2.5. Panorama da Saúde
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- Luís Imperial Anjos
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1 2.5. Panorama da Saúde Este ponto tem como principal objectivo analisar o panorama da saúde no concelho de, assim, efectuou-se uma abordagem de dados gerais e indicadores de saúde, através da recolha e tratamento de um conjunto de elementos recolhidos junto do Instituto Nacional de Estatística INE e do Agrupamento dos Centros de Saúde e Sacavém (ACES VI). Na presente análise foram, igualmente, abordadas as questões dos comportamentos aditivos e saúde mental, bem como dos indivíduos com problemas ligados ao álcool (PLA). Equipamentos de Saúde Período: 2006 Existem 2 centros de saúde no concelho ( e Sacavém) sem internamento; Existem 2 centros de saúde no concelho ( e Sacavém) sem internamento; Quadro nº. - Centros e Extensões de Saúde, concelho de, 2006 Quadro nº. - Centros e Extensões de Saúde, concelho de, 2009 Centros de Extensões de Freguesias Saúde Saúde Bucelas Bucelas Lousa Lousa Centro de Sto. António dos Cavaleiros Sto. Antão do Tojal Sto. António dos Cavaleiros São Julião do Tojal Saúde de Sto. Antão do Tojal Freguesias abrangidas pelo próprio Centro de Frielas Saúde de (sede): Apelação Apelação Centro de Bobadela Bobadela Saúde de Camarate Camarate Sacavém Moscavide Moscavide Centros de Saúde Centro de Saúde de Unidades e Extensões de Saúde Associadas de Bucelas de Lousa Unidade de Saúde Familiar Parque da Cidade de Tojal Unidade de Saúde Familiar Magnólia Unidade de Saúde Familiar ARS Médica Unidade de Saúde Familiar Saudável de Santo António dos 1
2 e Portela Cavaleiros Prior Velho Prior-Velho Sta. Iria de Sta. Iria de S. Pública Azóia Azóia São João da São João Apelação Talha da Talha Unhos Unhos Camarate Sacavém Sacavém Prior Velho Fonte: Diagnóstico Social do Concelho de, 2006 Unidade de Saúde Familiar São João da Talha Centro de Saúde de de Moscavide Sacavém de Sta. Iria De Azóia de Bobadela de São João da Talha de Unhos de Sacavém Unidade de Saúde Familiar Travessa de Saúde Fonte: Quadro nº. - Farmácias e Postos Farmacêuticos por 1000 habitantes (nº.), Concelho, 2009 Farmácias e Postos Farmacêuticos por 1000 habitantes Portugal Continente Lisboa Grande Lisboa 0,30 0,30 0,30 0,30 0,20 Fonte: Anual - INE, Estatísticas das Farmácias Relativamente aos equipamentos de saúde e sua distribuição em 2006, contabilizavam-se no concelho 2 centros de saúde e 13 extensões de saúde. 2
3 Em 2009 mantêm-se os 2 Centros de Saúde, 6 Unidades de Saúde Familiar (Parque da Cidade, Magnólia, ARS Médica, Saudável, São João da Talha, Travessa da saúde) e 13 Extensões de Saúde (Bucelas, Bobadela, Lousa, Tojal, Santo António dos Cavaleiros, Apelação, Camarate, Prior Velho, Moscavide, Santa Iria de Azóia, Unhos, São João da Talha e Sacavém). Não existem extensões de saúde nas freguesias de Frielas, Fanhões, Portela e São Julião do Tojal, que utilizam as extensões de, Sacavém e Santo Antão do Tojal. Quanto às farmácias e postos farmacêuticos, em 2009, o concelho de ocupa, o último lugar nas farmácias e postos farmacêuticos por habitantes, em relação ao nível nacional e à grande Lisboa, com um valor de 0,20 farmácias e postos farmacêuticos por habitantes. Relativamente a outros serviços de saúde focados em problemáticas de grande ressonância nas políticas sociais (toxicodependência, alcoolismo), existem no concelho instituições que desenvolvem actividades importantes na área da prevenção, tratamento e integração dos indivíduos com consumo/dependência de substâncias aditivas. INSTITUIÇÃO Desafio Jovem Associação Luís Pereira da Mota PROJECTO / ACTIVIDADE Comunidade de Inserção de Fanhões Apartamento de Reinserção de St Ant. Cavaleiros Equipas de Rua Encontros de Ruas de Cafés-Convívio (Stº Ant. Cavaleiros /Sapateiras) Prevenção Primária nas Escolas do Concelho de Comunidade Terapêutica Crescer em (recuperação e re-inserção social) Associação Famílias Diferentes Prevenção Primária à Toxicodependência Acompanhamento e Encaminhamento de Toxicodependentes Associação Reto À Esperança Actividades de Informação e Prevenção (telefone 24 horas, campanhas em espaços públicos, programas de prevenção em escolas, presença em meios de comunicação) Tratamento (comunidades terapêuticas) Reuniões para familiares Acompanhamento a doentes Animação em Lares de idosos Acompanhamento a reclusos Participação em acampamentos internacionais infanto-juvenis Relativamente às situações da deficiência remete-se a presente análise para a consulta do Relatório de Diagnóstico Olhar e Pensar a Deficiência no concelho de, disponibilizado no site: o presente Diagnóstico integrou 18 instituições das quais 7 são especialistas na problemática da deficiência e 11 são unidades de ensino presentes nos agrupamentos de escola do concelho. 3
4 Profissionais de Saúde Actualização do Diagnóstico Social Concelhio 2010 Relatório dos Dados Quantitativos Quadro nº. - Médicos e Enfermeiros por 1000 habitantes (nº.), Concelho de, 2009 Portugal Continente Lisboa Grande Lisboa Enfermeiros por 1000 hab Médicos por 1000 hab 5,6 5,5 5,9 6,6 1,4 3,8 3,8 5,4 6,5 3,6 Fonte: Anual - INE, Estatísticas do Pessoal de Saúde Tabela nº. - Profissionais de Saúde no ACES VI, 2009 Profissionais de Saúde Médicos Enfermeiros Administrativos Outros Total ACES VI Fonte: Núcleo Executivo - Agrupamento dos Centros de Saúde e Sacavém (ACES VI) Dra. Leonor Murjal No seu conjunto o agrupamento ACES VI tem um total de 302 profissionais de saúde, dos quais 38,4% são médicos, 30% são enfermeiros, 23,5% são administrativos e 7,9% outros. Contudo, os recursos humanos afectos à actividade do ACES, são manifestamente escassos, em todos os grupos profissionais, para a prestação de cuidados expectável pelas populações da sua área de influência. Esta situação não permite a concretização da totalidade das actividades planeadas, impossibilitando a obtenção dos resultados desejados, acarretando um esforço adicional por parte dos profissionais em exercício de funções, o que poderá dar origem à diminuição da motivação e empenho dos mesmos. O número de médicos de medicina familiar em 2009 são um total de 90, sendo que o número médio de utentes por médico de medicina familiar em 2009 são utentes por médico. Utentes Quadro nº. - Utentes inscritos no ACES VI, por Centro de Saúde, 2009 Quadro nº. - Utentes inscritos no ACES VI, com e sem médico de família,
5 Utentes Inscritos no ACES VI (nº.) Utentes Inscritos no ACES VI (nº.) Centros de Saúde H M Total Com médico de família Centro de Saúde de Sacavém (Sacavém, Apelação, Bobadela, Camarate, Moscavide, Prior Velho, S. João da talha, Stº. Iria de Azóia e Unhos) Centro de Saúde de (, Stº. António dos Cavaleiros, Bucelas, Lousa e Stº. Antão do Tojal TOTAL GERAL Fonte: Núcleo Executivo - Agrupamento dos Centros de Saúde e Sacavém (ACES VI) Dra. Leonor Murjal) Sem médico de família, segundo a freguesia Sem médico de família por opção Fonte: Núcleo Executivo - Agrupamento dos Centros de Saúde e Sacavém (ACES VI) Dra. Leonor Murjal Quadro nº. - Utentes inscritos no ACES VI, com e Extensões sem médico de família por Extensão, 2009 Utentes Inscritos no ACES VI C/médico de família (nº.) S/médico de família S/médico por opção Total Apelação Bobadela Camarate Moscavide Prior Velho Sacavém Santa Iria de Azóia Unhos USF S.João da Talha Sede Bucelas Lousa Stº. Antão do Tojal Stº. António dos
6 Cavaleiros USF Magnólia TOTAL Fonte: Núcleo Executivo - Agrupamento dos Centros de Saúde e Sacavém (ACES VI) Dra. Leonor Murjal Estão inscritos um total de utentes no ACES VI, dos quais são homens e são mulheres. Dos inscritos apenas são utilizadores (82,8%) são utentes com médico de família, (16,7%) sem médico de família e (0,4%) sem médico de família por opção. Consultas Médicas Quadro nº. - Consultas médicas no ACES VI (nº. / %) tipo de especialidade, 2009 Tipo de Consulta Total (nº.) % Domiciliárias % Outras Especialidades ,7% Psiquiatria ,3% Saúde Infantil e Juvenil ,8% Saúde do Adulto % Saúde Materna ,0% Atendimento Complementar ,2% CATUS ,7% Planeamento Familiar ,6% Exames Globais de Saúde ,3% TOTAL % Fonte: Núcleo Executivo - Agrupamento dos Centros de Saúde e Sacavém (ACES VI) Dra. Leonor Murjal Em 2009, o Agrupamento ACES VI efectuou consultas, sendo a grande maioria Saúde do Adulto (68%), as seguintes CATUS (11,7%), Saúde Infantil/Juvenil (8,8%), Atendimento Complementar (3,2%), Planeamento Familiar (2,6%), Outras Especialidades (1,7%), Psiquiatria (0,3%), e Exames Globais de Saúde (0,3%), Domiciliárias (0,2%) e outras especialidades (1,7%). 6
7 Período: 2008 Actualização do Diagnóstico Social Concelhio 2010 Relatório dos Dados Quantitativos Quadro nº. - Consultas médicas por habitante (nº.), Concelho, 2008 Consultas Médicas por Habitante Portugal Continente Lisboa Grande Lisboa 4, ,4 4,6 Não existem dados sobre o concelho de relativamente a este indicador. Fonte: Anual - INE, Estatísticas dos Estabelecimentos de Saúde Taxas Brutas de Mortalidade por causa de morte e indicadores de morbilidade Taxas Brutas de Mortalidade por causa de morte Indicador Resultado Observações / progressão Cancro da mama feminino <65 0,14 Superior ao regional e nacional anos Cancro do colo do útero <65 anos 0,03 Igual ao regional e superior ao nacional Cancro de cólon e recto <65 anos 0,07 Igual ao regional e nacional Doença isquémica cardíaca <65 anos 0,16 Superior ao regional e nacional Acidentes Vasc. Cerebrais <65 0,09 Inferior ao regional e Igual ao anos nacional HIV/SIDA <65 anos 0,16 Superior ao regional e nacional Suicídio <65 anos 0,07 Superior ao regional e nacional Doenças atribuídas ao álcool <65 anos 0,16 Superior ao regional e nacional Fonte: Núcleo Executivo - Agrupamento dos Centros de Saúde e Sacavém (ACES VI) Dra. Leonor Murjal Indicadores de Morbilidade Indicador Amputações em diabéticos /10000 residentes Resultado Observações / progressão 2,29 Mtº próximo do regional e superior ao nacional RN nascidos de termo c/ baixo peso / ,16 Superior ao regional e nacional AVC/ residentes 36,52 Superior ao regional e nacional 7
8 AVC/ residentes <65anos 12,98 Superior ao regional e nacional Doenças cardíacas/ residentes <65 anos 17,17 Inferior ao Regional e superior ao nacional Fonte: Núcleo Executivo - Agrupamento dos Centros de Saúde e Sacavém (ACES VI) Dra. Leonor Murjal As taxas de mortalidade por cancro em indivíduos com menos de 65 anos são mais elevadas do que as de nível regional e nacional, o que evidencia a necessidade de uma forte aposta na detecção precoce e diagnóstico das patologias malignas mais frequentes, nomeadamente cancro da mama, colo do útero e do cólon e recto, o que já está a ser desenvolvida no ACES. Há igualmente um valor muito elevado de mortalidade por isquémia cardíaca antes dos 65 anos, o que evidencia que há necessidade de desenvolver uma estratégia de redução dos factores de risco das doenças cardio-cerebrovasculares junto da população no sentido da detecção precoce de HTA, alimentação cuidada, redução do consumo de sal, promoção do exercício físico, redução do stress e do consumo de tabaco. Doenças de Declaração Obrigatória Quadro nº. - Taxa de incidência de casos notificados de doenças de declaração obrigatória, 2008 Taxa de incidência de casos notificados de doenças de declaração obrigatória ( ) Portugal Continente Lisboa Grande Lisboa ,30 0,40 0,30 0,50 Fonte: Anual - INE, Casos Notificados de Doenças de Declaração Obrigatória Aguarda análise da Dra. Leonor Murjal Sociodemografia dos Toxicodependentes 1 Importa referir que, em 2008 foram consolidadas as reestruturações iniciadas em 2007 no âmbito das estruturas especializadas de tratamento da toxicodependência da rede pública, nomeadamente a disponibilização de respostas integradas a nível local, a integração das novas competências no domínio do álcool e a melhoria da articulação com as outras estruturas e serviços externos que intervêm nesta área, o que se reflectiu no aumento da capacidade de resposta e da qualidade dos serviços prestados. 1 Utentes activos e acolhidos 8
9 Contudo, continuam a existir constrangimentos/limitações no que concerne ás equipas técnicas, nomeadamente escassez de técnicos, que poderá por em causa a continuidade de projectos, nomeadamente ao nível da toxicodependência. Utentes Activos Período: 2006 Total de Utentes activos no antigo CAT de Quadro nº. xx - Utentes activos na Equipa de Tratamento de, por freguesias, 2009 Freguesias Utentes Activos LOURES 457 Apelação 22 Bobadela 33 Bucelas 8 Camarate 51 Fanhões 2 Frielas 6 81 Lousa 6 Moscavide 30 Portela 14 Prior Velho 10 Sacavém 62 Santa Iria de Azóia 14 Santo Antão do Tojal 6 Santo António dos 68 Cavaleiros São João da Talha 6 São Julião do Tojal 24 Unhos 14. Fonte: I.D.T. Instituto da Droga e Toxicodependência Equipa de Tratamento de, in Movimento Clínico 2009 Total de utentes activos 457, menos 204 relativamente a 2006, com destaque para as freguesias de (81), Santo António dos Cavaleiros (68), Sacavém (62) e Camarate (51). 9
10 Quadro nº. - Utentes activos na Equipa de Tratamento de, por sexo, no concelho de, 2009 Masculino Utentes activos na Equipa de Tratamento de por sexo 381 (89,2%) Sexo 76 (16,6%) Total 457 (100%) Fonte: I.D.T. Instituto da Droga e Toxicodependência Equipa de Tratamento de, in Movimento Clínico 2009 Período: 2006 Gráfico nº. - Toxicodependentes Activos por sexo e grupos de idade (2003) Quadro nº. - Utentes activos na Equipa de Tratamento de por faixa etária, concelho de, ou mais anos anos - H anos - H anos - H anos - H até aos 19 anos Utentes Activos na Equipa de Tratamento de (nº. / %) Faixa Etária Nº. % Até aos 19 anos 4 0,8% Dos anos 14 3% 0 Homens Mulheres Fonte: CAT - Fonte: Diagnóstico Social do Concelho de, 2006 Dos anos 45 9,7% Dos 30 aos 34 anos 88 19% % Dos 35 aos 39 anos 40 ou mais anos ,2% Fonte: I.D.T. Instituto da Droga e Toxicodependência Equipa de Tratamento de, in Movimento Clínico 2009 Verifica-se uma predominância do sexo masculino (89,2%) nos utentes activos. Em 2006 a incidência é no grupo etário dos 25 aos 34 anos e em 2009 é no grupo etário dos 35 aos 40 ou mais anos, verificando-se um envelhecimento da população que recorre à Equipa de Tratamento de. 10
11 Gráfico nº. - Toxicodependentes Activos por sexo e grupos de idade (2009) Masculino Feminino Total ou mais anos anos anos anos anos até aos 19 anos Fonte: IDT, I.P. - Equipa de Tratamento de Loure, in Movimento Cliníco 2009 Período: 2006 Emprego estável 35% Desempregados (há menos e há mais de um ano) 56% Quadro nº. - Utentes activos na Equipa de Tratamento de, segundo a situação profissional, concelho de Loutres, 2009 Gráfico nº. - Situação Profissional do Toxicodependentes Activos, 2003 Utentes Activos na Equipa de Tratamento de (nº. / %) Situação Profissional Nº. % 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Estudante Desemp. (> 1 ano) Desemp. (< 1 ano) Emprego ocasional Emprego estável Reformado Empregado (tempo inteiro ou parcial) Desempregado / à procura de emprego % % Inactivo 6 2% Economicamente (pensionista, inválido, doméstico) Outro 7 2% Fonte: CAT - Sem informação % Fonte: Diagnóstico Social do Concelho de, 2006 Fonte: I.D.T. Instituto da Droga e Toxicodependência Equipa de Tratamento de, in Movimento Clínico 2009 Em 2006, a situação profissional dos toxicodependentes fixa-se essencialmente em duas situações, Desempregados (há menos e há mais de um ano) 56%, seguindo-se o emprego estável de 35%. Em 2009 a situação mantém-se e a distribuição dos toxicodependentes fixa-se essencialmente em desempregado / à procura 11
12 de emprego, com uma representatividade de 41%, seguindo-se o empregado (tempo inteiro ou parcial) em 29%. Período: 2006 Quadro nº. - Utentes Activos na Equipa de Tratamento de, por nível de escolaridade Quadro nº. - Utentes Activos na Equipa de Tratamento de, por nível de escolaridade, concelho, 2009 Utentes Activos na Equipa de Tratamento de Utentes Activos na Equipa de Tratamento de Nível de Escolaridade % Nível de Escolaridade Nº. % Nunca foi à escola / Não conclui - 1º. Ciclo 0% Nunca foi à escola / Não conclui - 1º. Ciclo 6 2% 1º. Ciclo 17% 2º. Ciclo 40% 3º. Ciclo 25% 1º. Ciclo 50 15% 2º. Ciclo % 3º. Ciclo 84 22% Ensino Secundário 11% Ensino Secundário 54 12% Ensino Superior 1% Formação Profissional 3% Ensino Superior 8 2% Formação Profissional 8 2% Fonte: Diagnóstico Social do Concelho de, 2006 Fonte: I.D.T. Instituto da Droga e Toxicodependência Equipa de Tratamento de, in Movimento Clínico 2009 Em 2006 e 2009 na sua maioria os toxicodependentes têm o 2º. e o 3º. Ciclo, seguindo-se o 1º. Ciclo com 17% e 15% respectivamente. Utentes Acolhidos Período: 2006 Utentes em 1ª. Consulta 89 Consultas de seguimento 445 Total 47 12
13 Quadro nº. - Utentes Acolhidos na Equipa de Tratamento de, por freguesia, 2009 Fonte: Diagnóstico Social do Concelho de, 2006 Freguesias Utentes Acolhidos (nº.) LOURES 47 Apelação 1 Bobadela 3 Bucelas 1 Camarate 4 Fanhões 0 Frielas 3 9 Lousa 0 Moscavide 5 Portela 1 Prior Velho 3 Sacavém 5 Santa Iria de Azóia 3 Santo Antão do Tojal 0 Santo António dos 6 Cavaleiros São João da Talha 3 São Julião do Tojal 0 Unhos 0 TOTAL 47 Fonte: I.D.T. Instituto da Droga e Toxicodependência Equipa de Tratamento de, in Movimento Clínico 2009 Gráfico nº. - Utentes Acolhidos na Equipa de Tratamento de Utentes em 1ª. Consulta Consultas de Seguimento Total de Utentes Fonte: Diagnóstico Social do Concelho de, 2006 Na Rede Pública de tratamento da toxicodependência na Equipa de Tratamento de (ex-cat), estiveram integrados no ano de utentes, dos quais 47 eram novos utentes (primeiras consultas). Registando-se um decréscimo de cerca de 2% 13
14 em relação ao ano Actualização do Diagnóstico Social Concelhio 2010 Relatório dos Dados Quantitativos Quadro nº. - Utentes acolhidos na Equipa de Tratamento de, por sexo, no concelho de Quadro nº. - Utentes acolhidos na Equipa de Tratamento de, segundo a Faixa Etária, no concelho de, 2009 Utentes acolhidos na Equipa de Masculino Feminino Tratamento de por sexo 41 6 TOTAL 47 Utentes acolhidos na Equipa de Tratamento de (Nº. / %) Faixa Etária Nº. % Fonte: I.D.T. Instituto da Droga e Toxicodependência Equipa de Tratamento de, in Movimento Clínico 2009 Até aos 19 anos 2 4,3% 20 aos 24 anos 7 14,9% 25 aos 29 anos 9 19,2% 30 aos 34 anos 10 21,2% 35 aos 39 anos 10 21,2% 40 ou mais anos 9 19,2% TOTAL 47 Fonte: I.D.T. Instituto da Droga e Toxicodependência Equipa de Tratamento de, in Movimento Clínico 2009 Quadro nº. - Utentes acolhidos na Equipa de Tratamento de por situação profissional, no concelho de, 2009 Quadro nº. - Utentes acolhidos na Equipa de Tratamento de por nível de escolaridade, concelho, 2009 Utentes Acolhidos na Equipa de Tratamento de Situação Profissional Nº. % Empregado (tempo inteiro ou parcial) Desempregado / à procura de emprego 17 36,2% 25 53,2% Inactivo 1 2,1% Economicamente (pensionista, inválido, doméstico) Outro 1 2,1% Utentes Acolhidos na Equipa de Tratamento de Nível de Escolaridade Nº. % Nunca foi à escola / Não conclui - 1º. Ciclo 1 2,1% 1º. Ciclo 8 17% 2º. Ciclo 14 29,7% 3º. Ciclo 11 23,4% Sem informação 3 6,4% Ensino Secundário 9 19,1% 14
15 TOTAL % Ensino Superior 2 4,2% Fonte: I.D.T. Instituto da Droga e Toxicodependência Equipa de Tratamento de, in Movimento Clínico 2009 Formação Profissional 1 2,1% Sem informação 1 2,1% Fonte: I.D.T. Instituto da Droga e Toxicodependência Equipa de Tratamento de, in Movimento Clínico 2009 Em 2006 e 2009 na sua maioria os toxicodependentes têm o 2º. e o 3º. Ciclo, seguindo-se o 1º. Ciclo com 17% e 15% respectivamente. Incidência no grupo etário dos 30 aos 39 anos. Em termos profissionais, a distribuição dos toxicodependentes fixa-se essencialmente em Desempregado / à procura de emprego (53,2%). Na sua maioria os toxicodependentes tem o 2º. Ciclo (29,7%). Comportamentos Aditivos Consumo de Álcool No concelho de é de salientar a escassez de dados reunidos de uma forma sistemática e concertada relativamente ao consumo de álcool, de forma a descrever com mais objectividade o efeito do consumo excessivo de álcool e realizar uma caracterização social dos indivíduos com problemas ligados ao álcool e dos Padrões de Consumo, só a partir deste levantamento será possível traçar uma intervenção adequada ao nível da prevenção de consumos, tratamento, redução de riscos, reinserção social e racionalização da rede de serviços que dão resposta ao problema. De acordo com o Plano Nacional para a Redução dos Problemas Ligados ao Álcool , o consumo de álcool interfere com múltiplos aspectos da vida do indivíduo e da sociedade, desde os problemas de saúde individual, passando pela família, pela actividade laboral e escolar até às repercussões na comunidade. O excesso de álcool é a causa directa e principal em 40 a 50% dos acidentes mortais na estrada, e está interligado com as principais causas de morte (16% são doenças atribuídas ao álcool <65 anos) A nível nacional são realizados alguns inquéritos e estudos que nos permitem olhar o consumo de álcool como um importante problema de saúde pública. Destacando-se os Inquéritos Nacionais de Saúde (1995/96, 1998/99 e 2005/2006), da responsabilidade do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, os Inquéritos Nacionais ao Consumo de Substâncias Psicoactivas na População Geral Portugal (2001 e 2007) e ainda o Inquérito Nacional em Meio Escolar da responsabilidade do Instituto da Droga e da Toxicodependência, Instituto Público IDT, I.P. Segundo o Inquérito Nacional de Saúde, os dados permitem revelar, a nível nacional, que o consumo de bebidas alcoólicas medido pela ingestão de alguma das bebidas, aumentou, passando de 50,4% em 1998/1999 para 53,8% em 2005/2006. Este aumento foi mais notório no género feminino (de 37,3% para 42,3%) do que no masculino (de 64,4% para 66,0%). A ingestão de alguma bebida alcoólica encontrava-se com maior proporção no grupo etário dos anos, com 74,4%. Relativamente ao inquérito nacional ao consumo de substâncias psicoactivas na população em geral, revelou, entre 2001 e 2007, 15
16 um aumento na prevalência do consumo de bebidas alcoólicas em 3,5%, de 75% para 79,1%. - 20,7% dos portugueses entre os anos nunca beberam; - 41,6% já alguma vez beberam 6 ou mais bebidas numa ocasião; - 20,7% dos portugueses embriagaram-se no último ano; - 38,5% dos jovens dos anos e 34,6% dos jovens dos anos embriagaram-se no último ano; - 7,8% dos portugueses embriagaram-se no último mês; - 15,4% dos jovens dos anos e 11,2% dos jovens dos anos embriagaram-se no último mês; Em Portugal o consumo Bingue ocorre em todas as idades e 48,3% dos jovens dos anos consumiram 4,6 bebidas numa só ocasião pelo menos uma vez. A taxa de mortalidade padronizada por doenças atribuíveis ao álcool antes dos 65 anos, foi de 18,8% em 2006 e 16% em 2009 Da análise dos resultados do INME, que caracteriza detalhadamente os consumos dos alunos do 3º. Ciclo (7º., 8º. e 9º. ano de escolaridade) e do Secundário (10º., 11º. e 12º. Anos de escolaridade) constata-se que a percentagem de alunos que já consumiram alguma bebida alcoólica diminui entre os mais novos (3º. Ciclo) de 67% para 60% e entre os mais velhos (Secundário) de 91% para 87%, respectivamente em 2001 e Quanto ao tipo de bebidas constata-se que a cerveja voltou a ser a bebida com maior prevalência de consumo entre os alunos de ambos os grupos de escolaridade. SÍNTESE CONCLUSIVA: Saúde: Em 2009 mantêm-se os 2 Centros de Saúde, 6 Unidades de Saúde Familiar (Parque da Cidade, Magnólia, ARS Médica, Saudável, São João da Talha, Travessa da Saúde) e 13 Extensões de Saúde (Bucelas, Bobadela, Lousa, Tojal, Santo António dos Cavaleiros, Apelação, Camarate, Prior Velho, Moscavide, Santa Iria de Azóia, Unhos, São João da Talha e Sacavém), estão a descoberto as freguesias de Fanhões, Frielas, Portela e Santo Antão do Tojal. Quanto às farmácias e postos de saúde, em 2009, o concelho de ocupa, o último lugar nas farmácias e postos farmacêuticos por habitantes, em relação ao nível nacional e à grande Lisboa, com um valor de 0,20 farmácias e postos farmacêuticos por habitantes. Relativamente a outros serviços de saúde focados em problemáticas de grande ressonância nas políticas sociais (toxicodependência, Alcoolismo, HIV/Sida e Reabilitação de Deficientes). Existem no concelho instituições que desenvolvem actividades importantes na área da prevenção, tratamento e integração dos indivíduos com consumo/dependência de substâncias aditivas. INSTITUIÇÃO PROJECTO / ACTIVIDADE Desafio Jovem Comunidade de Inserção de Fanhões 16
17 Apartamento de Reinserção de St Ant. Cavaleiros Equipas de Rua Encontros de Ruas de Cafés-Convívio (Stº Ant. Cavaleiros /Sapateiras) Prevenção Primária nas Escolas do Concelho de Associação Comunidade Terapêutica Crescer em (recuperação e Luís Pereira da Mota re-inserção social) Associação Famílias Diferentes Prevenção Primária à Toxicodependência Acompanhamento e Encaminhamento de Toxicodependentes Associação Reto À Esperança Actividades de Informação e Prevenção (telefone 24 horas, campanhas em espaços públicos, programas de prevenção em escolas, presença em meios de comunicação) Tratamento (comunidades terapêuticas) Reuniões para familiares Acompanhamento a doentes Animação em Lares de idosos Acompanhamento a reclusos Participação em acampamentos internacionais infanto-juvenis Relativamente às situações da deficiência, no que concerne aos recursos institucionais, remete-se a presente análise para a consulta do Relatório de Diagnóstico Olhar e Pensar a Deficiência no concelho de, disponibilizado no site: o presente Diagnóstico integrou 18 instituições das quais 7 são especialistas na problemática da deficiência e 11 são unidades de ensino presentes nos agrupamentos de escola do concelho. As instituições especializadas na sua maioria são sediadas em Lisboa, e acolhem utentes residentes no concelho de, excepto a CREACIL e a REDES situadas em e a Cercipóvoa, na Póvoa de Santa Iria, concelho de Vila Franca de Xira. Estão inscritos um total de utentes no ACES VI, dos quais são homens e são mulheres, do total dos inscritos apenas são utilizadores. Do total dos utentes, (82,8%) são utentes com médico de família, 36,949 (16,7%) sem médico de família e (0,4%) sem médico de família por opção. No seu conjunto o agrupamento ACES VI tem um total de 302 profissionais de saúde, dos quais 38,4% são médicos, 30% são enfermeiros, 23,5% são administrativos e 7,9% outros. Os recursos humanos afectos à actividade do ACES, são manifestamente escassos, em todos os grupos profissionais, para a prestação de cuidados expectável pelas populações da sua área de influência. Esta situação não permite a concretização da totalidade das actividades 17
18 planeadas, impossibilitando a obtenção dos resultados desejados, acarretando um esforço adicional por parte dos profissionais em exercício de funções, o que poderá dar origem à diminuição da motivação e empenho dos profissionais. Em 2009, o Agrupamento ACES VI efectuou consultas, sendo a grande maioria Saúde do Adulto (68%), as seguintes CATUS (11,7%), Saúde Infantil/Juvenil (8,8%), Atendimento Complementar (3,2%), Planeamento Familiar (2,6%), Outras Especialidades (1,7%), Psiquiatria (0,3%), e Exames Globais de Saúde (0,3%), Domiciliárias (0,2%) e outras especialidades (1,7%). As taxas de mortalidade por cancro em indivíduos com menos de 65 anos são mais elevadas do que as de nível regional e nacional, o que evidencia a necessidade de uma forte aposta na detecção precoce e diagnóstico das patologias malignas mais frequentes, nomeadamente cancro da mama, colo do útero e do cólon e recto, o que já está a ser desenvolvida no ACES. Há igualmente um valor muito elevado de mortalidade por isquémia cardíaca antes dos 65 anos, o que evidencia que há necessidade de desenvolver uma estratégia de redução dos factores de risco das doenças cardio-cerebrovasculares junto da população no sentido da detecção precoce de HTA, alimentação cuidada, redução do consumo de sal, promoção do exercício físico, redução do stress e do consumo de tabaco. Inexistência de dados sistematizados e concertados na área dos comportamentos aditivos, dificultando a realização de uma caracterização social dos indivíduos com problemas ligados ao álcool e dos Padrões de Consumo, só a partir deste levantamento será possível traçar uma intervenção adequada ao nível da prevenção de consumos, tratamento, redução de riscos, reinserção social e racionalização da rede de serviços que dão resposta ao problema. De acordo com os dados/informação fornecidos pelo IDT, Equipa de Tratamento de, Movimento Clínico referente a 2009, é possível traçar o perfil dos toxicodependentes do concelho de e apontar desde já constrangimentos/limitações no que concerne às equipas técnicas, nomeadamente escassez de técnicos, que poderá por em causa a continuidade de projectos, nomeadamente ao nível da toxicodependência. Existem um total de 546 toxicodependentes referenciados na Equipa de Tratamento de, 457 são utentes activos e 89 são novos utentes (acolhidos). Dos utentes activos 457, menos 204 relativamente a 2006, destacam-se as freguesias de (81), Santo António dos Cavaleiros (68), Sacavém (62) e Camarate (51). Verifica-se uma predominância do sexo masculino e uma incidência no grupo etário dos ou mais anos, verificando-se um envelhecimento da população que recorre à E.T. de. 18
19 Em termos profissionais, a distribuição dos toxicodependentes fixa-se essencialmente em desempregado/à procura de emprego (41% - 53%), seguindo-se o empregado (tempo inteiro ou parcial) 29% e 7%. Em 2009, na sua maioria os toxicodependentes têm o 2º. E o 3º. Ciclo (17%), seguindo-se o 1º. Ciclo com 15%. De acordo com a Equipa de Tratamento de, os toxicodependentes não apresentam alterações significativas face ao diagnostico social de 2006, mantendo-se: - Envelhecimento da população que recorre à Equipa de Tratamento pela 1ª. vez; - Elevado número de desempregados; - Número significativo de utentes que, aquando da entrada não estavam a viver na rua; - Suporte social precário ou inexistente. Importa ainda referir que, em 2008 foram consolidadas as reestruturações iniciadas em 2007 no âmbito das estruturas especializadas de tratamento da toxicodependência da rede pública, nomeadamente a disponibilização de respostas integradas a nível local, a integração de novas competência no domínio do álcool 2 e a melhoria da articulação com as outras estruturas e serviços externos que intervêm nesta área, o que se reflectiu no aumento da capacidade de resposta e da qualidade dos serviços prestados. Contudo, continuam a existir constrangimentos/limitações no que concerne às equipas técnicas, nomeadamente escassez de técnicos, que poderá por em causa a continuidade de projectos, nomeadamente ao nível da toxicodependência. De acordo com informação prestada pelo Agrupamento dos Centros de Saúde e Sacavém (ACES VI) não existem dados relativos à população com doença mental ou psiquiátrica em acompanhamento. São realizadas consultas de psiquiatria, com uma média de 2 consultas de psiquiatria por utilizador. 2 O I.D.T. Instituto da Droga e da Toxicodependência, passou a desenvolver uma estratégia integrada de combate à droga e à toxicodependência e actualmente também aos problemas ligados ao álcool, os ex-centros de alcoologia passaram a integrar a rede do IDT, desde 1 de Agosto de
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