PROJETO DE REDES
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- Washington Bugalho Medina
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1 PROJETO DE REDES Disciplina: Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Auditoria e Análise de Segurança da Informação - 4º período Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA 7: Auditoria do TCO Com as novas filosofias, principalmente a de qualidade total e redução de custos a qualquer preço, as organizações não atentavam para a maior dependência pelos sistemas de informação, apesar de nem sempre as técnicas de redução de custos (ex.: redução de pessoal) e o gerenciamento da qualidade dar retornos esperados aos gestores. Custo Total de Propriedade O conceito de Alta Disponibilidade não deve, e nem pode, ser uma novidade para os administradores de sistemas, principalmente em ambientes computacionais onde a disponibilidade é uma característica crítica. A disponibilidade de uma rede está igualmente relacionada ao seu custo de manutenção e ao seu ciclo de vida. Neste enfoque, o TCO refere-se ao custo da infraestrutura de uma rede para todo o seu ciclo de vida: Aquisição; Alocação ao usuário; Desenvolvimento para uso e suporte; Realocação e disposição (venda, descarte). O TCO de uma empresa é composto pelos custos orçados e não orçados, ou custos diretos (aqueles itens que fazem parte do centro de custo da área de sistema, tais como: software, hardware, pessoal administrativo e operacional) e custos indiretos (os custos que normalmente, na maioria das empresas não são tratados pelo orçamento, tais como: suporte, formal e informal, ao usuário final, treinamento informal, perda de produtividade por conta da indisponibilidade (downtime do equipamento, entre outros) conforme mostra a Figura 1. Figura 1 Categorias Gerenciáveis no TCO 1
2 Orçados (despesas diretas): aqueles itens que são tipicamente orçados para o centro de custos de TI: o Hardware e Software (custos de oportunidade de capital ou taxas de leasing para novas instalações, upgrades e atualizações) o Operações (pessoal de administração de rede, de sistema e de armazenamento de dados, e custos de gerenciamento reativo e proativo) o Administração (help desk, treinamento, compra, transporte, contratos de manutenção e suporte e horas extras do pessoal). Não orçados (despesas indiretas): itens que não são orçados e freqüentemente passam sem ser contabilizados na maioria das organizações: o Custos de usuários finais (suporte próprio ou de colegas, aprendizado casual); o Downtime (produtividade perdida por paradas planejadas ou não). A preocupação com esses custos para o gerenciamento do TCO visa: Alinhar as estratégias de TI; Aperfeiçoar processos; Reduzir custos; Melhorar os níveis de serviço; Incrementar a produtividade do usuário. O TCO, metodologia desenvolvida pelo Gartner Group, Inc., é definido como todo custo associado com a aquisição, manutenção e uso de um ativo de TI durante toda a vida útil prevista para ele. O TCO é uma importante técnica de gerenciamento de custos, usada pelas organizações e é definida como uma abordagem para se entender e gerenciar os verdadeiros custos, que envolvem um bem a ser negociado com fornecedor; ou a decisão sobre terceirização (Figura 2). Utiliza-se o TCO em diferentes graus, cobrindo uma gama de situações relacionadas a compras estratégicas e táticas. 2
3 Figura 2 - Processo de Cálculo do TCO Gerenciamento de Serviços O Gerenciamento de Serviços de Tecnologia da Informação é o instrumento pelo qual a área pode iniciar a adoção de uma postura proativa em relação ao atendimento das necessidades da organização, contribuindo para evidenciar a sua participação na geração de valor. O Gerenciamento de Serviços de TI visa alocar adequadamente os recursos disponíveis e gerenciá-los de forma integrada, fazendo com que a qualidade do conjunto seja percebida pelos seus clientes e usuários, evitandose a ocorrência de problemas na entrega e na operação dos serviços de Tecnologia da Informação. O CIO encontra-se diante do desafio de coordenar e trabalhar em parceria com as demais áreas de negócio da organização, garantindo o almejado alinhamento estratégico, visando à geração de valor para a organização, permitindo o aproveitamento de novas oportunidades de negócios, em paralelo com a necessidade de reduzir o TCO de TI, de modo a maximizar a capacidade de geração de valor das oportunidades de negócios já aproveitadas. 3
4 Gerenciamento de Dados Ressalta-se que, para o sucesso da aplicação de quaisquer métodos ou ferramentas, tais como o TCO, faz-se necessário um sistema de informação robusto e confiável que seja capaz de registrar e recuperar, de forma eficiente e dinâmica, as diversas informações levantadas. Tecnologias de informação requerem grandes investimentos e esforços que assegurem confiabilidade e compatibilidade dos sistemas. Isto pode ser realizado com EDI (Electronic Data Interchange) e ERP (Enterprise Resource Planning). O sistema EDI consiste na troca eletrônica de informações padronizadas entre computadores, utilizando a plataforma de redes de computadores como a internet ou redes proprietárias exclusivas para que as instituições possam fazer o intercâmbio de documentos como: faturas, contratos, notas de encomenda etc. Isto permite sistematizar as informações e reduzir significativamente o tempo de acesso às mesmas. Os ERP são plataformas de softwares que têm como objetivo integrar os diversos departamentos das empresas, o que possibilita se armazenar e recuperar sistematicamente as diversas informações das empresas. Um sistema ERP monitora os dados na forma real, proporcionando uma maior confiabilidade dos mesmos. Um sistema ERP ajuda a lidar com a complexidade na cadeia de suprimento e entender todas as etapas que envolvem fornecedores e clientes. Um sistema de tomada de decisão baseado no TCO pode também se beneficiar de forma dinâmica da integração com os sistemas ERP, já que todas as áreas corporativas encontram-se alinhadas a etapas que envolvem: os fornecedores, a própria empresa e os clientes. Modelo de TCO Um modelo padrão de TCO pode ser definido como: dado o conjunto de fornecedores; de produtos e de intervalos de tempo, deseja-se saber: quais os fornecedores são ou não escolhidos; que produtos são adquiridos de cada fornecedor e quais as quantidades de cada pedido no intervalo, considerandose os estoques no período. A Figura 3 apresenta um modelo padrão de TCO. 4
5 Figura 3 - Modelo padrão de TCO O TCO em redes de computadores inclui: Tempo de paralisação da rede; Resposta lenta da rede. Custo total de mão-de-obra e manutenção: o Projeto e instalação do sistema. o Atualizações ou re-alocações, adições e modificações na infraestrutura. Convém salientar que Rede lenta é um subconjunto do tempo de paralisação da rede e está relacionado com a perda de produtividade (indisponibilidade) do sistema. Cálculo do custo de lentidão da rede: C = P x S x F, onde: C = Custo P = Produtividade perdida por ano (em horas); S = Salário médio por hora; F = Número de Funcionários que usam a rede. Por definição, um sistema de alta disponibilidade é aquele que utiliza mecanismos de detecção, recuperação e mascaramento de falhas, visando manter o funcionamento dos serviços durante o máximo de tempo possível, inclusive no decurso de manutenções programadas. Nesse contexto, a disponibilidade refere-se à capacidade de um usuário de determinado sistema acessar, incluir ou modificar os dados existentes, 5
6 assegurando a integridade de quaisquer alterações realizadas em qualquer intervalo de tempo. Caso, por qualquer que seja o motivo, um usuário não tenha acesso a todo ou parte fundamental desse sistema, é dito então que ele está indisponível, sendo o tempo total de indisponibilidade conhecido pelo termo downtime. A Tabela 1 apresenta uma série de valores de disponibilidade em função do tempo que um serviço ficou indisponível no ano ou no mês. Tabela 1 Valores para o cálculo da disponibilidade de rede Considerar: 1 ano = 365 dias = horas = minutos = segundos; 1 mês = 30 dias = 720 horas = minutos = segundos. A análise da disponibilidade, para um determinado período de tempo, mede a percentagem de tempo de bom funcionamento em relação ao tempo total. Para calcular a disponibilidade de um sistema são considerados dois parâmetros: O tempo médio entre falhas - Mean Time Between Fail - (MTBF) e o tempo médio de recuperação - Mean Time To Repair - (MTTR), que é o espaço de tempo (médio) que decorre entre a ocorrência da falha e a total recuperação do sistema. Com o conhecimento desses parâmetros, é aplicada a fórmula: Disponibilidade (%) = MTTF / (MTTF + MTTR) X 100 6
7 As soluções que se aproximam de 100% de disponibilidade exigem a redundância da estrutura para evitar a existência de pontos únicos de falha, conhecidos também pela sigla em inglês SPOF (Single Point Of Failure). Um ponto único de falha é simplesmente um recurso do sistema em que, caso falhe, provoca a indisponibilidade de todo o sistema. Óbvia e infelizmente, reduzir os pontos únicos de falha exige custos e adiciona um considerável grau de complexidade na infra-estrutura. A auditoria da rede comprova que a redundância da estrutura é, portanto, um dos requisitos para se conseguir alta disponibilidade, e deve ser combinada com uma camada de software capaz de monitorar e assumir os serviços de um servidor em produção quando nele ocorrer uma falha. 7
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