5 - Tipos de Defeitos em Estradas Nãopavimentadas
|
|
|
- Nathan Figueiredo Palma
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Tipos de Defeitos em Estradas Nãopavimentadas - Bibliografia Introdução Entende-se por defeito qualquer alteração na superfície da estrada que influencie negativamente as suas condições de rolamento. Os defeitos aparecem devido a uma confluência de fatores, alguns extrínsecos à via - tráfego, chuva e manutenção - e outros intrínsecos - perfil longitudinal, perfil transversal, drenagem, tipo de solo e outros. A rigor, apenas os três agentes externos apontados exercem esforços dinâmicos consideráveis sobre o leito de uma estrada de terra: o tráfego, que através das rodas dos veículos aplica tensões, impõe deformações (recuperáveis ou não) e exerce ação abrasiva sobre a superfície; a água da chuva, que ao umedecer ou encharcar o solo diminui sua capacidade de suporte e que, ao correr sobre a superfície, arranca partículas, transporta e deposita material; a atividade de manutenção, que através do trabalho mecânico, modifica os perfis longitudinal e transversal. Frente a esses agentes externos, a resposta da estrada, em termos de resistência para manutenção de suas condições originais, é dada em função das suas já citadas características intrínsecas. Quanto ao perfil longitudinal, a boa técnica pouco pode fazer sem dispender grandes quantias.
2 56 De modo geral, as estradas de terra da região em estudo seguem o terreno e raramente justificam uma terraplenagem no sentido longitudinal. Quanto ao solo, que constitui o primeiro leito carroçavel da via, também não há muito como fugir. Atitudes drásticas para estabilização do solo com agentes químicos são dispendiosas. A prática mais comum, adotada geralmente apenas para pontos críticos, é o empedramento feito com cascalho, piçarra ou pedra britada ou material similar. Já o perfil transversal (aqui chamado, por brevidade, seção), pode e deve ser conformado de acordo com os preceitos técnicos. Também a drenagem deve ser estudada e executada com cuidado. Esses dois fatores determinarão a extensão e intensidade dos efeitos da água da chuva no trecho da estrada. No Capítulo 8 são apresentados os defeitos identificados durante o levantamento de campo. Os desenhos dos níveis de severidade apresentados neste capítulo foram tirados do trabalho do EATON et al. (1988) utilizado no levantamento de campo Tipos de Defeitos Os tipos de defeitos identificados neste trabalho foram baseados em programas de avaliação das condições da superfície das estradas nãopavimentadas. Os principais programas que foram utilizados para definir os tipos de defeitos são: o método de avaliação das estradas nãopavimentadas de EATON et al. (1987); o sistema de gerência da superfície das estradas, Road Surface Management System - RSMS (1991); a avaliação subjetiva das superfícies das estradas não-pavimentadas de RIVERSON et al. (1987); o Manual Técnico para Conservação e Recuperação. Estradas Vicinais de Terra do IPT (SANTOS et al., 1985) e o
3 57 trabalho desenvolvido pelo GEIPOT (1981), Pesquisa Sobre o Interrelacionamento de Custos Rodoviários (PICR). O sistema de gerência RSMS (1991) envolve formas de identificação de defeitos na superfície das estradas não-pavimentadas, medida e avaliação da extensão e da severidade do defeito dentro de uma certo trecho da estrada. Esse programa foi baseado no trabalho desenvolvido por EATON et al. (1987), que consiste em uma forma de avaliação das condições das estradas não-pavimentadas e em um manual de campo para auxiliar na manutenção das estradas. Neste programa, o termo severidade refere-se ao grau de deterioração associado aos vários tipos de defeitos e o termo extensão refere-se à frequência de ocorrência ou quantidade de superfície de estrada sujeita a um defeito. De acordo com o RSMS, os defeitos, seção transversal inadequada e drenagem lateral inadequada, surgem em função das características das estradas não-pavimentadas, como o tipo de solo (capacidade de suporte) e o relevo. Esses defeitos, em função do volume de tráfego, causam a formação de outros tipos de defeitos: corrugações; poeira; buracos/ panelas; trilhas de rodas e segregação de agregados. O tipo de solo da estrada pode influenciar na sua qualidade, principalmente quando são analisadas as condições de conforto e segurança proporcionada aos usuários. Essa qualidade é verificada através das irregularidades nas superfícies das estradas. Segundo a PICR (1981), em estradas revestidas com argila não ocorre o aumento das irregularidades com o tempo e isso se deve à capacidade de aglutinação da argila. Em rampas, a influência dos caminhões é reduzida, talvez pelo fato de que nesses trechos a velocidade é mais baixa e ao fato dos caminhões compactarem a superfície, tendendo mesmo a regularizála. Nesses trechos, a taxa de desenvolvimento da irregularidade é ainda menor, provavelmente devido à melhor drenagem.
4 Seção Transversal Inadequada A seção transversal inadequada é o resultado de uma superfície sem declividade transversal para direcionar a água para as s. Esta condição é evidenciada pela água escoando ao longo da superfície de rolamento e conseqüentemente pela erosão causada pela intensidade da chuva. As condições da seção transversal são avaliadas pela facilidade de escoamento da água da superfície da estrada para um local que não influencie as condições de rolamento, isto é, para fora dela. EATON et al. (1987) e o RSMS (1991) classificam a qualidade da estrada de acordo com os níveis de severidade e extensão do defeito. Os níveis de severidade da seção transversal inadequada são: BAIXA: superfície completamente plana (sem declividade transversal); Medida do Defeito superfície plana Severidade Baixa MÉDIA: superfície em forma de bacia ; Medida do Defeito poça d'água superfície em forma de "bacia" Severidade Média ALTA: grandes depressões nas trilhas das rodas na superfície da estrada. poça d'água Medida do Defeito superfície com grandes depressões Severidade Alta
5 Drenagem Lateral Inadequada A drenagem lateral inadequada é verificada pelas s cobertas de vegetação ou cheias de entulhos e que não estão em condições próprias para direcionar e transportar a água, provocando o seu empoçamento. Em termos de drenagem lateral, EATON et al. (1987) e o RSMS (1991) classificam a qualidade da estrada de acordo com os seguintes níveis de severidade: BAIXA: pequena quantidade de água empoçada nas s e s sem vegetação ou entulhos; Medida do Defeito Severidade Baixa MÉDIA: quantidade moderada de água empoçada na ; s com pequena quantidade de vegetação e entulhos e evidência de erosão das s do lado de dentro da estrada; Medida do Defeito nível d'água Severidade Média vegetação e entulhos ALTA: grande quantidade de água nas s; s cobertas de vegetação e entulho e erosão das s do lado de dentro da estrada. Medida do Defeito nível d'água Severidade Alta vegetação e entulho nível d'água
6 Corrugações ESCOLAR Fonte: SANTOS et al., 1985 As corrugações constituem um tipo particular de irregularidades e são também conhecidas como ondulações, costeletas, costelas de vaca" ou catabi (denominação do Norte do Brasil). AGUIAR (1963) define as corrugações como ondas, no sentido transversal, distantes entre si de 0,60 a 1,10 m, como resultado de um movimento vibratório transmitido pelos veículos à estrada. Tal movimento se deve à vibração dos motores, ao choque do veículo sobre o solo, à ação do molejo dos autos, cuja contribuição é expressiva na formação das corrugações, além das forças de tração, frenagem etc. Para PAIGE GREEN e NETTERBERG (1987), estradas que contêm grande número de pedras são também propensas à formação de corrugações por causa do movimento oscilatório dos veículos sobre as pedras. Segundo RIVERSON et al. (1987), as corrugações ocorrem em intervalos regulares de 40 cm de distância e profundidades de 1,5 cm, em estradas de material fino, sem compactação e com falta de material ligante. Em estradas com material da superfície mais grosso, sem compactação e com falta de material ligante, os intervalos entre as corrugações é de aproximadamente 120 cm, com profundidades de 3,5 cm. Geralmente, as corrugações surgem em áreas de aceleração e desaceleração e em interseções dos veículos. Segundo EATON et al. (1987) e o RSMS (1991), corrugações consistem em uma série de sulcos regularmente espaçados ou ondulações que ocorrem em intervalos bastante regulares, perpendiculares à direção do tráfego. Os sulcos geralmente formam-se em rampas ou curvas, em áreas
7 61 de aceleração ou desaceleração, ou em áreas em que a estrada está esburacada, e são usualmente causados pela ação do tráfego e agregados soltos. Na avaliação das estradas não-pavimentadas, EATON et al. (1987) e o RSMS (1991) classificam os níveis de severidade das corrugações da seguinte forma: BAIXA: corrugações com profundidade menor que 2,5 cm ou menos que 10% da área total da superfície da estrada coberta por corrugações; Severidade Baixa < 2.5 cm MÉDIA: corrugações com profundidade entre 2,5 a 7,5 cm ou entre 10% e 30% da área total da superfície da estrada coberta por corrugações; cm Severidade Média ALTA: corrugações mais profundas que 7,5 cm ou mais que 30% da área total da superfície da estrada coberta por corrugações. > 7.5 cm Severidade Alta
8 Buracos Fonte: SANTOS et al., 1985 Segundo o Manual Técnico para Conservação e Recuperação do IPT (SANTOS et al., 1985), os buracos surgem pela contínua expulsão de partículas sólidas do leito quando da passagem de veículos em locais onde há empoçamento de água, ou seja, o aparecimento de buracos é uma conseqüência de uma plataforma mal drenada (sem abaulamento transversal). EATON et al. (1987) e RSMS (1991) descrevem buracos como pequenas depressões em forma de bacia na superfície da estrada, normalmente menores que 100 cm de diâmetro. Os buracos ou panelas são produzidos quando o tráfego desgasta pequena parte da superfície da estrada. Seu crescimento é acelerado pela umidade dentro do buraco. Os níveis de severidade de buracos com diâmetro menor que 100 cm são baseados no diâmetro e na profundidade de acordo com a seguinte tabela: PROFUNDIDADE DIÂMETRO MÉDIO MÁXIMA < 30 cm cm cm > 100 cm cm BAIXA BAIXA MÉDIA MÉDIA 5 10 cm BAIXA MÉDIA ALTA ALTA + 10 cm MÉDIA ALTA ALTA ALTA Para HORTA (1991), os buracos resultam principalmente da remoção de partículas sólidas, não sendo comuns em estradas com solos finos ou argilas, mas típicos em estradas com cascalhos e pedras compactadas. As panelas são resultados da ação combinada do empoçamento d'água e do desgaste pelo tráfego. Esse tipo de defeito é típico de seções em que a água atravessa a estrada e a estrutura de drenagem é ineficiente.
9 63 Na avaliação das estradas não-pavimentadas, o RSMS (1991) classifica a qualidade da estrada de acordo com os seguintes níveis de severidade e extensão dos buracos: BAIXA: buracos com profundidade menor que 2,5 cm e/ou diâmetro menor que 30 cm e menos que 10% da área total da superfície da estrada coberta por buracos e/ou menos que 5 buracos por seção; < 30 cm < 2,5 cm Severidade Baixa MÉDIA: buracos com profundidade entre 2,5 e 5,0 cm e/ou diâmetro entre 30 e 60 cm e entre 10% e 30% da área total da superfície da estrada coberta por buracos e/ou menos que 5 a 10 buracos por seção; cm 2,5-5,0 cm Severidade Média ALTA: buracos com profundidades maior 7,5 cm e/ou diâmetro maior que 60 cm e mais que 30% da área total da superfície da estrada coberta por buracos e/ou mais que 10 buracos por seção. > 60 cm > 7,5 cm Severidade Alta
10 Poeira Fonte: SANTOS et al., 1985 A ação abrasiva do tráfego em estradas não-pavimentadas eventualmente faz com que as partículas de solos aglutinantes se soltem da superfície de rolamento. Com a passagem do tráfego, formam-se nuvens de poeira que são um perigo para os veículos, além de causar problemas ambientais. Segundo EATON et al. (1987), a quantidade de pó é determinada pelo tamanho da nuvem de poeira geralmente causado por um veículo trafegando a 40 km/h e pela redução na visibilidade, sendo estimada em densa, suavemente densa e muito densa. Na avaliação das estradas não-pavimentadas, EATON et al. (1987) e o RSMS (1991) classificam a qualidade da estrada de acordo com os seguintes níveis de severidade da formação de poeira (segundo tráfego normal): BAIXA: nuvem pouco densa que não obstrui a visibilidade; Severidade Baixa
11 65 MÉDIA: nuvem densa que parcialmente obstrui a visibilidade e causa tráfego lento; Severidade Média ALTA: nuvem muito densa que obstrui severamente a visibilidade e causa tráfego muito lento ou parado. Severidade Alta
12 Trilhas de Rodas Fonte: SANTOS et al., 1985 Um afundamento de trilhas de rodas é uma depressão na superfície do caminho do pneu (da roda). O afundamento é causado por uma deformação permanente em qualquer camada da estrada ou do subleito, resultando de cargas repetidas de tráfego, especialmente quando a capacidade de suporte é baixa e em períodos de chuva. Para RIVERSON et al. (1987), as trilhas de rodas surgem em estradas com superfície de material fino. A perda de material do revestimento, como um resultado do desenvolvimento de uma superfície inadequada, pode também expor um subleito de solos finos sujeitos aos efeitos da umidade. A umidade do subleito combinado com a drenagem ineficiente cria condições para a formação de trilhas de rodas. Segundo os resultados da PICR (1981), as trilhas mais fundas atuam como poças e impedem que a água escoe da pista, causando assim problemas de drenagem que podem levar a uma rápida deterioração da qualidade de rolamento da estrada ou torná-la intransitável. A profundidade das trilhas variam com o tempo e com o tráfego. No período de seca, essa profundidade aumenta tanto pela passagem de automóveis quanto por caminhões. No período de chuvas, a profundidade aumenta ainda mais com os caminhões, provavelmente por compactar e revolver o material da superfície, e diminui com os automóveis, que evitam as trilhas existentes. O afundamento das trilhas nas estradas revestidas com argila ocorre mais lentamente do que nas estradas com revestimentos de quartzo ou laterita. Tanto no período de seca como no de chuvas, um aumento da rampa causa a redução na profundidade das trilhas e isso ocorre devido a uma melhor drenagem superficial dos trechos em rampa, em comparação com os trechos em nível.
13 67 Na avaliação das estradas não-pavimentadas, EATON et al. (1987) e o RSMS (1991) classificam a qualidade da estrada de acordo com os seguintes níveis de severidade e extensão das trilhas de rodas: BAIXA: sulcos com profundidade menor que 2,5 cm (severidade baixa) e menos que 10% da área total da superfície da estrada coberta por afundamentos; trilhas de rodas Severidade Baixa < 2,5 cm MÉDIA: sulcos com profundidade entre 2,5 e 7,5 cm (severidade média) e entre 10% e 30% da área total da superfície da estrada coberta por afundamentos; trilhas de rodas Severidade Média 2,5-7,5 cm ALTA: sulcos com profundidade maior que 7,5 cm (severidade alta) e mais que 30% da área total da superfície da estrada coberta por afundamentos. trilhas de rodas > 7,5 cm Severidade Alta
14 Segregação de Agregados Fonte: SANTOS et al., 1985 Segundo EATON et al. (1987) e WALKER (1991), a ação abrasiva do tráfego em estradas não-pavimentadas eventualmente faz com que as maiores partículas de solos granulares se soltem da superfície de rolamento. O tráfego move as partículas de agregados soltos para fora das trilhas de rodas e forma bermas no centro ou ao longo do acostamento da estrada ou na área menos trafegável, paralela à linha central da estrada. A PICR, desenvolvida pelo GEIPOT (1981), define a perda de agregados em estradas não-pavimentadas como a variação na espessura do cascalho ao longo de um período de tempo. Nos trechos cujo subleito é bem compactado, a mudança no nível ou na altura do cascalho representa a sua variação de espessura. Os fatores que mais influenciam na perda de agregados são: a ação do clima, o tráfego e a manutenção, representada pelo patrolamento. Na avaliação das estradas não-pavimentadas, EATON et al. (1987) e o RSMS (1991) classificam a qualidade da estrada de acordo com os seguintes níveis de severidade e extensão da perda de agregados:
15 69 BAIXA: agregados soltos na superfície da estrada ou uma berma de agregados de menos de 5 cm de altura no acostamento ou na área menos trafegável e menos que 10% da área total da superfície da estrada coberta por agregados soltos; < 5 cm Severidade Baixa MÉDIA: berma de agregados de 5 a 10 cm de altura no acostamento ou na área menos trafegável da estrada e entre 10% e 30% da área total da superfície da estrada coberta por agregados soltos; 5-10 cm Severidade Média ALTA: grande quantidade de agregados soltos ou uma berma com mais de 10 cm de altura no acostamento ou na área menos trafegável da estrada e mais que 30% da área total da superfície da estrada coberta por agregados soltos. agregados > 10 cm Severidade Alta
122 ANEXO B MÉTODO DE CLASSIFICAÇÃO DE ESTRADAS NÃO- PAVIMENTADAS (EATON ET AL., 1987) - "A METHOD FOR RATING UNSURFACED ROADS"
122 ANEXO B MÉTODO DE CLASSIFICAÇÃO DE ESTRADAS NÃO- PAVIMENTADAS (EATON ET AL., 1987) - "A METHOD FOR RATING UNSURFACED ROADS" 123 B - Método de Classificação de Estradas Não- Pavimentadas Desenvolvido
3 - Características das Estradas Não- Pavimentadas
33 3 - Características das Estradas Não- Pavimentadas 3.1 - Introdução O estado da superfície ou leito carroçável de qualquer estrada depende do material, das intempéries, do tráfego e da manutenção. Uma
ELEMENTOS BÁSICOS PARA O PROJETO DE UMA ESTRADA
ELEMENTOS BÁSICOS PARA O PROJETO DE UMA ESTRADA Introdução Um bom projeto de uma estrada procura evitar: Curvas fechadas e frequentes Greide muito quebrado Declividades fortes Visibilidade deficiente Elementos
PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS
27 PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS PROJETO GEOMÉTRICO DE VIAS 4 SEÇÃO TRANSVERSAL 4.1 ELEMENTOS BÁSICOS DIMENSÕES Perpendicularmente ao eixo, a estrada pode ser constiutída pelos seguintes elementos:
8 - Análise dos Resultados da Avaliação das Estradas Não-Pavimentadas
91 8 - Análise dos Resultados da Avaliação das Estradas Não-Pavimentadas 8.1 - Introdução Na análise dos resultados procurou-se identificar quais os tipos de defeitos mais freqüentes em função dos diferentes
ESTRADAS E AEROPORTOS. Prof. Vinícius C. Patrizzi
ESTRADAS E AEROPORTOS Prof. Vinícius C. Patrizzi 1. SISTEMA DE PISTA: O sistema de pistas de pouso e decolagem de um aeroporto consiste do pavimento estrutural (a pista propriamente dita), os acostamentos,
Noções de Topografia Para Projetos Rodoviarios
Página 1 de 5 Noções de Topografia Para Projetos Rodoviarios Capitulos 01 - Requisitos 02 - Etaqpas 03 - Traçado 04 - Trafego e Clssificação 05 - Geometria 06 - Caracteristicas Técnicas 07 - Distancia
Caracterização do estado dos pavimentos Inspecção visual
Caracterização do estado dos pavimentos Inspecção visual 1/24 Estado do Pavimento Características superficiais Coeficiente de atrito pneupavimento; Profundidade de textura facilita um rápido escoamento
1.1 - PORCENTAGEM DAS ESTRADAS PAVIMENTADAS E NÃO-PAVIMENTADAS (MUNICIPAIS E ESTADUAIS) NO ESTADO DE SÃO PAULO...2
vii Lista de Figuras Figura n o Página 1.1 - PORCENTAGEM DAS ESTRADAS PAVIMENTADAS E NÃO-PAVIMENTADAS (MUNICIPAIS E ESTADUAIS) NO ESTADO DE SÃO PAULO....2 2.1 - PORCENTAGEM DOS TIPOS DE SOLOS DAS ESTRADAS
Características Técnicas para Projeto
Características Técnicas para Projeto Projeto Geométrico É a fase do projeto de estradas que estuda as diversas características geométricas do traçado, principalmente em função da leis de movimento, características
UNICAP Universidade Católica de Pernambuco Prof. Glauber Carvalho Costa Estrada 1. Projeto Geométrico das Estradas. Aula 5.
UNICAP Universidade Católica de Pernambuco Prof. Glauber Carvalho Costa Estrada 1 Projeto Geométrico das Estradas Aula 5 Recife, 2014 Elementos Geométricos das Estradas de Rodagem Planimétricos (Projeto
GESTÃO DA MANUTENÇÃO
Classificação Nível de Criticidade para Equipamentos S Q W Itens para avaliação Segurança cliente interno cliente externo meio-ambiente Qualidade Condição de trabalho Status Equipamento A B D P M Perdas
Esmerilhamento cíclico sob ponto de vista do conforto do usuário
Esmerilhamento cíclico sob ponto de vista do conforto do usuário RESUMO Cada vez mais existe uma preocupação das operadoras de transporte metropolitano de passageiros no aumento do conforto e na qualidade
Estaca Escavada Circular
Estaca Escavada Circular 1 Definição e Recomendações da Norma NBR 6122 / 96 A Norma NBR 6122 / 96 define estaca escavada como o tipo de fundação profunda executada por escavação mecânica, com uso ou não
e a parcela não linear ser a resposta do sistema não linear com memória finita. Isto é, a
189 Comparando-se as figuras anteriores, Figura 5.15 a Figura 5.18, nota-se que existe uma correlação entre os valores das funções auto densidade espectrais lineares e não lineares. Esta correlação é devida
AVALIAÇÃO DA NECESSIDADE DE READEQUAÇÃO DE ESTRADAS RURAIS: ESTUDO DE CASO EM TRECHO DE ESTRADA NÃO PAVIMENTADA NO MUNICÍPIO DE PATO BRANCO (PR)
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL CURSO DE ENGENHARIA CIVIL GILSON DAL BOSCO DIAS JUNIOR KLEBER LEONARDO PALARO AVALIAÇÃO DA NECESSIDADE DE READEQUAÇÃO
Poros Bloqueados ou Porosidade Livre de Água. Nota: A Porosidade Livre de Água é importante na aeração do solo.
POROSIDADE DO SOLO Definição: representa a porção do solo em volume, não ocupada por sólidos. Var + Vágua Vt Determinação da Porosidade Total: a) Porosidade Total Calculada = Vporos Vt b) Porosidade Total
Mecânica Geral. Aula 04 Carregamento, Vínculo e Momento de uma força
Aula 04 Carregamento, Vínculo e Momento de uma força 1 - INTRODUÇÃO A Mecânica é uma ciência física aplicada que trata dos estudos das forças e dos movimentos. A Mecânica descreve e prediz as condições
Ondas. Ondas termo genérico com relação ao meio marinho, vários mecanismos de formação.
Ondas Ondas termo genérico com relação ao meio marinho, vários mecanismos de formação. Tipos de ondas: capilares e de gravidade (de vento, de longo período e maré astronômica) Ondas de gravidade Formadas
PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E CAPACITAÇÃO DER/2008 TÓPICOS DE PROJETO DE TERRAPLENAGEM. Lucas Bach Adada
PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E CAPACITAÇÃO DER/2008 TÓPICOS DE PROJETO DE TERRAPLENAGEM Lucas Bach Adada 1 Conteúdo Programático Definição de Terraplenagem; Projeto de terraplenagem x demais projetos rodoviários
PROJETO DE ESTRADAS Prof o. f D r D. An A de rson on Ma M nzo zo i
PROJETO DE ESTRADAS Prof. Dr. Anderson Manzoli CONCEITOS: Após traçados o perfil longitudinal e transversal, já se dispõe de dados necessários para uma verificação da viabilidade da locação do greide de
5910170 Física II Ondas, Fluidos e Termodinâmica USP Prof. Antônio Roque Aula 14
Ondas 5910170 Física II Ondas, Fluidos e Termodinâmica USP Prof. Antônio Roque Introdução: elementos básicos sobre ondas De maneira geral, uma onda é qualquer sinal que se transmite de um ponto a outro
AÇÕES E SEGURANÇA NAS ESTRUTURAS ESTADOS LIMITES COMBINAÇÃO DE ESFORÇOS
AÇÕES E SEGURANÇA NAS ESTRUTURAS ESTADOS LIMITES COMBINAÇÃO DE ESORÇOS ESTADOS LIMITES Definição: são situações a partir das quais a estrutura apresenta desempenho inadequado às finalidades da construção;
Mecânica Geral. Aula 05 - Equilíbrio e Reação de Apoio
Aula 05 - Equilíbrio e Reação de Apoio 1 - Equilíbrio de um Ponto Material (Revisão) Condição de equilíbrio de um Ponto Material Y F 0 F X 0 e F 0 Exemplo 01 - Determine a tensão nos cabos AB e AD para
BIOENGENHARIA DE SOLOS ENGENHARIA NATURAL
BIOENGENHARIA DE SOLOS ENGENHARIA NATURAL PROCESSOS EROSIVOS EM TALUDES NATURAIS E ARTIFICIAIS IGOR PINHEIRO DA ROCHA ENGENHEIRO FLORESTAL, M.Sc. CONCEITO DE EROSÃO E EROSÃO HÍDRICA - Do latin erodere,
PROTENSÃO AULA 2 PONTES DE CONCRETO ARMADO
PROTENSÃO AULA 2 PONTES DE CONCRETO ARMADO PONTE - DEFINIÇÃO Construção destinada a estabelecer a continuidade de uma via de qualquer natureza. Nos casos mais comuns, e que serão tratados neste texto,
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA Disciplina: FLG 0253 - CLIMATOLOGIA I
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA Disciplina: FLG 0253 - CLIMATOLOGIA I 1. Objetivos da disciplina: 1.1 Fornecer os meios básicos de utilização dos subsídios meteorológicos à análise
Universidade Federal do Pampa UNIPAMPA. Ondas Sonoras. Prof. Luis Gomez
Universidade Federal do Pampa UNIPAMPA Ondas Sonoras Prof. Luis Gomez SUMÁRIO Introdução Ondas sonoras. Características de som Velocidade do som Ondas sonoras em propagação Interferência Potencia, intensidade
DIRETRIZES PARA A EXECUÇÃO DE PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA
DIRETRIZES PARA A EXECUÇÃO DE PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA A) INTRODUÇÃO: A presente especificação tem como objetivo o direcionamento e auxílio do projetista na escolha da solução mais adequada no dimensionamento
PATOLOGIA DO BETÃO ARMADO
PATOLOGIA DO BETÃO ARMADO Anomalias e Mecanismos de Deterioração António Costa Instituto Superior Técnico As estruturas de betão são duráveis!? Nenhum material é por si próprio prio durável; é a interacção
Plasticidade é a maior ou menor capacidade dos solos de serem moldados, sob certas condições de umidade, sem variação do volume.
1 Plasticidade e Consistência dos solos 1 - Plasticidade 2 - Limites de consistência: - Limite de Liquidez - Limite de Plasticidade - Limite de Contração 3 - Índice de Plasticidade 4 - Índice de Consistência
Curso de Manejo de Águas Pluviais Capitulo 6- Vazão excedente Engenheiro Plínio Tomaz [email protected] 5de agosto de 2010
Capítulo 6- Vazão excedente 6.1 Introdução As enchentes causam um grande problema em áreas urbanas conforme se pode ver na Figura (6.1). As obras de boca de lobo e galerias são chamadas de obras de microdrenagem.
Elementos de terraplenagem Cálculo de volumes Movimento de terra
Universidade Regional do Cariri URCA Pró Reitoria de Ensino de Graduação Coordenação da Construção Civil Disciplina: Estradas II Elementos de terraplenagem Cálculo de volumes Movimento de terra Renato
Unidade 13 Introdução à Dinâmica Impulsiva. Introdução Quantidade de Movimento Impulso Teorema do Impulso
Unidade 13 Introdução à Dinâmica Impulsiva Introdução Quantidade de Movimento Impulso Teorema do Impulso Introdução Em um acidente automobilístico, nem sempre é fácil descobrir quem foi o culpado. Por
Fenômenos de Transporte
Objetivos Fenômenos de Transporte II - Conceitos Fundamentais Caracterizar o campo de velocidade. Descrever os diversos tipos de escoamento e as diferentes formas de representá-los graficamente. Prof.
Perfil Longitudinal. A sua definição deve ter em conta:
Perfil Longitudinal A sua definição deve ter em conta: Rasante Topografia Traçado em planta Distâncias de visibilidade Segurança Drenagem Integração no meio ambiente Custos de construção Custos de exploração
SOLDAGEM DOS METAIS 53 CAPÍTULO 8 SOLDAGEM MIG/MAG
SOLDAGEM DOS METAIS 53 CAPÍTULO 8 SOLDAGEM MIG/MAG SOLDAGEM DOS METAIS 54 PROCESSO MIG/MAG (METAL INERT GAS/METAL ACTIVE GAS) MIG é um processo por fusão a arco elétrico que utiliza um arame eletrodo consumível
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Departamento de Engenharia Mecânica. Elementos de Máquinas I Elementos de União
Elementos de Máquinas I Elementos de União 1. INTRODUÇÃO Elementos de Máquinas I 1.1.DEFINIÇÕES USUAIS "Processo de união de metais por fusão". (não só metais e não apenas por fusão) "União de duas ou
FIGURA PORCENTAGEM DAS ESTRADAS PAVIMENTADAS E NÃO-PAVIMENTADAS (MUNICIPAIS E ESTADUAIS) NO ESTADO DE SÃO PAULO.
1 1 - Introdução As estradas não-pavimentadas representam um importante meio de ligação entre as áreas rurais e urbanas. Servem para escoar produtos e safras e proporcionam aos moradores do campo acesso
1.3.1 Princípios Gerais.
1.3 HIDRODINÂMICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS SETOR DE ENGENHARIA RURAL 1.3.1 Princípios Gerais. Prof. Adão Wagner Pêgo Evangelista 1 - NOÇÕES DE HIDRÁULICA
1ª Ficha de Avaliação Física e Química do 8ºAno Avaliação:
1ª Ficha de Avaliação Física e Química do 8ºAno Avaliação: Ano Letivo:2013/2014 Data: 7/11/2013 Prof: Paula Silva Nome: Nº. Turma: 8ºH Professor: E. Educação: 1. Observa a banda desenhada ao lado e comenta-a
Resposta Questão 2. a) O N O b) Linear
GABARITO DA PROVA DO PROCESSO DE SELEÇÃO PARA O PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO 1 SEMESTRE DE 2016 FÍSICA E QUÍMICA DE MATERIAIS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL REI Resposta Questão 1. A amônia apresenta
Dimensionamento de um sistema fotovoltaico. Fontes alternativas de energia - dimensionamento de um sistema fotovoltaico 1
Dimensionamento de um sistema fotovoltaico Fontes alternativas de energia - dimensionamento de um sistema fotovoltaico 1 Sistemas fotovoltaicos Geralmente são utilizado em zonas afastadas da rede de distribuição
João Fortini Albano 24
João Fortini Albano 24 4 - FUNÇÕES, CLASSIFICAÇÃ FUNCINAL, CLASSE E NRAS ARA RDVIAS Função de uma via: é o tipo de serviço que a via proporciona aos usuários. É o desempenho da via para a finalidade do
Traçado e desenho de curvas de nível
Universidade Regional do Cariri URCA Pró Reitoria de Ensino de Graduação Coordenação da Construção Civil Disciplina: Topografia II Traçado e desenho de curvas de nível Renato de Oliveira Fernandes Engenheiro
Guia Linear. Tamanho. Curso 07 20. Patins. Características Técnicas Material das guias DIN 58 CrMoV4 Material dos patins DIN 16 MnCr5
Guias Lineares - Série GH G H Guia Linear - Guia Linear Tamanho Curso 07 20 Máx. 4000mm 09 25 12 35 Exemplo: GH20-200 15 45 GH35-100 Patins G H P - Guia Linear Tamanho 07 20 09 25 12 35 15 45 Patins ---
Resumo. QM - propriedades mecânicas 1
Resumo tensão e deformação em materiais sólidos ensaios de tracção e dureza deformação plástica de materiais metálicos recristalização de metais encruados fractura fadiga fluência QM - propriedades mecânicas
Desenvolvimento de Veículos Autônomos em Escala. Identificação de Parâmetros e Calibração dos Modelos dos Sistemas de Propulsão, Frenagem e Direção
Desenvolvimento de Veículos Autônomos em Escala. Identificação de Parâmetros e Calibração dos Modelos dos Sistemas de Propulsão, Frenagem e Direção Aluno: Thais Barreto Joffe Orientador: Mauro Speranza
Materiais de Construção Civil. Aula 04. Rochas e Minerais
Materiais de Construção Civil Aula 04 Rochas e Minerais Taciana Nunes Arquiteta e Urbanista Pedras naturais As rochas estão presentes nas construções, desde os primórdios da humanidade, há cerca de 4000
Boas Práticas Agrícolas I
2º CICLO DE PALESTRAS SODEPAC Boas Práticas Agrícolas I Eng.º Agrónomo Evandro Fortes SODEPAC - DIGETER Definição Objetivo CONTEÚDO Adequação de estradas Correcção do ph do solo Uso responsável de agroquímicos
Infraestrutura das Construções
Infraestrutura das Construções CURVAS DE NÍVEL 1 1 Introdução O levantamento topográficopermite a representação fiel de uma área de acordo com a escala exigida, a partir de um número suficiente de coordenadas
R268 R268 CARACTERÍSTICAS BENEFÍCIOS RECOMENDAÇÃO DE APLICAÇÃO INFORMAÇÕES TÉCNICAS
O Bridgestone R268 é um pneu radial desenvolvido para uso em eixos direcionais, livres e tração moderada de caminhões e ônibus em rodovias pavimentadas de curta, média e longa distância. R268 Sulcos em
Reabilitação e Reforço de Estruturas
Mestrado em Engenharia Civil 2011 / 2012 Reabilitação e Reforço de Estruturas Aula 06: Métodos de inspecção e diagnóstico. 6.1. Ensaios in situ. Eduardo S. Júlio 2011/2012 1/31 1/9 AVALIAÇÃO IN SITU DA
r o d e s e m p r e. r o d e c o m a v o l v o.
r o d e s e m p r e. r o d e c o m a v o l v o. EDIÇÃO 2004 REVISADA 14 O DIFERENCIAL É O QUE FAZ A DIFERENÇA! olá! nesta edição, vamos conhecer um pouco mais sobre o diferencial do seu volvo! manutenção
Índice. Produção dos pneus Triangle...03. Como escolher o pneu certo...04. Tabela de índice de carga...05. Marcações do pneu...05
Índice Produção dos pneus Triangle...03 Como escolher o pneu certo...04 Tabela de índice de carga...05 Marcações do pneu...05 Cuidados com a utilização e a manutenção...06 Garantia...07 Avarias não cobertas
Características das Bacias Hidrográficas. Gabriel Rondina Pupo da Silveira
Características das Bacias Hidrográficas Gabriel Rondina Pupo da Silveira O que é uma Bacia Hidrográfica? Fonte: DAEE Definição Conjunto de áreas com declividade no sentido de determinada seção transversal
Construção Civil. Lajes Nervuradas com EPS / Fachadas e Rodatetos em EPS. A leveza do EPS, gerando economia
Construção Civil Lajes Nervuradas com EPS / Fachadas e Rodatetos em EPS A leveza do EPS, gerando economia Enchimento para Lajes EPS Unidirecional Moldada (330 e 400mm) 330 / 400mm 1000mm 30 40 330 / 400
1º exemplo : Um exemplo prático para a determinação da vazão em cursos d'água
185 Curso Básico de Mecânica dos Fluidos A partir deste ponto, procuramos mostrar através de 2 exemplos práticos a interligação da nossa disciplina com disciplinas profissionalizantes da Engenharia, além
ESCOPO: Abordar o problema de enchentes e inundações nos municípios enfocando a questão de risco associado a assentamentos precários. rios.
ESCOPO: Abordar o problema de enchentes e inundações nos municípios enfocando a questão de risco associado a assentamentos precários rios. OBJETIVO ESPECÍFICO: apresentar técnicas e métodos m para capacitar
1) Cálculo do tempo de subida do objeto: V y. = V 0y. + γt s 0 = 4 10t s. t s. = 0,4s. 2) Cálculo do tempo total de vôo : t total.
46 e FÍSICA No interior de um ônibus que trafega em uma estrada retilínea e horizontal, com velocidade constante de 90 km/h, um passageiro sentado lança verticalmente para cima um pequeno objeto com velocidade
Obtenção do fator P (que considera as práticas conservacionistas adotadas) da equação universal de perda de solo (EUPS) na Bacia PN1/IGAM
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica, 7., 2010, Belo Horizonte Obtenção do fator P (que considera as práticas adotadas) da equação universal de perda de solo (EUPS) na Bacia PN1/IGAM Jackson
Técnicas de Monitoramento e Controle de Processos Corrosivos
Técnicas de Monitoramento e Controle de Processos Corrosivos METODOLOGIA DE MONITORAMENTO DA Seleção dos pontos de monitoramento (localização dos provadores) Histórico de agressividade do fluido; Histórico
MECÂNICA DO SOLO Estudo do comportamento de engenharia do solo quando este é usado ou como material de construção ou como material de fundação
BIOENGENHARIA DE SOLOS ENGENHARIA NATURAL NOÇÕES DE MECÂNICA DOS SOLOS APLICADA A TALUDES E MARGENS DE CURSOS D ÁGUA IGOR PINHEIRO DA ROCHA ENGENHEIRO FLORESTAL, M.Sc. MECÂNICA DO SOLO Estudo do comportamento
Maranhão. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado do Maranhão (1991, 2000 e 2010)
Maranhão Em, no estado do Maranhão (MA), moravam 6,6 milhões de pessoas, onde parcela considerável (6,%, 396, mil) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 217 municípios, dos quais um
a) o módulo da aceleração do carrinho; (a c = 0,50 m/s) b) o módulo da aceleração do sistema constituído por A e B; (a = 4,0 m/s 2 )
1 - Dois blocos, A e B, ambos de massa m, estão ligados por um fio leve e flexível, que passa por uma polia de massa desprezível, que gira sem atrito. O bloco A está apoiado sobre um carrinho de massa
UTILIZAÇÃO DE GEOTÊXTIL BIDIM COMO ELEMENTO DE REFORÇO EM MUROS DE CONTENÇÃO ESTRADA PARA CHENQUECO CHILE
UTILIZAÇÃO DE GEOTÊXTIL BIDIM COMO ELEMENTO DE REFORÇO EM MUROS DE CONTENÇÃO ESTRADA PARA CHENQUECO CHILE Autor: Departamento Técnico - Atividade Bidim PERÍODO 2004 Revisado ABRIL 2011 - Departamento Técnico.
Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 34 Cálculo Estrutural da Fuselagem
Introdução ao Projeto de Aeronaves Aula 34 Cálculo Estrutural da Fuselagem Tópicos Abordados Estrutura da Fuselagem. Projeto da Fuselagem. Estrutura da Fuselagem A fuselagem inclui a cabine de comandos,
O que é Histerese? Figura 1. A deformação do elemento elástico de um tubo tipo Bourdon.
O que é Histerese? Por Gilberto Carlos Fidélis Você já deve ter sentido o efeito da histerese quando dirige. Quando estamos em uma certa velocidade e de repente tiramos o pé do acelerador percebemos que
Climas. Professor Diego Alves de Oliveira
Climas Professor Diego Alves de Oliveira Tempo e clima Tempo: estado momentâneo da atmosfera numa área. Pode mudar a qualquer hora. Clima: é o padrão da sucessão dos diferentes tipos de tempo que resultam
Mobilização = propiciar às culturas condições próximas às ideais para o seu desenvolvimento.
1 INTRODUÇÃO Mobilização = propiciar às culturas condições próximas às ideais para o seu desenvolvimento. Preparo do solo, objetivo: ambiente favorável ao desenvolvimento e produção cultura - capacidade
FALCULDADE DE TECNOLOGIA DE ALAGOAS ENGENHARIA CIVIL FUNDAÇÕES 1. Prof. MsC. Roberto Monteiro
FALCULDADE DE TECNOLOGIA DE ALAGOAS ENGENHARIA CIVIL FUNDAÇÕES 1 Prof. MsC. Roberto Monteiro FUNDAÇÕES PROFUNDAS Prof MsC Roberto Monteiro FUNDAÇÕES PROFUNDAS Definição A transmissão da carga ocorre de
COMUNICAÇÃO DE INFORMAÇÃO A CURTAS DISTÂNCIAS
LOGO FQA COMUNICAÇÃO DE INFORMAÇÃO A CURTAS DISTÂNCIAS Propagação de um sinal Energia e velocidade de propagação (modelo ondulatório) Transmissão de sinais Sinal - é qualquer espécie de perturbação que
FÍSICA - 1 o ANO MÓDULO 27 TRABALHO, POTÊNCIA E ENERGIA REVISÃO
FÍSICA - 1 o ANO MÓDULO 27 TRABALHO, POTÊNCIA E ENERGIA REVISÃO Fixação 1) O bloco da figura, de peso P = 50N, é arrastado ao longo do plano horizontal pela força F de intensidade F = 100N. A força de
Bombas & Instalações de Bombeamento
1. Definições 2. Grandezas envolvidas no cálculo das bombas 3. Cálculos da altura manométrica e potência de acionamento das bombas 4. Curvas 5. Cavitação 6. Arranjo de bombas Definições : as máquinas hidráulicas
PROJETO DE ESTRADAS Pr P of o. D r D. An A d n e d r e so s n o n Man a zo n l zo i
PROJETO DE ESTRADAS Prof. Dr. Anderson Manzoli CONCEITOS: Seção (Perfil) Transversal é a representação geométrica, no plano vertical, de alguns elementos dispostos transversalmente, em determinado ponto
Universidade Estadual Paulista Campus de Dracena Disciplina: Solos. Estrutura do Solo. Prof. Dr. Reges Heinrichs 2010
Universidade Estadual Paulista Campus de Dracena Disciplina: Solos Estrutura do Solo Prof. Dr. Reges Heinrichs 2010 Estrutura do Solo É o resultado da agregação das partículas primárias, originando formas
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA
3.6. OBRAS DE CONTENÇÃO Sempre que a movimentação de terra implicar em riscos de perda de estabilidade do solo, há a necessidade da execução de estruturas ou obras de contenção para segurança da própria
REPRESENTAÇÃO DO RELEVO
REPRESENTAÇÃO Representação do Relevo DO RELEVO 1 FINALIDADE Registrar e permitir visualizar a forma da superfície terrestre, fornecendo com precisão cotas altimétricas de pontos de interesse. Em topografia:
Figura 1: Ilustrações dos quatro métodos de irrigação.
10 Capítulo 2: Métodos de irrigação, sistemas e suas partes Métodos de irrigação Existe uma confusão sobre a diferença entre as definições de método de irrigação e sistema de irrigação. Vamos usar o dicionário
PATOLOGIA DE FUNDAÇÕES DE EDIFÍCIOS CAUSADAS POR AÇÕES AMBIENTAIS
PATOLOGIA DE FUNDAÇÕES DE EDIFÍCIOS CAUSADAS POR AÇÕES AMBIENTAIS Cinpar 2010 VI Congresso Internacional Sobre Patologia e Recuperação de Estruturas; Córdoba, Argentina JÚNIOR, F. C. Z.; SANTIAGO, J. W.
Parada Obrigatória. Dê a Preferência. Velocidade Máxima Permitida. Sentido Obrigatório. Passagem Obrigatória. Siga em Frente
Compõe-se de luzes acionadas alternada ou intermitentemente através de sistema elétrico/eletrônico, cuja função é controlar os deslocamentos em trânsito. Sinalização semafórica de regulamentação Tem a
SUBSTÂNCIAS, MISTURAS E SEPARAÇÃO DE MISTURAS
NOTAS DE AULA (QUÍMICA) SUBSTÂNCIAS, MISTURAS E SEPARAÇÃO DE MISTURAS PROFESSOR: ITALLO CEZAR 1 INTRODUÇÃO A química é a ciência da matéria e suas transformações, isto é, estuda a matéria. O conceito da
Acre. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1 o e 3 o quartis nos municípios do estado do Acre (1991, 2000 e 2010)
Acre Em, no estado do Acre (AC) moravam 734 mil pessoas, e uma parcela ainda pequena dessa população, 4,3% (32 mil) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 22 municípios, dos quais sete
Steel Cord. Introdução
Steel Cord Introdução Cabo de aço é um tipo de corda feita de vários arames de aço enrolados em forma de hélice. Quando foi inventado, era comum a utilização de ferro forjado na fabricação destes arames,
Física Legal.NET O seu site de Física na Internet
31. (Pucsp 2005) Certo carro nacional demora 30 s para acelerar de 0 a 108 km/h. Supondo sua massa igual a 1200 kg, o módulo da força resultante que atua no veículo durante esse intervalo de tempo é, em
Para cada partícula num pequeno intervalo de tempo t a percorre um arco s i dado por. s i = v i t
Capítulo 1 Cinemática dos corpos rígidos O movimento de rotação apresenta algumas peculiaridades que precisam ser entendidas. Tem equações horárias, que descrevem o movimento, semelhantes ao movimento
Sistemas de filtragem para irrigação. Prof. Roberto Testezlaf Faculdade de Engenharia Agrícola UNICAMP
Sistemas de filtragem para irrigação Prof. Roberto Testezlaf Faculdade de Engenharia Agrícola UNICAMP III SIMPÓSIO DE CITRICULTURA IRRIGADA Bebedouro, 21 de setembro de 2005 Objetivos Discutir a aplicação
Conjuntos mecânicos II
A UU L AL A Conjuntos mecânicos II Nesta aula trataremos de outro assunto também relacionado a conjuntos mecânicos: o desenho de conjunto. Introdução Desenho de conjunto Desenho de conjunto é o desenho
Aula de Exercícios Recuperação Paralela (Leis de Newton)
Aula de Exercícios Recuperação Paralela (Leis de Newton) Exercício 1. (TAUBATÉ) Um automóvel viaja com velocidade constante de 72km/h em trecho retilíneo de estrada. Pode-se afirmar que a resultante das
MICROFONE E ALTIFALANTE
MICROFONE E ALTIFALANTE Um microfone é um transdutor que transforma energia mecânica (onda sonora) em energia elétrica (sinal elétrico de corrente alternada). O altifalante é um transdutor que transforma
PLANEJAMENTO DAS OBRAS DE DRAGAGEM
PLANEJAMENTO DAS OBRAS DE DRAGAGEM Objetivo Geral do Planejamento das Obras 1) Considerando que os serviços de dragagem, normalmente, exigem não só elevados custos em sua execução, mas ainda, uma técnica
O Relevo A rede hidrográfica
O Relevo A rede hidrográfica Relevo O Relevo é o conjunto de formas que a superfície terrestre apresenta. As principais formas de relevo são: Montanhas; Planaltos; Colinas; Planícies; Vales. Montanha Forma
Vigas. Viga simplesmente apoiada 12/3/2010
Vigas Universidade Federal de Pelotas Curso de Engenharia Civil Introdução aos Sistemas Estruturais Prof. Estela Garcez As vigas são elementos estruturais retos, resistentes a flexão, e que não só são
A atmofera em movimento: força e vento. Capítulo 9 - Ahrens
A atmofera em movimento: força e vento Capítulo 9 - Ahrens Pressão Lembre-se que A pressão é força por unidade de área Pressão do ar é determinada pelo peso do ar das camadas superiores Uma variação da
Especificação Técnica. Fresadora a frio W 35 DC
Especificação Técnica Fresadora a frio W 35 DC Especificação Técnica Fresadora a frio W 35 DC Largura de fresagem máx. Profundidade de fresagem * 1 350 mm (opcionalmente 500 mm) 0 110 mm Tambor fresador
LISTA DE EXERCÍCIOS MECÂNICA DOS SÓLIDOS I
LISTA DE EXERCÍCIOS MECÂNICA DOS SÓLIDOS I A - Tensão Normal Média 1. Exemplo 1.17 - A luminária de 80 kg é sustentada por duas hastes, AB e BC, como mostra a Figura 1.17a. Se AB tiver diâmetro de 10 mm
