Análise de Requisitos Conceitos
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- Júlia Zagalo Bonilha
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1 Tema da Aula Conceitos Prof. Cristiano R R Portella [email protected] Analisar (v) 1. Decompor um todo em partes, componentes; fazer análise 2. Observar, examinar com minúcia; esquadrinhar 3. Examinar Criticamente. Requisito (s.m) 1. Condição necessária para obtenção de certo objetivo, ou para preenchimento de certo fim; quesito 2. Exigência necessária para certos efeitos. 1
2 Também chamada de Análise de Sistemas ou Requisitos. Parte dos requisitos obtidos e revisados e do Plano de Projeto. Visa fornecer representações (modelos) de "Informação" e de "função" que: Possam ser transformadas (traduzidas) em "projeto de dados, arquitetura, interface e procedimentos; Sirvam como um meio de determinar a qualidade do software. O Engenheiro de constrói modelos usando os requisitos ELICITADOS do usuário. Inglês (Michaellis) Português (Aurélio) To Elicit: arrancar (de) Eliciar: fazer sair; expulsar. Para entender e validar os requisitos eliciados, precisamos analisa-los de diferentes pontos de vista: Aspectos de dados Aspectos funcionais Aspectos comportamentais 2
3 Necessidades Fluxo de Atividades Dados tratados pelo sistema Como os dados são transformados Modelos Dados Processo Especificação Análise de Requisitos Funcional Modelo anterior (se houver) Como o sistema reage a eventos Comportamental Objetivos: 1. Descrever o que o usuário requisitou, de maneira técnica; 2. Estabelecer uma base para a criação do Projeto de ; 3. Definir um conjunto de requisitos que precisam ser validados quando o software estiver pronto. 3
4 Princípios de Análise 1. Analisar (dividir) para entender o domínio das Informações de um problema que deve ser representado e compreendido; 2. Criar modelos que descrevam as informações a serem tratadas, as funções que tratarão as informações e o comportamento do sistema que será desenvolvido; 3. Os Modelos (e o problema) devem ser divididos em partições (analisados) de maneira que revele os detalhes em camadas (hierarquicamente); 4. O foco do processo deve mover-se da informação essencial para os detalhes. Especificação de Requisitos 9 A especificação é o produto (conseqüência) da Análise de Requisitos. Cada requisito exige uma especificação (como deve ser feito e como será validado); 9 É o documento fundamental da, pois especifica tudo O QUE deverá ser projetado e construído; 9 Permite que o requisitos seja gerenciáveis (planejamento, controle e feed-back); 9 A revisão dos requisitos é fundamental para garantir que usuário e analista tenham a mesma percepção do sistema. 4
5 Princípios de Especificação 1. Separar Funcionalidade da Implementação (não conter características de implementação). 2. Usar uma linguagem de Especificação de Sistema Orientada a Processos. 3. A Especificação do deve abranger o sistema do qual o software é um componente. 4. Especificação deve abranger o ambiente(s) no(s) qual(is) o sistema opera Princípios de Especificação 5. Uma Especificação de Requisitos deve ser um modelo cognitivo. 6. Uma Especificação deve ser operacional 7. A especificação do sistema deve ser tolerante com nãointeireza e ser expansível 8. Uma especificação deve ser localizada e fracamente acoplada 5
6 Modelos Predominantes A inicia com uma série de tarefas de modelagem, que pretendem obter uma especificação completa de requisitos e projeto compreensivo, que represente o software a ser construído. A Análise é um conjunto de modelos que será a primeira representação técnica de um sistema. Os modelos predominantes são: Análise Estruturada (Metodologia Estruturada) Análise Orientada a Objetos (Met.Orient.Objetos) Modelagem de Dados: Definir os dados, seus atributos e relacionamentos. Modelagem Funcional: Definir como os dados são transformados (processados) dentro do sistema. Modelagem Comportamental: Definir como o sistema trata os eventos. 6
7 Os elementos do Modelo de Análise PSPEC-Especificação de Processo Dados Funcional Comportamental CSPEC-Especificação de Controle Análise (Estruturada) de Requisitos Dicionário de Dados: Repositório que contém a descrição de todos os objetos de dados alimentados ou produzidos pelo software. Diagrama Entidade-Relacionamento: Mostra as relações (cardinalidade e modalidade) existentes entre os itens de dados. Diagrama de Transição de Estados: Destaca o evento e seu impacto sobre o sistema (fluxo de controle). 7
8 Ferramentas de Apoio Ferramentas CASE (Computer-Aided Engineering) Aumento de Produtividade e Qualidade de Apoio ao Desenvolvimento de : Gerenciamento de Projetos (MS-Project) Análise e Projeto (Rose; System Architeture; OracleDesigner; ErWin; BpWin; Telelogic, System Architet etc.) Geradores de Código (System Architet -> Dr Case) Ferramentas de Apoio de Apoio ao Desenvolvimento de : Apoio a Teste, Validação e Simulação Gerenciamento de Configuração e Versão Documentação de 8
9 Modelo de Especificação de Requisitos 1. Introdução a. Referência ao sistema b. Objetivos c. Restrições ao projeto de software 2. Descrição da informação a. Representação do fluxo da informação b. Representação do conteúdo da informação c. Representação da estrutura da informação d. Descrição das interfaces do sistema Modelo de Especificação de Requisitos 3. Descrição funcional a. Particionamento funcional b. Descrição funcional 1. Texto explicativo do processo 2. Restrições/limitações 3. Requisitos de desempenho 4. Restrições de projeto 5. Diagramas 9
10 4. Descrição Comportamental a. Estados do Sistema b. Eventos e Ações Modelo de Especificação de Requisitos 5. Critérios de validação a. Fronteiras de desempenho b. Classes de testes c. Resposta esperada do software d. Considerações especiais 6.Bibliografia 7. Apêndice 10
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