MINI-HP. Luís Sénica
|
|
|
- Samuel Figueiredo Duarte
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 MINI-HP Luís Sénica
2 O QUE É O MINI HP? FILOSOFIA Prazer e benefícios formativos são o principal foco para o MINI-HP. Pretende-se promover valores educacionais e recreativos/competitivos através da prática do MINI-HP. Incentivar um ambiente competitivo em que as crianças podem aprender as habilidades básicas, sem as distrações que são frequentemente associadas com uma ênfase exagerada na vitória. O domínio das habilidades fundamentais e a diversão de jogar são essenciais para o desenvolvimento de um interesse ao longo da vida no hóquei.
3 OBJECTIVOS DO MINI - HP OBJETIVOS Introdução e experiência agradável no Hóquei em Patins; Proporcionar um ambiente saudável para diversão e aprendizagem; Ensinar as habilidades fundamentais básicas; Participação, diversão e desenvolvimento de habilidades; Desenvolvimento da comunicação a nível da aprendizagem dos jogadores; Introdução ao jogo.
4 VANTAGENS DO MINI - HP Aprende A Jogar Através do Mini-HP, baseia-se num modelo de jogo simplificado e de espaço reduzido, projectado para possibilitar a prática do Hóquei em Patins a todas as crianças nele envolvido. As regras permitem que as crianças possam desenvolver as habilidades do Hóquei em Patins num ambiente que promove a diversão, a aprendizagem, a participação de todos, e o desenvolvimento físico e mental. Tem sido demonstrado que as crianças que iniciam a sua formação neste ambiente obtêm uma experiência excepcional de Hóquei em Patins.
5 COMO VAMOS JOGAR O MINI HP? Porquê reduzir o espaço? Modificamos o espaço de jogo para existir uma adaptação ao tamanho físico das crianças que o praticam e adequado ao seu desenvolvimento cognitivo. Então quais as vantagens de jogar MINI-HP? Os principais benefícios do jogo é que ele promove a criatividade, cria um ambiente de jogo que permite o desenvolvimento, aumenta o tempo de participação, acelera o processo de aprendizagem, melhora a tomada de decisão através de execução de habilidades - lê e age mais rápido-, potencializa a aprendizagem das habilidades de desenvolvimento, cria um ambiente positivo e uma paixão para jogar.
6 BENEFÍCIOS DE JOGAR O MINI HP As crianças têm mais energia para aplicar as suas habilidades quando jogam numa pista mais pequena em oposição ao espaço de jogo normal; O sentimento de pertencer a uma equipa vai motivar a criança e provocar maior entusiasmo na sua participação; O jogo está mais direcionado ao seu nível etário; O jogo está cheio de acções em permanente mudança; Mais repetição/frequência das acções do jogo, menos tempo e menos espaço para pensar. As acções de tomada de decisão surgem em maior número e com maior frequência e ritmo;
7 BENEFÍCIOS DE JOGAR O MINI HP Mais solicitação das acções básicas de patinagem o que implica o desenvolvimento da Agilidade, Coordenação e Equilíbrio; A velocidade das situações no jogo aumenta, o que vai exigir reacções mais rápidas físicas e mentais por parte dos jogadores; As habilidades fundamentais do jogo são reforçadas através do aumento do número de acções que se produzem no jogo, desenvolvem-se mais rapidamente; A actividade de cada jogador aumenta consideravelmente;
8 COMO VAMOS JOGAR O MINI HP? ORGANIZAÇÃO GERAL Uso mais eficiente da relação tempo/espaço; O tamanho da pista é proporcional ao tamanho dos jogadores; As balizas estão em proporção com tamanho dos jogadores; Mais tempo de prática e mais equipas dentro de um Clube.
9 COMO VAMOS JOGAR O MINI HP? AS REGRAS BÁSICAS PARA JOGAR O MINI-HP PISTA E NÚMERO DE JOGADORES Bambis Meia Pista / 1 GR + 2 JC x 1 GR + 2 JC Benjamins Meia Pista / 1 GR + 3 JC x 1 GR + 3 JC
10 TABELA Uma tabela móvel situada no meio campo dividirá a pista em dois terrenos de jogo, permitindo a realização de dois jogos em simultâneo. Seja criativo a encontrar uma maneira de dividir com segurança a superfície da pista. A estrutura deve ser fácil de montar e pode ser em madeira, lona, fibra de vidro, espuma.
11 BALIZA Recomenda-se uso de balizas de menor dimensão, adequando-se ao desenvolvimento físico do guarda-redes, aumentando assim a possibilidade de sucesso, o que por sua vez potencializa o aumento da confiança.
12 EQUIPAMENTO As crianças devem usar materiais que lhes permitam alcançar o máximo divertimento e optimizar a compreensão das habilidades. Os equipamentos devem estar adaptados à sua idade. O SETIQUE Todos os jogadores devem ser incentivados a usar setiques adaptados ao seu tamanho. Alguns benefícios dessa utilização: São mais leves e por conseguinte ajudam a manter o equilíbrio; São facilitadores para a obtenção de uma boa execução motora; Permitem melhor controlo da bola.
13 BOLA A bola deve ser adaptada principalmente no Escalão de Bambis - Menor em tamanho e peso. Vantagens: Peso da bola mais adequado na relação peso-altura dos jogadores; Promove a técnica adequada; Promove uma melhoria na capacidade das crianças na prática do remate e do passe; Melhora a confiança.
14 ÁRBITRO, MESA E SUBSTITUIÇÕES ÁRBITRO No Escalão Bambis sugerimos que o Árbitro seja um treinador. No Escalão de Benjamins sugerimos um Árbitro oficial. O árbitro deverá ter uma atitude permanentemente educativa e explicativa. (Porquê, Como, Onde, Quando ). MESA Deve existir sempre um cronometrista que faz também o preenchimento da ficha de jogo. SUBSTITUIÇÕES Sugerimos a cada 2 minutos. Sugere-se a aplicação de um regime de rotação entre jogadores. Todos os jogadores cujos nomes estão na ficha de jogo têm que ser utilizados de forma uniforme.
15 TEMPO DE JOGO Bambis - Dois (2) períodos de oito (8) minutos. Benjamins Dois (2) períodos de dez (10) minutos Tempo Corrido. Três (3) minutos de intervalo
16 INÍCIO DO JOGO O jogo começa com ambas as equipas atrás das suas balizas. Ao apito do árbitro tem início o jogo e ambas as equipas devem procurar conquistar a bola que está no centro do terreno (marca da grande penalidade). Idêntico procedimento será seguido no início do segundo período.
17 GOLOS O Árbitro deverá sempre assinalar o golo. O jogo recomeça com bola ao centro (marca do livre directo) e a equipa que o obteve terá que se situar ao lado da sua baliza não podendo sair até que a bola esteja em movimento.
18 FALTAS BAMBIS O árbitro deverá assinalar o menor número possível de faltas, para que o jogo decorra de forma continua (ágil, rápido). O árbitro só deverá marcar as faltas graves, que no entanto não deverão ser transformadas em Penaltis e Livres Directos (árbitro pode parar o jogo e esclarecer a razão pelo qual marcou a falta). Se um jogador viola continuamente as regras o treinador pode substituí-lo por outro jogador. O árbitro deverá privilegiar a marcação de golpes duplos.
19 FALTAS BENJAMINS O árbitro deverá assinalar o menor número possível de faltas, para que o jogo decorra de forma continua (ágil, rápido). No entanto ao final de 5 faltas será acumulado um Livre Directo (executado na marca do Livre Directo com condução de bola) e assim sucessivamente, não existindo acumulação de faltas para a segunda parte. O árbitro deverá marcar as faltas graves. Todas as faltas graves consideradas como Penaltis ou Livres Directos são executadas a partir da marca do Livre Directo com condução de bola. Se um jogador viola continuamente as regras o treinador pode substituí-lo por outro jogador.
20 MINI-HÓQUEI
21 MINI-HÓQUEI
22 MINI-HÓQUEI
ASSOCIAÇÃO DE PATINAGEM DE COIMBRA. Mini-HP. Regulamento dos torneios de Mini-HP (1º Torneio Regional do Centro) Época 2015/2016
ASSOCIAÇÃO DE PATINAGEM DE COIMBRA Mini-HP Regulamento dos torneios de Mini-HP (1º Torneio Regional do Centro) Época 2015/2016 Novembro 2015 AS REGRAS BÁSICAS PARA JOGAR O MINI-HP 1.1. PISTA E NÚMERO DE
CONVÍVIO DE MINI-HÓQUEI EM PATINS REGULAMENTO. Setembro 2016 DTN Luis Sénica
CONVÍVIO DE MINI-HÓQUEI EM PATINS REGULAMENTO Setembro 2016 DTN Luis Sénica 1. INTRODUÇÃO O principal objetivo do Mini HP é permitir a crianças de ambos os sexos a sua primeira experiência no Hóquei em
MINI - HP. Projecto. Abril 2015 DTN Luis Sénica
MINI - HP Projecto Abril 2015 DTN Luis Sénica 1. INTRODUÇÃO O principal objectivo do Mini HP é permitir a crianças de ambos os sexos a sua primeira experiência no Hóquei em Patins. Essencialmente é uma
REGULAMENTO MINI HP APA 2017/2018
REGULAMENTO MINI HP APA 2017/2018 Tel: 256674850 E-mail: [email protected] 1 1. INTRODUÇÃO O principal objectivo do Mini HP é permitir a crianças de ambos os sexos a sua primeira experiência no Hóquei
DOCUMENTO ORIENTADOR MINI HP
DOCUMENTO ORIENTADOR MINI HP APRENDER A JOGAR ATRAVÉS DO MINI-HP ÍNDICE MINI HÓQUEI 1. INTRODUÇÃO... 3 2. FILOSOFIA... 4 3. OBJETIVOS... 4 4. AS VANTAGENS DO MINI-HP... 4 4.1. BENEFÍCIOS:... 5 4.2. ORGANIZAÇÃO
MUNICÍPIOS DA REGIÃO DE SETÚBAL, ASSOCIAÇÕES e ESCOLAS JOGOS DO FUTURO DA REGIÃO DE SETÚBAL 2016 FUTSAL FEMININO REGULAMENTO
JOGOS DO FUTURO DA REGIÃO DE SETÚBAL 2016 FUTSAL FEMININO REGULAMENTO 1. Organização A organização da competição de Futsal Feminino nos Jogos do Futuro da Região de Setúbal 2016 é da responsabilidade da.
FUTSAL Aprenda a Ensinar
Claiton Frazzon Costa FUTSAL Aprenda a Ensinar 2 a Edição Visual Books Sumário Prefácio 15 Depoimentos 17 Introdução 23 Capítulo 1 - O Professor Educador 25 Relação Professor - Aluno...26 Ações e Atitudes
Nota : O Tempo de jogo pode ser reduzido em todos os escalões sempre que o nº de jogos for elevado em relação ao nº de dia de competição
REGULAMENTO TÉCNICO-PEDAGÓGICO / BAMBIS (MINI ANDEBOL) 1. O escalão de Bambis é constituído por jogadores nascidos em 1996, 1997 e 1998; 2. Neste escalão, a competição decorre num contexto específico os
ÍNDICE GIRA VOLEI REGRAS DE JOGO CAPÍTULO I FUNDAMENTOS E REGRAS DO JOGO. REGRA 1 Terreno de jogo (figs. 1 e 2) 1.1 Superfície de jogo. 1.
ÍNDICE CAPÍTULO I FUNDAMENTOS E REGRAS DO JOGO REGRA 1 Terreno de jogo (figs. 1 e 2) 1.1 Superfície de jogo 1.2 Linhas 1.3 Zona de serviço REGRA 2 Rede e postes 2.1 Altura da rede 2.2 Postes REGRA 3 Equipas
DOCUMENTO ORIENTADOR DO TORNEIO DE ENCERRAMENTO DE CADETES
Torneio de Encerramento de Cadetes DOCUMENTO ORIENTADOR DO TORNEIO DE ENCERRAMENTO DE CADETES 1. Data de Realizacão 22 de Maio (Domingo). 2. Local Piscina do Complexo Desportivo Cidade de Almada. 3. Participantes
Treinamento Físico e Técnico para Futebol
Método ANALÍTICO O método analítico onsiste em ensinar destrezas motoras por partes para, posteriormente, uni-las. Desvantagens do método Analítico Treinamento Físico e Técnico para Futebol Como característica
REGULAMENTO ESPECÍFICO DE FUTEBOL DE 7
REGULAMENTO ESPECÍFICO DE FUTEBOL DE 7 Índice 1. Introdução 3 2. Escalões Etários/Bola de Jogo/Duração de Jogo 3 3. Constituição da Equipa 4 4. Classificação/Pontuação 4 5. Arbitragem 6 6. Mesa de Secretariado
REGULAMENTO ESPECÍFICO DE BASQUETEBOL
REGULAMENTO ESPECÍFICO DE BASQUETEBOL 2009-2013 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO...3 2. ESCALÕES ETÁRIOS/ BOLA DE JOGO/DURAÇÃO DE JOGO...4 3. CONSTITUIÇÃO DA EQUIPA...5 4. ARBITRAGEM...6 5. CLASSIFICAÇÃO/ PONTUAÇÃO/DESEMPATE...7
Ano Lectivo 2009 / 2010. Projecto Nestum Rugby nas Escolas Introdução ao Tag-Rugby e ao Bitoque
Ano Lectivo 2009 / 2010 Projecto Nestum Rugby nas Escolas Introdução ao Tag-Rugby e ao Bitoque Introdução O que é o TAG RUGBY? O Tag Rugby é usado como uma alternativa de ensino do rugby de XV nas escolas,
INFANTIS M/F ANOS NASCIMENTO: 98 (12
SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA ÍNDICE DIRECÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO 2º e 3º Ciclo (Infantis) 1 Capítulo I O Jogo.. 2 GABINETE COORDENADOR DO DESPORTO ESCOLAR 2 Capítulo II Instalações e Material.
LDGDM- LIGA DESPORTIVA DE GONDOMAR
CAMPEONATO DE GONDOMAR Pré-escolas Futebol de 5 Futebol de 3 1. Condições de participação a) Podem participar neste Campeonato as colectividades sediadas em Gondomar, e inscritas no Cadastro Municipal
Leis do Jogo do IRB (Lei 3) Número de jogadores de uma equipa e as substituições permitidas
Leis do Jogo do IRB (Lei 3) Número de jogadores de uma equipa e as substituições permitidas 3.3. Equipa com Menos de Quinze Jogadores Uma Federação pode autorizar a realização de jogos com menos de quinze
Mário Pedro Lisboa, 10 de Outubro de 1998
Mário Pedro Lisboa, 10 de Outubro de 1998 O Atletismo jogado O tipo de trabalho proposto destina-se a crianças dos 9 aos 11 anos de ambos os sexos, as sessões de trabalho tem a duração aproximada de 2h
GABINETE COORDENADOR DO DESPORTO ESCOLAR REGULAMENTO ESPECÍFICO FUTSAL
GABINETE COORDENADOR DO DESPORTO ESCOLAR REGULAMENTO ESPECÍFICO FUTSAL 2002/2003 ÍNDICE INTRODUÇÃO...2 1. CONSTITUIÇÃO / IDENTIFICAÇÃO DAS EQUIPAS..3 2. DURAÇÃO DOS JOGOS...4 3. A BOLA...6 4. CLASSIFICAÇÃO
MUNICÍPIOS DA REGIÃO DE SETÚBAL, ASSOCIAÇÕES e ESCOLAS JOGOS DO FUTURO DA REGIÃO DE SETÚBAL 2016 REGULAMENTO
JOGOS DO FUTURO DA REGIÃO DE SETÚBAL 2016 FUTEBOL DE 11 E DE 7 REGULAMENTO 1. Organização A organização das competições de Futebol de 11 e de 7 nos Jogos do Futuro da Região de Setúbal 2016 são da responsabilidade
Unidades de Formação e Cargas Horárias Xadrez - Grau I. Total 40,0 UNIDADES DE FORMAÇÃO 1. HISTÓRIA DO XADREZ 1,5 2. REGRAS DO JOGO DE COMPETIÇÃO 1,5
Unidades de Formação e Cargas Horárias Xadrez - Grau I UNIDADES DE FORMAÇÃO HORAS 1. HISTÓRIA DO XADREZ 1,5 2. REGRAS DO JOGO DE COMPETIÇÃO 1,5 3. TÉCNICAS DE XEQUE-MATE 4,5 4. FINAIS ESSENCIAIS 7,5 5.
O uso de jogos didáticos como instrumento motivador para o ensino de química: o jogo Banco Atômico Químico Ana Beatriz Francelino Jota Universidade
O uso de jogos didáticos como instrumento motivador para o ensino de química: o jogo Banco Atômico Químico Ana Beatriz Francelino Jota Universidade Federal do Rio Grande do Norte Programa Institucional
REGULAMENTO ESPECÍFICO DE BASQUETEBOL
REGULAMENTO ESPECÍFICO DE BASQUETEBOL 2007-2008 e 2008-2009 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. ESCALÕES ETÁRIOS/ BOLA DE JOGO... 4 3. CONSTITUIÇÃO DA EQUIPA... 4 4.ARBITRAGEM... 5 5. DURAÇÃO DO JOGO... 6 6.
RESUMO DAS REGRAS DO BASQUETE. Regulamento (FIBA)
RESUMO DAS REGRAS DO BASQUETE Regulamento (FIBA) Equipe Ter no mínimo 8 jogadores aptos a jogar (5 em quadra e 3 no banco.) e no máximo 12 jogadores aptos a jogar. Deve ter um técnico, e se o time preferir
Liga CDLPC- Basquetebol - 5.º /6.º Anos
Informações Gerais Os torneios disputar-se-ão em sistema de campeonato, ao longo do ano letivo. De acordo com o número de equipas participantes, poderá haver uma fase final em sistema de playoffs. A data
TORNEIO DE FUTSAL REGULAMENTO
TORNEIO DE FUTSAL REGULAMENTO Benfeita 2013 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 1.1. Organização... 3 1.2. Objectivos... 3 2. PARTICIPAÇÃO... 3 2.1. Equipas convidadas... 3 2.2. Participantes... 3 2.3. Inscrições...
Documentos de Apoio - Disciplina de Educação Física 2010-11 ANDEBOL. Caracterização
ANDEBOL Caracterização O Andebol é um jogo desportivo colectivo, disputado entre duas equipas de sete jogadores efectivos (6 jogadores de campo e um guarda-redes) e cinco suplentes e jogado num campo rectangular.
Regulamento Torneio Futebol Total 2016 (Futebol 7)
Regulamento Torneio Futebol Total 2016 (Futebol 7) 1. REGRAS O Torneio Futebol Total (Futebol 7) será jogado de acordo com as regras em vigor para a época de 2015/2016, na Federação Portuguesa de Futebol.
REGULAMENTO ESPECÍFICO DE VOLEIBOL
REGULAMENTO ESPECÍFICO DE VOLEIBOL 2009-2013 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. ESCALÕES ETÁRIOS, DIMENSÕES DO CAMPO E ALTURA DA REDE... 4 3. CONSTITUIÇÃO DAS EQUIPAS... 4 4. REGULAMENTOS... 4 4.1. INFANTIS
GABINETE COORDENADOR DO DESPORTO ESCOLAR REGULAMENTO ESPECÍFICO DE BASQUETEBOL
GABINETE COORDENADOR DO DESPORTO ESCOLAR REGULAMENTO ESPECÍFICO DE BASQUETEBOL 2001-2002 ÍNDICE INTRODUÇÃO... 3 1. ESCALÕES ETÁRIOS/BOLA DE JOGO... 4 2. CONSTITUIÇÃO DA EQUIPA... 4 3. DURAÇÃO DO JOGO...
4º CAMPEONATO MUNICIPAL DE MATRAQUILHOS REGRAS DE JOGO
4º CAMPEONATO MUNICIPAL DE MATRAQUILHOS REGRAS DE JOGO 1. O Jogo Os jogos serão disputados de acordo com as seguintes normas: 1.1 Vence um Jogo quem ganhar à melhor de três partidas; 1.2 Vence uma partida
Educação Física. Código: 28. Agrupamento de Escolas de Abação. Escola EB 2,3 Abação. Informação n.º 1. Data: 12/05/2014
Agrupamento de Escolas de Abação Escola EB 2,3 Abação Informação n.º 1 Data: 12/05/14 Prova de Equivalência à Frequência de Educação Física Código: 28 2.º Ciclo do Ensino Básico Decreto-Lei n.º 139/12,
INTRODUÇÃO PROTOCOLO DE JOGO
INTRODUÇÃO De modo a que sejam uniformizados os procedimentos, os árbitros devem aplicar este modelo de protocolo de antes, durante e no fim de todos os s a realizar em Portugal, tendo em atenção que os
REGULAMENTO FMUC LEAGUE ÍNDICE INTRODUÇÃO. O jogo será regulamentado pelas regras oficiais do Futsal, da responsabilidade da
REGULAMENTO FMUC LEAGUE ÍNDICE INTRODUÇÃO 1. CONSTITUIÇÃO/ IDENTIFICAÇÃO DAS EQUIPAS 2. DURAÇÃO DOS JOGOS 3. CLASSIFICAÇÃO/ PONTUAÇÃO 4. ARBITRAGEM/ REGRAS 5. CASOS OMISSOS ANEXO INTRODUÇÃO O jogo será
Serão disputadas as seguintes modalidades esportivas em formato de INTERCLASSES:
O Departamento de Educação Física e Esportes convida os amigos dos alunos do 6º ao 9º Ano do Ensino Fundamental II e Ensino Médio, a participarem da III Copa Interclasses ENIAC 2015. Esta copa será realizada
FUTEBOL. Como se define? Acção individual ofensiva de relação entre dois jogadores da mesma equipa, que permite a troca de bola entre eles.
FUTEBOL Gesto Técnico: Passe com o pé Acção individual ofensiva de relação entre dois jogadores da mesma equipa, que permite a troca de bola entre eles. Utiliza-se quando existe um colega desmarcado, em
ENSINO DA PATINAGEM. Formação Continua Desporto Escolar
ENSINO DA PATINAGEM Formação Continua Desporto Escolar INICIAÇÃO AO HÓQUEI EM PATINS Luís Sénica [email protected] Nuno Ferrão [email protected] TÉCNICA / TÁCTICA INDIVIDUAL Patinagem Hoquista - Patinagem
Direção de Serviços do Desporto Escolar. Regulamento Específico Andebol
Direção de Serviços do Desporto Escolar Regulamento Específico Andebol Ano Lectivo 2012-2013 Índice Introdução... 3 1 - Infantis Masculinos e Femininos (Andebol de 5)... 3 2 - Iniciados Masculinos e Femininos...
1º TORNEIO PATRICIUS GRANDE ESCOLHA 2013
1º TORNEIO PATRICIUS GRANDE ESCOLHA 2013 - ARTIGO 1 O Torneio PATRICIUS realiza-se no Parque da Cidade, Porto. - ARTIGO 2 Estrutura 1ª Fase: Um Grupo de oito (8) equipas, tipo campeonato, a uma volta.
PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 142/2011 de 11 de Novembro de 2011
PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Resolução do Conselho do Governo n.º 142/2011 de 11 de Novembro de 2011 A promoção da acessibilidade constitui um direito consagrado constitucionalmente, uma vez que é condição
Projeto de Lecionação da Expressão e Educação Físico Motora no 1º Ciclo do Ensino Básico
Universidade Técnica de Lisboa - Faculdade de Motricidade Humana Mestrado em Ensino da Educação Física nos Ensinos Básico e Secundário Núcleo de Estágio de Educação Física Agrupamento de Escolas de Alfornelos
3x3 Regras do Jogo Olivais Street Basket
3x3 Regras do Jogo Olivais Street Basket As Regras Oficiais de Basquetebol da FIBA do jogo são válidas para todas as situações de jogo não especificamente mencionadas nas Regras do Jogo 3x3 aqui contidas.
0. Objectivo. 1. Erros no remate. 1.1. Ângulo de erro
0. Objectivo Vamos ver como algumas situações nos jogos de futebol podem ser estudadas de um ponto de vista matemático. Para isso, vamos considerar um modelo muito simplificado do que acontece realmente
INTRODUÇÃO. Em todas as situações omissas, a FGP é soberana.
Regulamento de Competições de Ginástica Rítmica 2008 INTRODUÇÃO O presente documento vem substituir o anterior documento de 1999/2004 e regulamenta os princípios orientadores de participação de todos os
REGULAMENTO ESPECÍFICO
REGULAMENTO ESPECÍFICO XII TORNEIO CONCELHIO DE FUTSAL VILA NOVA DE FOZ CÔA MUNICÍPIO DE VILA NOVA DE FOZ CÔA 2016 REGULAMENTO ESPECÍFICO DO FUTSAL 2016 O PRESENTE REGULAMENTO ESPECÍFICO DO FUTSAL APLICA-SE
Modelo de análise de futebol Versão 1
Equipa: Teóricos Futebol Clube Data 13/04/2014 Competição Amigável Resultado Final 2-0 Ritmo de jogo Aqui, através de um gráfico dividido em duas partes, acompanhamos o ritmo de jogo durante a partida.
REGULAMENTO ESPECÍFICO DE VOLEIBOL XIRA 2016
REGULAMENTO ESPECÍFICO DE VOLEIBOL XIRA 2016 ÍNDICE INTRODUÇÃO... 3 REGULAMENTO DO VOLEIBOL DE PAVILHÃO... 4 2. INSCRIÇÕES... 4 3. ESCALÕES ETÁRIOS / TEMPO DE JOGO... 4 4. CONSTITUIÇÃO / IDENTIFICAÇÃO
Metodologias de alinhamento PETI. Prof. Marlon Marcon
Metodologias de alinhamento PETI Prof. Marlon Marcon Introdução O Alinhamento Estratégico tem por objetivo: alinhar os recursos organizacionais com as ameaças e as oportunidades do ambiente; Obter melhoria
Regulamento Específico de Atletismo
Regulamento Específico de Atletismo ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. ESCALÕES ETÁRIOS... 4 3. DISCIPLINAS... 4 4. PARTICIPAÇÃO / INSCRIÇÃO... 4 5. CONSTITUIÇÃO DA EQUIPA DE AJUIZAMENTO... 5 6. REGULAMENTO
GABINETE COORDENADOR DO DESPORTO ESCOLAR REGULAMENTO ESPECÍFICO DE BADMINTON
GABINETE COORDENADOR DO DESPORTO ESCOLAR REGULAMENTO ESPECÍFICO DE BADMINTON 00-00 ÍNDICE INTRODUÇÃO.... ESCALÕES ETÁRIOS.... QUADROS COMPETITIVOS..... Modelos-Fases de Competição..... INFANTIS... 5..
REGULAMENTO DO 13.º TORNEIO DE FUTSAL INTER-FREGUESIAS DO CONCELHO DE FERREIRA DO ZÊZERE TORNEIO PAULO CRUZ
REGULAMENTO DO 13.º TORNEIO DE FUTSAL INTER-FREGUESIAS DO CONCELHO DE FERREIRA DO ZÊZERE TORNEIO PAULO CRUZ 1. INTRODUÇÃO O 13.º Torneio de Futsal Inter-Freguesias do concelho de Ferreira do Zêzere Torneio
REGULAMENTO INTERNO VOLEIBOL ATC
REGULAMENTO INTERNO VOLEIBOL ATC DAS FINALIDADES I- O presente regulamento disciplina todas as atividades desenvolvidas pelo Departamento de Vôlei do clube. DA COMPOSIÇÃO II- O Clube disponibiliza equipes
A FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL. Silvia Helena Vieira Cruz
A FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Silvia Helena Vieira Cruz INTRODUÇÃO Os ganhos decorrentes das experiências vividas pelas crianças em creches e pré-escolas dependem diretamente
CURSO DE APERFEIÇOAMENTO, ACTUALIZAÇÃO E AVALIAÇÃO ÁRBITROS DE 2.ª CATEGORIA Futebol de 11 TESTE ESCRITO PERGUNTAS
FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE FUTEBOL CONSELHO DE ARBITRAGEM CURSO DE APERFEIÇOAMENTO, ACTUALIZAÇÃO E AVALIAÇÃO ÁRBITROS DE 2.ª CATEGORIA Futebol de 11 Lisboa, 30 de Julho de 2006 ÉPOCA 2006/2007 TESTE ESCRITO
OS FATORES QUE INFLUENCIAM O DESENVOLVIMENTO HUMANO
1 A PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO A psicologia do desenvolvimento estuda o desenvolvimento do ser humano em todos os seus aspectos: Físico-motor, intelectual, afetivo, emocional e social, ou seja, desde
A organização defensiva no modelo de jogo
Valter Donaciano Correia Tudo sobre Futebol, os métodos, os conceitos, os princípios, os processos e a teoria tática A organização defensiva no modelo de jogo www. teoriadofutebol.com; [email protected]
REGULAMENTO TÉCNICO-PEDAGÓGICO REGULAMENTO ESPECÍFICO PARA OS ESCALÕES DE SUB-14 E DE SUB-16
REGULAMENTO TÉCNICO-PEDAGÓGICO REGULAMENTO ESPECÍFICO PARA OS ESCALÕES DE SUB-14 E DE SUB-16 O Regulamento a ser aplicado em todas as provas dos escalões de Sub-14 e de Sub-16, Masculinos e Femininos,
Escola Básica 1,2,3/JI de Angra do Heroísmo. Critérios de Avaliação em Língua Estrangeira. (1º ciclo)
Escola Básica 1,2,3/JI de Angra do Heroísmo Critérios de Avaliação em Língua Estrangeira (1º ciclo) Departamento de Línguas Estrangeiras Ano Letivo 2015/2016 1 Considerações Gerais 1. Pretende-se que a
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Ano letivo 2015-2016
INTRODUÇÃO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÃO LOURENÇO VALONGO CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Ano letivo 2015-2016 Sendo a avaliação um «processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar e certificador
REGULAMENTO ESPECÍFICO
REGULAMENTO ESPECÍFICO DAS MODALIDADES ESPORTIVAS INTERCLASSES E INTERESCOLAS REGULAMENTO ESPECÍFICO Segue o Regulamento com os ajustes realizados e informado previamente. Lembrando que todas as crianças
TESTES DE HABILIDADES TÉCNICAS: THT
TESTES DE HABILIDADES TÉCNICAS: THT OBJETIVO Analisar o nível de habilidade técnica de crianças escolares nas faixas etárias de 06 a 14 anos de idade; através dos procedimentos de avaliação específicos
TAG-RUGBY REGULAMENTO DOS TORNEIOS. 1. Organização dos Torneios 2. Leis de Jogo 3. Arbitragem 4. Deveres e Tarefas das Escolas 5.
TAG-RUGBY REGULAMENTO DOS TORNEIOS 1. Organização dos Torneios 2. Leis de Jogo 3. Arbitragem 4. Deveres e Tarefas das Escolas 5. Anexos ÍNDICE 1. Organização dos Torneios 3 1.1 Fases dos Torneios 3 1.2
Regras Oficiais de Basquetebol 2004
Fédération Internationale de Basketball International Basketball Federation Regras Oficiais de Basquetebol 2004 Manual de Arbitragem Aprovado pelo Central Board da FIBA Paris, 12 de Junho de 2004 Válido
Cascais com Rugby Projeto para escolas do 1ºCiclo Ano Letivo 2013/2014. Projeto Cascais com Rugby, nas escolas do 1º Ciclo
Cascais com Rugby Projeto para escolas do 1ºCiclo Ano Letivo 2013/2014 Introdução A Federação Portuguesa de Rugby (FPR) acordou com o Gabinete Coordenador do Desporto Escolar dar inicio ao Programa Nestum,
As aulas teóricas serão realizadas no Auditório da Sede da AFVR e as práticas em campos a definir.
Organização O Curso de Treinadores de Futebol UEFA C / Raízes (Grau I) é organizado pela Associação de Futebol de Vila Real (AFVR), nos termos das Normas de Licenciamento de Cursos de Treinadores da Federação
Regulamento do II Torneio de Futebol de Sete Inter-Freguesias, concelho de Caminha
ÍNDICE I. INTRODUÇÃO--------------------------------------------------------------3 II. ORGANIZAÇÃO------------------------------------------------------------4 III. REGULAMENTO GERAL------------------------------------------------4
CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VERGÍLIO FERREIRA
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VERGÍLIO FERREIRA CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DOS ALUNOS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VERGÍLIO FERREIRA Este documento contempla as linhas gerais de orientação, para uniformização
CRAS Centro de Referência de Assistência Social. Coordenadores, Assistentes Sociais, Técnicos. (Organização)
2 ANÁLISE AMBIENTAL 2.1 A organização, Centro Referência e Assistência Social (CRAS) senvolveu um plano ação, o qual tem como base três serviços que são fundamentais para a existência da instituição; Serviço
Regulamento Específico. Handebol
Regulamento Específico Handebol 2015 Art. 1º - A competição de handebol dos Jogos Escolares de Minas Gerais JEMG/2015 obedecerá às Regras Oficiais da Federação Internacional de Handebol - IHF adotadas
ALLISON CAMILA GILSON Bolsistas PIBID/UFPR/CAPES Educação Física 2014
ALLISON CAMILA GILSON Bolsistas PIBID/UFPR/CAPES Educação Física 2014 Em Dezembro de 1891, o professor de educação física canadense James Naismith, do Springfield College (então denominada Associação
Programa de Matemática 2º ano
Programa de Matemática 2º ano Introdução: A Matemática é uma das ciências mais antigas e é igualmente das mais antigas disciplinas escolares, tendo sempre ocupado, ao longo dos tempos, um lugar de relevo
EDUCAÇÃO FÍSICA 3 ANO
EDUCAÇÃO FÍSICA 3 ANO PROF. KIM RAONE PROF. MARCUS MELO ENSINO MÉDIO CONTEÚDOS E HABILIDADES Unidade IV Esportes coletivos 2 CONTEÚDOS E HABILIDADES Aula 11.2 Conteúdo Fundamentos do basquetebol 3 CONTEÚDOS
ANO LETIVO 2012/2013 AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS DO PRÉ-ESCOLAR
ANO LETIVO 2012/2013 AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS DO PRÉ-ESCOLAR 1º PERÍODO Lamego, 14 de janeiro de 2013 INTRODUÇÃO Para uma eficaz monitorização das competências esperadas para cada criança, no final
REGULAMENTO ESPORTIVO FUTSAL 2014 REGIÕES
Capítulo 1 DA FINALIDADE Art. 1º O FESTIVAL ARCO DE FUTSAL 2014 MODALIDADE FUTSAL, tem como finalidade principal, promover a integração das equipes de associados da ARCO/SPM em atividades esportivas e
FEDERAÇÃO DE GINÁSTICA DE SANTA CATARINA
1 GENERALIDADES TORNEIO ESTADUAL DE GINÁSTICA RÍTMICA REGULAMENTO TÉCNICO 2015 1.1 É aberta a participação no Torneio Estadual de Ginástica Rítmica a qualquer entidade filiada ou não à FGSC. 1.2 As inscrições
EDUCAÇÃO FÍSICA 2016
INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA EDUCAÇÃO FÍSICA 2016 Prova 311 Ensino Secundário I - OBJETO DE AVALIAÇÃO A prova tem por referência o Programa do ensino secundário da disciplina de Educação
REGULAMENTO OFICIAL EVENTO JOGOS DE VERÃO ARCO/SPM 2016 CATEGORIA FUTEBOL DE AREIA
REGULAMENTO OFICIAL EVENTO JOGOS DE VERÃO ARCO/SPM 2016 CATEGORIA FUTEBOL DE AREIA 01 DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1.1. Os Jogos de Verão 2016 é uma iniciativa da ARCO/SPM, que tem como objetivo o incentivo
O ABC do Futebol. Aprender a jogar Futebol a brincar PROJECTO DE INICIAÇÃO AOS FUNDAMENTOS DAS HABILIDADES MOTORAS GERAIS
ASSOCIAÇÃODEFUTEBOLDELEIRIA OABCdoFutebol AprenderajogarFutebolabrincar PROJECTODEINICIAÇÃOAOSFUNDAMENTOSDASHABILIDADESMOTORASGERAIS EDOJOGAREMCRIANÇASCOM4E5ANOS GABINETETÉCNICO2016 O ABC do Futebol Aprender
Instituto Federal do Maranhão IFMA Campus imperatriz
Instituto Federal do Maranhão IFMA Campus imperatriz Imperatriz 2015 EDITAL DE REGULAMENTAÇÂO Art. 1 - O primeiro torneio de futsal do CAIEEE será regido pelas regras presentes neste edital. I DAS FINALIDADES
Salientamos que o texto tem a anuência do Diretor de Arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol de Salão CBFS. ALTERAÇÕES
Caro Oficiais de Arbitragem, Dirigentes, Técnicos, Atletas e torcedores, a Federação Paranaense de Futebol de Salão através da Escola de Árbitros, elaborou este documento que tem como objetivo informar
A cultura de uma escola fornece as disposições organizacionais que a mantêm unida e lhe dão poder como entidade social.
As escolas são sistemas sociais, ou seja, não são simplesmente locais onde os indivíduos agem de maneira liberta e desligada, mas pelo contrário agem de modos interdependentes e previsíveis. As escolas,
REGULAMENTO DO I TORNEIO DE SUECA TERRAFLOR
REGULAMENTO DO I TORNEIO DE SUECA TERRAFLOR 1º Estrutura 1. O presente Regulamento estrutura o I Torneio de Sueca TERRAFLOR, organizado pelo grupo de técnicos de Educação Física do Município de Vila. 2.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE MATEMÁTICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENSINO DE MATEMÁTICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE MATEMÁTICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENSINO DE MATEMÁTICA Uma proposta de Ensino de Probabilidade no Ensino Médio PRODUTO DA DISSERTAÇÃO SEQUÊNCIA
Introdução. Em todas as situações omissas, a FGP é soberana.
Calendário de Competições de Ginástica Rítmica 2008/2009 Introdução O presente documento regulamenta os princípios orientadores de participação de todos os intervenientes (Associações e Clubes) nas Competições
A f e r i ç ã o da Qu a l i d a d e de Se r v i ç o
Redes Móveis GSM A f e r i ç ã o da Qu a l i d a d e de Se r v i ç o SMS Serviço de Mensagens Curtas Maio/Junho de 2005 DFI2 Índice I Sumário Executivo...3 I.I Enquadramento Geral...3 I.II Principais Conclusões...5
Boas situações de Aprendizagens. Atividades. Livro Didático. Currículo oficial de São Paulo
Atividades Boas situações de Aprendizagens Livro Didático Currículo oficial de São Paulo LÓGICA NUMA CONCEPÇÃO QUE SE APOIA EXCLUSIVAMENTE EM CONTEÚDOS E ATIVIDADES Enfoque fragmentado, centrado na transmissão
REGULAMENTO Campeonato Nacional da III divisão de Futsal
REGULAMENTO Campeonato Nacional da III divisão de Futsal 1 CAPÍTULO I 5520. ORGANIZAÇÃO TÉCNICA 5520.1 - O CAMPEONATO NACIONAL DA III DIVISÃO É DISPUTADO POR SESSENTA E SEIS CLUBES, CINQUENTA E SEIS CLUBES
ATIVIDADES FÍSICAS PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: sugestões
Texto de apoio ao Curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira ATIVIDADES FÍSICAS PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: sugestões Características do Desenvolvimento do Deficiente
Entrevista a Diogo Carvalho
Entrevista a Diogo Carvalho Campeão Nacional de Ténis de Mesa de Juniores: Individual, pares simples e mistos 2009/2010 1. Com que idade começaste a treinar ténis de mesa? R: Comecei a treinar ténis de
Escola Básica 2,3 Pêro de Alenquer Ano letivo 2015/16 Disciplina: Educação Física, prova escrita e prática Ano de escolaridade: 9º ano
Informação DA PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA º Ciclo do Ensino Básico Escola Básica, Pêro de Alenquer Ano letivo 0/6 Código:6 Disciplina: Educação Física, prova escrita e prática Ano de escolaridade:
