Sistemas Operacionais
|
|
|
- Alfredo Melgaço Paiva
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Sistemas Operacionais Cristina Boeres página do curso:
2 Sistemas Operacionais O que é um SO?! um gerenciador de recursos?! uma interface?! máquina virtual?
3 Sistemas Operacionais! Revisão: UCP, Memória, Processos e Interrupções! Processos e threads! Gerenciamento de Memória! Memória Virtual! Concorrência! Deadlocks! Escalonamento de Processos! Sistemas de Arquivos
4 Livro texto Sistemas Operacionais " Operating Systems: Internals and Design Principles, W. Stallings " ( Bibliografia Complementar: " Operating Systems Concepts, A. Silberschatz e P.B. Galvin, Wiley " (em português, Sistemas Operacionais em Java, Ed Elsevier)! Modern Operating Systems, A. Tanenbaum and H. Bos, Ed. Prentice Hall
5 5 Que é um Sistema Computacional? TM
6 Que é um Sistema Computacional? TM Uma ferramenta, que tem Bom desempenho? Baixo custo? Facilidade de uso?...? Pode ajudar usuários resolver problemas que envolvam Processamento Armazenamento Comunicação 6
7 Arquitetura X Organização de computadores Arquitetura de computadores refere-se às características visíveis pelo programador conjunto de instruções número de bits de dados mecanismos de E/S modos de endereçamento
8 Arquitetura X Organização de computadores Organização de computadores refere-se às unidades operacionais e suas interconexões que implementam as características da arquitetura detalhes de h/w como sinais de controle interfaces tecnologia de memória etc
9 Arquitetura x Organização Especificar se um computador deve ou não ter uma instrução de multiplicação constitui uma decisão de projeto de... Arquitetura Definir se essa instrução será implementada por uma unidade específica de multiplicação ou por um mecanismo que utiliza repetidamente sua unidade de soma é uma decisão de... Organização
10 Arquitetura x Organização Fabricantes oferecem famílias de modelos, com mesma arquitetura e diferentes organizações custo e desempenho diferentes compatibilidade de código mudança da organização com tecnologia Conclusão uma organização deve ser projetada para implementar uma especificação particular de arquitetura
11 Estrutura e Função Um computador é um sistema hierárquico máquina multiníveis Em cada nível, o projetista se preocupa com sua estrutura e sua função Estrutura é a forma como os componentes se relacionam Função é a operação de cada componente parte dessa estrutura
12 Função Funções básicas de um computador são: Processamento de dados Armazenamento de dados Movimentação de dados Controle Comunicação
13 Visão funcional Visão funcional de um computador Facilidade de armazenamento Equip. de moviment. de dados Mecanismo de controle Ambiente de operação Facilidade de processamento
14 Estrutura: visão macro Periféricos Computador UCP Memória principal Computador Sistema de comunicação E/S Linhas de comunicação
15 Estrutura: a UCP UCP E/S Computador Registradores ULA Sistem. Com. Memória UCP Interconexão interna à UCP Unidade de controle
16 Estrutura: unidade de controle Unid. de controle ULA UCP Barra int. Regist. Unid. controle Seqüenciamento Registradores e decodificadores Memória de controle
17 Uma pequena revisão revisando pontos importantes... agora queremos entender um ambiente computacional onde vários programas podem ser submetidos e executados ao mesmo tempo
18 Computador: visão macro
19 Ciclo de instrução Ciclo de busca Ciclo de execução Início Busca nova instrução Executa Instrução Parada
20 Ciclo de busca PC contém o endereço da próxima instrução Instrução é buscada e colocada no IR para ser interpretada PC é incrementado (quase sempre!)
21 Ciclo de execução UCP interpreta instrução e executa ação: UCP memória: transferência de dados UCP E/S: transferência de dados processamento de dados: operação lógica ou aritmética controle: alteração da seqüência de operação combinação dessas ações
22 Organização da UCP Funções da UCP: buscar instruções interpretar instruções buscar dados processar dados UCP precisa fazer armazenamento temporário: registradores
23 Registradores Espaço de trabalho temporário Quantidade e função varia entre processadores Uma das principais decisões de projeto Nível superior da hierarquia de memória Classificação: vísiveis restritos controle estado
24 Registradores visíveis São os que podem ser referenciados através de linguagem de máquina de uso geral (dados e endereçamento) de dados (e.g., acumulador) de endereço: segmento, índice, pilha,... códigos de condição (só leitura)
25 Registradores de controle e estado visibilidade restrita essenciais: PC, IR, MAR, MBR PSW: Program Status Word códigos de condição = sinal + zero + vai-um + estouro + permissão/inibição de interrupção + modo supervisor/não Outros registradores importantes: SP, apontador de PCB, interrupção vetorizada
26 Processador: recursos central de controle CPU não deve ficar ociosa princípio de multiprogramação CPU memória Busca nova instrução Executa Instrução
27 Modos de Execução Modos de execução do processador em relação à entrada E/S programáveis E/S por interrupção DMA ( Direct Memory Acess)
28 E/S programáveis Usada em alguns microprocessadores mais simples O processador está sempre checando a entrada 1) A instrução de entrada (ou saída) seleciona o dispositivo desejado (registradores podem estar associados a um determinado dispositivo) 2) um caractere é transmitido entre um registrador específico e o dispositivo selecionado 3) uma instrução de entrada (ou saída) deve ser especificada para cada caractere a ser lido (ou escrito)
29 E/S programáveis dois registradores estão associados a um dispositivo de E/S registrador de estado (de 8 bits): dois bits mais a esq são necessários Registrador de dado 1 _ bit de interrupção: setado por software indica que um caracter chegou: setado por Hardware. Um loop testa se o bit de estado está setado Se positivo, software (SO, por exemplo) lê o caractere para o reg de dado
30 E/S programáveis Desvantagem de E/S programável: loop é eterno o processador fica em espera ocupada não é desvantagem quando a CPU tem tarefa específica
31 E/S por interrupção Para evitar a espera ocupada: o dispositivo gera uma interrupção quando necessário. Sinal por hardware - avisa a CPU para iniciar a rotina de E/S Interrupção emitir um sinal para a CPU CPU inicia o tratamento de E/S Avisa ao dispositivo quando acabar de operar reseta o registrador de estado
32 E/S por interrupção A interrupção pode resolver o problema da espera ocupada, mas todo caractere lido/escrito é seguido de interrupção, o que ainda não é uma boa solução. Solução melhor E/S programável, mas com um dispositivo especifica para realizar esta tarefa: DMA
33 DMA (Direct Memory Access) chip controlador que acessa diretamente o dispositivo tem pelo menos 4 registradores, carregados por software (série de macro instruções) executada pela CPU. Descrição dos registradores: R1: o endereço de MP de onde serão Lidos/Escritos. R2 : Quantos bytes/palavras serão transferidos. R3 : # do dispositivo ou o espaço de end. da E/S a ser usado. R4 : dado deve ser lido ou gravado.
34 DMA (Direct Memory Access) Escrever um bloco de 32 bytes do endereço 100 da MP para o terminal (dispositivo 4) 1 inicialização: A CPU escreve os dados nos registradores: R1#100 R2#32 R3#4 R4#WRITE
35 DMA (Direct Memory Access) Início) O controlador de DMA para ler do endereço R1 como faria a CPU DMA pede ao dispositivo selecionado (dispositivo 4) para efetuar a operação (escrita). DMA incrementa R1 e decrementa R2. Se R2 >0 então volta para Início) Se R2=0: transferência finalizada e um sinal enviado para a linha de interrupção da CPU
36 DMA (Direct Memory Access) CPU inicializa DMA detecta o sinal de interrupção. Atenção: mesmo usando DMA, a CPU pode ficar esperando, pela lógica do próprio programa sendo executado ou por ter como executar outros processos. Prioridade de acesso ao barramento da MP a DMA tem maior prioridade de acesso aos barramentos de memória. Por que?
37 Controladores especiais CPU carrega para a MP um programa executa uma instrução de início que indica qual o canal e o dispositivo de E/S a ser acionado o canal acionado restaura o endereço do programa e começa a executá-lo exemplo de instruções executadas pelo canal: READ, WRITE, READ BACKWARD, CONTROL, SENSE, desvios condicionais e HALT
38 Interrupção Mecanismo pelo qual outros módulos interrompem processamento normal da UCP Basicamente associado a E/S Tipos mais comuns de interrupção: programa (e.g., 0) $ traps temporização $ escalonamento de processo E/S (e.g., fim de escrita em disco) falha de h/w (e.g., falta de energia)
39 Transferência de controle Programa do usuário Tratador de interrupção 1 2 i i+1 M
40 Tratador de interrupção Programa que determina a natureza da interrupção e que realiza o tratamento adequado Controle é transferido para este programa após salvamento de algumas informações É parte do sistema operacional
41 Ciclo de interrupção Ciclo de busca Ciclo de execução Ciclo de interrupção Interrupções inibidas Início Busca nova instrução Executa instrução Verifica interrupção: processa interrupção Interrupções permitidas Parada
42 Tratamento da interrupção Algum controlador de dispositivo gera uma interrupção H/W UCP termina execução da instrução corrente Salva o resto da informação de estado do processador S/W UCP sinaliza reconhecimento da interrupção Processa interrupção UCP armazena PSW e PC na pilha de controle Restaura a informação de estado do processador UCP carrega novo valor do PC baseada na interrupção Restaura PSW e PC anteriores
43 Interrupções múltiplas (1) Desabilita outras interrupções: seqüencial UCP ignora outras interrupções enquanto processa uma interrupção interrupções pendentes só são verificadas ao fim do tratamento da interrupção corrente interrupções tratadas na ordem seqüencial de ocorrência Quando terminar o tratamento, as interrupções são habilitadas. Vantagem: simplicidade Desvantagem: falta de critério
44 Tratamento seqüencial
45 Interrupções múltiplas (2) Definição de prioridades interrupções de menor prioridade podem ser interrompidas por interrupções de maior prioridade quando há o término do tratamento da(s) de maior prioridade, UCP trata a(s) de menor prioridade
46 Tratamento com prioridades
47 Tratamento com prioridades t=0 $ instruções sendo executadas t=10 $ interrupção devido impressora passos de hardware e software t=15 $ rotina de tratamento ainda sendo executada linha de comunicação interrompe rotina é interrompida e estado salvo trata interrupção devido a linha de comunicação t=25 $ termina o tratamento devido a linha de com. restaura o tratamento devido a impressora
PCS-2529 Introdução aos Processadores. Prof. Dr. Paulo Sérgio Cugnasca
PCS-2529 Introdução aos Processadores Prof. Dr. Paulo Sérgio Cugnasca 1 2 Existem 4 esquemas diferentes de E/S possíveis, cada um se aplicando em uma determinada situação. E/S Programada. E/S Acionada
16/8/2010. A arquitetura de um sistema computacional representa o modelo da organização e funcionamento de um sistema de processamento
Arquitetura de es Organização de um Sistema Computacional Prof. Marcos Quinet Universidade Federal Fluminense P.U.R.O. Introdução A arquitetura de um sistema computacional representa o modelo da organização
SSC510 Arquitetura de Computadores 1ª AULA
SSC510 Arquitetura de Computadores 1ª AULA REVISÃO DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Arquitetura X Organização Arquitetura - Atributos de um Sistema Computacional como visto pelo programador, isto é a estrutura
Barramento. Prof. Leonardo Barreto Campos 1
Barramento Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Introdução; Componentes do Computador; Funções dos Computadores; Estrutura de Interconexão; Interconexão de Barramentos Elementos de projeto de barramento;
Arquitetura e Organização de Computadores
Arquitetura e Organização de Computadores Estrutura e Função do Processador Material adaptado, atualizado e traduzido de: STALLINGS, William. Arquitetura e Organização de Computadores. 5ª edição Organização
Sistemas de Entrada e Saída
Sistemas de Entrada e Saída Eduardo Ferreira dos Santos Ciência da Computação Centro Universitário de Brasília UniCEUB Maio, 2016 1 / 31 Sumário 1 Interrupções 2 Camadas de Software de E/S 2 / 31 Interrupções
UFRJ IM - DCC. Sistemas Operacionais I. Unidade IV Gerência de Recursos Entrada e Saída. 02/12/2014 Prof. Valeria M. Bastos
UFRJ IM - DCC Sistemas Operacionais I Unidade IV Gerência de Recursos Entrada e Saída 02/12/2014 Prof. Valeria M. Bastos 1 ORGANIZAÇÃO DA UNIDADE Gerência de Entrada e Saída Fundamentos Evolução Estrutura
Prof. Gustavo Oliveira Cavalcanti https://sites.google.com/a/poli.br/professorgustavooc/
Sistemas Digitais Prof. Gustavo Oliveira Cavalcanti [email protected] https://sites.google.com/a/poli.br/professorgustavooc/ Conteúdo Programático (Organização e Arquitetura) Arquitetura e história dos
ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES CAPÍTULO 6: PROCESSADORES. Prof. Juliana Santiago Teixeira
ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES CAPÍTULO 6: PROCESSADORES Prof. Juliana Santiago Teixeira [email protected] INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO O processador é o componente vital do sistema de computação, responsável
Organização e Arquitetura de Computadores INTRODUÇÃO
Organização e Arquitetura de Computadores INTRODUÇÃO A Arquitetura de Computadores trata do comportamento funcional de um sistema computacional, do ponto de vista do programador (ex. tamanho de um tipo
Sistemas de Entrada e Saída
Sistemas de Entrada e Saída Eduardo Ferreira dos Santos Ciência da Computação Centro Universitário de Brasília UniCEUB Maio, 2016 1 / 33 Sumário 1 Dispositivos de E/S 2 Interrupções 3 Software de E/S 2
Disciplina: Arquitetura de Computadores
Disciplina: Arquitetura de Computadores Estrutura e Funcionamento da CPU Prof a. Carla Katarina de Monteiro Marques UERN Introdução Responsável por: Processamento e execução de programas armazenados na
Sistemas Operacionais. Interrupção e Exceção
Sistemas Operacionais Interrupção e Exceção Interrupção e Exceção Durante a execução de um programa podem ocorrer alguns eventos inesperados, ocasionando um desvio forçado no seu fluxo de execução. Estes
Arquitetura de Sistemas Operacionais Francis Berenger Machado / Luiz Paulo Maia (Material Adaptado)
Arquitetura de Sistemas Operacionais Francis Berenger Machado / Luiz Paulo Maia (Material Adaptado) Capítulo 3 Concorrência Agenda Introdução Interrupções e exceções Operações de Entrada/Saída Buffering
Organização e Arquitetura de Computadores I
Organização e Arquitetura de Computadores I BARRAMENTO Slide 1 Sumário Introdução Componentes de Computador Funções dos Computadores Estruturas de Interconexão Interconexão de Barramentos Slide 2 Introdução
Introdução. Pedro Cruz. EEL770 Sistemas Operacionais
Introdução Pedro Cruz EEL770 Sistemas Operacionais Roteiro Informações úteis Motivação Definições Revisão de arquitetura 2 Contato Site da disciplina www.gta.ufrj.br/~cruz/courses/eel770 Email [email protected]
BARRAMENTO DO SISTEMA. Adão de Melo Neto
BARRAMENTO DO SISTEMA Adão de Melo Neto 1 BARRAMENTOS DO SISTEMA O mecanismo mais comum de interconexão dos componentes de um computador (processador, memória principal e módulos de E/S) usa um barramento
Dispositivos de Entrada e Saída
Departamento de Ciência da Computação - UFF Dispositivos de Entrada e Saída Prof. Marcos A. A. Guerine [email protected] 1 Dipositivos periféricos ou simplesmente periféricos permitem a comunicação da
Periféricos possuem características diferentes. Periféricos são mais lentos que UCP e Memória Necessita-se de módulos de Entrada/Saída
Periféricos possuem características diferentes Geram diferentes quantidades de dados Em velocidades diferentes Em formatos diferentes Periféricos são mais lentos que UCP e Memória Necessita-se de módulos
William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição. Capítulo 12 Estrutura e função do processador
William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 12 Estrutura e função do processador slide 1 Estrutura da CPU CPU precisa: Buscar instruções. Interpretar instruções. Obter
2. A influência do tamanho da palavra
1. Introdução O processador é o componente vital do sistema de computação, responsável pela realização das operações de processamento (os cálculos matemáticos etc.) e de controle, durante a execução de
Dispositivos de Entrada e Saída
Departamento de Ciência da Computação - UFF Dispositivos de Entrada e Saída Prof. Marcos A. Guerine [email protected] 1 Dipositivos periféricos ou simplesmente periféricos permitem a comunicação da máquina
Arquitetura e Organização de Computadores
Arquitetura e Organização de Computadores Unidade Central de Processamento (CPU) Givanaldo Rocha de Souza http://docente.ifrn.edu.br/givanaldorocha [email protected] Baseado nos slides do capítulo
Universidade Federal de Campina Grande Unidade Acadêmica de Sistemas e Computação Curso de Bacharelado em Ciência da Computação.
Universidade Federal de Campina Grande Unidade Acadêmica de Sistemas e Computação Curso de Bacharelado em Ciência da Computação Organização e Arquitetura de Computadores I Organização e Arquitetura Básicas
Exercícios Cap I. 1.1, 1.2, 1.3 (somente letras (a), (b) e (c)) , 1.8 e 1.12 IC - UFF
Exercícios Cap I 1.1, 1.2, 1.3 (somente letras (a), (b) e (c)) 1.5 1.7, 1.8 e 1.12 Sistemas Operacionais Visão geral e evolução dos SOs Sistema Operacional? Um programa que controla a execução dos programas
SOP - TADS Fundamentos de Sistemas Operacionais
SOP - TADS Fundamentos de Sistemas Operacionais Prof. Ricardo José Pfitscher [email protected] Material cedido por: Prof. Rafael Rodrigues Obelheiro Prof. Maurício Aronne Pillon Revisão Ultima
Sistemas de Entrada e Saída
Sistemas de Entrada e Saída Eduardo Ferreira dos Santos Ciência da Computação Centro Universitário de Brasília UniCEUB Junho, 2017 1 / 44 Sumário 1 Dispositivos de E/S 2 Interrupções 3 Camadas de Software
SSC0611 Arquitetura de Computadores
SSC0611 Arquitetura de Computadores 6ª Aula Entrada e Saída Profa. Sarita Mazzini Bruschi [email protected] Estrutura da máquina de von Neumann Dispositivos Periféricos Interface com o mundo exterior
UNIDADE CENTRAL DE PROCESSAMENTO FELIPE G. TORRES
UNIDADE CENTRAL DE PROCESSAMENTO FELIPE G. TORRES ESSA APRESENTAÇÃO POSSUI QRCODE PARA ACESSAR INFORMAÇÕES ADICIONAIS AOS SLIDES. Código QR Reader Código QR INTRODUÇÃO A ARQUITETURA DE COMPUTADORES Qual
Organização e Arquitetura de Computadores I
Organização e Arquitetura de Computadores I Entrada e Saída Slide 1 Entrada e Saída Dispositivos Externos E/S Programada Organização e Arquitetura de Computadores I Sumário E/S Dirigida por Interrupção
Problemas com Entrada e Saída
Problemas com Entrada e Saída Periféricos possuem características diferentes Geram diferentes quantidades de dados Em velocidades diferentes Em formatos diferentes Periféricos são mais lentos que UCP e
Unidade Central de Processamento 2. Registradores
Unidade Central de Processamento 2 Registradores Conceitos Fundamentais Arquitetura da CPU Unidade de Controle Registradores Barramento interno Unidade lógica e Aritmética Registradores Conjunto de unidades
2. A influência do tamanho da palavra
PROCESSAMENTO 1. Introdução O processador é o componente vital do sistema de computação, responsável pela realização das operações de processamento (os cálculos matemáticos etc.) e de controle, durante
Dispositivos de Entrada e Saída
Departamento de Ciência da Computação - UFF Dispositivos de Entrada e Saída Profa. Débora Christina Muchaluat Saade [email protected] Problemas com Entrada e Saída ü Periféricos possuem características
Organização de Computadores Aula 05
Organização de Computadores Aula 05 Componente Computador Unidade Central de Processamento (CPU) Memória Unidades de E/S Barramentos Modelo de Von Neumann Apresentado em 1945 Conceito de programa armazenado
Aula 03 - Concorrência. por Sediane Carmem Lunardi Hernandes
1 Aula 03 - Concorrência por Sediane Carmem Lunardi Hernandes 2 1. Introdução Sistemas operacionais podem ser vistos como um conjunto de rotinas executadas concorrentemente de forma ordenada Princípio
Módulo 3 - Estrutura e configuração de Sistemas Operativos monoposto
Módulo 3 - Estrutura e configuração de Sistemas Operativos monoposto 20-05-2009 - Aula nº 121,122 Funções de um Sistema Operativo Gestão do processador ao nível da sua planificação Gestão da Memória Gestão
Introdução aos Sistemas Operacionais
Introdução aos Sistemas Operacionais Eleri Cardozo FEEC/Unicamp 1 Definição de Sistema Operacional Um sistema operacional é um gerenciador de recursos de hardware ou uma máquina virtual que oferece uma
Arquitetura de Computadores. Ciclo de Busca e Execução
Arquitetura de Computadores Ciclo de Busca e Execução Ciclo de Busca e Execução Início Buscar a próxima instrução Interpretar a instrução Executar a instrução Término Funções realizadas pela UCP Funções
AULA 01: APRESENTAÇÃO
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES I AULA 01: APRESENTAÇÃO Prof. Max Santana Rolemberg Farias [email protected] Colegiado de Engenharia de Computação QUAIS OS OBJETIVOS DESSA DISCIPLINA?
Arquitetura e Organização de Computadores
Arquitetura e Organização de Computadores Conjunto de Instruções Givanaldo Rocha de Souza http://docente.ifrn.edu.br/givanaldorocha [email protected] Material do prof. Sílvio Fernandes - UFERSA
Sistemas Operacionais. Sistema de entrada e Saída
Sistemas Operacionais Sistema de entrada e Saída Sistema de Entrada e Saída I/O É uma das principais tarefas de um sistema computacional Como máquina abstrata o S.O. deve oferecer uma visão padronizada
Arquitetura e Organização de Computadores
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Arquitetura e Organização de Computadores Conjunto de Instruções Prof. Sílvio Fernandes
Estrutura Básica de um Computador
SEL-0415 Introdução à Organização de Computadores Estrutura Básica de um Computador Aula 2 Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira INTRODUÇÃO n Organização Æ implementação do hardware, componentes, construção
William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição
William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 3 Visão de alto nível da função e interconexão do computador slide 1 Conceito de programa Sistemas hardwired são inflexíveis.
Sistema de entrada e saída (E/S)- Módulos de E/S; tipos de operações de E/S
Sistema de entrada e saída (E/S)- Módulos de E/S; tipos de operações de E/S Explicitar aos alunos os modelos de entrada e saída em um computador e quais barramentos se aplicam a cada componente: memória,
ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DO COMPUTADOR
ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DO COMPUTADOR Prof. Filippo Valiante Filho http://prof.valiante.info Estrutura do Computador Computador CPU (Central Processing Unit) Sistema de Armazenamento (Memórias) Sistema
Arquitetura e organização de computadores
Arquitetura e organização de computadores 3º. Semestre - Sistemas de informação Prof. Emiliano S. Monteiro Classificação de computadores Grande porte: Supercomputadores e Mainframes Médio porte: Minicomputadores
Sistemas Operacionais Processos. Carlos Ferraz Jorge Cavalcanti Fonsêca
Sistemas Operacionais Processos Carlos Ferraz ([email protected]) Jorge Cavalcanti Fonsêca ([email protected]) Copyright Carlos Ferraz Processo Conceito: Um programa em execução 1. Ao digitar hello, os caracteres
Microprocessadores CPU. Unidade de Controle. Prof. Henrique
Microprocessadores CPU Unidade de Controle Prof. Henrique Roteiro Registradores; Unidade de Controle Níveis de Complexidade Introdução Um sistema microprocessado conta com diversos dispositivos para um
Fundamentos de Sistemas Operacionais
Fundamentos de Sistemas Operacionais Aula 14: Entrada e Saída: Dispositivos e Tipos de Acesso Diego Passos Dispositivos de E/S Operação de E/S É qualquer operação que mova dados do contexto do processador
Infraestrutura de Hardware. Funcionamento de um Computador
Infraestrutura de Hardware Funcionamento de um Computador Computador: Hardware + Software Perguntas que Devem ser Respondidas ao Final do Curso Como um programa escrito em uma linguagem de alto nível é
Micro-Arquiteturas de Alto Desempenho. Introdução. Ementa
DCC-IM/NCE UFRJ Pós-Graduação em Informática Micro-Arquiteturas de Alto Desempenho Introdução Gabriel P. Silva Ementa Revisão de Organização de Computadores Hierarquia de Memória Memória Virtual Memória
Processo. Gerência de Processos. Um programa em execução. Centro de Informática/UFPE :: Infraestrutura de Software
Processo Um programa em execução Gerência de Processos Contexto de Processo Conjunto de Informações para gerenciamento de processo CPU: Registradores Memória: Posições em uso E/S: Estado das requisições
Processo. Gerência de Processos. Um programa em execução. Centro de Informática/UFPE :: Infraestrutura de Software
Processo Um programa em execução Gerência de Processos Contexto de Processo Conjunto de Informações para gerenciamento de processo CPU: Registradores Memória: Posições em uso E/S: Estado das requisições
SSC0112 Organização de Computadores Digitais I
SSC0112 Organização de Computadores Digitais I 3ª Aula Visão Geral e Conceitos Básicos Profa. Sarita Mazzini Bruschi [email protected] Copyright William Stallings & Adrian J Pullin Tradução, revisão e
Processador. Processador
Departamento de Ciência da Computação - UFF Processador Processador Prof. Prof.Marcos MarcosGuerine Guerine [email protected] [email protected] 1 Processador Organização básica de um computador: 2 Processador
Entrada/Saída. Capítulo 5. Sistemas Operacionais João Bosco Junior -
Capítulo 5 Afirmações Entrada/Saída Introdução Processos se comunicam com o mundo externo através de dispositivos de E/S. Processos não querem ou não precisam entender como funciona o hardware. Função
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais CAP 2: Conceitos de Hardware e Software Prof. MSc. Diego R. Moraes [email protected] Download de todo conteúdo da disciplina https://sites.google.com/site/diegorafaelmoraes/downloads
Gerência de Dispositivos. Adão de Melo Neto
Gerência de Dispositivos Adão de Melo Neto 1 Gerência de Dispositivos Gerência de Dispositivos Dispositivos de E/S Device Drivers Controladores Subsistema de E/S 2 Gerência de Dispositivos A gerência de
Arquitetura de Computadores. Professor: Vilson Heck Junior (Material: Douglas Juliani)
Arquitetura de Computadores Professor: Vilson Heck Junior (Material: Douglas Juliani) Agenda Conceitos Componentes Funcionamento ou tarefas Otimização e desempenho Conceitos Componente de Hardware que
ARQUITETURA DE COMPUTADORES
ARQUITETURA DE COMPUTADORES Arquitetura de Von Newmann Prof Daves Martins Msc Computação de Alto Desempenho Email: [email protected] Vídeos Vídeo aula RNP http://edad.rnp.br/rioflashclient.php?xmlfile=/ufjf/licenciatura_com
INTRODUÇÃO À ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES. Função e Estrutura. Introdução Organização e Arquitetura. Organização e Arquitetura
Introdução Organização e Arquitetura INTRODUÇÃO À ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Eduardo Max Amaro Amaral Arquitetura são os atributos visíveis ao programador. Conjunto de instruções, número
ELETRÔNICA DIGITAL II. AUTOR: ENG. ANTONIO CARLOS LEMOS JÚNIOR
ELETRÔNICA DIGITAL II AUTOR: ENG. ANTONIO CARLOS LEMOS JÚNIOR [email protected] 1º SEMESTRE 2009 CONTEÚDO PROGRAMADO: 1 O que é um computador digital? 2 Como funcionam os computadores 3 O agente
18/10/2010. Unidade de Controle Controle. UC Microprogramada
Arquitetura de Computadores Unidade de Controle Controle Microprogramado Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO UC Microprogramada
UCP 8051 (parte 02) Professor Adão de Melo Neto
UCP 85 (parte 2) Professor Adão de Melo Neto Barramento de endereços UCP 85 É unidirecional (6 BITS), porque a informação flui apenas em uma direção, da CPU para a memória ou para os elementos de E/S.
CONJUNTO DE INSTRUÇÕES
CONJUNTO DE INSTRUÇÕES 1 CARACTERÍSTICAS DE INSTRUÇÕES DE MÁQUINA Quando um programador usa uma linguagem de alto-nível, como C, muito pouco da arquitetura da máquina é visível. O usuário que deseja programar
Prof. Leonardo Augusto Casillo
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Aula 2 Estrutura de um processador Prof. Leonardo Augusto Casillo Arquitetura de Von Neumann: Conceito de programa armazenado; Dados
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Aula 2 Introdução: conceitos, máquinas de níveis. Prof.: Edilberto M. Silva http://www.edilms.eti.br SO - Prof. Edilberto Silva O que é um sistema operacional? um provedor de abstrações
SEL-433 APLICAÇÕES DE MICROPROCESSADORES I
SEL 433 APLICAÇÕES DE MICROPROCESSADORES I SEL-433 APLICAÇÕES DE MICROPROCESSADORES I Apresentação do curso Critério de avaliação Média final = 0.8 * MP + 0.2 * ME onde MP = (P1 + P2) / 2 e ME = Notas
Hardware: Componentes Básicos. Sistema de Computador Pessoal. Anatomia de um Teclado. Estrutura do Computador. Arquitetura e Organização
Hardware: Componentes Básicos Arquitetura dos Computadores Dispositivos de Entrada Processamento Dispositivos de Saída Armazenamento Marco Antonio Montebello Júnior [email protected] Sistema de
14/3/2016. Prof. Evandro L. L. Rodrigues
SEL 433 APLICAÇÕES DE MICROPROCESSADORES I SEL-433 APLICAÇÕES DE MICROPROCESSADORES I Prof. Evandro L. L. Rodrigues Tópicos do curso Conceitos básicos - Aplicações e utilizações dos microcontroladores
Organização e Arquitetura de Computadores. Leslier S. Corrêa
Organização e Arquitetura de Computadores Leslier S. Corrêa O nome refere-se ao matemático John Von Neumann, que foi considerado o criador dos computadores da forma como são projetados até hoje. Entretanto,
AGT0001 Algoritmos Aula 01 O Computador
AGT0001 Algoritmos Aula 01 O Computador Karina Girardi Roggia [email protected] Departamento de Ciência da Computação Centro de Ciências Tecnológicas Universidade do Estado de Santa Catarina 2016
Arquitetura de Computadores - Controle Microprogramado. por Helcio Wagner da Silva
Arquitetura de Computadores - Controle Microprogramado por Helcio Wagner da Silva Introdução Projeto baseado em HW para a Unidade de Controle Difícil Lógica relativamente complexa para seqüenciamento e
Todo processador é constituído de circuitos capazes de realizar algumas operações primitivas:
Todo processador é constituído de circuitos capazes de realizar algumas operações primitivas: Somar e subtrair Mover um dado de um local de armazenamento para outro Transferir um dado para um dispositivo
Entrada e Saída e Dispositivos
Entrada e Saída e Dispositivos Uma das funções do Sistema Operacional é: - Gerência de dispositivos de E/S. Operações: - Tratamento de interrupções - Tratamento erros - Interfaceamento entre os dispositivos
Capítulo 13: Sistemas de E/S. Operating System Concepts with Java 7th Edition, Nov 15, 2006
Capítulo 13: Sistemas de E/S Capítulo 13: Sistemas de E/S Hardware de E/S Interface de E/S da aplicação Subsistema de E/S do kernel Transformando requisições de E/S em operações de hardware Fluxos Desempenho
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Entrada e Saída Norton Trevisan Roman Marcelo Morandini Jó Ueyama Apostila baseada nos trabalhos de Kalinka Castelo Branco, Antônio Carlos Sementille, Luciana A. F. Martimiano e nas
INTRODUÇÃO A ARQUITETURA DE COMPUTADORES FELIPE G. TORRES
INTRODUÇÃO A ARQUITETURA DE COMPUTADORES FELIPE G. TORRES ESSA APRESENTAÇÃO POSSUI QRCODE PARA ACESSAR INFORMAÇÕES ADICIONAIS AOS SLIDES. Código QR Reader Código QR OLHANDO UM COMPUTADOR PELO LADO DE FORA
Evolução dos computadores
A máquina de Von Neumann AOC: Arquitetura e Organização de Computadores Evolução dos computadores Caracterizado: Aumento da velocidade dos processadores Diminuição do tamanho dos componentes Aumento da
Introdução à Ciência da Computação
1 Universidade Federal Fluminense Campus de Rio das Ostras Curso de Ciência da Computação Introdução à Ciência da Computação Professor: Leandro Soares de Sousa e-mail: [email protected] site: http://www.ic.uff.br/~lsousa
Parte I Multiprocessamento
Sistemas Operacionais I Estrutura dos SO Prof. Gregorio Perez [email protected] 2004 Parte I Multiprocessamento Roteiro 1 Multiprocessadores em Sistemas Fortemente Acoplados 1.1 1.2 1.3 Processamento
Gerência de Dispositivos. Adão de Melo Neto
Gerência de Dispositivos Adão de Melo Neto 1 Gerência de Dispositivos Introdução Acesso ao Subsistema de E/S Subsistema de E/S Device Drivers Controladores Dispositivos de E/S Discos Magnéticos Desempenho,
Instruções de Máquina
Instruções de Máquina Operação básica (primitiva) que o hardware é capaz de executar diretamente Conjunto de bits que indica ao processador uma operação que ele deve realizar O projeto de um processador
William Stallings Organização de computadores digitais. Capítulo 11 Estrutura e função da CPU
William Stallings Organização de computadores digitais Capítulo 11 Estrutura e função da CPU Encruzilhada na arquitetura de computadores 2004/2005 Antiga opinião Nova visão a energia é de graça, os transistores
Arquitetura de Computadores. Revisão Volnys Bernal. Agenda. Revisão: Arquitetura de Computadores. Sobre esta apresentação
1998-2010 - Volnys Bernal 1 1998-2010 - Volnys Bernal 2 Agenda Revisão: Volnys Borges Bernal [email protected] http://www.lsi.usp.br/~volnys Arquitetura Geral Espaço de Endereçamento Processador e s Laboratório
Organização de Computadores 1
Organização de Computadores 1 3.4 SISTEMA DE ENTRADA E SAÍDA Prof. Luiz Gustavo A. Martins Arquitetura de von Newmann: Computadores atuais Componentes estruturais: Memória Principal Unidade de Processamento
Aula 12: Memória: Barramentos e Registradores
Aula 12: Memória: Barramentos e Registradores Diego Passos Universidade Federal Fluminense Fundamentos de Arquiteturas de Computadores Diego Passos (UFF) Memória: Barramentos e Registradores FAC 1 / 34
