LER O MUNDO COM CLARICE

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1 Revista Eletrônica da Faculdade Metodista Granbery - ISSN Curso de Pedagogia - N. 10, JAN/JUN 2011 LER O MUNDO COM CLARICE Juliana Gervason Defilippo 1 1. A TENTAÇÃO DA PALABRA PROPONDO UM PASSEIO PELO BOSQUE [...] verdadeiramente enciclopédica, a literatura faz girar os saberes, não fixa, não fetichiza nenhum deles; ela lhes dá um lugar indireto, e este indireto é precioso. Roland Barthes A metáfora da viagem para a leitura é tão recorrente quanto verdadeira, e, gostaria de, como novidade, utilizá-la, também, neste artigo. Porém seria uma apropriação muito simples, perto de escritores como Calvino, Certeau ou Eco, que tão bem recorreram a ela. Assim, resta-me ou a repetição desses autores ou a coragem de recorrer à novas metáforas. Fico com os dois, tecendo com velhas e novas linhas uma metáfora do processo da leitura mediado pelo professor incumbido de levar aos seus alunos o conto. Se a leitura, de acordo com Eco, é dar passeios pelo bosque da ficção, cabe ao professor ser o melhor dos guias, e é esta a proposta deste artigo. Não pretendo propor um manual ou um roteiro de leitura/viagem, mas alertar sobre a mais importante das responsabilidades de guia: não devemos caminhar por nossos alunos, mas lançá-los no bosque, mostrar-lhes os vários caminhos e assistir seus passos. E deixar, sempre, que escolham e caminhem sozinhos. E para isso, como bons guias que pretendemos ser, devemos conhecer todos os possíveis caminhos, todas as trilhas, todos os perigos e as belezas desse bosque, pois só dessa forma 1 Professora de Ensino Médio Colégio Metodista Granbery. Especialista em Estudos Literários UFJF. Mestre em Literatura Brasileira CES-JF. Doutoranda em Estudos Literários UFJF. [email protected]

2 seremos capazes de guiar os alunos, que procuram em nossa imagem o porto seguro, como também fazem os seus pais. Esses mesmos pais que depositam toda a confiança na escola enquanto espaço propício para o exercício e a valorização da leitura. Embora reconheça que a escola pode perder leitores em vez de conquistá-los, acredito que ainda é no âmbito do ensino que pode se dar o estímulo à leitura, até porque o ler pertence ao educar. Se por um lado os pais colocam na escola a responsabilidade de encaminhar seus filhos às letras, as crianças culpam-na do martírio da leitura, e aí nem mesmo um bem intencionado professor, de posse de volumes de Crepúsculo 2, é capaz de conquistar uma classe ao tentar fazer com que seus alunos sobrevivam às aulas de Literatura. O mais incrível nesse contexto escolar é que os alunos chegam a uma crença inabalável de que a leitura está intrínseca e obrigatoriamente fadada às aulas do colégio. E, nesse caso, de nada adianta tentar convencê-los de que essa prática é feita o tempo todo, até mesmo nas aulas de Matemática. A crença já está criada, e para nós, professorinhas dos livros, ficam a mea culpa e o eterno desafio. O fato é que, trabalhando também com adolescentes e adultos em cursinhos prévestibular, pude perceber a barreira que eles criaram com os livros, com as palavras. É como se o português falado por eles fosse uma língua totalmente diferente do português escrito, por isso encaram os livros e os textos como se estes estivessem escritos em um outro idioma. Como professora e amante da Literatura, não acredito em um manual de leitura que possa ser aplicado em qualquer texto e/ou com qualquer aluno. Acredito no bom leitor e acredito que só ele é capaz de ensinar a boa leitura. A única regra é esta: que o professor das letras seja um bom leitor, só assim ele será capaz de, aprendendo sempre, errando ou acertando, descobrir nos textos e nas palavras os melhores caminhos para seus alunos percorrerem. Dessa forma, a proposta deste artigo, longe de querer uma única leitura, e mais longe ainda de indicar regras de leitura, é mostrar possíveis caminhos num universo tão vasto como o do conto de Clarice Lispector, o bosque escolhido para este trabalho. 2 Fazendo referência à mais nova mania literária dos adolescentes e das crianças. 2

3 Por volta de 1945, a crítica literária brasileira já se questionava: Como ler Clarice? Não pretendo buscar essa resposta, muitos já o fizeram, durante muito tempo. O convite aqui é mais simples: Ler o mundo com Clarice. 3 3 Porém, se você professor-leitor, ainda não é um bom leitor dessa escritora, não tenha pressa. Afaste esse trabalho agora, e troque seu momento de leitura por alguns livros dessa grande escritora. Pois é impossível levá-la aos alunos sem que você mesmo tenha caminhado, sozinho, por seus contos, seus livros, enfim, seu universo literário. Só depois deste, necessário, primeiro contato, é que você professor, agora já um bom leitor de Clarice, poderá ser também, um bom guia de/para/na sua obra. 3

4 2. QUE FAZER DE UMA MENINA RUIVA COM SOLUÇO? OU TRABALHANDO O CONTO TENTAÇÃO O que te escrevo continua e estou enfeitiçada. Clarice Lispector Publicado em Felicidade Clandestina, o conto escolhido 4 traduz, com uma simplicidade complexa, típica da escritora, a temática da exclusão. Apesar de todas as tintas de cabelo, que muito têm tentando copiar o vermelho nos fios femininos, nascer ruiva é, ainda, uma maldição. De porte dessa maldição, temos a personagem que, como se não bastasse a claridade das duas horas, era ruiva. Mas é isso o que está exposto nesse pequeno conto: caminhar com os alunos pelas trilhas, pela metáfora do ser ruiva, representando a exclusão, pode ser a primeira opção do professor. E essa metáfora apresenta-se apenas como um ponto de partida; numa cultura repleta de preconceitos o professor poderá, através dessa metáfora, questionar seus alunos: Também nós precisamos de uma bolsa velha de senhora para nos proteger? Também nós nos sentimos desprotegidos como a personagem do conto? Quantas vezes procuramos nossa outra metade no mundo? Quantas vezes nos sentamos sozinhos para soluçar? Partindo deste corpus literário é possível então convidar o aluno a ser outro. Ao questioná-lo sobre a menina ruiva, estamos, consequentemente, incitando-o a ver o outro, e, para ver o outro, como já disse Clarice, precisamos ser o outro. Assim como o basset e a garota são o outro, nós também podemos convidar os nossos alunos a serem outros sujeitos, dentro e fora do conto. Clarice tematiza em toda a sua obra muitas das formas que o eu e o outro (inferior e excluído) tem tomado em nossa sociedade. Aqui temos, como se não bastasse a mulher, a ruiva, que através da alteridade (o ser e ver o cachorro) reconstrói, mesmo que momentaneamente, sua identidade. 4 Está na íntegra em anexo. 4

5 A própria escritora, em Fundo da gaveta, do livro A Legião Estrangeira, explica esse processo necessário ao ser humano: Eu antes tinha querido ser os outros para conhecer o que não era eu. Entendi então que eu já tinha sido os outros e isso era fácil. Minha experiência maior seria ser o outro dos outros: e o outro dos outros era eu. 5 E se a temática se estender e ficar ainda mais clara para os alunos, sem, é claro, a complexidade dos termos teóricos, necessários, que utilizo aqui, é possível dialogar com outro conto da escritora, do mesmo livro em que buscamos Tentação: Encarnação Involuntária. Mas essa nova proposta, exigindo mais fôlego e espaço do que o proposto para este trabalho, já pode ser, sozinha, explorada pelo professor que se sentir interessado em percorrer outros caminhos. 3. EU SOU É O MUNDO OU CONSIDERAÇÕES FINAIS Potência do texto que nos atinge e nos faz tremer: é o que nos provoca a leitura de Clarice Lispector M. J. Mendonça Escolher a própria máscara é o primeiro gesto voluntário humano. E solitário. Clarice Lispector Em Clarice, a língua enquanto instrumento expressivo não seria apenas veículo, mas se integraria na linguagem total. O trabalho poético, impregnado em seu escrever, fascina-nos quando tentados a procurar simples estruturas da narrativa. Nessa escritora, a personagem é trabalhada com consciência independente, e a partir desse interior é que criamos a visão da obra; o que muito se chamou de mundo subjetivo da ficção clariciana, aquele em que há total ausência do enredo tradicional. 6 Para alguns pesquisadores de sua escrita, por ter sido considerada pela crítica de sua época como hermética, essa mulher sentiu-se instigada por produzir uma obra que fosse o seu contrário. 5 Clarice Lispector: uma vida que se conta. Nádia Batella Gotlib. 6 Antes criticado por Assis Brasil, agora aceito como uma das características mais instigantes da autora. 5

6 Para mim, sua obra apenas reforça uma tese ainda mais óbvia: Clarice não foi hermética, e suas palavras, tão plurissignificativas, são apenas uma extensão dessa grande mulher. Se a obra não for suficiente para encantar o aluno ou impulsioná-lo a buscar na literatura o prazer do encontro, terá sido suficiente que ele, ao menos, tendo mergulhado no outro, tenha encontrado reminiscências de seu próprio eu. Porque o professor de Literatura não é apenas um formador de leitores ou escritores, mas também um formador de seres humanos, e aprender a ver o outro, e se ver no outro, é um grande exercício para a formação humana. 4. REFERÊNCIAS ECO, Umberto. Seis passeios pelos bosques da ficção. São Paulo: Companhia das Letras, GOTLIB, Nádia Batella. Clarice Lispector: uma vida que se conta. São Paulo: Ática, LISPECTOR, Clarice. A legião estrangeira. Rio de Janeiro: Rocco, Água Viva. Rio de Janeiro: Rocco, Felicidade Clandestina. Rio de Janeiro: Rocco, PONTIERI, Regina. Clarice Lispector: uma poética do olhar. São Paulo: Ateliê Editorial,

7 TENTAÇÃO Anexo Ela estava com soluço. E como se não bastasse a claridade das duas horas, ela era ruiva. Na rua vazia as pedras vibravam de calor a cabeça da menina flamejava. Sentada nos degraus de sua casa, ela suportava. Ninguém na rua, só uma pessoa esperando inutilmente no ponto do bonde. E como se não bastasse seu olhar submisso e paciente, o soluço a interrompia de momento a momento, abalando o queixo que se apoiava conformado na mão. Que fazer de uma menina ruiva com soluço? Olhamo-nos sem palavras, desalento contra desalento. Na rua deserta nenhum sinal de bonde. Numa terra de morenos, ser ruivo era uma revolta involuntária. Que importava se um dia futuro sua marca ia fazê-la erguer insolente uma cabeça de mulher? Por enquanto ela estava sentada num degrau faiscante da porta, às duas horas. O que a salvava era uma bolsa velha de senhora, com alça partida. Segurava-a com um amor conjugal já habituado, apertando-a contra os joelhos. Foi quando se aproximou a sua outra metade neste mundo, um irmão em Grajaú. A possibilidade de comunicação surgiu no ângulo quente da esquina acompanhando uma senhora, e encarnada na figura de um cão. Era um basset lindo e miserável, doce sob a sua fatalidade. Era um basset ruivo. Lá vinha ele trotando, à frente de sua dona, arrastando seu comprimento. Desprevenido, acostumado, cachorro. A menina abriu os olhos pasmados. Suavemente avisado, o cachorro estacou diante dela. Sua língua vibrava. Ambos se olhavam. Entre tantos seres que estão prontos para se tornarem donos de outro ser, lá estava a menina que viera ao mundo para ter aquele cachorro. Ele fremia suavemente, sem latir. Ela olhava-o sob os cabelos, fascinada, séria. Quanto tempo se passava? Um grande soluço sacudiua desafinado. Ele nem sequer tremeu. Também ela passou por cima do soluço e continuou a fitálo. Os pêlos de ambos eram curtos, vermelhos. Que foi que se disseram? Não se sabe. Sabe-se apenas que se comunicaram rapidamente, pois não havia tempo. Sabe-se também que sem falar eles se pediam. Pediam-se, com urgência, com encabulamento, surpreendidos. No meio de tanta vaga impossibilidade e de tanto sol, ali estava a solução para a criança vermelha. E no meio de tantas ruas a serem trotadas, de tantos cães maiores, de tantos esgotos secos lá estava uma menina, como se fora carne de sua ruiva carne. Eles se fitavam profundos, entregues, ausentes de Grajaú. Mais um instante e o suspenso sonho se quebraria, cedendo talvez à gravidade com que se pediam. Mas ambos eram comprometidos. Ela com sua infância impossível, o centro da inocência que só se abriria quando ela fosse uma mulher. Ele, com sua natureza aprisionada. A dona esperava impaciente sob o guarda-sol. O basset ruivo afinal despregou-se da menina e saiu sonâmbulo. Ela ficou espantada, com o acontecimento nas mãos, numa mudez que nem pai nem mãe compreenderiam. Acompanhou-o com olhos pretos que mal acreditava, debruçada sobre a bolsa e os joelhos, até vê-lo dobrar a outra esquina. Mas ele foi mais forte que ela. Nem uma só vez olhou para trás. 7

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