Professor Léo Matos TI para Concursos
|
|
|
- Maria Eduarda de Paiva de Escobar
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Professor Léo Matos TI para Concursos Um sistema computacional é formado basicamente por hardware (física) e software (lógica). O hardware é composto por circuitos eletrônicos (processador, memória, portas de entrada/saída, etc) e periféricos mecânicos (teclados, mouses, discos rígidos, unidades de Disco e etc).
2
3 Alto Nível : É a linguagem que se aproxima do que o homem entende. Utiliza um compilador para tradução em binários. Baixo Nível : É a linguagem que se aproxima do que a máquina entende. Linguagem de Montador (Assembler). Utiliza um montador para tradução em binários. A relação de quantidade entre as instruções em linguagem de alto nível e o código executável é 1 para n, n ou seja, uma instrução em linguagem de alto nível gerará várias instruções em linguagem de máquina. Ao passo que a relação entre as instruções em linguagem de montagem e o código objeto é 1 para 1, ou seja, uma instrução em linguagem de montagem gerará uma instrução em linguagem de máquina.
4 Os circuitos eletrônicos e dispositivos de hardware são complexos, e podem ser acessados através da linguagem de baixo nível. As tecnologias de Hardware utilizada são diferentes uma das outras Ex.: a forma de acesso de baixo nível a discos rígidos IDE difere da forma de acesso a discos SATA. É desejável oferecer aos programas aplicativos uma forma de acesso homogênea. E aos dispositivos físicos, que permita abstrair as diferenças tecnológicas entre eles. O sistema operacional será utilizado exatamente para ocultar essa complexidade do Hardware. É uma estrutura de software ampla, complexo, que incorpora aspectos de linguagem de baixo nível (drives de dispositivos e gerência de memória) e de alto nível (programas utilitários e a interface gráfica)
5 AC Acumulador. É um registrador de uso geral que pode ser usado para operações lógicas e aritméticas. No caso dos processadores modernos, há vários desses registradores, os processadores Pentium recebem os nomes EAX, EBX, ECX e EDX.
6 PC - Contador de Programa (Program Counter). Contém o endereço da próxima instrução que será buscada da memória. PSW Este registrador contém os bits do código de condições, os quais são alterados pelas instruções de comparações pelo nível de prioridade da CPU. Modo Núcleo (supervisor): também chamado de supervisor, sistema, monitor ou ainda kernel space.para um código executando nesse nível, todos os recursos internos do processador (registradores e portas de entrada/saída) e áreas de memória podem ser acessados. Todas as instruções do processador podem ser executadas.
7 Modo Usuário: Neste nível, somente parte das instruções do processador, registradores e portas de entrada/saída estão disponíveis. Instruções como HALT (parar) e RESET (reiniciar) não podem ser executadas neste nível. O Hardware protege o uso da memória, permitindo o acesso somente a áreas previamente definidas. Caso o código em execução tente executar uma instrução proibida ou acessar uma área de memória inacessível, o hardware irá desviar a rotina e emitir uma mensagem. Para obter serviços de um Sistema Operacional o programa usuário deve fazer uma chamada ao Sistema. Por meio da instrução TRAP alterna o modo usuário para o modo núcleo passando o controle ao S.O.
8 Os objetivos básicos de um sistema Operacional podem ser sintetizados em duas abstração e gerência de recursos. Devido a complexidade da linguagem em nível de máquina, o Sistema Operacional define interfaces abstratas do Hardware para simplificar as operações. O Sistema Operacional oculta do programador a Verdade sobre os dispositivos físicos. Apresenta ao usuário o equivalente a uma máquina estendida ou virtual virtual mais fácil de programar.
9 O Sistema Operacional trabalha como interface para os usuários gerenciando as partes de um Sistema Complexo. Os Aplicativos usam os Dispositivos Físicos para atingir seus objetivos (imprimir, editar, tocar música, salvar, abrir e etc). Várias operações serão solicitadas ao Sistema Operacional ao mesmo tempo. Cabe ao sistema operacional definir políticas para gerenciar o uso dos recursos de hardware, e resolver competições e conflitos. Os sistemas operacionais mais antigos trabalhavam por lote. Os programas eram colocados em fila, com seus dados e demais informações para a execução. O processador recebia um programa (JOB) após o outro, processando-os em seqüência. Ainda hoje o termo em lote é usado para designar um conjunto de comandos que deve ser executado em seqüência, sem interferência do usuário. Exemplo: OS/360
10 É uma região de memória temporária utilizada para escrita e leitura de dados. Normalmente são utilizados quando existe uma diferença entre a taxa em que os dados são recebidos e a taxa em que eles podem ser processados, ou no caso em que essas taxas são variáveis. Os Sistemas de terceira geração iniciaram o uso de multiprogramação. A memória é dividida em várias partes com um JOB diferente em cada partição. Assim que um JOB fosse completado, o S.O poderia carregar um novo JOB nessa partição que foi liberada. Esse processo é chamado de Spolling. Foi utilizado para arbritar a saída de JOB
11 Política de decisão de qual JOB (tarefa) será executado naquele momento. Trabalha no sentido de multiprogramação ão. O Gerenciamento de recursos realiza o compartilhamento (multiplexação) de recursos de duas formas: No Tempo Tempo ou no Espa Espaço. Tempo: Enquanto um usuário ou programa obtém o uso do recurso o outro aguarda. Ex.: Processador e Impressora. Espaço: Cada um ocupa uma parte do recurso. Ex.: Memória Principal.
12 É um sistema operacional de rede deve possuir suporte à operação em rede, ou seja, a capacidade de oferecer às aplicações locais recursos que estejam localizados em outros computadores da rede, como arquivos e impressoras. Ele também deve disponibilizar seus recursos locais aos demais computadores, de forma controlada. A maioria dos sistemas operacionais atuais oferece esse tipo de funcionalidade. Este tipo de S.O para o usuário parece um Sistema Operacional Tradicional (monoprocessado) mesmo que na realidade seja composto de múltiplos processadores. Os usuários não precisam saber onde seus programas estão sendo executados e nem para onde seus arquivos vão.
13 Suporta a identificação do dono de cada recurso dentro do sistema (arquivos, processos, áreas de memória, conexões de rede) impondo regras de controle de acesso para impedir o uso desses recursos por usuários não autorizados. Essa funcionalidade é fundamental para a segurança dos sistemas operacionais de rede e distribuídos. Deve permitir a gestão eficiente de grandes quantidades de recursos (disco, memória, processadores), impondo prioridades e limites sobre o uso dos recursos pelos usuários e seus aplicativos.
14 um sistema operacional de mesa é voltado ao atendimento do usuário doméstico e corporativo para a realização de atividades corriqueiras, como edição de textos e gráficos, navegação na Internet e reprodução de mídias simples. Suas principais característica são a interface gráfica e o suporte à interatividade. um sistema operacional é dito embutido (embedded) quando é construído para operar sobre um hardware com poucos recursos de processamento, armazenamento e energia. Aplicações típicas desse tipo de sistema aparecem em telefones celulares, controladores industriais e automotivos, equipamentos eletrônicos de uso doméstico (leitores de DVD, TVs, fornos-micro-ondas, centrais de alarme, etc.)
15 Uma tarefa é definida como sendo a execução de um fluxo seqüencial de instruções, construído para atender uma finalidade específica: realizar um cálculo complexo, a formatação de um disco, etc. Assim, a execução de uma seqüência de instruções em linguagem de máquina, normalmente gerada pela compilação de um programa escrito em uma linguagem qualquer, é denominada tarefa ou atividade. Task, JOB Em um computador, o processador tem executar todas as tarefas submetidas pelos usuários. Essas tarefas geralmente têm comportamento, duração e importância distintas. Cabe ao sistema operacional organizar as tarefas para executá-las e decidir em que ordem fazê-lo.
16 Sistemas Antigos executavam apenas uma tarefa de cada vez. Os dados de entrada da tarefa eram carregados na memória juntamente com a mesma e os resultados obtidos no processamento eram descarregados de volta no disco após a conclusão da tarefa. Coordenados por operador humano. Carregado na memória. Tem a função de automatizar a transição entre programas executados. Gerenciar uma fila de programas que serão executados e que estão no disco. Verifica quando o processador está ocioso para poder fazer esta transição.
17 A velocidade de processamento era muito maior que a velocidade de comunicação com os dispositivos de entrada e saída. O Processador ficava parado ocioso no decorrer dessa transmissão. Surgimento da suspensão da execução de tarefas. Sistemas Preempitivos (Multitarefas) Existem programas que jamais são encerrados (Looping constante). Este tipo nunca termina ou solicita entrada e saídas monopolizando o processador impedindo a execução de novas tarefas. Surgiu o compartilhamento de tempo Time- Sharing. Através do Sistema CTSS cada atividade recebe um tempo de execução (quantum).
18 O conjunto dos recursos alocados a uma tarefa para sua execução é denominado processo. É basicamente um programa em execução. Associado a cada processo temos o Espaço de endereçamento. Espaço o de Endereçamento Lista de posições da memória Varia entre um quantidade mínima e uma quantidade máxima de posições que esse processo pode ler e escrever. Dividido em 3 partes: Código ( Restante do programa ) Dados (As variáveis declaradas no programa) Pilha (Armazena os apontadores ao programa)
19 Quando um processo cria um ou mais processos, esses serão chamados de processos filhos. À medida em que processos são criados, forma-se uma árvore de processos no sistema. Comunicação Interprocessos Em Sistemas Operacionais Tradicionais, cada processo tem um espaço de endereçamento e um único Thread (fluxo) de Controle. Agrupamento de recursos e execução MultiThread é a existência de múltiplos Threads no mesmo processo.
20 Concorrentes ou Assíncronos Disjuntos Interativos (Competitivos e Cooperantes) Quando os processos estão interagindo podem entrar em congestionamento não conseguindo sair do procedimento. Essa situação será chamado de DEADLOCKS. Um processo fica esperando por outro por tempo indeterminado.
21 Ocorre quando o processo excede o tempo de compartilhamento da CPU interrupção. Ponteiros indicam posições dos processos para ser executados após o reinicio. São transparentes ao processo. Parar de forma temporária o processo (suspender).
22 Os processadores implementam uma instrução especial que permite acionar o mecanismo de interrupção de forma intencional, sem depender de eventos externos ou internos. Chamamos essas interrupções de TRAP Um dos componentes mais importantes da gerência de tarefas é o escalonador ( (task scheduler), que decide a ordem de execução das tarefas prontas. Após o atendimento de uma interrupção ou TRAP define qual o próximo processo a ser executado.
23 Escolonamento FIFO - Escalonador de tarefas de tempo-real. As tarefas são escalonadas usando uma política FCFS sem preempção (sem quantum) e usando apenas suas prioridades estáticas (não há envelhecimento). Portanto, uma tarefa desta classe executa até bloquear por recursos ou liberar explicitamente o processador através da chamada de sistema. Escalonamento Round-Robin Robin - implementa uma política similar à anterior, com a inclusão da preempção por tempo. O valor do quantum é proporcional à prioridade atual de cada tarefa.
24 Dois ou mais processos acessam para escrever ou ler em uma variável ou memória compartilhada. Será caracterizado como um problema. Todos os processos que desejam acessar uma variável compartilhada precisam esperar para que o processo atual a libere. Objetivo: garantir a multitarefa
25 Quando um processo está acessando dados compartilhados é dito que ele está em sua região crítica ou seção crítica. Deve-se garantir que quando um processo está em sua região crítica, os outros processos saiam de suas regiões críticas. É um mecanismo de comunicação entre processos. Sincronizar processos
26 Um semáforo pode conter o valor 0 para indicar que nenhum sinal de acordar foi salvo ou um valor 1 ou qualquer outro positivo se um ou mais sinais acordar estivessem pendentes. Down e UP Pode ser implementado como uma variável protegida no qual processos podem esperar por operações especiais. P e V
27 Para facilitar a escrita correta de programas, Hoare (1974) e Brinch Hansen (1975) propuseram uma unidade básica de sincronização de alto nível chamada de Monitor. O Monitor é uma coleção de procedimentos, variáveis e estruturas de dados, agrupado em um tipo especial de pacote de bits.
INTRODUÇÃO A SISTEMAS OPERACIONAIS
INTRODUÇÃO A SISTEMAS OPERACIONAIS Prof. Me. Hélio Esperidião DEFINIÇÃO DE SISTEMA OPERACIONAL. O sistema operacional é uma camada de software colocada sobre o hardware para gerenciar todos os componentes
Processo. Gerência de Processos. Um programa em execução. Centro de Informática/UFPE :: Infraestrutura de Software
Processo Um programa em execução Gerência de Processos Contexto de Processo Conjunto de Informações para gerenciamento de processo CPU: Registradores Memória: Posições em uso E/S: Estado das requisições
Processo. Gerência de Processos. Um programa em execução. Centro de Informática/UFPE :: Infraestrutura de Software
Processo Um programa em execução Gerência de Processos Contexto de Processo Conjunto de Informações para gerenciamento de processo CPU: Registradores Memória: Posições em uso E/S: Estado das requisições
Sistemas Operacionais - UCSAL Professor : Marco Antônio C. Câmara Primeira Lista de Exercícios
1ª Questão : Com base na figura ao lado, extraída do livro SISTEMAS OPERACIONAIS MODERNOS, de Andrew S. Tanenbaum, assinale cada uma das afirmações abaixo como (C)erta ou (E)rrada. No caso da afirmativa
14/05/2017. Conceitos de Processos. Conceitos de Processos. Conceito de processo
Conceito de processo Os computadores executam várias operações ao mesmo tempo. - Compilar um programa; - Enviar um arquivo para a impressora; - Exibir uma página web; - Reproduzir músicas; - Receber mensagens
Sistemas Operacionais Processos. Carlos Ferraz Jorge Cavalcanti Fonsêca
Sistemas Operacionais Processos Carlos Ferraz ([email protected]) Jorge Cavalcanti Fonsêca ([email protected]) Copyright Carlos Ferraz Processo Conceito: Um programa em execução 1. Ao digitar hello, os caracteres
Sistemas Operacionais. Visão Geral
Sistemas Operacionais P R O F. B R U N O A L B U Q U E R Q U E S C R I G N O L I Visão Geral Organização da Apresentação Introdução Componentes de um Sistema de Computação Conceito de SO Objetivos de um
Introdução aos Sistemas Operacionais
1 Introdução aos Sistemas Operacionais 1.1 O que é um sistema operacional 1.2 História dos sistemas operacionais 1.3 O zoológico de sistemas operacionais 1.4 Conceitos sobre sistemas operacionais 1.5 Chamadas
TAREFAS GERÊNCIA DE TAREFAS AULA 05 Sistemas Operacionais Gil Eduardo de Andrade
TAREFAS GERÊNCIA DE TAREFAS AULA 05 Sistemas Operacionais Gil Eduardo de Andrade O conteúdo deste documento é baseado no livro do Prof. Dr. Carlos Alberto Maziero, disponível no link: http://dainf.ct.utfpr.edu.br/~maziero
Infra-Estrutura de Software. Escalonamento
Infra-Estrutura de Software Escalonamento Processos Concorrentes O Modelo de Multiprogramação Multiprogramação de quatro programas Modelo conceitual de 4 processos sequenciais, independentes Somente um
Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Sistemas Operacionais (SOP A2)
Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Sistemas Operacionais (SOP A2) Conceitos de Hardware e Software Referências: Arquitetura de Sistemas Operacionais. F. B. Machado, L. P. Maia. Editora
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais 01 Introdução e Conceitos Definição: É um software que atua como intermediário entre o usuário e o hardware do computador e, serve também como intermediário entre os softwares aplicativos
Estruturas de Sistemas Operacionais
Estruturas de Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais - Tópicos Componentes do Sistema Serviços de Sistemas Operacionais Chamadas ao Sistema Estrutura do Sistema Máquinas Virtuais Chamadas ao Sistema
Sistemas de Computação. Processos e escalonamento
Processos e escalonamento Sistema operacional Programa que age como intermediário entre o usuário de um computador e o hardware Objetivos: Executar programas do usuário e facilitar a resolução de problemas
Hardware: Componentes Básicos. Sistema de Computador Pessoal. Anatomia de um Teclado. Estrutura do Computador. Arquitetura e Organização
Hardware: Componentes Básicos Arquitetura dos Computadores Dispositivos de Entrada Processamento Dispositivos de Saída Armazenamento Marco Antonio Montebello Júnior [email protected] Sistema de
Processos O conceito de processos é fundamental para a implementação de um sistema multiprogramável. De uma maneira geral, um processo pode ser entend
Concorrência Nos sistemas Monoprogramáveis somente um programa pode estar em execução por vez, permanecendo o processador dedicado a esta única tarefa. Os recursos como memória, processador e dispositivos
APOSTILA 1 - TUTORIA SISTEMAS OPERACIONAIS
APOSTILA 1 - TUTORIA SISTEMAS OPERACIONAIS Objetivos Existe uma grande distância entre os circuitos eletrônicos e dispositivos de hardware e os programas aplicativos em software. Os circuitos são complexos,
Exercícios Cap I. 1.1, 1.2, 1.3 (somente letras (a), (b) e (c)) , 1.8 e 1.12 IC - UFF
Exercícios Cap I 1.1, 1.2, 1.3 (somente letras (a), (b) e (c)) 1.5 1.7, 1.8 e 1.12 Sistemas Operacionais Visão geral e evolução dos SOs Sistema Operacional? Um programa que controla a execução dos programas
Técnicas Avançadas de Programação
Sumário Técnicas Avançadas de Programação Prof. João Marcos M. da Silva Departamento de Engenharia de Telecomunicações Escola de Engenharia Universidade Federal Fluminense Agosto de 2011 Prof. João Marcos
Sistemas Operacionais. Processos e Threads
Sistemas Operacionais Processos e Threads Sumário 1. Introdução 2. Estrutura do Processo 1. Contexto de Hardware 2. Contexto de Software 3. Espaço de Endereçamento 3. Estados 1. Mudanças de Estado 2. Criação
INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO O SISTEMA OPERACIONAL PROFESSOR CARLOS MUNIZ
INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA DA PROFESSOR CARLOS MUNIZ O QUE É UM SISTEMA OPERACIONAL? Há muitos tipos de Sistemas Operacionais, cuja complexidade varia e depende de que tipo de funções é provido, e para que
Questões de Múltipla escolha
ATPS Sistemas Operacionais Professor Matheus de Lara Calache Valor total do trabalho: 10 Cada resposta vale 0,34. Questões de Múltipla escolha 1) Processos podem ser organizados em filas como Fila de Prontos
Introdução à Informática
Introdução à Informática Alexandre Meslin ([email protected]) Objetivo do Curso Apresentar os conceitos básicos de informática, de software e de hardware. Introduzir os conceitos relativos à representação
AGT0001 Algoritmos Aula 01 O Computador
AGT0001 Algoritmos Aula 01 O Computador Karina Girardi Roggia [email protected] Departamento de Ciência da Computação Centro de Ciências Tecnológicas Universidade do Estado de Santa Catarina 2016
Curso: Redes de Computadores
Curso: Redes de Computadores Cadeira de Introdução a Sistemas Operacionais. Bibliografia Sistemas Operacionais Modernos Andew S. Tanembaum Sistema Operacionais Abraham Silberchatz, Peter Galvin e Greg
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Prof. Fabio Augusto Oliveira Processos O processador é projetado apenas para executar instruções, não sendo capaz de distinguir qual programa se encontra em execução. A gerência de
Sistemas de Informação. Sistemas Operacionais
Sistemas de Informação Sistemas Operacionais PROCESSOS E THREADS PARTE I SUMÁRIO 2. PROCESSO: 2.1 Introdução; 2.2 Estrutura do Processo; 2.3 Estados do Processo; 2.4 Mudanças de Estado do Processo; 2.5
Redes de Computadores. INF201 - Fundamentos de Sistemas Operacionais - 2º Período
Redes de Computadores INF201 - Fundamentos de Sistemas Operacionais - 2º Período PARTE II: PROCESSOS E THREADS SUMÁRIO 5. PROCESSO: 5.1 Introdução; 5.2 Estrutura do Processo; 5.3 Estados do Processo; 5.4
Sistema Operacional. Etapa
Etapa 1-2017 HARDWARE PARTE FÍSICA DA MÁQUINA HARDWARE HARDWARE HARDWARE SOFTWARE PARTE LÓGICA DA MÁQUINA SOFTWARE INTERMEDIÁRIO ENTRE O HARDWARE E O SOFTWARE PRINCIPAL PROGRAMA DO COMPUTADOR Um sistema
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Cristina Boeres página do curso: http://www.ic.uff.br/~boeres/so.html [email protected] Sistemas Operacionais O que é um SO?! um gerenciador de recursos?! uma interface?! máquina virtual?
Fundamentos de Sistemas Operacionais
Fundamentos de Sistemas Operacionais Aula 7: Implementação de Processos e Threads Diego Passos Revisão Programação Concorrente e Multiprogramação SOs modernos permitem diversos processos em memória. Cada
William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição
William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 8 Suporte do sistema operacional slide 1 Objetivos e funções Conveniência: Tornar o computador mais fácil de usar. Eficiência:
SISTEMAS OPERACIONAIS
SISTEMAS OPERACIONAIS Conteúdo Introdução ao S.O Gerenciamento de processos. Gerenciamento de memória. Dispositivos de Entrada/Saída. Sistemas de arquivos. Gerenciamento de processos Processos Um processo
6 ESCALONAMENTO DE CPU
6 ESCALONAMENTO DE CPU O escalonamento de CPU é ponto chave da multiprogramação. Ela permite que haja mais de um processo em execução ao mesmo tempo. Em ambientes com um único processador, o escalonador
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais ESCALONAMENTO DE PROCESSOS Processos e Recursos Conceito de Escalonamento O S.O. gerencia recursos computacionais em benefício dos diversos processos que executam no sistema. A questão
Sistemas Operacionais. Gerência de Processador
Sistemas Operacionais Gerência de Processador Sumário 1. Introdução 2. Funções Básicas do Escalonamento 3. Critérios de Escalonamento 4. Escalonamento 1. Não-Preemptivo 2. Preemptivo 5. Políticas de Escalonamento
Arquitetura e Organização de Computadores
Arquitetura e Organização de Computadores Unidade Central de Processamento (CPU) Givanaldo Rocha de Souza http://docente.ifrn.edu.br/givanaldorocha [email protected] Baseado nos slides do capítulo
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais 04 Processos Introdução Um sistema de computação quase sempre tem mais atividades a executar que o número de processadores disponíveis. Diferentes tarefas têm necessidades distintas
Sistemas Operacionais. Introdução
Sistemas Operacionais Introdução Introdução Componentes de um sistema computacional: Hardware Recursos básicos (memória, dispositivos de E/S, CPU); Sistema Operacional: Controla e coordena o uso do hardware
Aula 10: Escalonamento da CPU
Aula 10: Escalonamento da CPU O escalonamento da CPU é a base dos sistemas operacionais multiprogramados. A partir da redistribuição da CPU entre processos, o sistema operacional pode tornar o computador
SISTEMAS OPERACIONAIS. TÁSSIO JOSÉ GONÇALVES GOMES
SISTEMAS OPERACIONAIS TÁSSIO JOSÉ GONÇALVES GOMES www.tassiogoncalves.com.br [email protected] CONTEÚDO PROCESSOS Fundamentos O Núcleo do Sistema Operacional Escalonamento de Processos Comunicação
Fundamentos da Informática Aula 03 - Sistemas operacionais: Software em segundo plano Exercícios Professor: Danilo Giacobo
Fundamentos da Informática Aula 03 - Sistemas operacionais: Software em segundo plano Exercícios Professor: Danilo Giacobo Múltipla escolha 1. Em que consiste um sistema operacional: a. Um conjunto de
Matéria: Sistema Computacional - SC. Prof.: Esp.: Patrícia Dias da Silva Peixoto
Matéria: Sistema Computacional - SC Prof.: Esp.: Patrícia Dias da Silva Peixoto SISTEMA OPERACIONAL E TIPOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS O QUE É UM SISTEMA OPERACIONAL (S.O.). Por mais complexo que possa parecer,
Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Sistemas Operacionais (SOP A2)
Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Sistemas Operacionais (SOP A2) Visão Geral Referências: Sistemas Operacionais Modernos. Andrew S. Tanenbaum. Editora Pearson. 3ª ed. 2010. Seção: 1.1
Sistemas Operacionais. Entrada/Saída
Sistemas Operacionais Entrada/Saída Atualizado em 28/02/2014 Como ocorre a comunicação de E/S Aplicação Operações de E/S Chamadas de Sistema S.O. Subsistema de E/S Núcleo (Kernel) Drivers HARDWARE Controladoras
Sistemas Operacionais. Adão de Melo Neto
Sistemas Operacionais Adão de Melo Neto 1 Computador Digital (Hardware) 2 Computador Digital Constituído por um conjunto de componentes interligados (hardware): processadores, memórias, registradores,
Conceitos básicos e serviços dos Sistemas Operacionais
Conceitos básicos e serviços dos Sistemas Operacionais Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Instituto de Ciência e Tecnologia - ICT Universidade Federal Fluminense - UFF Tipos de serviços do S.O. Um
Sistemas Operacionais e Introdução à Programação. Módulo 1 Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais e Introdução à Programação Módulo 1 Sistemas Operacionais 1 Competências: SOP 1. Compreender as abstrações de um sistema operacional e operar um sistema operacional Unix/Linux como
Sistemas Operacionais. Prof. Pedro Luís Antonelli Anhanguera Educacional
Sistemas Operacionais Prof. Pedro Luís Antonelli Anhanguera Educacional ARQUITETURA E IMPLEMENTAÇÃO Pacote de Threads Conjunto de rotinas disponíveis para que uma aplicação utilize as facilidades dos threads.
AULA Nº 08 SISTEMAS OPERACIONAIS. Threads
AULA Nº 08 SISTEMAS OPERACIONAIS Threads Contextualizando Na aula passada Sincronização de Processos Aula de hoje Threads O Modelo de Processo 1) Utilizado para agrupar recursos 2) Um espaço de endereço
( ) Sistemas de Computação - Unifacs Professor : Marco Antônio C. Câmara - Lista de Exercícios II - Dia 18/10/2009
1ª Questão : Sobre o conceito de sistema operacional, escreva ao lado a soma dos números dos itens que considera corretos: (01) O conceito da máquina de níveis define o hardware como o nível mais baixo,
Capítulo 2 Processos e Threads
Capítulo 2 Processos e Threads 2.1 Processos 2.2 Threads 2.3 Comunicação interprocesso 2.4 Problemas clássicos de IPC 2.5 Escalonamento 1 Processos O Modelo de Processo Multiprogramação de quatro programas
Arquitetura e Organização de Computadores
Arquitetura e Organização de Computadores Linguagem de Montagem e Linguagem de Máquina Givanaldo Rocha de Souza http://docente.ifrn.edu.br/givanaldorocha [email protected] Conceitos básicos Linguagem/código
Processos e Threads e em sistemas distribuídos. Prof. Me. Hélio Esperidião
Processos e Threads e em sistemas distribuídos. Prof. Me. Hélio Esperidião Processos Sistemas operacionais modernos criam vários processadores virtuais, cada um para executar um programa. Para monitorar
Thread. Thread. Sistemas Operacionais. Leonard B. Moreira. UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ fevereiro, / 41
Thread Sistemas Operacionais Leonard B. Moreira UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ e-mail: [email protected] fevereiro, 2013 1 / 41 Sumário 1 Introdução 2 Ambientes Monothread 3 Ambientes Multithread
Parte I Multiprocessamento
Sistemas Operacionais I Estrutura dos SO Prof. Gregorio Perez [email protected] 2004 Parte I Multiprocessamento Roteiro 1 Multiprocessadores em Sistemas Fortemente Acoplados 1.1 1.2 1.3 Processamento
Conceitos básicos sobre computadores
SSC0101 - ICC1 Teórica Introdução à Ciência da Computação I Conceitos básicos sobre computadores Prof. Vanderlei Bonato: [email protected] Sumário O que é um computador e onde podemos encontrá-los? Divisão:
SOP - TADS Threads. Revisão Ultima aula. Programa em execução Cada processo têm sua própria CPU
SOP - TADS Threads Prof. Ricardo José Pfitscher [email protected] Material cedido por: Prof. Rafael Rodrigues Obelheiro Prof. Maurício Aronne Pillon Revisão Ultima aula Processos [1/3] Conceito:
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Entrada e Saída Norton Trevisan Roman Marcelo Morandini Jó Ueyama Apostila baseada nos trabalhos de Kalinka Castelo Branco, Antônio Carlos Sementille, Luciana A. F. Martimiano e nas
Processamento de Dados aplicado à Geociências. AULA 1: Introdução à Arquitetura de Computadores
1 Processamento de Dados aplicado à Geociências AULA 1: Introdução à Arquitetura de Computadores UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS CENTRO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GEOPROCESSAMENTO
SISTEMAS OPERACIONAIS
SISTEMAS OPERACIONAIS Introdução a Sistemas Operacionais Andreza Leite [email protected] Plano de Aula Introdução aos Sistemas Operacionais Fundamentação Teórica Evolução Histórica Características
LABORATÓRIO DE SISTEMAS OPERACIONAIS. PROFª. M.Sc. JULIANA HOFFMANN QUINONEZ BENACCHIO
LABORATÓRIO DE SISTEMAS OPERACIONAIS PROFª. M.Sc. JULIANA HOFFMANN QUINONEZ BENACCHIO Sistema Operacional Conteúdo retirado do livro Arquitetura de Sistemas Operacionais Francis Berenger Machado Luiz Paulo
Organização de Computadores 1
Organização de Computadores 1 3.1 CPU: Unidade de Processamento Central Prof. Luiz Gustavo A. Martins Arquitetura de von Newmann Unidade de Processamento Central (CPU): Memória Principal Unidade de Processamento
Redes de Computadores. Fundamentos de Sistemas Operacionais - 2º Período
Redes de Computadores Fundamentos de Sistemas Operacionais - 2º Período PARTE III: GERÊNCIA DE RECURSOS SUMÁRIO 8. GERÊNCIA DO PROCESSADOR: 8.1 Introdução; 8.2 Funções Básicas; 8.3 Critérios de Escalonamento;
Barramento. Prof. Leonardo Barreto Campos 1
Barramento Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Introdução; Componentes do Computador; Funções dos Computadores; Estrutura de Interconexão; Interconexão de Barramentos Elementos de projeto de barramento;
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Slides adaptados de Prof. Dr. Marcos José Santana, Prof. Dra. Regina Helena Carlucci Santana e Sarita Mazzini Bruschi baseados no livro Sistemas Operacionais Modernos de A. Tanenbaum
Sistemas Operacionais. Sistema de entrada e Saída
Sistemas Operacionais Sistema de entrada e Saída Sistema de Entrada e Saída I/O É uma das principais tarefas de um sistema computacional Como máquina abstrata o S.O. deve oferecer uma visão padronizada
COMPONENTES CENTRAIS DO SISTEMA OPERACIONAL. Prof. Eduardo H. S. Oliveira
COMPONENTES CENTRAIS DO SISTEMA OPERACIONAL Um usuário interage com o sistema operacional via uma ou mais aplicações de usuário e, muitas vezes, por meio de uma aplicação especial denominada shell (interpretador
LabSO Gerência de Processos. Processos. Porque eu preciso entender este assunto?
LabSO Gerência de AULA 3 Flávia Maristela ([email protected]) Romildo Martins ([email protected]) Porque eu preciso entender este assunto? Para entender como um computador consegue executar
ARQUITETURA DE SISTEMAS OPERACIONAIS. VISÃO GERAL DE UM SISTEMA OPERACIONAL Prof. André Luís Alves E. M. DR. LEANDRO FRANCESCHINI
ARQUITETURA DE SISTEMAS OPERACIONAIS VISÃO GERAL DE UM SISTEMA OPERACIONAL Prof. André Luís Alves E. M. DR. LEANDRO FRANCESCHINI INTRODUÇÃO Programas computacionais (ou software) constituem o elo entre
Sistema de entrada e saída (E/S)- Módulos de E/S; tipos de operações de E/S
Sistema de entrada e saída (E/S)- Módulos de E/S; tipos de operações de E/S Explicitar aos alunos os modelos de entrada e saída em um computador e quais barramentos se aplicam a cada componente: memória,
