SOP - TADS Threads. Revisão Ultima aula. Programa em execução Cada processo têm sua própria CPU
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- Diana Machado Galvão
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1 SOP - TADS Threads Prof. Ricardo José Pfitscher [email protected] Material cedido por: Prof. Rafael Rodrigues Obelheiro Prof. Maurício Aronne Pillon Revisão Ultima aula Processos [1/3] Conceito: Programa em execução Cada processo têm sua própria CPU Isoladamente Multiprogramação Múltiplos processos carregados na memória ao mesmo tempo Máquinas Monoprocessadas Alternância entre processos Máquinas Multiprocessadas Executam simultâneamente 1
2 Revisão Ultima aula Processos [2/3] Criação de processos Formas de criar: Início do sistema Chamadas de sistema (chamadas Fork) Requisição de usuário Tarefa em lote Tipos de Processos: Interativos Segundo Plano Árvores de Processos Término de Processos Voluntário Saída normal Saída por erro Involuntário Erro Fatal Cancelamento por outro processos Revisão Ultima aula Processos [3/3] Hierarquia de processos Um processo descende de outro Estados de um processo Pronto, Executando Bloqueado Transições entre estados Interrupções Essenciais para multiprogramação Permitem que o SO assuma o controle 2
3 Cronograma Conceito Threads Compartilhamento de recursos Vantagens do uso de threads Problemas do uso de threads Exemplos de uso de threads Implementação de threads Convertendo um código Monothread em Multithread Conceito [1/3] O modelo de thread [1/3] Processos: Cada processo possui: Espaço de endereçamento Um contador de programa e um fluxo de controle (thread) Processos agrupam recursos Espaço de endereçamento (código+dados), arquivos, processos filhos... Esse agrupamento facilita o gerenciamento Thread: Representa o estado atual de execução de um processo Contador de programa, registradores, pilha Podemos dizer que é a parte executante do processo Diversas linhas de controle 3
4 Conceito [2/3] O modelo de thread [2/3] O uso de múltiplas threads Execução paralela sobre o mesmo recurso Idéia semelhante aos processos em paralelo Threads também são chamadas de processos leves Possuem algumas propriedades dos processos Multithread Existência de múltiplas threads em um mesmo processo Conceito [3/3] O modelo de thread [3/3] Ex.: Três threads (a) Processos tradicionais: Cada um com seu próprio espaço de endereçamento Uma thread de controle (b) Processo Multithread: O processo possui um espaço de endereçamento, compartilhado entre as threads Três threads de controle 4
5 Cronograma Conceito Threads Compartilhamento de recursos Vantagens do uso de threads Problemas do uso de threads Exemplos de uso de threads Implementação de threads Convertendo um código Monothread em Multithread Compartilhamento de recursos [1/3] As threads de um processo compartilham muitos dos recursos do processo Compartilham o mesmo espaço de endereçamento Não existe proteção entre threads Um thread pode: Ler, escrever, apagar valores da pilha de outro thread Ex.: Se um thread abre um arquivo, os outros threads podem ler e escrever nele. A unidade de gerenciamento de recursos é o processo. Se cada thread tivesse seu próprio espaço de endereçamento, alarmes, arquivos abertos, etc. Ele seria um processo A base das threads: Compartilhamento de recursos de um processo entre múltiplas threads 5
6 Compartilhamento de recursos [2/3] Itens compartilhados por todas as threads no processo Itens específicos a cada thread Compartilhamento de recursos [3/3] Cada thread precisa da sua própria pilha Uma estrutura para cada rotina chamada, que ainda não retornou Mantém suas variáveis locais e seu histórico de execução 6
7 Estados de um thread Assim como processos threads tem estados: Em execução, pronto e bloqueado Dependendo da implementação, bloquear uma thread de um processo, irá bloquear as demais Cronograma Conceito Threads Compartilhamento de recursos Vantagens do uso de threads Problemas do uso de threads Exemplos de uso de threads Implementação de threads Convertendo um código Monothread em Multithread 7
8 Vantagens do uso de Threads Possibilidade de soluções paralelas para problemas Cada thread se preocupa com uma parte do problema Melhor em aplicações dirigidas a eventos Desempenho Criar e destruir threads é mais rápido que processos O chaveamento de contexto é muito mais rápido Permite combinar threads I/O-bound e CPU-bound Cronograma Conceito Threads Compartilhamento de recursos Vantagens do uso de threads Problemas do uso de threads Exemplos de uso de threads Implementação de threads Convertendo um código Monothread em Multithread 8
9 Problemas com threads Complicações no Modelo de Programação Um processo filho herda todas as threads de um processo pai? Se herdar, o que acontece quando a thread bloqueia por uma entrada de teclado? Complicações pelos recursos compartilhados Se uma thread fecha um arquivo que está sendo usado por outra? Se uma thread começa uma alocação de memória e é substituída por outra? Cronograma Conceito Threads Compartilhamento de recursos Vantagens do uso de threads Problemas do uso de threads Exemplos de uso de threads Implementação de threads Convertendo um código Monothread em Multithread 9
10 Exemplos de uso de Threads [1/4] Processador de texto [1/2] Considere a implementação monothread Um usuário precisa modificar uma sentença da primeira página de um livro de 800 páginas. Depois de verificar se a formatação ficou correta na página, ele decide fazer uma mudança na página 600 Para chegar lá, o processador de textos terá de formatar todo o conteúdo até ela. Ele não sabe qual será a primeira linha da página 600 se não o fizer Demora substancial Irritação do usuário Exemplos de uso de Threads [2/4] Processador de texto [2/2] Agora com três threads Faz a formatação em segundo plano Interage com usuário, captura de teclado Salva os arquivos no disco (backup) 10
11 Exemplos de uso de Threads [3/4] Servidor web multithreaded [1/2] Executa em um laço infinito, recebendo requisições de trabalho e entregando a um operário O operário verifica se a página está disponível em cache, se sim retorna ao cliente e bloqueia, se não, busca no disco, retorna e bloqueia aguardando nova requisição Exemplos de uso de Threads [4/4] Servidor web multithreaded [2/2] Código simplificado 11
12 Cronograma Conceito Threads Compartilhamento de recursos Vantagens do uso de threads Problemas do uso de threads Exemplos de uso de threads Implementação de threads Convertendo um código Monothread em Multithread Implementação de threads Duas formas de se implementar No espaço do usuário (N:1) Gerenciado a nível de usuário No espaço do núcleo (1:1) Gerenciado a nível de SO (conhece as threads) Também é possível implementar de forma híbrida 12
13 Threads no espaço do usuário São implementadas por uma biblioteca, o núcleo não sabe nada sobre elas N threads são mapeadas em um mesmo processo (N:1) Núcleo escalona processos, não threads O escalonamento das threads é feito pela biblioteca Vantagens Permite usar threads em SOs que não tem suporte Chaveamento de contexto entre threads não requer chamadas de sistema Desempenho Desvantagens Tratamento de chamadas bloqueantes Uma chamada de sistema de uma thread para bloqueio, a fim de fazer uma leitura de teclado, isso irá bloquear todas as outras threads do processo... Preempção por tempo é complicada Se uma thread de um processo começar a executar, as outros só irão executar se a primeira abrir mão voluntariamente Em ambos os casos são necessárias modificações, ou no SO ou na biblioteca para tratar os problemas Threads no espaço do núcleo O núcleo conhece e escalona as threads Não há necessidade de biblioteca Vantagens Facilidade para lidar com chamadas bloqueantes Preempção entre threads Desvantagens: Desempenho, as operações que envolvem threads têm um custo maior Exigem chamadas ao núcleo Ex.: Criar novas threads 13
14 Threads híbridas Combina os dois modelos anteriores O núcleo conhece apenas as suas threads Estas são multiplexadas para o usuário Cada thread de usuário aguarda sua vez para usar a thread de núcleo Ativações do escalonador Combinar os benefícios de threads de usuário (bom desempenho) e de núcleo (chamadas bloqueantes) Evitam transições usuário/núcleo desnecessárias (híbridas) Núcleo atribui processadores virtuais para o supervisor Supervisor aloca threads nos processadores Núcleo notifica supervisor quando uma thread bloqueia ou pode ser desbloqueada Mecanismo: upcall Supervisor reescalona as threads Tratamento de interrupções Não interessa ao processo: A thread interrompida é retomada Interessa ao processo: A thread é suspensa e o controle retorna ao supervisor 14
15 Threads Pop-up Threads novas, criadas para processar algum evento Requisição de serviço Iniciam em um novo contexto mais rápidas Não há contexto a restaurar Latência para iniciar processamento é mínima Geralmente criadas no núcleo Maior acesso a recursos Ex.: Acesso a tabela de dispositivos de E/S Problemas de confiabilidade Um thread no núcleo com erros, pode causar mais danos que um thread no usuário Cronograma Conceito Threads Compartilhamento de recursos Vantagens do uso de threads Problemas do uso de threads Exemplos de uso de threads Implementação de threads Convertendo um código Monothread em Multithread 15
16 Convertendo código para Multithreading Problemas em potencial Variáveis globais modificadas por várias threads Proibir o uso de variáveis globais Permitir variáveis globais privativas de cada thread Bibliotecas não reentrantes: funções que não podem ser executadas por mais de uma thread Permitir apenas uma execução por vez Sinais: Quem captura? Como tratar? Gerenciamento da pilha O sistema precisa tratar o overflow de várias pilhas Leitura Cap Tanenbaum Próxima aula Comunicação interprocessos Cap 2.3 Tanenbaum 16
17 Monitoria (F307): Terças-feiras 15:20-17:00 Quartas-feiras 17:00-18:40 Sextas-feiras 13:30-15:10 Aviso Bibliografia Andrew S. Tanenbaum. Sistemas Operacionais Modernos, 3a Edição. Capítulo 2.Pearson Prentice-Hall,
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