Direito Internacional OAB
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- Kátia Marinho Amarante
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1 Direito Internacional OAB Professor Leopoldo Canal [email protected]
2 Bibliografia 1) Diego Araújo Campos e, Fabiano Távora. Sinopses Jurídicas nº 33: Direito Internacional Público e Privado. Saraiva, ) Gustavo Bregalda Neves. Direito Internacional coleção OAB. Saraiva ) Francisco Rezek. Direito Internacional: curso elementar. Ed. Saraiva. 4) Paulo Henrique Gonçalves Portela. Direito Internacional Público e Privado. Ed. Juspodivm. 5) Marcelo Pupe Braga. Direito Internacional Público e Privado. Ed. Método.
3 Conceito Conceito sujeitos objeto fontes
4 Valerio de O. Mazzuoli: Sinteticamente, o Direito Internacional Público pode ser definido como a disciplina da sociedade internacional. Em uma definição mais abrangente (e mais técnica), o Direito Internacional Público pode ser conceituado como o conjunto de princípios e regras jurídicas (costumeiras e convencionais) que disciplinam e regem a atuação e a conduta da sociedade internacional (formada pelos Estados, pelas organizações internacionais intergovernamentais e também pelos indivíduos), visando alcançar as metas comuns da humanidade e, em última análise, a paz, a segurança e a estabilidade das relações internacionais.
5 Sociedade internacional Comunidade internacional
6 Características
7 Características D.I.P. descentralização horizontalidade coordenação igualdade proibição do uso da força reciprocidade humanização aberta (diversidade de atores)
8 Fundamento do D.I. Teorias negadora do D.I.P. voluntarista objetivista
9 Relação do D.I. com o direito interno Teorias monista dualista prevalência do direito interno prevalência do direito internacional extremado temperado ou mitigado maior proteção a vítimas (diálogos das fontes)
10 Fontes Estatuto da Corte Internacional de Justiça Corte de Haia Artigo 38 - A Corte, cuja função seja decidir conforme o direito internacional as controvérsias que sejam submetidas, deverá aplicar: 1. as convenções internacionais, sejam gerais ou particulares, que estabeleçam regras expressamente reconhecidas pelos Estados litigantes; 2.. o costume internacional como prova de uma prática geralmente aceita como direito; 3. os princípios gerais do direito reconhecidos pelas nações civilizadas; 4. as decisões judiciais e as doutrinas dos publicitários de maior competência das diversas nações, como meio auxiliar para a determinação das regras de direito, sem prejuízo do disposto no Artigo A presente disposição não restringe a faculdade da Corte para decidir um litígio ex aequo et bono, se convier às partes.
11 Fontes Fontes primárias auxiliares tratado costume princípios gerais do direito doutrina jurisprudência equidade (ex aequo et bono) decisões das OI s ato unilateral do Estado
12 Fontes no Direito Internacional em espécies
13 Fontes COSTUME INTERNACIONAL Art. 38 da CIJ: 3. o costume internacional como prova de uma prática geralmente aceita como direito; Obs: caso da Plataforma Continental do Mar do Norte (CIJ 1969).
14 Fontes COSTUME INTERNACIONAL Elementos constitutivos material (objetivo) psicológico (subjetivo) opinio juris Francisco Rezek: (...) uma prática geral aceita como sendo direito.
15 Fontes COSTUME INTERNACIONAL Questões relevantes: 1) Existe necessidade de tempo para ser aceito o costume internacional? 2) Quantos Estados são necessários para o reconhecimento do costume? 3) A quem cabe a prova do costume?
16 Fontes PRINCÍPIOS GERAIS DE DIREITO Marcelo Dias Varella igualdade soberana não ingerência solução pacífica de controvérsia respeito aos direitos humanos cooperação internacional
17 Fontes DOUTRINA, JURISPRUDÊNCIA E EQUIDADE Não são fontes do D.I.P. São instrumentos de interpretação e aplicação do D.I.P.
18 Decisões das Organizações Internacionais Atos unilaterais praticados pelos Estados
19 Fontes O que são jus cogens e soft law ou norms?
20 Fontes jus cogens e soft law ou norms Questões importantes: 1) Existe hierarquia entre as fontes? 2) Qual a consequência da violação à norma jus cogens?
21 TRATADOS Introdução
22 TRATADOS Art. 38 da CIJ: 2. as convenções internacionais, sejam gerais ou particulares, que estabeleçam regras expressamente reconhecidas pelos Estados litigantes; Francisco Rezek: Tratado é todo acordo formal concluído entre pessoas jurídicas de direito internacional público, e destinado a produzir efeitos jurídicos.
23 Terminologias Terminologias Tratado (formal e solene) Convenção (normas gerais) Declaração (direitos) Ato (regra de direito) Pacto (formal e solene) Estatuto (Corte internacional) Protocolo (tratado acessório) Acordo (comercial, econômico) Concordata (Santa Sé) Troca de notas (procedimento) Carta (direitos) Convênio (cultural) Gentlemen s agreement (acordo)
24 CONDIÇÕES DE VALIDADE Condições de validade capacidade das partes habilitação dos agentes signatários licitude e possibilidade do objeto consentimento livre
25 CONDIÇÕES DE VALIDADE Vícios do consentimento erro dolo coação corrupção de fato de direito
26 CONDIÇÕES DE VALIDADE Questões: 1) Os vícios nos requisitos de validade nos tratados geram a nulidade, anulabilidade ou o reconhecimento da inexistência? 2) Com relação as tratados de paz, a coação também se apresenta como um vício?
27 CLASSIFICAÇÃO DOS TRATADOS Critério formal número de partes procedimento para conclusão
28 CLASSIFICAÇÃO DOS TRATADOS Critério material natureza da norma execução no tempo execução no espaço normativo contratual permanentes efeito sucessivo amplo restrito
29 Procedimento Internacional de ratificação de tratados NEGOCIAÇÃO E ADOÇÃO ASSINATURA Referendo do Congresso Nacional (art. 49, I da CF) PROCEDIMENTO INTERNO RATIFICAÇÃO O Presidente nesta fase expede o Decreto Presidencial promulgando e publicando o texto que internaliza o tratado. TROCA E DEPÓSITO (REGISTROS) DOS INSTRUMENTOS DE RATIFICAÇÃO
30 NEGOCIAÇÃO Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República: (...) VIII - celebrar tratados, convenções e atos internacionais, sujeitos a referendo do Congresso Nacional; (...) Parágrafo único. O Presidente da República poderá delegar as atribuições mencionadas nos incisos VI, XII e XXV, primeira parte, aos Ministros de Estado, ao Procurador-Geral da República ou ao Advogado-Geral da União, que observarão os limites traçados nas respectivas delegações
31 Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional: I - resolver definitivamente sobre tratados, acordos ou atos internacionais que acarretem encargos ou compromissos gravosos ao patrimônio nacional;
32 Procedimento interno de incorporação do tratado Mensagem com exposição de motivos - MRE PRESIDENTE DA REPÚBLICA CONGRESSO NACIONAL Art. 49, I da CF Referendo DECRETO LEGISLATIVO PRESIDENTE DA REPÚBLICA RATIFICAÇÃO (INTERNACIONAL) Troca - depósito PROMULGAÇÃO (INTERNO) Decreto presidencial
33 Tratados QUESTÕES 1) O Congresso é obrigado a aprovar o acordo adotado? 2) Em sendo aprovado o acordo, fica o Presidente da República obrigado a ratificá-lo? Quais as consequências?
34 Efeito dos tratados órbita internacional órbita interna Entrada em vigor vigência contemporânea vigência diferida
35 CONFLITO ENTRE TRATADO E DIREITO INTERNO Hierarquia dos tratados lei ordinária federal (STF) supralegalidade (art. 98 CTN) supralegalidade (Dir. Humanos) equivalentes às EC (art. 5, 3º)
36 Código Tributário Nacional: Art. 98. Os tratados e as convenções internacionais revogam ou modificam a legislação tributária interna, e serão observados pela que lhes sobrevenha. Constituição Federal: Art. 5º: 3º Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados, em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, por três quintos dos votos dos respectivos membros, serão equivalentes às emendas constitucionais.
37 EXTINÇÃO DOS TRATADOS Extinção dos tratados execução integral consentimento mútuo termo final superveniência de condição resolutória caducidade conflitos armados impossibilidade de execução (força maior) ruptura das relações diplomáticas e consulares inexecução por uma das partes denúncia unilateral mudança substancial de circunstâncias jus cogens
38 Personalidade Jurídica Internacional Atores do Direito Internacional Sujeitos do Direito Internacional
39 Personalidade Jurídica Internacional Atores Estado Organização Internacional Individuo Cruz Vermelha Internacional Santa Sé Beligerante e insurgente Organização não Governamental Empresas transnacionais Organizações não Governamentais
40 Estado Conceito agrupamento humano, estabelecido permanentemente num território determinado e sob um Governo independente. (ACCIOLY, Hildebrando; SILVA, Geraldo Eulálio do Nascimento e. Manual de Direito Internacional Público. Ed. Saraiva, 19ª ed., 2009)
41 Convenção de Montevidéu sobre direitos e deveres dos Estados de 1933, promulgada pelo Decreto n 1.570/37. Artigo 1 O Estado como pessoa de Direito Internacional deve reunir os seguintes requisitos. I. População permanente. II. Território determinado. III. Governo. IV. Capacidade de entrar em relações com os demais Estados.
42 Elementos constitutivos povo território governo soberania
43 Estados Classificação simples composto centralizado descentralizado por coordenação por subordinação
44 Estado Formação do Estado fusão desmembramento criação anexação
45 IMUNIDADE À JURISDIÇÃO ESTATAL Par in parem non habet judicium Os Estados são iguais, assim sendo, um Estado não pode ser submetido a jurisdição de outro Estado se não houver consentimento.
46 IMUNIDADE À JURISDIÇÃO ESTATAL Imunidade à jurisdição Estatal absoluta relativa
47 ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS CONCEITO entende-se por Organizações Internacionais aqueles entes formados por um acordo concluído entre Estados e que são dotados de personalidade própria para realizar diversas atividades que são definidas pelos próprios Estados que as conceberam. Na qualidade de sujeito derivado, a organização internacional só existe por força de um tratado multilateral. (Sidney Guerra. Curso de Direito Internacional Público. Ed. Lumenjuris, 4ª ed., 2009, p. 217).
48 Características associação voluntária de sujeitos do DIP o ato institutivo é internacional personalidade jurídica internacional possui ordenamento jurídico próprio existência de órgãos próprios
49 Qto. à finalidade gerais específicas Universais Espécies Qto. ao âmbito de atuação Regionais Qto. à participação abertas ilimitadas fechadas limitadas
50 DEPORTAÇÃO Art. 58. A deportação consistirá na saída compulsória do estrangeiro. Art. 57. Nos casos de entrada ou estada irregular de estrangeiro, se este não se retirar voluntariamente do território nacional no prazo fixado em Regulamento, será promovida sua deportação.
51 DEPORTAÇÃO QUESTÕES RELEVANTES 1) Existe deportação coletiva? 2) Para onde será remetido o estrangeiro deportado? 3) Quem arca com as custas do transporte em caso de deportação?
52 DEPORTAÇÃO Art. 63. Não se procederá à deportação se implicar em extradição inadmitida pela lei brasileira. Art. 61. O estrangeiro, enquanto não se efetivar a deportação, poderá ser recolhido à prisão por ordem do Ministro da Justiça, pelo prazo de sessenta dias. Parágrafo único. Sempre que não for possível, dentro do prazo previsto neste artigo, determinar-se a identidade do deportando ou obter-se documento de viagem para promover a sua retirada, a prisão poderá ser prorrogada por igual período, findo o qual será ele posto em liberdade, aplicando-se o disposto no artigo 73.
53 EXPULSÃO Art. 65. É passível de expulsão o estrangeiro que, de qualquer forma, atentar contra a segurança nacional, a ordem política ou social, a tranqüilidade ou moralidade pública e a economia popular, ou cujo procedimento o torne nocivo à conveniência e aos interesses nacionais. Parágrafo único. É passível, também, de expulsão o estrangeiro que: a) praticar fraude a fim de obter a sua entrada ou permanência no Brasil; b) havendo entrado no território nacional com infração à lei, dele não se retirar no prazo que lhe for determinado para fazê-lo, não sendo aconselhável a deportação; c) entregar-se à vadiagem ou à mendicância; ou d) desrespeitar proibição especialmente prevista em lei para estrangeiro
54 EXPULSÃO Art. 75. Não se procederá à expulsão: I - se implicar extradição inadmitida pela lei brasileira; ou II - quando o estrangeiro tiver: a) Cônjuge brasileiro do qual não esteja divorciado ou separado, de fato ou de direito, e desde que o casamento tenha sido celebrado há mais de 5 (cinco) anos; ou b) filho brasileiro que, comprovadamente, esteja sob sua guarda e dele dependa economicamente. 1º. não constituem impedimento à expulsão a adoção ou o reconhecimento de filho brasileiro supervenientes ao fato que o motivar. 2º. Verificados o abandono do filho, o divórcio ou a separação, de fato ou de direito, a expulsão poderá efetivar-se a qualquer tempo.
55 EXPULSÃO (...) O fato de o expulsando ter sido visitado pela amásia, na prisão, durante certo período, enquanto este cumprindo pena, não configura a hipótese prevista no art. 75, II, a, da Lei nº 6.815/80, alterada pela Lei nº 6.964/81, nem a união estável de que trata o parágrafo 3º do art. 226 da CF, de modo a obstar, no caso, a expulsão. (...) STF, Pleno, HC 80322/SP, rel. Min. Sydney Sanches, DJU 07/12/2000.
56 EXPULSÃO Art. 70. Compete ao Ministro da Justiça, de ofício ou acolhendo solicitação fundamentada, determinar a instauração de inquérito para a expulsão do estrangeiro. Art. 71. Nos casos de infração contra a segurança nacional, a ordem política ou social e a economia popular, assim como nos casos de comércio, posse ou facilitação de uso indevido de substância entorpecente ou que determine dependência física ou psíquica, ou de desrespeito à proibição especialmente prevista em lei para estrangeiro, o inquérito será sumário e não excederá o prazo de quinze dias, dentro do qual fica assegurado ao expulsando o direito de defesa.
57 EXPULSÃO Art. 66. Caberá exclusivamente ao Presidente da República resolver sobre a conveniência e a oportunidade da expulsão ou de sua revogação. Parágrafo único. A medida expulsória ou a sua revogação far-se-á por decreto.
58 EXPULSÃO QUESTÕES 1) O expulso pode retornar ao Brasil? 2) O ato de expulsão é discricionário? 3) O ato de expulsão necessita de fundamentação? 4) Cabe controle jurisdicional do ato de expulsão?
59 EXTRADIÇÃO A extradição é o envio de estrangeiro que cometeu um crime no exterior, para ser processado ou julgado, ou então para lá cumprir sua pena, depois de ter sido condenado. Trata-se de um ato bilateral, pois depende, de um lado, da solicitação do Estado interessado na Extradição do estrangeiro que se encontra em território nacional e, de outro, da manifestação de vontade do Estado brasileiro. (VARELLA, Marcelo D.. Direito Internacional Público. Ed. Saraiva, 2ª ed., 2010, p. 178).
60 EXTRADIÇÃO QUESTÃO Há necessidade da existência de tratado internacional para a concessão da extradição do estrangeiro?
61 EXTRADIÇÃO Art. 76. A extradição poderá ser concedida quando o governo requerente se fundamentar em tratado, ou quando prometer ao Brasil a reciprocidade.
62 EXTRADIÇÃO Art. 78. São condições para concessão da extradição: I - ter sido o crime cometido no território do Estado requerente ou serem aplicáveis ao extraditando as leis penais desse Estado; e II - existir sentença final de privação de liberdade, ou estar a prisão do extraditando autorizada por Juiz, Tribunal ou autoridade competente do Estado requerente, salvo o disposto no artigo 82.
63 EXTRADIÇÃO Requisitos existência de tratado ou compromisso existência de processo criminal ou condenação dupla tipicidade inexistência de causa impeditiva de extradição
64 Art. 77. Não se concederá a extradição quando: I - se tratar de brasileiro, salvo se a aquisição dessa nacionalidade verificar-se após o fato que motivar o pedido; II - o fato que motivar o pedido não for considerado crime no Brasil ou no Estado requerente; III - o Brasil for competente, segundo suas leis, para julgar o crime imputado ao extraditando; IV - a lei brasileira impuser ao crime a pena de prisão igual ou inferior a 1 (um) ano; V - o extraditando estiver a responder a processo ou já houver sido condenado ou absolvido no Brasil pelo mesmo fato em que se fundar o pedido; VI - estiver extinta a punibilidade pela prescrição segundo a lei brasileira ou a do Estado requerente; VII - o fato constituir crime político; e VIII - o extraditando houver de responder, no Estado requerente, perante Tribunal ou Juízo de exceção.
65 1 A exceção do item VII não impedirá a extradição quando o fato constituir, principalmente, infração da lei penal comum, ou quando o crime comum, conexo ao delito político, constituir o fato principal. 2º Caberá, exclusivamente, ao Supremo Tribunal Federal, a apreciação do caráter da infração. 3 O Supremo Tribunal Federal poderá deixar de considerar crimes políticos os atentados contra Chefes de Estado ou quaisquer autoridades, bem assim os atos de anarquismo, terrorismo, sabotagem, seqüestro de pessoa, ou que importem propaganda de guerra ou de processos violentos para subverter a ordem política ou social.
66 DIREITO INTERNACIONAL PRIVADO CONCEITO: é o ramo do Direito que visa a regular os conflitos de leis no espaço em relações de caráter privado que tenham conexão internacional, determinando qual a norma jurídica nacional que se aplica a esses vínculos, que poderá tanto ser um preceito nacional como estrangeiro. O que é o princípio da lex fori?
67 FONTES DO DIREITO INTERNACIONAL PRIVADO Fontes internas externas Diferenças com o DIP objeto (para que servem) fontes destinatários controle (OI s X Judiciário)
68 Estrutura da norma de Direito Internacional Privado Estrutura Objeto de conexão (matéria) Elemento de conexão (Direito aplicado)
69 Elementos de conexão domicílio nacionalidade lex fori lex rei sitae lex loci delicti comissi lex loci executionis lex loci contractus autonomia da vontade
70 Conceitos importantes do Direito Internacional Privado 1) Qualificação 2) Ordem Jurídica 3) Reenvio 4) Direito adquirido
71 Boa sorte e sucesso!!!! Nos vemos na próxima fase
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