Filtros e equalizadores

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Filtros e equalizadores"

Transcrição

1 Filtros e equalizadores É muito comum realizarmos o processamento de um sinal de áudio em unção de sua reqüência, isto acontece tanto nos iltros e equalizadores do canal de entrada de uma mesa de som quanto nos equalizadores gráicos e crossovers que vem em seguida. Vamos azer uma pequena revisão de alguns conceitos úteis que aparecem ao lidarmos com iltros e equalizadores. - O que é reqüência: Todos os sons que percebemos são lutuações da pressão do ar acima e abaixo de um valor médio. Chamamos de reqüência ao número de alternações (ciclos) que ocorrem por segundo na pressão do ar. A percepção subjetiva que temos desta característica ísica é que nos permite identiicar um som de alta reqüência como agudo e um de baixa reqüência como grave e perceber os dierentes tons de uma escala musical. A unidade de medida da reqüência é o hertz (Hz), igual a um ciclo por segundo ( c/s). Utilizamos reqüentemente em áudio o quilohertz (khz), o múltiplo da unidade de reqüência igual a Hz ou c/s. Se a razão entre as reqüências de dois sinais or igual a (/ =, ou seja =. ), dizemos que os mesmos estão separados por uma oitava. - Filtros Para lidar com os sinais no domínio da reqüência um dos tipos de circuito usados são os chamados de iltros elétricos, os quais deixam passar ou ampliicam as reqüências desejadas e atenuam as indesejáveis. Podemos observar na ig. um gráico que representa a ação de um iltro ideal: deixa passar sem nenhuma atenuação as reqüências até c, a chamada reqüência de corte, e rejeita completamente todas as outras reqüências. As reqüências até c deinem a banda passante e as que são rejeitadas a banda de rejeição do iltro. Um iltro descrito por um gráico como este não é realizável isicamente e um iltro real somente conseguirá aproximar o seu comportamento. O ganho G do iltro é dado pelo quociente entre a tensão de saída e a de entrada, e o ganho em db é dado por vinte vezes o logaritmo na base de G. G = V o /V in G db =.log(g)

2 Apresentamos o gráico da resposta de reqüência de um iltro normalmente com o ganho em db no eixo y (ordenadas) e a reqüência no eixo dos x (abscissas), em escala logarítmica. Quando as reqüências rejeitadas estão acima da reqüência de corte (>c), temos um iltro do tipo passa-baixas (PB). banda passante banda de rejeição ganho ig. - iltro ideal reqüência (Hz) c Podemos ter também iltros passa-altas, se rejeitarmos reqüências abaixo de c (ig. ) ou passa-banda se a aixa passante estiver entre duas reqüências e (ig. ).

3 banda de rejeição banda passante ganho ig. reqüência (Hz) c banda de rejeição banda passante ganho ig. reqüência (Hz) Um iltro real atenua gradualmente as reqüências ora da aixa passante e o gráico resultante tem uma inclinação medida em db/oitava ou db/década, como mostrado esquematicamente na ig. para um iltro de ª ordem passabaixas.

4 queda de db/oitava - ganho (db) reqüência (Hz) c c ig. Um iltro real tem uma resposta de reqüência cujo gráico é mais suave como abaixo: Filtro passa-baixas GdB( )

5 Filtro passa-altas GdB( ) Filtro passa-banda GdB( )

6 Filtro rejeita-banda GdB( ) Um número ou parâmetro importante para a descrição dos iltros passa-banda será o seu ator de qualidade Q, o qual é uma medida da largura de sua banda passante em unção da reqüência central do iltro, = * e dado pela expressão: Q = /( - ) Onde e são as reqüências de - db do iltro. O exemplo acima é de um iltro com Q=, aproximadamente, com uma aixa passante de oitava aproximadamente (= Hz, = Hz). Costumamos medir a largura de aixa dos iltros passa-banda em oitavas ou rações de oitava como / ou / de oitava. Filtros passa-altas e passa-baixas são empregados nos canais de entrada das mesas de som, nos crossovers e, em conjunto com iltros passa-banda, nos equalizadores gráicos, deinindo os limites da resposta de reqüência do canal ou equipamento e suprimindo os sinais que não desejamos. Um uso típico para um iltro passa-altas é cortar os graves que não queremos no canal do contratempo ou Hi-Hat. Veremos a seguir os equalizadores gráicos e paramétricos, que são exemplos de uso dos iltros passa-banda ou rejeita-banda.

7 Equalizadores Fomos apresentados no artigo anterior aos iltros elétricos, os quais usamos para eliminar sinais indesejáveis que possam estar contaminando o nosso precioso sinal de áudio. Agora vamos abordar uma importante classe de erramentas colocadas à disposição do técnico de áudio: os equalizadores. Chamamos de equalizadores aos circuitos que modiicam a resposta de reqüência de um sistema de acordo com nossas necessidades, seja para compensar as deiciências acústicas de um local, obter o timbre que desejamos para um determinado instrumento, ou atender a um padrão como o RIAA, que compensa as características de gravação e reprodução dos discos de vinil com cápsulas magnéticas (lembram deles?). Os equalizadores irão moldar a resposta de reqüência do sistema de orma mais suave que os iltros, tendo sua ação limitada à cerca de +/- db, tipicamente. Podemos dividir os equalizadores em:. Fixos, como os RIAA e NAB encontrados nos preampliicadores para cápsulas magnéticas e gravadores de ita cassete ou de rolo. São circuitos dedicados, incluídos nos equipamentos citados.. Variáveis, como os controles de tonalidade dos preampliicadores, os equalizadores gráicos e os paramétricos ou semiparamétricos. Os ixos têm suas características predeterminadas pela aplicação e não devem ser alterados. Os variáveis são as nossas erramentas de trabalho para buscar a sonoridade que desejamos em um sistema de som e conseguir o máximo de ganho antes da microonia (realimentação acústica). Vamos analisar os dierentes tipos de equalizadores variáveis: a) Controles de Tonalidade São a coniguração mais simples de equalização e podem ter apenas dois controles, um para graves (baixas reqüências), atuando em torno de Hz, e outro para agudos (altas reqüências) atuando em torno de khz, cada controle permitindo uma variação de ganho entre + e db nas reqüências nominais e acima ou abaixo destas, com uma queda suave de db/oitava até cerca de uma década abaixo ou acima dos pontos de atuação, ormando um degrau no gráico da resposta de reqüência que lhes dá seu nome em inglês (shelving equalisers). Fig. - Um controle de graves reorçando e atenuando db em Hz

8 GdB( ) GdB( ) Alguns controles de tonalidade mais elaborados possuem um ou dois controles de médios, os quais atuam sobre uma aixa com reqüência central e largura de banda ixas, sendo também chamados de equalizadores tipo "peaking" ou "bell" por sua natureza passa ou rejeita banda. b) Equalizadores gráicos No passado, os pioneiros no uso de iltros de aixa estreita para controle da microonia (realimentação acústica) construíam em campo conjuntos de iltros com indutores, capacitores e resistores sintonizados exatamente nas reqüências críticas das salas [] com auxílio de alicate de corte e erro de solda. O desenvolvimento da técnica e da eletrônica de estado sólido trouxe ao mercado conjuntos de iltros passa ou rejeita-banda com largura de aixa de /, /, / ou / de oitava e reqüências centrais ixas, sendo / de oitava o melhor compromisso entre resolução, complexidade de ajuste (são bandas para cobrir todo o espectro de áudio) e circuito. O ganho ou atenuação em cada banda pode ser ajustado através de um potenciômetro deslizante, por uma questão de acilidade de uso, tipicamente em uma aixa de +/- ou +/- db. Como a posição dos controles deslizantes simula uma curva de resposta de reqüência, este tipo de equalizador passou a ser chamado de gráico, embora a real resposta do equalizador se aaste bastante da sugerida pela posição dos controles no painel Filtro equalizador passa-banda / oitava em posição de reorço db

9 GdB( ) Filtro equalizador rejeita-banda / oitava atenuando db GdB( ) c) Equalizadores paramétricos

10 Estes equipamentos possuem seções com controles que atuam de orma independente sobre os três parâmetros principais de um iltro: sua reqüência central, largura de banda passante ou ator de seletividade Q e a quantidade de reorço ou atenuação aplicada ao sinal. Equalizadores são erramentas undamentais para o técnico de áudio tanto para alinhar os sistemas em sua resposta de reqüência quanto para obter o timbre adequado de cada instrumento ou voz. É preciso saber onde, quando e como usá-los para obter o máximo de rendimento de nossos sistemas de som. Apresentei nos parágraos anteriores os equalizadores de uma orma geral, agora vamos nos deter em dois tipos importantes, os gráicos e paramétricos. Equalizadores gráicos Conorme visto no artigo anterior, os equalizadores gráicos são conjuntos de iltros com reqüência central e largura de banda ixa, cuja atuação em db é ajustada por controles deslizantes. Costumam ser classiicados por sua largura de banda em equalizadores de /, /, / ou / oitava. Para cobrir o espectro de áudio, disporemos de,, ou iltros igualmente espaçados entre si, correspondendo às resoluções citadas, com reqüências centrais padronizadas pela ISO. O signiicado disto é que a razão entre as reqüências dos pontos de - db (BW - ) dos iltros do equalizador será igual a / =, ou / =,ou conorme o caso. Os iltros usados nos equalizadores são simétricos em relação à sua reqüência central, a qual será sempre a média geométrica de e e teremos metade da largura de banda entre e e entre e. Estes iltros também são chamados de iltros com largura de banda percentual constante. Por exemplo: Um iltro com = khz e BW - = oitava teria e (pontos de -db) em e Hz aproximadamente, de orma que / = ( oitava), e / =, = / / assim como / =, = /. A largura da aixa de passagem (em Hz) será de Hz, neste caso. Para um iltro com = khz, os pontos seriam em e Hz mantendo a mesma porcentagem de, mas com largura em Hz de Hz. Um iltro com = khz e BW - = / oitava teria e (pontos de -db) em e Hz aproximadamente, de orma que / = / (/ de oitava). Neste caso, a largura de aixa (em Hz) será de Hz.

11 Vejam na igura a simulação do eeito de um iltro de oitava (linha contínua) comparada com o de outro com / de oitava (linha pontilhada), ambos cortando db na reqüência de khz. Fig. Corte - db oitava e / oitava ganho (db) GdB( ) GdB( ) Hz Observe que o iltro de oitava já atenua db em Hz e o de / de oitava az o mesmo em cerca de Hz. Fica clara a necessidade do uso de iltros de largura estreita de banda para atacar ressonâncias sem aetar componentes importantes do sinal musical. Uma característica importante nos equalizadores gráicos será a existência ou não de variação no Q dos iltros em unção da atuação dos controles, isto é, se a largura de banda permanece a mesma para dierentes níveis de atuação (por exemplo: -,-, - ou - db). Os chamados equalizadores de Q constante, cujo Q não se altera conorme a atuação dos controles (reorço ou atenuação), permitem uma atuação mais precisa e previsível [], sendo preeridos para uso em conjunto com analisadores de espectro e ruído rosa* e no combate a microonia em situações críticas. Existem alguns projetos já clássicos que não tem Q constante mas cuja atuação é considerada mais adequada ou "musical" para obter-se o timbre desejado sem instrumentos de medição. Numa instalação ixa, talvez o ideal seja usar um equalizador de Q constante alinhado durante a instalação e ora de alcance do operador, complementado por um tradicional para timbrar o sistema e um paramétrico capaz de inserir iltros de / ou / de oitava para obter-se o máximo de ganho antes da microonia. Outra característica importante será a orma de combinarem-se duas ou mais seções de iltro, combinação esta que deve gerar uma ondulação na resposta de reqüência menor que db. * ruído rosa é um sinal de teste que tem energia constante por largura percentual de banda constante.

12 Os equalizadores são um dos pontos cruciais de um sistema de áudio, e sua correta escolha e operação podem deinir o sucesso no uso do mesmo. Equalizadores Gráicos - inal Falamos anteriormente sobre os equalizadores gráicos de Q constante e suas vantagens no alinhamento de sistemas em conjunto com analisadores de espectro de / de oitava. Vamos observar agora o que acontece quando usamos dois iltros seja em bandas adjacentes ou intercaladas. Primeiro, dois iltros, um em Hz e outro em, khz, acentuando db na situação de Q constante e não constante. GdB( ω ) Equalizador Q constante /.k +db

13 Ganho em db GdB( ω ) Equal. Q não constante.k/.k + db (Hz) Podemos observar que a atuação de dois controles alternados aeta a banda intermediária de orma considerável, mais ainda para o caso do Q não constante. Esta degradação da largura de banda pode ser pior em pequenas atenuações ou reorços, no caso dos equalizadores de Q não constante. Combinar ou Interpolar? É muito importante saber como se somam as atuações de bandas vizinhas. Duas ou mais seções devem se combinar com um mínimo de ondulação. Os iltros que se comportam desta orma são chamados de combinantes. Os projetos de Q não constante conseguem boa combinação, mas os problemas de variação da largura de banda em unção do ganho persistem. Os equalizadores de Q constante permitem a ormação de pequena ondulação (ripple) na curva resultante da atuação em dois controles vizinhos e isto não é muito desejável, pois ao atuarmos em dois controles vizinhos, muitas vezes queremos atingir uma reqüência intermediária, mantendo o iltro resultante com a mesma largura de banda. Os projetos que realizam um tipo de iltro que satisaz esta condição são chamados de interpolantes e combinam as vantagens de um projeto de Q constante com a possibilidade de atuarmos entre as reqüências padrão ajustando duas bandas vizinhas.

14 Podemos observar nos gráicos abaixo a atuação de dois controles, em Hz e khz, reorçando db. Ganho em db GdB( ω ) Equalizador Q constante k/.k +db (Hz) Conclusão Final - Equalizadores Gráicos Os Equalizadores gráicos são erramentas undamentais para o técnico de áudio, mas devemos conhecer suas características em proundidade para aplicá-los corretamente e alcançar os resultados desejados com rapidez. Equalizadores Paramétricos Estes são os equalizadores mais lexíveis que dispomos para nosso trabalho, aqui poderemos escolher a quantidade de reorço e atenuação, a reqüência central de atuação e a largura de banda dos iltros, ou seja temos acesso a todos os parâmetros que descrevem o equalizador. Os equipamentos possuem de duas a doze seções com três controles: Ganho, calibrado em db e com atuação de +/- ou db Freqüência, em Hz ou khz Q ou BW (bandwidth), usualmente calibrado em rações de oitava

15 Para usá-los para eliminar uma ressonância por exemplo, pode-se estabelecer inicialmente um valor não muito estreito para o BW (/ ou / de oitava), ajustar o ganho para - ou - db, variar a reqüência até localizar a região oensiva e aí então ajustar o Q ou BW de orma a eliminar apenas a reqüência ou reqüências indesejáveis. Re. - Davis, Don; Davis, Carolyn; Sound System Engineering; a ed.,, SAMS Books. - Cysne, L. F. O. ; Áudio Engenharia e Sistemas, H. Sheldon ed.,. - Equalizadores Gráicos de Q Constante; Rane Note ; Bohn, Dennis; Pennington, Tony; Revista Backstage n o Para entender os gráicos Apresentamos a resposta de reqüência dos iltros exemplo em gráicos com o ganho em db (decibéis) no eixo dos y e a reqüência em Hz, de orma logarítmica, no eixo dos x. O uso de escalas logarítmicas como o decibel, que lineariza a divisão do eixo dos y, ou a divisão logarítmica do eixo dos x, permite comprimir em um espaço aceitável uma aixa grande de reqüências e de variações de ganho ou nível de sinal, tal como encontramos no áudio, e ajustase à orma também logarítmica com que percebemos as variações de reqüência e nível sonoro. A resposta de reqüência de um equipamento é levantada aplicando um sinal senoidal com amplitude constante na entrada do mesmo e medindo a variação da amplitude de saída, obtida ao variarmos a reqüência do sinal de entrada. O resultado será dado em db, com relação à amplitude de entrada.

Equalização: Corrigir ou Criar

Equalização: Corrigir ou Criar Equalização: Corrigir ou Criar Equalizar Equalizar O termo equalizar pode ser entendido como "tornar igual". Mas, o que isso quer dizer exatamente? Se tomarmos como ponto de partida o comportamento do

Leia mais

APOSTILA ELÉTRICA-2 E ELETRÔNICA-1 MÓDULO - 2

APOSTILA ELÉTRICA-2 E ELETRÔNICA-1 MÓDULO - 2 AULA 3 FILTROS LPF HPF BPF TRAP As intererências entre sinais Filtro Passa-baixa LPF e passa-alta HPF Frequência de corte - Filtro passa-banda BPF Filtro Rejeita-aixa - TRAP FILTROS imã ixo, sendo que

Leia mais

Filtros de sinais. Conhecendo os filtros de sinais.

Filtros de sinais. Conhecendo os filtros de sinais. Filtros de sinais Nas aulas anteriores estudamos alguns conceitos importantes sobre a produção e propagação das ondas eletromagnéticas, além de analisarmos a constituição de um sistema básico de comunicações.

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE OS RECEPTORES DE CONVERSÃO DIRETA

CONSIDERAÇÕES SOBRE OS RECEPTORES DE CONVERSÃO DIRETA CONSIDERAÇÕES SOBRE OS RECEPTORES DE CONVERSÃO DIRETA Muito se tem falado sobre os receptores de conversão direta, mas muita coisa ainda é desconhecida da maioria dos radioamadores sobre tais receptores.

Leia mais

Analisador de Espectros

Analisador de Espectros Analisador de Espectros O analisador de espectros é um instrumento utilizado para a análise de sinais alternados no domínio da freqüência. Possui certa semelhança com um osciloscópio, uma vez que o resultado

Leia mais

Introdução aos circuitos seletores de frequências. Sandra Mara Torres Müller

Introdução aos circuitos seletores de frequências. Sandra Mara Torres Müller Introdução aos circuitos seletores de frequências Sandra Mara Torres Müller Aqui vamos estudar o efeito da variação da frequência da fonte sobre as variáveis do circuito. Essa análise constitui a resposta

Leia mais

Eletrônica Reatância Capacitiva

Eletrônica Reatância Capacitiva Eletrônica Reatância Capacitiva Módulo II FILTROS ATIVOS E PASSIVOS (REATÂNCIA CAPACITIVA) Objetivos Após completar o estudo desta apostila o aluno deverá estar apto a Distinguir os tipos básicos de filtros

Leia mais

Experiência 04: FILTRO RC PASSA ALTA E PASSA BAIXA

Experiência 04: FILTRO RC PASSA ALTA E PASSA BAIXA ( ) Prova ( ) Prova Semestral ( ) Exercícios ( ) Prova Modular ( ) Segunda hamada ( ) Exame Final ( ) Prática de Laboratório ( ) Aproveitamento Extraordinário de Estudos Nota: Disciplina: Turma: Professor:

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA SÉRIE DE EXERCÍCIO #A4 (1A) FONTE CHAVEADA PAINEL SOLAR Uma aplicação possível

Leia mais

ELETROTÉCNICA ELM ROTEIRO DA AULA PRÁTICA 01 A LEI DE OHM e AS LEIS DE KIRCHHOFF

ELETROTÉCNICA ELM ROTEIRO DA AULA PRÁTICA 01 A LEI DE OHM e AS LEIS DE KIRCHHOFF ELETROTÉCNICA ELM ROTEIRO DA AULA PRÁTICA 01 A LEI DE OHM e AS LEIS DE KIRCHHOFF NOME: TURMA: DATA: / / OBJETIVOS: Ler o valor nominal de cada resistor através do código de cores. Conhecer os tipos de

Leia mais

Filtros em Telecomunicações

Filtros em Telecomunicações MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - Campus São José Área de Telecomunicações Filtros em Telecomunicações Marcos Moecke São José - SC, 006 SUMÁRIO. FILTROS....1 RESPOSTA EM FREQUÊNCIA DE CIRCUITOS.1 R. LEVANTAMENTO

Leia mais

INTRODUÇÃO CARACTERÍSTICAS

INTRODUÇÃO CARACTERÍSTICAS FILTROS ATIVOS INTRODUÇÃO Circuitos importantes em sistemas de comunicação e instrumentação; Área vasta da eletrônica conceitos fundamentais; Conjunto de modelos de filtros e métodos de projetos; CARACTERÍSTICAS

Leia mais

Laboratório de Circuitos Elétricos II

Laboratório de Circuitos Elétricos II PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ ESCOLA POLITÉCNICA CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO DISCIPLINA DE CIRCUITOS ELÉTRICOS II NOME DO ALUNO: Laboratório de Circuitos Elétricos II Prof. Alessandro

Leia mais

3 Metodologia de calibração proposta

3 Metodologia de calibração proposta Metodologia de calibração proposta 49 3 Metodologia de calibração proposta A metodologia tradicional de calibração direta, novamente ilustrada na Figura 22, apresenta uma série de dificuldades e limitações,

Leia mais

Circuitos do Receptor Super-Heteródino de AM: Parte 1

Circuitos do Receptor Super-Heteródino de AM: Parte 1 Circuitos do Receptor Super-Heteródino de AM: Parte 1 Receptor regenerativo Radiodifusão em AM: ondas médias Faixa entre 535 khz e 1650 khz Largura de banda de áudio: W = 5 khz Largura de banda de AM:

Leia mais

APRENDIZAGEM INDUSTRIAL

APRENDIZAGEM INDUSTRIAL CETEL- Centro Tecnológico de Eletroeletrônica César Rodrigues APRENDIZAGEM INDUSTRIAL Disciplina: Fundamentos de Telecomunicações Filtros Filtros de frequência Conceitos Definição São circuitos para fornecer

Leia mais

Experimento 8 Circuitos RC e filtros de freqüência

Experimento 8 Circuitos RC e filtros de freqüência Experimento 8 Circuitos RC e filtros de freqüência 1. OBJETIVO O objetivo desta aula é ver como filtros de freqüência utilizados em eletrônica podem ser construídos a partir de um circuito RC. 2. MATERIAL

Leia mais

EXPERÊNCIA 4 - MODULAÇÃO EM FREQUÊNCIA

EXPERÊNCIA 4 - MODULAÇÃO EM FREQUÊNCIA EXPERÊNCIA 4 - MODULAÇÃO EM FREQUÊNCIA Modulação em freqüência ocorre quando uma informação em banda básica modula a freqüência ou alta freqüência de uma portadora com sua amplitude permanecendo constante.

Leia mais

p. 1/2 Resumo Especificação de Filtros Filtro de Butterworth Filtro de Chebyshev Filtros de Primeira Ordem Filtros de Segunda Ordem

p. 1/2 Resumo Especificação de Filtros Filtro de Butterworth Filtro de Chebyshev Filtros de Primeira Ordem Filtros de Segunda Ordem p. 1/2 Resumo Especificação de Filtros Filtro de Butterworth Filtro de Chebyshev Filtros de Primeira Ordem Filtros de Segunda Ordem Introdução Os primeiros filtros construídos eram circuitos LC passivos.

Leia mais

Tipos de malha de Controle

Tipos de malha de Controle Tipos de malha de Controle SUMÁRIO 1 - TIPOS DE MALHA DE CONTROLE...60 1.1. CONTROLE CASCATA...60 1.1.1. Regras para Selecionar a Variável Secundária...62 1.1.2. Seleção das Ações do Controle Cascata e

Leia mais

Análise Técnico/Financeira para Correção de Fator de Potência em Planta Industrial com Fornos de Indução.

Análise Técnico/Financeira para Correção de Fator de Potência em Planta Industrial com Fornos de Indução. Análise Técnico/Financeira para Correção de Fator de Potência em Planta Industrial com Fornos de Indução. Jeremias Wolff e Guilherme Schallenberger Electric Consultoria e Serviços Resumo Este trabalho

Leia mais

5 Comportamento Dinâmico de um EDFA com Ganho Controlado sob Tráfego de Pacotes

5 Comportamento Dinâmico de um EDFA com Ganho Controlado sob Tráfego de Pacotes 86 5 Comportamento Dinâmico de um EDFA com Ganho Controlado sob Tráfego de Pacotes No capítulo anterior estudamos a resposta do EDFA sob variações lentas da potência em sua entrada e vimos que é possível

Leia mais

TONALIDADE X FREQUÊNICA

TONALIDADE X FREQUÊNICA Som, notas e tons TONALIDADE X FREQUÊNICA O violão é um instrumento musical e o seu objetivo é fazer música. Música é a organização de sons em padrões que o cérebro humano acha agradável (ou pelo menos

Leia mais

Exp 8. Acústica da Fala

Exp 8. Acústica da Fala Exp 8. Acústica da Fala 1. Objetivos Estudar o modelo fonte-filtro da produção da fala; Medir os formantes e relacionar com manobras articulatórias em vogais e ditongos; Utilizar espectrografia de banda

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA UNIDADE ACADEMICA DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA UNIDADE ACADEMICA DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA UNIDADE ACADEMICA DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA LISTA DE EXERCÍCIOS #11 (1) O circuito a seguir é usado como pré-amplificador

Leia mais

ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL DOM BOSCO CAPÍTULO 1 DIODOS RETIFICADORES

ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL DOM BOSCO CAPÍTULO 1 DIODOS RETIFICADORES INTRODUÇÃO CPÍTULO DIODOS RETIFICDORES O diodo é um dispositivo semi-condutor muito simples e é utilizado nas mais variadas aplicações. O uso mais freqüente do diodo é como retificador, convertendo uma

Leia mais

PROVA DE ELETRÔNICA GERAL 2 - PROVA FINAL C

PROVA DE ELETRÔNICA GERAL 2 - PROVA FINAL C ELETRÔNI PRO DE ELETRÔNI GERL 2 - PRO FINL Nome Turma Data * Preencha as lacunas de acordo com o texto da apostila e assinale a alternativa correspondente: 01) unidade de medida utilizada para expressar

Leia mais

4Distribuição de. freqüência

4Distribuição de. freqüência 4Distribuição de freqüência O objetivo desta Unidade é partir dos dados brutos, isto é, desorganizados, para uma apresentação formal. Nesse percurso, seção 1, destacaremos a diferença entre tabela primitiva

Leia mais

Comunicação de Dados. Aula 5 Transmissão Analógica

Comunicação de Dados. Aula 5 Transmissão Analógica Comunicação de Dados Aula 5 Transmissão Analógica Sumário Modulação de sinais digitais Tipos de Modulação Taxa de transmissão x Taxa de modulação Modulação por amplitude Modulação por freqüência Modulação

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora Laboratório de Eletrônica CEL 037 Página 1 de 6

Universidade Federal de Juiz de Fora Laboratório de Eletrônica CEL 037 Página 1 de 6 Universidade Federal de Juiz de Fora Laboratório de Eletrônica CEL 037 Página 1 de 6 1. Titulo: Prática 12 Filtros ativos 2. Objetivos: Estudo de montagem de filtros ativos passa-baixa e passa-alta. 3.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica Apostila de Automação Industrial Elaborada pelo Professor M.Eng. Rodrigo Cardozo Fuentes Prof. Rodrigo

Leia mais

Potência, uma coisa mais que complicada Parte V

Potência, uma coisa mais que complicada Parte V Potência, uma coisa mais que complicada Parte V Autor: Fernando Antônio Bersan Pinheiro Cálculo de potência necessária em um ambiente fechado No artigo anterior, disponível em http://www.somaovivo.mus.br/artigos.php?id=180,

Leia mais

Apostila de Iniciação Musical. Baseado no Livro Teoria da Música de Ricci Adams Compilação de: Elsaby Antunes 1ª Edição.

Apostila de Iniciação Musical. Baseado no Livro Teoria da Música de Ricci Adams Compilação de: Elsaby Antunes 1ª Edição. Apostila de Iniciação Musical Baseado no Livro Teoria da Música de Ricci Adams Compilação de: Elsaby Antunes 1ª Edição. Junho 2008 http://www.elsabyantunes.blogspot.com/ [email protected] Prefácio

Leia mais

V (t) = A sen 2π f t + A/3[sen 3 (2π f t)] + A/5[sen 5 ( 2π f t)] + A/7[sen 7 (2π f t)] + A/9[sen 9 (2π f t)]+

V (t) = A sen 2π f t + A/3[sen 3 (2π f t)] + A/5[sen 5 ( 2π f t)] + A/7[sen 7 (2π f t)] + A/9[sen 9 (2π f t)]+ Teoria de Fourier Domínio da Freqüência e Domínio do Tempo A teoria de Fourier estabelece que uma forma de onda periódica pode ser decomposta em harmônicos relacionados; senos ou cossenos em diferentes

Leia mais

NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE TRANSMISSORES E TRANSCEPTORES MONOCANAIS ANALÓGICOS AM

NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE TRANSMISSORES E TRANSCEPTORES MONOCANAIS ANALÓGICOS AM ANEXO À RESOLUÇÃO N o 370, DE 13 DE MAIO DE 2004. NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE TRANSMISSORES E TRANSCEPTORES MONOCANAIS ANALÓGICOS AM 1. Objetivo Esta norma estabelece os requisitos técnicos

Leia mais

Símbolo Curva aproximada Curva próxima do real. Símbolo Curva aproximada Curva próxima do real. Símbolo Curva aproximada Curva próxima do real

Símbolo Curva aproximada Curva próxima do real. Símbolo Curva aproximada Curva próxima do real. Símbolo Curva aproximada Curva próxima do real Amplificadores operacionais como filtros Filtros são circuitos eletrônicos projetados para permitir, ou não, a passagem de um sinal, cujo espectro esteja dentro de um valor preestabelecido pelo projetista.

Leia mais

DIVISOR DE FREQÜÊNCIA CAPACITIVO PARA DRIVERS & TWEETERS, COM ATENUAÇÃO

DIVISOR DE FREQÜÊNCIA CAPACITIVO PARA DRIVERS & TWEETERS, COM ATENUAÇÃO DIVISOR DE FREQÜÊNCIA CAPACITIVO PARA DRIVERS & TWEETERS, COM ATENUAÇÃO omero Sette Silva, Eng. Revisão 2 8 3 A utilização correta de drivers e tweeters não só implica no uso de divisores de freqüência

Leia mais

Tipos de Medidores MEDIDOR NÃO-INTEGRATIVO CC

Tipos de Medidores MEDIDOR NÃO-INTEGRATIVO CC Tipos de Medidores Medidor não-integrativo; Medidor integrativo; Medidor do valor médio retificado; Medidor de valor de pico; Medidor de valor eficaz. MEDIDOR NÃO-INTEGRATIVO CC Processa o sinal CC sem

Leia mais

MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY Introdução ao Laboratório Eletrônico: 6.071 Laboratório 2: Componentes Passivos. 3º Trimestre de 2002

MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY Introdução ao Laboratório Eletrônico: 6.071 Laboratório 2: Componentes Passivos. 3º Trimestre de 2002 MASSACHUSETTS INSTITUTE OF TECHNOLOGY Introdução ao Laboratório Eletrônico: 6.071 Laboratório 2: Componentes Passivos 1 Exercícios Pré-Laboratório Semana 1 1.1 Filtro RC 3º Trimestre de 2002 Figura 1:

Leia mais

Introdução AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO. No domínio do tempo. No domínio da freqüência. Função de transferência. Módulo e fase da função de transferência

Introdução AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO. No domínio do tempo. No domínio da freqüência. Função de transferência. Módulo e fase da função de transferência AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO Introdução Introdução Análise no domínio do tempo Resposta ao degrau Resposta à rampa Aula anterior Resposta à parábola Análise no domínio da freqüência Diagramas de Bode Diagrama

Leia mais

CADERNOS DE INFORMÁTICA Nº 1. Fundamentos de Informática I - Word 2010. Sumário

CADERNOS DE INFORMÁTICA Nº 1. Fundamentos de Informática I - Word 2010. Sumário CADERNO DE INFORMÁTICA FACITA Faculdade de Itápolis Aplicativos Editores de Texto WORD 2007/2010 Sumário Editor de texto... 3 Iniciando Microsoft Word... 4 Fichários:... 4 Atalhos... 5 Área de Trabalho:

Leia mais

Sociedade de Engenharia de Áudio Artigo de Convenção Apresentado na XV Convenção Nacional

Sociedade de Engenharia de Áudio Artigo de Convenção Apresentado na XV Convenção Nacional Sociedade de Engenharia de Áudio Artigo de Convenção Apresentado na XV Convenção Nacional 17 a 19 de Maio de 2011, São Paulo, SP Este artigo foi reproduzido do original entregue pelo autor, sem edições,

Leia mais

DETECTORES AUTOMÁTICOS DE FUMAÇA ENSAIO DE SENSIBILIDADE

DETECTORES AUTOMÁTICOS DE FUMAÇA ENSAIO DE SENSIBILIDADE ENQUALAB-2008 Congresso da Qualidade em Metrologia Rede Metrológica do Estado de São Paulo REMESP 09 a 12 de junho de 2008, São Paulo, Brasil DETECTORES AUTOMÁTICOS DE FUMAÇA ENSAIO DE SENSIBILIDADE Alex

Leia mais

Aula prática Como utilizar um multímetro

Aula prática Como utilizar um multímetro Aula prática Como utilizar um multímetro Definição Como o próprio nome sugere, é um equipamento que pode ser utilizado para a realização de diversas medidas, dentre as principais temos: Tensão (alternada

Leia mais

Questão 3: Um resistor de 10Ω é alimentado por uma tensão contínua de 50V. A potência dissipada pelo resistor é:

Questão 3: Um resistor de 10Ω é alimentado por uma tensão contínua de 50V. A potência dissipada pelo resistor é: Questão 1: Dois resistores de 1Ω e 2Ω, conectados em série, são alimentados por uma fonte de tensão contínua de 6V. A tensão sobre o resistor de 2Ω é: a) 15V. b) 2V. c) 4V. d) 5V. e) 55V. Questão 2:A resistência

Leia mais

CAPÍTULO 08/ MÓDULO 01: ONDAS.

CAPÍTULO 08/ MÓDULO 01: ONDAS. FÍSICA PROF. HELTON CAPÍTULO 08/ MÓDULO 01: ONDAS. MOVIMENTO PERIÓDICO Um fenômeno é periódico quando se repete identicamente em intervalos de tempos iguais. Exemplos: DEFINIÇÕES: Amplitude: distância

Leia mais

Amplificadores, Falantes, Caixas Acústicas e uma tal de Impedância Parte 1

Amplificadores, Falantes, Caixas Acústicas e uma tal de Impedância Parte 1 Amplificadores, Falantes, Caixas Acústicas e uma tal de Impedância Parte 1 Autor: Fernando Antônio Bersan Pinheiro Um dos trabalhos do operador de som é tirar o máximo proveito do seu sistema de sonorização,

Leia mais

TECLADO. (aula 1) O Teclado é um instrumento musical eletrônico, composto por teclas onde simulam sons de forma digital! Origem do Instrumento

TECLADO. (aula 1) O Teclado é um instrumento musical eletrônico, composto por teclas onde simulam sons de forma digital! Origem do Instrumento TECLADO (aula 1) O Teclado é um instrumento musical eletrônico, composto por teclas onde simulam sons de forma digital! Origem do Instrumento O Piano e o Órgão são os instrumentos musicais mais tradicionais

Leia mais

Cotagem de elementos

Cotagem de elementos Cotagem de elementos Introdução Na aula anterior você estudou algumas regras para cotagem e aprendeu como indicar as cotas básicas da peça. Mas, só com essas cotas, não é possível produzir peças que tenham

Leia mais

Sensores e Atuadores (2)

Sensores e Atuadores (2) (2) 4º Engenharia de Controle e Automação FACIT / 2009 Prof. Maurílio J. Inácio Atuadores São componentes que convertem energia elétrica, hidráulica ou pneumática em energia mecânica. Através dos sistemas

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS AVANÇADOS DO EXCEL EM FINANÇAS (PARTE II): ATINGIR META E SOLVER

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS AVANÇADOS DO EXCEL EM FINANÇAS (PARTE II): ATINGIR META E SOLVER UTILIZAÇÃO DE RECURSOS AVANÇADOS DO EXCEL EM FINANÇAS (PARTE II): ATINGIR META E SOLVER! Planilha entregue para a resolução de exercícios! Quando usar o Atingir Meta e quando usar o Solver Autor: Francisco

Leia mais

LABORATÓRIO DE ELETROTÉCNICA GERAL I EXPERIÊNCIA: ENERGIA, POTÊNCIA E FATOR DE POTÊNCIA (EP)

LABORATÓRIO DE ELETROTÉCNICA GERAL I EXPERIÊNCIA: ENERGIA, POTÊNCIA E FATOR DE POTÊNCIA (EP) LABORATÓRIO DE ELETROTÉCNICA GERAL I EXPERIÊNCIA: ENERGIA, POTÊNCIA E FATOR DE POTÊNCIA (EP) NOTA RELATÓRIO -.... Grupo:............ Professor:...Data:... Objetivo:............ 1 - Considerações gerais

Leia mais

Os gráficos estão na vida

Os gráficos estão na vida Os gráficos estão na vida A UUL AL A Nas Aulas 8, 9 e 28 deste curso você já se familiarizou com o estudo de gráficos. A Aula 8 introduziu essa importante ferramenta da Matemática. A Aula 9 foi dedicada

Leia mais

Introdução. Tipos de Válvulas. Eletropneumática Válvulas de Controle Direcional. Válvulas de Controle Direcionais. Fabricio Bertholi Dias

Introdução. Tipos de Válvulas. Eletropneumática Válvulas de Controle Direcional. Válvulas de Controle Direcionais. Fabricio Bertholi Dias Introdução Eletropneumática Válvulas de Controle Direcional Fabricio Bertholi Dias Os elementos pneumáticos podem ser subdividido em: Elementos de trabalho; Elementos de comando; Elementos de sinais. Todos

Leia mais

Álgebra. SeM MiSTéRio

Álgebra. SeM MiSTéRio Álgebra SeM MiSTéRio Série SeM MiSTéRio Alemão Sem Mistério Álgebra Sem Mistério Cálculo Sem Mistério Conversação em Alemão Sem Mistério Conversação em Espanhol Sem Mistério Conversação em Francês Sem

Leia mais

DIAGRAMA DE BLOCOS DE UMA FONTE DE TENSÃO

DIAGRAMA DE BLOCOS DE UMA FONTE DE TENSÃO DIAGRAMA DE BLOCOS DE UMA FONTE DE TENSÃO Essa deficiência presente nos retificadores é resolvida pelo emprego de um filtro Essa deficiência presente nos retificadores é resolvida pelo emprego de um filtro

Leia mais

1 - Formas de ondas alternadas senoidais

1 - Formas de ondas alternadas senoidais 1 - Formas de ondas alternadas senoidais OBJETIVOS Familiarizar-se com as características de uma forma de onda senoidal, incluindo seu formato geral, valor médio e valor eficaz. Ser capaz de determinar

Leia mais

Blindar ou não blindar?

Blindar ou não blindar? ATERRAMENTO Blindar ou não blindar? 56 RTI MAR 2008 Paulo Marin, da Paulo Marin Consultoria Existem diversas técnicas para minimizar os efeitos da interferência eletromagnética sobre a transmissão de sinais

Leia mais

Tecnologia GreenTech EC

Tecnologia GreenTech EC Tecnologia GreenTech EC Benefícios econômicos alcançados pela comutação eletrônica A escolha dos Engenheiros Não desligue o seu ventilador, controle-o de forma inteligente! Aqui está um exemplo prático

Leia mais

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 13/06/2010

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 13/06/2010 Questão 21 Conhecimentos Específicos - Técnico em Eletrônica Calcule a tensão Vo no circuito ilustrado na figura ao lado. A. 1 V. B. 10 V. C. 5 V. D. 15 V. Questão 22 Conhecimentos Específicos - Técnico

Leia mais

Tal como no caso dos filtros passivos, os filtros ativos de 1 a ordem só produzem resposta passa-baixa ou passa-alta, com apenas um capacitor.

Tal como no caso dos filtros passivos, os filtros ativos de 1 a ordem só produzem resposta passa-baixa ou passa-alta, com apenas um capacitor. FILTOS ATIVOS FILTOS ATIVOS DE a ODEM Tal como no caso dos filtros passivos, os filtros ativos de a ordem só produzem resposta passa-baixa ou passa-alta, com apenas um capacitor. Filtros passa-banda ou

Leia mais

Energia Eólica. Atividade de Aprendizagem 3. Eixo(s) temático(s) Ciência e tecnologia / vida e ambiente

Energia Eólica. Atividade de Aprendizagem 3. Eixo(s) temático(s) Ciência e tecnologia / vida e ambiente Energia Eólica Eixo(s) temático(s) Ciência e tecnologia / vida e ambiente Tema Eletricidade / usos da energia / uso dos recursos naturais Conteúdos Energia eólica / obtenção de energia e problemas ambientais

Leia mais

Freqüência dos sons audíveis: entre 20Hz (infra-sônica) e 20.000Hz (ultra-sônica, audíveis para muitos animais).

Freqüência dos sons audíveis: entre 20Hz (infra-sônica) e 20.000Hz (ultra-sônica, audíveis para muitos animais). Ondas Sonoras: - São ondas longitudinais de pressão, que se propagam no ar ou em outros meios. - Têm origem mecânica, pois são produzidas por deformação em um meio elástico. - As ondas sonoras não se propagam

Leia mais

Componentes Eletrônicos. Resistores, Capacitores e Indutores J.R.Kaschny (2013)

Componentes Eletrônicos. Resistores, Capacitores e Indutores J.R.Kaschny (2013) Componentes Eletrônicos Resistores, Capacitores e Indutores J.R.Kaschny (2013) Resistores Símbolos comuns: Fixos Variáveis Potenciômetros Tipos usuais: Parâmetros relevantes: Modelo realístico: Fixos fio,

Leia mais

Trabalho sobre No-breaks

Trabalho sobre No-breaks Trabalho sobre No-breaks Grupo: Leandro Porto Cristiano Porto Diego Martins Diogo Rubin Os nobreaks protegem os equipamentos contra quatro problemas principais causados pela variação da energia elétrica.

Leia mais

PROCESSO SELETIVO 2006 QUESTÕES OBJETIVAS

PROCESSO SELETIVO 2006 QUESTÕES OBJETIVAS 3 PROCESSO SELETIVO 006 QUESTÕES OBJETIVAS FÍSICA 0 - Um trem de passageiros executa viagens entre algumas estações. Durante uma dessas viagens, um passageiro anotou a posição do trem e o instante de tempo

Leia mais

UM CURSO BÁSICO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS COM UM ENFOQUE DE ENGENHARIA DE SISTEMAS

UM CURSO BÁSICO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS COM UM ENFOQUE DE ENGENHARIA DE SISTEMAS UM CURSO BÁSICO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS COM UM ENFOQUE DE ENGENHARIA DE SISTEMAS Karl Heinz Kienitz [email protected] Instituto Tecnológico de Aeronáutica, Divisão de Engenharia Eletrônica. Praça Marechal

Leia mais

1 Esfera de aço 1 Transitor BC547

1 Esfera de aço 1 Transitor BC547 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO VICENTE DO SUL ROTEIRO DE MONTAGEM DA ATIVIDADE DE AQUISIÇÃO AUTOMÁTICA DE DADOS REOMETRIA DE FLUIDOS NEWTONIANOS PROFESSOR RAFHAEL BRUM WERLANG 1.0 OBJETIVO

Leia mais

PRINCÍPIOS DA CORRENTE ALTERNADA PARTE 1. Adrielle C. Santana

PRINCÍPIOS DA CORRENTE ALTERNADA PARTE 1. Adrielle C. Santana PRINCÍPIOS DA CORRENTE ALTERNADA PARTE 1 Adrielle C. Santana Vantagem da Corrente Alternada O uso da corrente contínua tem suas vantagens, como por exemplo, a facilidade de controle de velocidade de motores

Leia mais

Obs.: No FET de canal P invertem-se camadas semicondutores N e P

Obs.: No FET de canal P invertem-se camadas semicondutores N e P FET - TRANSISTORES DE EFEITO DE CAMPO Os transistores de Efeito de Campo, JFET e MOSFET's, tem como características básicas e controle de uma corrente por um campo elétrico aplicado. A corrente flui entre

Leia mais

Filtros Prof. Eng Luiz Antonio Vargas Pinto

Filtros Prof. Eng Luiz Antonio Vargas Pinto Filtros Prof. Eng Luiz Antonio Vargas Pinto Passivos e Ativos Passivos São associações elétrica que respondem a variação de freqüência, podendo produzir resultados satisfatórios em eliminar ou apenas filtrar

Leia mais

Que indicadores comerciais devo medir?

Que indicadores comerciais devo medir? Que indicadores comerciais devo medir? Neste artigo vamos falar sobre o modelo ARPM, criado para direcionar a criação e definição de indicadores de venda. Outro problema que enfrentamos em muitos projetos

Leia mais

Um especialista em manutenção preditiva

Um especialista em manutenção preditiva Análise de vibrações A UU L AL A Um especialista em manutenção preditiva foi chamado para monitorar uma máquina em uma empresa. Ele colocou sensores em pontos estratégicos da máquina e coletou, em um registrador,

Leia mais

EA616B Análise Linear de Sistemas Resposta em Frequência

EA616B Análise Linear de Sistemas Resposta em Frequência EA616B Análise Linear de Sistemas Resposta em Frequência Prof. Pedro L. D. Peres Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação Universidade Estadual de Campinas 2 o Semestre 2013 Resposta em Frequência

Leia mais

Aula 19. Conversão AD e DA Técnicas

Aula 19. Conversão AD e DA Técnicas Aula 19 Conversão AD e DA Técnicas Introdução As características mais importantes dos conversores AD e DA são o tempo de conversão, a taxa de conversão, que indicam quantas vezes o sinal analógico ou digital

Leia mais

3 Configurações para realização do transformador de impedância em linha de transmissão planar 3.1.Introdução

3 Configurações para realização do transformador de impedância em linha de transmissão planar 3.1.Introdução 3 Configurações para realização do transformador de impedância em linha de 3.1.Introdução Neste capítulo serão apresentadas diversas configurações que possibil itam a realização do transformador de impedância

Leia mais

O que caracteriza um som?

O que caracteriza um som? O que caracteriza um som? As características de uma onda sonora são conectadas com os conceitos físicos originários da observação de Fenômenos Periódicos, tal como o Movimento Circular Uniforme (MCU) e

Leia mais

Transdução de Grandezas Biomédicas

Transdução de Grandezas Biomédicas Transdução de Grandezas Biomédicas Aula 05 Mestrado em Eng. Biomédica Docente: > Marcelino M. de Andrade A Aula! Condicionadores de Sinais A grande variedade de sensores necessária para transformar um

Leia mais

Você sabia que, por terem uma visão quase. nula, os morcegos se orientam pelo ultra-som?

Você sabia que, por terem uma visão quase. nula, os morcegos se orientam pelo ultra-som? A U A UL LA Ultra-som Introdução Você sabia que, por terem uma visão quase nula, os morcegos se orientam pelo ultra-som? Eles emitem ondas ultra-sônicas e quando recebem o eco de retorno são capazes de

Leia mais

PARADOXO DA REALIZAÇÃO DE TRABALHO PELA FORÇA MAGNÉTICA

PARADOXO DA REALIZAÇÃO DE TRABALHO PELA FORÇA MAGNÉTICA PARADOXO DA REALIZAÇÃO DE TRABALHO PELA FORÇA MAGNÉTICA Marcelo da S. VIEIRA 1, Elder Eldervitch C. de OLIVEIRA 2, Pedro Carlos de Assis JÚNIOR 3,Christianne Vitor da SILVA 4, Félix Miguel de Oliveira

Leia mais

Prof. Daniel Hasse. Multimídia e Hipermídia

Prof. Daniel Hasse. Multimídia e Hipermídia Prof. Daniel Hasse Multimídia e Hipermídia AULA 02 Agenda: Algoritmos de Codificação/Decodificação; Codec de Áudio. Atividade complementar. Algoritmos de Codificação/Decodificação - Comunicação tempo real,

Leia mais

Comunicação de Dados. Aula 4 Conversão de Sinais Analógicos em digitais e tipos de transmissão

Comunicação de Dados. Aula 4 Conversão de Sinais Analógicos em digitais e tipos de transmissão Comunicação de Dados Aula 4 Conversão de Sinais Analógicos em digitais e tipos de transmissão Sumário Amostragem Pulse Amplitude Modulation Pulse Code Modulation Taxa de amostragem Modos de Transmissão

Leia mais

Indicamos inicialmente os números de cada item do questionário e, em seguida, apresentamos os dados com os comentários dos alunos.

Indicamos inicialmente os números de cada item do questionário e, em seguida, apresentamos os dados com os comentários dos alunos. Os dados e resultados abaixo se referem ao preenchimento do questionário Das Práticas de Ensino na percepção de estudantes de Licenciaturas da UFSJ por dez estudantes do curso de Licenciatura Plena em

Leia mais

OBJETIVO VISÃO GERAL SUAS ANOTAÇÕES

OBJETIVO VISÃO GERAL SUAS ANOTAÇÕES OBJETIVO Assegurar a satisfação do cliente no pós-venda, desenvolvendo um relacionamento duradouro entre o vendedor e o cliente, além de conseguir indicações através de um sistema de follow-up (acompanhamento).

Leia mais

4 PARÂMETROS DINÂMICOS

4 PARÂMETROS DINÂMICOS 4 PARÂMETROS DINÂMICOS Nesta experiência iremos medir os parâmetros do amp op que podem prejudicar o desempenho dos circuitos em alta freqüência. Os dois parâmetros Produto Ganho-Largura de Banda GBP (também

Leia mais

Painel 4 Diretrizes para um novo Projeto de Lei sobre Ruído Urbano. Marcelo de Mello Aquilino

Painel 4 Diretrizes para um novo Projeto de Lei sobre Ruído Urbano. Marcelo de Mello Aquilino Painel 4 Diretrizes para um novo Projeto de Lei sobre Ruído Urbano Aspectos técnicos para a elaboração de PLs relativos à: Ruído; Vibração e Perturbação Sonora. Marcelo de Mello Aquilino Temas que tratamos

Leia mais

Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação FEEC Universidade Estadual de Campinas Unicamp EE531 LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA BÁSICA I EXPERIÊNCIA 2

Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação FEEC Universidade Estadual de Campinas Unicamp EE531 LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA BÁSICA I EXPERIÊNCIA 2 Faculdade de ngenharia létrica e de Computação FC Universidade stadual de Campinas Unicamp 531 LABORATÓRIO D LTRÔNICA BÁSICA I XPRIÊNCIA 2 TRANSISTOR BIPOLAR Prof. Lee Luan Ling 1 o SMSTR D 2010 1 Objetivo:

Leia mais

REPRESENTAÇÃO DE DADOS EM SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO AULA 03 Arquitetura de Computadores Gil Eduardo de Andrade

REPRESENTAÇÃO DE DADOS EM SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO AULA 03 Arquitetura de Computadores Gil Eduardo de Andrade REPRESENTAÇÃO DE DADOS EM SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO AULA 03 Arquitetura de Computadores Gil Eduardo de Andrade O conteúdo deste documento é baseado no livro Princípios Básicos de Arquitetura e Organização

Leia mais

Tecnologia de faixa para falha

Tecnologia de faixa para falha Tecnologia de faixa para falha Por Tom Bell e John Nankivell Índice 1. Introdução 1 2. Equipamento de teste / processo de teste de PIM existente 2 3. Nova análise de RTF / limitações técnicas 3 4. Fluxograma

Leia mais

Objetivos, conteúdo e estruturação do Curso de Hebraico Bíblico (módulo 1)

Objetivos, conteúdo e estruturação do Curso de Hebraico Bíblico (módulo 1) Objetivos, conteúdo e estruturação do Curso de Hebraico Bíblico ( 1) 1) Objetivos 1.1) Apresentar as diferenças básicas entre os idiomas português e hebraico. 1.2) Apresentar alguns estilos de escrita

Leia mais

Comunicação Analógica I DIDATEC UTT1

Comunicação Analógica I DIDATEC UTT1 Comunicação Analógica I DIDATEC UTT1 Wander Rodrigues CEFET MG 2013 1 SUMÁRIO Introdução 5 Regras de Segurança 6 Lição 900: Atenuadores 7 900.1 Noções Teóricas 900.2 Exercícios 900.2.1 Medida da Atenuação

Leia mais

Dist. da linha saída à 1ª barreira

Dist. da linha saída à 1ª barreira TÉCNICA DAS CORRIDAS COM BARREIRAS Antes de mais nada podemos dizer que as corridas com barreiras são provas de velocidade rasa porque, muito embora o barreiristas se depare com uma série de barreiras

Leia mais

21-12-2015. Sumário. Comunicações. O som uma onda mecânica longitudinal

21-12-2015. Sumário. Comunicações. O som uma onda mecânica longitudinal 24/11/2015 Sumário UNIDADE TEMÁTICA 2. 1.2 - O som uma onda mecânica longitudinal. - Produção e propagação de um sinal sonoro. - Som como onda mecânica. - Propagação de um som harmónico. - Propriedades

Leia mais

Experimento 2 Gerador de funções e osciloscópio

Experimento 2 Gerador de funções e osciloscópio Experimento 2 Gerador de funções e osciloscópio 1. OBJETIVO O objetivo desta aula é introduzir e preparar o estudante para o uso de dois instrumentos muito importantes no curso: o gerador de funções e

Leia mais

Diagrama de fluxo de dados na Plataforma Vicon SAGA. Terminologias de bancos de dados: Banco de Dados, Tabela, Campos, Registros

Diagrama de fluxo de dados na Plataforma Vicon SAGA. Terminologias de bancos de dados: Banco de Dados, Tabela, Campos, Registros Exercício Objetivo Aplicativo Exercício para ambientação com Sistemas de Informação e Bancos de Dados. O usuário criará modelará um banco de dados aplicado ao contexto de desastres; realizará cadastros

Leia mais

9º ENTEC Encontro de Tecnologia: 23 a 28 de novembro de 2015

9º ENTEC Encontro de Tecnologia: 23 a 28 de novembro de 2015 ANÁLISE DE DISTORÇÕES HARMÔNICAS Michelle Borges de Oliveira¹; Márcio Aparecido Arruda² ¹Universidade de Uberaba, Uberaba Minas Gerais ²Universidade de Uberaba, Uberaba Minas Gerais [email protected];

Leia mais

Considerações sobre redimensionamento de motores elétricos de indução

Considerações sobre redimensionamento de motores elétricos de indução Considerações sobre redimensionamento de motores elétricos de indução Artigo publicado na revista Lumiere Electric edição nº 166 Aplicações de investimentos dentro das empresas sempre são questionadas

Leia mais

1. Introdução. 1.1 Contextualização do problema e questão-problema

1. Introdução. 1.1 Contextualização do problema e questão-problema 1. Introdução 1.1 Contextualização do problema e questão-problema A indústria de seguros no mundo é considerada uma das mais importantes tanto do ponto de vista econômico como do ponto de vista social.

Leia mais

Matemática III. IFRS Campus Rio Grande

Matemática III. IFRS Campus Rio Grande 1.31. Introdução à Matemática Financeira Uma das aplicações das sequências é a Matemática Financeira. odemos associar os dois sistemas monetários com nossas As e Gs! O sistema de juros simples é associado

Leia mais