FORMAÇÃO ECONÔMICA DO BRASIL
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- Carlos Eduardo Castelo Cunha
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1 FORMAÇÃO ECONÔMICA DO BRASIL CELSO FURTADO PARTE I - FUNDAMENTOS ECONÔMICOS DA OCUPAÇÃO TERRITORIAL CAP DA EXPANSÃO COMERCIAL À EMPRESA AGRÍCOLA A expansão comercial da Europa estava em pleno crescimento do mercado interno no século XI e atingiu o apogeu no século XV, mas com as invasões turcas o continente foi privado do abastecimento de muitos itens. A expansão marítima e a descoberta da América foram formas de superar esses obstáculos (mercado consumidor e reabastecimento do comércio). O princípio inicial da colonização era encontrar ouro, neste quesito Espanha se saiu melhor que Portugal, pois encontrou rapidamente os metais preciosos em seus territórios. Posteriormente, com a crescente pressão política das nações europeias sobre esses dois reinos, Espanha pode usar a riqueza acumulada para armar sua defesa, mesmo assim não impediu que os invasores adentrassem suas terras. Foi preferível, então, perder alguns territórios e concentrar a defesa nas zonas produtoras de metais (México - Peru), a zona mais valiosa. Portugal num primeiro momento não encontrou os desejados metais preciosos e não encontrou uma forma de comércio aparente que fosse tão rentável quanto o ouro, somente o estabelecimento de algumas feitorias para comércio de peles e madeira com os índios. As nações européias pressionavam os reinos ibéricos com o princípio da utis possidetis, em que Portugal e Espanha só teriam direito as terras a que teriam devidamente ocupado. Cabia a Portugal encontrar uma forma de utilização econômica das terras, que servisse tanto para a ocupação permanente na colônia sul-americana quanto para custear a organização da defesa dos territórios. A forma encontrada foi a exploração agrícola, com a cana-de-açúcar, e por seu êxito a produção brasileira passou a ser incluída no comércio europeu. CAP FATORES DE ÊXITO DA EMPRESA AGRÍCOLA O êxito da produção agrícola no Brasil deu-se por superar as dificuldades das técnicas de produção, da criação de mercado consumidor para o açúcar, do financiamento da empreitada agrícola e o suprimento de mão-de-obra. No desenvolvimento das técnicas de produção e no suprimento da mão-de-obra, Portugal contou com a situação favorável em que se encontrava com a dominação do continente africano. Lá já haviam iniciado a produção de açúcar nas ilhas do Atlântico e puderam aprimorar as técnicas e desenvolver equipamentos que melhorassem a produção. Além de já estarem familiarizados
2 com o tráfico da mão-de-obra escrava africana, que foi a solução encontrada para suprir a necessidade de muita mão-de-obra para as fazendas agrícolas, já que a mão-de-obra portuguesa e indígena era limitada e não apresentou sucesso nas colônias portuguesas. O açúcar era um produto de demanda crescente na Europa do século XVI, então o mercado estava em expansão. Os venezianos eram quem mais produziam, dominavam as melhores técnicas de produção e refinação, por isso também possuíam o monopólio de venda do continente. O açúcar do Brasil rompeu com esse monopólio e encontrou nos flamencos, especialmente os holandeses, o grande mercado consumidor, e também, o grande financiador da empresa agrícola na colônia brasileira. Os holandeses contribuíram fortemente para expansão do açúcar brasileiro, eram organizados comercialmente e grandes financiadores do comércio intraeuropeu. Foram capazes de financiar as instalações para a produção de açúcar na colônia e ainda criar um mercado consumidor europeu para o produto. A Holanda era o principal comprador da produção açucareira brasileira e tornou-se especialista em refinação e redistribuição das manufaturas dentro da Europa ou de volta as colônias ibéricas, com isso os grandes lucros da empreitada agrícola da colônia lusitana estava nas mãos dos holandeses. Por essa boa margem de rendimentos, os holandeses ainda puderam financiar parte do envio de mão-de-obra escrava oriundas da África. CAP RAZÕES DO MONOPÓLIO O monopólio do açúcar português alcançou o sucesso em grande parte por conta da decadência da economia espanhola, que não soube aproveitar as condições mais favoráveis para a empreitada agrícola nas colônias espanholas, com terras mais produtivas, mão-de-obra indígena abundante e mais barata, e acúmulo de riquezas preciosas encontradas logo no início da colonização que poderia facilmente ter financiado a produção agrícola na parte espanhola do continente sulamericano. Ao contrário de Portugal, a Espanha continuou reforçando a proteção das áreas de extração de metais preciosos e não houve incentivos ao intercâmbio entre metrópole e colônias, ou entre as colônias. Com a acumulação de capital na forma dos metais preciosos o Estado espanhol aumentou sua renda, mas também seus gastos, provocando inflação e constante déficit na balança comercial - com os preços internos inflacionados, o caminho natural da economia foi aumentar as importações e diminuir as exportações. A decadência da metrópole espanhola que se acentuou no século XVII prejudicou o desenvolvimento da colônia, que não pode por si só construir uma economia forte e autosuficiente, não houve incentivos a produção agrícola ou de manufaturas internamente, esses itens eram importados da metrópole que passava por dificuldades.
3 CAP DESARTICULAÇÃO DO SISTEMA O sistema de monopólio do açúcar português foi desarticulado quando Portugal foi submetido ao Reino da Espanha durante a União Ibérica. Holanda dominava o comércio das rotas marítimas e desempenhou papel importantíssimo no financiamento e desenvolvimento da empresa agrícola portuguesa no Brasil. Estando Portugal dominado por Espanha, os holandeses então travaram uma disputa com os espanhóis para o domínio do comércio do açúcar que culminou na ocupação holandesa em parte da região produtora no Brasil por 25 anos. Esse quarto de século foi suficiente para os dominadores holandeses adquirirem familiaridade com os meios de organização e as técnicas de produção da indústria açucareira brasileira, o que culminou no desenvolvimento de uma indústria concorrente implantada no Caribe pelos holandeses no século XVII. A concorrência baixou o preço do açúcar no mercado e o Brasil perdeu volume de exportações e teve a renda real reduzida a 25% do que havia sido na época da alta rentabilidade. CAP AS COLÔNIAS DE POVOAMENTO DO HEMISFÉRIO NORTE No século XVII antes da implementação da empresa açucareira dos holandeses nas ilhas do Caribe, França e Inglaterra disputavam as terras das Antilhas como estratégia militar para atacar os domínios da Espanha e se apoderarem da área mineradora que enriqueceu o Estado espanhol. A colonização antilhana inicial se baseava em pequenas propriedades, dadas a um colono que pagaria com o fruto de seu trabalho; As Antilhas inglesas se desenvolveram mais rapidamente do que as francesas, com menos subsídios do governo, pela facilidade encontrada pelos ingleses para recrutar os colonos; Exploração da mão de obra europeia através da servidão condicionada a contratos de trabalho; O clima das Antilhas permitia o cultivo de artigos atrativos ao mercado europeu como o algodão, anil, café e fumo. Esta disputa entre as duas potências provocou um clima de instabilidade política e religiosa nas ilhas e promoveu migrações para o interior do continente e para o exterior o que explica em parte a expansão da ocupação inglesa pela América Central.
4 CAP CONSEQUÊNCIAS DA PENETRAÇÃO DO AÇÚCAR NAS ANTILHAS A instalação dos franceses e ingleses nas Antilhas promoveram o êxito de produção de produtos tropicais (fumo, anil, algodão e café) e os objetivos políticos da ocupação foram deixados de lado por necessidade de ter uma produção econômica lucrativa para as Metrópoles. Paralelamente, no Brasil predominava o monopólio do açúcar que foi fortemente afetado pela expulsão dos holandeses do Nordeste brasileiro que encontraram nas ilhas do Caribe o cenário perfeito para o desenvolvimento da empresa açucareira concorrente. A instalação francesa e inglesa na América Central anteriormente preparou o terreno para a Holanda iniciar a produção açucareira, fornecendo ajuda técnica e financiamentos para os colonos comprarem equipamentos e escravos e desenvolverem a indústria. Além de contar com a posição estratégica das ilhas, mais perto da Europa e com amplo acesso ao mar. As grandes propriedades açucareiras desmantelaram as pequenas propriedades de abastecimento que haviam nas ilhas provocando o êxodo dos pequenos proprietários para o norte da América. Nas colônias inglesas da América então passaram a predominar dois tipos de propriedades: as grandes propriedades ao Sul e as pequenas propriedades ao Norte, cada uma com características próprias. As grandes propriedades do Sul se assemelhavam as propriedades brasileiras de açúcar: mão-de-obra por servidão temporária e, posteriormente, escrava, concentração de renda nas mãos dos proprietários das fazendas e a política dominada por grupos financeiros de comum acordo com os interesses da metrópole. As pequenas propriedades do Norte eram autosuficientes, apresentavam menor concentração de renda já que a produção estava nas mãos de mais pessoas e a política era dominada por grupos preocupados com a eficiência comercial, portanto, sem afinidade com os interesses da metrópole inglesa. CAP ENCERRAMENTO DA ETAPA COLONIAL Mesmo com as desavenças com as colônias do Norte a Inglaterra se firmou como a grande potência europeia na segunda metade do século XVII, no auge do imperialismo, principalmente pela situação vantajosa em que esteve com os muitos acordos feitos entre os ingleses e portugueses. Com o final da União Ibérica (1640), Portugal se encontrava economicamente desorganizado e militarmente enfraquecido, unir-se com a forte nação da Inglaterra era a oportunidade de se defender de Espanha e Holanda - os espanhóis não reconheciam a independência do Reino de Portugal e os holandeses recusaram os acordos de paz propostos pelo reino lusitano.
5 Os acordos firmados entre Portugal e Inglaterra deixaram os ingleses em melhor situação - com vantagens econômicas e acesso direto ao comércio interno das colônias e em troca os ingleses ofereciam ajuda militar na defesa da Metrópole - colocando Portugal numa relação de dependência econômica e política da Inglaterra. Mas os acordos políticos e militares firmados pela Metrópole não resolveu a decadência econômica da produção açucareira na colônia, a solução só começou a despontar com a descoberta de ouro na região das Minas no início do século XVIII. O ouro brasileiro trouxe alguma vantagem para o Brasil, quase nenhuma para Portugal e o triunfo econômico para a Inglaterra que por conta de um acordo garantia o envio da remessa de riquezas portuguesas para os cofres ingleses e obrigou os lusitanos renunciarem qualquer produção manufatureira dentro dos seus domínios. O que fez o reino inglês concentrar reservas, enriquecer internamente e desenvolver a indústria de manufaturas. Para o Brasil houve a expansão territorial para dentro do país à procura de ouro e para Portugal restou a riqueza aparente, assim como a Espanha no início da colonização, em que era dona de riquezas, mas estava sufocada por problemas econômicos e pela dominação inglesa em sua economia. Uma das únicas vantagens que os acordos anglo-lusitanos do século XVII e início do século XVIII ofereceu aos portugueses foi a Inglaterra ter garantido a participação de Portugal na Conferência de Utrecht, que garantiu benefícios como a renúncia da França sobre a navegação e comércio do Rio Amazonas e a cessão da Colônia de Sacramento por parte da Espanha que posteriormente se tornam importantes na definição das fronteiras do Brasil. No final do século XVIII, Portugal e Inglaterra estavam em situações diferentes. A Inglaterra já havia iniciado a Revolução Industrial e por conta do desenvolvimento do capitalismo industrial, os ingleses viram a necessidade de romper com qualquer acordo que impedisse a expansão da livre concorrência e da eficiência de sua economia. Portugal foi grandemente afetado por essa decisão e teve o subsídio que era cedido ao vinho português no território inglês revogado e o Brasil esbarra na decadência da produção aurífera. Em 1810, Inglaterra e Portugal firmam o Tratado de Comércio e Navegação. Inglaterra viu na colônia portuguesa do Brasil uma situação mais favorável a aumentar a rentabilidade e para manter os mesmos privilégios que tinham junto aos portugueses incentiva fortemente a independência da colônia. Em 1827, o governo independente do Brasil promove a Inglaterra a nação privilegiada, rebaixando sua soberania econômica. Esta relação de submissão com a Inglaterra só acaba quando expira, em 1844, o contrato de 1827 entre as duas nações. O Brasil retoma a liberdade de tomar medidas econômicas a seu favor, como elevar as tarifas e aumentar o excedente do governo. Em grande medida esses acordos entre Portugal e Inglaterra, e posteriormente entre Inglaterra e Brasil, que na pratica se mostraram quase unilaterais, prejudicaram o desenvolvimento do Brasil no século XIX, juntamente com a permanência da estrutura escravocrata na economia, que não provoca tensões internas, mesmo com uma economia dinâmica como a cafeeira e o início das relações comerciais com os EUA. O ponto derradeiro para o desenvolvimento brasileiro e o rompimento com a estrutura colonial foi o nascer das tensões internas quando a economia cafeeira entra em crise e o surgimento de uma economia autônoma começa a despontar.
6 PARTE II ECONOMIA ESCRAVISTA DE AGRICULTURA TROPICAL (SÉCULOS XVI E VII) CAP CAPITALIZAÇÃO E NÍVEL DE RENDA NA COLÔNIA AÇUCAREIRA O sucesso e o desenvolvimento da indústria açucareira está atrelado ao esforço do governo português em facilitar para que as dificuldades da implantação de um setor agrícola na colônia fossem superados. Para tanto o governo favoreceu alguns grupos, como os donatários para quem foi concedido o monopólio de fabricação de moendas e engenhos de água, e aos interessados em instalar engenhos na colônia, como isenção de tributos, honrarias, penhora dos bens de capital, entre outros. A maior dificuldade da etapa inicial da indústria agrícola foi a escassez da mão-de-obra. A produção açucareira precisava ser feita em larga escala para que se tivesse vantagem econômica com uso extensivo de mão-de-obra, a escravidão indígena foi amplamente usada nos momentos iniciais de instalação da indústria agrícola, mas tornou-se inviável ao longo do tempo pela quantidade de índios e pela inaptidão do indígena ao trabalho pesado da lavoura. O uso do escravo indígena ficou restrito a atividade econômica alternativa para os colonos que não tinham como se dedicar a produção açucareira ou aos que faliram. Passada a fase inicial com o uso da mão-de-obra indígena, inicia-se a fase de expansão da empresa com o uso da mão-de-obra escrava africana em escala adequada para um sistema de produção mais eficiente e densamente capitalizado. No final do século XVI a empresa açucareira contava 120 engenhos com uma produção que superava os 2 milhões de arrobas, volume 20 vezes maior que a cota estabelecida pela Metrópole para as ilhas do Atlântico. A época estima-se 20 mil escravos na colônia, 75% desses sendo usados diretamente na produção de açúcar e representando 20% do custo fixo da indústria. Estima-se que a empresa agrícola colonial gerasse aproximadamente 2 milhões de renda líquida, considerando que havia somente 30 mil habitantes de origem europeia na colônia nesta época, a renda per capita era bastante alta, isto não implica que era bem distribuída. Pelo contrário, 90% da renda gerada na colônia estava concentrada nas mão dos donos de engenhos. Cerca de 2% desta renda era usada para pagamentos de alguns trabalhadores assalariados nos engenhos, e algo como 3% da renda para compra de gado (tração) e lenha (para as fornalhas), esta era a forma sob a qual a renda açucareira circulava na economia interna fora dos engenhos. Outros usos ínfimos da renda estava para pagamentos do próprio negócio da indústria, como reposição do capital fixo, incluindo equipamentos de produção e escravos importados. Portanto, a produção açucareira gerava uma renda ociosa, e mesmo com o alto gasto com bens de consumo importados (cerca de 50% da renda líquida), havia renda suficiente para autofinanciar uma duplicação da capacidade de produção a cada 2 anos. Mas tampouco houve esses reinvestimentos internos. O tamanho da demanda limitou a expansão da oferta do setor
7 açucareiro, a produção foi bem controlada para que não gerasse superproduções a exemplo do que havia ocorrido nas ilhas do Atlântico. CAP. 09 FLUXO DE RENDA E CRESCIMENTO Operações de larga escala; Capital importado; Trabalho escravo substitui mão de obra indígena menos eficiente e com recrutamento incerto; Renda do açúcar: - importar equipamentos, materiais de construção e mão de obra escrava (não houve a cultura de melhorar as condições do escravo para diminuir os custos de reabastecimento da mão de obra); - Escravos usados em todas as funções de trabalho especializado impedia o emprego de mão de obra assalariada e, portanto, não havia circulação da venda monetária. Economia Exportadora-Escravista - renda para o empresário = exportações; - importações; - pagamentos ao exterior; - Lucro = custo reposição do escravo valor do produto gerado. - escravo: bem durável; custo fixo com manutenção; Economia Industrial - renda coletiva; - pagamento de fatores de produção (material e mão de obra) - há pagamentos e criação de renda monetária; Todos os fatores pertenciam ao empresário, fluxo de renda resumindo a operações contábeis; Desmonta a ideia de que o engenho açucareiro se baseava em uma economia semifeudal, como apontavam alguns autores, especificamente Gilberto Freyre. O argumento era de que diferente de um feudo a unidade escravista permitia a algum pagamento monetário externo com a importação dos equipamentos e escravos e tinha a produção totalmente voltada para o exterior; A possibilidade de expansão da indústria açucareira, dada que as terras eram abundantes e demanda externa era estabilizada, seria ilimitada (a indústria era capaz de se autofinanciar); No entanto, a oferta não foi expandida para evitar colapso nos preços; Crescimento e retrocessos eventuais no negócio açucareiro não modificaram a estrutura econômica. Quando houvesse recuos, a força do trabalho escravo poderia se redirecionada a outra utilizações. Economia sem capacidade de autopropulsão, com crescimento em extensão, sem desenvolvimento estrutural (dependência da demanda externa);
8 A ocupação de novas extensões de terra possibilitava a concentração populacional, mas como não havia circulação de renda, essa concentração não permitia um desenvolvimento dinâmico. Economia açucareira do Nordeste resistiu por três séculos as longas quedas nos preços; A economia mineradora em Minas reduziu ainda mais a rentabilidade, com a concorrência pela mão de obra especializada e elevação dos preços do escravo. CAP 10 PROJEÇÃO DA ECONOMIA AÇUCAREIRA: A PECUÁRIA a especialização extrema da economia açucareira antilhana estimulou o desenvolvimento das colônias de povoamento no norte dos EUA (século XVII) Em São Vicente (Brasil) e Nova Inglaterra (EUA) fracassariam no objetivo inicial de colonização e resultaram em colônias de povoamento; - Na Nova Inglaterra houve como alternativo a especialização da peca e do transporte marítimo; - Em São Vicente ocorreu a caça ao índio como alternativa à produção açucareira fazendo com que os colonos se voltasses para o interior; Dentre os bens de consumo interno que podia ser produzido internamente era a carne, que faz parte da dieta dos colonos e escravos. Este fato combinado à intensificação do uso de animais para transporte e como fonte de energia dos engenhos, fez com que se desenvolvesse uma atividade paralela à atividade criatória. Criação de Gado - ocupação expansiva e itinerante; - baixos custos de manutenção; - baixa rentabilidade; - representa 5% da renda total gerada pela exportação do açúcar; - atendia mercado interno de gado e mercado externo de couro; Açúcar - ocupação permanente; - custos com manutenção médios; - alta rentabilidade; - totalmente voltado para o comércio externo; Capacidade de crescimento da atividade criatória não apresentava fatores limitativos do lado da oferta, a atividade se caracterizava pela expansivo uso de terras e este recurso era abundante. Havia facilidade para novos produtores entrarem no mercado, os investimentos iniciais eram menores e a atividade mais atrativa para quem disponha de poucos recursos. No entanto, a demanda que gerava renda para o negócio era totalmente dependente da atividade açucareira no início da atividade no século XVII e no século XVIII sofre a concorrência da criação de gado desenvolvida no sul para abastecer a região minerado. Além deste fato, a atividade criatória não era nada mais que uma atividade de subsistência, sendo uma forma, talvez a única, de produzir alimento para a população envolvida na atividade e na produção de couro que era uma matériaprima muito usada.
9 CAP 11 FORMAÇÃO DO COMPLEXO ECONÔMICO NORDESTINO As duas unidades produtivas do nordeste, a açucareira e a pecuária, entraram em decadência na segunda metade do século XVII, mas segundo Celso Furtado forneceram a base para viria a ser a economia brasileira: estruturas econômicas que preservavam seu formato original mesmo tanto em movimentos de expansão quanto em contração. O expansão tinha um caráter extensivo com o aumento das terras e aplicação de mais mão-de-obra, não implicava em melhoria da tecnologia de forma a modificar a estrutura de custos e na produtividade. Como a renda da atividade açucareira permanecia no próprio negócio, sua estrutura de custo era bastante resistente as mudanças de preços, principalmente a baixa de preços. Essa resistência tornou-se no motivo principal da indústria açucareira não ter quebrado com a crise de preços do século XVII. Os custos fixos já estavam dados, os fatores de produção instalados, então convinha continuar operando. Essa mesma dinâmica de uma inelasticidade da oferta açucareira, não necessariamente se repetia para a atividade criatória, pelo menos não em qualquer horizonte de tempo. A pecuária nordestina abastecia o mercado açucareiro, então havendo baixas no mercado de açúcar a pecuária responderia na mesma direção no curto prazo. Em períodos mais estendidos era possível perceber comportamentos diferentes entre as duas atividades. Condições de trabalho e alimentação dos trabalhadores envolvidos na pecuária permitia uma maior expectativa de vida e um crescimento vegetativo forte, o que reduzia os custos de renovação do fator trabalho, enquanto a atividade açucareira dependia da importação da mão-de-obra escrava que além de cara, tinha baixa expectativa. Essas diferenças permitiram comportamentos polarizados entre as duas atividades no longo prazo. Outra diferença entre as dinâmicas de funcionamento nas atividades produtivas se davam pela dependência de fatores exógenos e endógenos no desenvolvimento da atividade. Enquanto a atividade açucareira dependia fortemente do mercado externo, a forte concorrência com o açúcar das Antilhas fez com que a indústria experimentasse um ciclo de decadência e baixa produtividade, além da fuga de mão-de-obra para a atividade mineradora. Já a atividade criatória dependia de fatores internos para a expansão tanto dos animais quanto da força de trabalho, uma queda do rendimento da atividade comercial eventualmente se converteria em uma produção de subsistência. Assim, a população consumia o mesmo produto que comercializava, o que permite menos problemas quando o cenário externo é modificado e há queda nas exportações. Com menos gado sendo vendido a renda monetária da atividade diminuiu o que fez com que a especialização da economia se expandisse, mesmo que para atividade rudimentares e de baixo valor agregado. A perca de poder aquisitivo fez com que produtos antes importados fossem substituídos por artigos produzidos localmente. Ainda é possível perceber que as condições de vida da economia nordestina foi em boa parte sustentada pela integração da indústria açucareira com a atividade criatória. Havia migração da força de trabalho livre para a pecuária localizada no interior sempre que a atividade açucareira estava em baixa, pois havia oferta de alimento naquela atividade o que permitia o desenvolvimento
10 de fatores e o crescimento demográfica, sem essa combinação entre as atividade a circulação de renda seria ainda menor, a expectativa de vida e de crescimento vegetativo seriam bastante reduzidas, já que atividade açucareira produzia pouco fora do seu complexo para exportação. A formação da economia nordestina a partir do século XVII se deu com a indústria açucareira de alta produtividade dos fatores (terras, escravos, etc) perdendo importância, enquanto a atividade pecuarista de baixa produtividade (cabeças de gado por cuidador) se expandindo com o crescimento da população. CAP. 12 CONTRAÇÃO ECONÔMICA E EXPANSÃO TERRITORIAL As invasões holandesas no século XVII fez do Nordeste brasileiro cenário das disputas políticas, mas isto não significou grandes prejuízos para colônia enquanto sob o domínio holandês. Os holandeses promoveram o desenvolvimento urbano retendo os rendimentos fiscais do açúcar na colônia. Houve, no entanto, grandes perdas para Portugal, prejuízos comerciais e de fisco, além de gastos militares para investir na expulsão dos holandeses do território. Após a expulsão, Portugal inicia as perdas decorrentes da quebra do monopólio do açúcar, iniciando a etapa de baixa rentabilidade da indústria agrícola. Portugal sob o domínio espanhol no século XVI obteve uma vantagem de localização. Enquanto defendia o território espanhol colonial dos invasores ingleses, franceses e holandeses, os portugueses foram expandindo sua posição ao longo da foz sul do Amazonas e pode se fixar numa posição estratégica na bacia amazônica e assim controlar toda a imensa bacia. A experiência da colonização fez Portugal perceber que precisava ocupar essas terras ao norte e evitar que fosse instalada uma empresa concorrente em seu território. Colônias permanentes foram instaladas no início do século, principalmente no Maranhão, mas por dificuldade financeiras e de distância essas regiões foram abandonadas pela metrópole a própria sorte e recursos, que não eram muitos. O solo maranhense não tinha a mesma fecundidade das outras regiões e o mercado de produtos tropicais era desorganizado o bastante no século XVII para dificultar a instalação de uma empresa passível de capitalização e desenvolvimento na região. As famílias passaram a viver de subsistência, sem atividade comercial importante na colônia do Maranhão. Para investir no trabalho de abastecer a si mesmas, foi-se atrás de escravos indígenas como condição de sobrevivência da população desta região. Explorando a bacia amazônica pela caça aos índios, os colonos perceberam potencialidades da floresta. No século XVIII o Pará era um centro exportador de produtos como cacau, baunilha, canela e cravo. A utilização da mão-de-obra indígena na extração destes produtos foi intensa, com papel importante dos jesuítas que organizavam os indígenas em comunidades, fornecendo os como mão-de-obra a atividade e lhes pagavam com objetos de valor reduzido, o que permitia bom volume e baixo custo da força de trabalho. Tanto os colonos do norte tinha suas dificuldade em conquistar a mão-de-obra imprescindível para ao desenvolvimento da atividade florestal quanto os colonos do sul, da colônia
11 de São Vicente, tinham dificuldade em vender os escravos que abasteciam a atividade açucareira, pois esta região se encontrava empobrecida no século XVIII. As dificuldade em todas as atividades do Brasil colônia deram base para o assentamento da economia de subsistência e as atividades de trabalho, produtividade, direito, tudo foi reduzido ao ambiente local.
12 PARTE III ECONOMIA ESCRAVISTA MINEIRA [SÉCULO XVIII] Erianne Farias UFPE CAP 13 POVOAMENTO E ARTICULAÇÃO DAS REGIÕES MERIDIONAIS O declínio da empresa do açúcar e a baixa lucratividade das atividades secundarias como a agricultura tropical e a pecuária levaram Portugal a empreender na busca por metais preciosos para tirar tanto metrópole quanto colônia do empobrecimento. Para tanto o governo financiou e apoiou tecnicamente os sertanistas de Piratininga que já tinham conhecimento do interior do país. A economia do ouro do século XVII incentivou um movimento espontâneo de migração europeia para a colônia, um ciclo diferente de tudo o que já havia ocorrido, desta vez os próprios imigrantes financiaram sua transferência almejando aproveitar a dinamicidade e as oportunidades da nova sociedade mineira que se formava. Diferentemente da sociedade rural cunhada nas bases dos engenhos de açúcar, a sociedade mineira oferecia possibilidades e acesso aos trabalhadores livres e até mesmo a escravos. Havia trabalho escravo, mas este não constituía a maioria da mão-de-obra empregada na exploração de metais e ainda havia a possibilidade do escravo acumular uma parte de seu trabalho e comprar sua liberdade; Aos homens livres era dada a possibilidade de ascensão econômica e social, contrariamente a indústria agrícola que somente ao dono de engenho era permitido expressão social e com a decadência da empresa agrícola a subclasse de trabalhadores livres se amontoavam ainda com menos aspiração de ascender. Possibilidades dos homens livres: empreender nas lavras de grande escala, reduzido os recursos poderiam empreender em empresas menores de exploração, se ainda mais escasso seus recursos poderia trabalhar como faiscador e em pouco tempo ascender a posição de empresário. A atividade mineradora é construída com base na efemeridade das lavras, diferentemente da atividade açucareira, a empresa mineradora estava organizada para se deslocar num curto espaço de tempo pois o tempo de esgotamento das lavras era incerto. A atividade do ouro e metais preciosos apresentava alta lucratividade em que os lucros eram investido na própria mineração. Em contraste com a riqueza da atividade, a região mineira vivia sempre com baixo abastecimento de produtos de primeira necessidade, sendo a fome uma constante nessa região, o transporte de alimentos e animais para essa região interiorana era caro o que elevava os preços. A pecuária do Sul ganhou novo impulso com a atividade das minas, houve uma valorização na demanda por carnes e couro o que foi sentida nos preços dos criadores do sul; Além disso, com a interiorização da economia na região mineira, que também era uma região montanhosa, criou-se um complexo sistema de transporte e a exigência de animais de carga, que também foi abastecido com a criação de mulas da região sul.
13 Os animais do sul eram levados para São Paulo para serem comercializados para compradores de todas as regiões, assim a economia mineira permitiu a integração entre as diferentes partes do sul do país e a especialização entre elas, uma criava, outras engordavam o gado, outras distribuíam e outras formavam o mercado consumidor. O que uniu as regiões foi a demanda do centro dinâmico da economia mineira. CAP 14 - FLUXO DE RENDA Havia possibilidade de se desenvolver uma atividade manufatureira na região mineradora, mas faltava conhecimento técnico e mão de obra especializada para se empreender, tanto na metrópole quanto na colônia; Furtado atribui a condição de se ter desenvolvido a indústria manufatureira no Brasil era preciso que se tivesse feito isto em Portugal no século XVIII, mas com a riqueza gerada para o país com o ouro brasileiro, os lusitanos tinham poucos incentivos a desenvolver outras industrias; O ouro teve dois lados: em um possibilitou que houvesse condições de um desenvolvimento endógeno na colônia, no outro impediu o desenvolvimento de uma indústria manufatureira em Portugal que poderia ser transplantada para o Brasil, posteriormente; Acordo de 1703 (Tratado de Methuen) - Portugal e Inglaterra; Portugal não poderia negociar com a França e retirar embargos aos produtos ingleses; - redução no efeito multiplicador do ouro na renda econômica de Portugal; - a demanda por manufaturas da colônia era atendida pela Inglaterra, sem efeito na renda de Portugal além de impostos; Inglaterra beneficiada pela economia do ouro de Portugal: - investir no mercado inglês de manufaturas; - aumentar as reservas bancárias inglesas; Sociedade Mineira: formada em sua maioria por homens livres, com maior iniciativa econômica e menos concentração de renda que a sociedade açucareira; No entanto, a atividade gerava uma renda médica e total menor, o trunfo desta atividade foi desconcentrar a renda; sociedade multifacetada com demandas diversas, poucas importações e grandes dispêndios em consumo corrente e poucos bens de luxo; população estava dispersa entra as regiões da serra da Mantiqueira em Minas até Cuiabá no Mato Grosso, mas concentrada em centros urbanos e semi-urbanos; CAP 15 REGRESSÃO ECONOMICA E EXPANSÃO DA AREA DE SUBSISTÊNCIA Economia com negócios temporários, devido a vida útil das minas; Com o esgotamento das minas a economia entra em decadência;
14 Empresas de ouro faliram e empresários perderam todas os ativos na esperança de ainda encontrar algum novo negócio de ouro, isto impediu que fosse investido em outra atividade econômica; Havia mão de obra ociosa com a falência das empresas, mas como a base da empresa era de escravos não houve convulsões sociais; os homens livres se dedicaram a subsistência; Os maiores prejuízos foram para quem investiu no comercio de escravos; Os grupos de subsistência continuaram espalhados por regiões de difícil comunicação e grupos isolados dos outros; Involução do sistema econômico: passa de um sistema de alta produtividade para a subsistência de forma rápida e completa;
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