ferramenta de apoio para desenvolvimento de sistemas web para WebIntegrator Ederson Evaristo Jantsch Orientador: Marcel Hugo 09/07/2002 Roteiro Introdução Aplicação multicamadas Tecnologias
contidos na descrição do serviço para localizar, contactar e chamar o serviço. A figura mostra os componentes e a interação entre eles.
Web Services Web Service é um componente de software identificado por uma URI que independe de implementação ou de plataforma e pode ser descrito, publicado e invocado sobre uma rede por meio de mensagens
De Olho na Pista. Documento de Arquitetura. De Olho na Pista Documento de Arquitetura Data: 23/03/2013. AJA Software
AJA Software www.ajasoftware.wordpress.com De Olho na Pista Documento de Arquitetura Confidencial De Olho na Pista, 2013 1 Sumário 1. Introdução 3 2. Metas e Restrições da Arquitetura 3 3. Padrão da Arquitetura
JAVA PARA WEB E EJB APLICAÇÕES WEB, SERVIDORES DE APLICAÇÃO, CONTAINERS WEB
JAVA PARA WEB E EJB APLICAÇÕES WEB, SERVIDORES DE APLICAÇÃO, CONTAINERS WEB INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO WEB COM JAVA Tópicos Aplicações, componentes e containers web Aplicações web Modelo de aplicações
Introdução a Teste de Software
Universidade Católica de Pelotas Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina de Qualidade de Software Introdução a Teste de Software Prof. Luthiano Venecian 1 Conceitos Teste de software
EXERCÍCIOS DE REVISÃO DE CONTEÚDO QUESTÕES DISSERTATIVAS
EXERCÍCIOS DE REVISÃO DE CONTEÚDO QUESTÕES DISSERTATIVAS 1. Explique a(s) diferença(s) entre design pattern e framework. 2. Analisar o arquivo de configurações (web.xml) abaixo identificando quais suas
SISTEMA DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA APLICADA À GESTÃO PÚBLICA
SISTEMA DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA APLICADA À GESTÃO PÚBLICA Julio Cesar do Carmo Junior 1, Osvaldo Cesar Pinheiro de Almeida 2 1 Informática para Gestão, Faculdade de Tecnologia, Botucatu, SP, Brasil. E-mail:
Resolução dos exercícios da lista BD01
Resolução dos exercícios da lista BD01 Pedro Losco Takecian Monitor João Eduardo Ferreira Professor 4 de abril de 2006 1. Quando faz sentido utilizar um SGBD ao invés de simplesmente utilizar o sistema
Curso Online de E-commerce. Plano de Estudo
Curso Online de E-commerce Plano de Estudo Descrição do programa O programa oferece metodologias e técnicas necessárias para a implementação de soluções web baseadas no CMS para o suporte, estratégias
Introdução. descrever os tipos de interfaces e linguagens oferecidas por um SGBD. mostrar o ambiente de programas dos SGBD s
Introdução Contribuição do Capítulo 2: discutir modelos de dados definir conceitos de esquemas e instâncias descrever os tipos de interfaces e linguagens oferecidas por um SGBD mostrar o ambiente de programas
Desenvolvimento Web TCC Turma A-1
Desenvolvimento Web TCC-00.226 Turma A-1 Conteúdo Model-View-Controller (MVC) Professor Leandro Augusto Frata Fernandes [email protected] Material disponível em http://www.ic.uff.br/~laffernandes/teaching/2013.2/tcc-00.226
SisBIC Sistema de Gerenciamento de Bolsas de Iniciação
SisBIC Sistema de Gerenciamento de Bolsas de Iniciação 1. Introdução Robson Tenório Universidade Federal da Bahia Centro de Processamento de Dados Salvador Bahia Brasil {robsonrt}@ufba.br A Universidade
PLATAFORMA SIGA RIO DAS VELHAS MANUAL DO CÓDIGO FONTE
PLATAFORMA SIGA RIO DAS VELHAS MANUAL DO CÓDIGO FONTE ATO CONVOCATÓRIO Nº 006/2016 CONTRATO DE GESTÃO IGAM Nº 002/IGAM/2012 09/2017 1 PLATAFORMA SIGA RIO DAS VELHAS MANUAL DO CÓDIGO FONTE ATO CONVOCATÓRIO
IFSC/Florianópolis - Programação Orientada a Objetos com Java - prof. Herval Daminelli
Programa de computador sequência de comandos ou instruções executados por um computador com a finalidade de produzir um resultado e resolver um problema; Linguagem de programação método para a criação
Desenvolvimento de Software Baseado em Componentes. Paulo C. Masiero
Desenvolvimento de Software Baseado em Componentes Paulo C. Masiero 1 Introdução Frustração com as promessas da Orientação a objetos em relação ao reuso de classes. Frameworks são uma solução para um domínio
Levantamento de classes (Análise de casos de uso)
Plano Levantamento de classes (Análise de casos de uso) Prof. Cesar Augusto Tacla Levantamento no método APOO Projeto por padrões: MVC e Observador Estereótipos de classes Visão geral do método Engenharia
Adriano Maranhão PROFISSIONAIS E ATIVIDADES ENVOLVIDAS EM UM SGBD
Adriano Maranhão PROFISSIONAIS E ATIVIDADES ENVOLVIDAS EM UM SGBD ADMINISTRADOR DA BASE DE DADOS Em qualquer organização onde muitas pessoas compartilham muitos recursos, existe a necessidade de um administrador
Informática Parte 23 Prof. Márcio Hunecke
Escriturário Informática Parte 23 Prof. Márcio Hunecke Informática Json (ECMA-404) JSON (JavaScript Object Notation), é um formato compacto, de padrão aberto independente, de troca de dados simples e
Utilização da Tecnologia ActiveX Data Objects (ADO) em um Sistema com Objetos Distribuídos
Universidade Regional de Blumenau Centro de Ciências Exatas e Naturais Bacharelado em Ciências da Computação Trabalho de Conclusão de Curso Utilização da Tecnologia ActiveX Data Objects (ADO) em um Sistema
Tutorial 1 Configuração Apache Tomcat no NetBeans 8.0 (passo a passo)
Nome do laboratório: Laboratório de Programação Ferramenta 1 -NetBeans 8.0 WEB Elaborado por: Osmar de Oliveira Braz Junior Descrição Este tutorial tem como objetivo mostrar a construção de aplicações
Data Warehouse ETL. Rodrigo Leite Durães.
Data Warehouse ETL Rodrigo Leite Durães [email protected] Introdução Um dos desafios da implantação de um DW é a integração dos dados de fontes heterogêneas e complexas, padronizando informações,
DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES COM JAVA 2EE E UML
DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES COM JAVA 2EE E UML Jhonattan Vieira do Carmo, Ricardo Ribeiro Rufino Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil [email protected] [email protected] Resumo.
DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS WEB. Lista de Exercícios AV2-01. Luiz Leão
DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS WEB Luiz Leão [email protected] http://www.luizleao.com Questão 01 Sobre as características da programação orientada a objetos, explique o encapsulamento. Questão 01 - Resposta
Curso online de Aplicações. Híbridas. Plano de Estudo
Curso online de Aplicações Híbridas Plano de Estudo Descrição do programa O programa de aplicações híbridas tem um enfoque em desenvolvimento para dispositivos móveis que combina os pontos fortes do desenvolvimento
RUP RATIONAL UNIFIED PROCESS
O que é RUP? É um metodologia para gerenciar projetos de desenvolvimento de software que usa a UML como ferramenta para especificação de sistemas. Ele é um modelo de processo híbrido Mistura elementos
Desenvolvimento Web II
Desenvolvimento Web II Framework Laravel 5 Gerando Gráficos Lavacharts (http://lavacharts.com/) Gil Eduardo de Andrade Introdução: O desenvolvimento de aplicações web acarreta, muitas vezes, na necessidade
Figura 16 Niagara - Visão de grupos de notas.
Conclusão 6 Conclusão 6.1 Trabalhos Relacionados Dentre as funcionalidades fornecidas pela interface gerada pelo framework, em destaque está a possibilidade do zoom livre. Disponibilizar esta funcionalidade
DESENVOLVENDO APLICAÇÕES MULTIPLATAFORMA PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS UTILIZANDO IONIC E PHONEGAP
DESENVOLVENDO APLICAÇÕES MULTIPLATAFORMA PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS UTILIZANDO IONIC E PHONEGAP Luiz Carlos Do Nascimento Junior 1, Tiago Piperno Bonetti 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR
RAD Rapid Application Development
RAD Rapid Application Development Desenvolvimento Rápido de Aplicação Brunna Leite Rafaela Trevizan Renan Gonçalvez Samanta de Masi RAD é um modelo de processo de desenvolvimento de software iterativo
SERVIÇOS WEB. Frankley Gustavo F. Mesquita, Tamiris Souza Fonseca. 27 de junho de 2016
Frankley Gustavo F. Mesquita Tamiris Souza Fonseca 27 de junho de 2016 Sumário 1 2 3 4 5 6 7 8 O padrão Web foi desenvolvido pelo Laboratório Europeu de Física de Partículas (CERN - European Particle Physics
INF1013 MODELAGEM DE SOFTWARE
INF1013 MODELAGEM DE SOFTWARE Departamento de Informática PUC-Rio Ivan Mathias Filho [email protected] Programa Capítulo 1 O Paradigma Orientado a Objetos A Linguagem UML Descrição da Arquitetura 1 Programa
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO Prof. Adriano Avelar Site: www.adrianoavelar.com Email: [email protected] 1. Que são sistemas abertos? É um sistema que oferece serviços de acordo com
2 Fluxos no Ciclo de Vida do Processo Unificado. O Processo Unificado consiste da repetição de uma série de ciclos durante a vida de um sistema.
Processo Unificado Universidade Federal do Maranhão UFMA Pós Graduação de Engenharia de Eletricidade Grupo de Computação Assunto: Ciclo de Vida - Fluxos Autoria:Aristófanes Corrêa Silva Adaptação: Alexandre
TCC - LagarLottery. Desenvolvimento de um software para jogadores de loterias. Aluno: Euclides Pinheiro de Melo
TCC - LagarLottery Desenvolvimento de um software para jogadores de loterias Aluno: Euclides Pinheiro de Melo [email protected] Orientador: Dalton Francisco de Andrade [email protected] Universidade
Curso online de Fundamentos em Android. Plano de Estudo
Curso online de Fundamentos em Android Plano de Estudo Descrição do programa A Certificação Android ensina como usar as ferramentas necessárias para projetar e implantar aplicativos Android para dispositivos
Ademir Cristiano Gabardo. Novatec
Ademir Cristiano Gabardo Novatec Novatec Editora Ltda. 2012. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610 de 19/02/1998. É proibida a reprodução desta obra, mesmo parcial, por qualquer processo,
Computação II Orientação a Objetos
Computação II Orientação a Objetos Fabio Mascarenhas - 2016.2 http://www.dcc.ufrj.br/~fabiom/java Android Android é um sistema operacional para dispositivos móveis Kernel Linux, drivers e bibliotecas do
Aula 5 TECNOLOGIA EM JOGOS DIGITAIS JOGOS MULTI PLAYER. Marcelo Henrique dos Santos
Aula 5 TECNOLOGIA EM JOGOS DIGITAIS JOGOS MULTI PLAYER Marcelo Henrique dos Santos Marcelo Henrique dos Santos Mestrado em Educação (em andamento) MBA em Negócios em Mídias Digitais MBA em Marketing e
Introdução à plataforma Java
Introdução à plataforma Java Apresentação: Professor: Galvez Gonçalves [email protected] O que estudaremos 1. Os conceitos de programação orientada a objetos através de uma linguagem de programação que
Objetos e Componentes Distribuídos: EJB
: EJB Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão Objetivos Nesta
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO http:// www.cefetrn.br/datinf ARQUITETURA TCP/IP Nome: Curso: Turma: LISTA DE EXERCÍCIO
Engenharia Software. Ení Berbert Camilo Contaiffer
Engenharia Software Ení Berbert Camilo Contaiffer Características do Software Software não é um elemento físico, é um elemento lógico; Software é desenvolvido ou projetado por engenharia, não manufaturado
igrpweb Índice gráfico Cliente NOSi igrpweb Referência Versão 1.00 Status
igrpweb Índice gráfico Cliente NOSi igrpweb Referência Versão 1.00 Status Conteúdo Enquadramento... 2 1 IGRP Studio... 3 2 O Guia Inicial Rápido... 4 3 O Gerador de Código... 5 4 O File editor... 6 5 BPMN
Desenvolvimento Web. Introdução Geral. Prof. Vicente Paulo de Camargo
Introdução Geral Prof. Vicente Paulo de Camargo Web e Internet A Internet é uma rede de computadores que conecta milhões de computadores Se comunicam através do protocolos específicos A Web é uma forma
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos Processos Gustavo Reis [email protected] 1 - Processos Conceito originado do campos de sistemas operacionais no qual, em geral, são definidos como programas em execução
SCE-557. Técnicas de Programação para WEB. Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello [email protected]
SCE-557 Técnicas de Programação para WEB Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello [email protected] 1 Cronograma Fundamentos sobre servidores e clientes Linguagens Server e Client side
INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA SERVLETS
PROGRAMAÇÃO SERVIDOR EM SISTEMAS WEB INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA SERVLETS Prof. Dr. Daniel Caetano 2011-2 Visão Geral 1 Arquitetura Web e Serviços 2 Contentores Java e o Ciclo de Vida 4 Servlets com o NetBeans
SISTEMA DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA APLICADO AO GERENCIAMENTO DE INFORMAÇÃO DE TRANSPORTE URBANO
SISTEMA DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA APLICADO AO GERENCIAMENTO DE INFORMAÇÃO DE TRANSPORTE URBANO Edilene de Fátima Vetorato 1, Osvaldo Cesar Pinheiro de Almeida 2 1 Fatec, Botucatu, SP, Brasil. E-mail: [email protected]
Programação para Internet I
Programação para Internet I Aula 04 Prof. Diemesleno Souza Carvalho [email protected] http://www.diemesleno.com.br Na aula passada vimos... Na aula passada vimos... Unidade I - Conceitos básicos sobre
Desenvolvimento de Software I
Desenvolvimento de Software I Prof. Arnaldo Martins Hidalgo Junior [email protected] http://aulashidalgo.wordpress.com 5 h/a (2 aulas semanais) http://aulashidalgo.wordpress.com 1 Competências Avaliar
Introdução ao Zend Framework 2
Introdução ao Zend Framework 2 #laryssa-muniz Graduada em Telemática - Estácio de Sá Especialista em Engenharia de Software - UECE Mestranda em Ciências da Computação - UECE Analista de Sistemas - Brain
Planificação Anual da disciplina de Redes de Comunicação 12º PI
M ó d u l o 4 - D e s e n v o l v i m e n t o d e P á g i n a s W e b E s t á t i c a s 1. Construção base de páginas Web. a. Estrutura de páginas Web b. Etiquetas comuns em páginas Web. c. Hiperligações.
Aula 17 Introdução ao jquery
Aula 17 Introdução ao jquery jquery é uma biblioteca JavaScript criada por John Resig e disponibilizada como software livre e aberto, ou seja, de emprego e uso regido segundo licença conforme as regras
