Processos. Estruturas de Controle
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- Sérgio Castro Wagner
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1 Processos Estruturas de Controle
2 Processos e Recursos (1) LPRM/DI/UFES 2
3 Processos e Recursos (2) O S.O. gerencia recursos computacionais em benefício dos diversos processos que executam no sistema. A questão fundamental é: Que informações o sistema operacional precisa manter para poder controlar os processos e gerenciar os recursos em benefícios deles? LPRM/DI/UFES 3
4 Tabelas de Controle do S.O. LPRM/DI/UFES 4
5 Imagem do Processo (1) Nome dado à coleção formada por: Código do programa a ser executado. Pilha do sistema para controle de chamadas de procedimentos e de SVCs. Área de dados para armazenamento de variáveis locais e globais. Coleção de atributos do processo (mantidos no Bloco de Controle de Processos). LPRM/DI/UFES 5
6 Imagem do Processo (2) LPRM/DI/UFES 6
7 Bloco de Controle de Processo Estrutura de dados (registro) usada para representar um processo dentro do sistema operacional. Mantém todas as informações que o S.O. precisa para poder controlar a execução do processo (coleção de atributos do processo). Número fixo ou variável de blocos descritores de processos (alocação estática x alocação dinâmica de memória). Process Control Block. LPRM/DI/UFES 7
8 Informações Típicas do BCP Prioridade do processo. Localização na memória principal. Identificação dos arquivos abertos. Estado do processo. Contexto de execução (conteúdo dos registradores). Ponteiros para encadeamento nas filas. Informações de accounting (ex:tempo de CPU). LPRM/DI/UFES 8
9 BCPs e as Filas do Sistema LPRM/DI/UFES 9
10 Tipos de Informações do BCP As informações mantidas no BCP podem ser divididas em três categorias: Identificação do processo; Informações de estado do processador; Informações de controle do processo. LPRM/DI/UFES 10
11 Identificação do Processo Os seguintes identificadores podem estar armazenados no BCP : Identificador do processo; Identificador do processo que o criou (processo pai); Identificador do usuário. LPRM/DI/UFES 11
12 Informações de Estado da UCP (1) Registradores visíveis ao usuário Aqueles que podem ser referenciados por meio da linguagem de máquina que o processador executa. Registradores de controle e estado Program Counter (PC); Flags: sign, zero, carry, equal, overflow; Status: modo supervisor x usuário, interrupção habilitada x disabilitada. Stack Pointers. LPRM/DI/UFES 12
13 Informações de Estado da UCP (2) AA-64 RFLAGS LPRM/DI/UFES 13
14 Informações de Controle do Processo (1) Informações de Escalonamento e Estado: Estado do processo (ready, running, suspended, etc.) Prioridade (default, corrente, máxima) Tempo de espera na fila Tempo de execução na última fatia de tempo Evento que o processo está aguardando Estruturação de dados: Um processo pode estar encadeado a outros em uma fila, lista ou outra estrutura de dados. LPRM/DI/UFES 14
15 Informações de Controle do Processo (2) Comunicação entre processos: Flags, sinais e mensagens podem estar associados com a comunicação entre dois processos independentes. Algumas ou todas essas informações podem estar mantidas no BCP. Privilégios em termos de memória que pode ser acessada, instruções que podem ser executadas, ou mesmo serviços e utilitários do sistema. LPRM/DI/UFES 15
16 Informações de Controle do Processo (3) Gerência de Memória: Ponteiros para tabelas de páginas ou de segmentos que descrevem a memória virtual assinalada ao processo. Ownership e utilização de recursos: Arquivos abertos; Histórico de uso da UCP ou de outro recurso (para usos do escalonador); LPRM/DI/UFES 16
17 Troca de Contexto (1) Contexto de execução: estado do processador Ações na troca de contexto Salvar o contexto do processador, incluindo o PC e outros registradores. Alterar o BCP do processo que está no estado em-execução (running). Mover o BCP para a fila apropriada. Selecionar outro processo para execução. Alterar o BCP do processo selecionado. Alterar as tabelas de gerência de memória. Restaurar o contexto do processo selecionado. LPRM/DI/UFES 17
18 Ações na Troca de Contexto (2) LPRM/DI/UFES 18
19 O Escalonador ( Scheduler ) Módulo do S.O. responsável pelo controle do recurso processador. Divide o tempo da UCP entre os processos do sistema. Três tipos básicos: Escalonador de curto prazo ( short-term scheduler ); Escalonador de longo prazo ( long-term scheduler ); Escalonador de médio prazo ( medium-term scheduler). LPRM/DI/UFES 19
20 Escalonador de Curto Prazo (1) Escalonador da UCP Dispatcher, CPU Scheduler Seleciona qual processo deve ser executado a seguir (ready running). É invocado muito freqüentemente (ordem de milisegundos). Deve, portanto, ser rápido. LPRM/DI/UFES 20
21 Escalonador de Curto Prazo (2) LPRM/DI/UFES 21
22 Escalonador de Longo Prazo Escalonador de Jobs ( Job Scheduler ). Seleciona quais processos devem ser levados para a fila de prontos (new ready). Baixa freqüência de invocação (ordem de segundos ou minutos). Permite o controle da carga no sistema, (controla o grau de multiprogramação). LPRM/DI/UFES 22
23 Escalonador de Médio Prazo (1) Utiliza a técnica de swapping. Swap out: a execução do processo é suspensa e o seu código e dados são temporariamente copiados para o disco. Swap in: o processo é copiado de volta do disco para a memória e sua execução é retomada do ponto onde parou. Está intimamente ligado à gerência de memória. LPRM/DI/UFES 23
24 Escalonador de Médio Prazo (2) LPRM/DI/UFES 24
25 Escalonamento e a Transição de Estados LPRM/DI/UFES 25
26 Escalonamento e as Filas do Sistema LPRM/DI/UFES 26
27 Tipos de Escalonadores (Resumo) LPRM/DI/UFES 27
28 Ciclos de CPU e de I/O (1) LPRM/DI/UFES 28
29 Ciclos de CPU e de I/O (2) LPRM/DI/UFES 29
30 Tipos de Processos Processo CPU Bound: Uso intensivo de CPU. Realiza pouca operação de E/S. Pode monopolizar a CPU, dependendo do algoritmo de escalonamento. Processo I/O Bound: Orientado a I/O. Devolve deliberadamente o controle da CPU. LPRM/DI/UFES 30
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