O que se pretende detectar em PET?
|
|
|
- Aurélia Raminhos de Miranda
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 PET Positron Emission Tomography O que se pretende detectar em PET? 2 fotões de 511 kev em coincidência, provenientes de uma mesma aniquilação, que não tenham sofrido mudança de direcção detector γ coincidência verdadeira e - e + γ detector Núcleo instável emite positrão que se aniquila com um electrão dois fotões de 511 kev são emitidos simultaneamente em sentidos opostos
2 Detecção de radiação em PET Câmara PET Configuration típica: Corpo-inteiro (diâmetro túnel paciente ~60 cm; campo de visão axial~15 cm) Cristais cintiladores acoplados a fotomultiplicadores (PMTs) Geometria cilíndrica ~24-32 anéis de cristais de detecção Centenas de cristais por anel Muitos milhões de LORs (apenas uma pequena parte é mostrada na figura) PET CT Outras configurações para aplicações específicas: - cérebro - experimentação animal - mamografia, etc True True
3 PET Configuração típica Câmara PET Cristal cintilador (BGO, LSO, GSO,...) Cristal individual Bloco de detecção Módulo Câmara PET
4 PET Detecção da radiação Detector Cristal de cintilação + fotomultiplicador (PMT) Cristal de cintilação Fotomultiplicador 400V 800V 1200V Electrónica analógica Electrónica Digital Computador 200V 600V 1000V Fotão gama interage no cristal, gerando uma cintilação (emissão de fotões de baixa energia) Fotões de cintilação são convertidos em impulsos eléctricos e amplificados pelo PMT FWHM Resolução em energia = E Valores típicos nos sistemas actuais: 10% (NaI), ~14% (GSO), ~20% (BGO,LSO) E FWHM E Energia dos fotões incidentes (assumindo que não há dispersão no objecto) Energia medida
5 Detecção de radiação em PET Algumas coincidências detectadas dão informação incorrecta da posição da aniquilação e - e + Efeito Compton Fotão muda de direcção e perde energia 2 photons from 2 different anihilations are detected at the same time e - e + e - e + Coincidência dispersa Proporcional ao número de coincidências verdadeiras Coincidências aleatórias, fortuitas ou acidentais Proporcional ao quadrado do nº de fotões simples e à duração da janela de coincidência Domina o nº total de contagens quando há muita actividade no campo de visão
6 PET Detecção da radiação Alguns cintiladores usados em PET LSO é denso, rápido e luminoso BGO é denso, mas não é rápido nem luminoso NaI é luminoso, mas não é denso nem rápido GSO e outros cristais são alternativas interessantes ao LSO
7
8 Detecção da radiação em PET Tipos de eventos detectados numa câmara PET só 1 fotão detectado 2 fotões detectados simultaneamente não detectado 3 or + fotões detectados simultaneamente LOR LOR LOR Single True (T) Scatter (S) não detectado Random (R) Multiple Total de coincidências medidas numa dada LOR: T + S + R estimativas Na prática, apenas se obtém uma estimativa dos trues: Tˆ = T + S + R Sˆ Rˆ ^ (com poucas contagens T pode ser negativo: processo estatístico)
9 Aquisição de dados em PET Organização dos dados Acumulam-se coincidências verdadeiras nas LORs Nalguns casos, contagens em grupos de LORs próximas somam-se numa única LOR média ( mashing ) LORs são organizadas em projecções
10 Tomografia Objecto Projecções R. Badawi
11 PET data acquisition 2D and 3D acquisition modes 2D mode (= with septa) 3D mode (= no septa) In the 3D mode there are no septa: photons from a larger number of incident angles are accepted, increasing the sensitivity. septa Note that despite the name, the 2D mode provides three-dimensional reconstructed images (a collection of transaxial, sagittal and transaxial slices), just like the 3D mode!
12 PET data acquisition 2D mode vs. 3D mode 2D mode (= with septa) 3D mode (= no septa) True True not detected (septa block photons) detected
13 PET Correcção de atenuação Blank scan (nada no campo de visão) Exame de transmissão (com o paciente no campo de visão) Fonte de transmissão (roda em torno do paciente) ou TAC (nas câmaras PET/CT) Mais usado nas câmaras actuais
14 Tomografia P(φ 1,r) Projecção P(φ 2,r) r Transformada de Radon r P( φ, r) = line( φ, r) f ( x, y) dl f(x,y) φ 2 φ 1 Objecto
15 Organização de dados Sinograma Linhas de projecção segundo uma mesma direcção aparecem na mesma linha do sinograma
16 Reconstrução de imagem em PET Objecto Sinograma φ Ângulo de projecção r Linha de projecção
17 Reconstrução de imagem em PET Objecto Sinograma φ Ângulo de projecção r Linha de projecção
18 Reconstrução de imagem em PET Objecto Sinograma φ Ângulo de projecção r Linha de projecção
19 Reconstrução de imagem em PET Objecto Sinograma φ Ângulo de projecção r Linha de projecção
20 Reconstrução de imagem em PET Objecto Sinograma φ Ângulo de projecção r Linha de projecção
21 Organização de dados Sinograma Uma fonte pontual no campo de visão aparece como uma sinusóide no sinograma (daí o nome), de amplitude igual à distância radial
22 Reconstrução de imagem em PET Objecto Sinograma φ r
23 Reconstrução de imagem em PET Objecto Sinograma φ r
24 Reconstrução de imagem em PET Objecto Sinograma φ r
25 Reconstrução de imagem em PET Objecto Sinograma φ r
26 Reconstrução de imagem em PET Objecto Sinograma φ r
27 Sinogram S. Cherry
28 Reconstrução de imagem em PET 4 projecções 16 projecções 128 projecções Objecto Retroprojecção Retroprojecção Filtrada (FBP)
29 Reconstrução de imagem em PET Filtros Espaço das frequências Rampa Rampa Hamming Hamming Janelas de apodização Hanning Frequency (0.5=Nyquist freq.) Hanning Compromisso: resolução espacial sinal/ruído.
30 Algorithm comparison counts (including scatter) original 3DRP Hanning FORE + OSEM 6 subsets 2 iter. 3D OSEM 3D OSEM + filt. 6 subsets 2 iter. 6 subsets 5 iter. Gauss.5cm Image credits: Kris Thielemans MRC CU, London (now IRSL
Tomografia por emissão de pósitrons (PET) Pedro Bastos Costa
Tomografia por emissão de pósitrons (PET) Pedro Bastos Costa Introdução Na Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET), diferentemente dos exames de Raio-x ou CT, a emissão da radiação é realizada diretamente
INSTRUMENTAÇÃO NUCLEAR. Cláudio Domienikan
INSTRUMENTAÇÃO NUCLEAR Cláudio Domienikan ESPECTRO OBTIDO COM UM SISTEMA DE MEDIDAS TÍPICO Co60 ELETRÔNICA NIM (Nuclear Instrumentation Modules) Cabos Coaxiais Pulsos NIM Pré-Amplificadores Amplificadores
Física da Radiologia-F852. Aulas 1-2
Introdução Física da -F852. Aulas 1-2 Mário Antônio Bernal 1 1 Departamento de Física Aplicada-DFA Universidade Estadual de Campinas- Local-DFA 68 email: [email protected] url pessoal: www.ifi.unicamp.br\
ANÁLISE QUÍMICA INSTRUMENTAL
ANÁLISE QUÍMICA INSTRUMENTAL ESPECTROFOTÔMETRO - EQUIPAMENTO 6 Ed. Cap. 13 Pg.351-380 6 Ed. Cap. 1 Pg.1-28 6 Ed. Cap. 25 Pg.703-725 09/04/2015 2 1 Componentes dos instrumentos (1) uma fonte estável de
Instrumentação em Imagiologia Médica
Instrumentação em Imagiologia Médica Módulo 4. Imagiologia com radioisótopos Parte II. Tomografia com emissão de positrões (PET Positron Emission Tomography) Leccionado por Vitaly Chepel, Departamento
Tópicos Imagens Médicas Ultrassonografia Ultrassonografia Ultrassonografia Doppler Ecocardiografia Doppler espectral fluxo a cores
Tópicos Imagens Médicas Prof. João Luiz Azevedo de Carvalho, Ph.D. Aula na disciplina Processamento de Imagens Universidade de Brasília 17 de novembro de 2011 http://pgea.unb.br/~joaoluiz/ [email protected]
REPRESENTAÇÃO DA IMAGEM DIGITAL
REPRESENTAÇÃO DA IMAGEM DIGITAL Representação da imagem Uma imagem é uma função de intensidade luminosa bidimensional f(x,y) que combina uma fonte de iluminação e a reflexão ou absorção de energia a partir
Fontes de Alimentação
Fontes de Alimentação As fontes de alimentação servem para fornecer energia eléctrica, transformando a corrente alternada da rede pública em corrente contínua. Estabilizam a tensão, ou seja, mesmo que
Transdução de Grandezas Biomédicas
Transdução de Grandezas Biomédicas Aula 05 Mestrado em Eng. Biomédica Docente: > Marcelino M. de Andrade A Aula! Condicionadores de Sinais A grande variedade de sensores necessária para transformar um
SEL 705 - FUNDAMENTOS FÍSICOS DOS PROCESSOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS. Prof. Homero Schiabel (Sub-área de Imagens Médicas)
SEL 705 - FUNDAMENTOS FÍSICOS DOS PROCESSOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS Prof. Homero Schiabel (Sub-área de Imagens Médicas) 3. INTERAÇÃO DOS RAIOS X COM A MATÉRIA 3.1. Atenuação e Absorção ATENUAÇÃO:
Da Física de Partículas às Ciências da Saúde. Projecto ClearPEM
Da Física de Partículas às Ciências da Saúde Projecto ClearPEM Projecto e construção de um sistema de Tomogragrafia por Emissão de Positrões (PET) para Mamografia partindo de tecnologias importadas da
Breve Introdução à Informação Geográfica. João Carreiras Geo-DES [email protected]
Breve Introdução à Informação Geográfica João Carreiras Geo-DES [email protected] Resumo 1 Informação Geográfica 2 Características da Informação Geográfica 3 Conceito de Escala 4 Coordenadas, Projecções
Analisador de Espectros
Analisador de Espectros O analisador de espectros é um instrumento utilizado para a análise de sinais alternados no domínio da freqüência. Possui certa semelhança com um osciloscópio, uma vez que o resultado
Segmentação, Reconstrução e Quantificação 3D de Estruturas em Imagens Médicas Aplicação em Imagem Funcional e Metabólica
Segmentação, Reconstrução e Quantificação 3D de Estruturas em Imagens Médicas Aplicação em Imagem Funcional e Metabólica Diogo Alexandre Borges Faria Mestrado em Engenharia Biomédica Julho 2013 Segmentação,
Física Atómica e Nuclear
Física Atómica e Nuclear ESPECTROSCOPIA DA RADIAÇÃO GAMA OBJECTIVO : Estudo das propriedades dos espectros da radiação gama quando observados com um detector de cintilação, o NaI(Tl), acoplado a um analisador
FÍSICA DO RX. Cristina Saavedra Almeida fisicamed
FÍSICA DO RX Cristina Saavedra Almeida fisicamed O QUE É RADIAÇÃO Pode ser gerada por fontes naturais ou por dispositivos construídos pelo homem. Possuem energia variável desde valores pequenos até muito
Forma de Captura de Imagens Digitais:
Forma de Captura de Imagens Digitais: - Câmaras Digitais. -Videografia. - Scanner Normal. - Scanner plano B/P (tons de cinza). - Scanner plano Colorido. - Scanner plano profissional. - Scanner de tambor.
Curso de Capacitação Básica em Ultrassonografia haroldomillet.com
Curso de Capacitação Básica em Ultrassonografia haroldomillet.com PRINCÍPIOS FÍSICOS DO ULTRASSOM O ultrassom é uma onda mecânica, longitudinal produzida pelo movimento oscilatório das partículas de um
8. Perguntas e Respostas
Arquimedes Manual do Utilizador 185 8. Perguntas e Respostas 8.1. Aparência Para conservar a disposição na qual estão expostas as B.D. no ecrã e para que em posteriores sessões de trabalho tenham a mesma
Prof. AGUINALDO SILVA
Caro aluno e colega de profissão, disponibilizo este material mas caso tenha interesse em usá-lo favor não alterar os slides e não retirar os meus créditos. Obrigado e bons estudos!!! Direitos autorais
Objectivos. Classificação dos Sons. Agradáveis Úteis Incómodos / Ruído
Ruído Objectivos Classificação dos Sons Agradáveis Úteis Incómodos / Ruído O som como uma Onda O som propaga-se com um movimento ondulatório, no qual as cristas das ondas são substituídas por compressões
Actividade: Semelhança de triângulos
Apêndice 5 A Nota Explicativa Actividade: Semelhança de triângulos A tarefa de geometria dinâmica proposta, tem como principal objectivo proporcionar o envolvimento dos alunos em ambientes geométricos
Contador de poço com analisador multicanal para leitura de amostras de radionuclidos em Medicina Nuclear
Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra Hospitais da Universidade de Coimbra Contador de poço com analisador multicanal para leitura de amostras de radionuclidos em Medicina Nuclear
(D) A propriedade que permite reconhecer dois sons correspondentes à mesma nota musical, emitidos por fontes sonoras diferentes, é a frequência.
Escola Físico-Química 8. Ano Data Nome N.º Turma Professor Classificação 1. O som é produzido pela vibração de uma fonte sonora. Essa vibração, ao propagar-se num meio material, como, por exemplo, o ar,
FÍSICA DAS RADIAÇÕES
FÍSICA DAS RADIAÇÕES Curso de Radiologia Escola Superior de Saúde de Faro 2008/2009 1º semestre Docente (aulas teóricas): Carla Quintão Silva DEPARTAMENTO DE FÍSICAF DA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA
CONTROLE DE QUALIDADE DE IMAGEM EM TOMOGRAFIA POR EMISSÃO DE PÓSITRONS. Lidia Vasconcellos de Sá
COPPE/UFRJ CONTROLE DE QUALIDADE DE IMAGEM EM TOMOGRAFIA POR EMISSÃO DE PÓSITRONS Lidia Vasconcellos de Sá Tese de Doutorado apresentada ao Programa de Engenharia Nuclear, COPPE, da Universidade Federal
aos elementos de transmissão
A U A UL LA Introdução aos elementos de transmissão Introdução Um motorista viajava numa estrada e não viu a luz vermelha que, de repente, apareceu no painel. Mais alguns metros, o carro parou. O motorista,
Universidade de Coimbra. Faculdade Ciências e Tecnologia Departamento de Física. Segmentação 3D do Fígado em exames de TEP e TAC
Universidade de Coimbra Faculdade Ciências e Tecnologia Departamento de Física Segmentação 3D do Fígado em exames de TEP e TAC Diana Sofia Xavier Mendes Coimbra 2013 Esta cópia de tese é fornecida na
Medida de Grandezas Eléctricas
Medida de Grandezas Eléctricas As grandezas eléctricas normalmente medidas são: Tensão Corrente Potência eléctrica Energia eléctrica Os valores destas grandezas podem ser obtidas por diferentes formas,
3.1. Classifique: 3.1.1. o tipo de movimento da formiga. 3.1.2. o tipo de movimento da barata.
Escola Secundária Vitorino Nemésio Segundo teste de avaliação de conhecimentos de Física e Química A Componente de Física 11º Ano de Escolaridade Turma C 10 de Dezembro de 2008 Nome: Nº Classificação:
Tomografia Computadorizada I. Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.net Aula 04. Sistema Tomográfico
Tomografia Computadorizada I Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.net Aula 04 Sistema Tomográfico Podemos dizer que o tomógrafo de forma geral, independente de sua geração, é constituído
S O IC N Â C E etro) M O TR C (taquím LE E S étrico TO N E M A o taquim C C V o Transdutores Transdutores de velocidade: dínam E E T D IP
Accionamentos Electromecânicos / Selecção de Conversores Carlos Ferreira 1 Para fechar a malha é necessária a utilização de transdutores das variáveis. Conforme a grandeza a controlar assim é o transdutor
Aula 11. 1. Memória principal e 2. Memória de armazenagem em massa.
Aula 11 Memórias Semicondutoras Introdução Em termos gerais, a memória de um computador pode ser dividida em dois tipos: 1. Memória principal e 2. Memória de armazenagem em massa. A memória principal é
O D/P Cell é um medidor de nível em que a medição é feita de forma indirecta, ou seja, é um medidor que mede outros parâmetros para deduzir o nível.
O D/P Cell é um medidor de nível em que a medição é feita de forma indirecta, ou seja, é um medidor que mede outros parâmetros para deduzir o nível. A sua aplicação para medida de nível é bastante utilizada,
- 1 - RESUMO SISTEMA DE MEDIÇÃO DE CONSUMOS DE LINHA DA CANELA EM TEMPO REAL
- 1 - RESUMO SISTEMA DE MEDIÇÃO DE CONSUMOS DE LINHA DA CANELA EM TEMPO REAL A invenção consiste num sistema de medida em tempo real dos consumos de linha da canela em máquinas de ponto preso (classe 300
Estes sensores são constituídos por um reservatório, onde num dos lados está localizada uma fonte de raios gama (emissor) e do lado oposto um
Existem vários instrumentos de medição de nível que se baseiam na tendência que um determinado material tem de reflectir ou absorver radiação. Para medições de nível contínuas, os tipos mais comuns de
Princípios Físicos em Raio-X
Serviço de Informática Instituto do Coração HC FMUSP Princípios Físicos em Raio-X Marco Antonio Gutierrez Email: [email protected] 2010 Formas de Energia Corpuscular (p, e -, n, α, β, ) Energia
FERRAMENTA DIDÁTICA PARA DISCIPLINA DE ELETRÔNICA DIGITAL
FERRAMENTA DIDÁTICA PARA DISCIPLINA DE ELETRÔNICA DIGITAL Diego S. Mageski [email protected] Bene R. Figueiredo [email protected] Wagner T. da Costa [email protected] Instituto Federal
PROJECTO MECÂNICO PARA UM SISTEMA PET DIDÁCTICO
UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE CIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE FÍSICA PROJECTO MECÂNICO PARA UM SISTEMA PET DIDÁCTICO Tiago Manuel Cabral de Alves Dias MESTRADO EM ENGENHARIA FÍSICA 2010 UNIVERSIDADE DE
Identificação de materiais radioativos pelo método de espectrometria de fótons com detector cintilador
Identificação de materiais radioativos pelo método de espectrometria de fótons com detector cintilador 1. Introdução Identificar um material ou agente radiológico é de grande importância para as diversas
Introd. Física Médica
Introd. Física Médica Aula 04 Atenuação de RX 2012 http://www.upscale.utoronto.ca/generali nterest/harrison/flash/nuclear/xrayinte ract/xrayinteract.html 2 Propriedades do alvo Boa Condutividade Térmica:
SEL 397 - PRINCÍPIOS FÍSICOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS. Prof. Homero Schiabel
SEL 397 - PRINCÍPIOS FÍSICOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS Prof. Homero Schiabel 6. FORMAÇÃO DE IMAGENS POR RAIOS X A Radiografia 2 fatores fundamentais: padrão de intensidade de raios-x transmitido através
TEXTO 2 SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA DO CÂNCER DE MAMA. Tânia Aparecida Correia Furquim 1
TEXTO 2 SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA DO CÂNCER DE MAMA Tânia Aparecida Correia Furquim 1 A prevenção, a detecção e o tratamento do câncer de mama (CM) formam hoje o grande objetivo para a melhoria da saúde
O CRISTAL IDEAL Estrutura Cristalina. Livro Texto - Capítulo 3
46 O CRISTAL IDEAL Estrutura Cristalina Livro Texto - Capítulo 47 O Cristal Perfeito - Estrutura Cristalina Muitos materiais - metais, algumas cerâmicas, alguns polímeros - ao se solidificarem, se organizam
Aula anterior... Definição do algoritmo (continuação)
Aula anterior... Definição do algoritmo (continuação) Método de decomposição hierárquica utilizando níveis crescentes de detalhe (abordagem top-down) Primeira noção de encapsulamento de operações Decomposição
RAIOS GAMA PRINCÍPIOS FÍSICOS E. Prof. Emery Lins Curso Eng. Biomédica
RAIOS GAMA PRINCÍPIOS FÍSICOS E INSTRUMENTOS Prof. Emery Lins Curso Eng. Biomédica Geração de Raios Gama Geração de Raios-x Geração de Raios gama Raios-γsão as radiações eletromagnéticas de mais alta energia
ELECTROMAGNESTISMO CAMPO MAGNÉTICO
ELECTROMAGNESTISMO CAMPO MAGNÉTICO O magnetismo é uma propriedade que alguns corpos têm. É o caso dos ÍMANES Os ímanes atraem objectos de ferro ou de aço. Por exemplo clipes, pregos de aço e alfinetes.
Índice. Como aceder ao serviço de Certificação PME? Como efectuar uma operação de renovação da certificação?
Índice Como aceder ao serviço de Certificação PME? Como efectuar uma operação de renovação da certificação? Como efectuar uma operação de confirmação de estimativas? Como aceder ao Serviço de Certificação
Medicina Nuclear. PET e SPECT: Princípios e Aplicações
Medicina Nuclear PET e SPECT: Princípios e Aplicações Profs. Emery Lins Curso de Eng. Bioemédica CECS, Universidade Federal do ABC SPECT tomografia computadorizada por emissão de fóton único Definições
Palavras-chave: Microtomografia; Imagem; Morfometria; Ossos.
MORFOLOGIA DA ESTRUTURA INTERNA DE OSSOS: MICROTOMOGRAFIA POR RAIOS X G. Carvalho J.R.C. Pessôa F. V. Vidal J.T. Assis Resumo A Microtomografia Computadorizada (CT) é uma técnica de ensaio não destrutivo,
Tomografia Computorizada
Universidade Técnica de Lisboa Instituto Superior Técnico Mestrado Integrado em Engenharia Biomédica Tomografia Computorizada Técnicas de Imagiologia Nuno Santos n.º 55746, [email protected] Rúben Pereira
A RECONSTRUÇÃO TOMOGRÁFICA EM SPECT COM UTILIZAÇÃO DOS NOVOS MÉTODOS ITERATIVOS WBR : COMPARAÇÃO COM MÉTODOS ANALÍTICOS.
A RECONSTRUÇÃO TOMOGRÁFICA EM SPECT COM UTILIZAÇÃO DOS NOVOS MÉTODOS ITERATIVOS WBR : COMPARAÇÃO COM MÉTODOS ANALÍTICOS. Lídio Augusto Barbosa Nogueira da Silva Dissertação submetida como requisito parcial
CÁLCULO DE BLINDAGEM PARA PET/CT (TOMOGRAFIA POR EMISSÃO DE PÓSITRON)
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Curso de Física CÁLCULO DE BLINDAGEM PARA PET/CT (TOMOGRAFIA POR EMISSÃO DE PÓSITRON) Autor: Alessandra Keiko
Prof. Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com
Radiologia Digital Sensores Prof. Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com Detectores Digitais de Raios-X Formação de Imagens por Raios - X Nosso Sensor de Imagens O Olho Humano Cones 7 milhões,
Trabalho prático: O contador de Geiger-Muller. Descrição geral
Trabalho prático: O contador de Geiger-Muller Descrição geral Um dos primeiros tipos de detector desenvolvidos foi o chamado contador (ou tubo) de Geiger-Muller. Este contador permite detectar a presença
ESTUDO DA ESTRATÉGIA DE HARMONIZAÇÃO DA QUANTIFICAÇÃO DO SUV EM IMAGENS DE PET/CT
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA ANDRÉIA CAROLINE FISCHER DA SILVEIRA FISCHER ESTUDO DA ESTRATÉGIA DE HARMONIZAÇÃO DA QUANTIFICAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM TECNOLOGIAS ENERGÉTICAS E NUCLEARES PROTEN/DEN-UFPE - CRCN-NE/CNEN
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM TECNOLOGIAS ENERGÉTICAS E NUCLEARES PROTEN/DEN-UFPE - CRCN-NE/CNEN Igor Fagner Vieira DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE PARA MODELAGEM DE TOMÓGRAFOS
Aula V Medição de Variáveis Mecânicas
Aula V Medição de Variáveis Mecânicas Universidade Federal da Bahia Escola Politécnica Disciplina: Instrumentação e Automação Industrial I(ENGF99) Professor: Eduardo Simas([email protected]) Sensores
Sistemas de Controle Digital
ADL 24 Cap 13 Sistemas de Controle Digital Vantagens dos Computadores Digitais O uso de computadores digitais na malha leva às seguintes vantagens sobre os sistemas analógicos: (1) custo, (2) flexibilidade
DESENVOLVIMENTO DE UM MODELO COMPUTACIONAL DE EXPOSIÇÃO EXTERNA PARA ESTUDO DA DOSE DE ENTRADA NA PELE PARA RADIOGRAFIAS DE TÓRAX E COLUNA
International Joint Conference RADIO 2014 Gramado, RS, Brazil, Augustl 26-29, 2014 SOCIEDADE BRASILEIRA DE PROTEÇÃO RADIOLÓGICA - SBPR DESENVOLVIMENTO DE UM MODELO COMPUTACIONAL DE EXPOSIÇÃO EXTERNA PARA
Diodo túnel Diodo Esaki
Diodo túnel Diodo Esaki Diodos convencionais são dopados com um átomo de impureza para cada dez milhões de átomo de semicondutor intrínseco. Aumentando-se a dopagem para mil átomos de impureza para cada
Identificação por Dispositivos de Radiofrequência - RFID -
Identificação por Dispositivos de Radiofrequência - RFID - Os dispositivos de identificação por meio de rádio frequência têm atingido já desde alguns anos um estado de difusão aplicacional e comercial
A Estatística e a calculadora gráfica
2010 A Estatística e a calculadora gráfica Albano Filipe Carvalho Novais Escola Secundária de Fafe Escola Secundária de Fafe Ficha de Trabalho Nome: plicada às Ciências Sociais Nº: MACS 10:Matemática Aplicada
Sensores - Encoder. Encoder linear Mesmo princípio de funcionamento dos encoders rotativos; Podem ser incremental ou absoluto.
Sensores - Encoder Encoder linear Mesmo princípio de funcionamento dos encoders rotativos; Podem ser incremental ou absoluto. Sensores - Resolvers Usado para medição de posição angular. Princípio de funcionamento
4. Tarefa 16 Introdução ao Ruído. Objetivo: Método: Capacitações: Módulo Necessário: Análise de PCM e de links 53-170
4. Tarefa 16 Introdução ao Ruído Objetivo: Método: Ao final desta Tarefa você: Estará familiarizado com o conceito de ruído. Será capaz de descrever o efeito do Ruído em um sistema de comunicações digitais.
Processamento Digital de Sinais Aula 05 Professor Marcio Eisencraft fevereiro 2012
Aula 05 - Sistemas de tempo discreto Classificação Bibliografia OPPENHEIM, A.V.; WILLSKY, A. S. Sinais e Sistemas, 2a edição, Pearson, 2010. ISBN 9788576055044. Páginas 25-36. HAYKIN, S. S.; VAN VEEN,
RECONSTRUÇÃO NA TC MPR MPR 2D coronal, sagital e transaxiais.
RECONSTRUÇÃO NA TC Reformatação multiplanar (bidimensional) MPR, um conjunto de dados volumétricos da TC, esse conjunto de dados pode ser reconstruído em secções em qualquer plano desejado, gerando imagens
Uma idéia para o Trigger 0 e um Redutor dinâmico de Dados. Luis Fernando Gomez Gonzalez IFGW Unicamp APC Universidade de Paris 7
Uma idéia para o Trigger 0 e um Redutor dinâmico de Dados Luis Fernando Gomez Gonzalez IFGW Unicamp APC Universidade de Paris 7 Uma idéia para um Trigger 0 Trigger 0 O primeiro passo para determinar a
Capítulo 6 Movimentos
Capítulo 6 Movimentos Neste capítulo pretende-se mostrar como se regista qualquer tipo de movimento. Começase por explicar como é composto o ecrã dos movimentos administrativos, todos os ícones a ele associados
DotNetNuke. Gestão de Conteúdos. Módulos - II. Inserção de conteúdos nos módulos. Módulo de Text/HTML. Módulo de Sre-Notícias. Módulo de Sre-Formação
Gestão de Conteúdos DotNetNuke Módulos - II Inserção de conteúdos nos módulos Módulo de Text/HTML Módulo de Sre-Notícias Módulo de Sre-Formação Conteúdos dos módulos Na lição: Módulos-I já foi dito que
Anúncio para atribuição de Bolsa de Cientista Convidado no âmbito do Projecto QREN RAD4LIFE
Anúncio para atribuição de Bolsa de Cientista Convidado no âmbito do Projecto QREN RAD4LIFE O LIP Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas oferece uma bolsa no âmbito do Projecto
6. Erosão. Início do transporte sólido por arrastamento
6. Erosão. Início do transporte sólido por arrastamento 6.1. Introdução A erosão consiste na remoção do material do leito pelas forças de arrastamento que o escoamento provoca. O oposto designa-se por
SIMULAÇÃO DO MOVIMENTO DE QUEDA DE UM CORPO COM E SEM RESISTÊNCIA DO AR
FACULDADE DE CIÊNCIAS DA UNIVERSIDADE DO PORTO DEPARTAMENTO DE FÍSICA- FORMAÇÃO CONTÍNUA 29 SIMULAÇÃO DO MOVIMENTO DE QUEDA DE UM CORPO COM E SEM RESISTÊNCIA DO AR Actividades de sala de aula com a calculadora
TD DE FÍSICA/DATA: 10/05/2014
Fundação Universidade Estadual do Ceará - FUNECE Curso Pré-Vestibular - UECEVest Fones: 3101.9658 / E-mail: [email protected] Av. Doutor Silas Munguba, 1700 Campus do Itaperi 60714-903 Fone:
Caderneta de Estágio 2007/2008. Curso Tecnológico de Administração. Aluno: João Adelino Costa Pinheiro, nº 5 da turma G, do 12º ano.
Caderneta de Estágio 2007/2008 ESCOLA SECUNDÁRIA DE AMARES Curso Tecnológico de Administração Aluno:, nº 5 da turma G, do 12º ano. IDENTIFICAÇÃO DO ALUNO-FORMANDO Nome: Data de Nascimento: 26 07 1989 B.I.
Curva Característica de um Díodo Zener
Curva Característica de um Díodo Zener Ano Lectivo 2003/2004-2º Semestre O presente trabalho prático é composto por duas secções : Protocolo Descrição dos procedimentos a efectuar pelo aluno. O protocolo
Introdução ao CoolEdit c : programa de edição de som digital
Introdução ao CoolEdit c : programa de edição de som digital J. M. B. Lopes dos Santos 19 de Julho de 2005 Departamento de Física, Faculdade de Ciências, Universidade do Porto, R. Campo Alegre, 687, 4169-007
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS MATEMÁTICA_6º ANO_B. Ano Letivo: 2013/2014. 1. Introdução / Finalidades. Metas de aprendizagem
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS MATEMÁTICA_6º ANO_B Ano Letivo: 203/204. Introdução / Finalidades A disciplina de Matemática tem como finalidade desenvolver: A estruturação do pensamento A apreensão e
Fundamentos de Imagens Digitais. Aquisição e Digitalização de Imagens. Aquisição e Digitalização de Imagens. Aquisição e Digitalização de Imagens
Fundamentos de Imagens Digitais Aquisição e Serão apresentadas as principais características de uma imagem digital: imagem do ponto de vista matemático processo de aquisição e digitalização de uma imagem
No manual da webcam, ele descobriu que seu sensor de imagem tem dimensão total útil de 2
1. (Ufsc 2015) Fotografar é uma arte que se popularizou com os celulares e se intensificou com as redes sociais, pois todos querem postar, publicar os seus registros, suas selfies. Talvez alguns celulares
QUI346 ESPECTROFOTOMETRIA
QUI346 ESPECTROFOTOMETRIA ABSORÇÃO FOTOQUÍMICA 3ª Parte A INSTRUMENTAÇÃO 07/10/2013 Mauricio X. Coutrim ESPECTRO DE ABSORÇÃO A energia absorvida por um fóton é igual à diferença entre as energias do estado
REGULAMENTO GERAL JOGOS DESPORTIVOS 2011. 1 Introdução
REGULAMENTO GERAL JOGOS DESPORTIVOS 1 Introdução Fazerem parte de uma equipa, aperceberem-se de que sozinhos e isolados muito pouco conseguirão, entenderem o valor da amizade e do apoio dos companheiros,
Aprender com o scratch. E.B. 2,3 José Afonso, Alhos Vedros Filomena Benavente e Ricardo Costa 5.º ano matemática
Aprender com o scratch Filomena Benavente e Ricardo Costa 5.º ano matemática 2012 Aprender com o scratch Filomena Benavente e Ricardo Costa 2012 Designação: Aprender com o scratch Enquadramento curricular
Um especialista em manutenção preditiva
Análise de vibrações A UU L AL A Um especialista em manutenção preditiva foi chamado para monitorar uma máquina em uma empresa. Ele colocou sensores em pontos estratégicos da máquina e coletou, em um registrador,
Detector de Neutrinos para o Reator de Angra
Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) Detector de Neutrinos para o Reator de Angra Detector Central, Sistema de VETO, Eletrônica (resumo das diretivas de projeto) Laudo Barbosa (24 de Maio, 2007)
ESTEREOSCOPIA INTRODUÇÃO. Conversão de um par de imagens (a)-(b) em um mapa de profundidade (c)
ESTEREOSCOPIA INTRODUÇÃO Visão estereoscópica se refere à habilidade de inferir informações da estrutura 3-D e de distâncias da cena de duas ou mais imagens tomadas de posições diferentes. Conversão de
Guia de Instalação e Utilização do plugin para Reconstrução Tomográfica em SPECT
Guia de Instalação e Utilização do plugin para Reconstrução Tomográfica em SPECT Índice C Comentários 3 I Instalação 4 R Reconstrução tomográfica pelo método FBP 5 Reconstrução tomográfica pelo método
Ondas Sonoras. Velocidade do som
Ondas Sonoras Velocidade do som Ondas sonoras são o exemplo mais comum de ondas longitudinais. Tais ondas se propagam em qualquer meio material e sua velocidade depende das características do meio. Se
Detectores de Radiação Ionizante
Detectores de Radiação Ionizante As radiações ionizantes por si só não podem ser medida diretamente, a detecção é realizada pelo resultado produzido da interação da radiação com um meio sensível (detector).
LEE 2006/07. Guia de Laboratório. Trabalho 3. Circuitos Dinâmicos. Resposta no Tempo
Análise de Circuitos LEE 2006/07 Guia de Laboratório Trabalho 3 Circuitos Dinâmicos Resposta no Tempo INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores Paulo Flores
Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET-CT)
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Biociências Departamento de Biofísica Biofísica Biomédica III BIO10016 Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET-CT) Franciele Giongo e Luíza Fortes
Manual de Utilizador. Caderno. Recursos da Unidade Curricular. Gabinete de Ensino à Distância do IPP. http://eweb.ipportalegre.pt. ged@ipportalegre.
Manual de Utilizador Caderno Recursos da Unidade Curricular Gabinete de Ensino à Distância do IPP http://eweb.ipportalegre.pt [email protected] Índice RECURSOS... 1 ADICIONAR E CONFIGURAR RECURSOS...
Alguma das vantagens e desvantagens dos computadores ópticos é apresenta a seguir.
Computação Óptica Introdução Um dos grandes obstáculos para aprimorar o desempenho dos computadores modernos está relacionado com a tecnologia convencional dos semicondutores, que está alcançando o seu
ENDERMOTERAPIA INSTITUTO LONG TAO
ENDERMOTERAPIA INSTITUTO LONG TAO Melissa Betel Tathiana Bombonatti A endermoterapia foi criada na França em 1970 por Louis Paul Guitay. Ele sofreu um grave acidente de carro que causou queimaduras de
DISPOSITIVOS DE BLOCO. Professor: João Paulo de Brito Gonçalves
DISPOSITIVOS DE BLOCO Professor: João Paulo de Brito Gonçalves INTRODUÇÃO Periférico Dispositivo conectado a um computador de forma a possibilitar sua interação com o mundo externo. Conectados ao computador
T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM CNPJ: 10.793.118/0001-78 Projeto T2Ti ERP. Documento de Visão. Contas a Pagar. Versão 2.
Documento de Visão Contas a Pagar Versão 2.0 08/11/2010 Introdução Este documento abordará as questões pertinentes ao desenvolvimento do módulo Contas a Pagar para o sistema T2Ti ERP. Breve descrição do
ANÁLISE DE PROGRAMAS DE CÁLCULO PARA ESTRUTURAS DE ALVENARIA RESISTENTE. Ivone Maciel 1 Paulo Lourenço 2 [email protected] [email protected].
ANÁLISE DE PROGRAMAS DE CÁLCULO PARA ESTRUTURAS DE ALVENARIA RESISTENTE Ivone Maciel 1 Paulo Lourenço 2 [email protected] [email protected] 1 Mestranda e Bolseira de investigação do Departamento
