Morfologia de gramíneas
|
|
|
- Cláudia da Silva Melgaço
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Capítulo 2 Morfologia de gramíneas Renato Serena Fontaneli, Henrique Pereira dos Santos e Roberto Serena Fontaneli A família das gramíneas (Poaceae ou Gramineae) é uma das principais famílias na divisão Angiospermae e da classe Monocotiledoneae. Essa denominação vem do embrião com um só cotilédone por ocasião da germinação. Nessa família estão as gramas (capins), possuem folhas lineares, flores nuas, e as inflorescências são espigas, panículas e racemos. O fruto é uma cariopse. A morfologia da germinação da semente de gramíneas é representada na Fig. 2. Nesse caso, trata-se de germinação hipógea, ou seja, o hipocótilo, que é a porção compreendida entre o cotilédone e a primeira folha, é suprimido e, em conseqüência, a semente permanece no solo (SCHULTZ, 1968). O epicótilo perfura a casca da semente, cresce para cima e, alcançada a superfíce do solo, desenvolve um colmo com folhas. O cotilédone permanece no pericarpo, servindo de reserva. Esgotadas as substâncias de reserva, decompõese, junto com o restante da semente, sem deixar vestígios. 33
2 Fig. 2. Morfologia de germinação e emergência de gramíneas, baseada em trigo. Fonte: Mullen, ILPF - Integração Lavoura-Pecuária-Floresta
3 Na sequência de seu desenvolvimento, as gramíneas possuem dois sistemas de raízes: raízes seminais ou embrionárias e raízes permanentes, caulinares ou adventícias. As raízes seminais ou embrionárias têm origem no embrião e estão cobertas pela coleorriza. A duração dessas raízes é curta, correspondendo a algumas semanas. A coleorriza funciona como órgão de proteção e de absorção de água e de nutrientes. Sobre ela, têm-se observado, em muitas espécies, pelos absorventes. As raízes permanentes (caulinares ou adventícias) originam-se dos primeiros nós basais, de estolões ou, também, de outros nós que estejam em contato com o solo. Elas são numerosas e substituem as raízes seminais. Alcançam certo comprimento e, geralmente, produzem muitas ramificações. Nas espécies anuais morrem com a planta, e nas espécies perenes ocorrem duas classes distintas, denominadas anuais e perenes. As anuais são as raízes que regeneram-se totalmente durante a estação de crescimento, e as perenes são aquelas que se formam durante o primeiro ano, porém seguem funcionando no ano seguinte. O colmo das gramíneas, na maioria das espécies, é oco e é constituído de nós e entrenós (Fig. 3). Cada nó tem sua folha correspondente. Os entrenós são cilíndricos e podem ser ocos, como ocorre em cereais de inverno, ou podem ser cheios, como ocorre em milho e em cana-de-açúcar. Dos nós do colmo, na axila das bainhas foliares, surgem brotos ou afilhos, que são de dois tipos: intravaginais e extravaginais. Intravaginais são afilhos que se desenvolvem no interior da bainha e surgem sem rompê-la. Nos extravaginais, o afilho rompe a bainha foliar, desenvolvendo-se por fora desta. A forma de crescimento do colmo determina o hábito de crescimento de plantas. As gramíneas podem ter hábito: 35
4 Fig. 3. Partes de uma gramínea genérica. Fonte: Ball et al., Cespitoso ereto: quando os entrenós basais são muito curtos, produzindo afilhos eretos de maneira a formar touceiras densas. Ex.: capim elefante, setária, panicum. Às vezes, os entrenós basais não são tão aproximados a ponto de formarem touceiras. Ex.: milho, sorgo, milheto, trigo, aveia, cevada, triticale e azevém. 36 ILPF - Integração Lavoura-Pecuária-Floresta
5 Cespitoso prostrado: quando os colmos crescem encostados ao solo, sem enraizamento nos nós, só se erguendo a parte que tem a inflorescência. Ex.: milhã e papuã. Estolonífero: os colmos rasteiros, superficiais, enraízamse nos nós que estão em contato com o solo, originando novas plantas em cada nó. Ex.: grama-de-jardim, grama-estrela-africana e grama missioneira. Rizomatoso: o colmo é subterrâneo, aclorofilado, sendo coberto por afilhos. Dos nós partem raízes e novas plantas. Ex.: capim-quicuio, grama-bermuda (estolonífero-rizomatoso). Cespitoso-estolonífero: afilhos eretos e presença de estolões cujo desenvolvimento é estimulado por cortes mecânicos ou pastejos. Ex.: capim de Rhodes (Chloris gayana Kunth). As folhas das gramíneas, em geral, possuem bainha, lígula e lâmina (Fig. 3). A bainha é o órgão alongado em forma de cartucho, que nasce no nó e cobre o entrenó, podendo ser maior ou menor que este. A lígula é a parte branca e membranosa que se localiza na parte superior interna da bainha, no limite com a lâmina foliar. Em diversas espécies pode faltar (capim-arroz) e em muitas é substituída por uma faixa de pêlos. A lâmina foliar das gramíneas, em geral linear e paralelinérvia, é representada pelo pecíolo dilatado, que desempenha as funções de folha. Em gêneros como Hordeum (cevada), Festuca (festuca) e Lolium (azevém), na base da lâmina, mais especificamente 37
6 nos contornos da lígula, existem dois apêndices, as aurículas, que abraçam o caule. Esses apêndices, juntamente com a forma da lígula, oferecem características para distinguir as espécies durante o período vegetativo (Fig. 4 e 5). Na Fig. 5 ilustra-se, com fotos, detalhes morfológicos que podem ajudar a diferenciação das principais gramíneas cultivadas no inverno na região Sul do Brasil. Fig. 4. Partes de uma gramínea e tipos de lígula, de aurícula e de pré-foliação. Fonte: Mullen, De acordo com Mundstock (1983), a diferenciação dos cereais de estação fria pelas características das folhas pode ser feita pela seguinte chave, salientando que alguns genótipos 38 ILPF - Integração Lavoura-Pecuária-Floresta
7 podem não apresentar as características morfológicas descritas: 1. Plantas com Aurículas 1.1 Aurículas pequenas ou médias, com os brotos pilosos... trigo 1.2 Aurículas amplexicaules, largas e longas, glabras... cevada 1.3 Aurículas pequenas, glabras... centeio 2. Plantas sem aurículas e com lígula bem desenvolvida...aveia 39
8 Aveia branca Aveia preta Azevém anual Cevada Centeio BRS Serrano Triticale Trigo BRS Tarumã Triticale Fig. 5: Diferenciação de espécies de forrageiras anuais e cereais de inverno de duplo propósito, no estádio vegetativo, pelas estruturas morfológicas foliares (lígula e aurícula). Fotos: Paulo Kurtz 40 ILPF - Integração Lavoura-Pecuária-Floresta
MORFOLOGIA DE GRAMÍNEAS FORRAGEIRAS
Capítulo 2 MORFOLOGIA DE GRAMÍNEAS FORRAGEIRAS Renato Serena Fontaneli, Henrique Pereira dos Santos e Roberto Serena Fontaneli A família das gramíneas (Poaceae ou Gramineae) é uma das principais famílias
Morfologia de Leguminosas
Capítulo 12 Morfologia de Leguminosas Renato Serena Fontaneli, Henrique Pereira dos Santos e Augusto Carlos Baier As leguminosas constituem uma família da classe das Dicotiledôneas, muito rica em espécies
Principais famílias: 28/05/2015 MORFOLOGIA. Morfologia de Leguminosas e Gramíneas Forrageiras. Poaceae (gramíneas) grama, pastagem.
Morfologia de Leguminosas e Gramíneas Forrageiras MORFOLOGIA Refere-se a estrutura e ao arranjo de partes das plantas. Prof. Leandro C. Araujo (DBZ) Zootecnista Essencial para a identificação das plantas
A Cultura do Cevada (Hordeum vulgare)
A Cultura do Cevada (Hordeum vulgare) INTRODUÇÃO: - Origem: - Mesopotâmia; - Produção: - Ásia; - Europa; - América do Norte; - 80%. INTRODUÇÃO: - Características das regiões produtoras; - Brasil: - 1920-1930;
As plantas com flor são constituídas por raiz, caule, folhas, flores e frutos (Figura 2).
1. Diversidade das plantas As plantas são seres vivos pluricelulares produtores, uma vez que produzem os seus próprios alimentos, utilizando água, sais minerais, dióxido de carbono e energia solar para
Raiz. Organologia Vegetal. É o estudo dos órgãos vegetais. -raiz -caule -folha. - vegetativos Órgãos vegetais. - reprodutores -fruto -semente
Organologia Vegetal É o estudo dos órgãos vegetais. - vegetativos Órgãos vegetais -raiz -caule -folha -flor - reprodutores -fruto -semente Raiz Geralmente subterrânea; Atua na fixação; Absorve e conduz
AULA 2. Morfologia de Leguminosas e Gramíneas Forrageiras
AULA 2 Morfologia de Leguminosas e Gramíneas Forrageiras Terminologia em Forragicultura Forragicultura: Estudo das plantas forrageiras. (????) Forragem: Partes aéreas de uma população de plantas herbáceas,
Principais características de gramíneas e leguminosas
Principais características de gramíneas e leguminosas Plantas Forrageiras Plantas forrageiras Poaceae (gramínea) Fabales (leguminosas) 1 Plantas Forrageiras - Poaceae Reino: Vegetal. Divisão: Magnoliophyta
Gramíneas Forrageiras
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE AGRONOMIA ELISEU MACIEL DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA DISCIPLINA DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE FORRAGEIRAS Gramíneas Forrageiras Otávio Matos Tavares [email protected]
Gramíneas Anuais de Inverno
Capítulo 3 Gramíneas Anuais de Inverno Henrique Pereira dos Santos, Renato Serena Fontaneli, Roberto Serena Fontaneli e Janete Taborda de Oliveira Aveia Preta (Avena strigosa Schreb.) Descrição morfológica
4. Crescimento e Desenvolvimento
CULTURA DO ARROZ 4. Crescimento e Desenvolvimento Existem três fases importantes no ciclo do arroz: Fase vegetativa Fase reprodutiva Fase de maturação A duração de cada fase depende do ciclo do cultivar
22 ILPF - Integração Lavoura-Pecuária-Floresta
Introdução As culturas de verão, principalmente soja, milho, arroz, feijão e sorgo, ocupam anualmente, na região Sul do Brasil, cerca de 13,5 milhões de hectares, sem considerar a área do milho safrinha
GRAMÍNEAS FORRAGEIRAS ANUAIS DE INVERNO
Capítulo 4 GRAMÍNEAS FORRAGEIRAS ANUAIS DE INVERNO Renato Serena Fontaneli, Henrique Pereira dos Santos, Roberto Serena Fontaneli, Janete Taborda de Oliveira, Rosilene Inês Lehmen e Geizon Dreon. AVEIA
Raízes secundárias. Se formam por via endógena a partir da raiz principal; Se originam tanto da endoderme quanto do periciclo; Diferença com o caule;
continuação Raízes secundárias Se formam por via endógena a partir da raiz principal; Diferença com o caule; Se originam tanto da endoderme quanto do periciclo; Uma de suas células se dividem tangencialmente
4. ESTÁDIOS FENOLÓGICOS
CULTURA DO MILHO 4. ESTÁDIOS FENOLÓGICOS FENOLOGIA DO MILHO Definição Parte da Botânica que estuda vários fenômenos periódicos das plantas, como brotação, floração e frutificação, marcando-lhes as épocas
Morfologia de Gramíneas e Leguminosas Forrageiras
MORFOLOGIA?? Morfologia de Gramíneas e Leguminosas Forrageiras A morfologia das plantas tem o propósito não apenas biológico mas também de auxiliar nas decisões de manejo da forrageira. MORFOLOGIA MORFOLOGIA
Morfologia de Gramíneas e Leguminosas Forrageiras
MORFOLOGIA?? Morfologia de Gramíneas e Leguminosas Forrageiras A morfologia das plantas tem o propósito não apenas biológico mas também de auxiliar nas decisões de manejo da forrageira. MORFOLOGIA MORFOLOGIA
AVALIAÇÕES CHAMADA E FREQUÊNCIA LIVROS. Importância do estudo de plantas forrageiras DISCIPLINA DE FORRAGICULTURA 06/09/2016
06/09/2016 FACULDADE DE AGRONOMIA ELISEU MACIEL DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA DISCIPLINA DE FORRAGICULTURA AVALIAÇÕES CHAMADA E FREQUÊNCIA LIVROS Professor: Eng. Agr. Dr. Otoniel G. L. Ferreira Importância
RAIZ É um órgão das plantas superiores; Quase sempre subterrâneo; Desempenha várias funções:
É um órgão das plantas superiores; Quase sempre subterrâneo; Desempenha várias funções: Absorção; Condução (água e minerais dissolvidos); Reserva (Acumula nutrientes); Fixação; Diferenciação do caule:
Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Departamento de Produção Vegetal
Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Departamento de Produção Vegetal AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DAS SEMENTES DE GRAMÍNEAS FORRAGEIRAS ANA D. L. C. NOVEMBRE [email protected]
Aspectos de Forma em Plantas Forrageiras
LZT 520 Plantas Forrageiras e Pastagens Aspectos de Forma em Plantas Forrageiras MORFOLOGIA E DESENVOLVIMENTO ESTRUTURAL RELACIONADOS COM A PRODUÇÃO E O MANEJO DE PASTAGENS Duas famílias Poaceae (Gramineae)
GOIÂNIA, / / 2015 PROFESSOR: ALUNO(a): No experimento ilustrado a seguir, uma planta jovem foi exposta à iluminação unilateral.
GOIÂNIA, / / 2015 PROFESSOR: DISCIPLINA: SÉRIE: 2º ano ALUNO(a): Lista de Exercícios NOTA: No Anhanguera você é + Enem Questão 01) No experimento ilustrado a seguir, uma planta jovem foi exposta à iluminação
UNIDADE 01 TRIGO Botânica e morfologia do trigo
Fitotecnia: Arroz, Feijão e Trigo UNIDADE 01 TRIGO Botânica e morfologia do trigo Gabriela Machineski da Silva Eng. Agrônoma Mestre em Ciências 1. Classificação Botânica Classe: Monocotiledonea Ordem:
Colo ou coleto. Regiões da raiz
RAÍZES A Raiz A raiz é o órgão da planta que normalmente se encontra abaixo da superfície do solo. Funções: Servir como meio de fixação ao solo ; Servir como órgão absorvente de água, compostos nitrogenados
HISTOLOGIA VEGETAL CEFET PETROLINA VITICULTURA E ENOLOGIA BIOLOGIA GERAL PROF. ROBERTO MACHADO
CEFET PETROLINA VITICULTURA E ENOLOGIA BIOLOGIA GERAL PROF. ROBERTO MACHADO INTRODUÇÃO Entendemos por tecidos os grupos de células igualmente especializadas, de mesma origem embrionária e que realizam
CIÊNCIAS E PROGRAMA DE SAÚDE
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO CIÊNCIAS E PROGRAMA DE SAÚDE 04 CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI PRAIA GRANDE - SP 0 Se chegares sempre onde quisestes, ganhastes Paulo Mendes Campos
DESEMPENHO FORRAGEIRO DE CULTIVARES DE AVEIA E AZEVÉM COM DUAS DOSES DE ADUBAÇÃO NITROGENADA NAS CONDIÇÕES DE CLIMA E SOLO DE GIRUÁ, RS, 2012
DESEMPENHO FORRAGEIRO DE CULTIVARES DE AVEIA E AZEVÉM COM DUAS DOSES DE ADUBAÇÃO NITROGENADA NAS CONDIÇÕES DE CLIMA E SOLO DE GIRUÁ, RS, 2012 André L. Goral1; Marcos L. Lugoch1; Vinícius Dalcin1; Fábio
MORFOLOGIA DE LEGUMINOSAS FORRAGEIRAS
Capítulo 9 MORFOLOGIA DE LEGUMINOSAS FORRAGEIRAS Renato Serena Fontaneli, Henrique Pereira dos Santos e Augusto Carlos Baier As leguminosas constituem uma família da classe das Dicotiledôneas, muito rica
Gramíneas do Gênero Cynodon
Introdução Gramíneas do Gênero Cynodon O conhecimento das diversas características de cada forrageira é de suma importância para sua correta utilização Garantindo a produtividade e perenidade das espécies,
CÉLULA VEGETAL 17 TECIDOS VEGETAIS 35
SUMÁRIO PREFÁCIO 15 CÉLULA VEGETAL 17 PAREDE CELULAR 20 FORMAÇÃO DA PAREDE 21 COMPOSIÇÃO QUÍMICA DA PAREDE 22 ESTRUTURA DA PAREDE 23 PROTOPLASTA 27 CITOPLASMA 27 NÚCLEO 27 PLASTÍDIOS 27 VACÚOLOS 29 SUBSTÂNCIAS
31/03/2013. Plantas do Gênero Cynodon Introdução
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Faculdade de Ciências
FRUTO frutos Epicarpo: Mesocarpo: Endocarpo:
FRUTO Os frutos são estruturas que protegem as sementes nas Angiospermas. Derivam do ovário das flores. Depois da fecundação dos óvulos no interior do ovário há um crescimento deste, que se dá por ação
Gramíneas Perenes de Inverno
Capítulo 9 Gramíneas Perenes de Inverno Renato Serena Fontaneli, Roberto Serena Fontaneli e Henrique Pereira dos Santos Festuca (Festuca arundinacea Schreb.) Descrição morfológica A festuca é uma gramínea
Estratégias de Alimentação Anual de Rebanhos Bovinos Leiteiros e de Corte e Ovinos MAÍRA SCHEID THIAGO LUIS ROCKENBACH
Estratégias de Alimentação Anual de Rebanhos Bovinos Leiteiros e de Corte e Ovinos MAÍRA SCHEID THIAGO LUIS ROCKENBACH PELOTAS, 16 DE JUNHO DE 2011 BOVINOS DE LEITE IMPORTÂNCIA - Reduzir custo do alimento
Sucessão Ecológica. Introdução. Comunidades Clímax. Sucessão Ecológica Primaria
Sucessão Ecológica Introdução As comunidades estáveis ou de clímax existem num fluxo continuo, ou seja, os indivíduos de uma espécie são sempre substituídos por outros da mesma espécie, sem que haja alternância
Forrageiras para Integração Lavoura-Pecuária-Floresta na Região Sul-Brasileira
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Trigo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Forrageiras para Integração Lavoura-Pecuária-Floresta na Região Sul-Brasileira Editores Renato
EFICIÊNCIA DA ADUBAÇÃO DA CANA-DE-AÇÚCAR RELACIONADA AOS AMBIENTES DE PRODUÇÃO E AS ÉPOCAS DE COLHEITAS
EFICIÊNCIA DA ADUBAÇÃO DA CANA-DE-AÇÚCAR RELACIONADA AOS AMBIENTES DE PRODUÇÃO E AS ÉPOCAS DE COLHEITAS André Cesar Vitti Eng. Agr., Dr. PqC do Polo Regional Centro Sul/APTA [email protected] Entre
GRAMÍNEAS FORRAGEIRAS PERENES DE INVERNO
Capítulo 6 GRAMÍNEAS FORRAGEIRAS PERENES DE INVERNO Renato Serena Fontaneli, Roberto Serena Fontaneli e Henrique Pereira dos Santos FESTUCA (Festuca arundinacea Schreb.) Descrição morfológica A festuca
Gramíneas Anuais de Verão
Capítulo 10 Gramíneas Anuais de Verão Renato Serena Fontaneli, Roberto Serena Fontaneli e Henrique Pereira dos Santos Milheto ou Capim Italiano (Pennisetum americanum) Descrição morfológica Milheto é uma
Raiz É um órgão geralmente subterrâneo (há os aquáticos, superficiais e os aéreos), que desempenha funções importantes:
MORFOLOGIA VEGETAL Raiz É um órgão geralmente subterrâneo (há os aquáticos, superficiais e os aéreos), que desempenha funções importantes: Fixação do vegetal; Absorção da água e sais minerais do solo (raramente
POTENCIAL DE PRODUÇÃO DE PLANTAS FORRAGEIRAS. Maria Aparecida Salles Franco Curso de Veterinária Disciplina: Forragicultura e Plantas Tóxicas
POTENCIAL DE PRODUÇÃO DE PLANTAS FORRAGEIRAS Maria Aparecida Salles Franco Curso de Veterinária Disciplina: Forragicultura e Plantas Tóxicas Um pouco sobre nutrientes nos alimentos Do ano de 1917 para
Angiospermas Plantas Vasculares com Sementes, Flores e Frutos
Angiospermas Plantas Vasculares com Sementes, Flores e Frutos 3,5 bilhões de anos - surgiam no planeta os primeiros seres vivos, unicelulares, procariontes e heterotróficos. Mais tarde, alguns deles tornaram-se
OS SERES VIVOS DO AMBIENTE PRÓXIMO
OS SERES VIVOS DO AMBIENTE PRÓXIMO Comparo e classifico as plantas segundo alguns critérios. Desde sempre o homem tomou consciência da variedade de plantas que o rodeavam e sentiu necessidade de as reunir
A UU L AL A As plantas Veja só que refeição saudável! Um prato desses por dia é suficiente para suprir quase todas as suas necessidades nutritivas. E, se você olhou bem, verificou que a refeição é composta
AVEIA PRETA - ALTERNATIVA DE CULTIVO NO OUTONO/INVERNO. Vera Lucia Nishijima Paes De Barros
AVEIA PRETA - ALTERNATIVA DE CULTIVO NO OUTONO/INVERNO Vera Lucia Nishijima Paes De Barros Engª. Agrª., MSc., PqC do Polo Regional Sudoeste Paulista/APTA [email protected] Embora a aveia preta tenha
QUALIDADE E VALOR NUTRITIVO DE FORRAGEM
Capítulo 1 QUALIDADE E VALOR NUTRITIVO DE FORRAGEM Roberto Serena Fontaneli e Renato Serena Fontaneli A qualidade da forragem está diretamente relacionada com o desempenho animal, isto é, produção diária
Características gerais
Reino das Plantas Características gerais São organismos: Eucariontes Pluricelulares Autótrofos Possuem diversos pigmentos, como os fotossintetizantes e os acessórios. Características gerais Capacidade
PASTAGEM 0 0 Leonardo
0 Leonardo PASTAGEM AULA 0 2 INTRODUÇÃO Olá, meus amigos e amigas! Olá, meus amigos e amigas! Estamos inaugurando este novo espaço para concursos e é muito bom tê-los aqui. Nossas aulas visam preencher
Características morfológicas, fisiológicas e agronômicas de plantas forrageiras
Características morfológicas, fisiológicas e agronômicas de plantas forrageiras Paulo Bardauil Alcântara PqC VI ANPROSEM Março, 2015 MORFOLOGIA - descreve a espécie - auxilia no manejo da planta - é base
PRINCIPAIS FITORMÔNIOS
FITORMÔNIOS São substâncias orgânicas químicas que atuam em diferentes partes do vegetal, como raiz, caule, folha, flor e fruto. São sintetizados em pequenas porções. Responsáveis pelo crescimento e desenvolvimento
PRODUÇÃO DE MASSA SECA DE FORRAGENS DE INVERNO CULTIVADAS EM CONSÓRCIO NA REGIÃO DE GUARAPAUAVA - PR
PRODUÇÃO DE MASSA SECA DE FORRAGENS DE INVERNO CULTIVADAS EM CONSÓRCIO NA REGIÃO DE GUARAPAUAVA - PR Thalys Eduardo Noro Vargas de Lima (ICV/UNICENTRO), Bruno Sasso Martins Mendes (ICV/UNICENTRO), Dieiny
AULA 11 CAPÍTULO 11 CAULE
AULA 11 CAPÍTULO 11 CAULE CAULE Estágio embrionário eixo = epicótilo - hipocótilo Plúmula Cotilédones em sua porção superior - folhas embrionárias Gema Epicótilo = região localizada acima dos cotilédones
CÉLULA VEGETAL E PAREDE CELULAR
Universidade Federal do Pampa Campus de São Gabriel Centro de Ciências Rurais Curso de Ciências Biológicas CÉLULA VEGETAL E PAREDE CELULAR Monitora: Rosangela Gonçalves Célula Vegetal As células vegetais
A Cultura do Linho. (Linum usitatissimum L.)
A Cultura do Linho (Linum usitatissimum L.) Introdução: - Planta herbácea; -Pode atingir um metro de altura; - Família botânica: lineáceas; - Composição: substância fibrosa (extração de fibras longas para
TELAS DE SOMBREAMENTO NO CULTIVO DE HORTALIÇAS FOLHOSAS
TELAS DE SOMBREAMENTO NO CULTIVO DE HORTALIÇAS FOLHOSAS Andréia Cristina Silva Hirata Eng. Agr., Doutora, Pesquisadora científica do Polo Regional Alta Sorocabana/APTA [email protected] Edson Kiyoharu
PASTEJO ROTACIONADO 1: PONTOS CRÍTICOS NA IMPLANTAÇÃO. Augusto Zonta Zootecnista, Ms, PqC do Polo Regional da Alta Paulista/APTA [email protected].
PASTEJO ROTACIONADO 1: PONTOS CRÍTICOS NA IMPLANTAÇÃO Augusto Zonta Zootecnista, Ms, PqC do Polo Regional da Alta Paulista/APTA [email protected] Márcia Cristina de Mello Zonta Zootecnista, Ms, Técnica
Consórcio de milho com braquiária: aspectos práticos de implantação. Intercropped corn-brachiaria: practical deployment.
Consórcio de com braquiária: aspectos práticos de implantação Intercropped corn-brachiaria: practical deployment. Gessi Ceccon 1 e Luís Armando Zago Machado 2 Identificação das principais forrageiras perenes
Hormônios Vegetais (Fitormônios)
Hormônios Vegetais (Fitormônios) Hormônios Vegetais Ou fitormônios, são substâncias orgânicas atuantes nos diferentes órgãos das plantas: raiz, caule, folhas, flores e frutos, responsáveis pelo crescimento
Angiospermas. Monocotiledôneas
Angiospermas Monocotiledôneas Arecaceae Sch. Sch. (Palmae) 200 gên. (2000 spp); Brasil: 40 gên. (200 spp.) Posição taxonômica Distribuição Características morfológicas Exemplos Próxima Posição taxonômica
A Terra e os outros planetas telúricos
A Terra e os outros planetas telúricos Planetas telúricos Apresentam características comuns, no entanto, é possível identificar determinadas diferenças entre eles, nomeadamente no que respeita à actividade
Fases de Desenvolvimento da Cultura do Milho
Tecnologia e Produção: Milho Safrinha e Culturas de Inverno - 2008 4 Fases de Desenvolvimento da Cultura do Milho Martin Weismann1 Definição da Densidade do grão Definição do Tamanho da Espiga R2 Definição
MORFOLOGIA E ANATOMIA DO CAULE
2º EM BIOLOGIA PROFESSOR JOÃO MORFOLOGIA E ANATOMIA DO CAULE Biologia Professor João Sustentação das folhas; Coneção entre folhas e raiz; Armazenar substâncias nutritivas; Fotossíntese (caules jovens,
Angiospermas. Monocotiledôneas
Angiospermas Monocotiledôneas Arecaceae Sch. Sch. (Palmae) 200 gên. (2000 spp); Brasil: 40 gên. (200 spp.) Posição taxonômica Distribuição Características morfológicas Exemplos Próxima Posição taxonômica
MORFOLOGIA E ANATOMIA DO CAULE
MORFOLOGIA E ANATOMIA DO CAULE Biologia Professor João Exemplos Funções Estrutura Exemplos Funções Estrutura Sustentação das folhas; Coneção entre folhas e raiz; Armazenar substâncias nutritivas; Fotossíntese
Espécies forrageiras exóticas. Forragicultura e pastagens Prof. Eduardo Bohrer de Azevedo
Espécies forrageiras exóticas Forragicultura e pastagens Prof. Eduardo Bohrer de Azevedo Espécies Forrageiras Exóticas Classificação das espécies forrageiras exóticas de importância econômica no Brasil:
Reprodução assexuada. Biologia Unidade 6: Reprodução
1 Reprodução assexuada Biologia Unidade 6: Reprodução 4 2 Reprodução assexuada: diversidade de processos INTRODUÇÃO A reprodução assexuada é um tipo de reprodução que não envolve células sexuais masculinas
AVALIAÇÃO DE CEREAIS DE ESTAÇÃO FRIA DE DUPLO- PROPÓSITO EM PASTEJO COM BOVINOS LEITEIROS
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS RURAIS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ZOOTECNIA AVALIAÇÃO DE CEREAIS DE ESTAÇÃO FRIA DE DUPLO- PROPÓSITO EM PASTEJO COM BOVINOS LEITEIROS TESE DE DOUTORADO
GRAMÍNEAS FORRAGEIRAS ANUAIS DE VERÃO
Capítulo 7 GRAMÍNEAS FORRAGEIRAS ANUAIS DE VERÃO Renato Serena Fontaneli, Roberto Serena Fontaneli e Henrique Pereira dos Santos MILHETO ou CAPIM ITALIANO (Pennisetum americanum) Descrição morfológica
1.1 DIVERSIDADE NOS ANIMAIS FORMA E REVESTIMENTO
1.1 DIVERSIDADE NOS ANIMAIS FORMA E REVESTIMENTO Como é a forma do corpo dos animais? A forma do corpo dos animais está relacionada com o ambiente em que vivem e com o seu modo de vida. Podem ser: Fusiforme
Uma das maneiras de reduzir os efeitos da
Uma das maneiras de reduzir os efeitos da baixa disponibilidade de forragem sobre o desempenho dos animais é conservar a forragem de uma estação de crescimento para períodos de escassez de alimentos. A
COLETA DE AMOSTRAS DE TECIDO VEGETAL Referência: Manual de análises químicas de solos, plantas e fertilizantes, EMBRAPA; 2 Edição
COLETA DE AMOSTRAS DE TECIDO VEGETAL Referência: Manual de análises químicas de solos, plantas e fertilizantes, EMBRAPA; 2 Edição Cultura Nº de Folhas Época Tipo de folha Arroz Mínimo 50 Início florescimento
Características gerais
Citoplasma Citoplasma Características gerais Um vertebrado é formado por dezenas de tipos de células. Citoplasma Características gerais Um vertebrado é formado por dezenas de tipos de células. Neurônio
PORTARIA Nº 191, DE 14 DE ABRIL DE 1975
PORTARIA Nº 191, DE 14 DE ABRIL DE 1975 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, usando da atribuição que lhe confere o artigo 39, Ministério da Agricultura, item VIII, do Decreto-Lei nº 200, de 25 de fevereiro
EVO V LUÇ U ÃO Ã D AS A PLANTAS COM SEMENTES
EVOLUÇÃO DAS PLANTAS COM SEMENTES Evolução Evolução das Plantas Atuais Ancestral comum Surgimento de traqueídes Atraqueófitas Licopódios Cavalinhas Psilófitas Traqueófitas sem sementes Surgimento de sementes
Sistemas de reprodução e suas relações com melhoramento
Universidade Federal de Rondônia Curso de Eng. Florestal Melhoramento genético Florestal Sistemas de reprodução e suas relações com melhoramento Emanuel Maia www.lahorta.acagea.net [email protected] Apresentação
Sistema Cardiovascular. Prof. Dr. Valcinir Aloisio Scalla Vulcani Medicina Veterinária Universidade Federal de Goiás Regional Jataí
Sistema Cardiovascular Prof. Dr. Valcinir Aloisio Scalla Vulcani Medicina Veterinária Universidade Federal de Goiás Regional Jataí SISTEMA CARDIOVASCULAR Introdução Componentes: - sistema vascular sanguíneo,
Crescimento de forrageiras de inverno sobressemeadas a lanço em pastagem de Brachiaria brizantha
Crescimento de forrageiras de inverno sobressemeadas a lanço em pastagem de brizantha Winter forage growth in overseeded on the brizantha TAFFAREL, Loreno Egídio. UNIOESTE, PR, [email protected];
GERMINAÇÃO E COMPRIMENTO DE PLÂNTULAS DE SORGO SUBMETIDAS AO TRATAMENTO DE SEMENTES COM BIOESTIMULANTE
GERMINAÇÃO E COMPRIMENTO DE PLÂNTULAS DE SORGO SUBMETIDAS AO TRATAMENTO DE SEMENTES COM BIOESTIMULANTE CARLA V. FERREIRA 1 ; ISABEL C. VINHAL-FREITAS 2 ; 3 e INGRID M. B. BITTAR 4 1 Engenheira agrônoma,
ANEXO I. INSTRUÇÕES PARA EXECUÇÃO DOS ENSAIOS DE DISTINGUIBILIDADE, HOMOGENEIDADE E ESTABILIDADE DE CULTIVARES DE PIMENTAO E PIMENTA (Capsicum spp.
ATO N o, DE DE MARÇO DE 006 ANEXO I INSTRUÇÕES PARA EXECUÇÃO DOS ENSAIOS DE DISTINGUIBILIDADE, HOMOGENEIDADE E ESTABILIDADE DE CULTIVARES DE PIMENTAO E PIMENTA (Capsicum spp.) I. OBJETIVO Estas instruções
LSPA. Levantamento Sistemático da Produção Agrícola. Setembro de 2013. Pesquisa mensal de previsão e acompanhamento das safras agrícolas no ano civil
Diretoria de Pesquisas Coordenação de Agropecuária Gerência de Agricultura LSPA Setembro de 213 Levantamento Sistemático da Agrícola Pesquisa mensal de previsão e acompanhamento das safras agrícolas no
Conhecendo a planta de trigo
Conhecendo a planta de trigo Erlei Melo Reis OR Melhoramento de sementes Ltda Passo Fundo - RS Roteiro: Classificação sistemática A morfologia do grão Germinação de sementes Morfologia da raiz Morfologia
Universidade Estadual Paulista Campus de Dracena Disciplina: Solos. Estrutura do Solo. Prof. Dr. Reges Heinrichs 2010
Universidade Estadual Paulista Campus de Dracena Disciplina: Solos Estrutura do Solo Prof. Dr. Reges Heinrichs 2010 Estrutura do Solo É o resultado da agregação das partículas primárias, originando formas
IMPLANTAÇÃO E MANEJO DE ESPÉCIES FORRAGEIRAS HIBERNAIS
IMPLANTAÇ IMPLANTAÇÃO E MANEJO DE ESPÉ ESPÉCIES FORRAGEIRAS HIBERNAIS Luis Fernando G. de Menezes UTFPR/DV [email protected] Qualidade da semente Método de estabelecimento Densidade de semeadura
Fisiologia da Planta de Milheto
ISSN 1518-4269 Fisiologia da Planta de Milheto INTRODUÇÃO 28 Sete Lagoas, MG Dezembro, 2003 Autores Frederico Ozanan Machado Durães Ph.D. Fisiologia Vegetal [email protected] Paulo César Magalhães
CARACTERIZAÇÃO ANATOMICA DE TRIGO CULTIVADO NAS CONDIÇÕES DO SUDOESTE GOIANO 1. Katya Bonfim Ataides Smiljanic 2
CARACTERIZAÇÃO ANATOMICA DE TRIGO CULTIVADO NAS CONDIÇÕES DO SUDOESTE GOIANO 1. Katya Bonfim Ataides Smiljanic 2 Joaquim Júlio Almeida Júnior 2 Francisco Solano Araújo Matos 2 Pâmela Ramiro Vilela Justino
META Apresentar a anatomia do caule, incluindo aspectos relacionados a diferenças deste órgão de acordo com o grupo botânico do vegetal.
ANATOMIA DO CAULE META Apresentar a anatomia do caule, incluindo aspectos relacionados a diferenças deste órgão de acordo com o grupo botânico do vegetal. OBJETIVOS Ao final desta aula, o aluno deverá:
SISTEMÁTICA DE MONOCOTILEDONEAS
SISTEMÁTICA DE MONOCOTILEDONEAS Monocotiledônea Embrião com apenas 1 cotilédone ou sem diferenciação Commelinaceae Distribuição trópicos 40 gêneros, 650 espécies Sementes aéreas Sementes subterrâneas Exemplos:
Tema 5. Regulação Nervosa e Hormonal nos animais. Hormonas Vegetais. José Carlos Morais
Regulação Nervosa e Hormonal nos animais Hormonas Vegetais José Carlos Morais Sistema Nervoso Sistema Hormonal Homeostasia Capacidade de manter o meio interno em equilíbrio Coordenação Nervosa Nervos Motores
Importância das Pastagens na Produção de Leite dos Campos Gerais
Importância das Pastagens na Produção de Leite dos Campos Gerais Eng. Agr. Dr. Igor Quirrenbach de Carvalho O que vamos ver hoje? Fundação ABC Como é a produção de leite no Brasil? Como reduzir os custos
Aula 7 CAULE. META Discutir a organização e a morfologia do caule de Monocotiledôneas e Eudicotiledôneas
CAULE META Discutir a organização e a morfologia do caule de Monocotiledôneas e Eudicotiledôneas OBJETIVOS Ao final desta aula, o aluno deverá: Distinguir a função, tipo de crescimento e tipos básicos
A CÉLULA EUCARIÓTICA
A CÉLULA EUCARIÓTICA ... A célula é a unidade básica, estrutural e funcional de todos os seres vivos... A maioria das células têm um tamanho de 10 a 100 micrômetros e formas variadas QUAIS AS DIFERENÇAS
Coleta da Amostra de Tecido Foliar
A principal finalidade das análises de tecidos ou folhas é verificar as necessidades nutricionais das culturas através da utilização das folhas como indicativo nutricional das mesmas. A análise de tecidos
A g r u p a m e n t o d e E s c o l a s A n t ó n i o S é r g i o V. N. G a i a E S C O L A S E C U N D Á R I A /3 A N T Ó N I O S É R G I O
A g r u p a m e n t o d e E s c o l a s A n t ó n i o S é r g i o V. N. G a i a E S C O L A S E C U N D Á R I A /3 A N T Ó N I O S É R G I O Teste Escrito Data 05 / 06/ 2014 CLASSIFICAÇÃO O PROFESSOR Nome
