Materiais de Construção Mecânica
|
|
|
- Alexandra Weber de Vieira
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 1 INTRODUÇÃO 1.1 Importância do Estudo dos Materiais de Construção Mecânica A vasta quantidade de materiais atualmente existente, estimada em cerca de / (FERRANTE, 2002), torna o conhecimento desses materiais cada vez mais importante para o engenheiro mecânico, em qualquer que seja a sua área de atuação. O conhecimento das propriedades mecânicas dos materiais, por exemplo, proporciona a escolha de fatores de segurança adequados, que irão influir de maneira decisiva na parte econômica de um projeto. O conhecimento dos materiais é uma ciência que estuda as suas composições, estruturas internas e propriedades, e também a regularidade de suas alterações sobre influência térmica, química ou mecânica. Essa ciência não só revela a estrutura interna e as propriedades dos materiais, como também estabelece a dependência regular entre elas, determinando, ao mesmo tempo, a composição ideal e o processo de fabricação do material para obter as propriedades físicas e mecânicas desejadas. O conhecimento dos materiais, portanto, auxilia na sua correta seleção para os diversos usos e na determinação das suas propriedades e qualidades tecnológicas. 1.2 A Atuação do Engenheiro de Materiais A atuação do engenheiro de materiais (ou do engenheiro mecânico especializado em materiais) abrange duas grandes áreas (FERRANTE, 2002). Uma dessas áreas trata de atividades que podem se definidas como correlacionamento de propriedades com o desempenho final, sempre implicando na realização ou melhoria de produtos e, por isso mesmo, incluindo o processamento do material como tema relevante. Essa área compreende, portanto, desde a adaptação de matérias-primas até a avaliação do desempenho final do produto. A outra grande área de atuação do engenheiro de materiais é a seleção de materiais, a qual envolve uma gama de conhecimentos técnicos cuja dimensão dificilmente pode ser exercida por uma única categoria profissional; assim, a seleção de materiais é o ponto focal de uma série de especialidades tecnológicas, que vão desde a criação do projeto até a análise de desempenho em campo. Dessa forma, a seleção de materiais reúne engenheiros de projeto e, freqüentemente, profissionais de marketing, culminando com a criação de um projeto preliminar. Para que o produto cumpra a sua função é necessário definir bem as condições de trabalho, compondo o pacote completo de requisitos de operação e fornecendo elementos para estudos de análise de tensões e UFPA ITEC Faculdade de Engenharia Mecânica Prof. Jorge Teófilo de Barros Lopes 1
2 dimensionamento preliminar. Essas condições de contorno, associadas ao conhecimento das condições ambientais, fornecem uma lista de propriedades-requisitos cuja otimização constitui a essência do processo de seleção de materiais. A seleção de materiais também deve prever respostas a questões expressas pelo setor de fabricação, que tem como tarefa a escolha de alternativas de produção/montagem. Dessa descrição emergem dois aspectos importantes: a seleção deve ser feita visando não só atender a requisitos de resistência mecânica, de tenacidade, de resistência à corrosão etc., mas também visando adequar o material aos processos de fabricação disponíveis ou já existentes. Logo, a viabilização de um produto ou componente é tarefa de natureza interativa tanto em nível de projeto como em nível de materiais e de procedimentos de fabricação. O conceito básico que permeia os procedimentos de seleção pode ser denominado filosofia do compromisso, entendida como o eventual sacrifício de uma ou mais propriedades em benefício de uma otimização geral, o que pode ser muito complexo quando se lida com grandezas interrelacionadas. Por exemplo, o conflito da resistência mecânica com a resistência à propagação de trincas (tenacidade), propriedades tipicamente excludentes. Outro fator que contribui para a complexidade dos procedimentos de seleção é a interferência do processo de fabricação nas propriedades finais, nos custos e no investimento. A seleção de materiais e a seleção de processo formam uma só problemática a ser resolvida em conjunto e interativamente. 1.3 Critérios de Seleção de Material Os procedimentos de seleção de materiais obedecem a múltiplos critérios, que tomados individualmente proporcionam alternativas de escolha bastante simples e lineares, mas que na prática concorrem quase sempre a situações em que um conjunto de critérios conflitantes deve ser satisfeito simultaneamente. Portanto, surge a necessidade de procedimentos de interação e otimização que, no final, fazem com que a filosofia do compromisso exerça papel relevante. Seja na fabricação de uma peça ou na sua utilização como componente de um sistema mecânico, os requisitos de desempenho dessa peça são estabelecidos de maneira a compatibilizar a função que ela terá com as possibilidades de sua fabricação a partir de materiais existentes. UFPA ITEC Faculdade de Engenharia Mecânica Prof. Jorge Teófilo de Barros Lopes 2
3 O menor custo de fabricação para uma dada qualidade industrial especificada deve ser o objetivo a ser perseguido na seleção de um material, quando se tem uma série de processos de fabricação e diversos materiais disponíveis. A seleção mais conveniente dos materiais que constituirão as peças depende fundamentalmente da análise dos fatores que influenciam o projeto do produto (a concepção da peça) e o projeto do processo de fabricação desse produto. As especificações de desempenho (as funções requeridas) de um produto determinam as especificações necessárias ao projeto desse produto. As primeiras consistem de um conjunto de características que permitem a utilização eficiente do produto, enquanto as segundas compõem-se de um rol de indicações técnicas referentes à forma, às dimensões, às tolerâncias, ao acabamento e aos materiais constituintes do produto que permitem atender às primeiras. Dois aspectos devem ser observados na análise das especificações de desempenho: as definições de requisitos de desempenho e as conseqüências de uma superavaliação ou uma subavaliação desses requisitos. A definição dos requisitos de desempenho depende de cada tipo de produto e deve ser realizada através de uma descrição objetiva e completa, procurando-se o equilíbrio ( ponto ótimo ) entre esses requisitos e as possibilidades técnicas de realizá-los. Uma subavaliação das especificações pode ter uma conseqüência de desempenho deficiente, levando à possibilidade de ocorrência de falhas graves em serviço, com custos materiais e até humanos. A superavaliação, por sua vez, conduz quase sempre a custos de fabricação mais elevados (energia, material e/ou mão-de-obra em excesso para a obtenção do produto final). Nas especificações de projeto é importante observar: o dimensionamento das peças componentes e conjuntos com base nos tipos de solicitação mecânica (estática e dinâmica) e na resistência dos materiais disponíveis, e a indicação dos materiais constituintes das peças e dos processos de sua fabricação. O dimensionamento das peças pode ser realizado, por exemplo, por métodos determinísticos, no qual se determina as tensões atuantes e as dimensões da peça necessárias à resistência mecânica (a adoção de fatores de segurança compensará os erros de simplificação de modelos físico-matemáticos adotados e as variações das propriedades dos materiais). As solicitações dinâmicas e as considerações de resistência à corrosão em determinados meios também são importantes. UFPA ITEC Faculdade de Engenharia Mecânica Prof. Jorge Teófilo de Barros Lopes 3
4 A análise da fratura da peça permite estudar e determinar as causas de sua falha em serviço e os procedimentos de projeto mais correto para a sua prevenção. O dimensionamento do produto condiciona a indicação dos materiais constituintes, que por sua vez condiciona aquele, num processo iterativo de obtenção de um projeto ótimo para o produto e para o processo de fabricação. Exemplos: Determinados materiais são mais resistentes, contudo são mais difíceis de serem processados (as dimensões da peça afetam a seleção do material constituinte e o seu processo de fabricação). Alguns processos somente permitem obter peças de pequenas dimensões ou tem limitações quanto às tolerâncias dimensionais. A quantidade de peças a serem fabricadas é outro fator que afeta o projeto do processo de fabricação, pois determinados processos só se aplicam, economicamente, para quantidades mínimas de fabricação. A análise de valores de custo conduz à busca do projeto de produto e do processo de fabricação que melhor atende os requisitos funcionais e as condições de menor custo de fabricação. Segundo FERRANTE (2002), dos diversos critérios de seleção de materiais, os mais representativos são: Considerações dimensionais; Número de unidades; Considerações de forma; Disponibilidade de material; Considerações de peso; Custo; Considerações de resistência mecânica; Existência de especificações e códigos; Resistência ao desgaste; Viabilidade de reciclagem; Conhecimento das variáveis de operação; Valor de sucata; Facilidade de fabricação; Grau de normalização; Requisitos de durabilidade; Tipo de carregamento. A resistência mecânica, por exemplo, trata-se de uma das propriedades mais conhecidas e com maior número de oportunidades de escolha, em função da grande quantidade de materiais disponíveis. Entretanto, a seleção em termos de resistência mecânica pode ser um pouco complexa, pois em alguns casos há necessidade de combinála com outras propriedades. Muitas vezes torna-se necessário sacrificar a resistência mecânica em favor da tenacidade ou resistência à corrosão sob tensão. No caso, por exemplo, de um produto que irá trabalhar em um ambiente cuja atmosfera é rica em UFPA ITEC Faculdade de Engenharia Mecânica Prof. Jorge Teófilo de Barros Lopes 4
5 amônia (NH 3 ), a qual favorece a suscetibilidade do material à corrosão sob tensão; diminuir a resistência mecânica pode ser benéfico nessas condições, mas tal solução proposta provocará efeitos negativos imediatos, como o aumento da seção resistente da estrutura com a conseqüente elevação de peso e volume, eventual dificuldade de fabricação etc. Outro exemplo refere-se à facilidade de fabricação. A seleção de materiais está relacionada com os processos de fabricação (soldagem, fundição, forjamento etc.). Assim, se os procedimentos de soldagem fazem parte da obtenção do produto, por exemplo, a propriedade de soldabilidade das diversas ligas metálicas disponíveis deve ser considerada, pois a menor ou maior dificuldade em ser soldada intervém na escolha de uma ou de outra liga. Também deve ser observado na seleção de um processo de fabricação, entre os vários fatores disponíveis, qual deles é o mais adequado para a obtenção do produto e quais os seus reflexos sobre as propriedades dos materiais e custos. Se dois processos forem tecnicamente viáveis, deve-se levar em consideração, por exemplo, a influência de cada um deles nas propriedades mecânicas de uma peça obtida. Também devem ser considerados: o acabamento superficial e tolerância (para as peças fundidas em areia estes itens são muito maiores do que para o forjamento em matriz fechada); a escala de produção (o alto custo do material deve ser amortizado com um número de peças muito maior) e a usinabilidade (para o forjamento em matriz fechada, o volume de material a ser retirado por usinagem será bem pequeno). FREIRE (1983) faz um resumo do que ele considera como sendo os principais fatores que influenciam a seleção de um material industrial, a saber: 1- Condições de trabalho: Este fator compreende as solicitações mecânicas e o local de trabalho do material. Exemplos: Uma peça que será submetida a esforço de tração, deve ser constituída de material resistente a esse esforço. Uma bomba que transportará ácido sulfúrico deve ser constituída de material que não seja atacado por esse ácido. 2- Disponibilidade do material: O material a ser selecionado deve ser disponível em quantidade necessária e quando desejado (no caso de reposição de peças). Por esse motivo, é aconselhável o uso de catálogos de fabricantes na seleção do material. 3- Custos: Este fator engloba tanto o custo do material bruto, como o do processo de fabricação que será utilizado na confecção do produto. 4- Aparência: É importante somente quando o produto fabricado ficará exposto ao público, pois nesse caso deverá ter um aspecto agradável (material de acabamento de UFPA ITEC Faculdade de Engenharia Mecânica Prof. Jorge Teófilo de Barros Lopes 5
6 eletrodomésticos, tampas de panela etc.). Quando o produto ficar escondido, o aspecto deixa de ter importância, como no caso dos tirantes de sustentação de forro. 5- Adaptabilidade para os processos de fabricação: Se no local da produção existe um processo de fabricação, deve-se selecionar para a constituição do produto um material que se preste ao processo já instalado. Por exemplo: se no local já existe uma fundição, deve-se optar por um material que tenha características que possibilitem a sua utilização naquele processo, evitando-se assim, o aumento do custo final do produto devido à instalação de um novo processo de fabricação. 6- Forma da peça: A forma da peça, em certos casos, condiciona o processo de fabricação, influindo assim, indiretamente na escolha do material. Por exemplo: uma peça complexa, com furos e protuberâncias, deve ser fabricada a partir de um processo de fundição; já uma peça de forma simétrica pode ser confeccionada por usinagem; portanto, opta-se por um material que se adapte a tais processos. 1.4 Classificação dos Materiais de Construção Mecânica A maioria dos materiais de engenharia é classificada em quatro grupos principais: metais, polímeros, cerâmicos e, mais recentemente, compósitos ou conjugados. Outros dois grupos têm sido considerados importantes como materiais de engenharia (CALLISTER, 2002), em função do grande desenvolvimento de suas aplicações nos últimos anos: semicondutores e biomateriais. Os semicondutores se caracterizam por possuírem propriedades elétricas intermediárias entre as dos condutores e as dos isolantes; esses materiais possibilitaram o advento dos circuitos integrados, que revolucionaram as indústrias de produtos eletrônicos e de computadores. Os biomateriais, por sua vez, apresentam características específicas que permitem a sua utilização como componentes implantados no interior do corpo humano, substituindo as partes doentes ou danificadas do mesmo. Os materiais metálicos (metais puros e ligas metálicas) ainda constituem o mais importante grupo de materiais de construção mecânica; entretanto, grande desenvolvimento tem ocorrido nos últimos anos no uso dos polímeros, cerâmicos e compósitos. Devido à grande participação na indústria das ligas metálicas que contém ferro em suas composições, os materiais metálicos ainda podem ser subdivididos em materiais ferrosos e materiais não-ferrosos. Tanto os materiais metálicos como os não-metálicos serão estudados a partir dos próximos capítulos. UFPA ITEC Faculdade de Engenharia Mecânica Prof. Jorge Teófilo de Barros Lopes 6
7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS BRESCIANI FILHO, Ettore. Seleção de materiais metálicos. Campinas: Editora da UNICAMP, CALLISTER JR., Willian D. Ciência e engenharia de materiais: uma introdução. 5.ed. Rio de janeiro: LTC Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 2002 FERRANTE, Maurizio. Seleção de materiais. 2.ed. São Carlos: Editora da UFSCar, FREIRE, J.M. Materiais de construção mecânica: Tecnologia mecânica. Rio de Janeiro: LTC Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., UFPA ITEC Faculdade de Engenharia Mecânica Prof. Jorge Teófilo de Barros Lopes 7
Aplicação de Tensões ( ) Conformação por Torneamento Usinagem de Corte Fresagem ( > ruptura ) Plainamento Retificação. ( T > T fusão ) Soldagem
INTRODUÇÃO AOS ENSAIOS DOS MATERIAIS Todo projeto de um componente mecânico, ou mais amplamente, qualquer projeto de engenharia, requer um amplo conhecimento das características, propriedades e comportamento
Qualidade de Produto. Maria Cláudia F. P. Emer
Qualidade de Produto Maria Cláudia F. P. Emer Introdução Qualidade diretamente ligada ao produto final Controle de qualidade Adequação do produto nas fases finais no processo de produção Software Atividades
Introdução. Qualidade de Produto. Introdução. Introdução ISO/IEC 9126. Normas
Qualidade de Produto Maria Cláudia F.P. Emer Introdução z Qualidade diretamente ligada ao produto final z Controle de qualidade Adequação do produto nas fases finais no processo de produção z Software
CAPÍTULO 3 TRATAMENTOS TÉRMICOS EM LIGAS DE ALUMÍNIO. Os tratamentos térmicos têm como finalidade causar modificações nas
CAPÍTULO 3 TRATAMENTOS TÉRMICOS EM LIGAS DE ALUMÍNIO Os tratamentos térmicos têm como finalidade causar modificações nas propriedades dos materiais pela alteração do tipo e proporção das fases presentes,
Material: A B? Projeto de uma garra para movimentação de toras de madeira
Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira ELEMENTOS ORGÂNICOS DE MÁQUINAS I AT-096 M.Sc. Alan Sulato de Andrade [email protected] 1 INTRODUÇÃO: Todos os projetos um dia
Estrutura e Propriedades dos Materiais
1 INTRODUÇÃO 1.1 O Que é Ciência e Engenharia de Materiais? Os materiais estão intimamente ligados à existência da espécie humana. Desde o início da civilização os materiais e a energia são usados com
Seleção de Materiais. 1. Introdução. 1. Introdução
Seleção Engenharia de Produção Faculdade de Engenharia de Bauru Grupo 8 Prof. Dr. Adilson Renófio 1. Introdução A SM é uma das principais tarefas do projeto, pois dela dependerá o sucesso do produto final
CURSO ENGENHARIA CIVIL
PLANO DE ENSINO CURSO ENGENHARIA CIVIL Disciplina MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I Código EC4AN Docente Mariluce Cidade França Doria Semestre 4º/2013.1 Carga horária 40h 1 EMENTA Introdução ao Estudo dos de Construção.
Aula 6: Lista de Exercícios. Laminação Extrusão e Trefilação Forjamento e Estampagem Fundição
Aula 6: Lista de Exercícios Materiais Laminação Extrusão e Trefilação Forjamento e Estampagem Fundição Podemos definir como aço: a) LigadeFeeCcomteorentre0,1e6%deC. b) LigadeFeeMgcomteorentre0,1e6%deMg.
EFEITO DOS ELEMENTOS DE LIGA NOS AÇOS
EFEITO DOS ELEMENTOS DE LIGA NOS AÇOS Seleção do processo de fundição Metal a ser fundido [C. Q.]; Qualidade requerida da superfície do fundido; Tolerância dimensional requerida para o fundido; Quantidade
ANEXO I MATRIZ CURRICULAR
ANEXO I MATRIZ CURRICULAR Na Tabela 1 encontram-se as disciplinas do Núcleo Comum organizadas em ordem alfabética. Na Tabela 2 encontram-se as disciplinas de natureza obrigatória do Núcleo Específico (Grupo
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS TÉCNICO DE LABORATÓRIO MECÂNICA
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS TÉCNICO DE LABORATÓRIO MECÂNICA 26. Considere o desenho abaixo: Dentre as vista apresentadas a seguir, qual representa corretamente a elevação (vista frontal)? a) b) c) d) e)
O Engenheiro. Introdução à Engenharia Elétrica Prof. Edmar José do Nascimento
O Engenheiro Introdução à Engenharia Elétrica http://www.univasf.edu.br/~edmar.nascimento Prof. Edmar José do Nascimento Introdução à Engenharia Elétrica Carga horária 30 horas (15 encontros) Professores
NORMA TÉCNICA PARA RECEBIMENTO DE BENS DE INFORMÁTICA PELA METODOLOGIA DE INSPEÇÃO POR ATRIBUTOS. Referência: NT-AI.03.05.01. Data: 17/04/2.
NORMA TÉCNICA PARA RECEBIMENTO DE BENS DE INFORMÁTICA PELA METODOLOGIA DE INSPEÇÃO POR ATRIBUTOS Referência: NT-AI.03.05.01 http://www.unesp.br/ai/pdf/nt-ai.03.05.01.pdf Data: 17/04/2.001 STATUS: PRELIMINAR
Sistema de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional Identificação: PROSHISET 03. Procedimento para GCR (Guarda Corpo e Rodapé)
Revisão: 00 Folha: 1 de 6 1. Objetivo Este procedimento tem como objetivo, assegurar que todas as obras efetuem o sistema de Guarda Corpo e Rodapé, o qual destina-se a promover a proteção contra riscos
GESTÃO DA MANUTENÇÃO
Classificação Nível de Criticidade para Equipamentos S Q W Itens para avaliação Segurança cliente interno cliente externo meio-ambiente Qualidade Condição de trabalho Status Equipamento A B D P M Perdas
CIÊNCIA E ENGENHARIA DOS MATERIAIS E METALURGIA FÍSICA F DOS MATERIAIS.
CIÊNCIA E ENGENHARIA DOS MATERIAIS E METALURGIA FÍSICA F DOS MATERIAIS. PALESTRANTE: Raimundo Israel Fonseca ATUALIDADE: XEROX CORPORATION FORMAÇÃO: PÓS-GRADUAÇÃO ( Engenharia Mecânica e Aeronáutica divisão
Guia Linear. Tamanho. Curso 07 20. Patins. Características Técnicas Material das guias DIN 58 CrMoV4 Material dos patins DIN 16 MnCr5
Guias Lineares - Série GH G H Guia Linear - Guia Linear Tamanho Curso 07 20 Máx. 4000mm 09 25 12 35 Exemplo: GH20-200 15 45 GH35-100 Patins G H P - Guia Linear Tamanho 07 20 09 25 12 35 15 45 Patins ---
Orientações Para o Preenchimento do Formulário de Inscrição Preliminar dos Projetos
Orientações Para o Preenchimento do Formulário de Inscrição Preliminar dos Projetos O presente documento tem como objetivo apresentar as diretrizes e orientar no preenchimento do formulário de inscrição
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR EIXO TECNOLÓGICO: PRODUÇÃO INDUSTRIAL HABILITAÇÃO: TÉCNICO EM FABRICAÇÃO MECÂNICA NA MODALIDADE A DISTÂNCIA
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR EIXO TECNOLÓGICO: PRODUÇÃO INDUSTRIAL HABILITAÇÃO: TÉCNICO EM FABRICAÇÃO MECÂNICA NA MODALIDADE A DISTÂNCIA DC 4033 04/10/2013 Rev. 03 1.Dados Legais Autorizado pelo Parecer 324
ISF 213: PROJETO DE SUPERESTRUTURA DA VIA PERMANENTE CONJUNTO TRILHO E DORMENTE
1. OBJETIVO ISF 213: PROJETO DE SUPERESTRUTURA DA VIA PERMANENTE CONJUNTO TRILHO E DORMENTE Definir a partir de parâmetros básicos fornecidos e através de metodologia descrita e justificada o perfil do
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Faculdade de Engenharia FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO SISTEMAS ESTRUTURAIS II
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Faculdade de Engenharia FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO SISTEMAS ESTRUTURAIS II COMENTÁRIOS Norma NBR 6118/2007 Prof. Eduardo Giugliani 1 0. COMENTÁRIOS
Faculdades Pitágoras - Unidade Divinópolis. Disciplina - Materiais Elétricos e Semicondutores. Professor: Alexandre Dezem Bertozzi
Faculdades Pitágoras - Unidade Divinópolis Disciplina - Materiais Elétricos e Semicondutores Professor: Alexandre Dezem Bertozzi Alexandre Dezem Bertozzi Técnico em Telecomunicações; Engenheiro Eletricista
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MATERIAIS
04 1/5 Obs: 1. Medidas em milímetros. 2. Variações nas partes não cotadas são admissíveis, desde que mantidas as características eletromecânicas especificadas nesta EMD. 3. No interior da rosca, espaço
Capítulo 3: Qualidade de Produto e a ISO 9126
Capítulo 3: Qualidade de Produto e a ISO 9126 Capítulo 1: Introdução Capítulo 2: Conceitos Básicos Capítulo 3: Qualidade de Produto (ISO9126) Capítulo 4: ISO9001 e ISO9000-3 Capítulo 5: CMM Capítulo 6:
Bibliografia referência para esta aula. Propriedades dos materiais. Propriedades. Solicitações. Propriedades mecânicas. Carga X deformação
Propriedades dos materiais Prof. Maristela Gomes da Silva Departamento de Engenharia Civil Bibliografia referência para esta aula ISAIA, G. C. (editor) Materiais de Construção Civil e Princípios de ciência
Engenharia Econômica
Engenharia Econômica Aula 1: Conceitos Básicos Lucas Motta Universidade Federal de Pernambuco 23 de Março de 2015 Engenharia Econômica Definição Trata-se de um estudo econômico e financeiro de um projeto,
MODELAGEM MATEMÁTICA DE UM SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA TENSÃO 1. Gabriel Attuati 2, Paulo Sausen 3.
MODELAGEM MATEMÁTICA DE UM SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA TENSÃO 1 Gabriel Attuati 2, Paulo Sausen 3. 1 Parte integrante do Projeto de pesquisa Análise, Modelagem e Desenvolvimento
4.1 Esquema de ligação para Baixa Tensão
15 4 Esquemas elétricos 4.1 Esquema de ligação para Baixa Tensão Os projetos elétricos em baixa tensão devem ser utilizados, conforme esquemas de ligação, onde as ligações são desenvolvidas através de
DIRETRIZ TÉCNICA Nº. 001/2010 DIRETRIZ TÉCNICA PARA A ATIVIDADE DE INCORPORAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS EM PROCESSOS INDUSTRIAIS
DIRETRIZ TÉCNICA Nº. 001/2010 DIRETRIZ TÉCNICA PARA A ATIVIDADE DE INCORPORAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS EM PROCESSOS INDUSTRIAIS 1. INTRODUÇÃO As ações estratégicas promovidas por meio da Agenda 21, na Conferência
Parte 05 - Técnicas de programação (mapas de Veitch-Karnaugh)
Parte 05 - Técnicas de programação (mapas de Veitch-Karnaugh) Mapas de Veitch-Karnaugh Montar circuitos lógicos a partir de tabela verdade, embora seja tarefa fácil, geral um circuito extremamente grande.
As sete ferramentas da qualidade (Seven Tools)
As sete ferramentas da qualidade (Seven Tools) Gerência da Rotina Previsibilidade Gerência da Melhoria Competitividade 1 ROTI A Estabelecida de tal forma que a administração da empresa possa delegar a
EXTRUSÃO E TREFILAÇÃO
EXTRUSÃO E TREFILAÇÃO 1 Se a necessidade é de perfis de formatos complicados ou, então, de tubos, o processo de fabricação será a extrusão. Se o que se quer fabricar, são rolos de arame, cabos ou fios
Biomateriais II. Ética e Regulamentação A - Ética B Regulamentação novos produtos e normas. Fátima Vaz
Biomateriais II Ética e Regulamentação A - Ética B Regulamentação novos produtos e normas Fátima Vaz A- ÉTICA Exemplo da utilização de tecidos em implantes Engª de tecidos Questões primordiais: Qualidade
Reabilitação e Reforço de Estruturas
Mestrado em Engenharia Civil 2011 / 2012 Reabilitação e Reforço de Estruturas Aula 06: Métodos de inspecção e diagnóstico. 6.1. Ensaios in situ. Eduardo S. Júlio 2011/2012 1/31 1/9 AVALIAÇÃO IN SITU DA
Acesse: http://fuvestibular.com.br/
Casa de ferreiro, espeto de... aço Uma das profissões mais antigas do mundo é a do ferreiro. Quem não se lembra de já ter visto, em filmes históricos ou de faroeste, um homem bem forte, todo suado, retirando
D e p a r t a m e n t o d e C i ê n c i a s E x p e r i m e n t a i s G r u p o 5 2 0 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Ano letivo de 2013/2014
D e p a r t a m e n t o d e C i ê n c i a s E x p e r i m e n t a i s G r u p o 5 2 0 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Ano letivo de 2013/2014 Os critérios específicos presentes neste documento constituem uma base
14/01/2010 CONSERVAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA CAP. 3 ESTUDOS DE CASOS CAP.3 ESTUDO DE CASOS CAP.3 ESTUDO DE CASOS. Mário C.G. Ramos
CONSERVAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA CAP. 3 ESTUDOS DE CASOS Mário C.G. Ramos 1 CAP.3 ESTUDO DE CASOS Caso nº 1: Seleção de um motor elétrico adequado à potência mecânica exigida por um equipamento. A curva
ESTRUTURAS DE MADEIRA
ESTRUTURAS DE MADEIRA PROPRIEDADES FÍSICAS DA MADEIRA AULAS 2 e 3 EDER BRITO GENERALIDADES A madeira é um material não homogêneo com muitas variações. Além disto, existem diversas espécies com diferentes
Grupo 8 - Seleção de Materiais
Universidade Estadual Paulista- UNESP Faculdade de Engenharia de Bauru Departamento de Engenharia Civil Disciplina Materiais Prof. Dr. Adilson Renófio Grupo 8 - Seleção de Materiais Grupo: Edmar 412881
MANUAL DE INSTRUÇÕES 6 a Edição 07/2007. HipER-1. Fonte para Soldagem Submarina.
MANUAL DE INSTRUÇÕES 6 a Edição 07/2007 HipER-1 Fonte para Soldagem Submarina. 1 - INTRODUÇÃO Este manual descreve os componentes básicos para a operação da fonte de soldagem HIPER-1, este equipamento
AÇÕES E SEGURANÇA NAS ESTRUTURAS ESTADOS LIMITES COMBINAÇÃO DE ESFORÇOS
AÇÕES E SEGURANÇA NAS ESTRUTURAS ESTADOS LIMITES COMBINAÇÃO DE ESORÇOS ESTADOS LIMITES Definição: são situações a partir das quais a estrutura apresenta desempenho inadequado às finalidades da construção;
EXPERIÊNCIA 9 DIODOS SEMICONDUTORES E CURVAS CARACTERÍSTICAS
EXPERIÊNCIA 9 DIODOS SEMICONDUTORES E CURVAS CARACTERÍSTICAS 1. INTRODUÇÃO Existem diversos tipos de diodos, muitos deles projetados e construídos com finalidades específicas. Os diodos semicondutores
PNV 3100 INTRODUÇÃO À ENGENHARIA
PNV 3100 INTRODUÇÃO À ENGENHARIA A ENGENHARIA E O PROJETO DE ENGENHARIA DA TÉCNICA À ENGENHARIA Para atender suas necessidades materiais o homem só dispõe da natureza e dela sempre se valeu. No início,
SIMULADO DO ENEM 2014
SIMULADO DO ENEM 2014 Para participar do Simulado do Enem 2014 não é necessário agendamento, antes feito pelo professor, para realização das provas. Os alunos participarão de forma independente e de acordo
ANEXO 3 GERENCIAMENTO DE MODIFICAÇÕES
ANEXO 3 GERENCIAMENTO DE MODIFICAÇÕES 1 OBJETIVO O objetivo do Gerenciamento de Modificações consiste em prover um procedimento ordenado e sistemático de análise dos possíveis riscos introduzidos por modificações,
4/26/2016 DISCIPLINA: TECNOLOGIA METALÚRGICA PROF. JOSÉ LUÍS L. SILVEIRA 1º PERÍODO DE 2016 (SALA I-241) BIBLIOGRAFIA BIBLIOGRAFIA ESPECÍFICA
DISCIPLINA: TECNOLOGIA METALÚRGICA PROF. JOSÉ LUÍS L. SILVEIRA 1º PERÍODO DE 2016 (SALA I-241) BIBLIOGRAFIA Bibliografia suplementar: Introdução aos Processos de Fabricação autor: Mikell P. Groover Curso
VOCABULÁRIO DE METROLOGIA
DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE MECÂNICA APOSTILA DE METROLOGIA VOCABULÁRIO DE METROLOGIA Cid Vicentini Silveira 2005 1 OBJETIVO DESTE CAPÍTULO Descrever os fundamentos, os termos, e os princípios da metrologia.
Universidade Federal de Juiz de Fora. Faculdade de Engenharia. Manual de Orientações Básicas
Universidade Federal de Juiz de Fora Faculdade de Engenharia Manual de Orientações Básicas Tema do concurso A tarefa proposta é a construção e o teste de carga de uma ponte treliçada, utilizando papel-cartão
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÃNDIA ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE CURSO TÉCNICO PRÓTESE DENTÁRIA FICHA DA SUBFUNÇÃO/COMPONENTE CURRICULAR
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÃNDIA ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE CURSO TÉCNICO PRÓTESE DENTÁRIA FICHA DA SUBFUNÇÃO/COMPONENTE CURRICULAR FUNÇÃO: Recuperação / Reabilitação SUBFUNÇÃO OU COMPONENTE CURRICULAR:
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA CLIENTE: UNIFACS UNIVERSIDADE SALVADOR DISCIPLINA DE EXPRESSÃO GRÁFICA E PROJETOS ELÉTRICOS
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA CLIENTE: PROGRAMA: ÁREA: UNIFACS UNIVERSIDADE SALVADOR DISCIPLINA DE EXPRESSÃO GRÁFICA E PROJETOS ELÉTRICOS CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETROTÉCNCIA FOLHA 1 de 5 ÍNDICE DE REVISÕES
Ergonomia na Construção Civil. Profª Engª M.Sc. ANA LÚCIA DE OLIVEIRA DARÉ
Ergonomia na Construção Civil Profª Engª M.Sc. ANA LÚCIA DE OLIVEIRA DARÉ Introdução A construção civil exerce um importante papel social no país por absorver uma boa percentagem da mão-de-obra nacional.
BANCADA PARA TESTES DE MOTORES DE CORRENTE CONTÍNUA COM APLICAÇÃO EM ARREFECIMENTO AUTOMOTIVO
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETROTÉCNICA CURSO ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA/ ELETROTÉCNICA FILLIPE ALEXANDRE MORAES BANCADA PARA TESTES DE MOTORES DE CORRENTE
Boletim da Engenharia 12
Boletim da Engenharia 12 A importância da utilização correta do óleo lubrificante e sua troca periódica 10/03 É fundamental para o sistema de refrigeração a utilização correta do óleo lubrificante recomendado
Notas de Orientação da Corporação Financeira Internacional: Padrões de Desempenho sobre Sustentabilidade Socioambiental
Notas de da Corporação Financeira Internacional: Padrões de Desempenho sobre Sustentabilidade Socioambiental SUMÁRIO Introdução às Notas de i Atualizações das Notas de de 2007 Modificar Matriz ii Nota
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Departamento de Engenharia Mecânica. Elementos de Máquinas I Elementos de União
Elementos de Máquinas I Elementos de União 1. INTRODUÇÃO Elementos de Máquinas I 1.1.DEFINIÇÕES USUAIS "Processo de união de metais por fusão". (não só metais e não apenas por fusão) "União de duas ou
O Painel Frigorífico possui uma série de características e qualidades que o colocam na vanguarda do sector:
Painel Frigorífico DESCRIÇÃO O Painel Frigorífico é uma solução isolante utilizada como fecho de câmaras frigoríficas, naves frigoríficas e compartimentação de locais que precisam manter um determinado
2016 Formação CERTIEL
2016 Formação CERTIEL Formação CERTIEL Em 2016, a CERTIEL continua a aposta na sua oferta formativa, a qual continuará a incidir na atualização e reforço das competências dos técnicos responsáveis pela
Dobra/Corte por cisalhamento
Dobra/Corte por cisalhamento Esta publicação aborda o dobramento a frio, e também o corte da chapa antidesgaste Hardox e da chapa de aço estrutural Weldox. Nestes tipos de aços, combinamos elevada resistência
ESTADO DE TENSÃO DOS FILETES DA ROSCA DO OBTURADOR DE BAIONETA USADOS EM CÂMARAS HIDROSTÁTICAS PARA PRESSÕES DE ATÉ 100 MPa.
ESTADO DE TENSÃO DOS FILETES DA ROSCA DO OBTURADOR DE BAIONETA USADOS EM CÂMARAS HIDROSTÁTICAS PARA PRESSÕES DE ATÉ 100 MPa. Guerold S. Bobrovnitchii (1) & Alan Monteiro Ramalho (2) (1) Centro de Ciência
1 Introdução. 1.1 Importância da Utilização da Amostragem
1 Introdução Um dos principais objetivos da maioria dos estudos, análises ou pesquisas estatísticas é fazer generalizações seguras com base em amostras, sobre as populações das quais as amostras foram
Elaboração e Análise de Projetos
Elaboração e Análise de Projetos Análise de Mercado Professor: Roberto César ANÁLISE DE MERCADO Além de ser o ponto de partida de qualquer projeto, é um dos aspectos mais importantes para a confecção deste.
PROC IBR EDIF 01.02.014/2014
INSTITUTO BRASILEIRO DE AUDITORIA DE OBRAS PÚBLICAS IBRAOP INSTITUTO RUI BARBOSA IRB / COMITÊ OBRAS PÚBLICAS PROC IBR EDIF 01.02.014/2014 01 - Fase Licitatória 01.02 - Análise das especificações, quantidades
PLANEJAMENTO E MODELAGEM
Apresentação 06 Introdução a Engenharia Elétrica COMO CRIAR MODELOS NA ENGENHARIA. PLANEJAMENTO E MODELAGEM Prof. Edgar Alberto de Brito Continuando os conceitos anteriores, nessa apresentação será mostrado
Apresentação da disciplina
FEUP MIEIG & MIEM Ano letivo 2013/14 Disciplina: Gestão da Qualidade Total Apresentação da disciplina (v1 em 2 de setembro) José A. Faria, [email protected] Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto,
AVALIAÇÃO DE CRITICIDADE DE EQUIPAMENTOS DE UMA PRESTADORA DE SERVIÇOS ELÉTRICOS DE ARACAJU-SE
AVALIAÇÃO DE CRITICIDADE DE EQUIPAMENTOS DE UMA PRESTADORA DE SERVIÇOS ELÉTRICOS DE ARACAJU-SE *Derek Gomes Leite [email protected] *Victor D. de C. Pereira [email protected] *Ricardo
Procedimento para aplicação de ultra-som em engates rotativos montados.
Procedimento para aplicação de ultra-som em engates rotativos montados. Resumo O presente trabalho mostra o estudo desenvolvido para aplicação de ensaio não destrutivo em engates rotativos montados no
4. NOÇÕES SOBRE ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO (PREVENTIVA):
4. NOÇÕES SOBRE ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO (PREVENTIVA): Uma vez alcançado o objetivo da manutenção elétrica, que é, manter sob controle todas as paradas dos equipamentos, de forma que estas não prejudiquem
TRANSFORMADORES DE MEDIDA
TRANSFORMADORES DE MEDIDA Transformadores de corrente de baixa tensão Características e ensaios Elaboração: DTI Homologação: conforme despacho do CA de 2013-12-26 Edição: 3ª. Anula e substitui a edição
NORMA TÉCNICA E PROCEDIMENTOS PARA REALIZAR ALTERAÇÕES NO BANCO DE DADOS CORPORATIVO
NORMA TÉCNICA E PROCEDIMENTOS PARA REALIZAR ALTERAÇÕES NO BANCO DE DADOS CORPORATIVO Referência: NT-AI.04.03.01 http://www.unesp.br/ai/pdf/nt-ai.04.03.01.pdf Data: 31/07/2000 STATUS: EM VIGOR A Assessoria
Manutenção total aplicada em ferramentarias
Manutenção total aplicada em ferramentarias Por: Sérgio Borcato Roberto Mariotti A medição da eficiência dos equipamentos de manufatura vem se tornando essencial para a resolução de problemas e para melhoria
ANÁLISE DE FALHAS DE COMPUTADORES
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS EXATAS DANIELE APARECIDA DE OLIVEIRA VERANICE POLATO ANÁLISE DE FALHAS DE COMPUTADORES LINHA DE PESQUISA: Projeto de Pesquisa apresentado à disciplina de
1. A IMPORTÂNCIA DOS OBJETIVOS EDUCACIONAIS.
Formulação de Objetivos Educacionais 1. A IMPORTÂNCIA DOS OBJETIVOS EDUCACIONAIS. A prática educativa atua no desenvolvimento individual e social dos indivíduos, proporcionando-lhes os meios de apropriação
Representação de rugosidade
Representação de rugosidade A UU L AL A Existem vários tipos de superfície de peças. Qual o melhor meio para identificar rapidamente cada um desses tipos e o estado das superfícies? Essa questão foi resolvida
A VIGILÂNCIA E A CONDUTA DA HIGIENE SANITÁRIA DOS AMBIENTES
A VIGILÂNCIA E A CONDUTA DA HIGIENE SANITÁRIA DOS AMBIENTES Alan Ramos COSTA Discente UNILAGO Ellen de Lima BORGES Docente UNILAGO AUTORES RESUMO O objetivo deste projeto de pesquisa é divulgar a gravidade
NORMA TÉCNICA 23/2014
ESTADO DE GOIÁS CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA 23/2014 SISTEMAS DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências normativas e bibliográficas 4 Definições 5 Procedimentos
Compreender os conceitos fundamentais e a terminologia no âmbito da contabilidade de custos;
CONTABILIDADE DE CUSTOS APLICADA [13803] GERAL Regime: Semestre: OBJETIVOS Visa-se preparar o aluno nas técnicas necessárias à organização de contabilidades internas no contexto da indústria do turismo.
I TORNEIO CIENTÍFICO PONTES DE MACARRÃO
I TORNEIO CIENTÍFICO PONTES DE MACARRÃO EDITAL DO DESAFIO ÁREA: ESTRUTURAS TEMA: PONTES DE ESPAGUETE Maceió 2016 1 INTRODUÇÃO Com o objetivo de interligar pontos, transpor obstáculos e promover acesso
CURSO DE MOLDES EM MÓDULOS OU COMPLETO
CURSO DE MOLDES EM MÓDULOS OU COMPLETO Com Prof/Artista.: Vinicios Jorge Curso de Moldes Fusion FX e Mundo Mágico arte compartilhada Este curso foi pensado e desenvolvido para que você possa aprender e
Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 17 Diagrama v-n de Manobra, Vôo em Curva e Envelope de Vôo
Introdução ao Projeto de Aeronaves Aula 17 Diagrama v-n de Manobra, Vôo em Curva e Envelope de Vôo Tópicos Abordados Diagrama v-n de Manobra. Desempenho em Curva. Envelope de Vôo e Teto Absoluto Teórico.
Embalagem : Funções e Valores na Logística
Embalagem : Funções e Valores na Logística Gabriela Juppa Pedelhes, [email protected] 1. Introdução A embalagem se tornou item fundamental da vida de qualquer pessoa e principalmente das atividades de
Aula 01 TEOREMAS DA ANÁLISE DE CIRCUITOS. Aula 1_Teoremas da Análise de Circuitos.doc. Página 1 de 8
ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL ZONA SUL CURSO TÉCNICO EM ELETRÔNICA II. CIRCUITOS ELÉTRICOS Aula 0 TEOREMAS DA ANÁLISE DE CIRCUITOS Prof. Marcio Leite Página de 8 0 TEOREMA DA ANÁLISE DE CIRCUITOS.0 Introdução
Ementa: As Organizações; As pessoas; As pessoas e as organizações; Sistema de Administração de Recursos Humanos.
ASSOSSIAÇÃO EDUCACIONAL E TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA Ementa Tecnólogo em Gestão da Produção Departamento de Ensino Superior DISCIPLINA: Administração da Produção I Introdução e conceitos; Métodos de
Conjuntos mecânicos I
A UU L AL A Conjuntos mecânicos I O pessoal de uma pequena empresa tem todo o conhecimento necessário sobre elementos de máquinas no que se refere à transmissão, apoio e elementos elásticos. Entretanto,
Software Livre e o Ensino Público: limites e perspectivas
Software Livre e o Ensino Público: limites e perspectivas Laura Bittencourt Paiva Valquíria Lopes Rabelo RESUMO Este artigo pretende analisar quais as perspectivas da adoção do sistema e da filosofia de
CAPÍTULO 4. 4 - O Método Simplex Pesquisa Operacional
CAPÍTULO 4 O MÉTODO SIMPLEX 4 O Método Simplex caminha pelos vértices da região viável até encontrar uma solução que não possua soluções vizinhas melhores que ela. Esta é a solução ótima. A solução ótima
PROF. FLAUDILENIO E. LIMA
UNIDADE 1 NORMAS TÉCNICAS APLICADAS AO DESENHO TÉCNICO MECÂNICO Conteúdo da unidade NORMAS TÉCNICAS APLICADAS AO DESENHO TÉCNICO MECÂNICO 1.1 Normas Técnicas. 1.2 Associação Brasileira de Normas Técnicas
3ª Aula. Desenvolvimento do Tema: Custos
3ª Aula Desenvolvimento do Tema: Custos Os participantes poderão apresentar entendimentos e experiências com base em suas atividades cabendo ao professor os comentários pertinentes com destaque dos aspectos
Capítulo 6 ESCALAS E DIMENSIONAMENTO
Capítulo 6 ESCALAS E DIMENSIONAMENTO Introdução Ainda que o principal objetivo deste livro seja preparar para a leitura e interpretação de desenho técnico, é necessário abordar os princípios básicos de
Redes de Computadores e Aplicações. Aula 51 - Cabeamento Estruturado
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte Campus Currais Novos Redes de Computadores e Aplicações Aula 51 - Cabeamento Estruturado Prof. Diego Pereira
O corte de metais é uma operação mecânica que consiste em se obter seções com dimensões determinadas.
1 PRÁTICA DE OFICINA AULA 02 2015-1 - SERRA MECÂNICA - Introdução O corte de metais é uma operação mecânica que consiste em se obter seções com dimensões determinadas. A serra alternativa horizontal ou
MESTRADO ACADÊMICO. 1. Proposta do programa
MESTRADO ACADÊMICO Os projetos de cursos novos serão julgados por uma comissão de avaliação da área de antropologia/arqueologia com base nos dados obtidos pela aplicação dos critérios abaixo relacionados
Plano de Ensino PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA APLICADA À ENGENHARIA - CCE0292
Plano de Ensino PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA APLICADA À ENGENHARIA - CCE0292 Título PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA APLICADA À ENGENHARIA Código da disciplina SIA CCE0292 16 Número de semanas de aula 4 Número
3 CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS. 3.1 Sistema Direto
3 CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS 3.1 Sistema Direto No sistema direto, as peças de utilização do edifício estão ligadas diretamente aos elementos que constituem o abastecimento, ou seja, a instalação é a própria
Gestão Design Artesanato
Gestão Design Artesanato Gestão do Design A dimensão ampliada do design baseia-se em uma estratégia empresarial orientada para o design visto como um sistema, ou seja, uma conjugação do produto, do serviço
Compreender os conceitos fundamentais e a terminologia no âmbito da contabilidade de custos;
CONTABILIDADE ANALÍTICA I [12003] GERAL Regime: Semestre: OBJETIVOS Pretende-se fornecer um enquadramento teórico e prático da Contabilidade de Custos ou Analítica, em particular, dos objetivos prosseguidos
RESOLUÇÃO. Artigo 2º - O Curso, ora criado, será oferecido no turno noturno, com 10 semestres de duração e com 50 vagas iniciais.
RESOLUÇÃO CONSEPE 27/2001 CRIA E IMPLANTA O CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO, NO CCT, DO CÂMPUS DE CAMPINAS. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, no uso de suas atribuições
CURSO: Engenharia de Controle e Automação Campus Praça XI Missão
CURSO: Engenharia de Controle e Automação Campus Praça XI Missão O Curso de Engenharia de Controle e Automação da Universidade Estácio de Sá tem por missão formar profissionais com sólidos conhecimentos
A INFLUÊNCIA DO DIMENSIONAMENTO CORRETO DOS TRANSFORMADORES NA CONSERVAÇÃO DA ENERGIA
A INFLUÊNCIA DO DIMENSIONAMENTO CORRETO DOS TRANSFORMADORES NA CONSERVAÇÃO DA ENERGIA Antonio Soares Pereto Engenheiro Industrial - modalidade Elétrica pela FEI (1969). Pósgraduado em Administração de
