Coordenação-Geral de Tributação
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- Vanessa Cortês Teves
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1 Fls. 2 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº Data 26 de setembro de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PREVIDENCIÁRIAS A receita decorrente da locação de bens imóveis próprios, auferida por pessoa jurídica cujo objeto social principal não consista nessa atividade, não compõe a base de cálculo da contribuição previdenciária substitutiva instituída pela Lei nº , de 2011, eis que tal rendimento não corresponde ao conceito de receita bruta previsto pelo art. 12 do Decreto- Lei nº 1.598, de 1977, com redação da Lei nº , de Dispositivos Legais: Decreto-Lei nº 1.598, de 1977, art. 12, com redação da Lei nº , de 2014; Lei nº , de 2011, arts. 7º a 9º; Decreto nº 7.828, de 2012; Instrução Normativa RFB nº 1.396, de 2013, art. 8º, caput, com redação da Instrução Normativa RFB nº 1.434, de 2013; Instrução Normativa RFB nº 1.436, de 2013; Parecer Normativo RFB nº 3, de 2012; Solução de Consulta nº 40, de 2014, itens 13 a 15; Solução de Divergência nº 1, de 2014, item 12. Relatório O bastante representante legal da pessoa jurídica em epígrafe, melhormente identificado nos autos, formula consulta referente à Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB), prevista na Lei nº , de 14 de dezembro de 2011, no que pertine à sua incidência sobre as receitas de aluguel de imóveis. Alega que a maior parte do seu faturamento provém da execução de obras civis, enquanto uma pequena parcela deste se refere à locação de bens imóveis próprios. Afirma que a mencionada lei prevê recolhimento de 2% sobre a receita bruta relativa a obras iniciadas a partir de 1º de novembro de Aduz que o Parecer Normativo (PN) RFB nº 3, de 21 de novembro de 2012, trouxe o que o requerente chama de uma perspectiva de subjetividade no tocante ao conceito de receita bruta do aludido diploma legal. Ressalta que o indigitado opinativo indica que a base de cálculo da exação em comento 1
2 Fls. 3 corresponde àquela adotada pela legislação de regência da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins. 2. Destaca que, segundo informação contida no portal do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) na internet, as receitas decorrentes de aluguel não são alcançadas pela CPRB. Ao final, questiona se o tributo em questão incide sobre as ditas receitas provenientes da locação de bens imóveis próprios. Em apertada síntese, é o relatório. Fundamentos 3. Inicialmente, sublinhe-se que esta consulta preenche os requisitos de admissibilidade de que trata a legislação reitora da matéria, razão por que merece conhecimento. 4. Nesse diapasão, é cediço que a referenciada Lei nº , de 2011, regulamentada pelo Decreto nº 7.828, de 16 de outubro de 2012, bem como pela Instrução Normativa (IN) RFB nº 1.436, de 30 de dezembro de 2013, visa a desonerar a folha de pagamento salarial, adotando uma nova contribuição previdenciária sobre a receita bruta das empresas. 5. A seu turno, com efeito, o PN RFB nº 3, de 2012, elucida: Cuida-se de analisar a definição e a abrangência da base de cálculo da contribuição previdenciária sobre a receita instituída pelos arts. 7º a 9º da Lei nº , de 14 de dezembro de 2011, substitutiva das contribuições previstas nos incisos I e III do art. 22 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de Mais especificamente, cuida-se de perquirir a significação da expressão "receita bruta", estabelecida pela legislação supracitada como delimitadora da base de cálculo da mencionada contribuição substitutiva. 3. Ocorre que os dispositivos instituidores da citada contribuição substitutiva referiram-se genericamente à receita bruta, sem fazer remissão à legislação de qualquer outro tributo e sem estabelecer especificidades. 4. Nesse contexto, dúvidas têm sido suscitadas e a falta de uniformidade na interpretação do preceito em referência tem gerado insegurança jurídica, tanto para os sujeitos passivos como para a própria Administração Tributária, impondo-se a edição de ato uniformizador acerca da matéria. (...) 6. Conforme se observa, os dispositivos legais supratranscritos não estabeleceram conceito próprio para a receita bruta considerada na base de cálculo da contribuição substitutiva em comento. Assim, implícita e inexoravelmente, adotou-se o conceito já utilizado na legislação de outros tributos federais. 7. De plano, verifica-se que, em submissão às disposições dos 12 e 13 do art. 195 da Constituição Federal, a legislação erigiu como hipótese de incidência da contribuição substitutiva em lume o auferimento de receita por pessoa jurídica. 8. Assim, para elucidação do caso em estudo, recorre-se, inicialmente, à legislação da Contribuição para os Programas de Integração Social e de 2
3 Fls. 4 Formação do Patrimônio do Servidor Público (Contribuição para o PIS/Pasep) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), pois ambas ostentam, também, como hipótese de incidência o auferimento de receita por pessoa jurídica. 9. Nessa senda, devem-se analisar as disposições legais relativas ao regime de apuração cumulativa das mencionados contribuições sociais, vez que este é o regime estabelecido como regra na apuração da contribuição substitutiva a que se referem os arts. 7º a 9º da Lei nº , de Dispõem o art. 3º da Lei nº 9.715, de 25 de novembro de 1998, e os arts. 2º e 3º da Lei nº 9.718, de 27 de novembro de 1998 : Lei nº 9.715, de "Art. 3º Para os efeitos do inciso I do artigo anterior considera-se faturamento a receita bruta, como definida pela legislação do imposto de renda, proveniente da venda de bens nas operações de conta própria, do preço dos serviços prestados e do resultado auferido nas operações de conta alheia. Parágrafo único. Na receita bruta não se incluem as vendas de bens e serviços canceladas, os descontos incondicionais concedidos, o Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI, e o imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias - ICMS, retido pelo vendedor dos bens ou prestador dos serviços na condição de substituto tributário." Lei nº 9.718, de "Art. 2º As contribuições para o PIS/PASEP e a COFINS, devidas pelas pessoas jurídicas de direito privado, serão calculadas com base no seu faturamento, observadas a legislação vigente e as alterações introduzidas por esta Lei. Art. 3º O faturamento a que se refere o artigo anterior corresponde à receita bruta da pessoa jurídica." 9.1. Deveras, impende reconhecer que, na redação vigente das normas supracitadas, não há inovação em relação à definição de receita bruta já tradicionalmente constante de outras legislações. Com efeito, analisando-se as disposições do inciso I do art. 187 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, do art. 12 da Decreto-Lei nº 1.598, de 26 de dezembro de 1977, e do art. 44 da Lei nº 4.506, de 30 de novembro de 1964, constata-se que, na redação atual, as normas relativas à Contribuição para o PIS/Pasep e à Cofins adotaram, quanto ao regime de apuração cumulativa, a definição de receita bruta desde há muito entabulada na legislação do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza. 10. Por didático, remete-se à compilação das normas relativas à receita bruta existentes no arcabouço normativo do citado imposto efetuada pelo art. 279 do Decreto nº 3.000, de 26 de março de 1999, que o regulamenta: "Art A receita bruta das vendas e serviços compreende o produto da venda de bens nas operações de conta própria, o preço dos serviços prestados e o resultado auferido nas operações de conta alheia (Lei nº 4.506, de 1964, art. 44, e Decreto-Lei nº 1.598, de 1977, art. 12). Parágrafo único. Na receita bruta não se incluem os impostos não cumulativos cobrados, destacadamente, do comprador ou contratante, dos quais o vendedor dos bens ou o prestador dos serviços seja mero depositário." 11. Ademais, a argumentação expendida nas razões do veto presidencial ao inciso VI do art. 9º da Lei nº , de 2011, que se pretendia inserir por meio do art. 55 da Lei nº , de 2012, corrobora o entendimento de que, para fins de apuração da contribuição previdenciária substitutiva em tela, deve-se adotar o conceito de receita bruta tradicionalmente utilizado na legislação tributária. Eis a referida argumentação, constante da Mensagem de veto nº 411, de 17 de setembro de 2012: 3
4 Fls. 5 " 'Inciso VI do caput e inciso II do 7º do art. 9º da Lei nº , de 2011, inseridos pelo art. 55 do projeto de lei de conversão 'VI - a receita bruta compreende o valor percebido na venda de bens e serviços nas operações de conta própria ou alheia, bem como o ingresso de qualquer outra natureza auferido pela pessoa jurídica, independentemente de sua denominação ou de sua classificação contábil, sendo também irrelevante o tipo de atividade exercida pela pessoa jurídica.' 'II - as reversões de provisões e as recuperações de créditos baixados como perda que não representem ingresso de novas receitas, o resultado positivo da avaliação de investimentos pelo valor do patrimônio líquido e os lucros e dividendos derivados de investimentos avaliados pelo custo de aquisição que tenham sido computados como receita;' Razão dos vetos 'Ao instituir conceito próprio, cria-se insegurança sobre sua efetiva extensão, notadamente quando cotejado com a legislação aplicável a outros tributos federais.' " 12. Portanto, forçoso concluir-se que, para determinação da base de cálculo da contribuição substitutiva a que se referem os arts. 7º a 9º da Lei nº , de 2011, a receita bruta compreende: a receita decorrente da venda de bens nas operações de conta própria; a receita decorrente da prestação de serviços em geral; e o resultado auferido nas operações de conta alheia. 13. Por outro lado, acerca das exclusões da base de cálculo da contribuição substitutiva em exame não é necessário elaborar qualquer integração normativa por via interpretativa, pois as normas de regência estabeleceram expressamente as possibilidades de exclusão, conforme disposições do art. 9º da Lei nº , de 2011, compiladas no inciso II do art. 5º do Decreto nº 7.828, de 16 de outubro de 2012, que regulamenta a referida contribuição: "Art. 5º Para fins do disposto nos arts. 2º e 3º: (...) II - na determinação da base de cálculo da contribuição previdenciária sobre a receita, poderão ser excluídos: a) a receita bruta de exportações; b) as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos; c) o IPI, quando incluído na receita bruta; e d) o Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS, quando cobrado pelo vendedor dos bens ou prestador dos serviços na condição de substituto tributário." Conclusão 14. Diante do exposto, conclui-se que: a) a receita bruta que constitui a base de cálculo da contribuição a que se referem os arts. 7º a 9º da Lei nº , de 2011, compreende: a receita decorrente da venda de bens nas operações de conta própria; a receita decorrente da prestação de serviços em geral, e o resultado auferido nas operações de conta alheia; b) podem ser excluídos da receita bruta a que se refere o item "a" os valores relativos: à receita bruta de exportações; às vendas canceladas e aos descontos incondicionais concedidos; ao Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), quando incluído na receita bruta; e ao Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), quando cobrado pelo vendedor dos bens ou prestador dos serviços na condição de substituto tributário. (grifos nossos). 4
5 Fls De conformidade com o art. 8º, caput, da IN RFB nº 1.396, de 16 de setembro de 2013, com redação da IN RFB nº 1.434, de 30 de dezembro de 2013, na solução da consulta serão observadas as soluções de consulta e de divergência proferidas por esta Coordenação-Geral de Tributação sobre a matéria ventilada. Portanto, não se pode olvidar que a Solução de Consulta nº 40, de 19 de fevereiro de 2014, cuja ementa foi publicada no Diário Oficial da União de 24 de fevereiro subsecutivo, enfrentara questão semelhante à tratada nestes autos, tendo aquela decisão, após colacionar o supratranscrito PN RFB nº 3, de 2012, pontuado o seguinte: 13. Portanto, o conceito de receita bruta, para fins de aplicação da Lei nº , de 2011, deve guardar consonância com aquele tradicionalmente utilizado na legislação tributária. 14. Assim, a receita bruta que constitui a base de cálculo da contribuição em análise compreende: a receita decorrente da venda de bens nas operações de conta própria, a receita decorrente da prestação de serviços em geral e o resultado auferido nas operações de conta alheia receitas decorrentes de atividades que constituem o objeto social da pessoa jurídica. Não se computa nessa base de cálculo o ajuste de que trata o inciso VIII do art. 183 da Lei nº 6.404, de 1976, e excluem-se os valores correspondentes: a) às vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos; b) à receita bruta de exportações; c) à receita bruta decorrente de transporte internacional de carga; d) ao Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI, se incluído na receita bruta; e) ao Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS, quando cobrado pelo vendedor dos bens ou prestador dos serviços na condição de substituto tributário. 15. No caso específico da questão em exame, pode-se concluir que outras receitas, porventura auferidas pela consulente, tais como receitas financeiras, variação cambial, recuperação de despesas, aluguéis etc., apesar de serem consideradas como receitas operacionais, não são receitas decorrentes de atividades constantes do objeto social da consulente, não devendo ser computadas como receita bruta, não compondo, portanto, a base de cálculo da CPRB. (g.n.). 7. Ademais, recorde-se que a Solução de Divergência nº 1, de 10 de fevereiro de 2014 (ementa publicada no DOU de 18 de fevereiro subsequente), já assentara que o conceito de receita bruta a ser utilizado para os fins do disposto nos arts. 7º e 8º da Lei nº , de 2011, é o definido pela legislação do Imposto sobre a Renda (cfr. item 12, primeira parte, daquele decisório). 8. Ora, cumpre acentuar que o aludido art. 12 do Decreto-Lei nº 1.598, de 1977, o qual, para efeito do Imposto sobre a Renda, apresenta o conceito de receita bruta das vendas e serviços, veio a ser alterado pela Medida Provisória nº 627, de 11 de novembro de 2013, 5
6 Fls. 7 convertida na Lei nº , de 13 de maio de 2014, cujo dispositivo em questão entrará em vigor em 1º de janeiro de 2015, nestes termos: Art. 12. A receita bruta compreende: I - o produto da venda de bens nas operações de conta própria; II - o preço da prestação de serviços em geral; III - o resultado auferido nas operações de conta alheia; e IV - as receitas da atividade ou objeto principal da pessoa jurídica não compreendidas nos incisos I a III. 9. É de assinalar que, segundo a jurisprudência assente do Colendo Supremo Tribunal Federal (RE nº /SP), a locação de bens próprios do locador não caracteriza prestação de serviços. Acrescente-se que, de acordo com o ato constitutivo da pessoa jurídica em apreço, seu objeto social consiste em engenharia civil em qualquer de suas modalidades, projetos, edificações, saneamento, construções elétricas, incorporações e atividade comercial (cfr. fl. 6 deste feito), e não no aluguel de imóveis. Conclusão 10. Em face do exposto, é forçoso concluir que a receita decorrente da locação de bens imóveis próprios, auferida pela ora consulente, cujo objeto social principal não consiste nessa atividade, não compõe a base de cálculo da contribuição previdenciária substitutiva instituída pela Lei nº , de 2011, eis que tal rendimento não corresponde ao conceito de receita bruta previsto pelo art. 12 do Decreto-Lei nº 1.598, de 1977, com redação da Lei nº , de 2014, e conforme entendimento já consubstanciado na Solução de Consulta nº 40, de É o entendimento. À consideração superior. ROBERTO PETRÚCIO HERCULANO DE ALENCAR Auditor-Fiscal da RFB De acordo. Encaminhe-se à Coordenadora da Coordenação de Contribuições Previdenciárias, Normas Gerais, Sistematização e Disseminação Copen. ISABEL CRISTINA DE OLIVEIRA GONZAGA Auditora-Fiscal da RFB - Chefe da Disit04 6
7 Fls. 8 De acordo. Ao Senhor Coordenador-Geral da, para aprovação. Ordem de Intimação MIRZA MENDES REIS Auditora-Fiscal da RFB Coordenadora da Copen 11. Aprovo a Solução de Consulta proposta. Divulgue-se e publique-se nos termos do art. 27 da IN RFB nº 1.396, de Dê-se ciência ao interessado. FERNANDO MOMBELLI Coordenador-Geral da 7
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