informação ocupacional: técnico em fisioterapia
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- Laís Gomes Beltrão
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1 informação ocupacional: técnico em fisioterapia LEONILDA D'ANNIBALLE BRAGA A Seção de Informação Ocupacional do ISOP solicitou preferência para divulgação de dados sôbre esta profissão, por haver verificado que orientadores e orientandos quase a desconhecem. No nível atual de formação, que é o superior, é ela na verdade nova, corno outras, no campo da Fisioterapia. 1. NOME E DESIGNAÇÃO da Profissão: Fisiotera pia do Profissional: Fisioterapeuta, Técnico em Fisioterapia, Terapista. 2. HISTóRICO A profissão do Fisioterapeuta, tal corno é hoje entendida, resulta de longa evolução. Suas atividades estavam dantes entregues a Médicos e, antes disso, a práticos ou curiosos. Dentre os Médicos, destacaram -se os chamados Médicos-Fisiatras e Médicos-Ortopedistas. Especializando- -se em Medicina Física e Reabilitação, os primeiros suprimiam. atenuavam Do Instituto de Seleção e Orienta~'ão Profissional, FGV.
2 102 TÉCNICO EM FISIOTERAPIA A.B.P.(3(68 ou compensavam deficiências físicas, e as consequencias delas resultantes nos pacientes, mediante exercícios. Os demais, prevenindo ou corrigindo deformações do corpo, utilizavam diferentes tipos de aparelhos ortopédicos. Uns e outros tinham de valer-se também de Auxiliares "pára-médicos", Enfermeiros, Massagistas ou outros. Finalmente, foi reconhecida a necessidade de Técnicos especializados em fisioterapia, criando-se, então, a profissão atual, com estudo em nível superior, dadas as responsabilidades que devem assumir. 3. CAR.-\CTERfSTICAS As atividades dêsses Técnicos são exercidas segundo instruções de médicos, havendo no entanto responsabilidade direta delas quanto à execução do tratamento. São essas atividades assim caracterizadas: ajudar a restabelecer deficiências musculares, ensinando aos pacientes a prática de exercícios físicos adequados, e a utilização de aparelhos mecânicos auxiliares; aplicar massagens ou orientar o massagista; fazer aplicações de luz natural e artificial, como raios infravermelhos e ultravioletas ou outros (onda curta, etc.) ; orientar a aplicação de banhos e duchas e mais recursos hidroterápicos. Tais atividades podem ser realizadas por um só e mesmo profissional, admitindo, no entanto, especializações: helioterapia, eletroterapia, hidroterapia, mecanoterapia, massoterapia, etc. Os Fisioterapeutas reúnem-se em associações próprias, como a ABTR (Associação Brasileira de Técnicos em Recuperação), as quais estabelecem as diretrizes do comportamento profissional, expressas num Código de Ética que especifica deveres e responsabilidades. 4. TRABALHO Trabalha o Fisioterapeuta em Ceritros de Reabilitação, Institutos de Traumatologia, Hospitais, Clínicas e Consultórios médicos. Sua atividade é supervisionada, quer quando trabalha em equipes, quer isoladamente, a domicílio.
3 A.B.P.j3j68 TÉCNICO EM FISIOTERAPIA 103 Quando vinculado a instituições, horário de trabalho, salário, férias, etc., depende dos contratos estipulados em leis trabalhistas, regimentos ou regulamentos. Não há restrições para o trabalho feminino. 5. QUALIDADES Pelo fato de ter de lidar com pessoas, atendendo-as, o Técnico em Fisioterapia precisa possuir interêsse assistencial. Precisa possuir organismo sadio, resistência à fadiga e, principalmente, habilidade mecânica e coordenação de movimentos para as manipulações e massagens. Não se trata, porém, de trabalho automático. A intervenção e o tratamento, ou aplicação, precisam ser controlados por conhecimentos teóricos-práticos, que requerem inteligência abstrato-espacial, pelo menos de nível médio-superior; capacidade de decisão rápida em casos de urgência, com perfeito esclarecimento do senso de responsabilidade que isso acarreta; e, enfim, capacidade de atenção e memória, que lhe permita verificar as alterações e reações ao tratamento, dêle mantendo informado o clínico responsável. Como em qualquer profissão assistencial, o desejo de servir, bondade, compreensão e empatia fazer parte de perfil caracterológico e de personalidade a desejar. A capacidade de contrôle emocional é fundamental no bom de sem penho do trabalho. 6. ESTUDOS De profissão prática, passou para o nível médio, ora figurando entre as que exigem cursos de nível superior. O Conselho Federal de Educação fixou a duração do Curso em horas de tempo útil (cêrca de 3 anos letivos), em estudos de natureza técnica e prática, com o seguinte currículo mínimo: Matérias Básicas: Fundamentos de Fisioterapia; Ética e História da Reabilitação; Administração Aplicada; Matérias Específicas: Fisioterapia Geral e Fisioterapia Aplicada. Os Estabelecimentos de Ensino podem diversificar êsse currículo, subdividindo-o e ampliando-o, como acontece com a Faculdade de Ciências
4 104 TÉCNICO EM.FlSIOTERAPIA A.B.P./3/68 Médicas da UEG, que confere o diploma de Técnico em Fisioterapia ao Término de um curso de 3 anos, com a seguinte seriação: l.a série: Matemática; Bioestatística; Física; Química; Morfologia e Morfogênese; Inglês ou Francês; 2. a série: Administração; Ética e História da Fisioterapia; Fundamentos de Enfermagem (Patologia, Microbiologia, Parasitologia, Noções de Laboratório Clínico); Fundamentos de Fisioterapia; Estágio em Serviço Especializado; 3.a série: Fisioterapia Geral; Fisioterapia Aplicada; Estágio em Serviço Especializado. Na Escola de Reabilitação do Rio de Janeiro, mantida pela Associação Brasileira Beneficiente de Reabilitação, o currículo é o seguinte: Matérias Básicas: Anatomia; Fisiologia, Cinesiologia; Patologia Geral; Deontologia; Disciplinas Clinicas: Ortopedia; Traumatologia; Neurologia; Reumatologia; Clínica Médica; Medicina Psico-Somática; Oto Rino-Laringologia; Cirurgia; Pediatria; DisciPlinas Técnicas: Medicina Física, Fisioterapia Geral e Aplicada; Terapia Ocupacional e Geral. Para matrícula exigem-se certificado de curso colegial ou correlato, e aprovação em Concurso de Habilitação (Física, Química, Biologia, Português, Inglês ou Francês). Os candidatos são submetidos a um teste psicológico de seleção. As escolas de Medicina incluem em seus cursos o de Fisioterapia, para isso mantendo serviços de reabilitação. Existem êles em outras instituições. Os mais antigos são êstes: Instituto de Reabilitação da Universidade de São Paulo; Conjunto Sanatorial de Curicica, São Paulo; Centro de Reabilitação Lourival Ribeiro, Rio de Janeiro; Escola de Reabilitação do Rio de Janeiro na ABBR. Cursos de extensão e especialização são aí ministrados para ampliação de conhecimentos práticos e teóricos. Nas escolas oficiais, há pequenas taxas anuais.
5 A.B.P./3/68 TÉCNICO EM FISIOTERAPIA INGRESSO NA PROFISSÃO Em serviços particulares, o profissional é admitido mediante contrato segundo as leis trabalhistas, tendo de registrar seu diploma no Serviço de Fiscalização da Medicina e filiar-se a associações de classe para defesa de seus interêsses e contrôle de seu desempenho. Em serviços oficiais, geralmente o ingresso se processa por concurso, podendo percorrer as diversas fases da carreira no quadro a que venha a pertencer. 8. OPOR TUNIDADES Há mercado de trabalho favorável, pois a carência dêsses profis SIOnaIS é grande. As clínicas e hospitais necessitam de bons profissionais. Tal como Médico, Enfermeiro e outros profissionais de Saúde, sua falta é maior nas zonas afastados dos grandes centros. Uma possibilidade de evolução profissional está sendo desejada, que é a aceitação do diploma de Técnico em Fisioterapia (como de outros Técnicos Biomédicos), como suficiente para a matricula no 4. ano de Medicina. 9. POSSIBILIDADES ECONôMICAS A remuneração nos cargos oficiais é idêntica a dos demais profissionais de nível superior em padrão equivalente à formação em três anos. Nos empregos particulares, dependerá da forma de contrato, deveres e responsabilidades, segundo normas estabelecidas pela associação de classe. lo. PRESTíGIO SOCIAL o Fisioterapeuta é bem recebido entre médicos e mais profissionais da Medicina. A importância social da profissão cresceu depois do preparo dado em nível superior. 11. LOCAIS DE INFORMAÇÃO Nas escolas de Medicina e de Ciências Médicas, nas associações e Sindicatos, bem como nas instituições que ministrem Informação Ocupacional.
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