Capítulo 2 Máquinas de Estado
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- Natan Diegues Palhares
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1 Capítulo 2 Máquinas de Estado 2.1 Introdução 2.2 Estruturas das máquinas de estado 2.3 Máquina de estados finitos 2.4 Máquina de estados não determinísticos 2.5 Equivalência de máquinas de estados 2.6 Composição de máquinas de estados 13
2 Nas máquinas de estados finitos (Finite State Machines - FSM) o conjunto de estados é finito Estas máquinas possuem técnicas analíticas poderosas dado que é possível explorar todas as possíveis sequências de estados O alfabeto de entrada e de saída destas máquinas permite representar uma grande variedade de situações Quando o número de estados é reduzido, quando os alfabetos de entrada e de saída são finitos e pequenos, podemos descrever a máquina de estados através de um diagrama de transição de estados 14
3 Exemplo de um diagrama de transição de estados 15
4 Diagrama de transição de estados Cada bola representa um estado Cada arco representa uma transição de um estado para outro As bolas e os arcos são anotadas/etiquetadas Cada bola é etiquetada com o nome do estado que representa Cada arco é etiquetado pela entrada e pela saída A etiqueta da entrada especifica que símbolo de entrada faz disparar a transição que lhe está associada O símbolo de saída indicado é produzido como parte da transição entre estados (se não for indicado o símbolo de saída é produzido o símbolo nulo) A execução de uma máquina de estados consiste numa sequência de reacções, na qual cada reacção envolve a transição de um estado para outro ao longo dos arcos 16
5 Existe uma notação especial para certos arcos, arco else, que são percorridos quando nenhum dos outros arcos saindo de um dado estado é percorrido (representando todas as outras possíveis entradas) Se este arco não estiver representado, e houver entradas não representadas, então por omissão a transição efectua-se para o próprio estado O estado inicial é indicado no diagrama A execução começa através do estado inicial. Partindo daí cada vez que chega um símbolo de entrada a máquina de estados reage, transitando para o estado seguinte de acordo com as etiquetas de entrada associadas a cada transição e produzindo um símbolo na saída Uma sequência de símbolos de entrada gera uma sequência de estados Sabendo a sequência de transições também sabemos a sequência de símbolos de saída 17
6 Exemplo: Telefone com atendimento automático Quando chega uma chamada o telefone toca Se não atenderem até ao 3º toque a máquina responde; se atenderem a máquina não realiza nenhuma acção Toca uma mensagem de boas vindas Grava a mensagem Depois da gravação desliga-se automaticamente Estados={idle,count1,count2,play greeting,recording} Entrada={ring,offhook,end greeting,end message,absent} Saídas={answer,record,recorded,absent} 18
7 ring ring offhook idle count1 count2 idle... ring ring ring end greeting end message idle count1 count2 play greeting recording idle... 19
8 A máquina de estados deve sempre reagir a um símbolo de entrada - propriedade da receptividade Com a introdução do arco else as máquinas de estado são sempre receptivas Uma mesma entrada poderá estar atribuída a mais de uma transição do estado corrente A máquina é livre de escolher qual a transição a seguir entre aquelas que apresentam o mesmo símbolo de entrada Mais do que um comportamento é admissível para a máquina Uma máquina de estados com esta característica é denominada não determinística 20
9 Tabela de actualização Forma alternativa de representar uma máquina de estados Representação tabular do diagrama de transição de estados 21
10 Máquinas de Mealy - símbolo de saída produzido durante a transição do estado Máquinas de Moore - símbolo de saída produzido enquanto a máquina se encontra no estado As máquinas de Mealy tornam-se mais úteis quando se realiza uma operação de composição síncrona 22
11 Temos 3 formas de descrever uma máquina de estados: a descrição dos conjuntos e funções, o diagrama de transição de estados e a tabela de actualizações A tabela e o diagrama de transições só podem ser usados se os conjuntos (Estados, Entradas e Saídas) são finitos A descrição através de conjuntos e funções é igualmente possível com espaços de estados finitos ou infinitos Sistema determinado pelo estado Conhecendo o estado actual, podemos determinar o comportamento futuro do sistema para qualquer símbolo de entrada futuro O estado actual sumaria a história do sistema Por vezes pretendemos saber se um dado problema pode ser realizado através de uma máquina de estados Se o número de padrões necessários para descrever o sistema é finito consegue-se, usando um número de estados igual ao número de padrões, realizar através de uma máquina de estados 23
12 Exemplo: Reconhecedor de código Reconhecedor de código em que os sinais de entrada e de saída são sequências de 0 e 1 O sistema deverá produzir na saída Recognize sempre que detectar uma sequência 1100 na entrada recognize if ( x( n 3), x( n 2), x( n 1), x( n)) = (1,1,0,0) y( n) = nulo outros casos 24
13 Capítulo 2 Máquinas de Estado 2.1 Introdução 2.2 Estruturas das máquinas de estado 2.3 Máquina de estados finitos 2.4 Máquina de estados não determinísticos 2.5 Equivalência de máquinas de estados 2.6 Composição de máquinas de estados 25
14 2.4 Máquinas de estados não determinísticas Uma máquina de estados não determinística é um modelo incompleto de um sistema, mas mais compacto e cuja informação poderá ser suficiente para analisar o comportamento do sistema Numa máquina determinística as entradas que etiquetam as transições de um dado estado são mutuamente exclusivas, ou seja não partilham símbolos comuns Nas máquinas não determinísticas pode haver sobreposição entre as etiquetas que representam as entradas Um símbolo de entrada pode aparecer a etiquetar mais de uma transição do mesmo estado, o que significa que uma ou mais transições podem ser realizadas É esta característica que torna a máquina não determinística 26
15 2.4 Máquinas de estados não determinísticas Exemplo Estado inicial a Transita para o estado b da primeira vez que encontra um 1 Fica no estado b um tempo arbitrário; se receber um 1 mantém-se no estado b, se receber 0 pode manter-se no b ou transitar para o a A sequência de entrada (0,1,0,1,0,1,...) gera... (a,a,b,a,b,a,b,...) (0,1,0,1,0,1,...) (a,a,b,b,b,a,b,...) (0,1,1,1,0,1,...) (a,a,b,a,b,b,b,...) (0,1,0,1,1,1,...) (a,a,b,b,b,b,b,...) (0,1,1,1,1,1,...) 27
16 2.4 Máquinas de estados não determinísticas Exemplo: parquímetro 28
17 2.4 Máquinas de estados não determinísticas Função de actualização Nas máquinas determinísticas se conhecemos o estado inicial e a sequência de entrada então toda a trajectória de estados e a sequência de saída pode ser determinada s(n) e x(n) determinam univocamente s(n+1) e y(n) Numa máquina não-determinística o estado seguinte não é completamente determinado pelo estado actual e o símbolo de entrada Não a podemos caracterizar pela função Actualização(s(n),x(n)) porque não há apenas um estado seguinte Determinística Actualizaç ão : Estados Entradas Estados Saídas Não determinística ( Estados Saídas) PossíveisA ctualizações : Estados Entradas P ( ) onde P Estados Saídas representa todos os subconjuntos possíveis 29
18 2.4 Máquinas de estados não determinísticas Para uma máquina de estados ser receptiva é necessário que Uma máquina de estados não determinística selecciona arbitrariamente o estado seguinte e o símbolo de saída corrente das PossíveisActualizações dado o estado corrente e o símbolo de entrada Nada é dito como a selecção é realizada Definição da máquina de estados não determinística num 5-tuple Uma máquina determinística é um caso especial de uma não determinística ( s( n), x( )) φ s( n) Estados e x( n) Entradas PossíveisActualizações n ( Estados, Entradas, Saídas, PossíveisActualizações EstadoInicial) MáquinaEst ados =, PossíveisA ctualizações = ( s( n), x( n) ) { Actualização( s( n), x( n) )} 30
19 2.4 Máquinas de estados não determinísticas Comportamento Definimos o comportamento de uma máquina como o par (x,y) tal que y=f(x), ou seja o possível par entrada-saída Definimos o conjunto onde Comportame ntos SinaisEntrada SinaisSaída Comportame ntos = {( x, y) SinaisEntrada SinaisSaída y é uma sequênciade saída possível para a sequência deentrada x} Máquina determinística para cada x SinaisEntrada existe um y SinaisSaída tal que (x,y) é um comportamento Para uma máq. determ. o conjunto comportamento é o gráfico de F Para uma máq. não deter. para um dado x SinaisEntrada pode haver mais de um y SinaisSaída tal que (x,y) é um comportamento 31
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