EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS
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- Renato Valente Fonseca
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1 EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS A universalização da inclusão digital, através do desenvolvimento de uma Política Pública de Inclusão Digital, que contemple a criação de um Sistema Municipal de Inclusão Digital, composto por um Conselho Municipal de Inclusão Digital, Conselhos Gestores dos Telecentros e da implementação de Telecentros, objetiva à disseminação de informações e intercâmbio de experiências, o apoio à constituição de parcerias entre as instituições participantes e os governos municipal, estadual e federal para a realização de iniciativas comuns na área e implantação e manutenção de um banco de dados com informações e documentação sobre projetos e atividades na área de inclusão digital. A utilização de programas não proprietários e a implementação de Telecentros são parte de um projeto de combate à exclusão social, que tem como objetivo reduzir os índices de exclusão digital, possibilitar o acesso ao conhecimento e à educação às comunidades excluídas; capacitar os usuários para o mercado de trabalho; viabilizar o acesso da população aos serviços públicos oferecidos via Internet. Neste sentido, os Telecentros devem constituir-se em ambientes informatizados, que possuam computadores conectados à Internet, impressora e SCANNER, propiciando aos usuários, a participação em oficinas de informática básica, navegação gratuita na Web, realização de pesquisas, participação em salas de batepapo, digitação e impressão de documentos, envio e recebimento de s entre outras possibilidades. Para Manuel Castells, autor da obra A era da Informação, considerada a bíblia para a compreensão das transformações sociais recentes, sobre a nova sociedade tecnológica: Um excluído digital tem três grandes formas de ser excluído. Primeiro, não tem acesso à rede de computadores. Segundo, tem acesso ao sistema de comunicação, mas com uma capacidade técnica muito baixa. Terceiro, (para mim é a mais importante forma de ser excluído e da que menos se fala) é estar conectado à rede e não saber qual o acesso usar, qual a informação buscar, como combinar uma informação com outra e como utilizar para a vida. Esta é a mais grave porque amplia, aprofunda a exclusão mais séria de toda a História; é a exclusão da educação e da cultura porque o mundo digital se incrementa extraordinariamente. Os Telecentros são fundamentais no conjunto do mundo, por oferecerem a possibilidade de acesso à internet a uma grande parte da população, pois é totalmente irrealista pensar que essa população terá internet em sua casa ou na escola; sobretudo os Telecentros com banda larga, pois o problema hoje em dia não é apenas ter acesso à internet, mas ter acesso com suficiente capacidade.
2 -2- O que me parece fundamental é que os Telecentros estão implantando o software livre. A maior demonstração de que o software livre pode servir para que as pessoas dos setores mais populares tenham acesso não só à tecnologia, mas ao mundo da comunicação, ao mundo da informação, pode ser conseguida com seu baixo custo e aumento de sua qualidade. Ainda, Paulo Freire, afirma em seu livro Pedagogia do Oprimido que: Só existe saber na invenção, na reinvenção, na busca inquieta, impaciente, permanente, que os homens fazem do mundo, com o mundo e com os outros. Busca esperançosa também. Portanto, torna-se indispensável que o ser humano, segundo Paulo Freire, esteja sempre presente no seu contexto atual de vida e que hoje caracteriza-se pela necessidade da inclusão digital, pois, senão, estará excluído e impossibilitado de interagir com outros, ficará alienado, sua construção de conhecimento será deficiente. A inclusão digital é uma busca esperançosa. A luta contra a exclusão digital não substitui as medidas necessárias para enfrentar a pobreza e a desigualdade, mas certamente passou a ser uma das dimensões do combate à desigualdade social. Os Telecentros contribuem para a revitalização, educação e emancipação das comunidades que atendem, fazendo com que este serviço público transforme suas realidades. Sala das Sessões, 17 de julho de VEREADOR CARLOS TODESCHINI /js
3 PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Institui o Sistema Municipal de Inclusão Digital, o Conselho Municipal de Inclusão Digital, órgão responsável pela definição das diretrizes gerais da política de inclusão digital no Município, e dá outras providências. Art. 1º Institui o Sistema Municipal de Inclusão Digital, no Município de Porto Alegre, para a implementação de políticas públicas de Inclusão Digital. Art. 2º Compõem o Sistema Municipal de Inclusão Digital: I. Conselho Municipal de Inclusão Digital; II. Conselhos Gestores dos Telecentros; III. Telecentros; IV. Conselho do Orçamento Participativo; V. Fórum Regional do Orçamento Participativo (FROP). Art. 3º O Sistema Municipal de Inclusão Digital orienta-se pelos seguintes princípios: I. inclusão digital como um novo direito social; II. reconhecimento da inclusão digital como um serviço público; III. democratização dos meios de acesso ao conhecimento; IV. preparação e qualificação da comunidade para o mercado de trabalho com ênfase para a juventude; V. incentivo ao convívio comunitário (local, regional, municipal e em geral); VI. liberdade de sugestões e críticas, com vistas ao aperfeiçoamento constante. Art. 4 Constituem finalidades do Sistema Municipal de Inclusão Digital: I. implementar espaços de pleno acesso ao mundo da informação; II. promover a inclusão digital da comunidade em geral; III. possibilitar o acesso ao mercado de trabalho para todos; IV. permitir o acesso aos serviços públicos informatizados; V. oferecer suporte às iniciativas de economia solidária; VI. promover a difusão cultural afirmando a diversidade;
4 -2- VII. promover o estabelecimento de redes de cooperação com diversos setores da sociedade civil organizada, como cooperativas, associações, empresas, ramos profissionais e outros setores organizados. Art. 5º Institui o Conselho Municipal de Inclusão Digital, órgão responsável pela definição das diretrizes gerais da política de Inclusão Digital no Município de Porto Alegre, de composição paritária do Executivo Municipal, Sociedade Civil, Conselho do Orçamento Participativo e Conselhos Gestores, que será constituído após a entrada em vigor desta Lei Complementar, em Conferência Municipal convocada para esta finalidade. Art. 6 Os Programas de Inclusão Digital serão desenvolvidos em parceria com o Conselho Municipal de Inclusão Digital e o Conselho do Orçamento Participativo, observando os seguintes critérios: I. disponibilidade prévia de um local adequado para abrigar o Telecentro; II. comunidade local organizada em entidade representativa, devidamente legalizada; III. existência de parceiros não locais já identificados com a Inclusão Digital. Art. 7 Os Telecentros deverão ser geridos por um Conselho Gestor, de representação paritária, garantida a representação do Executivo Municipal e do Fórum Regional do Orçamento Participativo (FROP). Art. 8º Para os fins desta Lei Complementar, denomina-se Telecentro o espaço público informatizado, com conexão à Internet, em banda larga, que ofereça à comunidade em geral acesso à rede mundial de computadores, proporcionando aos usuários cursos e oficinas diversas, execução de trabalhos escolares ou profissionais, pesquisas ou aprendizagem e desenvolvimento pessoal, devendo haver disponibilidade de equipamentos, utilitários e constante atualização dos programas. Parágrafo único. Cada Telecentro deverá promover atividades pedagógicas de formação digital previamente aprovadas pelo Conselho Municipal de Inclusão Digital. Art. 9º O Telecentro utilizará programas não proprietários. Art. 10. A guarda e conservação dos equipamentos e a atualização dos programas necessários ao funcionamento do Telecentro serão de responsabilidade do Conselho Gestor do Telecentro.
5 -3- Art. 11. O apoio logístico e a manutenção dos equipamentos do Telecentro serão de responsabilidade do Conselho Municipal de Inclusão Digital em parceria com o Executivo Municipal. Art. 12. As regras de conduta, utilização e funcionamento dos Telecentros serão estabelecidas pelo Conselho Municipal de Inclusão Digital em conjunto com os Conselhos Gestores dos Telecentros. Art. 13. A coordenação do Telecentro deverá afixar esta Lei Complementar em local de ampla visibilidade, devendo, ainda, providenciar a ampla divulgação desta norma junto à comunidade local. Art. 14. Telecentro. Os casos omissos serão dirimidos pelo Conselho Gestor do Art. 15. Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação.
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