Formação Econômica do Brasil
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- Nicholas Neto Pedroso
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1 Formação Econômica do Brasil Celso Furtado Parte I Fundamentos Econômicos da Ocupação Territorial Cap. I Da expansão comercial à empresa agrícola A expansão comercial da Europa estava em pleno crescimento do mercado interno no século XI e atingiu o apogeu no século XV, mas com as invasões turcas o continente foi privado do abastecimento de muitos itens. A expansão marítima e a descoberta da América foram formas de superar esses obstáculos (mercado consumidor e reabastecimento do comércio). O princípio inicial da colonização era encontrar ouro, neste quesito Espanha se saiu melhor que Portugal, pois encontrou rapidamente os metais preciosos em seus territórios. Posteriormente, com a crescente pressão política das nações européias sobre esses dois reinos, Espanha pode usar a riqueza acumulada para armar sua defesa, mesmo assim não impediu que os invasores adentrassem suas terras. Foi preferível, então, perder alguns territórios e concentrar a defesa nas zonas produtoras de metais (México Peru), a zona mais valiosa. Portugal num primeiro momento não encontrou os desejados metais preciosos e não encontrou uma forma de comércio aparente que fosse tão rentável quanto o ouro, somente o estabelecimento de algumas feitorias para comércio de peles e madeira com os índios. As nações européias pressionavam os reinos ibéricos com o princípio da utis possidetis, em que Portugal e Espanha só teriam direito as terras a que teriam devidamente ocupado. Cabia a Portugal encontrar uma forma de utilização econômica das terras, que servisse tanto para a ocupação permanente na colônia sul americana quanto para custear a organização da defesa dos territórios. A forma encontrada foi a exploração agrícola, com a cana de açúcar, e por seu êxito a produção brasileira passou a ser incluída no comércio europeu.
2 Cap. II Fatores de êxito da empresa agrícola O êxito da produção agrícola no Brasil deu se por superar as dificuldades das técnicas de produção, da criação de mercado consumidor para o açúcar, do financiamento da empreitada agrícola e o suprimento de mão de obra. No desenvolvimento das técnicas de produção e no suprimento da mão de obra, Portugal contou com a situação favorável em que se encontrava com a dominação do continente africano. Lá já haviam iniciado a produção de açúcar nas ilhas do Atlântico e puderam aprimorar as técnicas e desenvolver equipamentos que melhorassem a produção. Além de já estarem familiarizados com o tráfico da mão de obra escrava africana, que foi a solução encontrada para suprir a necessidade de muita mão de obra para as fazendas agrícolas, já que a mão de obra portuguesa e indígena era limitada e não apresentou sucesso nas colônias portuguesas. O açúcar era um produto de demanda crescente na Europa do século XVI, então o mercado estava em expansão. Os venezianos eram quem mais produziam, dominavam as melhores técnicas de produção e refinação, por isso também possuíam o monopólio de venda do continente. O açúcar do Brasil rompeu com esse monopólio e encontrou nos flamencos, especialmente os holandeses, o grande mercado consumidor, e também, o grande financiador da empresa agrícola na colônia brasileira. Os holandeses contribuíram fortemente para expansão do açúcar brasileiro, eram organizados comercialmente e grandes financiadores do comércio intra europeu. Foram capazes de financiar as instalações para a produção de açúcar na colônia e ainda criar um mercado consumidor europeu para o produto. A Holanda era o principal comprador da produção açucareira brasileira e tornou se especialista em refinação e redistribuição das manufaturas dentro da Europa ou de volta as colônias ibéricas, com isso os grandes lucros da empreitada agrícola da colônia lusitana estava nas mãos dos holandeses. Por essa boa margem de rendimentos, os holandeses ainda puderam financiar parte do envio de mão de obra escrava oriundas da África. Cap. III Razões do monopólio O monopólio do açúcar português alcançou o sucesso em grande parte por conta da decadência da economia espanhola, que não soube aproveitar as condições mais favoráveis para a
3 empreitada agrícola nas colônias espanholas, com terras mais produtivas, mão de obra indígena abundante e mais barata, e acúmulo de riquezas preciosas encontradas logo no início da colonização que poderia facilmente ter financiado a produção agrícola na parte espanhola do continente sulamericano. Ao contrário de Portugal, a Espanha continuou reforçando a proteção das áreas de extração de metais preciosos e não houve incentivos ao intercâmbio entre metrópole e colônias, ou entre as colônias. Com a acumulação de capital na forma dos metais preciosos o Estado espanhol aumentou sua renda, mas também seus gastos, provocando inflação e constante deficit na balança comercial com os preços internos inflacionados, o caminho natural da economia foi aumentar as importações e diminuir as exportações. A decadência da metrópole espanhola que se acentuou no século XVII prejudicou o desenvolvimento da colônia, que não pode por si só construir uma economia forte e autosuficiente, não houve incentivos a produção agrícola ou de manufaturas internamente, esses itens eram importados da metrópole que passava por dificuldades. Cap. IV Desarticulação do sistema O sistema de monopólio do açúcar português foi desarticulado quando Portugal foi submetido ao Reino da Espanha durante a União Ibérica. Holanda dominava o comércio das rotas marítimas e desempenhou papel importantissimo no financiamento e desenvolvimento da empresa agrícola portuguesa no Brasil. Estando Portugal dominado por Espanha, os holandeses então travaram uma disputa com os espanhóis para o domínio do comércio do açúcar que culminou na ocupação holandesa em parte da região produtora no Brasil por 25 anos. Esse quarto de século foi suficiente para os dominadores holandeses adquirirem familiaridade com os meios de organização e as técnicas de produção da indústria açucareira brasileira, o que culminou no desenvolvimento de uma indústria concorrente implantada no Caribe pelos holandeses no século XVII. A concorrência baixou o preço do açúcar no mercado e o Brasil perdeu volume de exportações e teve a renda real reduzida a 25% do que havia sido na época da alta rentabilidade.
4 Cap. V As colônias de povoamento do hemísferio norte No século XVII antes da implementação da empresa açucareira dos holandeses nas ilhas do Caribe, França e Inglaterra disputavam as terras das Antilhas como estratégia militar para atacar os domínios da Espanha e se apoderarem da área mineradora que enriqueceu o Estado espanhol. 1 Esta disputa entre as duas potências provocou um clima de instabilidade política e religiosa nas ilhas e promoveu migrações para o interior do continente e para o exterior o que explica em parte a expansão da ocupação inglesa pela América Central. Cap. VI Consequências da penetração do açúcar nas Antilhas A instalação dos franceses e ingleses nas Antilhas promoveram o êxito de produção de produtos tropicais (fumo, anil, algodão e café) e os objetivos políticos da ocupação foram deixados de lado por necessidade de ter uma produção econômica lucrativa para as Metrópoles. Paralelamente, no Brasil predominava o monopólio do açúcar que foi fortemente afetado pela expulsão dos holandeses do Nordeste brasileiro que encontraram nas ilhas do Caribe o cenário perfeito para o desenvolvimento da empresa açucareira concorrente. A instalação francesa e inglesa na América Central anteriormente preparou o terreno para a Holanda iniciar a produção açucareira, fornecendo ajuda técnica e financiamentos para os colonos comprarem equipamentos e escravos e desenvolverem a indústria. Além de contar com a posição estratégica das ilhas, mais perto da Europa e com amplo acesso ao mar. As grandes propriedades açucareiras desmantelaram as pequenas propriedades de abastecimento que haviam nas ilhas provocando o êxodo dos pequenos proprietários para o norte da América. Nas colônias inglesas da América então passaram a predominar dois tipos de propriedades: as grandes propriedades ao Sul e as pequenas propriedades ao Norte, cada uma com características próprias. As grandes propriedades do Sul se assemelhavam as propriedades brasileiras de açúcar: mão de obra por servidão temporária e, posteriormente, escrava, concentração de renda nas mãos 1 Toleration Act
5 dos proprietários das fazendas e a política dominada por grupos financeiros de comum acordo com os interesses da metrópole. As pequenas propriedades do Norte eram auto suficientes, apresentavam menor concentração de renda já que a produção estava nas mãos de mais pessoas e a política era dominada por grupos preocupados com a eficiência comercial, portanto, sem afinidade com os interesses da metrópole inglesa. Cap. VII Encerramento da etapa colonial Mesmo com as desavenças com as colônias do Norte a Inglaterra se firmou como a grande potência européia na segunda metade do século XVII, no auge do imperialismo, principalmente pela situação vantajosa em que esteve com os muitos acordos feitos entre os ingleses e portugueses. Com o final da União Ibérica (1640), Portugal se encontrava economicamente desorganizado e militarmente enfraquecido, unir se com a forte nação da Inglaterra era a oportunidade de se defender de Espanha e Holanda os espanhóis não reconheciam a independência do Reino de Portugal e os holandeses recusaram os acordos de paz propostos pelo reino lusitano. Os acordos firmados entre Portugal e Inglaterra deixaram os ingleses em melhor situação com vantagens econômicas e acesso direto ao comércio interno das colônias e em troca os ingleses ofereciam ajuda militar na defesa da Metrópole colocando Portugal numa relação de dependência econômica e política da Inglaterra. Mas os acordos políticos e militares firmados pela Metrópole não resolveu a decadência econômica da produção açucareira na colônia, a solução só começou a despontar com a descoberta de ouro na região das Minas no início do século XVIII. O ouro brasileiro trouxe alguma vantagem para o Brasil, quase nenhuma para Portugal e o triunfo econômico para a Inglaterra que por conta de um acordo garantia o envio da remessa de riquezas portuguesas para os cofres ingleses e obrigou os lusitanos renunciarem qualquer produção manufatureira dentro dos seus domínios. O que fez o reino inglês concentrar reservas, enriquecer internamente e desenvolver a indústria de manufaturas. Para o Brasil houve a expansão territorial para dentro do país à procura de ouro e para Portugal restou a riqueza aparente, assim como a Espanha no início da colonização, em que era dona de riquezas, mas estava sufocada por problemas econômicos e
6 pela dominação inglesa em sua economia. Uma das únicas vantagens que os acordos anglo lusitanos do século XVII e início do século XVIII ofereceu aos portugueses foi a Inglaterra ter garantido a participação de Portugal na Conferência 2 de Utrecht, que garantiu benefícios como a renúncia da França sobre a navegação e comércio do Rio Amazonas e a cessão da Colônia de Sacramento por parte da Espanha que posteriormente se tornam 3 importantes na definição das fronteiras do Brasil. No final do século XVIII Portugal e Inglaterra estavam em situações diferentes. A Inglaterra já havia iniciado a Revolução Industrial e por conta do desenvolvimento do capitalismo industrial, os ingleses viram a necessidade de romper com qualquer acordo que impedisse a expansão da livre concorrência e da eficiência de sua economia. Portugal foi grandemente afetado por essa decisão e teve o subsídio que era cedido ao vinho português no território inglês revogado e o Brasil esbarra na decadência da produção aurífera. 4 Em 1810 Inglaterra e Portugal firmam o Tratado de Comércio e Navegação. Inglaterra viu na colônia portuguesa do Brasil uma situação mais favorável a aumentar a rentabilidade e para manter os mesmos privilégios que tinham junto aos portugueses incentiva fortemente a independência da colônia. Em 1827, o governo independente do Brasil promove a Inglaterra a nação privilegiada, rebaixando sua 5 soberania econômica. Esta relação de submissão com a Inglaterra só acaba quando expira, em 1844, o contrato de 1827 entre as duas nações. O Brasil retoma a liberdade de tomar medidas econômicas a seu favor, como elevar as tarifas e aumentar o excedente do governo. Em grande medida esses acordos entre Portugal e Inglaterra, e posteriormente entre Inglaterra e Brasil, que na pratica se mostraram quase unilaterais, prejudicaram o desenvolvimento do Brasil no século XIX, juntamente com a permanência da estrutura escravocrata na economia, que não provoca tensões internas, mesmo com uma economia dinâmica como a cafeeira e o início das relações comerciais com os EUA. O ponto derradeiro para o desenvolvimento brasileiro e o rompimento com a estrutura colonial 2 Utrecht 3 Tratado de Madri 4 Tratado de Comércio e Navegação 5 O contrato acabaria em 1842, mas a Inglaterra conseguiu reverter a seu favor uma claúsula dúbia e estendeu o prazo por mais dois anos.
7 foi o nascer das tensões internas quando a economia cafeeira entra em crise e o surgimento de uma economia autonôma começa a despontar.
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