3 Membranas Biológicas
|
|
|
- Alexandre Morais Alcântara
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 3 Membranas Biológicas 3.1 Os limites das células Figura. 3.1 Estrutura de uma célula animal. (modificada de Biologia Molecular da Célula, 4ª edição, Alberts, B., Bray, D., Lewis,J., Artmed editora, 2004.) Os limites das células são formados por membranas celulares biológicas, as barreiras que definem o interior e o exterior de uma célula (Berg et al., 2004, Johnson et al., 2004). Estas barreiras impedem que as moléculas geradas dentro da célula vazem para fora e que moléculas indesejadas se difundam para dentro. A membrana plasmática engloba a célula e mantém as diferenças essenciais entre o citosol e o ambiente extracelular. A espessura da maioria das membranas está compreendida entre 6 nm e 10 nm. No interior de células eucarióticas, as membranas do retículo endoplasmático, o aparelho de Golgi, a mitocôndria e outras organelas limitadas por membranas mantêm as diferenças características entre os conteúdos de cada organela e os do citosol. A especialização funcional no decurso da evolução esteve intimamente ligada à formação dos compartimentos intracelulares. Sistemas específicos evoluíram para permitir o endereçamento de proteínas selecionadas para dentro de
2 34 determinadas membranas internas, ou através delas e, daí, para organelas específicas. Membranas internas e externas possuem características essenciais em comum. As membranas são tão diversas em estrutura quanto em função, servem para inúmeras funções indispensáveis à vida. Apesar das suas funções diferenciadas, todas as membranas biológicas têm uma estrutura geral comum: cada uma é um filme muito fino de moléculas lipídicas e protéicas mantidas unidas principalmente por interações não covalentes. As membranas são estruturas dinâmicas nas quais proteínas nadam em um mar de lipídeos. Os componentes lipídicos da membrana formam uma barreira de permeabilidade. As proteínas componentes agem como um sistema de bombas e canais que dotam à membrana a permeabilidade seletiva. As moléculas protéicas que atravessam a bicamada lipídica servem de mediadores para praticamente todas as outras funções da membrana. São necessárias muitas proteínas de membrana diferentes para que uma célula possa funcionar e interagir com o ambiente que a envolve. De fato, estima-se que aproximadamente 30% das proteínas que são codificadas no genoma de uma célula animal sejam proteínas de membrana. 3.2 A Bicamada Lipídica Os lipídeos são biomoléculas insolúveis em água, muito solúveis em solventes orgânicos, tal como o clorofórmio. Eles têm varias funções biológicas: servem como alimento energético, como armazenamento altamente concentrado de energia, como moléculas sinalizadoras e como componentes estruturais de membranas. Notoriamente, dentre as propriedades mais significativas dos lipídeos, estão suas propriedades hidrófobas. Estas propriedades são devidas principalmente ao seu componente principal, os ácidos graxos. Ácidos graxos são cadeias hidrocarbonadas, com vários comprimentos e grau de insaturação, que terminam em carboxilas, grupamentos ácidos. Em sistemas biológicos, no entanto, os ácidos graxos contêm um número par de átomos de carbono, tipicamente entre 14 e 24. Aqueles com 16 e 18 carbonos são os mais comuns.
3 35 Figura 3.2 Três visões de uma membrana celular. (A) Uma micrografia eletrônica da membrana plasmática de uma célula vermelha do sangue vista numa seção transversal (B e C). Visões bi e tridimensionais da membrana celular. (modificada de Biologia Molecular da Célula, 4ª edição, Alberts, B., Bray, D., Lewis,J., Artmed editora, 2004) Os fosfolipídeos são abundantes em todas as membranas biológicas. Uma molécula de um fosfolipídeo é feita de quatro tipos de componentes: ácidos graxos, uma estrutura à qual se prendem estes ácidos, um fosfato e um álcool unido ao fosfato. As cadeias dos ácidos graxos fornecem uma barreira hidrófoba, ao passo que o restante da molécula tem propriedades hidrófilas que permitem a interação com o meio aquoso. Os fosfolipídeos derivados do glicerol são chamados de fosfoglicerídeos. Um fosfoglicerídeo é constituído de um glicerol, ao qual se prendem duas cadeias de ácidos graxos e um álcool fosforilado. Os fosfolipídeos encontrados nas membranas celulares são modificados no grupo fosfato. A bicamada lipídica ficou estabelecida definitivamente como a base universal da estrutura das membranas celulares. É facilmente visível por meio de microscopia eletrônica, apesar de que técnicas especializadas, como difração de raios X e microscopia eletrônica de criofratura, sejam necessárias para revelar os detalhes da sua organização. A estrutura de bicamada pode ser atribuída às propriedades especiais das moléculas lipídicas, que fazem com que elas se agrupem espontaneamente em camadas duplas, mesmo sob condições artificiais simples. A formação das membranas é uma conseqüência da natureza anfipática anfifílica das moléculas, ou seja, moléculas que contêm tanto uma porção hidrófila quanto uma hidrófoba. Os fosfolipídeos são comumente ilustrados
4 36 contendo duas partes, um corpo hidrofílico e uma cauda hidrofóbica. Os fosfolipídeos geralmente agrupam-se em três formas distintas em solução. As lâminas de bicamadas, as micelas vesículas com um interior hidrofóbico e os lipossomos vesículas com interior aquoso (Fig. 3.3). Figura 3. 3 Representação das secções da estrutura de micela, lipossoma e bicamada de fosfolipídeos. ( A estrutura favorecida para a maioria dos fosfolipídeos e glicolipídeos em meios aquosos é uma estrutura de bicamada, em vez de uma micela. O motivo é que as cadeias de ácidos graxos de um fosfolipídeo ou glicolipídeo são muito volumosas para se adaptarem no interior de uma micela. Em contraste, os sais de ácidos graxos - tais como o palmitato de sódio, um constituinte do sabão - formam micelas prontamente. A formação de bicamadas em vez de micelas é de importância biológica crítica. Uma micela é uma estrutura limitada, geralmente com menos de 20 nm de diâmetro. Por outro lado, uma lâmina bimolecular pode ter dimensões macroscópicas, de até um milímetro 10 6 nm. Fosfolipídeos e moléculas similares são constituintes importantes de membranas, porque formam prontamente extensas lâminas bimoleculares. A formação de bicamadas lipídicas é um processo de automontagem. Em outras palavras, a estrutura do agregado é intrinsecamente dependente da estrutura das moléculas lipídicas constituintes. O crescimento de bicamadas lipídicas a partir de fosfolipídeos é um processo rápido e espontâneo na água. As interações hidrófobas são as principais forças diretoras da formação de bicamadas lipídicas. Além disso, a força atrativa de van der Waals entre as caudas hidrocarbonadas favorecem o empacotamento
5 37 das caudas. Finalmente, há as atrações eletrostáticas e as pontes de hidrogênio entre as cabeças polares e moléculas de água. Deste modo, as bicamadas lipídicas são estabilizadas por todo o conjunto das forças que participam das interações moleculares dos sistemas biológicos. Como as bicamadas lipídicas são mantidas juntas por muitas interações não covalentes de reforço predominantemente hidrófobas, elas são estruturas cooperativas. Estas interações hidrófobas têm três conseqüências biológicas significativas: (1) as bicamadas lipídicas têm uma tendência inerente a serem extensas; (2) as bicamadas lipídicas tendem a fechar-se sobre si mesmas para que não haja bordas com cadeias hidrocarbonadas expostas, o que resulta na formação de compartimentos e (3) as bicamadas lipídicas são auto-selantes porque um orifício em uma bicamada é energeticamente desfavorável. 3.3 A mobilidade dos lipídeos na membrana As membranas plasmáticas não são estruturas rígidas, estáticas. Pelo contrário, os lipídeos e muitas proteínas de membrana estão em constante movimento lateral, em um processo denominado de difusão lateral, proporcionando uma fluidez à membrana. O coeficiente de difusão dos lipídeos em várias membranas é em torno de 1 µm 2 s -1. Esta velocidade significa que uma molécula lipídica pode se locomover de uma extremidade de uma bactéria para outra em um segundo. A ordem de grandeza do coeficiente de difusão observado indica que a viscosidade da membrana é cerca de cem vezes maior do que a da água, bem próxima do azeite de oliveira. Por outro lado, as proteínas variam muito em sua mobilidade lateral. Algumas proteínas são quase tão móveis quanto os lipídeos, ao passo que outras são virtualmente imóveis. Os lipídios também podem girar em torno de seu próprio eixo, apresentar movimentos de flexão por causa das cadeias de hidrocarbonetos e migrar de uma monocamada para outra. Embora a difusão lateral possa ser rápida, a rotação espontânea de lipídeos de uma face de uma membrana para a outra é um processo bem lento. O deslocamento de uma molécula de uma superfície da membrana para a outra é chamado de difusão transversa, ou flip-flop. Uma molécula de fosfolipídeo leva cerca de 10 9 mais
6 38 tempo para fazer flip-flop através de uma membrana do que para se difundir por uma distância de 50 Ǻ na direção lateral. As barreiras de energia livre para difusão transversa de moléculas de proteínas são ainda maiores do que para lipídeos, porque as proteínas têm regiões polares mais amplas. De fato, não foi observada a difusão transversa de uma molécula de proteína. O colesterol, abundante na estrutura de membranas de células animais, é um lipídeo com uma estrutura bem diferente da dos fosfolipídeos. É um lipídeo com núcleo esteróide, constituído de quatro anéis hidrocarbonados ligados. Uma cauda hidrocarbonada está ligada em uma extremidade do esteróide, e uma hidroxila na outra. Nas membranas, a molécula é orientada paralela às cadeias de ácidos graxos dos fosfolipídeos, e a hidroxila interage com as cabeças de fosfolipídeos próximas. 3.4 O Modelo do Mosaico Fluido Figura 3. 4 Modelo em mosaico fluido (Singer, S. J.; Nicolson, G. L., Science 175: 723, 1972.) Com base nas propriedades dinâmicas das proteínas nas membranas, S. Jonathan Singer e Garth Nicolson propuseram, em 1972, o conceito de um modelo em mosaico fluido para a organização global das membranas biológicas (Fig. 3.4). A idéia do modelo é organizar as membranas como soluções bidimensionais de
7 39 lipídeos orientados e de proteínas globulares. A bicamada lipídica tem um duplo papel: é um solvente para proteínas integrantes de membrana e também é uma barreira de solubilidade. As proteínas de membrana são livres para difundirem lateralmente na matriz lipídica, a menos que sejam restritas por interações especiais. As proteínas de membranas podem ser classificadas como sendo periféricas ou integrantes, dependendo da dissociabilidade da proteína. As proteínas integrantes de membrana interagem amplamente com as cadeias lipídicas. A maior parte das proteínas integrantes de membrana conhecidas atravessa a bicamada lipídica. As proteínas periféricas de membranas ligam-se primariamente às cabeças polares dos lipídeos, por interações eletrostáticas e pontes de hidrogênio. Estas interações polares podem ser rompidas pela adição de sais ou por alteração do ph. Não obstante a variedades de tipos de membranas, algumas características comuns das membranas podem ser enunciadas: (1) As membranas são constituídas principalmente de lipídeos e proteínas. Sua proporção de massas vai de 1:4 a 4:1. As membranas também contêm glicídeos que se ligam aos lipídeos e às proteínas; (2) Os lipídeos de membranas são moléculas relativamente pequenas que tem tanto uma porção hidrófila quanto uma hidrófoba. Estes lipídeos formam espontaneamente bicamadas fechadas em meios aquosos. Estas bicamadas lipídicas são barreiras ao fluxo de moléculas polares; (3) Proteínas específicas exercem funções distintas nas membranas. Elas funcionam como bombas, canais, receptores, transformadores de energia e enzimas. As proteínas de membrana são embutidas em bicamadas lipídicas, as quais criam ambientes adequados a sua ação; (4) As membranas são montagens não covalentes. As moléculas de proteínas e de lipídeos que as constituem são mantidas juntas por muitas interações não covalentes, interações que são cooperativas; (5) As membranas são assimétricas. As duas faces das membranas biológicas sempre diferem uma da outra; (6) As membranas são estruturas fluidas. As moléculas lipídicas difundemse rapidamente no plano da membrana, assim como as proteínas, a menos que sejam ancoradas por interações específicas. Em contraste, as moléculas de
8 40 lipídeos e proteínas não giram facilmente através da membrana. As membranas podem ser consideradas como soluções bidimensionais de proteínas e lipídeos orientados. 3.5 Bombas e Canais de Membrana A bicamada lipídica das membranas biológicas é intrinsecamente permeável a íons e moléculas polares. Contudo, sua permeabilidade seletiva é conferida por duas classes de proteínas de membrana, as bombas e os canais. Abaixo temos uma ilustração da bomba de Na + -K + ATPase. Figura 3. 5 Bomba de Na + -K + ATPase. (modificada de Biologia Molecular da Célula, 4ª edição, Alberts, B., Artmed editora, 2004.) As bombas utilizam uma fonte de energia livre como o ATP ou a luz para impulsionar o transporte termodinamicamente desfavorável de íons ou moléculas. A ação das bombas é um exemplo de transporte ativo. A concentração de K + é tipicamente de 10 a 20 vezes maior no interior celular que no exterior, enquanto que com Na + ocorre o inverso. Estas diferenças de concentração são mantidas por uma bomba chamada de bomba de Na + -K + ATPase ou, simplesmente, de bomba de Na +, que é encontrada na membrana plasmática de todas as células animais. A bomba de Na +, K + -ATPase opera como um antiporte, bombeando Na + ativamente para fora da célula contra seu acentuado gradiente eletroquímico, e bombeando K + para o interior. Devido ao fato de a bomba hidrolisar ATP para
9 41 bombear Na + para o meio extracelular e K + para o meio intracelular, ela também é conhecida como uma bomba Na +, K + -ATPase. O gradiente de Na + produzido pela bomba dirige o transporte da maioria dos nutrientes para células animais e também apresenta um papel fundamental na regulação do ph citosólico. A bomba também regula o volume celular pelos seus efeitos osmóticos, evitando assim o rompimento de muitas células animais. Ela controla a concentração de soluto dentro da célula regulando, portanto, a osmolaridade - tonicidade - que pode fazer uma célula murchar ou inchar. Uma vez que a bomba Na + -K + move três íons carregados positivamente para o exterior celular para cada dois que bombeia para dentro, ela é eletrogênica. Esse efeito eletrogênico da bomba raramente contribui mais do que 10% para o potencial de membrana. Sendo os outros 90% dependentes da bomba Na + -K + apenas indiretamente. Canais iônicos, por outro lado, permitem aos íons fluírem rapidamente pelas membranas num sentido termodinamicamente favorável. A ação dos canais ilustra o transporte passivo ou a difusão facilitada. As proteínas de canal formam poros hidrofílicos através das membranas no estado conformacional aberto. Os grupos polares parecem revestir a parede do poro, enquanto que as cadeias de aminoácidos hidrofóbicos interagem com a bicamada lipídica. O poro afunila para dimensões atômicas em uma região em que a seletividade iônica do canal é grandemente determinada. Figura 3.6 Canal iônico típico flutuando entre as conformações aberta e fechada. (modificada de Biologia Molecular da Célula, quarta edição, Alberts, B. et al., Artmed editora, 2004.) Duas propriedades importantes distinguem canais iônicos de simples poros aquosos. Primeiro, eles mostram seletividade a íons, permitindo a passagem de alguns íons inorgânicos, mas não de outros. A segunda distinção importante entre
10 42 os canais iônicos e os poros aquosos simples é que os canais iônicos não estão abertos continuamente, eles são controlados, o que lhes permite abrir por um breve tempo e então fechar novamente. Os dois fatores que determinam se uma molécula cruzará uma membrana são: a permeabilidade da molécula em uma dupla camada lipídica e a disponibilidade de uma fonte de energia. Determinadas moléculas podem passar pela membrana porque se dissolvem na bicamada lipídica. Tais moléculas são denominadas de lipófilas. Tais moléculas passarão através de uma membrana a favor de seu gradiente de concentração, num processo dito de difusão simples. De acordo com a segunda lei da termodinâmica, as moléculas movem-se espontaneamente de uma região de maior concentração para uma de menor concentração. Portanto, um aumento de entropia impulsiona o transporte através da membrana. Na maioria dos casos um canal iônico abre em resposta a um estímulo específico. Os principais estímulos conhecidos por causar a abertura de canais iônicos são: mudança de voltagem através da membrana, nos canais controlados por voltagem, um estresse mecânico, nos canais controlados mecanicamente ou a ligação de um ligante, nos canais controlados por ligantes. O ligante pode ser tanto um mediador extracelular, especificamente um neurotransmissor, canais controlados por transmissor, ou um mediador intracelular, como um íon, canais controlados por íons, ou um nucleotídeo, canais controlados por nucleotídeo.
Membranas Biológicas. Profª Eleonora Slide de aula
Membranas Biológicas Profª Eleonora Slide de aula Membranas Biológicas Todas as células possuem na sua periferia uma membrana, a qual fornece a barreira necessária que separa o lado interno do lado externo.
Membranas Biológicas. Profª Eleonora Slide de aula
Membranas Biológicas Profª Eleonora Slide de aula Membranas biológicas Todas as células possuem na sua periferia uma membrana, a qual fornece a barreira necessária que separa o lado interno do lado externo.
TRANSPORTE DE SOLUTOS ATRAVÉS DAS MEMBRANAS CELULARES. Prof. Dr. ROBERTO CEZAR LOBO DA COSTA
TRANSPORTE DE SOLUTOS ATRAVÉS DAS MEMBRANAS CELULARES Prof. Dr. ROBERTO CEZAR LOBO DA COSTA TIPOS DE TRANSPORTES A) SIMPLASTO: termo usado para caracterizar os protoplastos interconectados e seus plasmodesmas
Membrana celular: Transporte
Membrana celular: Transporte Processos de Transporte Transporte em grande quantidade Transporte de íons e moléculas 1 Processos de Transporte: Transporte de íons e moléculas Qual a importância da manutenção
Francisco Hevilásio F. Pereira Fisiologia Vegetal
FISIOLOGIA VEGETAL Nutrição Mineral de plantas Parte II Pombal PB Transporte de íons na planta Transporte passivo e ativo Transporte passivo É aquele que ocorre a favor do gradiente de potencial químico
Biomembranas. Cap. 11(p 365 a 377) e 12 (p 390 a 410)- Fundamentos da Biologia Celular- Alberts- 2ª edição
Biomembranas Cap. 11(p 365 a 377) e 12 (p 390 a 410)- Fundamentos da Biologia Celular- Alberts- 2ª edição Bicamada da membrana Grupos de cabeças polares Caudas hidrofóbicas Grupos de cabeças polares As
Biologia Professor Leandro Gurgel de Medeiros
Biologia Professor Leandro Gurgel de Medeiros Aula 02: Biologia Celular (Membrana Plásmática) Biologia celular é o ramo da biologia que estuda as células no que diz respeito à sua estrutura, suas funções
Biologia Molecular e Celular II: Transporte através da membrana
Biologia Molecular e Celular II: Transporte através da membrana Princípios do transporte Há diferenças entre a composição dentro e fora da célula; A distribuição de íons dentro e fora da célula é controlada
AMINOÁCIDOS E PROTEÍNAS
AMINOÁCIDOS E PROTEÍNAS Origem grego (protos) primeira, mais importante A palavra proteína que eu proponho vem derivada de proteos, porque ela parece ser a substância primitiva ou principal da nutrição
Obtenção de matéria pelos seres heterotróficos transportes transmembranares
Obtenção de matéria pelos seres heterotróficos transportes transmembranares 1 Processos de transporte A membrana plasmática pode facilitar, dificultar ou impedir a passagem de substâncias, uma propriedade
Características gerais
Citoplasma Citoplasma Características gerais Um vertebrado é formado por dezenas de tipos de células. Citoplasma Características gerais Um vertebrado é formado por dezenas de tipos de células. Neurônio
I Curso de Férias em Fisiologia - UECE
I Curso de Férias em Fisiologia - UECE Realização: Instituto Superior de Ciências Biomédicas Mestrado Acadêmico em Ciências Biológicas Apoio: 1 FISIOLOGIA CELULAR Laboratório de Eletrofisiologia 1. POTENCIAL
FICHA (IN)FORMATIVA Nº 3 Biologia e Geologia Módulo 2. Célula
FICHA (IN)FORMATIVA Nº 3 Biologia e Geologia Módulo 2 A célula e o transporte transmembranar Célula Teoria celular a célula é a unidade estrutural e funcional de todos os organismos; as novas células formam-se
24/02/2014. É o limite externo da célula. Vera Andrade http://histologiavvargas.wordpress.com/
Vera Andrade http://histologiavvargas.wordpress.com/ Membrana plasmática Mitocôndrias Retículo Endoplasmático Aparelho de Golgi Lisossomos e peroxissomos Centríolos Ribossomos Inclusões Citoplasmáticas
Átomos Moléculas Íons Biomoléculas. Matéria é formada por Átomos. Obs.: teoria confirmada apenas no início do século XX.
Átomos Moléculas Íons Biomoléculas Estrutura da Matéria Matéria é formada por Átomos Obs.: teoria confirmada apenas no início do século XX. Os átomos dificilmente existem livres e possuem grande tendência
Membranas Biológicas
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE QUÍMICA DQMC BIOQUÍMICA BIO0001 Membranas Biológicas Prof Karine P. Naidek Outubro/2016 Membranas Biológicas Membranas
Ribossomos e síntese protéica
Ribossomos e síntese protéica SÍNTESE PROTÉICA DNA Transcrição RNA Tradução T A U T A U C G C G C G C G C C G C T A U G C G G C G O código genético é DEGENERADO PROTEÍNA Phe Ala Trp MAQUINARIA GENÉTICA
CÉLULA VEGETAL E PAREDE CELULAR
Universidade Federal do Pampa Campus de São Gabriel Centro de Ciências Rurais Curso de Ciências Biológicas CÉLULA VEGETAL E PAREDE CELULAR Monitora: Rosangela Gonçalves Célula Vegetal As células vegetais
LIPÍDIOS. 1º ano Pró Madá
LIPÍDIOS 1º ano Pró Madá O QUE SÃO? Também chamados de gorduras Compostos com estrutura molecular variada principalmente, por moléculas de hidrogênio, oxigênio, carbono Característica principal insolubilidade
Estrutura e Função de Proteínas
Estrutura e Função de Proteínas As Proteínas As proteínas observadas na natureza evoluíram pela pressão selectiva para efetuar funções específicas. As propriedades funcionais das proteínas dependem da
A CÉLULA. Natércia Charruadas 2011. Biologia e Geologia 10º ano
A CÉLULA Natércia Charruadas 2011 Biologia e Geologia 10º ano O entendimento dos processos biológicos depende do conhecimento da célula enquanto unidade fundamental da Vida. As dimensões das células, geralmente
Transportes através da membrana plasmática. Profa Cristina Lacerda Soares Petrarolha Silva FISMA/FCAA - FEA
Transportes através da membrana plasmática Profa Cristina Lacerda Soares Petrarolha Silva FISMA/FCAA - FEA INTRODUÇÃO A capacidade de uma membrana de ser atravessada por algumas substâncias e não por outras
Capítulo 2: ESTRUTURA CELULAR. Biologia I Prof. João
Capítulo 2: ESTRUTURA CELULAR Biologia I Prof. João Citologia ou Biologia Celular: Ramo da biologia responsável pelo estudo das células. Teoria celular: todos os seres vivos são formados por células, e
Terapia Ocupacional. Fisilogia
Curso: Terapia Ocupacional Disciplina: Fisilogia Aula: Membrana Plasmática Profº. Ms. Rafael Palhano Fedato [email protected] Membrana Plasmática ou Membrana celular É uma dupla camada de lipídios com
Lipídeos e Membranas
Lipídeos e Membranas Delimitação das células Células são delimitadas por membranas biológicas, que impedem o vazamento de moléculas geradas internamente ou que moléculas indesejadas se difundam para dentro.
MEMBRANAS PLASMÁTICAS
MEMBRANAS PLASMÁTICAS Essenciais para a vida da célula https://www.youtube.com/watch?v=qdo5il1ncy4 Funções: Forma da célula. Intercâmbio célula-meio. Delimita conteúdo celular. Reconhecimento celular.
CURSOS DE ENFERMAGEM E FARMÁCIA
CURSOS DE ENFERMAGEM E FARMÁCIA DISCIPLINA: BIOFÍSICA Prof.a: Msd. Érica Muniz ESTRUTURAS MOLECULARES ÁGUA E SUA IMPORTANCIA BIOLÓGICA DIFUSÃO,OSMOSE E TÔNUS ÁTOMOS E MOLÉCULAS Átomo: menor estrutura neutra
Eucarioto: Organelas Celulares
Universidade de São Paulo Escola de Engenharia de Lorena Departamento de Biotecnologia Curso: Engenharia Ambiental Componentes do Citoplasma Eucarioto Citosol: rico em água e susbstâncias (proteínas, íons,
II Correto. Quanto maior a distância entre as cargas, mais fraca é a ligação e menos energia é empregada na sua quebra.
01. Item B I Correto. A energia para quebrar a ligação H (568 kj/mol) é a maior da tabela. Isto torna mais difícil a sua quebra, portanto ionizando menos o ácido que passa a ser o mais fraco entre os listados.
FISIOLOGIA DAS MEMBRANAS. Composição da membrana plasmática. Transporte através da membrana.
FISIOLOGIA DAS MEMBRANAS Composição da membrana plasmática. Transporte através da membrana. FUNÇÕES DA MEMBRANA PLASMÁTICA Isolamento físico Regulação de trocas Comunicação celular Suporte estrutural Modelo
Prof. Giovani - Biologia
Prof. Giovani - Biologia 1.(UFRS) Tanto em uma célula eucarionte quanto em uma procarionte podemos encontrar: a) membrana plasmática e retículo endoplasmático. b) ribossomos e aparelho de Golgi. c) mitocôndrias
MEMBRANAS BIOLÓGICAS E TRANSPORTE
MEMBRANAS BIOLÓGICAS E TRANSPORTE Funções das membranas celulares Definem limites externos das células Dividem compartimentos Regulam o trânsito das moléculas Manutenção do equilíbrio com o meio Participam
A Química da Vida. Anderson Dias Felipe Knak
A Química da Vida Anderson Dias Felipe Knak A ÁGUA NAS CÉLULAS A água é imprescindível à vida dos indivíduos, independendo da espécie, idade, metabolismo e/ou grupo celular. A água exerce função de transporte
Proteínas. Dra. Flávia Cristina Goulart. Bioquímica
Proteínas Dra. Flávia Cristina Goulart Bioquímica Os aa. e as proteínas Nos animais, as proteínas correspondem à cerca de 80% do peso dos músculos desidratados, cerca de 70% da pele e 90% do sangue seco.
1. O que é citoplasma e quais são suas subdivisões? 3. O que é citoesqueleto, do que ele é composto e qual sua função?
Estudo Dirigido: Citoplasma, Citoesqueleto, Citosol, Retículo Endoplasmático, Aparelho de Golgi, Lisossomos e Peroxissomos Disciplina: Biologia Celular e Molecular Docente: Profa. Dra. Marilanda Ferreira
Membranas biológicas
Citologia e Histologia Membranas biológicas Composição e Estrutura Prof a Dr a. Iêda Guedes Membranas biológicas 1. Considerações gerais 2. Estrutura de membrana 3. Lipídeos de membrana 4. Proteínas de
FRENTE III QUÍMICA ORGÂNICA BIOQUÍMICA: CARBOIDRATOS E LIPIDEOS
CARBOIDRATOS Os carboidratos são as biomoléculas mais abundantes na natureza. Estima-se que, por meio da fotossíntese, as plantas produzem 6.000.000 de toneladas do carboidrato celulose por hora no mundo.
A CÉLULA EUCARIÓTICA
A CÉLULA EUCARIÓTICA ... A célula é a unidade básica, estrutural e funcional de todos os seres vivos... A maioria das células têm um tamanho de 10 a 100 micrômetros e formas variadas QUAIS AS DIFERENÇAS
Início: 14/03 Término: 11/04. Horário de aulas: 2ª e 4º de 08:00 às 12:00 horas
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE BIOQÍMICA MÉDICA DISCIPLINA: BIOQUÍMICA A ENFERMAGEM BMQ 121 BLOCO I: Estrutura de Proteínas e Biologia Molecular Início: 14/03 Término: 11/04 Horário
Ligações Iônicas. Tipos de Ligações
Ligações Iônicas Tipos de Ligações Existem diversos tipos de ligações para se considerar quando analisar a composição química de um composto. Uma ligação pode ser definida como uma força que prende grupos
CURSO: Licenciatura em Ciências Biológicas DISCIPLINA: Biologia Celular e Molecular PROFESSORA: Dra. Jaqueline Figuerêdo Rosa. Membranas Celulares
CURSO: Licenciatura em Ciências Biológicas DISCIPLINA: Biologia Celular e Molecular PROFESSORA: Dra. Jaqueline Figuerêdo Rosa Membranas Celulares Para quê servem as Membranas Celulares? Principais funções
Aula 3 Organelas. Níveis de organização dos seres vivos: Observe, abaixo, a célula animal com as principais organelas. Citoplasma Membrana plasmática
Aula 3 Organelas Organelas ou organóides são estruturas encontradas no citoplasma celular com função específica, que auxiliam no seu funcionamento, como iremos descrever. Níveis de organização dos seres
FISIOLOGIA DO CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO VEGETAL. Katia Christina Zuffellato-Ribas
FISIOLOGIA DO CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO VEGETAL Katia Christina Zuffellato-Ribas Bióloga, Dra. Departamento de Botânica - Setor de Ciências Biológicas UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ [email protected] FISIOLOGIA
Membranas celulares e envoltórios. Prof. Renato Feijão
Membranas celulares e envoltórios Prof. Renato Feijão MODELO MOSAICO FLUIDO (Singer & Nicholson 1972) MEMBRANA PLASMÁTICA Membrana citoplasmática, plasmalema ou membrana celular. Quem possui? TOOOOODOS
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA HORMÔNIOS E REGULAÇÃO METABÓLICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA HORMÔNIOS E REGULAÇÃO METABÓLICA Prof a. Dr a. Nereide Magalhães Recife, fevereiro de 2005 HORMÔNIOS Sinais hormonais
Química Inorgânica Aula 3
Química Inorgânica Aula 3 Orientadora: Drª Karla Vieira Professor Monitor: Gabriel Silveira LIGAÇÕES QUÍMICAS O que são Ligações Químicas? São as ligações que se estabelecem entre a união de dois átomos.
Todos os procariontes são classificados ou no domínio Archaea ou no domínio Bactéria.
Tipos Celulares Básicos - Tanto as células procarióticas quanto as eucarióticas possuem membranas que definem as fronteiras da célula viva, e ambas contêm informações genéticas armazenadas no DNA. - As
Geralmente é arredondado e único por célula, mas existem núcleos com outras formas e células com mais de um núcleo
Núcleo Celular Geralmente é arredondado e único por célula, mas existem núcleos com outras formas e células com mais de um núcleo Núcleo Celular Algumas células não têm núcleo (são anucleadas), como as
Obtenção de matéria pelos seres heterotróficos
Obtenção de matéria pelos seres heterotróficos Os seres heterotróficos necessitam de obter matéria orgânica e não orgânica (água, minerais, vitaminas, glícidos, lípidos e proteínas) do meio ambiente, alimentando-se
Membrana Plasmática Estrutura e Função
Universidade Federal do Amazonas ICB Dep. Morfologia Disciplina: Biologia Celular Aulas Teóricas Membrana Plasmática Estrutura e Função Prof: Dr. Cleverson Agner Ramos Membrana Plasmática A bicamada de
Modelos atômicos. Modelo de Bohr
Modelos atômicos Modelo de Bohr O modelo de Bohr apresenta limitações significativas, não servindo para explicar vários dos fenômenos nos quais estão envolvidos elétrons. As deficiências do modelo de Bohr
2. (Ufrgs 2016) O quadro abaixo refere-se aos mecanismos de transporte através da membrana.
1. (Ufjf-pism 1 2016) Para manter as diferenças entre as concentrações interna e externa dos íons sódio (Na + ) e potássio (K + ), proteínas presentes na membrana plasmática atuam como bombas de íons capturando
Previsão das cargas iônicas O número de elétrons que um átomo perde está relacionado com a sua posição na tabela periódica.
Aula 4 Formação de cátions e ânions Ligações químicas Ións e compostos iônicos Em geral: átomos metálicos tendem a perder elétrons para se transformarem em cátions; íons não-metálicos tendem a ganhar elétrons
BIOLOGIA. Moléculas, células e tecidos. Estrutura e fisiologia da Membrana Plasmática - Parte 1. Professor: Alex Santos
BIOLOGIA Moléculas, células e tecidos Estrutura e fisiologia da Membrana Plasmática - Parte 1 Professor: Alex Santos Tópicos em abordagem: Estrutura e fisiologia da Membrana Plasmática - Parte 1 Parte
Potencial de Membrana e Potencial de Ação. Células Neurais e Morfologia do Neurônio. Sinapse Excitatória e Inibitória
Potencial de Ação, Sinapse, Transmissão Neuromuscular Potencial de Membrana e Potencial de Ação Células Neurais e Morfologia do Neurônio Impulso Nervoso Sinapse Química e Elétrica Sinapse Excitatória e
Estas aminas são bases de Lewis já que sobram elétrons no átomo de nitrogênio e como tal podem reagir com ácidos.
01. Os compostos mostrados são respectivamente amina primária, amina secundária e amina terciária. O composto III, por não apresentar ligações (pontes) de hidrogênio, é o menos solúvel em água, tornando
Estrutura Celular. Célula Animal
Estrutura Celular Membrana Plasmática Hialoplasma(Citoplasma )& Citoesqueleto Parede Celular (exclusivo célula Vegetal) Núcleo Organelas celulares Célula Animal Hialoplasma Composição: 70 a 80% de água
Membrana Celular: Bicamada Lipídica. Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto
Membrana Celular: Bicamada Lipídica Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto BICAMADA LIPÍDICA Bicamada Formada por 50% de lipídeos (latu senso); As moléculas das membranas são anfipáticas; Lipídeos
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS PROGRAMA DE ENSINO DE DISCIPLINA
Curso: Ciências Biológicas (05) Ano: 2014 Semestre: 1 Período: 1 Disciplina / Unid. Curricular / Módulo: Biologia Celular (Cell Biology) Código: DCB47 Carga Horária Total: 90 Teórica: 60 Atividade Prática:
CURSINHO TRIU QUÍMICA FRENTE B
CURSINHO TRIU QUÍMICA FRENTE B AULA 3 EXPRESSÕES DE CONCENTRAÇÃO (CONT.) E PROPRIEDADES COLIGATIVAS DATA: 01/09/2014 1) EXPRESSÕES DE CONCENTRAÇÃO (CONTINUAÇÃO) a. FRAÇÃO EM MOL Fração em mols ou fração
Trabalho realizado por: Ariana Gonçalves nº Ricardo Figueiredo nº
Trabalho realizado por: Ariana Gonçalves nº. 57301 Ricardo Figueiredo nº. 57284 Composição: Lípidos (anfipáticos); Proteínas; Glícidos: Sob a forma de glicolípidos e glicoproteínas. (em proporções variáveis)
MEMBRANA PLASMÁTICA. Universidade Federal do Pampa Curso de Nutrição Biologia celular e molecular
Universidade Federal do Pampa Curso de Nutrição Biologia celular e molecular MEMBRANA PLASMÁTICA Profª Ms. Vanessa Retamoso Adaptado da Prof Drª Carla Sehn Membrana plasmática Modelo mosaico fluido Membranas
FISIOLOGIA DO CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO VEGETAL. Katia Christina Zuffellato-Ribas
FISIOLOGIA DO CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO VEGETAL Katia Christina Zuffellato-Ribas Bióloga, Dra. Departamento de Botânica - Setor de Ciências Biológicas UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ [email protected] FISIOLOGIA
POTENCIAL DE PRODUÇÃO DE PLANTAS FORRAGEIRAS. Maria Aparecida Salles Franco Curso de Veterinária Disciplina: Forragicultura e Plantas Tóxicas
POTENCIAL DE PRODUÇÃO DE PLANTAS FORRAGEIRAS Maria Aparecida Salles Franco Curso de Veterinária Disciplina: Forragicultura e Plantas Tóxicas Um pouco sobre nutrientes nos alimentos Do ano de 1917 para
AULA 6 Nutrição Mineral
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE BOTÂNICA DISCIPLINA DE FISIOLOGIA VEGETAL (BO248) L1 AULA 6 Nutrição Mineral Conceitos gerais Todo organismo continuamente
QUÍMICA ORGÂNICA É A QUÍMICA DO CARBONO E SEUS COMPOSTOS. MOLÉCULAS ORGÂNICAS
É A QUÍMICA DO CARBONO E SEUS COMPOSTOS. MOLÉCULAS ORGÂNICAS Um dos objetivos da Química Orgânica é relacionar a estrutura de uma molécula e suas reações, para poder estudar as etapas que ocorrem em cada
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Biologia Prof. Hugo Henrique Pádua M.Sc. Fundamentos de Biofísica.
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Biologia Prof. Hugo Henrique Pádua M.Sc. Fundamentos de Biofísica Água e Soluções Água Introdução a biofísica Água Introdução a biofísica Água
MATRÍCULA: EXERCÍCIOS SOBRE MEMBRANA PLASMÁTICA E TRANSPORTE. Questões objetivas
MATRÍCULA: Lista de Exercícios Biologia Geral e Evolução Código 120162 SOBRE MEMBRANA PLASMÁTICA E TRANSPORTE Questões objetivas 1) (UFOP-MG) Uma célula animal foi mergulhada em uma solução aquosa de concentração
A síntese de DNA tem como objetivo replicar, de modo exato, o genoma. Já a síntese de RNA está relacionada com a própria expressão gênica.
A síntese de DNA tem como objetivo replicar, de modo exato, o genoma. Já a síntese de RNA está relacionada com a própria expressão gênica. O processo de síntese de RNA, a partir de um molde de DNA, é denominado
Propriedades Físicas - Química Orgânica
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO SUL CAMPUS DE CHAPADÃO DO SUL - CPCS Curso: AGRONOMIA E ENG. FLORESTAL Disciplina: Química Orgânica 2o semestre / 2011 - Química Orgânica Profa.: Matildes Blanco
Professor: Paulo Disciplina: Biologia Campus Aquidauana CITOLOGIA
Professor: Paulo Disciplina: Biologia Campus Aquidauana CITOLOGIA CITOLOGIA A área da Biologia que estuda a célula, no que diz respeito à sua estrutura e funcionamento. Kytos (célula) + Logos (estudo)
Colóides. 2) Indique em que fase de agregação se encontram respectivamente o disperso e o dispergente nas dispersões coloidais abaixo:
Colóides Questionário 1) Dê a definição de dispersão coloidal e discorra sobre suas características principais em relação às partículas do disperso R= As dispersões coloidais são misturas heterogêneas
Membranas celulares: estrutura, propriedades e funções E Introdução à compar;mentalização celular
Membranas celulares: estrutura, propriedades e funções E Introdução à compar;mentalização celular Todas as células são circundadas por uma membrana plasmá;ca! - Barreira semipermeável (separa, protege
Aula do ENEM - Química 21/05/2016
Aula do ENEM - Química 21/05/2016 QUESTÃO 76 Prova Branca - 2012 Quando colocados em água, os fosfolipídios tendem a formar lipossomos, estruturas formadas por uma bicamada lipídica, conforme mostrado
9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL -2015
COLÉGIO NOSSA SENHORA DE LOURDES trimestral Disciplina: Professor (a): QUÍMICA LUIS FERNANDO Roteiro de estudos para recuperação 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL -2015 Conteúdo: Referência para estudo: Sites
Modificação Covalente
Controle Celular Sistema de Controle Celular Governa a Maquinaria do Ciclo Celular Ativação e desativação cíclica Ativação e Inativação Proteínas chaves e dos complexos protéicos Iniciam ou regulam Replicação
Biologia e Bioquímica II 2009/2010
Biologia e Bioquímica II 009/010 Módulo II - Mitocôndria Sessão 6 Ficha de trabalho 1. Qual a importância energética da glicólise se no balanço final só há produção de ATP e, por cada molécula de glicose
Transmissão de Impulso Nervoso
Universidade Estadual do Centro-Oeste, UNICENTRO Departamento de Física III Ciclo de Seminários do DEFIS Organização PET - Física Transmissão de Impulso Nervoso Prof. Dr. Ricardo Yoshimitsu Miyahara Menbrana
LIPÍDIOS. São ácidos carboxílicos com cadeia grande e sem ramificações (acima de 10C). São solúveis em óleo
Prof. Borges LIPÍDIOS É importante lembrarmos de alguns conceitos básicos antes de iniciarmos a aula de bioquímica. Todo hidrocarboneto é apolar e, portanto insolúvel em água e solúvel em óleo. Ácidos
Colégio Saint Exupéry
Colégio Saint Exupéry Apostila QUÍMICA No nosso dia-a-dia o ato de classificar as coisas é algo corriqueiro. Em um faqueiro colocamos em um mesmo espaço as facas, em outro os garfos, etc. Agrupar coisas
MEMBRANAS BIOLÓGICAS E TRANSPORTE
MEMBRANAS BIOLÓGICAS E TRANSPORTE Funções das membranas celulares Definem limites externos das células Dividem compartimentos Regulam o trânsito das moléculas Manutenção do equilíbrio com o meio Participam
Membranas Biológicas. Aula I
Membranas Biológicas Aula I As Membranas Biológicas características gerais: As membranas biológicas basicamente definem compartimentos Determinam a comunicação entre o lado interno com o lado externo
- CAPÍTULO 10 - O citoplasma. Prof. Daniel Magalhães
- CAPÍTULO 10 - O citoplasma Prof. Daniel Magalhães RETÍCULO ENDOPLASMÁTICO FORMA Rede de membranas, estruturas tubulares e vesiculares achatadas, interligadas. Núcleo Membrana nuclear Bolsas do REG TIPOS
A massa de uma proteína é expressa em daltons
Proteínas Globulares Apesar de proteínas fibrosas terem só um tipo de estrutura secundária, as proteínas globulares podem ter diversos tipos de estrutura secundária em uma mesma molécula. As proteínas
Material de estudo. Série/Ano Turma(s) Turno Nota 7º A Vespertino. Disciplina: Ciências Professor(a): ALINY INOCÊNCIO Data Aluno (a): Nº
Polícia Militar do Estado de Goiás CPMG Nader Alves dos Santos Ano Letivo - 2016 Material de estudo Série/Ano Turma(s) Turno Nota 7º A Vespertino A CÉLULA A célula é a menor unidade estrutural básica do
CONCEITOS DE BRÖNSTED-LOWRY CONCEITOS DE ÁCIDOS E BASES CONCEITOS DE ARRHENIUS. Ácido: Ácido: HCN + H O H O + - Base ou hidróxido: Base: + +
Ácido: CONCEITOS DE ÁCIDOS E BASES CONCEITOS DE ARRENIUS Toda substância que em solução aquosa, sofre ionização, produzindo como cátion, apenas o íon CN O ( aq ) CN ( aq ) Na realidade, o íon, quando em
Estruturas dos sólidos
Estruturas dos sólidos Empacotamento denso de esferas Existem duas opções para a terceira camada de esferas: A terceira camada fica eclipsada com a primeira (arranjo ABAB). Esse é chamado de empacotamento
TEORIA DOS ORBITAIS MOLECULARES -TOM
TEORIA DOS ORBITAIS MOLECULARES -TOM TOM - Importância - Elucidar alguns aspectos da ligação não explicados pelas estruturas de Lewis, pela teoria da RPENV e pela hibridização. - Exemplo: Por que o O 2
Célula Procarionte X Célula Eucarionte
Célula Procarionte X Célula Eucarionte Células procarióticas (grego protos, primitivo, e Karyon, núcleo) Núcleo antigo Surgimento a bilhões de anos atrás Bactérias e Cianobactérias (algas) Não apresenta
LIGAÇÕES QUÍMICAS Folha 04 João Roberto Mazzei
01. Assinale a fórmula de Lewis da molécula HCN. a) H x C xn b) H x C x N c) H x C x N x d) H x C x x N e) Hx C x xn 0. Assinale a alternativa que apresenta, ao mesmo tempo, ligações covalentes e iônicas.
Reação de neutralização:
01 Reação de neutralização: Ácido entanodioico Hidróxido de sódio Etanoato de sódio Água (oxálico) 1 02 Deslocamento do hidrogênio: Propanoato de sódio (A) Neutralização: Propanoato de sódio (B) Liberação
FISIOLOGIA Est s ud u o do fu f n u cio i nam a en e to no n rm r a m l a l d e d e um u
FISIOLOGIA Estudo do funcionamento normal de um organismo vivo e de suas partes componentes, incluindo todos os seus processos físicos e químicos O objetivo da Fisiologia é explicar os fatores físicos
Exercícios de Respiração e Fermentação
Exercícios de Respiração e Fermentação Material de apoio do Extensivo 1. (UFV) Enquanto os organismos superiores utilizam a respiração aeróbia para obter energia, algumas bactérias e fungos utilizam a
Compar'mentos celulares e membranas. Patricia Coltri
Compar'mentos celulares e membranas Patricia Coltri [email protected] Nesta aula: Compar'mentalização celular Papel das membranas na célula Composição Transporte Membranas: compar'mentos intracelulares Evolução
constituídos por moléculas orgânicas de Estas são formadas por um número
Constituintes básicos de uma célula Moléculas da vida Todos os seres vivos, logo, as suas células, são constituídos por moléculas orgânicas de grandes dimensões macromoléculas. Estas são formadas por
A Célula. Depois do aprimoramento desse instrumento tornou- se possível o estudo da célula. É a área da Biologia responsável pelo estudo da célula.
A Célula Citologia É a área da Biologia responsável pelo estudo da célula. Microscópio Depois do aprimoramento desse instrumento tornou- se possível o estudo da célula. Elab.: Prof. Gilmar 2 Elab.: Prof.
Membrana Celular. Membrana Celular. Membrana Celular. Membrana Celular: Estrutura Química, Especializações e Transporte
Membrana Celular Membrana Celular Todas as membranas celulares apresentam a mesma constituição básica Membrana celular -Membrana plasmática -Endomembranas Membrana plasmática: limite celular Sistema de
