Construindo um heredograma

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Construindo um heredograma"

Transcrição

1 Construindo um heredograma No caso da espécie humana, em que não se pode realizar experiências com cruzamentos dirigidos, a determinação do padrão de herança das características depende de um levantamento do histórico das famílias em que certas características aparecem. Isso permite ao geneticista saber se uma dada característica é ou não hereditária e de que modo ela é herdada. Esse levantamento é feito na forma de uma representação gráfica denominada heredograma (do latim heredium, herança), também conhecida como genealogia ou árvore genealógica. Construir um heredograma consiste em representar, usando símbolos, as relações de parentesco entre os indivíduos de uma família. Cada indivíduo é representado por um símbolo que indica as suas características particulares e sua relação de parentesco com os demais. Indivíduos do sexo masculino são representados por um quadrado, e os do sexo feminino, por um círculo. O casamento, no sentido biológico de procriação, é indicado por um traço horizontal que une os dois membros do casal. Os filhos de um casamento são representados por traços verticais unidos ao traço horizontal do casal. Os principais símbolos são os seguintes:

2 A montagem de um heredograma obedece a algumas regras: 1ª) Em cada casal, o homem deve ser colocado à esquerda, e a mulher à direita, sempre que for possível. 2ª) Os filhos devem ser colocados em ordem de nascimento, da esquerda para a direita. 3ª) Cada geração que se sucede é indicada por algarismos romanos (I, II, III, etc.). Dentro de cada geração, os indivíduos são indicados por algarismos arábicos, da esquerda para a direita. Outra possibilidade é se indicar todos os indivíduos de um heredograma por algarismos arábicos, começando-se pelo primeiro da esquerda, da primeira geração. Interpretação dos Heredogramas A análise dos heredogramas pode permitir se determinar o padrão de herança de uma certa característica (se é autossômica, se é dominante ou recessiva, etc.). Permite, ainda, descobrir o genótipo das pessoas envolvidas, se não de todas, pelo menos de parte delas. Quando um dos membros de uma genealogia manifesta um fenótipo dominante, e não conseguimos determinar se ele é homozigoto dominante ou heterozigoto, habitualmente o seu genótipo é indicado como A_, B_ou C_, por exemplo. A primeira informação que se procura obter, na análise de um heredograma, é se o caráter em questão é condicionado por um gene dominante ou recessivo. Para isso, devemos procurar, no heredograma, casais que são fenotipicamente iguais e tiveram um ou mais filhos diferentes deles. Se a característica permaneceu oculta no casal, e se manifestou no filho, só pode ser determinada por um gene recessivo. Pais fenotipicamente iguais, com um filho diferente deles, indicam que o caráter presente no filho é recessivo! Uma vez que se descobriu qual é o gene dominante e qual é o recessivo, vamos agora localizar os homozigotos recessivos, porque todos eles manifestam o caráter recessivo. Depois disso, podemos começar a

3 descobrir os genótipos das outras pessoas. Devemos nos lembrar de duas coisas: 1ª) Em um par de genes alelos, um veio do pai e o outro veio da mãe. Se um indivíduo é homozigoto recessivo, ele deve ter recebido um gene recessivo de cada ancestral. 2ª) Se um indivíduo é homozigoto recessivo, ele envia o gene recessivo para todos os seus filhos. Dessa forma, como em um quebra-cabeças, os outros genótipos vão sendo descobertos. Todos os genótipos devem ser indicados, mesmo que na sua forma parcial (A_, por exemplo). Exemplo: Em uma árvore desse tipo, as mulheres são representadas por círculos e os homens por quadrados. Os casamentos são indicados por linhas horizontais ligando um círculo a um quadrado. Os algarismos romanos I, II, III à esquerda da genealogia representam as gerações. Estão representadas três gerações. Na primeira há uma mulher e um homem

4 casados, na segunda, quatro pessoas, sendo três do sexo feminino e uma do masculino. Os indivíduos presos a uma linha horizontal por traços verticais constituem uma irmandade. Na segunda geração observa-se o casamento de uma mulher com um homem de uma irmandade de três pessoas. Dominância incompleta ou Co-dominância Nem todas as características são herdadas como a cor da semente da ervilha, em que o gene para a cor amarela domina sobre o gene para cor verde. Muito frequentemente a combinação dos genes alelos diferentes produz um fenótipo intermediário. Essa situação ilustra a chamada dominância incompleta ou parcial. Um exemplo desse tipo de herança é a cor das flores maravilha. Elas podem ser vermelhas, brancas ou rosas. Plantas que produzem flores são heterozigotas, enquanto os outros dois fenótipos são devidos à condição homozigota. Supondo que o gene V determine a cor vermelha e o gene B, cor branca, teríamos: VV = flor vermelha BB = flor branca VB = flor Apesar de anteriormente usarmos letras maiúsculas para indicar, respectivamente, os genes dominantes e recessivos, quando se trata de dominância incompleta muitos autores preferem utilizar apenas diferentes letras maiúsculas. Fazendo o cruzamento de uma planta de maravilha que produz flores vermelhas com outra que produz flores brancas e analisando os resultados fenotípicos da geração F 1 e F 2, teríamos:

5 Agora analizando os resulados genotípicos da geração F 1 e F 2, teríamos: P: B Flor Branca B BV BV V Flor Vermelha VB VB V F1 = 100% VB (flores ) Cruzando, agora, duas plantas heterozigotas (flores ), teríamos: F1 Flor V B V Flor B VV Vermelha VB BV BB Branca F 2 = Genótipos: 1/4 VV, 1/2 VB, 1/4 BB. Fenótipo: 1/4 plantas com flores vermelhas 1/2 plantas com flores 1/4 plantas com flores brancas Alelos letais: Os genes que matam As mutações que ocorrem nos seres vivos são totalmente aleatórias e, às vezes, surgem variedades genéticas que podem levar a morte do portador antes do nascimento ou, caso ele sobreviva, antes de atingir a maturidade sexual. Esses genes que conduzem à morte do portador, são conhecidos como alelos letais. Por exemplo, em uma espécie de planta existe o gene C, dominante, responsável pela coloração verde das folhas. O alelo recessivo c, condiciona a ausência de coloração nas folhas, portanto o homozigoto recessivo cc morre ainda na fase jovem da planta, pois esta precisa do pigmento verde para produzir energia através da

6 fotossíntese. O heterozigoto é uma planta saudável, mas não tão eficiente na captação de energia solar, pela coloração verde clara em suas folhas. Assim, se cruzarmos duas plantas heterozigotas, de folhas verdes claras, resultará na proporção 2:1 fenótipos entre os descendentes, ao invés da proporção de 3:1 que seria esperada se fosse um caso clássico de monoibridismo (cruzamento entre dois indivíduos heterozigotos para um único gene). No caso das plantas o homozigoto recessivo morre logo após germinar, o que conduz a proporção 2:1. P Planta com folhas verde claras C c Planta com folhas verde claras C c CC Verde escuro Cc Verde clara Cc Verde clara cc Inviável F 1 = Fenótipo: 2/3 Verde clara 1/3 Verde escura Genótipo: 2/3 Cc 1/3 CC Esse curioso caso de genes letais foi descoberto em 1904 pelo geneticista francês Cuénot, que estranhava o fato de a proporção de 3:1 não ser obedecida. Logo, concluiu se tratar de uma caso de gene recessivo que atuava como letal quando em dose dupla. No homem, alguns genes letais provocam a morte do feto. É o caso dos genes para acondroplasia, por exemplo. Trata-se de uma anomalia provocada por gene dominante que, em dose dupla, acarreta a morte do feto, mas em dose simples ocasiona um tipo de nanismo, entre outras alterações. Há genes letais no homem, que se manifestam depois do nascimento, alguns na infância e outros na idade adulta. Na infância, por exemplo, temos os causadores da fibrose cística e dadistrofia muscular de Duchenne (anomalia que acarreta a degeneração da bainha de mielina nos nervos). Dentre os que se expressam tardiamente na vida do portador, estão os causadores da doença de Huntington, em que há a deterioração do tecido nervoso, com perde de células principalmente em uma parte do cérebro, acarretando perda de memória, movimentos involuntários e desequilíbrio emocional. Como os genes se manifestam Vimos que, em alguns casos, os genes se manifestam com

7 fenótipos bem distintos. Por exemplo, os genes para a cor das sementes em ervilhas manifestam-se com fenótipos bem definidos, sendo encontradas sementes amarelas ou verdes. A essa manifestação gênica bem determinada chamamos de variação gênica descontínua, pois não há fenótipos intermediários. Há herança de características, no entanto, cuja manifestação do gene (também chamada de expressividade) não determina fenótipos tão definidos, mas sim uma gradação de fenótipos. A essa gradação da expressividade do gene, variando desde um fenótipo que mostra leve expressão da característica até sua expressão total, chamamos de norma de reação ou expressividade variável. Por exemplo, os portadores dos genes para braquidactilia (dedos curto) podem apresentar fenótipos variando de dedos levemente mais curtos até a total falta deles. Alguns genes sempre que estão presentes se manifestam, dizemos que são altamente penetrantes. Outros possuem uma penetrância incompleta, ou seja, apenas uma parcela dos portadores do genótipo apresenta o fenótipo correspondente. Observe que o conceito de penetrância está relacionado à expressividade do gene em um conjunto de indivíduos, sendo apresentado em termos percentuais. Assim, por exemplo, podemos falar que a penetrância para o gene para a doença de Huntington é de 100%, o que quer dizer que 100% dos portadores desse gene apresentam (expressam) o fenótipo correspondente. Noções de probabilidade aplicadas à genética Acredita-se que um dos motivos para as idéias de Mendel permanecerem incompreendidas durante mais de 3 décadas foi o raciocínio matemático que continham. Mendel partiu do princípio que a formação dos gametas seguia as leis da probabilidade, no tocante a distribuição dos fatores. Princípios básicos de probabilidade Probabilidade é a chance que um evento tem de ocorrer, entre dois ou mais eventos possíveis. Por exemplo, ao lançarmos uma moeda, qual a chance dela cair com a face cara voltada para cima? E em um baralho de 52 cartas, qual a chance de ser sorteada uma carta do naipe ouros?

8 Eventos aleatórios Eventos como obter cara ao lançar uma moeda, sortear um ás de ouros do baralho, ou obter face 6 ao jogar um dado são denominados eventos aleatórios (do latim alea, sorte) porque cada um deles tem a mesma chance de ocorrer em relação a seus respectivos eventos alternativos. Veja a seguir as probabilidades de ocorrência de alguns eventos aleatórios. Tente explicar por que cada um deles ocorre com a probabilidade indicada. A probabilidade de sortear uma carta de espadas de um baralho de 52 cartas é de ¼ A probabilidade de sortear um rei qualquer de um baralho de 52 cartas é de 1/13. A probabilidade de sortear o rei de espadas de um baralho de 52 cartas é de 1/52. A formação de um determinado tipo de gameta, com um outro alelo de um par de genes, também é um evento aleatório. Um indivíduo heterozigoto Aa tem a mesma probabilidade de formar gametas portadores do alelo A do que de formar gametas com o alelo a (1/2 A: 1/2 a). Eventos independentes Quando a ocorrência de um evento não afeta a probabilidade de ocorrência de um outro, fala-se em eventos independentes. Por exemplo, ao lançar várias moedas ao mesmo tempo, ou uma mesma moeda várias vezes consecutivas, um resultado não interfere nos outros. Por isso, cada resultado é um evento independente do outro. Da mesma maneira, o nascimento de uma criança com um determinado fenótipo é um evento independente em relação ao nascimento de outros filhos do mesmo casal. Por exemplo, imagine uma casal que já teve dois filhos homens; qual a probabilidade que uma terceira criança seja do sexo feminino? Uma vez que a formação de cada filho é um evento independente, a chance de nascer uma menina, supondo que homens e mulheres nasçam com a mesma freqüência, é 1/2 ou 50%, como em qualquer nascimento. A regra do e A teoria das probabilidades diz que a probabilidade de dois ou mais eventos independentes ocorrerem conjuntamente é igual ao produto das probabilidades de ocorrerem separadamente. Esse princípio é conhecido popularmente como regra do e, pois corresponde a pergunta: qual a probabilidade de ocorrer um evento E outro, simultaneamente?

9 Suponha que você jogue uma moeda duas vezes. Qual a probabilidade de obter duas caras, ou seja, cara no primeiro lançamento e cara no segundo? A chance de ocorrer cara na primeira jogada é, como já vimos, igual a ½; a chance de ocorrer cara na segunda jogada também é igual a1/2. Assim a probabilidade desses dois eventos ocorrer conjuntamente é 1/2 X 1/2 = 1/4. No lançamento simultâneo de três dados, qual a probabilidade de sortear face 6 em todos? A chance de ocorrer face 6 em cada dado é igual a 1/6. Portanto a probabilidade de ocorrer face 6 nos três dados é 1/6 X 1/6 X 1/6 = 1/216. Isso quer dizer que a obtenção de três faces 6 simultâneas se repetirá, em média, 1 a cada 216 jogadas. Um casal quer ter dois filhos e deseja saber a probabilidade de que ambos sejam do sexo masculino. Admitindo que a probabilidade de ser homem ou mulher é igual a ½, a probabilidade de o casal ter dois meninos é 1/2 X 1/2, ou seja, ¼. A regra do ou Outro princípio de probabilidade diz que a ocorrência de dois eventos que se excluem mutuamente é igual à soma das probabilidades com que cada evento ocorre. Esse princípio é conhecido popularmente como regra do ou, pois corresponde à pergunta: qual é a probabilidade de ocorrer um evento OU outro? Por exemplo, a probabilidade de obter cara ou coroa, ao lançarmos uma moeda, é igual a 1, porque representa a probabilidade de ocorrer cara somada à probabilidade de ocorrer coroa (1/2 + 1/2 =1). Para calcular a probabilidade de obter face 1 ou face 6 no lançamento de um dado, basta somar as probabilidades de cada evento: 1/6 + 1/6 = 2/6. Em certos casos precisamos aplicar tanto a regra do e como a regra do ou em nossos cálculos de probabilidade. Por exemplo, no lançamento de duas moedas, qual a probabilidade de se obter cara em uma delas e coroa na outra? Para ocorrer cara na primeira moeda E coroa na segunda, OU coroa na primeira e cara na segunda. Assim nesse caso se aplica a regra do e combinada a regra do ou. A probabilidade de ocorrer cara E coroa (1/2 X 1/2 = 1/4) OU coroa e cara (1/2 X 1/2 = 1/4) é igual a 1/2 (1/4 + 1/4). O mesmo raciocínio se aplica aos problemas da genética. Por exemplo, qual a probabilidade de uma casal ter dois filhos, um do sexo masculino e outro do sexo feminino? Como já vimos, a probabilidade de uma criança ser do sexo masculino é ½ e de ser do sexo feminino também é de ½. Há duas maneiras de uma casal ter um menino e uma menina: o primeiro filho ser menino E o segundo filho ser menina (1/2 X 1/2 = 1/4) OU o primeiro ser menina e o segundo ser menino (1/2 X 1/2 = 1/4). A probabilidade final é 1/4 + 1/4 = 2/4, ou 1/2.

10 Alelos múltiplos na determinação de um caráter Como sabemos, genes alelos são os que atuam na determinação de um mesmo caráter e estão presentes nos mesmo loci (plural de lócus, do latim, local) em cromossomos homólogos. Até agora, só estudamos casos em que só existiam dois tipos de alelos para uma dada característica (alelos simples), mas há caso em que mais de dois tipos de alelos estão presentes na determinação de um determinado caráter na população. Esse tipo de herança é conhecido como alelos múltiplos (ou polialelia). Apesar de poderem existir mais de dois alelos para a determinação de um determinado caráter, um indivíduo diplóide apresenta apenas um par de alelos para a determinação dessa característica, isto é, um alelo em cada lócus do cromossomo que constitui o par homólogo. São bastante frequentes os casos de alelos múltiplos tanto em animais como em vegetais, mas são clássicos os exemplos de polialelia na determinação da cor da pelagem em coelhos e na determinação dos grupos sanguíneos do sistema ABO em humanos. Um exemplo bem interessante e de fácil compreensão, é a determinação da pelagem em coelhos, onde podemos observar a manifestação genética de uma série com quatro genes alelos: o primeiro C, expressando a cor Aguti ou Selvagem; o segundo C ch, transmitindo a cor Chinchila; o terceiro C h, representando a cor Himalaia; e o quarto alelo C a, responsável pela cor Albina. Sendo a relação de dominância C > C ch > C h > C a O gene C é dominante sobre todos os outros três, o C ch dominante em relação ao himalaia e ao albino, porém recessivo perante o aguti, e assim sucessivamente. O quadro abaixo representa as combinações entre os alelos e os fenótipos resultantes. Genótipo CC, C C ch, C C h e C C a C ch C ch, C ch C h e C ch C a C h C h e Ch C a C a C a Fenótipo Selvagem ou aguti Chinchila Himalaia Albino

11 A diferença na cor da pelagem do coelho em relação à cor da semente das ervilhas é que agora temos mais genes diferentes atuando (4), em relação aos dois genes clássicos. No entanto, é fundamental saber a 1ª lei de Mendel continua sendo obedecida, isto é, para a determinação da cor da pelagem, o coelho terá dois dos quatro genes. A novidade é que o número de genótipos e fenótipos é maior quando comparado, por exemplo, com a cor da semente de ervilha. O surgimento dos alelos múltiplos (polialelia) deve-se a uma das propriedades do material genético, que é a de sofrer mutações. Assim, acredita-se que a partir do gene C (aguti), por um erro acidental na duplicação do DNA, originou-se o gene C ch (chinchila). A existência de alelos múltiplos é interessante para a espécie, pois haverá maior variabilidade genética, possibilitando mais oportunidade para adaptação ao ambiente (seleção natural).

Heredogramas. Capítulo 2 Item 4 Pág. 214 a 216. 2ª Série Ensino Médio Professora Priscila Binatto Fev/ 2013

Heredogramas. Capítulo 2 Item 4 Pág. 214 a 216. 2ª Série Ensino Médio Professora Priscila Binatto Fev/ 2013 Heredogramas Capítulo 2 Item 4 Pág. 214 a 216 2ª Série Ensino Médio Professora Priscila Binatto Fev/ 2013 O que é um heredograma? Também chamado do pedigree ou genealogia. Representa as relações de parentesco

Leia mais

Princípios básicos de probabilidade e aplicação à genética

Princípios básicos de probabilidade e aplicação à genética Princípios básicos de probabilidade e aplicação à genética 1ª Parte: Princípios básicos de probabilidade Probabilidade é a chance que um evento tem de ocorrer, entre dois ou mais eventos possíveis. Por

Leia mais

Suponha que em uma certa espécie diploide exista um caráter relacionado com uma série de quatro alelos (alelos múltiplos).

Suponha que em uma certa espécie diploide exista um caráter relacionado com uma série de quatro alelos (alelos múltiplos). Suponha que em uma certa espécie diploide exista um caráter relacionado com uma série de quatro alelos (alelos múltiplos). Em um determinado indivíduo da espécie referida, o número máximo de alelos representados

Leia mais

COLÉGIO DELTA PROFESSOR FLÁUDIO

COLÉGIO DELTA PROFESSOR FLÁUDIO COLÉGIO DELTA PROFESSOR FLÁUDIO Primeira e Segunda Leis de Mendel Conceitos Gerais Gene Cromossomo Cromossomos Homólogos Cromossomos Autossômicos Cromossomos Sexuais Genótipo Fenótipo Gene Genética clássica:

Leia mais

Transmissão das características hereditárias

Transmissão das características hereditárias Transmissão das características hereditárias Conceito de Linha pura Indivíduos que cruzados entre si, originam sempre descendentes iguais entre si e iguais ao progenitor, para o carater considerado. A

Leia mais

Fundamentos da Genética

Fundamentos da Genética Estudante: Educadora: Daiana Araújo 8º Ano/Turma: Data / /2016 C.Curricular: Ciências Naturais Fundamentos da Genética Hereditariedade é a transferência de informações sobre as características próprias

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS EXTRA GENÉTICA 3º A/B PROFª CLAUDIA LOBO

LISTA DE EXERCÍCIOS EXTRA GENÉTICA 3º A/B PROFª CLAUDIA LOBO LISTA DE EXERCÍCIOS EXTRA GENÉTICA 3º A/B PROFª CLAUDIA LOBO 1. (Unesp) Observe as cenas do filme A perigosa ideia de Charles Darwin. Neste trecho do filme, Darwin, desolado com a doença de sua filha Annie,

Leia mais

FICHA DE TRABALHO DE BIOLOGIA 12º ANO Hereditariedade Humana

FICHA DE TRABALHO DE BIOLOGIA 12º ANO Hereditariedade Humana FICHA DE TRABALHO DE BIOLOGIA 12º ANO Hereditariedade Humana Exercício 1 O Sr. José da Silva, um pequeno criador de porcos do Alentejo, desejando melhorar a qualidade de sua criação, comprou um porco de

Leia mais

1) Em urtigas o caráter denteado das folhas domina o caráter liso. Numa experiência de polinização cruzada, foi

1) Em urtigas o caráter denteado das folhas domina o caráter liso. Numa experiência de polinização cruzada, foi Lista de Exercícios de Genética Nome: no. º ano EM Profa. Deborah Del Grossi L. Prado Parte I: 1ª Lei de Mendel 1) Em urtigas o caráter denteado das folhas domina o caráter liso. Numa experiência de polinização

Leia mais

HERANÇAS AUTOSSÔMICAS

HERANÇAS AUTOSSÔMICAS 1 HERANÇAS AUTOSSÔMICAS CONCEITOS Célula Diplóide ou 2n = possui o número duplo de cromossomos. Células Haplóide ou n = possui o número impar de cromossomos. Células somáticas = células do corpo. Cromossomos

Leia mais

Matéria: Biologia Professora: Mariana Bregalda de Castro Aula 2 - Capítulo 2. Introdução a genética clássica. Gametas:

Matéria: Biologia Professora: Mariana Bregalda de Castro Aula 2 - Capítulo 2. Introdução a genética clássica. Gametas: Matéria: Biologia Professora: Mariana Bregalda de Castro Aula 2 - Capítulo 2. Introdução a genética clássica 2.1. Fundamentos da genética clássica A genética corresponde ao estudo da hereditariedade. Um

Leia mais

1º Lei de Mendel. Prof. Fernando Stuchi

1º Lei de Mendel. Prof. Fernando Stuchi 1º Lei de Mendel Prof. Fernando Stuchi Gregor Johann Mendel, conhecido como pai da genética, foi o responsável por iniciar os estudos dos genes através de cruzamentos de plantas, em especial as ervilhas;

Leia mais

Genética. Resolução de exercícios! Vai filhããão! Prof. Rafael Rosolen T Zafred

Genética. Resolução de exercícios! Vai filhããão! Prof. Rafael Rosolen T Zafred Genética Resolução de exercícios! 1...2...3... Vai filhããão! Prof. Rafael Rosolen T Zafred Revisão Dominante x Recessivo Heterozigoto x Homozigoto Domina o outro gene; UM gene manifesta o fenótipo; DOIS

Leia mais

2ª Ficha de Trabalho para Avaliação de Biologia GRUPO I

2ª Ficha de Trabalho para Avaliação de Biologia GRUPO I 2ª Ficha de Trabalho para Avaliação de Biologia Em cada um dos exercícios que se segue, consoante a situação, assinale com um círculo a opção que considerar correcta ou preencha o espaço destinado com

Leia mais

2ª Ficha de Trabalho para Avaliação Biologia (12º ano)

2ª Ficha de Trabalho para Avaliação Biologia (12º ano) 2ª Ficha de Trabalho para Avaliação Biologia (12º ano) Ano Lectivo: 2008/2009 Nome: Nº Turma: CT Curso: CH-CT Data: 27/11/2008 Docente: Catarina Reis NOTA: Todas as Respostas são obrigatoriamente dadas

Leia mais

A g r u p a m e n t o d e E s c o l a s A n t ó n i o A l v e s A m o r i m

A g r u p a m e n t o d e E s c o l a s A n t ó n i o A l v e s A m o r i m A g r u p a m e n t o d e E s c o l a s A n t ó n i o A l v e s A m o r i m L o u r o s a CIÊNCIAS NATURAIS 9º ano FICHA DE AVALIAÇÃO Ano Letivo 2011/2012 Classificação: Professora: Enc. Educação: Nome:

Leia mais

BIOLOGIA. Hereditariedade e diversidade da vida. 1ª e 2ª leis de Mendel Parte 3. Professor: Alex Santos

BIOLOGIA. Hereditariedade e diversidade da vida. 1ª e 2ª leis de Mendel Parte 3. Professor: Alex Santos BIOLOGIA Hereditariedade e diversidade da vida Parte 3 Professor: Alex Santos Tópicos em abordagem: Parte 3 Extensões as Leis de Mendel: Visão geral I Ausência de dominância II Codominância III Genes letais

Leia mais

3ª Ficha de Trabalho para Avaliação Biologia (12º ano)

3ª Ficha de Trabalho para Avaliação Biologia (12º ano) 3ª Ficha de Trabalho para Avaliação Biologia (12º ano) Ano Lectivo: 2008/2009 Nome: Nº Turma: CT Curso: CH-CT Data: 22/1/2009 Docente: Catarina Reis NOTA: Todas as Respostas são obrigatoriamente dadas

Leia mais

2. TIPOS DE DOMINÂNCIA pag. 19

2. TIPOS DE DOMINÂNCIA pag. 19 2. TIPOS DE DOMINÂNCIA pag. 19 Dominância Completa Dominância incompleta ou ausência de dominância Codominância 2. TIPOS DE DOMINÂNCIA pág. 19 Dominância Completa: No caso da ervilha de Mendel, a presença

Leia mais

Revisão geral 8º ANO.

Revisão geral 8º ANO. Revisão geral 8º ANO. Cromossomos e Determinação do sexo biológico 46 Cromossomos (Total) 44 Cromossomos Autossomos 2 Cromossomos Sexuais Cariótipo e Cariograma XX (Feminino) XY (Masculino) Genes Alelos

Leia mais

PROFESSORA: TÉRCIO CÂMARA DISCIPLINA: BIOLOGIA CONTEÚDO: REVISANDO

PROFESSORA: TÉRCIO CÂMARA DISCIPLINA: BIOLOGIA CONTEÚDO: REVISANDO PROFESSORA: TÉRCIO CÂMARA DISCIPLINA: BIOLOGIA CONTEÚDO: REVISANDO Probabilidade é a relação entre um ou mais eventos esperados e o número de eventos possíveis. P(n) = eventos esperados eventos possíveis

Leia mais

Genética. Gregor Mendel (1866)

Genética. Gregor Mendel (1866) Genética Gregor Mendel (1866) Fundamentos da genética moderna Experimentos com Pisum sativum Sucesso dos resultados deveu-se ao controle dos cruzamentos, reprodução rápida, características contrastantes

Leia mais

(Biometria) (Probabilidade)

(Biometria) (Probabilidade) Probabilidade (Biometria) Livro texto: Genética na Agropecuária (Biometria) RAMALHO, M.A.P., SANTOS, J.B., PINTO, C.A.B.P. 2ª ed. Lavras UFLA, 2000 Genética Básica On-Line (Probabilidade) Profº: Glauco

Leia mais

Polialelia, Sangue e Sexo

Polialelia, Sangue e Sexo Polialelia, Sangue e Sexo 1. (Mack-2007) Uma mulher casa-se com um homem que apresentou eritroblastose fetal ao nascer. O parto do primeiro filho transcorre normalmente, mas o segundo filho apresenta eritroblastose.

Leia mais

PROBABILIDADE GENÉTICA

PROBABILIDADE GENÉTICA Disciplina: Biologia Série: 2ª série EM - 1º TRIM Professora: Ivone Azevedo da Fonseca Assunto: Probabilidade Genética PROBABILIDADE GENÉTICA A CIÊNCIA E AS LEIS DAS PROBABILIDADES - Podemos prevenir ou

Leia mais

Menino ou menina? Exercício 1 Vamos lembrar então o que são genes e cromossomos. Volte à Aula 20 e dê as definições: a) Gene... b) Cromossomo...

Menino ou menina? Exercício 1 Vamos lembrar então o que são genes e cromossomos. Volte à Aula 20 e dê as definições: a) Gene... b) Cromossomo... A UU L AL A Menino ou menina? Quando um casal descobre que vai ter um filho, a primeira curiosidade é saber se nascerá um menino ou uma menina. Mas será que os futuros pais, ou mesmo as pessoas que não

Leia mais

Soluções para 7.012 Conjunto de Problemas 2

Soluções para 7.012 Conjunto de Problemas 2 Soluções para 7.012 Conjunto de Problemas 2 Pergunta 1 Nos unicórnios, a cor da pelagem (marrom ou branca) é controlada por um único gene com dois alelos, A e a. O fenótipo marrom é dominante sobre o fenótipo

Leia mais

Aula: Genética I. (1ª e 2ª leis de Mendel e Polialelia).

Aula: Genética I. (1ª e 2ª leis de Mendel e Polialelia). Aula: Genética I (1ª e 2ª leis de Mendel e Polialelia). PROFESSOR: Brenda Braga DATA:26/06/2014 Conceitos Básicos A genética básica estuda os princípios da hereditariedade ou herança biológica. Gene =

Leia mais

GENÉTICA 2ª Lei de Mendel, Probabilidade (regra do e e do ou )

GENÉTICA 2ª Lei de Mendel, Probabilidade (regra do e e do ou ) GENÉTICA 2ª Lei de Mendel, Probabilidade (regra do e e do ou ) 2ª Lei de Mendel Na formação dos gametas, dois ou mais pares de genes, situados em pares de cromossomos diferentes, separam-se independentemente.

Leia mais

Apostila de Introdução à Genética

Apostila de Introdução à Genética Apostila de Introdução à Genética Prof. Mário César Castro 8ª Série Ciências Naturais 2013 GENÉTICA CONCEITOS BÁSICOS Genética - Ciência que estuda a hereditariedade-transmissão das características de

Leia mais

Teoria da Seleção natural. Victor Martin Quintana Flores

Teoria da Seleção natural. Victor Martin Quintana Flores Teoria da Seleção natural Victor Martin Quintana Flores Supondo a seguinte população de 8 indivíduos duos Aa AA aa aa AA Aa AA Aa Freqüência de AA = 3/8 = 0,375 Freqüência de Aa = 3/8 = 0,375 Freqüência

Leia mais

C O L É G I O F R A N C O - B R A S I L E I R O

C O L É G I O F R A N C O - B R A S I L E I R O C O L É G I O F R A N C O - B R A S I L E I R O Nota: Nome: N.º: Turma: Professor: Série: 2ª Data: / / 2014 RECUPERAÇÃO PARALELA DE BIOLOGIA (10,0 pontos) Instruções para a realização da avaliação: 1.

Leia mais

Genética Humana. Faculdade Anísio Teixeira. Prof João Ronaldo Neto

Genética Humana. Faculdade Anísio Teixeira. Prof João Ronaldo Neto Genética Humana Faculdade Anísio Teixeira Prof João Ronaldo Neto Segregação Genética Herança Monogênica Monogênica ou monoibridismo aplica-se a casos em que apenas um par de alelos de um gene está envolvido

Leia mais

CRUZAMENTO-TESTE e RETROCRUZAMENTO pg.20

CRUZAMENTO-TESTE e RETROCRUZAMENTO pg.20 CRUZAMENTO-TESTE e RETROCRUZAMENTO pg.20 Como descobrir se é VV ou Vv? Para descobrir se um indivíduo portador de um caráter dominante é homozigoto ou heterozigoto, basta cruzá-lo com um indivíduo recessivo

Leia mais

CRUZAMENTO-TESTE e RETROCRUZAMENTO pg.20

CRUZAMENTO-TESTE e RETROCRUZAMENTO pg.20 CRUZAMENTO-TESTE e RETROCRUZAMENTO pg.20 Como descobrir se é VV ou Vv? Para descobrir se um indivíduo portador de um caráter dominante é homozigoto ou heterozigoto, basta cruzá-lo com um indivíduo recessivo

Leia mais

CADERNO DE EXERCÍCIOS 3D

CADERNO DE EXERCÍCIOS 3D CADERNO DE EXERCÍCIOS 3D Ensino Médio Ciências da Natureza Questão Conteúdo 01 Fórmula estrutural de compostos orgânicos H25 e H26 02 Conceitos em Genética, Doenças Hereditárias H66/ H68 03 Ciclo do Nitrogênio

Leia mais

CAPÍTULO 1 p. 12 Primeira Lei de Mendel Filhos costumam apresentar algumas características físicas dos pais. Mas, apesar das semelhanças, não são

CAPÍTULO 1 p. 12 Primeira Lei de Mendel Filhos costumam apresentar algumas características físicas dos pais. Mas, apesar das semelhanças, não são PROBLEMATIZAÇÃO Por que os filhos são parecidos c/os pais? Por que não são idênticos aos pais? Por que gatos geram gatinhos e não cachorros, por exemplo? O que é hereditariedade? Como são passadas as características

Leia mais

Biologia Genética Difícil [10 Questões]

Biologia Genética Difícil [10 Questões] Biologia Genética Difícil [10 Questões] 01 - (UFF RJ) Numa população em equilíbrio Hardy-Weinberg a freqüência do alelo dominante para um dado locus autossômico e dialélico é 0,6. Portanto, a freqüência

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO INDEPENDENTE

DISTRIBUIÇÃO INDEPENDENTE INTERAÇÃO ALÉLICA DISTRIBUIÇÃO INDEPENDENTE AA x aa -> Aa (lisa) -> fenótipo resulta da ação combinada dos dois alelos -> Interação alélica 2ª LEI DE MENDEL Interações Gênicas Tipos de Interação Alélica:

Leia mais

Genealogias, Heredogramas ou Árvores Genealógicas pg.25

Genealogias, Heredogramas ou Árvores Genealógicas pg.25 Genealogias, Heredogramas ou Árvores Genealógicas pg.25 Genealogias ou Heredogramas São esquemas que apresentam, com uma série de símbolos, os indivíduos de uma família. Os símbolos indicam: o grau de

Leia mais

Assim ele percebeu que a cor verde não tinha simplesmente desaparecido na geração F1, ela

Assim ele percebeu que a cor verde não tinha simplesmente desaparecido na geração F1, ela GENÉTICA 1ª PARTE Mendel (1822 1884) O pai da genética Mendel era filho de camponeses pores e se tornou monge. Cursou Matemática e Ciências Naturais na Universidade de Viena, onde se interessou pelas causas

Leia mais

1ª e 2ª LEI DE MENDEL Um par de alelos um caráter Dois pares de alelos dois caracteres INTERAÇÃO GÊNICA PLEIOTROPIA

1ª e 2ª LEI DE MENDEL Um par de alelos um caráter Dois pares de alelos dois caracteres INTERAÇÃO GÊNICA PLEIOTROPIA CAPÍTULO 5 - INTERAÇÃO GÊNICA, POLIGENIA e PLEIOTROPIA - pág. 73 Leitura do texto - A cor dos olhos Cor dos olhos = cor da íris. A melanina dá cor e protege contra radiação ultravioleta. A íris controla

Leia mais

Aula 25 Teorias da evolução

Aula 25 Teorias da evolução Aula 25 Teorias da evolução A grande variabilidade dos seres vivos e o grande número de espécies atuais, segundo a teoria evolucionista, originaram-se de espécies preexistentes mais simples, que evoluíram,

Leia mais

Noções básicas de hereditariedade. Isabel Dias CEI

Noções básicas de hereditariedade. Isabel Dias CEI Noções básicas de hereditariedade Os seres humanos apresentam características que os distinguem dos seres vivos de outras espécies mas também apresentam características que os distinguem dos outros indivíduos

Leia mais

Gene tica. O que é genética? É o estudo dos genes e de sua transmissão para as futuras gerações. Genética Clássica -> Mendel(1856)

Gene tica. O que é genética? É o estudo dos genes e de sua transmissão para as futuras gerações. Genética Clássica -> Mendel(1856) Gene tica Conceitos básicos Na semente estão contidas todas as partes do corpo do homem que serão formadas. A criança que se desenvolve no útero da mãe tem as raízes da barba e do cabelo que nascerão um

Leia mais

CURSO: ENSINO MÉDIO A B C D E F G SÉRIE: 1ª TURNO: MANHÃ DATA: NOV/14 NOME DO ALUNO:

CURSO: ENSINO MÉDIO A B C D E F G SÉRIE: 1ª TURNO: MANHÃ DATA: NOV/14 NOME DO ALUNO: NOTA DISCIPLINA: BIOLOGIA EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES BIMESTRE: 4º CURSO: ENSINO MÉDIO A B C D E F G SÉRIE: 1ª TURNO: MANHÃ DATA: NOV/14 NOME DO ALUNO: N.º: PROFESSORA: ROSANGELA ALMEIDA VICTOR 1.- (PUC/SP)

Leia mais

Biologia e Ciências Naturais. Prof. Paulo Henrique Mueller.

Biologia e Ciências Naturais. Prof. Paulo Henrique Mueller. Prof. Paulo Henrique Mueller GENÉTICA É a ciência que estuda o material hereditário e os mecanismos de transmissão ao longo das gerações. É o processo pelo qual as características são passadas dos genitores

Leia mais

Genética. A hereditariedade

Genética. A hereditariedade Genética A hereditariedade Prof. Toscano 1. Termos e expressões 2. Mendel 3. Experimentos de Mendel 4. Primeira lei de Mendel 5. Segunda lei de Mendel Ramo da biologia que estuda a hereditariedade, ou

Leia mais

Bio. Bio. Monitor: Sarah Elis

Bio. Bio. Monitor: Sarah Elis Professor: Rubens Oda Monitor: Sarah Elis Exercícios sobre a primeira lei de Mendel e probabilidades 06 set EXERCÍCIOS DE AULA 1. Em uma certa espécie de mamíferos, há um caráter mendeliano com co-dominância

Leia mais

LISTA REC 1º BIM BIOLOGIA

LISTA REC 1º BIM BIOLOGIA LISTA REC 1º BIM Professora: JANDER SÉRIE: 3º ANO DATA: / / BIOLOGIA Genética: - Segunda Lei de Mendel - Análise de heredogramas - Interações Gênicas Roteiro de Recuperação Terceiro Ano Pagina 1 de 5 Lista

Leia mais

O que significa probabilidade? Qual a probabilidade de que no lançamento de uma moeda a face CARA esteja voltada para cima? Qual a probabilidade de

O que significa probabilidade? Qual a probabilidade de que no lançamento de uma moeda a face CARA esteja voltada para cima? Qual a probabilidade de O que significa probabilidade? Qual a probabilidade de que no lançamento de uma moeda a face CARA esteja voltada para cima? Qual a probabilidade de que uma mulher grávida tenha um filho do sexo masculino?

Leia mais

5) Qual a probabilidade de sair um ás de ouros quando retiramos uma carta de um baralho de 52 cartas?

5) Qual a probabilidade de sair um ás de ouros quando retiramos uma carta de um baralho de 52 cartas? TERCEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS DE PROBABILIDADE CURSO: MATEMÁTICA PROF. LUIZ CELONI 1) Dê um espaço amostral para cada experimento abaixo. a) Uma urna contém bolas vermelhas (V), bolas brancas (B) e bolas

Leia mais

Caique Tavares. Probabilidade Parte 1

Caique Tavares. Probabilidade Parte 1 Caique Tavares Probabilidade Parte 1 Probabilidade: A teoria das probabilidades é um ramo da Matemática que cria, elabora e pesquisa modelos para estudar experimentos ou fenômenos aleatórios. Principais

Leia mais

Exercícios de Genética

Exercícios de Genética Exercícios de Genética 1ª Lei de Mendel Questão 1: Em urtigas o caráter denteado das folhas domina o caráter liso. Numa experiência de polinização cruzada, foi obtido o seguinte resultado: 89 denteadas

Leia mais

PRINCÍPIOS MENDELIANOS: SEGREGAÇÃO ALÉLICA E INDEPENDENTE

PRINCÍPIOS MENDELIANOS: SEGREGAÇÃO ALÉLICA E INDEPENDENTE PRINCÍPIOS MENDELIANOS: SEGREGAÇÃO ALÉLICA E INDEPENDENTE Prof a. Dr a. Jaqueline Carvalho de Oliveira Mendel O monge Gregor Mendel (1822-1884), República Tcheca Experimentos com ervilhas Fonte Wikipedia

Leia mais

Gregor Mendel. Nasceu em 1822, em Heinzendorf, República Tcheca.

Gregor Mendel. Nasceu em 1822, em Heinzendorf, República Tcheca. Herança Mendeliana Gregor Mendel Nasceu em 1822, em Heinzendorf, República Tcheca. Monastério de Mendel Estátua de Mendel ao fundo Canteiro de begônias vermelhas e brancas representando os padrões de herança.

Leia mais

GENÉTICA Profº Júlio César Arrué dos Santos

GENÉTICA Profº Júlio César Arrué dos Santos FONTE: www.klickeducacao.com.br GENÉTICA Profº Júlio César Arrué dos Santos História Mentor Gregor Mendel (1822 a 1884); Formação Matemática e Ciências Naturais; Pesquisa Variabilidade genética de plantas

Leia mais

ATIVIDADES. BC.08: Meiose BIOLOGIA. b) Qual é a função da estrutura cromossômica indicada pela seta na figura D?

ATIVIDADES. BC.08: Meiose BIOLOGIA. b) Qual é a função da estrutura cromossômica indicada pela seta na figura D? ATIVIDADES 1. (UEL 2006) Analise o gráfico a seguir. b) Qual é a função da estrutura cromossômica indicada pela seta na figura D? 3. (UFSC 2005-adaptada) A Mitose e a Meiose são importantes processos biológicos,

Leia mais

BIOLOGIA QUESTÕES DE GENÉTICA

BIOLOGIA QUESTÕES DE GENÉTICA QUESTÕES DE GENÉTICA 01. (Fac. Objetivo-SP) Em camundongos o genótipo aa é cinza; Aa é amarelo e AA morre no início do desenvolvimento embrionário. Que descendência se espera do cruzamento entre um macho

Leia mais

DISTROFIAS DISTROFIA MUSCULA R DO TIPO DUCHENNE (DMD)

DISTROFIAS DISTROFIA MUSCULA R DO TIPO DUCHENNE (DMD) Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira DISTROFIAS As Distrofias Musculares Progressivas (DMPs) englobam um grupo de doenças genéticas, que

Leia mais

10) (UFPA) Usando seus conhecimentos de probabilidade, Mendel chegou às seguintes conclusões, com exceção de uma delas. Indique-a:

10) (UFPA) Usando seus conhecimentos de probabilidade, Mendel chegou às seguintes conclusões, com exceção de uma delas. Indique-a: 1) Em urtigas o caráter denteado das folhas domina o caráter liso. Numa experiência de polinização cruzada, foi obtido o seguinte resultado: 89 denteadas e 29 lisas. A provável fórmula genética dos cruzantes

Leia mais

NDMAT Núcleo de Desenvolvimentos Matemáticos

NDMAT Núcleo de Desenvolvimentos Matemáticos 01) Em um edifício residencial com 54 apartamentos, 36 condôminos pagam taxa de condomínio de R$ 180,00; para os demais, essa taxa é de R$ 240,00. Qual é o valor da taxa média de condomínio nesse edifício?

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Ciências Biológicas Departamento de Genética BG403 - GENÉTICA ANIMAL. Lista de Exercícios

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Ciências Biológicas Departamento de Genética BG403 - GENÉTICA ANIMAL. Lista de Exercícios UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Ciências Biológicas Departamento de Genética Profa Angelica Boldt BG403 - GENÉTICA ANIMAL Lista de Exercícios T7 GENÉTICA DE POPULAÇÕES 1) As propriedades genéticas

Leia mais

GOIÂNIA, / / PROFESSOR: Mário Neto. DISCIPLINA: Ciências da Natureza SÉRIE: 3º. ALUNO(a):

GOIÂNIA, / / PROFESSOR: Mário Neto. DISCIPLINA: Ciências da Natureza SÉRIE: 3º. ALUNO(a): GOIÂNIA, / / 2016 PROFESSOR: Mário Neto DISCIPLINA: Ciências da Natureza SÉRIE: 3º ALUNO(a): NOTA: No Anhanguera você é + Enem 1) Em urtigas o caráter denteado das folhas domina o caráter liso. Numa experiência

Leia mais

Genética Conceitos Básicos. Professor Fláudio

Genética Conceitos Básicos. Professor Fláudio Genética Conceitos Básicos Professor Fláudio O que é genética? É o estudo dos genes e de sua transmissão para as gerações futuras. É dividida em: - Genética Clássica Mendel (1856 1865) - Genética Moderna

Leia mais

Nome: Exercícios de Genética (Conceitos e 1a. Lei de Mendel) Atividade Avaliativa 0 a 2,5

Nome: Exercícios de Genética (Conceitos e 1a. Lei de Mendel) Atividade Avaliativa 0 a 2,5 Nome: Exercícios de Genética (Conceitos e 1a. Lei de Mendel) Atividade Avaliativa 0 a 2,5 Turma 3o. Ano A/B disciplina Biologia Professora Carina Justino 1. Um casal buscou um serviço de aconselhamento

Leia mais

Primeira Lei de Mendel e Heredogramas

Primeira Lei de Mendel e Heredogramas Primeira Lei de Mendel e Heredogramas Primeira Lei de Mendel e Heredogramas 1. O heredograma refere-se a uma característica controlada por um único par de genes (A e a). Assim, em relação a esta característica,

Leia mais

SOLUÇÕES N2 2015. item a) O maior dos quatro retângulos tem lados de medida 30 4 = 26 cm e 20 7 = 13 cm. Logo, sua área é 26 x 13= 338 cm 2.

SOLUÇÕES N2 2015. item a) O maior dos quatro retângulos tem lados de medida 30 4 = 26 cm e 20 7 = 13 cm. Logo, sua área é 26 x 13= 338 cm 2. Solução da prova da 1 a fase OBMEP 2015 Nível 1 1 SOLUÇÕES N2 2015 N2Q1 Solução O maior dos quatro retângulos tem lados de medida 30 4 = 26 cm e 20 7 = 13 cm. Logo, sua área é 26 x 13= 338 cm 2. Com um

Leia mais

LISTA - CICLOS DE VIDA - PROF. NETTO (3ª SÉRIES E EXTENSIVO) *** Gabarito Final da Lista ***

LISTA - CICLOS DE VIDA - PROF. NETTO (3ª SÉRIES E EXTENSIVO) *** Gabarito Final da Lista *** LISTA - CICLOS DE VIDA - PROF. NETTO (3ª SÉRIES E EXTENSIVO) *** Gabarito Final da Lista *** 1)Qual dos seguintes eventos ocorre no ciclo de vida de toda espécie com reprodução sexuada? a) Diferenciação

Leia mais

CAPÍTULO 2: Redescoberta do trabalho de Mendel, mono-hibridismo e estudo de heredogramas. Biologia I Prof. João

CAPÍTULO 2: Redescoberta do trabalho de Mendel, mono-hibridismo e estudo de heredogramas. Biologia I Prof. João CAPÍTULO 2: Redescoberta do trabalho de Mendel, mono-hibridismo e estudo de heredogramas Biologia I Prof. João Mendel foi o pai da Genética, mas por pouco: No início do século XX: Interpretando a descoberta

Leia mais

Lista 1 - Ciências Biológicas 2

Lista 1 - Ciências Biológicas 2 Lista 1 - Ciências Biológicas 2 Segunda Lei de Mendel, alelos múltiplos e grupo sanguíneo LISTA 1 - BIO 2 SEGUNDA LEI DE MENDEL, ALELOS MÚLTIPLOS E GRUPO SANGUÍNEO Segunda Lei de Mendel, alelos múltiplos

Leia mais

Revisão para Prova 2017

Revisão para Prova 2017 Revisão para Prova 2017 Confira questões resolvidas sobre a 1ª Lei de Mendel: 1) (UFMG) - Representação esquemática do núcleo de uma célula em meiose. A segregação dos alelos, descoberta por Mendel, ocorre

Leia mais

QUESTÕES DE GENÉTICA - PROFESSORA: THAÍS ALVES 30/05/2015

QUESTÕES DE GENÉTICA - PROFESSORA: THAÍS ALVES 30/05/2015 QUESTÕES DE GENÉTICA - PROFESSORA: THAÍS ALVES 30/05/2015 01. Em situações problemas relacionadas à genética mendeliana, um dos cálculos probabilísticos utilizados é a aplicação da denominada regra da

Leia mais

1º trimestre Sala de Estudos - Biologia

1º trimestre Sala de Estudos - Biologia 1º trimestre Sala de Estudos - Biologia Ensino Médio 2º ano classe: Prof. Gustavo Baviera Nome: nº Codominância 1. Em uma espécie de planta, o caráter cor da flor tem codominância e herança mendeliana.

Leia mais

1º trimestre Sala de Estudos - Biologia Ensino Médio 2º ano classe: Prof. Gustavo Baviera Nome: nº

1º trimestre Sala de Estudos - Biologia Ensino Médio 2º ano classe: Prof. Gustavo Baviera Nome: nº 1º trimestre Sala de Estudos - Biologia Ensino Médio 2º ano classe: Prof. Gustavo Baviera Nome: nº Codominância 1. Em uma espécie de planta, o caráter cor da flor tem codominância e herança mendeliana.

Leia mais

Bio. Bio. Monitor: Rebeca Khouri

Bio. Bio. Monitor: Rebeca Khouri Bio. Professor: Rubens Oda Monitor: Rebeca Khouri Segunda lei de Mendel 20 set RESUMO Em seus estudos, Mendel descobriu a determinação de características físicas (fenótipo) a partir de combinações genéticas

Leia mais

2ª LEI DE MENDEL Lei da Segregação Independente. DIIBRIDISMO, TRIIBRIDISMO E POLIIBRIDISMO

2ª LEI DE MENDEL Lei da Segregação Independente. DIIBRIDISMO, TRIIBRIDISMO E POLIIBRIDISMO 2ª LEI DE MENDEL Lei da Segregação Independente. DIIBRIDISMO, TRIIBRIDISMO E POLIIBRIDISMO SEGREGAÇÃO INDEPENDENTE DOS CARACTERES Os alelos de dois ou mais genes de um indivíduo segregam-se (separam-se)

Leia mais

ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL FREDERICO GUILHERME SCHMIDT PROFESSORA CRISTIANE SILVA

ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL FREDERICO GUILHERME SCHMIDT PROFESSORA CRISTIANE SILVA ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL FREDERICO GUILHERME SCHMIDT PROFESSORA CRISTIANE SILVA - 2018 Nome: Turma: I GREGOR MENDEL BIOGRAFIA Gregor mendel (1822-1884), ele trabalhou a hereditariedade com plantas de ervilhas

Leia mais

EXERCÍCIOS GENÉTICA MENDELIANA

EXERCÍCIOS GENÉTICA MENDELIANA Lista de exercícios GENÉTICA MENDELIANA 1) "Cada caráter é condicionado por um par de fatores que se separam na formação dos gametas". Mendel ao enunciar essa lei já admitia, embora sem conhecer, a existência

Leia mais

3. Regras de Probabilidade pág. 23

3. Regras de Probabilidade pág. 23 3. Regras de Probabilidade pág. 23 PROBLEMATIZAÇÃO O que significa probabilidade? Qual a probabilidade de que no lançamento de uma moeda a face CARA esteja voltada para cima? Qual a probabilidade de que

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Ciências Biológicas Departamento de Genética BG403 - GENÉTICA ANIMAL. Respostas da lista de exercícios

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Ciências Biológicas Departamento de Genética BG403 - GENÉTICA ANIMAL. Respostas da lista de exercícios UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Ciências Biológicas Departamento de Genética Profa Angelica Boldt BG403 - GENÉTICA ANIMAL Respostas da lista de exercícios T7 GENÉTICA DE POPULAÇÕES 1) a) p(a 1

Leia mais

Variáveis Frequências Gráficos Medidas de Posição Medidas de Dispersão Medidas Complementares Inferência

Variáveis Frequências Gráficos Medidas de Posição Medidas de Dispersão Medidas Complementares Inferência Tipos de Variáveis Problema Motivador: Um pesquisador está interessado em fazer um levantamento sobre aspectos sócio-econômicos dos empregados da seção de orçamentos de uma companhia (vide tabela). Algumas

Leia mais

ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL FREDERICO GUILHERME SCHMIDT PROFESSORA CRISTIANE SILVA

ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL FREDERICO GUILHERME SCHMIDT PROFESSORA CRISTIANE SILVA ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL FREDERICO GUILHERME SCHMIDT PROFESSORA CRISTIANE SILVA - 2016 Nome: Turma: I Cromossomo. (1) Cromatídeo. Cada um dos dois braços idênticos de um cromossomo depois da fase. (2) Centrômero.

Leia mais

Lição 5 Medidas Descritivas Medidas de Dispersão

Lição 5 Medidas Descritivas Medidas de Dispersão 99 Lição 5 Medidas Descritivas Medidas de Dispersão Após concluir o estudo desta lição, esperamos que você possa: identifi car o objetivo das medidas de dispersão; identifi car o conceito de variância;

Leia mais

Professor Fláudio. Genética Mendeliana

Professor Fláudio. Genética Mendeliana Professor Fláudio Genética Mendeliana Variações de dominância Dominância No heterozigoto, um alelo encobre o efeito fenotípico do outro Dominância incompleta ou semidominância O fenótipo do heterozigoto

Leia mais

Polialelia, Sangue e Sexo

Polialelia, Sangue e Sexo Polialelia, Sangue e Sexo Polialelia, Sangue e Sexo 1. (UFPEL) Três irmãos (João, José e Maria) realizaram um exame de sangue em laboratório para identificar os seus tipos sanguíneos, com o objetivo de

Leia mais

ALUNO: N : 1º ANO TURMA Entrega até 01/11/2017 PROFESSOR(A): GABRIELLE

ALUNO: N : 1º ANO TURMA Entrega até 01/11/2017 PROFESSOR(A): GABRIELLE ENSINO MÉDIO NOTA ALUNO: N : 1º ANO TURMA Entrega até 01/11/2017 PROFESSOR(A): GABRIELLE Lista de exercícios de Biologia 4 BIMESTRE Orientações da prova: I. Utilize apenas caneta AZUL ou PRETA II. Organize

Leia mais

VARIEDADES HÍBRIDAS: OBTENÇÃO E PREDIÇÃO

VARIEDADES HÍBRIDAS: OBTENÇÃO E PREDIÇÃO VARIEDADES HÍBRIDAS: 15 OBTENÇÃO E PREDIÇÃO INTRODUÇÃO Variedade híbrida é a progênie de um cruzamento entre dois genitores geneticamente diferentes. Esses genitores podem ser variedades de polinização

Leia mais

Segregação Monogênica: 1 a Lei de Mendel. Profa. Vanessa Kava

Segregação Monogênica: 1 a Lei de Mendel. Profa. Vanessa Kava Segregação Monogênica: 1 a Lei de Mendel Profa. Vanessa Kava 1a Lei de Mendel VOCÊ JÁ SABE QUE Os cromossomos situam-se no núcleo das células 1 cromossomo 1 molécula de DNA 1molécula de DNA vários genes

Leia mais

PROFESSORA: HAMANDA SOARES DISCIPLINA: BIOLOGIA CONTEÚDO: PRATICANDO AULA - 01

PROFESSORA: HAMANDA SOARES DISCIPLINA: BIOLOGIA CONTEÚDO: PRATICANDO AULA - 01 PROFESSORA: HAMANDA SOARES DISCIPLINA: BIOLOGIA CONTEÚDO: PRATICANDO AULA - 01 Vamos Praticar? 2 QUESTÃO - 01 Um estudante, ao iniciar o curso de Genética, anotou o seguinte: I. Cada caráter hereditário

Leia mais

LEI DA SEGREGAÇÃO INDEPENDENTE 2ª LEI DE MENDEL

LEI DA SEGREGAÇÃO INDEPENDENTE 2ª LEI DE MENDEL LEI DA SEGREGAÇÃO INDEPENDENTE 2ª LEI DE MENDEL Profa. MSc. Monyke Lucena MENDEL PASSOU A ESTUDAR DE FORMA SILMULTÂNEA, O PROCESSO DE TRANSMISSÃO DE DOIS OU MAIS DIFERENTES PARES DE GENES AO LONGO DAS

Leia mais

Interação Gênica I - Genes Complementares. Prof. Fernando Belan - Biologia Mais

Interação Gênica I - Genes Complementares. Prof. Fernando Belan - Biologia Mais Interação Gênica I - Genes Complementares Prof. Fernando Belan - Biologia Mais É quando dois ou mais pares de genes infuenciam o mesmo fenótipo; Por estes genes se localizarem em pares cromossomicos diferentes,

Leia mais

Distribuições Conjuntas (Tabelas de Contingência)

Distribuições Conjuntas (Tabelas de Contingência) Cruzamento de Dados Distribuições Conjuntas (Tabelas de Contingência) Lorí Viali, Dr. DESTAT/FAMAT/PUCRS [email protected] http://www.pucrs.br/famat/viali Distribuição Conjunta Exemplo (tabela um) Suponha

Leia mais

Princípios Mendelianos: Segregação Alélica e Independente

Princípios Mendelianos: Segregação Alélica e Independente Princípios Mendelianos: Segregação Alélica e Independente Ana Cláudia Gomes Torres Doutoranda Laboratório de Polimorfismos e Ligação [email protected] Gregor Mendel Gregor Johann Mendel (1822-1884)

Leia mais

Matemática Ficha de Apoio Modelos de Probabilidade - Introdução

Matemática Ficha de Apoio Modelos de Probabilidade - Introdução Matemática Ficha de Apoio Modelos de Probabilidade - Introdução 12ºano Introdução às probabilidades No final desta unidade, cada aluno deverá ser capaz de: - Identificar acontecimentos com conjuntos e

Leia mais

DNA, o nosso código secreto

DNA, o nosso código secreto Ciências Naturais 9ºAno Texto de apoio DNA, o nosso código secreto Nome: Data: Imagina que poderias ter nas mãos uma célula e abrir o seu núcleo como se abre um baú. Lá dentro, encontrarias uma sequência

Leia mais

ESTATÍSTICA PARTE 1 OBJETIVO DA DISCIPLINA

ESTATÍSTICA PARTE 1 OBJETIVO DA DISCIPLINA ESTATÍSTICA PARTE 1 OBJETIVO DA DISCIPLINA Apresentar a Estatística no contexto do dia-a-dia e fazendo uso da planilha Excel. Espera-se que o estudante ao término do curso esteja apto a usar a planilha

Leia mais