Transportes Metropolitanos Acessibilidade
|
|
|
- Miguel Cipriano Leão
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Guia de acessibilidade nos transportes metropolitanos Dados: ref. junho/2010 Transportes Metropolitanos Acessibilidade cartilha acessibilidade vsc.indd 1 6/14/10 6:54 PM
2 Transportes Metropolitanos e Acessibilidade O DIREITO À MOBILIDADE Garantir o direito à mobilidade no segmento do transporte público metropolitano do Estado de São Paulo. Esta é a missão da Secretaria dos Transportes Metropolitanos STM que inclui, como atividade essencial, facilitar o acesso aos seus serviços para as pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. O objetivo é eliminar obstáculos, criar comodidades e garantir os direitos individuais a uma vida plena. Segundo o Decreto Federal nº 5.296/2004, acessibilidade é a condição para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida. Para garantir a acessibilidade para todos, os espaços, mobiliários e equipamentos urbanos em geral devem ser construídos sob o conceito de desenho universal. Isto significa o projeto de produtos, ambientes, programas e serviços que possam ser usados, na maior medida possível, por todas as pessoas, sem que seja necessário um projeto especializado ou ajustamento. O desenho universal não deverá excluir as ajudas técnicas para grupos específicos de pessoas com deficiência quando necessárias (Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, publicação nº 160, Diário Oficial da União, 20/08/2008). O QUE É UMA PESSOA COM MOBILIDADE REDUZIDA? É aquela que tem, por qualquer motivo, dificuldade de movimentar-se, permanente ou temporariamente, gerando redução efetiva de mobilidade, flexibilidade, coordenação motora e percepção (Decreto Federal nº 5.296/2004). Estão nesta definição os idosos, os obesos, as gestantes, os acidentados e as mães com criança de colo, entre outros. 02 O QUE É UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA? Pessoa com impedimentos de natureza física, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem ter obstruída sua participação plena e efetiva na sociedade com as demais pessoas (Convenção sobre Direitos das Pessoas com Deficiência). Segundo o último censo do IBGE (2000), o segmento representa 14,5% da população brasileira, hoje equivalente a 24,6 milhões de pessoas. Os tipos mais frequentes de deficiência são: Visual: pessoa com baixa ou nenhuma visão. Física ou motora: pessoa com dificuldade de locomoção ou de movimentação. Auditiva: pessoa com dificuldade de escutar e/ou compreender a fala através do ouvido. Mental: pessoa com limitação intelectual ou cognitiva. Múltipla: pessoa com associação de duas ou mais deficiências. cartilha acessibilidade vsc.indd 2 6/14/10 6:55 PM
3 QUEM É CONSIDERADO IDOSO? Atualmente, temos, no Estado de São Paulo, cerca de 42 milhões de habitantes. Deste contingente, 4,7 milhões são idosos (pessoas com 60 anos ou mais), representando aproximadamente 11% da população. As projeções apontam para um significativo aumento deste segmento populacional. Segundo dados da Fundação Seade, em 2020, a população do Estado será de quase 46 milhões, enquanto o número de idosos será em torno de 7 milhões, ou 15,2% dos paulistas. COMO AJUDAR ESSAS PESSOAS? Sempre pergunte antes se a pessoa realmente precisa e quer sua ajuda. Nunca insista ou subestime sua capacidade. Guia de acessibilidade nos transportes metropolitanos COMO AUXILIAR ALGUÉM COM DEFICIÊNCIA VISUAL Identifique-se e pergunte se e como a pessoa quer ser ajudada. Espere que ela segure o seu braço, nunca agarre o braço dela. Acompanhe o ritmo de seus passos e oriente-a em relação a obstáculos, como meiofios, buracos e degraus. Em lugares estreitos, ponha seu braço para trás, para que a pessoa possa segui-lo. Ao guiar um cego para uma cadeira, direcione suas mãos para o encosto e informe-o se a cadeira tem braços ou não. Não acaricie um cão guia, pois ele nunca deve ser distraído. Ao sair de uma sala, informe-a, assim não deixará a pessoa falando sozinha. Não se intimide de usar palavras como cego, veja ou olhe. Nem você nem as pessoas com deficiência podem evitá-las. Se você não sabe como direcionar essa pessoa, pergunte a ela como deve proceder. COMO AUXILIAR ALGUÉM QUE USA MULETAS Tome cuidado para não esbarrar em suas muletas. Acompanhe o ritmo de seus passos. Deixe as muletas sempre ao alcance das mãos da pessoa que as usa. COMO AUXILIAR ALGUÉM QUE USA CADEIRA DE RODAS Ajuda aceita, deixe que a pessoa diga como auxiliá-la. Ao descer uma rampa inclinada demais, ou degraus, prefira o deslocamento em marcha à ré, para evitar que a pessoa perca o equilíbrio e caia para frente. 03 cartilha acessibilidade vsc.indd 3 6/14/10 6:55 PM
4 Transportes Metropolitanos e Acessibilidade Não se apoie na cadeira de rodas. Ela é como uma extensão do corpo da pessoa com deficiência. Em uma conversa demorada, sente-se de modo a ficar no mesmo nível do olhar da pessoa. Não receie em falar as palavras andar ou correr, pois essas pessoas também usam estas palavras. Escolha o caminho, se possível, sem barreiras arquitetônicas. COMO AUXILIAR ALGUÉM COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA Fale claramente de frente para a pessoa, tomando cuidado para deixar visível sua boca. Não grite! Fale em tom de voz e velocidade normais, exceto se lhe pedirem para levantar a voz ou falar mais devagar. Fale com expressão! Estas pessoas não podem ouvir as mudanças sutis no tom da voz, mas elas saberão ler suas expressões faciais, gestos ou movimentos do seu corpo. Ao conversar, toque levemente seu braço para a pessoa perceber que você quer lhe falar. Mantenha o contato visual. Do contrário, peça para que ela escreva o que deseja. Se um surdo estiver acompanhado de intérprete, fale voltando-se diretamente ao surdo, nunca ao intérprete. Utilize a linguagem de sinais Libras, avisos visuais e, se for exibir um filme, opte pelos legendados ou providencie um resumo do filme. Não cruze ou ande entre duas pessoas conversando em linguagem de sinais. Isto atrapalha ou impede a conversa. COMO AUXILIAR ALGUÉM COM DEFICIÊNCIA MENTAL Cumprimente-a normalmente. Geralmente, uma pessoa com deficiência mental é carinhosa, disposta e comunicativa. Evite a superproteção, seja a pessoa uma criança, um jovem, um adulto ou um idoso. Ajude-a somente quando for necessário. A deficiência mental pode ser consequência de alguma doença, embora não seja uma doença. Quando necessário, busque mais informações junto a associações ou entidades especializadas. 04 COMO AUXILIAR UM IDOSO Identifique-se e pergunte se e como a pessoa quer ser ajudada. Lembre-se de que, para o idoso, a maior dificuldade pode estar na parte física (locomoção e transposição de barreiras) ou na parte sensorial (audição e visão). cartilha acessibilidade vsc.indd 4 6/14/10 6:55 PM
5 SERVIÇOS E FACILIDADES NOS TRANSPORTES METROPOLITANOS O sistema metropolitano de transporte do Estado de São Paulo circula nos 67 municípios pertencentes às regiões metropolitanas de São Paulo, Campinas e Baixada Santista. Três empresas vinculadas à STM compõem este sistema: Companhia Paulista de Trens Metropolitanos CPTM, Companhia do Metropolitano de São Paulo Metrô e Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos EMTU/SP. Em 2009, estas três empresas transportaram cerca de 46 milhões de passageiros com deficiência e idosos. Para 2010, esse número deve subir para 47,2 milhões. Muitas conquistas já foram alcançadas e integradas no dia a dia dos transportes. As reformas de terminais, estações, frota de trens e ônibus estão dentro dos padrões de acessibilidade estabelecidos pelo Decreto Federal nº 5.296/2004. Dessa forma, o Metrô deve completar suas obras de adequação em 2010, enquanto a CPTM e a EMTU/SP terão grandes avanços, com a garantia de acessibilidade total até 2014, prazo máximo estabelecido pela legislação. Guia de acessibilidade nos transportes metropolitanos Além disso, uma série de serviços e facilidades está disponível e/ou em implantação: Atendimento preferencial Em bilheterias, nos bloqueios de embarque, no acompanhamento nos deslocamentos. Destacam-se os seguintes programas: Experiente Cidadão: Idosos atuam de 2ª a 6ª feira, quatro horas/dia, em balcões de informação localizados em estações do Metrô e da CPTM onde é grande o número de idosos, fornecendo informações sobre os arredores da estação, linhas integradas, orientação de uso e segurança, canais de relacionamento. Jovem Cidadão: Serviço de atendimento ao usuário prestado por estudantes do ensino médio de escolas públicas, de 2ª a 6ª feira, das 6h às 12h e das 13h30 às 19h30. Treinamento dos empregados: Todos os funcionários das estações e do corpo de segurança são treinados periodicamente visando a melhoria contínua no atendimento a este público. Há a participação da Associação dos Amigos Metroviários dos Excepcionais AME neste processo de treinamento. 05 cartilha acessibilidade vsc.indd 5 6/14/10 6:55 PM
6 Transportes Metropolitanos e Acessibilidade Mais conforto e segurança na viagem Equipamentos facilitadores nas estações: Estações da CPTM e do Metrô e terminais da EMTU/SP têm já em funcionamento ou em implantação rampas de acesso, rebaixamento de guias em travessias de pedestres, grelhas, corrimãos, escadas rolantes, bloqueios acessíveis por cadeirantes, elevadores, plataformas elevatórias em escadas, banheiros exclusivos e até equipamentos de resgate de pessoas com deficiência em túneis, de acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT. Sinalização nas estações: Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida encontram equipamentos de comunicação e sinalizadores que facilitam o deslocamento nas estações do Metrô e da CPTM, como: telefones especiais para surdos, sinalização de alerta nos degraus de escadas fixas, pintura de faixa branca nas bordas das plataformas, piso antiderrapante, piso tátil de alerta e rota tátil. No Metrô está em implantação a sinalização tátil em Braille, sinalização visual de orientação para uso dos elevadores e plataformas elevatórias e totens para intercomunicação entre áreas de acesso e plataformas. Até dezembro de 2010, estará em funcionamento uma Central de Informações com a linguagem Libras. Embarque preferencial Idosos, obesos, gestantes, pessoas com deficiência, pessoas com dificuldades de locomoção, pessoas com crianças de colo (até 5 anos de idade) têm embarque preferencial nos horários de pico, de 2ª a 6ª feira, no Metrô e na CPTM, em estações de grande demanda. Atendimento preferencial: Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida podem comprar bilhetes ou passar pelos bloqueios sem permanecer nas filas, além de usar os elevadores das estações. Equipamentos e sinalização facilitadores nos trens e ônibus: Trens reformados e novos trens da CPTM e do Metrô incorporam sinais luminosos de abertura e fechamento de portas, identificação de carros em Braille, espaço para cadeiras de rodas, painel indicativo de próxima estação e lado de abertura de portas. No corredor ABD São Mateus-Jabaquara e em várias linhas intermunicipais, há ônibus de piso baixo com ajoelhamento, ônibus low entry com entrada rebaixada e rebaixamento adaptado até a metade do interior do veículo e ônibus low entry com rebaixamento total. Assentos preferenciais: No interior de ônibus, trens e metrô existem os assentos especiais, sinalizados. 08 cartilha acessibilidade vsc.indd 8 6/14/10 6:55 PM
7 Serviços especiais Ponte Orca Zoo: Vans especiais, totalmente acessíveis a pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida, realizam a ligação entre o terminal Jabaquara da EMTU/SP e o Parque Zoológico do Estado de São Paulo. Ligado: Realizado por veículo tipo micro-ônibus adaptado para deslocamento porta a porta, para promover a inclusão social de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Pode ser empregado por qualquer entidade, mediante prévia celebração de um acordo, com o objetivo de acesso a áreas de educação, saúde, cultura e lazer. Através de convênio entre a EMTU/SP e a Secretaria Estadual de Educação, o serviço Ligado faz o transporte dos estudantes com deficiência ou mobilidade reduzida severa para as unidades de ensino na Região Metropolitana de São Paulo. Guia de acessibilidade nos transportes metropolitanos Centro de Inclusão Social do Passageiro Especial CISPE: Em convênio com a Associação de Valorização e Promoção dos Excepcionais Avape e recentemente com a Associação Amigos Metroviários dos Excepcionais AME, foram implantados postos do CISPE que encaminham pessoas com deficiência a empregos. Os postos cadastram as pessoas que procuram o benefício da gratuidade interessadas em emprego, as quais são encaminhadas a seções de tratamento e cursos profissionalizantes, criando o Banco de Talentos. Este as acompanha até sua contratação, que ocorre através de um outro cadastro das empresas com esse interesse. CISPE Sul Jabaquara Av. Armando de Arruda Pereira, 2654, São Paulo, SP CISPE Leste Bresser Rua 21 de Abril, 1000, São Paulo, SP CISPE Campinas Av. Lix da Cunha, 101, Campinas, SP 09 cartilha acessibilidade vsc.indd 9 6/14/10 6:56 PM
8 Transportes Metropolitanos e Acessibilidade QUEM TEM DIREITO AO BENEFÍCIO DA ISENÇÃO TARIFÁRIA? A isenção tarifária nos transportes metropolitanos do Estado de São Paulo, conforme resoluções conjuntas SS/STM, é concedida nas linhas do Metrô, nas linhas da CPTM e nas linhas comuns da EMTU/SP. Têm direito ao benefício: Todos os idosos a partir de 65 anos; Pessoas com deficiência cuja gravidade compromete sua capacidade para o trabalho ou menores de 16 anos com deficiência. COMO OBTER A CREDENCIAL DE IDENTIFICAÇÃO? As pessoas com deficiência devem, primeiramente, obter laudo médico conclusivo padronizado (no qual conste a Classificação Internacional de Doenças CID 10), que comprove o tipo de deficiência. O atestado, com selo de autenticidade, somente pode ser obtido em uma das Unidades de Saúde do SUS credenciadas (ver listagem nos sites da SPTrans e da EMTU/SP para viagens nos ônibus intermunicipais nas regiões metropolitanas da Baixada Santista, de Campinas e de São Paulo). As credenciais de identificação são fornecidas de acordo com os critérios descritos no site da cada empresa e nos postos de atendimento. Metrô: Local: Rua Albuquerque Lins, 514, estação Marechal Deodoro, São Paulo Informações: pelo telefone , ou pelo site Horário: de segunda a sexta-feira das 7h às 19h EMTU/SP: Laudo médico: Unidade Básica de Saúde do município, cadastrada na EMTU/SP Endereços no site Retirada da carteira: São Paulo: Centro de Inclusão Social do Passageiro Especial Sul (Av. Eng. Armando de Arruda Pereira, 2654) e Bresser (Rua 21 de Abril, 1000) Campinas: Centro de Inclusão Social do Passageiro Especial (Av. Lix da Cunha, 101) Praia Grande: Unidade da EMTU/SP na Baixada Santista (Av. Presidente Kennedy, 11080) 10 Informações: pelo telefone da Ouvidoria da EMTU/SP: , de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h; ou pelo site cartilha acessibilidade vsc.indd 10 6/14/10 6:56 PM
9 CPTM: Local: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, estação CPTM/Metrô Palmeiras-Barra Funda, São Paulo Informações: pelo telefone , ou pelo site Horário: de segunda a sexta-feira das 8h às 17h O QUE É EXIGIDO NO EMBARQUE? Para ter direito ao embarque com isenção tarifária, são necessários os seguintes documentos: Guia de acessibilidade nos transportes metropolitanos CPTM Metrô EMTU/SP Idosos acima de 65 anos RG RG ou Bilhete Especial do Idoso RG ou Cartão BOM Sênior Pessoas com deficiência Bilhete Único Especial Bilhete Único Especial Cartão BOM Especial ou Carteira de identificação de Passageiro Especial (CIPES) Bilhete Único (CPTM/Metrô/SPTrans): Local: postos listados no site Informações: (Central de Informações do Município de São Paulo) ou pelo site Horário: de segunda a sexta-feira das 8h às 16h No Metrô e na CPTM, o cartão Bilhete Único Especial para pessoas com deficiência também é aceito. 11 cartilha acessibilidade vsc.indd 11 6/14/10 6:56 PM
10 Secretaria dos Transportes Metropolitanos Ouvidoria da STM CONTATOS ÚTEIS SITE /FONE CPTM Ouvidoria da CPTM EMTU/SP Ouvidoria da EMTU/SP Metrô Ouvidoria do Metrô SPTrans Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência Conselho Estadual para Assuntos da Pessoa com Deficiência CEAPcD Conselho Estadual do Idoso Associação Amigos Metroviários dos Excepcionais AME Fale conosco no site Seguidores do blog no blog Fale conosco no site Estação Especial da Lapa Ligado Atende ou cartilha acessibilidade vsc.indd 12 6/14/10 6:56 PM
11
Francisco Ricardo Lins Vieira de Melo Prof. Departamento de Fisioterapia da UFRN
PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA UNIVERSIDADE: como devemos nos comportar e ajudá-las Francisco Ricardo Lins Vieira de Melo Prof. Departamento de Fisioterapia da UFRN A inclusão do estudante com deficiência
A FEA e a inclusão: alunos, professores, funcionários e visitantes com deficiência
A FEA e a inclusão: alunos, professores, funcionários e visitantes com deficiência Eles chegaram!!! E agora?? O que eu faço? Eles são... Dicas de convivência O que eu faço? Como chamo a pessoa com deficiência?
CONHEÇA OS DIREITOS E DEVERES DO IDOSO NO TRANSPORTE COLETIVO RODOVIÁRIO DE PASSAGEIROS
Distribuição gratuita - é permitida a reprodução integral ou parcial do texto, desde que citada a fonte. Passagem gratuita para idosos CONHEÇA OS DIREITOS E DEVERES DO IDOSO NO TRANSPORTE COLETIVO RODOVIÁRIO
INTERAÇÕES COM PESSOAS COM DEFICIÊNCIA : ALGUMAS ORIENTAÇÕES BÁSICAS
INTERAÇÕES COM PESSOAS COM DEFICIÊNCIA : ALGUMAS ORIENTAÇÕES BÁSICAS Francisco Ricardo Lins Vieira de Melo 1 A inclusão do estudante com deficiência no contexto educacional já é uma realidade nas instituições
INCLUSÃO DE PcD NO MERCADO DE TRABALHO
INCLUSÃO DE PcD NO MERCADO DE TRABALHO A I.SOCIAL Criada há 18 anos para atuar em favor da inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho; Já assessorou mais de 500 empresas na edificação de
ROTEIRO BÁSICO PARA VISTORIA
M I N I S T É R I O P Ú B L I C O F E D E R A L PROCURADORIA DA REPÚBLICA NO ESTADO DE SÃO PAULO PROCURADORIAS DA REPÚBLICA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO Ações implementadas para a obtenção da acessibilidade
SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA NACIONAL DE PROMOÇÃO DOS DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA
Manual de Orientação e Apoio para Atendimento às Pessoas com Deficiência SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA NACIONAL DE PROMOÇÃO DOS DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA
O presente documento fundamenta-se nos textos da legislação federal pertinente, a saber: CF/88, Art. 205, 206 e 208, NBR 9050/2004, da ABNT, Lei n.
O presente documento fundamenta-se nos textos da legislação federal pertinente, a saber: CF/88, Art. 205, 206 e 208, NBR 9050/2004, da ABNT, Lei n. 10.098/2000, nos Decretos n. 5.296/2004, n. 6.949/2009,
Evolução da Acessibilidade
Evolução da Acessibilidade no Metrô de São Paulo Rampas Estação São Joaquim Estação Saúde Rampas Estação Sumaré Estação São Bento Rampas Elevadores Estação Brigadeiro Elevadores Estação Armênia Elevadores
CARAVANA DA INCLUSÃO, ACESSIBILIDADE E CIDADANIA
CARAVANA DA INCLUSÃO, ACESSIBILIDADE E CIDADANIA GUIA DE ACESSIBILIDADE EM LOCAIS DOS EVENTOS UVESP União de Vereadores do Estado de São Paulo Luiz Baggio Neto Este guia prático de Acessibilidade foi preparado
Recomendações sobre Acessibilidade em Instalações Portuárias
Recomendações sobre Acessibilidade em Instalações Portuárias Agência Nacional de Transportes Aquaviários ANTAQ GTT Náutico, 12 de novembro de 2014 Marco Legal de Acessibilidade Lei 10.048 Lei 10.098 Decreto
PERICIA NA ACESSIBILIDADE
AGOSTO 2017 Eng. Mecânico Sergio Yamawaki Presidente da Comissão de Acessibilidade do CREA-PR PERICIA NA ACESSIBILIDADE Segundo a ONU - 2012 Deficientes no Mundo 1 bilhão Segundo a ONU - 2012 A cada 5
Acessibilidade. Assistência especial. Embarque e desembarque de passageiros que necessitam de assistência especial
Acessibilidade Assistência especial São considerados passageiros que podem solicitar assistência especial: Crianças desacompanhadas; Gestantes; Idosos a partir de 60 anos; Lactantes; Pessoas com criança
ADV-VALE Taubaté Associação dos Deficientes Visuais de Taubaté e Vale do Paraíba.
DICAS PARA QUANDO VOCÊ ENCONTRAR UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Faça isso e você verá o quanto é impor tante e enriquecedor aprender a conviver com a diversidade. Muitas pessoas não deficientes ficam confusas
ACESSIBILIDADE CIDADES
ACESSIBILIDADE CIDADES PARA AS PESSOAS ACESSIBILIDADE É o direito de ir e vir: Em locais abertos e fechados, público e privado; Com autonomia(independência) e segurança; Sozinho ou acompanhado; e Por
Acessibilidade & Mobilidade para todos! Acessibilidade em edificações e mobilidade urbana, uma questão mais que social.
ETEC VASCO ANTONIO VENCHIARUTTI MEIO AMBIENTE/SANEAMENTO/EDIFICAÇÕES Acessibilidade & Mobilidade para todos! Acessibilidade em edificações e mobilidade urbana, uma questão mais que social. [email protected]
EDITAL DE CONCORRÊNCIA Nº. CONCESSÃO DO SERVIÇO DE TRANSPORTE PÚBLICO COLETIVO URBANO NO MUNICÍPIO DE BLUMENAU
EDITAL DE CONCORRÊNCIA Nº. CONCESSÃO DO SERVIÇO DE TRANSPORTE PÚBLICO COLETIVO URBANO NO MUNICÍPIO DE BLUMENAU ANEXO I.5 ESPECIFICAÇÃO BÁSICA PARA A DISPONIBILIZAÇÃO DE SERVIÇO DE ATENDIMENTO A PESSOAS
Acessibilidade como Prática na Educação Superior
Acessibilidade como Prática na Educação Superior Profª Fabiane Vanessa Breitenbach 26/06/2014 Acessibilidade enquanto Norma Acessibilidade é a condição para utilização, com segurança e autonomia, total
ESTADO DO CEARÁ PREFEITURA MUNICIPAL DE TAUÁ Administração Fazendo Acontecer
LEI MUNICIPAL Nº 1425 DE 13 DE DEZEMBRO DE 2006. ASSEGURA DIREITOS ÀS PESSOAS DEFICIENTES E IDOSOS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A PREFEITA MUNICIPAL DE TAUÁ, no uso de suas atribuições legais: Lei: Faço saber
RESOLUÇÃO Nº 469 DE 11 DE DEZEMBRO DE 2013.
RESOLUÇÃO Nº 469 DE 11 DE DEZEMBRO DE 2013. Altera dispositivos e os Anexos da Resolução CONTRAN nº 402, de 26 de abril de 2012, com redação dada pelas Deliberações nº 104 de 24 de dezembro de 2010 e nº
elevadores Elevador de Escadaria para Plano Inclinado - Manual de Operação e Manutenção - RBA StairLift M317
Elevador de Escadaria para Plano Inclinado - Manual de Operação e Manutenção - RBA StairLift M317 1. Uso pretendido O Plataforma aqui descrita destina-se ao transporte de passageiros com necessidades Especiais
MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA SOLICITAÇÃO DE SERVIÇOS E RECURSOS DE ACESSIBILIDADE POR CANDIDATOS COM DEFICIÊNCIA E OUTRAS CONDIÇÕES ESPECIAIS COMPERVE
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE UFRN NÚCLEO PERMANENTE DE CONCURSOS COMPERVE COMISSÃO PERMANENTE DE APOIO A ESTUDANTES COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS CAENE MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA
GUIA PRÁTICO DE ACESSIBILIDADE
GUIA PRÁTICO DE ACESSIBILIDADE EM EDIFICAÇÕES ÍNDICE APRESENTAÇÃO.......................................... 3 PESSOAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIA OU COM MOBILIDADE REDUZIDA........................... 4 CIRCULAÇÃO
DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA
DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Essa cartilha da Pessoa com Deficiência é o resultado do nosso primeiro ano no mandato de vereadora do Rio de Janeiro. Falo nosso porque esse mandato é construído por
ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA
No âmbito da competência do Ministério da Educação, a Portaria n 3.284, de 07 de novembro de 2003, determina as condições que devem ser cumpridas para garantir ao estudante com necessidades educacionais
Capacitação na Operação de Plataformas Elevatórias Veiculares para. Acessibilidade
Capacitação na Operação de Plataformas Elevatórias Veiculares para Acessibilidade das pessoas com mobilidade reduzida em veículos de transporte de passageiros Apresentações ABC1234 Agenda do Dia 01h -
Projeto realizado em disciplina no curso de Engenharia Civil da Unijuí. 2
ANÁLISE DA ACESSIBILIDADE EM CALÇADAS E PASSEIOS NO MUNICÍPIO DE BOA VISTA DO BURICÁ 1 ANALYSIS OF ACCESSIBILITY IN FOOTWEAR AND TOURS IN THE MUNICIPALITY OF BOA VISTA DO BURICÁ Carla Letícia Hunhoff 2,
ESTATUTO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA
ESTATUTO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Leis Federais nº 10.048 de 2000 e 10.098 de 2000, Decreto Federal nº 5.296 de 2004 Acessibilidade e Atendimento Prioritário Prof. Caio Silva de Sousa - (Lei Federal nº
ACESSIBILIDADE Arq. Paula Dias
ACESSIBILIDADE DESENHO UNIVERSAL ACESSIBILIDADE Possibilidade e condição de uso, com segurança, autonomia e independência de edificações, espaços, mobiliários, vias públicas, equipamentos urbanos e de
Pessoa com deficiência: a evolução de um paradigma para reafirmar direitos
Presidência da República Secretaria de Direitos Humanos Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência Pessoa com deficiência: a evolução de um paradigma para reafirmar direitos
Acessibilidade e Desenho Universal
Acessibilidade e Desenho Universal DESENHO UNIVERSAL De acordo com as definições de Ron Mace (1991), É a criação de ambientes e produtos que podem ser usados por todas as pessoas na sua máxima extensão
Basquetebol J O G O S O L Í M P I C O S R I O 2 0 1 6 G UIA O F I C I A L D O E S P E C T A DOR
LEGENDA ACESSÍVEL: ILUSTRAÇÃO DO PICTOGRAMA ESPORTIVO COM MARCA E IDENTIDADE VISUAL DOS JOGOS OLÍMPICOS Você agora faz parte do maior evento esportivo do mundo. O Guia do Espectador dos Jogos Olímpicos
Acessibilidade e Mobilidade ACESSIBILIDADE E MOBILIDADE
ACESSIBILIDADE E MOBILIDADE O Transporte começa quando você sai de Casa A Acessibilidade começa em Casa E o Transporte e a Acessibilidade se encontram ao sair de Casa BARREIRAS URBANAS Calçadas Ruas Passarelas
MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO
1. CALÇADA ANEXO II ROTEIRO BÁSICO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO DE ACESSIBILIDADE NAS EDIFICAÇÕES DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO ELEMENTOS DO PROJETO DE ACESSIBILIDADE a) Faixa livre para pedestre com
Aula 07 Acessibilidade
Aula 07 Acessibilidade Sumário 1. Introdução 2. Instalações e equipamentos Portas Cozinha Copa / Refeições Sala de estar Banheiro Piso Tátil Elevadores Rampas Cadeiras Elevadoras Plataformas Elevadoras
DECRETO N 11295/2012. O Prefeito Municipal de Niterói, no uso de suas atribuições legais e,
Publicado em 29 de dezembro de 2012 DECRETO N 11295/2012 Regulamenta a Lei nº 2.624, de 29 de dezembro de 2008, no que trata dos passeios públicos do Município de Niterói, instituindo a obrigatoriedade
Os veículos eléctricos na Alta de Coimbra
WORKSHOP Combustíveis e veículos alternativos Práticas correntes e futuras linhas de orientação política para o transporte de passageiros (Projecto Alter-Motive) Os veículos eléctricos na Alta de Coimbra
Atendimento às pessoas com deficiência no serviço ao cidadão
Atendimento às pessoas com deficiência no serviço ao cidadão 1 2 Apresentação Considerando a inclusão social como um processo bilateral, em que a sociedade se adapta às necessidades de seus habitantes
INFRA ESTRUTURA URBANA. Acessibilidade Urbana
INFRA ESTRUTURA URBANA Acessibilidade Urbana acessibilidade definição Acessibilidade: possibilidade e condição de alcance, para a utilização com segurança e autonomia, de edificações, espaços, mobiliário
INTRODUÇÃO. Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida SMPED 43
CHECK LIST INTRODUÇÃO Este documento tem como objetivo possibilitar uma verificação rápida dos princípios de acessibilidade de edificações e vias públicas, porém, as instruções complementares para a observância
ACESSIBILIDADE MANUAL DE TERMINAIS RODOVIÁRIOS
ACESSIBILIDADE MANUAL DE TERMINAIS RODOVIÁRIOS Índice Apresentação 06 O que precisa ser adaptado 07 O custo das adaptações 10 Sinalização 12 Piso 14 Sinalização do piso 16 Rampas 18 Como deve ser uma
COLÉGIO MAGNUM BURITIS
COLÉGIO MAGNUM BURITIS ENSINO FUNDAMENTAL PROGRAMAÇÃO 1ª ETAPA / 2013 MATERNAL II PROGRAMAÇÃO DA 1ª ETAPA 2013 MATERNAL 2 ANOS Qual é o nosso afã de cada dia? É tentar sempre o melhor, mas não cansar de
MANUAL DE OPERAÇÃO DE DISPOSITIVOS DE ACESSO A CADEIRANTES NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO ELEVADORES ORTOBRAS
ACESSIBILIDADE MANUAL DE OPERAÇÃO DE DISPOSITIVOS DE ACESSO A CADEIRANTES NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO ELEVADORES ORTOBRAS EDIÇÃO SETEMBRO 2016 Sejam bem-vindos! ]] Introdução 3 Elevador ORTOBRAS Automático
ANEXO 2 ACESSIBILIDADE INDICE
INDICE 1. Objetivo...... 6 2. Conceito de acessibilidade... 6 3. Acessibilidade NA ART... 6 4. Normas e legislação... 7 5. Legislação federal 10.048/2000... 8 6. Legislação federal 10.098/2000... 8 7.
CENTRO DE EVENTOS FIERGS
CENTRO DE EVENTOS FIERGS CENTRO DE EVENTOS FIERGS Av. Assis Brasil, 8787-91140-001 - Porto Alegre - RS - Fone: (55) 51.3347 8636 Site: www.centrodeeventosfiergs.com.br E-mail: [email protected]
Libertà. Elevador. Uso Acessibilidade
Elevador Uso Acessibilidade Solução ideal para acessibilidade Fácil instalação em edificações existentes Interação total com o ambiente Instalação compacta sem casa de máquinas Segurança, conforto e praticidade
Passe Livre Intermunicipal. Manual do Beneficiário
Passe Livre Intermunicipal Manual do Beneficiário O que é? O passe livre intermunicipal garantirá que as pessoas com deficiência do Estado tenham assegurado o direito de ir vir em todo o Piauí com a gratuidade
Indicado para professores, alunos e f uncionários.
Indicado para professores, alunos e f uncionários. Caro leitor, O objetivo deste manual é sensibilizar a comunidade acadêmica para as questões relacionadas à inclusão, assim como, esclarecer algumas dúvidas
ESCALA BEBÊ Questionário (3 18 meses) Código Data
Nota: A validação (para pesquisa) e desenvolvimento de um sistema de pontuação (scoring) para o AHEMD-IS estão atualmente em progresso. Entretanto, o instrumento na sua forma atual é útil para avaliação
Plano de Acessibilidade Plano de promoção de acessibilidade e atendimento às pessoas
MANTIDA INSTITUIÇÃO PAULISTA DE ENSINO E CULTURA - IPEC Plano de Acessibilidade Plano de promoção de acessibilidade e atendimento às pessoas com deficiência O Decreto no. 914, de 6 de setembro de 1993
Diretrizes para projeto de sistemas eletrônicos para guiar pessoas com deficiência visual em redes de metrô
Diretrizes para projeto de sistemas eletrônicos para guiar pessoas com deficiência visual em redes de metrô Eliete Mariani 23ª Semana de Tecnologia Metroferroviária PERCEPÇÃO ESPACIAL Estações de metrô:
REFERENCIAL DE ACESSIBILIDADE E DE SERVIÇO INCLUSIVO BRENDAIT 2016 CARACTERIZAÇÃO GERAL DO MUSEU OU MONUMENTO
REFERENCIAL DE ACESSIBILIDADE E DE SERVIÇO INCLUSIVO BRENDAIT 2016 GRELHA : MUSEUS E MONUMENTOS - Ficha de Requisitos CARACTERIZAÇÃO GERAL DO NOME: ENDEREÇO: WEBSITE: SERVIÇOS: PESSOA DE CONTACTO projeto
3. Que esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação;
RESOLUÇÃO CPA/SMPED-G/015/2008 A Comissão Permanente de Acessibilidade CPA, em sua 43ª Reunião Ordinária do corrente ano, realizada em 14 de novembro de 2008, Considerando as disposições do Decreto Municipal
Como NÃO construir uma calçada acessível Ter, 13 de Outubro de :54
Basta darmos uma voltinha pela cidade para sentirmos uma certa dificuldade em passarmos livremente pelas calçadas. Se você estiver com um carrinho de bebê então já começa a ficar complicado: desvia daqui
PAINEL 1 GERENCIAMENTO DA DEMANDA NO TRANSPORTE. Jilmar Tatto. Secretário municipal de transportes
PAINEL 1 GERENCIAMENTO DA DEMANDA NO TRANSPORTE Jilmar Tatto Secretário municipal de transportes GERENCIAMENTO DA DEMANDA DIRETRIZES DA POLÍTICA DE MOBILIDADE URBANA E TRANSPORTE PÚBLICO COLETIVO SÃO PAULO
XXVI$ENANGRAD$ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $ $
XXVIENANGRAD A QUALIDADE DOS ESPAÇOS DE CIRCULAÇÃO URBANA - CALÇADAS - LOCALIZADAS NO ENTORNO DOS EQUIPAMENTOS PÚBLICOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE DO MUNICÍPIO DE GUARULHOS/SP Amanda Chiles Pereira Marcos Antonio
Gabinete do Prefeito DECRETO Nº 4049, DE 29 DE AGOSTO DE 2013.
1 Gabinete do Prefeito DECRETO Nº 4049, DE 29 DE AGOSTO DE 2013. Regulamenta a Lei nº 9.322, de 25 de julho de 2013, que autoriza o Chefe do Executivo a Instituir o Programa Passe Livre Estudantil no âmbito
Sustentabilidade. Professor Mateus Silveira.
Sustentabilidade Lei Federal nº 10.098/00 - Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência Professor Mateus Silveira www.acasadoconcurseiro.com.br
PLATAFORMAS PARA VENCER DESNÍVEIS DE ATÉ 2 OU ATÉ 4 METROS
PLATAFORMAS PARA VENCER DESNÍVEIS DE ATÉ 2 OU ATÉ 4 METROS PL220 Solução para vencer percursos de até 2 metros, com adequação de obra simplificada e curto prazo de fornecimento e instalação Sistema de
SINALIZAÇÃO UNIVERSAL ACESSIBILIDADE NA MOBILIDADE URBANA E A NOVA NBR 9050 : 2015
SINALIZAÇÃO UNIVERSAL ACESSIBILIDADE NA MOBILIDADE URBANA E A NOVA NBR 9050 : 2015 O SER HUMANO Estatística Alarmante "As quedas fatais entre idosos representam cerca de 12% de todos os óbitos na população
FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO SÓCIO-ECONÔMICA
Data Nome do candidato: Preenchido por: FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO SÓCIO-ECONÔMICA INFORMAÇÕES GERAIS A Associação Beneficente 30 de Setembro cumprindo os objetivos do Estatuto Social na condição de organização
TECNOLOGIAS ASSISTIVAS PARA A COMUNICAÇÃO DE DEFICIENTES AUDITIVOS
TECNOLOGIAS ASSISTIVAS PARA A COMUNICAÇÃO DE DEFICIENTES AUDITIVOS 1. Introdução Anderson Luís Furlan Este resumo objetiva apresentar de forma sucinta o que é, deficiência, dando enfoque a deficiência
DESENHO UNIVERSAL 7 PRINCÍPIOS PARA PROJETAR RENATA MELLO ARQUITETA DA DIVERSIDADE
DESENHO UNIVERSAL 7 PRINCÍPIOS PARA PROJETAR ARQUITETA DA DIVERSIDADE REFLEXÃO USUÁRIOS COMO SENTEM A ARQUITETURA DE HOJE? COMO SENTEM A ARQUITETURA DE HOJE? 1.CONFORTÁVEL??? ELEMENTO: LONGO PERCURSO LAVATÓRIO
PARTE II ACESSIBILIDADE
PARTE II ACESSIBILIDADE Manual de Sinalização de Acessibilidade - Ano 2013 Detalhamento Técnico Especificações CAPA ACESSIBILIDADE REGRA GERAL PARA CONFECÇÃO DAS PLACAS VISUAL/BRAILLE 1- Todos os textos
Tecnologia Assistiva: promoção da funcionalidade e independência da pessoa com deficiência intelectual
Tecnologia Assistiva: promoção da funcionalidade e independência da pessoa com deficiência intelectual Daianne Serafim Martins Terapeuta Ocupacional - CREFITO 9510 Especialista em Educação Inclusiva Mestre
CALÇAdA cidada. Conheça as regras para pavimentar sua calçada.
CALÇAdA cidada Essa publicação tem por objetivo divulgar o regramento de construção e manutenção das calçadas da cidade de Canoas. Apresentação Cuidar de sua calçada é um sinal de amor à cidade e de respeito
MANUAL DE OPERAÇÃO DE DISPOSITIVOS DE ACESSO A CADEIRANTES NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO ELEVADORES FOCA
ACESSIBILIDADE MANUAL DE OPERAÇÃO DE DISPOSITIVOS DE ACESSO A CADEIRANTES NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO ELEVADORES FOCA Sejam bem-vindos! AB Introdução 3 Elevador FOCA Automático 4 Elevador FOCA Semi-automático
ANEXO SUGESTÃO DE INDICADORES DE QUALIDADE DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE MOBILIDADE TRANSPORTE COLETIVO 1 / 19
ANEXO SUGESTÃO DE INDICADORES DE QUALIDADE DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE MOBILIDADE TRANSPORTE COLETIVO 1 / 19 INDICADORES COMUNS TRANSPORTE COLETIVO CONVENIÊNCIA / CONFIABILIDADE ACESSIBILIDADE INFORMAÇÃO
Orientações para Pacientes e Acompanhantes Prevenção de Quedas
Orientações para Pacientes e Acompanhantes Prevenção de Quedas Para nós, a sua segurança é um item essencial para que o tratamento seja realizado com tranquilidade e no prazo planejado. Queremos que você
O Direito da Acessibilidade e comunicação dos surdos. Neivaldo Zovico Diretor Regional da Feneis/SP
O Direito da Acessibilidade e comunicação dos surdos Neivaldo Zovico Diretor Regional da Feneis/SP Filosofo Sócrates diz : Se não tivéssemos voz nem língua, mas apesar disso desejássemos manifestar coisas
URBANIZAÇÃO DE CURITIBA S.A. Av. Presidente Affonso Camargo, 330 CEP 80060-090 Curitiba PR E-mail: [email protected].
URBANIZAÇÃO DE CURITIBA S.A. Av. Presidente Affonso Camargo, 330 CEP 80060-090 Curitiba PR E-mail: [email protected] Tel: 55-41-320 3232 Fax: 55-41-232 9475 PLANEJAMENTO, GERENCIAMENTO E
UNISALESIANO Curso de Arquitetura e Urbanismo Projeto Arquitetônico Interdisciplinar II
UNISALESIANO Curso de Arquitetura e Urbanismo Projeto Arquitetônico Interdisciplinar II Prof. Dr. André L. Gamino Araçatuba Setembro - 2013 1 Acessibilidade a Edificações 1.1 Introdução A norma brasileira
4 Acessibilidade a Edificações
4 Acessibilidade a Edificações 4.1 Introdução A norma brasileira NBR 9050 (2004) fixa critérios exigíveis para o projeto e detalhamento de espaços físicos destinados a portadores de necessidades especiais.
PROGRAMA DE INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
PROGRAMA DE INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Objetivos do programa Proporcionar espaço para que a Pessoa com deficiência expresse suas habilidades, considerando-se suas limitações.] Direcionar a PCD
