Membrana celular: Transporte
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- João Vítor Coimbra Amorim
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1 Membrana celular: Transporte Processos de Transporte Transporte em grande quantidade Transporte de íons e moléculas 1
2 Processos de Transporte: Transporte de íons e moléculas Qual a importância da manutenção de concentrações iônicas diferentes dentro e fora da célula? Processos de Transporte: Transporte de íons e moléculas 2
3 Processos de Transporte: Transporte de íons e moléculas Concentrações iônicas dentro e fora da célula Processos de Transporte: Transporte de íons e moléculas MOLÉCULAS HIDROFÓBICAS Se difundem rapidamente pela bicamada lipídica 3
4 Processos de Transporte: Transporte de íons e moléculas MOLÉCULAS POLARES PEQUENAS NÃO- CARREGADAS Moléculas com distribuição desigual de cargas: também se difundem rapidamente se forem suficientemente pequenas; Por exemplo: água e etanol, atravessam razoavelmente rápido; glicerol se difunde menos rapidamente. Processos de Transporte: Transporte de íons e moléculas MOLÉCULAS GRANDES POLARES Bicamada lipídica: altamente impermeável a moléculas carregadas: glicose se difunde com muita dificuldade. 4
5 Processos de Transporte: Transporte de íons e moléculas ÍONS Bicamada lipídica: altamente impermeável a íons, qualquer que seja sua carga Processos de Transporte: Transporte de íons e moléculas A bicamada lipídica da membrana é 10 9 vezes mais permeável à agua do que aos íons Na e K 5
6 Processos de Transporte: Transporte de íons e moléculas Proteínas transportadoras especializadas atuam na transferência eficiente através da membrana de muitas moléculas como íons, açúcares, aminoácidos, nucleotídeos e metabólitos. Processos de Transporte Transporte através da membrana Depende de dois fatores: gradiente de concentração da molécula e voltagem através da membrana (potencial de membrana) = gradiente eletroquímico Gradiente de concentração Potencial de membrana 6
7 Processos de Transporte Transporte através da membrana Depende de dois fatores: gradiente de concentração do soluto e voltagem através da membrana (potencial de membrana) = gradiente eletroquímico gradiente eletroquímico sem potencial de membrana gradiente eletroquímico com potencial de membrana negativo interno gradiente eletroquímico com potencial de membrana positivo interno Processos de Transporte Proteínas transportadoras Proteínas transportadoras 7
8 Processos de Transporte Duas classes de proteínas transportadoras: Carreadoras e Canais Proteína carreadora: liga especificamente à molécula a ser transportada, tornando o transporte seletivo -Podem utilizar tanto transporte ativo ou passivo. Processos de Transporte Duas classes de proteínas transportadoras: Carreadoras e Canais Proteína canal: discrimina a molécula a ser transportada principalmente com base na carga elétrica e no tamanho -Utilizam somente transporte passivo. 8
9 Proteínas carreadoras: transporte passivo e ativo Proteínas carreadoras são necessárias para o transporte de quase todas as moléculas orgânicas pequenas através das membranas celulares Proteínas carreadoras Proteína carreadora de glicose (altamente seletiva) Transporte passivo de glicose em célula do fígado: segue gradiente de concentração 9
10 Proteínas carreadoras Transporte ativo: Três fontes alternativas de energia Transporte Acoplado Transporte impulsionado por ATP Transporte impulsionado por luz Proteínas carreadoras Transporte ativo com gasto de energia fornecida por transporte acoplado 10
11 Proteínas carreadoras Transporte ativo acoplado Simporte de glicose-na : Gradiente eletroquímico de Na garante a entrada de glicose no ápice das células do epitélio intestinal mesmo contra gradiente de concentração Proteínas carreadoras Célula do epitélio intestinal Transporte ativo de glicose no ápice utilizando simporte Glicose/Na Transporte passivo de glicose na base da célula do epitélio intestinal 11
12 Proteínas carreadoras Carreador Na /H Antiporte Na /H : muitas células animais utilizam o influxo favorável de Na para bombear H para fora da célula e assim controlar o ph do citosol Na Proteína Carreadora Na /H H Proteínas carreadoras Transporte ativo com gasto de energia fornecida por ATP Bomba de Na /K ou Bomba ATPase/Na /K 12
13 Proteínas carreadoras =awz6liss3hq Transporte ativo com gasto de energia fornecida por ATP Funcionamento da bomba de Na -K Proteínas carreadoras Transporte ativo com gasto de energia fornecida por ATP Proteínas carreadoras: Bomba de Ca 2 Bomba de Ca 2 : Restitui o cálcio ao retículo endoplasmático de uma célula muscular esquelética 13
14 Bicamada lipídica Proteínas carreadoras Transporte ativo com gasto de energia fornecida por luz Próton H Espaço Extracelular Retinal Halobacterium halobium Bacteriorrodopsina Citosol Próton H Bomba gera um gradiente de H que é utilizado para sintetizar ATP 14
15 Proteínas carreadoras Transporte através da membrana e equilíbrio osmótico da célula Bomba de Na -K garante esse equilíbrio Célula em meio hipertônico: célula sofre plasmólise Célula em meio hipotônico: célula sofre turgescência Processos de Transporte Duas classes de proteínas transportadoras: Carreadoras e Canais Utilizam somente transporte passivo 15
16 Proteínas canais Transporte através de canais pouco seletivos: constantemente abertos Junções comunicantes Porinas Proteínas canais Transporte através de canais iônicos seletivos Canais iônicos possuem seletividade iônica (carga negativa) Proteína canal: discrimina a molécula a ser transportada principalmente com base na carga elétrica e no tamanho Canal de K 16
17 Proteínas canais Canal iônico: pode inverter o potencial de membrana Potencial de membrana=0 Potencial de membrana#0 Proteínas canais Transporte através de canais iônicos seletivos: possibilita uma taxa vezes mais eficiente de transporte comparado às proteínas carreadoras Gradiente de concentração Potencial de membrana 17
18 Proteínas canais Transporte através de canais iônicos seletivos: possibilita uma taxa vezes mais eficiente de transporte comparado às proteínas carreadoras Gradiente de concentração Potencial de membrana Proteínas canais Transporte através de canais iônicos seletivos: possibilita uma taxa vezes mais eficiente de transporte comparado às proteínas carreadoras Gradiente de concentração Potencial de membrana Potencial de membrana: base de todas as atividades elétricas da célula 18
19 Proteínas canais Abertura dos canais iônicos: respondem a diferentes tipos de estímulos Proteínas canais Canais iônicos mecanicamente ativados: células do pêlo auditivo vibrações sonoras 19
20 Proteínas canais Potencial de membrana e funcionamento dos neurônios Proteínas canais Propagação do potencial de ação nos axônios 20
21 Proteínas canais Efeito do potencial de ação nas sinapses Proteínas canais Transporte através de canais iônicos Papel da acetilcolina na abertura de canais na membrana de células musculares 21
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