Atividade de Água no controle microbiológico
|
|
|
- Nelson Azenha Teves
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Atividade de Água no controle microbiológico Tânia M. M. Shibata Decagon Devices LatAm.
2 Queremos conhecer um pouco do seu trabalho e produto. Por favor, selecione uma ou mais opções nas perguntas a seguir e nos envie.
3 Atividade de água Umidade Atividade de água Medida do estado da energia da água em um sistema. (Qualitativa). Uma qualidade interna que não depende da quantidade de amostra. Umidade Quantidade de água presente em uma amostra sobre base seca ou úmida. Uma propriedade extensiva que depende da quantidade de amostra.
4 Atividade de água = Estado de energia da água Qual a diferença entre a água na esponja e a água no béquer? Entre tantas respostas uma delas é a energia da água. O estado da energia da água na esponja é menor do que o estado da energia da água no béquer.
5 Definindo Atividade de água - a w
6 Definições de a w Potencial químico Constante Gases Temperatura µ = µ o + RT ln (f/f o ) Potencial químico de uma substância pura Fugacidade
7 Definição de atividade Lewis e Randall (1961) : conceito de atividade. A fugacidade é igual a pressão vapor (f = p) a w = f/f o = p/p o Pressão de vapor da água na amostra a ºC a w = Pressão de vapor da água pura ºC a w = URE (%) /100
8 Atividade de água Água pura
9 Por que medir atividade de água? Prever o desenvolvimento microbiano Avaliar as reações químicas e vida de prateleira Estabilidade física Embalagem proteção contra umidade ambiente. Transferência de umidade entre ingredientes Intercâmbio de umidade com o meio ambiente Predição da curva de isoterma umidade vs aw
10 Controle de a w para propósito de preservação Produtos desidratados, em pó, liofilizado, ou seja com redução de a w são convenientes economicamente tendo a vida de prateleira aumentada, diminuição de custos com a redução de embalagens, melhora nas propriedades para manuseio, transporte. Produtos minimamente processados podem ter a a w reduzida com adição de mínimo de umectantes.
11 a w e Microbiologia
12 Micro-organismos benéficos Lactobacillus Streptoccus Penicillium Sacharomyces
13 Micro-organismos patogênicos Aspergillus S. aureus Fusarium Salmonella Clostridium
14 Efeito da atividade de água na estabilidade microbiológica A a w é um dos principais fatores para prevenir ou limitar o desenvolvimento microbiano. Em vários casos, o parâmetro a w é responsável pela estabilidade do produto, modula a resposta microbiana e determina qual o tipo de micro-organismo desenvolverá no produto. Condições adversas de a w poderá causar estresse osmótico e provocar a esporulação nos micro-organismos que esporulam e em condições ótimas de a w induzem a germinação e crescimento. A produção de metabólitos secundários (toxinas) também são afetadas pelo valor de a w do meio.
15 Fatores que influenciam o desenvolvimento, sobrevivência e morte dos micro-organismos Atividade de água Temperatura ph Oxigênio Nutrientes Inibidores naturais/preservantes Etc.
16 Proliferação Microbiana Tecnologia de Barreiras
17 a w e micro-organismos : 56 anos!! Scott, WJ (pesquisador australiano) 1957 Water Relations of Food Spoilage Microorganisms Advances Food Research, 7:83-127
18 Proliferação microbiana Efeito de vários níveis de a w na curva de crescimento e fase estacionária de Staphylococcus aureus.
19 Proliferação microbiana Efeito de a w na redução do crescimento da bactéria Fase estacionária Fase de proliferação exponencial Fase de latência Adaptado de Troller, J. A. (1987). Adaptation and growth of microorganisms in environments with reduced water activity. In: Water activity: Theory and applications to food Rockland, L. B. and Beuchat, L. R. eds. Marcel Dekker, Inc.New York p
20 Interação a w -ph
21 Efeito osmótico Célula microbianas têm pressão osmótica interna mais elevada do que o meio ao seu redor, resultando em pressão túrgica exercida sobre a parede da célula, provendo uma força mecânica necessária para a expansão da célula e crescimento. Quando um micro-organismo é colocado em um ambiente com a w reduzida, a água migra do citoplasma da célula e a membrana perde o turgor. A homeostasia (equilíbrio interno) é perturbada e o microorganismo não se multiplicará e permanecerá na fase lag até o equilíbrio ser re-estabelecido.
22
23 a w Limite para desenvolvimento e toxicidade a w mínima para Micro-organismos Desenvolvimento Produção Toxina Clostridium botulinum (E) 0,95-0,97 0,97 Clostridium botulinum (A) 0,93-0,95 0,94-0,95 Clostridium botulinum (B) 0,94 0,93-0,94 Staphylococcus aureus 0,86 0,87-0,90 enterotoxina A Escherichia coli 0,95 Salmonella 0,93 Listeria monocytogenes 0,93 Bacillus cereus 0,93 0,97 enterotoxina B
24 Efeito do NaCl e glicerol na a w mínima para desenvolvimento de bactérias patogências Bactéria a w ajustada com NaCl a w ajustada com Glicerol Clostridium botulinum E 0,966 0,943 Escherichia coli 0,949 0,940 Clostridium perfringens 0,945 0,930 Clostridium botulinum A e B 0,940 0,930 Vibrio parahaemolyticus 0,932 0,911 Bacillus cereus 0,930 0,920 Listeria monocytogenes 0,920 0,900 Staphylococcus aureus 0,860 0,890 Fonte: Chirife, J specific solute effects with special reference to S. aureus. Journal of Food Engeineering 22: Tapia, M. Villegas, Y. & Martinez, A Minimal water activity for grwoth of Listeria monocytogenes as affected by solute and temperature. International Journal of Food Microbiology 14:
25 a w mínima para desenvolvimento de bactérias patogências em meio de cultura com ajuste de a w com sais e açúcares Bactéria NaCl KCl Sacarose Glucose Listeria monocytogenes 0,92-0,92 - Vibrio parahaemolyticus 0,936 0,936 0,940 - Clostridium botulinum G 0,965-0,965 - Clostridium botulinum E 0,972 0,972 0,972 0,975 Clostridium perfringens 0, ,945 Staphylococcus aureus 0,864-0,867 - Fonte: Chirife, J Physicochemical aspects of food preservation by combined factors. Food Control 4:
26
27 Espécie Micotoxina a w mínima Desenvolvimento a w mínima Produção micotoxina Aspergillus flavus Aflatoxina 0,78-0,80 0,83-0,87 Aspergillus parasiticus Aflatoxina 0,82 0,87 Penicillium citrinum Citrinina 0,80 - Aspergillus ochraceus Ocratoxina 0,77-0,83 0,83-0,87 Penicillium cyclopium Ocratoxina 0,81-0,85 0,87-0,90 Penicillium martensii Ácido penicílico 0,79-0,83 0,99 Penicillium cyclopium Ácido penicílico 0,82-0,87 0,97 Penicillium patulum Patulina 0,81-0,85 0,85-0,95 Penicillium expansum Patulina 0,83-0,85 0,99 Aspergillus clavatus Patulina 0,85 0,99 Trichothecium roseum Tricotecina 0,90 -
28 Influência de a w e tipo de soluto no valor de D para alguns bolores, leveduras Bolor / Levedura a w Temperatura C Soluto Valor D (min) Aspergillus flavus (conidia) 0,99 55 Não 3 0,90 NaCl 70 0,90 Sacarose 66 0,85 Glucose 66 Penicillium puberulum (conidia) 0,99 48 Não 31 0,89 Sacarose 30 0,93 NaCl 30 Byssochlamys nivea (ascosporo) 0,98 75 Sacarose 60 0,92 Sacarose 260 0,84 Sacarose 470 0,99 80 Controle 39 0,93 NaCl 48 0,89 Sacarose 49 Saccharomyces cerevisiae 0,99 51 Não 21 (célula vegetativa) 0,97 NaCl 24 0,93 NaCl 13 0,97 Sacarose 49 0,89 Sacarose 53
29 Proliferação Microbiana Todo micro-organismo tem um nível de a w limitante para sua proliferação. a w limite Micro-organismos 0,91 Bactéria Gram Negativa 0,86 Bactéria Gram Positiva 0,88 Leveduras (limite prática) 0,80 Produção de micotoxinas 0,70 Fungos (limite prática) 0,62 Leveduras osmofilícias 0,61 Bolores xerofílicos 0,60 Limite absoluto para micro-organismos
30 Controle de atividade de água Antimicrobianos: nitrito de sódio; nitrato de sódio sorbato de potássio; benzoato de sódio; sulfito; óleos essenciais; defumação Tratamento térmico Refrigeração Flora competitiva Agentes modificadores de a w Sais: NaCl; KCl. Açúcares: Sacarose; Glucose; Umectantes: Gliceróis; Sorbitol. Antiumectantes: Alumínio Silicato de Sódio; Carbonato de Cálcio; Carbonato de Magnésio. Plastificantes: Monoglicerídeos acetilados; Citratos de alquila (embalagens); Óleos vegetais.
31 Instrumentos Decagon
32 AquaLab Series 4TE Duo = atividade de água e umidade
33 Ponto de Orvalho O espelho se resfria até que se forme o orvalho. Célula fotoelétrica detecta o ponto exato da primeira condensação no espelho. Um termopar grava a temperatura na qual ocorreu a condensação. AquaLab então emite um sinal sonoro e apresenta os valores de atividade de água final e temperatura.
34 Agradecemos a sua participação Decagon Devices LatAm R. José Alves dos Santos, 281 Sala 102 Floradas de S. José S.J dos Campos SP Fone: (12) [email protected]
Fundamentos de Atividade de Água
Fundamentos de Atividade de Água Tânia M. M. Shibata Decagon Devices LatAm. Algumas perguntas antes de iniciarmos a apresentação Alimentos, Fármacos e Cosméticos Por que o leite em pó empedra? o pão embolora?
Influência da Atividade de Água nas Reações Químicas e Bioquímicas
Influência da Atividade de Água nas Reações Químicas e Bioquímicas Tânia M. M. Shibata Decagon Devices LatAm. O que você deseja? Algumas perguntas antes de iniciarmos a apresentação Alimentos, Fármacos
Atividade de Água na Indústria de Pet Food.
Atividade de Água na Indústria de Pet Food. Tânia M. M. Shibata Decagon Devices LatAm. Algumas perguntas antes de iniciarmos a apresentação Um caso real Uma companhia produzia 1000kg/h de ração. Operando
Atividade de Água e as Reações Bioquímicas
Atividade de Água e as Reações Bioquímicas Tânia M. M. Shibata Decagon Devices LatAm. Alimentos, Fármacos e Cosméticos Por que o leite em pó empedra? o pão embolora? o comprimido quebra? o cabelo enrola
FATORES INTRÍNSECOS E EXTRÍNSECOS DE CONTROLE DO DESENVOLVIMENTO MICROBIANO EM ALIMENTOS
FATORES INTRÍNSECOS E EXTRÍNSECOS DE CONTROLE DO DESENVOLVIMENTO MICROBIANO EM ALIMENTOS SOBREVIVÊNCIA DOS MICRORGANISMOS EM UM ALIMENTO Fatores Intrínsecos; Atividade de Água (Aa); ph; Potencial de Oxidorredução;
Atividade de Água. Decagon Devices LatAm.
Fundamentos de Atividade de Água Tânia M. M. Shibata Decagon Devices LatAm. Shelf life is not a function of time, rather it is a function of the environmental conditions and the amount of quality change
Fatores que influenciam no crescimento. microbiano
Fatores que influenciam no crescimento microbiano Fatores Intrínsecos 1. Atividade da água (Aa) 2. Potencial Hidrogeniônico ph 3. Potencial de Oxido-Redução - Eh 4. Conteúdo de nutrientes 5. Constituintes
FATORES QUE INFLUENCIAM O DESENVOLVIMENTO MICROBIANO NOS ALIMENTOS
Conceito: Alimentos in natura possuem uma microbiota própria. 1 esta localizada na sua superfície Ovo esta relacionada com a sua origem Atum Conceito: Alimentos in natura possuem uma microbiota própria.
11/03/2018 INTRODUÇÃO A MICROBIOLOGIA DOS ALIMENTOS ASPECTOS HISTÓRICOS. INTRODUÇÃO A MICROBIOLOGIA DOS ALIMENTOS
INTRODUÇÃO A MICROBIOLOGIA DOS ALIMENTOS ASPECTOS HISTÓRICOS. No Inicio, a alimentação era baseada nos abundantes recursos da natureza. O homem passou a plantar, criar animais e produzir seus alimentos.
Alterações microbianas em alimentos Wladimir Padilha da Silva
Universidade Federal de Pelotas Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos Disciplina de Princípios e Métodos de Conservação de Alimentos Alterações microbianas em alimentos Wladimir
A curiosidade é mais impor tante do que o conhecimento. Alber t Einstein
FATORES EXTRÍNSECOS E INTRÍNSECOS QUE AFETAM A MULTIPLICAÇÃO DE MICRORGANISMOS NOS ALIMENTOS Profa. Leila Larisa Medeiros Marques A curiosidade é mais impor tante do que o conhecimento. Alber t Einstein
METABOLISMO BACTERIANO:
CARACTERÍSTICAS FISIOLÓGICAS E DO CRESCIMENTO BACTERIANO 1 METABOLISMO BACTERIANO: Objetivo Principal Nutrientes Metabolismo Sub-Unidades Estruturais Energia Crescimento Bacteriano + Motilidade, Luminescência,...
CARACTERÍSTICAS FISIOLÓGICAS E DO CRESCIMENTO BACTERIANO 1
CARACTERÍSTICAS FISIOLÓGICAS E DO CRESCIMENTO BACTERIANO 1 METABOLISMO BACTERIANO: Objetivo Principal Nutrientes Metabolismo Sub-Unidades Estruturais Energia Crescimento Bacteriano + Motilidade, Luminescência,...
Diretor da Unidade de Microbiologia
Controlo de Qualidade Microbiológico (28 Ensaios Acreditados) O Laboratório é acreditado pelo IPAC (Instituto Português da Acreditação) epelo ILAC (International a Laboratory ato Accreditation Cooperation)
DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ÁGUA E ALIMENTOS 1
DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ÁGUA E ALIMENTOS 1 TERMOS CORRESPONDENTES : Doenças Transmitidas por Água e Alimentos (DTAs); Doenças Veiculadas por Água e Alimentos; Enfermidades Veiculadas por Água e Alimentos;
MICROBIOLOGIA DE ALIMENTOS. PROFA. ÂNGELA Líbia Cardoso
MICROBIOLOGIA DE ALIMENTOS PROFA. ÂNGELA Líbia Cardoso Características: - Em geral são oxidativos; - Tempo de geração maior do que das leveduras e das bactérias (> 30 minutos); - Maior resistência
OS MICROORGANISMOS E A PRODUÇÃO DE ALIMENTOS: Condições de Crescimento Microbiológico e Métodos de Conservação de Alimentos
OS MICROORGANISMOS E A PRODUÇÃO DE ALIMENTOS: Condições de Crescimento Microbiológico e Métodos de Conservação de Alimentos Prof.: Alessandra Miranda Alimentos meio adequado para o crescimento microbiano
MICRO-ORGANISMOS DE IMPORTÂNCIA HIGIÊNICO-SANITÁRIA 1
MICRO-ORGANISMOS DE IMPORTÂNCIA HIGIÊNICO-SANITÁRIA 1 FLUXOGRAMA DE PRODUÇÃO DE ALIMENTOS A b a t e d o u r o C o n s u m i d o r C o n s u m o Alterações da Microbiota Como Identificar estas Alterações?
ATENÇÃO! SEGUNDA PROVA DE MICROBIOLOGIA
Dúvidas: consulte o mural da disciplina ou [email protected] ATENÇÃO! SEGUNDA PROVA DE MICROBIOLOGIA 16/MAIO TURMA DE TERÇA-FEIRA 8:00-10:00H Aaron Domingues até Central de Aulas SALA 7 João Pedro Marostica
Challenge testing and shelf-life studies
Challenge testing and shelf-life studies 20 Junho 2008 Gonçalo Almeida e Tim Hogg Escola Superior de Biotecnologia, Universidade Católica Portuguesa Segurança Alimentar Garantir que os alimentos não apresentam
BACTÉRIAS DE IMPORTÂNCIA HIGIÊNICO-SANITÁRIA 1
BACTÉRIAS DE IMPORTÂNCIA HIGIÊNICO-SANITÁRIA 1 FLUXOGRAMA DE PRODUÇÃO DE ALIMENTOS: A b a t e d o u r o C o n s u m i d o r C o n s u m o Alterações da Microbiota Como Identificar estas Alterações? Análise
CARACTERÍSTICAS FISIOLÓGICAS E DO CRESCIMENTO BACTERIANO 1
CARACTERÍSTICAS FISIOLÓGICAS E DO CRESCIMENTO BACTERIANO 1 METABOLISMO BACTERIANO: Objetivo Principal Nutrientes Metabolismo Sub-Unidades Estruturais Energia Crescimento Bacteriano + Motilidade, Luminescência,...
Ecologia Microbiana. Microbiologia do Ar
Ecologia Microbiana Microbiologia do Ar Microbiologia do ar Análise microbiológica do ar Entrada ar Aparelho de impacto sólido Entrada ar Aparelho de impacto líquido Origem dos microrganismos do ar A superfície
Como aw pode resolver problemas de textura e cor? Tânia M. M. Shibata. Decagon Devices LatAm. O que você deseja?
Como aw pode resolver problemas de textura e cor? Tânia M. M. Shibata Decagon Devices LatAm. O que você deseja? 1 Estensãoda vidade prateleira= $$$ Condiçãode armazenagem (5 semanas) Atividade de Água
Vigilância Sanitária de Alimentos. Bactérias causadoras de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs)- II
Vigilância Sanitária de Alimentos Bactérias causadoras de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs)- II Clostridium perfringens Intestino Microbiota normal Solo Água Produto cárneo Clostridium perfringens
MICRO-ORGANISMOS DE IMPORTÂNCIA HIGIÊNICO-SANITÁRIA 1
MICRO-ORGANISMOS DE IMPORTÂNCIA HIGIÊNICO-SANITÁRIA 1 FLUXOGRAMA DE PRODUÇÃO DE ALIMENTOS A b a t e d o u r o C o n s u m i d o r C o n s u m o Alterações da Microbiota Como Identificar estas Alterações?
ID Área Classe de Ensaios Classe de Matriz Matriz Determinação Técnica Método Tipo de Escopo Situação do ensaio
Nome do Laboratório: EUROFINS DO BRASIL ANÁLISES DE ALIMENTOS LTDA Nome Empresarial: EUROFINS DO BRASIL Endereço: RODOVIA ENGENHEIRO ERMÊNIO DE OLIVEIRA PENTEADO KM 57,7 S/Nº Bairro: TOMBADOURO CEP: 13337300
03/02/2016. Métodos físicos e instrumentais de análise de alimentos INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, MÉTODOS FÍSICOS
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, Disciplina: Análise de Alimentos CIÊNCIA E TECNOLOGIA RIO GRANDE DO NORTE Métodos físicos e instrumentais de análise de alimentos MÉTODOS FÍSICOS Densimetria Densidade é
DA ATIVIDADE DE ÁGUA
CYNTHIA DITCHFIELD ESTUDO DOS MÉTODOS PARA A MEDIDA DA ATIVIDADE DE ÁGUA Dissertação apresentada à Escola Politécnica da Universidade de São Paulo para a obtenção do título de Mestre em Engenharia SÃO
OPERAÇÕES UNITÁRIAS II AULA 9: PROCESSAMENTO TÉRMICO DE ALIMENTOS
OPERAÇÕES UNITÁRIAS II AULA 9: PROCESSAMENTO TÉRMICO DE ALIMENTOS Profa. Dra. Milena Martelli Tosi OBJETIVOS EM OPII Operação Unitária que enfatiza os aspectos da TC, conhecimentos de microbiologia adequado
AR COMPRIMIDO: ESPECIFICAÇÕES E MÉTODOS DE MONITORAMENTO
AR COMPRIMIDO: ESPECIFICAÇÕES E MÉTODOS DE MONITORAMENTO Novembro, 2006 Carolina Andrade COMPRESSORES Qualidade do ar comprimido Depende dos detalhes de construção de cada tipo de compressor Qualidade
Disciplina: Controle de Qualidade Série: 2ª Turmas: L/N/M/O. Curso: Técnico em Agroindústria. Professora: Roberta M. D.
Disciplina: Controle de Qualidade Série: 2ª Turmas: L/N/M/O Segurança Alimentar e Curso: Técnico em Agroindústria Professora: Roberta M. D. Cardozo Segurança Alimentar Grupos ou espécies de microrganismos
NUTRIÇÃO E CRESCIMENTO MICROBIANO
CRESCIMENTO MICROBIANO: NUTRIÇÃO E CRESCIMENTO MICROBIANO Em microbiologia, o termo crescimento refere-se a um aumento do número de células e não ao aumento das dimensões celulares. Crescimento Microbiano
Vida de prateleira de alimentos: aspectos microbiológicos. Marta Taniwaki Instituto de Tecnologia de Alimentos
Vida de prateleira de alimentos: aspectos microbiológicos Marta Taniwaki Instituto de Tecnologia de Alimentos Mudanças no alvo 30 anos atrás... A ignorância é felicidade 20 anos atrás... Um pouco de informação
MICROBIOLOGIA DE FRUTAS E HORTALIÇAS MINIMAMENTE PROCESSADAS
MICROBIOLOGIA DE FRUTAS E HORTALIÇAS MINIMAMENTE PROCESSADAS Prof. Assoc. Mariza Landgraf Depto Alimentos e Nutrição Experimental/FCF/USP e-mail: [email protected] I Simpósio Ibero-Americano de Frutas e
Contaminantes microbianos do cacau: aspectos de saúde pública do cacaueiro até o chocolate
Contaminantes microbianos do cacau: aspectos de saúde pública do cacaueiro até o chocolate Edital 064/2008 MAPA/CNPq Coordenadora: Neusely da Silva Equipe: Instituto de Tecnologia de Alimentos Maristela
Deterioração: altamente perecíveis f (% H 2
Processo Térmico Em um processo térmico com alimento, o principal objetivo é reduzir a atividade de materiais biológicos indesejáveis, como microorganismos e enzimas. Em alguns processos mudanças nas propriedades
ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC ENSAIO
ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO Norma de Origem: NIT-DICLA-016 Folha: 1 Total de Folhas: 5 RAZÃO SOCIAL/DESIGNAÇÃO DO LABORATÓRIO Pasteur Laboratório de Pesquisa e Controle Microbiológico
Fontes de m.o. 16/09/2015. Fontes de m.o. Plantas. algumas plantas produzem metabolitos antimicrobianos. interiores geralmente estéreis
1 2 Plantas interiores geralmente estéreis algumas plantas produzem metabolitos antimicrobianos frutos e hortícolas têm m.o. superficiais variam com: tipo de solo fertilizantes e água qualidade do ar 1
ESTABILIDADE TÉRMICA DE BACTERIOCINA PRODUZIDA POR Lactobacillus sakei
ESTABILIDADE TÉRMICA DE BACTERIOCINA PRODUZIDA POR Lactobacillus sakei CONTESSA, C. R.¹, SOUZA, N. B.¹, GONÇALO, G. B.¹, ALMEIDA, L.¹, MANERA, A. P.¹, MORAES, C. C.¹ 1 Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)
INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS FERMENTATIVOS. Professora: Erika Liz
INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS FERMENTATIVOS Professora: Erika Liz Características necessárias de microrganismos para aplicação industrial Apresentar elevada eficiência na conversão de nutrientes, de forma a
Fatores Físicos e Químicos que Influenciam a Fermentação Alcoólica
Fatores Físicos e Químicos que Influenciam a Fermentação Alcoólica CLÓVIS PARAZZI. Universidade Federal de São Carlos. Centro Ciências Agrárias -Araras SP. FERMENTAÇÃO ÁLCOÓLICA PRINCIPAIS FATORES QUE
Lista de ensaios sob acreditação flexível
Nº Produto Parâmetro e Técnica Norma / Procedimento 1 Dispositivos médicos 2 Dispositivos médicos 3 Dispositivos médicos 4 5 6 7 8 9 10 Quantificação de Bolores e leveduras Quantificação de Microrganismos
MICROBIOLOGIA. 2 Se o espaço disponível não for suficiente, use o verso da página 7 e folhas de exame adicionais.
1 MICROBIOLOGIA. (1ª época, 7 de Junho de 2011, duração: 2,5h) INSTRUÇÕES: 1 Responda na folha de enunciado. 2 Se o espaço disponível não for suficiente, use o verso da página 7 e folhas de exame adicionais.
CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS PELO EMPREGO DE ALTAS TEMPERATURAS
CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS PELO EMPREGO DE ALTAS TEMPERATURAS Temperaturas elevadas causam desnaturação de proteínas e a inativação de enzimas necessárias ao metabolismo microbiano; Tratamento térmico necessário
Laboratório de Físico-Química
Outubro 2014 Laboratório de Físico-Química ANÁLISES BROMATOLÓGICAS (Proximativas) em R$ Umidade e Voláteis a 103ºC Regulamento (CE) nº 152, L54/12 (2009) Umidade e Voláteis a 105ºC IAL 012/IV (2005) Umidade
CRESCIMENTO MICROBIANO -mais detalhes- Prof. IVAnéa
CRESCIMENTO MICROBIANO -mais detalhes- Prof. IVAnéa Crescimento Microbiano CRESCIMENTO MICROBIANO: Em microbiologia, o termo crescimento refere-se a um aumento do número de células e não ao aumento das
Graduação em Biotecnologia Disciplina de Biotecnologia Microbiana I. CLÁUDIA PINHO HARTLEBEN
Graduação em Biotecnologia Disciplina de Biotecnologia Microbiana I CLÁUDIA PINHO HARTLEBEN [email protected] [email protected] 13 de setembro de 2011 Reprodução e Fisiologia Bacteriana
Doenças Transmitidas por Alimentos. Prof.: Alessandra Miranda
Doenças Transmitidas por Alimentos Prof.: Alessandra Miranda Origem das Doenças Biológica Química Físicas Grupos Vulneráveis Crianças de 0 a 5 anos Mulheres grávidas Doentes e pessoas com baixa imunidade
ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC ENSAIO. Determinação da alcalinidade pelo método titulométrico. SMWW, 22ª Edição, Método
ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO Norma de Origem: NIT-DICLA-016 Folha: 1 Total de Folhas: 6 RAZÃO SOCIAL/DESIGNAÇÃO DO LABORATÓRIO CQLAB - Consultoria e Controle de Qualidade Ltda. Determinação
Lista de ensaios sob acreditação flexível
Nº Produto Parâmetro e Técnica Norma / Procedimento 1 Dispositivos médicos 2 Dispositivos médicos 3 Dispositivos médicos 4 5 6 7 8 Zaragatoas em superfícies associadas a zonas de risco Zaragatoas em superfícies
Tecnologia de Bebidas Fermentadas. Thiago Rocha dos Santos Mathias
Tecnologia de Bebidas Fermentadas Thiago Rocha dos Santos Mathias [email protected] Tópicos Introdução aos Bioprocessos Tecnologia da cerveja Tecnologia do vinho Tecnologia da cachaça Introdução
Microbiologia Prof. Márcia G. Perdoncini
MICRORGANISMOS PATOGÊNICOS DE IMPORTÂNCIA EM ALIMENTOS Microrganismos patogênicos de importância em alimentos: Espécies patogênicas de microrganismos Contaminam e se proliferam em alimentos As doenças
FICHA TÉCNICA TP.PLO.FT.02/REV.00/
DESCRIÇÃO DO PRODUTO Pão de Ló Original - Pequeno Peso líquido 500 gr Cor Castanho claro Formato Redondo Textura Fofa Dimensões ø20cm/a:4,5cm Cheiro e Sabor Característicos Prazo de Validade 12 dias INGREDIENTES
ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC ENSAIO
ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO Norma de Origem: NIT-DICLA-016 Folha: 1 Total de Folhas: 17 RAZÃO SOCIAL/DESIGNAÇÃO DO LABORATÓRIO EUROFINS DO BRASIL ANÁLISES DE LTDA E S CÁRNEOS S
ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC ENSAIO
ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO Norma de Origem: NIT-DICLA-016 Folha: 1 Total de Folhas: 17 RAZÃO SOCIAL/DESIGNAÇÃO DO LABORATÓRIO EUROFINS DO BRASIL ANÁLISES DE LTDA E S CÁRNEOS S
ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC ENSAIO. Determinação de dureza total pelo método titulométrico por EDTA LQ: 2,39 mg/l
ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO Norma de Origem: NIT-DICLA-016 Folha: 1 Total de Folhas: 7 RAZÃO SOCIAL/DESIGNAÇÃO DO LABORATÓRIO BAKTRON MICROBIOLOGIA LTDA / BAKTRON ÁGUA BRUTA, ÁGUA
OPERAÇÕES UNITÁRIAS II AULA 7: PROCESSAMENTO TÉRMICO DE ALIMENTOS
OPERAÇÕES UNITÁRIAS II AULA 7: PROCESSAMENTO TÉRMICO DE ALIMENTOS Profa. Dra. Milena Martelli Tosi OBJETIVOS EM OPII Operação Unitária que enfatiza os aspectos da TC, conhecimentos de microbiologia adequado
CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS BACTÉRIAS (Citologia) PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE CÉLULAS EUCARIÓTICAS E PROCARIÓTICAS
1 PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE CÉLULAS EUCARIÓTICAS E PROCARIÓTICAS 2 ESTRUTURAS DAS CÉLULAS PROCARIÓTICAS: FUNDAMENTAIS Parede Celular Membrana Celular Ribossoma Genoma Fundamentais a Viabilidade da Célula
Lista de Ensaios sob Acreditação Flexível Intermédia L
Lista de Ensaios sob Acreditação Flexível Intermédia L-47- A entidade a seguir indicada está acreditada como Laboratório de Ensaios, segundo a norma NP EN ISO/IEC 725:25 Endereço Address Contacto Contact
INÁCIO AFONSO KROETZ
FOOD INTELLIGENCE Nome Empresarial: FOOD INTELLIGENCE - CONSULTORIA TÉCNICA EM ALIMENTOS S/S LTDA CNPJ: 03.627.116/0001-43 Enreço: Rua Pássaros e Flores, nº 141 Bairro: Broklin CEP: 04.704-000 Cida: São
1. Princípios de Conservação de Alimentos. Carlos Dias Pereira, Susana Dias, Maria Antónia Conceição
1. Princípios de Conservação de Alimentos Carlos Dias Pereira, Susana Dias, Maria Antónia Conceição 1.1. Introdução Este capítulo pretende dar informação geral sobre as principais causas de alteração da
CARACTERÍSTICAS FISIOLÓGICAS E DO CRESCIMENTO BACTERIANO 1
CARACTERÍSTICAS FISIOLÓGICAS E DO CRESCIMENTO BACTERIANO 1 METABOLISMO BACTERIANO: Objetivo Principal Nutrientes Metabolismo Sub-Unidades Estruturais Energia Crescimento Bacteriano + Motilidade, Luminescência,...
Universidade Federal do Rio de Janeiro Disciplina: Saúde Coletiva. Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs)
Universidade Federal do Rio de Janeiro Disciplina: Saúde Coletiva Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs) A nossa comida é segura? Segurança de Alimentos = Alimentos sem Perigos à Saúde do Consumidor
Biofilmes Bacterianos
Biofilmes Bacterianos Biofilmes Bactérias isoladas x Bactérias em associação Biofilmes: Comunidades de bactérias aderidas a superfícies sólidasou semi-sólidas, envoltas por uma matriz de polímeros extracelulares
MEIOS DE CULTURA TIPOS DE MEIOS DE CULTURA
MEIOS DE CULTURA INTRODUÇÃO Meios de cultura consistem da associação qualitativa e quantitativa de substâncias que fornecem os nutrientes necessários ao desenvolvimento (cultivo) de microrganismos fora
Processos de conservação de frutas e hortaliças pelo frio
Processos de conservação de frutas e hortaliças pelo frio EL36C TECNOLOGIA DE FRUTAS E HORTALIÇAS Profa. Roberta de Souza Leone Conservação de Alimentos Pelo Frio HISTÓRICO Método antigo Aplicação contínua
Classificação de Perigos. Doenças Transmitidas por Alimentos. Condições para a Ocorrência de Doenças Transmitidas por Alimentos
Conceito de Perigo Uma qualquer contaminação ou crescimento inaceitável, ou sobrevivência de bactérias em alimentos que possam afectar a sua inocuidade ou qualidade (deterioração), ou a produção ou persistência
Classificação de Perigos
1 Conceito de Perigo Uma qualquer contaminação ou crescimento inaceitável, ou sobrevivência de bactérias em alimentos que possam afectar a sua inocuidade ou qualidade (deterioração), ou a produção ou persistência
Tecnologia da Fabricação de Etanol
Tecnologia da Fabricação de Etanol 2 3 Fermentação alcoólica fermento (leveduras) Açúcares do etanol + CO 2 caldo de cana T=32º C, ph=4,5 (Mosto) Calor Biomassa Energia (ATP) Etanol Açúcares Glicose Frutose
DTA por Bacillus cereus
1 CARACTERISTICAS GERAIS DO B. cereus: Bastonete Gram Positivo Esporulado; Facultativo; Grupo B. cereus exceto B. anthracis Amplamente distribuído na natureza; Presente na microbiota intestinal do homem
QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DE CARNE BOVINA MOÍDA COMERCIALIZADA EM LIMOEIRO DO NORTE-CE
QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DE CARNE BOVINA MOÍDA COMERCIALIZADA EM LIMOEIRO DO NORTE-CE Josilene Izabel de Oliveira Almeida (1); Maria Josikelvia de Oliveira Almeida (1); Bruno Felipe de Oliveira (1); Candido
Bromatologia e Análise de Alimentos
Bromatologia e Análise de Alimentos Aula 3 Fatores intrínsecos e extrínsecos que interferem no crescimento microbiano nos alimentos. Cinzas em alimentos. Métodos de determinação de cinzas em alimentos.
LEITES DESIDRATADOS. Profa. Dra. Vanerli Beloti LIPOA UEL
6PIV026 - Inspeção de Leite e Derivados LEITES DESIDRATADOS Profa. Dra. Vanerli Beloti LIPOA UEL [email protected] [email protected] www.uel.br/laboratorios/inspecao 20 de Dezembro de 2016 Leites desidratados
Autoridade de Segurança Alimentar e Económica. Maria Adelaide Teles
Autoridade de Segurança Alimentar e Económica Maria Adelaide Teles Segurança Alimentar Legislação aplicável Regulamento (CE) Nº 178/2002 do Parlamento Europeu e do Conselho de 28 de janeiro de 2002 Criação
André Fioravante Guerra Fatores do crescimento microbiano Valença, 1ª Edição, p. Disponível em:
André Fioravante Guerra Fatores do crescimento microbiano Valença, 1ª Edição, 2016. 13p. Disponível em: www.microbiologia-de-alimentos.com . çã FATORES DO CRESCIMENTO MICROBIANO Toda população microbiana
FABRICAÇÃO DO ÁLCOOL INTRODUÇÃO
Etanol??? Aplicado como combustível verde, em industrias de alimentos, perfumes, cosméticos e como insumo da industria química; Combustível potencialmente global; Alternativa muito procurada com a escassez
LEITES DESIDRATADOS. Profa. Dra. Vanerli Beloti LIPOA UEL
6PIV026 - Inspeção de Leite e Derivados LEITES DESIDRATADOS Profa. Dra. Vanerli Beloti LIPOA UEL [email protected] [email protected] www.uel.br/laboratorios/inspecao 20 de Dezembro de 2016 Leites desidratados
3.1. Como varia com a temperatura? A pressão de vapor aumenta com o aumento da temperatura e diminui com a diminuição da temperatura.
1. Qual a importância da água para a conservação de alimentos? O que você espera da remoção da água dos alimentos no que diz respeito à sua conservação? A água é um importante veículo para ocorrência de
LISTA DE ENSAIOS SOB ACREDITAÇÃO FLEXÍVEL INTERMÉDIA
Telef.: 2 446 2 3 Edição 22; Aprovada a 2 de Abril de 28 Em conformidade com o Anexo L322- Edição 2 Águas (Subterrâneas e Superficiais) e Águas de Piscinas (Águas Doces e Escherichia coli; ME 2M (27/8/28)
TÍTULO: DESENVOLVIMENTO DA POPULAÇÃO DE STAPHYLOCOCCUS EM PATÊ DE PEITO DE PERU SABOR DEFUMADO DURANTE 45 DIAS DE ARMAZENAMENTO
TÍTULO: DESENVOLVIMENTO DA POPULAÇÃO DE STAPHYLOCOCCUS EM PATÊ DE PEITO DE PERU SABOR DEFUMADO DURANTE 45 DIAS DE ARMAZENAMENTO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS
Prof. João Leite Prof. Edson Chiote
Prof. João Leite Prof. Edson Chiote Tipos de células Comparação Células eucariontes VEGETAL e ANIMAL 1. As algas azuis ou cianobactérias são procariontes; portanto, a) têm citoplasma dividido em compartimentos
TESTE DE EFICÁCIA DE CONSERVANTES DE MEDICAMENTOS E COSMÉTICOS. Felipe Rebello Lourenço Outubro/2016
TESTE DE EFICÁCIA DE CONSERVANTES DE MEDICAMENTOS E COSMÉTICOS Felipe Rebello Lourenço Outubro/2016 DEFINIÇÃO DE CONSERVANTES São substâncias com efeito antimicrobiano utilizadas para conservação microbiana
CHEMYNOL DESCRIÇÃO. Conservante de amplo espectro para produtos cosméticos e farmacêuticos. INTRODUÇÃO
1 CHEMYNOL DESCRIÇÃO Conservante de amplo espectro para produtos cosméticos e farmacêuticos. INCI NAME DCB CAS FENOXIETANOL 3991 122-99-6 METILPARABENO 5809 99-76-3 ETILPARABENO 3694 120-47-8 BUTILPARABENO
MICROBIOLOGIA DOS ALIMENTOS
VPS 2201 2 HIGIENE E SEGURANÇA ALIMENTAR 1 Profª: Drª Evelise Oliveira Telles TEMA 2 MICROORGANISMOS DETERIORANTES, PATOGÊNICOS E TECNOLÓGICOS. FATORES INTRÍNSECOS E EXTRÍNSECOS. MICROBIOLOGIA DOS ALIMENTOS
