DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO."

Transcrição

1 DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO. Obra : EMBRAPA, Monte Alegre do Sul. Referente: Ao contrato n.ocs-spm n 085/2008. Assunto: Projeto de construção de tanques e respectivo sistema hidráulico. I Dados do projeto, fornecido- I.1 Fonte alimentadora tanque com 6.597,67m², que é abastecido canal e ou tubulação com águas proveniente do rio MOGI. I.2 Cota de nível da fonte alimentadora 731,06m. I.3 Espelho d água estabelecida para cada tanque 330,00 m². I.4 Traçado em reta do trajeto da água, desconsiderando o relevo. I.5 - Utilização de canais para conduzir a água. II Dado técnico por imposição de contrato- II.1 - Vazão de alimentação para o canal, mínima de 8 litros/s. II.2 Vazão de alimentação para cada um dos 10 tanques, mínima de 8 litros/s. III Dados assimilados na reunião de 24 de junho e 06 de Julho/08 III. 1 - Possibilidade de elevação da cota da fonte alimentadora. III. 2 - Que os tanques tenham a propriedade de servirem-se por vasos comunicantes. III. 3 Sistema de alimentação por meio de tubulação. III. 4 Sistema de drenagem por meio de tubulação articulada. III. 5 Possibilidade de ampliação do sistema. III. 6 - Carga e recarga de cada tanque de no mínimo 2 vezes ao dia. III. 7 - Sistema de captação oferecendo duas alternativas, água de fundo e água de superfície, para abastecimento dos tanques. 1

2 IV Fonte dos procedimentos técnicos utilizados. IV.1 - Ministério do Meio Ambiente e da Amazônia Legal Instituto Brasileiro do Meio Ambiente dos Recursos Naturais Renováveis *Manual de Piscicultura Tropical. de Carlos Eduardo Martins de Proença e Paulo Roberto Leal Bittencourt. IV.2 - IV.3 - PISCICULTURA DE ÁGUA DOCE de Newton Castagnolli. PROJETO DE CANAIS Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica Eng. José Rodolfo AS. Martins Eng. Francisco M. Fadiga Jr. V Analise dos dados pertinentes, para o desenvolvimento do trabalho. Tendo como premissa a recarga dos tanques conforme dados acrescentados na ultima reunião, passamos a estabelecer inicialmente: O tubo de abastecimento e recarga para cada unidade de tanque. O canal principal para 10 tanques sem comprometer a fonte. O canal secundário suprindo a bateria de 5 tanques. VI Cálculo dos tubos de abastecimento dos tanques. 0,35m VI.1 - Condicionamos dos dados abaixo. V.1.1- Da cota de nível do canal ao eixo da tomada do tubo= V.1.2- Do comprimento do tubo, máximo = 2,20m- VI.2 Vazão de alimentação de cada lago. Q = μ x S 2 g H na unidade (m3 / s) 0, Ø 4 Ø 3 9,81 Onde: Q = vazão. S = área da seção do tubo. = 0, g = aceleração da gravidade. = H = desnível = 0,45 2

3 μ = coeficiente de descarga. (Tabela). = 0,65 Logo teremos: Q = 0,73 x 0, x 9,81x 0,35 0,67 x 0,00453 Q = 0,01501 m³/s 0,00831 Q = 15,01 litros/s 8,31 litros/s abastecimento VI.3 Verificação quanto a procedimentos de manuseio. VI.3.1- Volume necessário para cada tanque. Temos: Área se superfície = 330 m² Vazão de alimentação = 8 litros m² Logo : 330 m² - X m² - 8 litros s. *Temos para cada unidade de tanque a necessidade mínima para o seu como sendo 0,26 litros segundo. VI.3.2 Verificação propriamente dita. 0,26 litros s (necessários) VI.4 Tempo mínimo p/ encher uma unidade de tanque segundo Vazão de recarga. VI.4.1. Calculo do volume máximo de cada tanque de: -Área de superfície- As = 330,00m². -Área de fundo- Af = 73,00m². -profundidade- Pf ~ 1,80m. Volume = [(As + Af) / 2] x Pf = V = [(330,00+73,00)/ 2] x 1,80 = V = 362,70m³. VI.4.2. Aferição do tempo para condições ideais. Temos: tubulação de 4 vazão máxima de 15,01 litros/s 0,01419 m³/s logo. Q = 14,19 litros/s corresponde a 3

4 Q = V / T segundos. implica em - T = V /Q T = 362,70 m³/ 0,01501 m³/s T = ,89 segundos. T = 402,73 minutos. T = 6 horas, 42 minutos e 44 NOTA:- O tubo proporciona encher ou recarregar mais de 3x ao dia. VII Cálculo da capacidade de alimentação dos canais segundo seção imposta. concreto. 0,005) Bazin a abastecer: segundo litros/segundo. VII.1 - Condicionamos a forma e o desnível. V Seção de menor custo e manuseio, meia cana de V Declividade mínima de 0,2% e máxima de 0,5%. (0,002 e V.1.3 Imposição de 1 3 da altura livre da meia cana do canal. V Consideramos para o coeficiente aplicado a formula de classe de material: -MAU- VII.2 - Balizamos a vazão mínima que se faz necessária para V O conjunto de 10 tanques de 330 m² cada. temospara 1 ha = 10.00m² a vazão mínima de 8 a 10 litros/ (10) logo: m² - 8 litro/segundo m² - X (10) temos X8 = 8 x X8 = 2,64 à X10 = 3, V.2.2 O conjunto de 5 tanques de 330 m² cada. 4

5 segundo litros/segundo. kadu Engenharia e Construtora Ltda. tb temos para 1 ha = 10.00m² a vazão mínima de 8 a 10 litros/ (10) logo: m² - 8 litro/segundo m² - Y temos Y8 = 8 x Y8 = 1,32 à Y10 = 1, NOTA:- para cada tanque, mínima 0,265 à 0,33 l/s VII.3 - Calculo considerando a seção do Anexo -03- seção -E- VII.3.1 Dados da seção: (meia cana Ø 50 cm.) Área úmida. - Au = [( D²) / 4 ] [ (D +d ) x R/3] 2 2 onde: D = 50 cm largura. d = 47,10 cm largura da lâmina d água. logo: Au= [(3,14 x 0,50²)/4] [(0,50 + 0,471) x 0,083] 2 2 Au = 0,0578m². Raio hidráulico. Rh = (área úmida) / ( perímetro úmido). Rh = {( 0,0578 ) / [0, (2 x 0,085)]}. Rh = 0,0941m =0,5% E 0,2% parede. VII.3.2 Chegamos a Velocidade de escoamento com ( I ) Formula de Bazin: V = 87 x Rh x I 1 + µ Rh onde: V = velocidade média (m/s). Rh = raio hidráulico. I = declividade em (m/m). µ = coeficiente que depende da natureza da x ( I ) 1 + 0,55 0,0941 Logo: V = 0,6756 m/s (P/ 0,5%) V = 0,4273 m/s (P/ 0,2%) temos: V = 87 x 0,0941 5

6 0,26 l/s com : VII.3.3 Chegamos a vazão pela: Formula: Q = V x Ac Temos: Q = 0,6756x 0,0578m². Q = 0,4273x 0,0578m². Logo: Q = 0,03905 m³/s Q = 0,02469 m³/s (P/ 0,2%) Adotamos Q = 39,05 litros / s (P/ 0,5%) VII.3.4 Verificação para avaliarmos a vazão para dois canais Q = 39,05 litros/segundo /2= 19,52> 14,19 Q (disponível fica) =19,52-14,19 = 5,33 > 4 x Recarga de 1, manutenção de 4 e descarte de 4,29 l/s VII.4 - Calculo considerando a seção do Anexo -02- seção -C- VII.4.1 Dados da seção: (meia cana Ø 40cm). Área úmida. - Au = [( D²) / 4 ] [ (D +d ) x R/3] 2 2 onde: D = 40 cm largura. R = D /2 = 20 cm. d = 37,60 cm largura da lâmina d água. logo: Au= [{3,14 x 0,40²)/4] [(0,40 + 0,376) x 0,067] 2 2 Au = 0,0368m². =0,5% E 0,2% parede. Raio hidráulico. Rh = (área úmida) / ( perímetro úmido). Rh = {( 0,0368 ) / [0,6285- (2 x 0,068)]}. Rh = 0,0368 / 0,492 Rh = 0,0748m VII.4.2 Chegamos a Velocidade de escoamento com ( I ) Formula de Bazin: V = 87 x Rh x I 1 + µ Rh onde: V = velocidade média (m/s). Rh = raio hidráulico. I = declividade em (m/m). µ = coeficiente que depende da natureza da 6

7 x ( I ) 1 + 0,55 0,0748 Logo: V = 0,5578 m/s (P/ 0,5%) V = 0,3563 m/s (P/ 0,2%) kadu Engenharia e Construtora Ltda. temos: V = 87 x 0,0748 VII.4.3 Chegamos a vazão pela: Formula: Q = V x Ac Temos: Logo: Q = 0,5588x 0,0368m². Q = 0,3534x 0,0368m². Q = 0,02053 m³/s Q = 20,53 litros / s (P/ 0,5%) Q = 13,00 litros / s (P/ 0,2%) VII.4.4 Verificação para 5 tanques. Q =23,22 litros / segundo > 19,52 litros/segundo, Quer dizer que temos excesso de área p/ mais 3,70 litros/segundo VII.5 - Calculo considerando a seção do Anexo -02- seção -B- V.5.1 Dados da seção: (meia cana de Ø 30cm). Área - Au = [( D²) / 4 ] [ (D +d ) x R/3] 2 2 onde: D = 30 cm largura. R = D /2 = 15 cm. d = 28,3 cm largura da lâmina d água. logo: Au = [{3,14 x 0,30²)/4] [(0,30 + 0,283) x 0,05] 2 2 Au = 0,02074m². Raio hidráulico Rh = (área úmida) / ( perímetro úmido). Rh = {( 0,02074 ) / [0,47- (2 x 0,051)]}. Rh = 0,02074 / 0,368 Rh = 0,05635m =0,5% E 0,2% VII.5.2 Chegamos a Velocidade de escoamento com ( I ) Formula de Bazin: V = 87 x Rh x I 1 + µ Rh onde: V = velocidade média (m/s). Rh = raio hidráulico. 7

8 parede. 0,05635 x 0,005 kadu Engenharia e Construtora Ltda. I = declividade em (m/m). µ = coeficiente que depende da natureza da 1 + 0,55 0,05635 Logo: V = 0,4402 m/s P/ I =0,5% V = 0,2782 m/s P/ I =0,2% temos: V = 87 x VII.5.3 Chegamos a vazão pela: Formula: Q = V x Ac Temos: Logo: Q = 0,4402 x 0,02074m². Q = 0,00913m³/s Q = 9,13 litros / s P/ I =0,5% Q = 5,81 litros / s P/ I =0,2% VII.5.4 Verificação para atender a vazão de 19,52 litros/segundo Q =9,13 litros / segundo < 19,52 litros/segundo *não atende as necessidades. VIII DIMENCIONAMENTO DO SISTEMA DRENANTE DOS TANQUES. VIII.1 - A tabela 7- Diâmetro da tubulação de drenagem de um viveiro. Alvitra para viveiros de área menor que 400 m² a tubulação de diâmetro de drenagem de 10cm à 15cm. Declividade de 0,5 à 1% adotamos tubo de 10cm- 4 - de seção = 0,00785m² VIII.2 Cálculo do volume de água de cada tanque de 330m². temos: -Área de superfície- As = 330,00m². -Área de fundo- Af = 73,00m². -profundidade- Pf ~ 1,80m. onde: Volume = [(As + Af) / 2] x Pf = V = [(330,00+73,00)/ 2] x 1,80 = V = 362,70m³. VIII.3 Cálculo da vazão. temos a fórmula- Q= C.S 2gh (m³/s) onde: C= coeficiente de descarga- (empiricamente=0,88) 8

9 S= área da seção transversal do tubo. g= aceleração da gravidade- (9,8m/s) h= desnível entre o nível máximo a montante e a jusante. logo- Q= 0,88x0,00785m² 2 X 9,8m/s x 2,00m Q = 0,04325 m³/s VIII.4- Tempo de escoamento de um tanque. temos: Q= V/T logo- T = V/Q T = 362,70 m³ / 0,04325 m³/s T= 8.386s. T = 2 horas e 19 minutos e 46 segundos. VIII.5- Verificação da cota de fundo do trecho mais desfavorável, término da escada hidráulica comparando-a com a do Rio apresentadas no PROJETO TOPOGRAFICO. Temos: no desaguar do RIO a 726,57m. A aferida no valor de 727,57m. Diferença de 1,00m - considerada por este signatário como satisfatória, aceitando o regime das águas nas enchentes habituas. IX. ANÁLISE DO SISTEMA HIDRÁULICO. Temos a apreciar e aferir pelos cálculos de dimensionamento dos canais, tubulação de abastecimento e de descarga, a condição favorável pela imposição das medidas vindas de produtos existentes no mercado e de prática e fácil reposição. Capacidade do canal de 50 cm. Declividade 0,05% Q= 39,05 l/s Declividade 0,02% Q= 24,69 l/s Capacidade do cabal de 40 cm. Declividade 0,05% Q= 20,53 l/s Declividade 0,02% Q= 13,00 l/s Capacidade do canal de 30 cm. Declividade 0,05% Declividade 0,02% Q= 9,13 l/s Q= 5,81 l/s Capacidade do tubo de abast. de 4 Q= 14,19 l/ s Capacidade do DRENO de 4 Q= 43,25 l/s 9

10 -Partimos da premissa, a vazão disponível no canal principal esteja para atender a demanda dos 10 tanques do projeto. A água tem origem vinda do tanque existente com sua cota projetada a ser elevada em 30 cm. Conduz o liquido até o ponto de desemboque na caixa de derivação (D-1). Temos : Vazão máxima ~ Q= 39,00 l/s. -A caixa de derivação oferece condições de atender em 50% cada um dos dois canais que alimentam 5 tanques cada. Logo: Vazão máxima ~ QM= 19,50 l/s. Valor bem próximo a capacidade da meia cana de 40cm., com sobra na ordem de 1 l/s. -Temos a Tubo de abastecimento com o potencial de fornecer até 14,19 l/s, que é atendida no primeiro tanque com vazão disponível de 19,50 l/s Sendo maior a vazão ofertada que há consumida na recarga de um dos cincos tanques atendidos pelo canal secundário. Logo para os demais tanques teremos a ofertar a: Vazão mínima ~ Qm = 5,30 l/s. -Temos para cada tanque a necessidade de alimentação para a manutenção na casa de: Vazão padrão ~ Qp = 0,26 à 0,33 l/s Quando em processo de recarga de um tanque e atendendo os demais quatros tanques no procedimento padrão de manutenção, passa-se a descartar aproximadamente 3,00 l/s. SOBRA ÀGUA. -O potencial que o sistema oferece e de atender a reposição integral de água em 6 tanques na casa de 20 horas. Temos a observar que existe um fator limitante que baliza a melhor eficácia nas recargas. Está estrangulado pelo limitado 10

11 volume de água chega ao tanque principal, que é a fonte de abastecimento de nosso sistema. X - Dimensionamento da terraplenagem. IX.1 - Parâmetros a considerar para o PLATÔ. Elevação em 30 cm do nível do tanque de abastecimento do sistema. Estabelecer a cota inicial a partir da captação da água que esta projetada na da margem do tanque de abastecimento, com sistema de captação de fundo por vasos comunicantes, e, direta de superfície. A declividade estabelecida para o canal principal é de 0,5% a partir da caixa de captação as margens do tanque de abastecimento Da caixa seguinte ao termino do canal principal estendemos dois ramais com cana em meia cana de 40 cm e declividade de 0,5%. Disto feito estabelece a cota alcançada na maior distancia para dar-se inicio aos patamares dos tanques e chegar as cotas brutas estabelecendo o Platô. [ 730,55 e 730,17 ]. O platô é implantado a partir de uma das derivações de ângulo da cerca, VIDE folha 2/12, definido a principio na dimensão de 99,00 beirando a cerca por 65,20 metros tendendo a perpendicular. A cota de borda primeira é imposta como 730,55m. na primeira crista e 730,17 na segunda, paralela e distante em 99,00m uma da outra. com extensão de 65,20m com extensão de Secciono na transversal a cada 9,00m partindo da seção-12- crista dos fundos. Secciono na longitudinal a cada 9,00m partindo da seção-a-. Tal procedimento deve-se ao relevo além de apurar valores com satisfatório resultado na precisão. 11

12 X.1.1 Cálculo da área das seções transversais. * nota estabelecemos perfil de terreno a cada 9 metros Seção cota (m) corte (m²) aterro (m²) ,17 32,42 31, ,17 35,00 28, ,17 36,67 24, ,25 30,81 12, ,25 19,52 13, ,34 14,11 6, ,34 27, IX.1.2 Cálculo da área das seções longitudinais. * nota estabelecemos perfil de terreno a cada 9 metros Seção cota (m) corte (m²) aterro (m²) a 730,55 / 730,34 53,99 0,92 b 53,61 1,03 c 59,78 0,86 d 66, e 73, f 69, g 61, h 57, i 60, fórmulas: IX.1.3 Cálculo do volume de terra trabalhado a cada par de seção. * média das áreas e do volume pelas Área média = A = [(A x) + (A y)] / 2 Volume = A x 9,00m 12

13 *salvo o trecho compreendido entre h/i que é 2,05m, não 9,00m Seções vol. de corte (m³) vol.de aterro (m²) ,39 269, ,52 235, , ,48 120, ,33 92, ,10 29, ,48 914,02 a b 484,20 8,77 b c 510,26 8,51 c d 576,76 3,87 d e 627, e - f 641, f - g 589,81-0 g h 537, h - i 120, compactado Σ dos volumes 5.584,20 935,16 * O volume de corte equipara-se ao do aterro em 5% do volume de aterro. logo : O bota fora é de... ~4.600,00 m³ IX.2 - Parâmetros a considerar para os tanques. Embora o platô apresente um desnível de 38cm, consideramos como plano, pela dimensão da unidade (tanque). A escavação também é estabelecida até 2,30 metros As inclinações dos taludes estão determinadas por normativas. tanque. IX Calculo do volume a ser escavado por temos: Dimensões de borda = 26,10 x 16,50 m. do fundo = 14,60 x 5,00 m Logo V t = [(26,10 x 16,50) (14,60 x 5,00)] x 2,30 = 2 V t = 251,82 m³. 13

14 IX.2.2 Cálculo do volume da escavação de 10 tanques. Logo Vt10 = Vt x ,20m³ IX.3 - Parâmetros a considerar para o canal de drenagem. A extensão do canal a rasgar no platô é da ordem de 83,00m. Estabelecemos uma profundidade padrão de 2,62m. Área da seção a escavar, 8,53m². Planta Anexa -7/12- Logo - Vcanal = 8,53 x 83, ,99m³. IX.4 - Parâmetros a considerar para o rebaixamento do acesso. Largura de 4,00 m. Desnível da ordem de 0,50m, segundo dados enviados por FAX. Valor aproximado pela falta de dados do relevo e traçado. Extensão 70,00m. Logo Vacesso = 4,00 x 0,50 x 70, ,00m³. IX.5 - Volume de terra destinado a bota fora. Vem da somatória do bota fora do platô, dos tanques, do canal de esgotamento e do acesso. Volume total de bota fora = 7.966,19m³. XI - Dados que definidos para o projeto. X.1 Elevação do nível do tanque de abastecimento em 0,3m. tubulação de X. 2 Captação de águas profundas com magotes de 8, fixados em aço tb de 8, existente engatada na caixa de recepção. 14

15 X. 3 - Tubulação e canal logo após captação, com tubo e meia cana de cimento pré-moldado de diâmetro de 50 centímetros e inclinação de 0,5%. X. 4 Canais de abastecimento, com meia cana de cimento com diâmetro de 40 centímetros e inclinação de 0,5%. 1:2:8. X. 4 - Rejuntamento dos canais com argamassa mista no traço X. 5 - Platô com declividade de frente aos fundos com 99,00m e desnível de 38 cm. bordo superior. X. 6 - Plotação para as cotas dos canais estabelecidas para seu X. 7 - Parte úmida dos canais e do tubo de cimento a 2/3 do raio. X. 8 - Tubo (4 ) de abastecimento e de drenagem localizados para cada unidade de tanque, em PVC (azul), conhecido como tubo de irrigação. X.9. Controle de vazão do Tubo de Abastecimento, feito por cotovelo com rosca, ajustando a declividade para a vazão desejada de zero à 14,19 l/s. cotovelo anelado. base de X.11 - Controle de vazão para abastecimento e de drenagem com X.12 O tubo de drenagem apoiado em toda sua extensão sobre concreto magro. X.13 - Obras de alvenaria com tijolos de barro comum, assentados com argamassa pura de cimento no traço 1:4 e rebocada com o mesmo traço. concreto abastecimento, escada hidráulica. X As caixas de alvenaria serão apoiadas sobre plataforma de armado no traço 1:2,5:3, com devida ferragem. X. 16- O canal de escape, de esgotamento do excedente do chega até o canal, afluente do Rio, utilizando a 15

16 XI I- Resumo sobre o trabalho de terraplenagem e materiais. XII.1- Terraplenagem Volume de aterro = 935,00 m³ Volume de corte = 5.584,00 m³ Volume de bota fora= 4.600,00 m³ XII.2- Tubulação - Tubos cimento Ø50cm 9 metros XII.3- Canal- Meia cana Ø50cm 82 metros Meia cana Ø40cm 300 metros XII.4- Concreto Traço 1:2,5:3 Volume = 11,47 m³ Traço 1:3:4 Volume = 3,20 m³ XII.5- Ferragem Ø 5,0mm = 142 barras Ø 6,3mm = 87 barras Ø 10,0mm = 29 barras XII.6-Tijolos (comuns) pç. cada- XII.7-Tubulação de captação, em PVC de irrigação, soldável. Adaptador longo de 8 2 pç Mangote de 8-2 pç- 5 metros Anel de fixação de 8 2 pç. XII.8-Tubulação de alimentação, em PVC de irrigação, soldável. Cano de 4-25 metros Joelho 90 (anel) - 20pç Adaptador curto - 10pç XII.9-Tubulação de descarga, em PVC de irrigação, soldável. Cano de metros Joelho 90 (anel) - 28 pç. Joelho 45 (anel) - 16 pç. XIII - XII.10-Tubulação captação de água de fundo para tanque padrão. Cano de 3-80 metros- Joelho de Mangote de 3-4 pç- 7,00m cada. Encerramento do trabalho com 14 paginas digitadas em uma única face e dois anexos e doze plantas. Bragança Paulista 30 de julho de

17 Esboço da Patente kadu Engenharia e Construtora Ltda. KADU Engenharia e Construtora Ltda. ART Novidade. 2. Invetabilidade 3. industriabilidade 4. Facilidade Funcional. Aperfeiçoamento... O que é? Caixa de captação. O que faz? Capta água de um corpo dágua, pela superfície e ou pelo fundo sem a necessidade de bombeamento; utilizando tubulação regida e ou flexível. Como faz? A energia utilizada vem da pressão atmosférica, acentuada pelo desnível de água existentes entre os corpos d água beneficiados pelo sistema em aqüicultura entre outros. O desnível pode ser estabelecido pelo extravasor ou pelo projeto de implantação dos corpos d água paralelos, no caso de aqüicultura. A caixa de captação é provida de acessos diretos dos corpos d água e tendo como manejo de entrada e saída há utilização de joelhos e ou cotovelos que se ajustem em diversos ângulos. O fundo da caixa de captação, é implanta no talude em cota inferior obedecendo no mínimo o diâmetro da tubulação de acesso. 17

18 A partir as entradas e as saídas passam a ser manuseadas atendendo as necessidades do manejo criatório. Qual a diferença das existentes no mercado? Poder num único sistema ter a opção de atender as necessidades de coleta de água de fundo (pobre em oxigênio dissolvido porem rica em nutrientes) ou água de superfície (com maior concentração de oxigênio dissolvido e menor concentração de nutrientes). O modelo que vem sendo utilizado até então, é provido de sistemas independentes, sem caixas, com canalização direta de superfície a superfície, e, de fundo a fundo já com tubulação soterrada. 18

PROJETO QUADRA POLIESPORTIVA - SESI

PROJETO QUADRA POLIESPORTIVA - SESI PROJETO QUADRA POLIESPORTIVA - SESI Contratante: SESI - FIEB Localização: Unidade SESI Simões Filho BA. INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS, DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO E DRENAGEM DE ÁGUAS PLUVIAIS Memorial Descritivo

Leia mais

HIDRÁULICA BÁSICA RESUMO

HIDRÁULICA BÁSICA RESUMO HIDRÁULICA BÁSICA RESUMO Antonio Marozzi Righetto 1. Hidráulica é o ramo da ciência que trata das condições físicas da água em condições de repouso e em movimento. 2. Um volume de água aprisionado em um

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTOS NS036 POÇOS DE VISITA TIPOS 2A e 2B Revisão: 02 Fev/09 SUMÁRIO

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTOS NS036 POÇOS DE VISITA TIPOS 2A e 2B Revisão: 02 Fev/09 SUMÁRIO SUMÁRIO 1. Objetivo e campo de aplicação...4 2. Referências...4 3. Definições...4 4. Condições para início dos serviços...5 5. Materiais e equipamentos necessários...5 6. Métodos e Procedimentos de Execução...5

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO

ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇO DRENOS SUB-SUPERFICIAIS Grupo de Serviço DRENAGEM Código DERBA-ES-D-07/01 1. OBJETIVO Esta especificação de serviço tem por objetivo definir e orientar a execução de drenos subsuperficiais,

Leia mais

NORMA TÉCNICA MEDIÇÃO DE VAZÃO DE EFLUENTES LÍQUIDOS ESCOAMENTO LIVRE CPRH N 2.004

NORMA TÉCNICA MEDIÇÃO DE VAZÃO DE EFLUENTES LÍQUIDOS ESCOAMENTO LIVRE CPRH N 2.004 NORMA TÉCNICA MEDIÇÃO DE VAZÃO DE EFLUENTES LÍQUIDOS ESCOAMENTO LIVRE CPRH N 2.004 MEDIÇÃO DE VAZÃO DE EFLUENTES LÍQUIDOS ESCOAMENTO LIVRE 1 OBJETIVO Esta Norma fixa as condições exigíveis para a indicação

Leia mais

S I F Õ E S. Coroamento

S I F Õ E S. Coroamento UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA HIDRÁULICA APLICADA AD174 006. Prof. Raimundo Nonato Távora Costa S I F Õ E S 01. Definição: Denominam-se sifões os condutos forçados parcialmente,

Leia mais

DIMENSIONAMENTO DE SISTEMAS DE ESGOTO SANITÁRIO

DIMENSIONAMENTO DE SISTEMAS DE ESGOTO SANITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO DIMENSIONAMENTO DE SISTEMAS DE ESGOTO SANITÁRIO Prof. Hugo Alexandre Soares Guedes E-mail:

Leia mais

Hidráulica Geral (ESA024A)

Hidráulica Geral (ESA024A) Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental Hidráulica Geral (ESA024A) 2º semestre 2014 Terças de 10 às 12 h Quintas de 08 às 10h Redes de Distribuição de Água Conceito -Conjunto de condutos interligados

Leia mais

APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE AGILDE

APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE AGILDE APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE AGILDE Ribeira de Santa Natália Concelho de Celorico de Basto Acesso rodoviário Açude Canal e conduta forçada Câmara de carga Central hidroeléctrica O aproveitamento hidroeléctrico

Leia mais

INSTALAÇÃO DE UM NOVO SISTEMA DE DRENAGEM PLUVIAL NO VIADUTO DO LOUREIRO

INSTALAÇÃO DE UM NOVO SISTEMA DE DRENAGEM PLUVIAL NO VIADUTO DO LOUREIRO INSTALAÇÃO DE UM NOVO SISTEMA DE DRENAGEM PLUVIAL NO VIADUTO DO LOUREIRO Manuel Lorena 1 1 COBA, Consultores de Engenharia e Ambiente, Serviço de Vias de Comunicação, Núcleo Rodoviário Av. 5 de Outubro

Leia mais

Dimensionamento da Rede Coletora de Esgotos. Profª Gersina N.R.C. Junior

Dimensionamento da Rede Coletora de Esgotos. Profª Gersina N.R.C. Junior da Rede Coletora de Esgotos Profª Gersina N.R.C. Junior Rede de Esgoto - Após a definição do traçado, numeração dos trechos e indicação do sentido de escoamento da rede de esgoto: a) Cálculo da vazão a

Leia mais

Rev Modificação Data Projetista Desenhista Aprovo. Sítio. Área do sítio

Rev Modificação Data Projetista Desenhista Aprovo. Sítio. Área do sítio OBJETO: CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA EXECUÇÃO DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA PARA RECUPERAÇÃO DE CERCA OPERACIONAL, IMPLANTAÇÃO DA CERCA DE SERVIDÃO, COMPLEMENTAÇÃO DA CERCA PATRIMONIAL E SERVIÇOS COMPLEMENTARES

Leia mais

MEMORIAL DE DIMENSIONAMENTO DOS PROJETOS DE ARQUITETURA E COMPLEMENTARES DA PRAÇA SAUDAVÉL MODELO 01 1.500m²

MEMORIAL DE DIMENSIONAMENTO DOS PROJETOS DE ARQUITETURA E COMPLEMENTARES DA PRAÇA SAUDAVÉL MODELO 01 1.500m² MEMORIAL DE DIMENSIONAMENTO DOS PROJETOS DE ARQUITETURA E COMPLEMENTARES DA PRAÇA SAUDAVÉL MODELO 01 1.500m² Este memorial se baseia no programa de necessidades para elaboração de projetos executivos:

Leia mais

Tratamento de Efluentes na Aqüicultura

Tratamento de Efluentes na Aqüicultura Tratamento de Efluentes na Aqüicultura Alessandro Trazzi, Biólogo, Mestre em Engenharia Ambiental. Diretor de Meio Ambiente - CTA VI Seminário de Aqüicultura Interior, Cabo Frio Rio de Janeiro. Introdução

Leia mais

Substituição de tubos de aço galvanizado por tubos de cobre em um Sistema Hidráulico Preventivo de uma edificação

Substituição de tubos de aço galvanizado por tubos de cobre em um Sistema Hidráulico Preventivo de uma edificação Substituição de tubos de aço galvanizado por tubos de cobre em um Sistema Hidráulico Preventivo de uma edificação Resumo Luiz Henrique Back(1), Nestor Back(2) UNESC Universidade do Extremo Sul Catarinense

Leia mais

ESCORAMENTO ESPECIFICAÇÕES OBJETIVO... 2 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2 CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS... 3

ESCORAMENTO ESPECIFICAÇÕES OBJETIVO... 2 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2 CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS... 3 ESCORAMENTO PÁGINA 1/16 MOS 4ª Edição ESPECIFICAÇÕES MÓDULO 05 VERSÃO 00 DATA jun/2012 SUMÁRIO OBJETIVO... 2 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2 CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS... 3 0501 ESCORAMENTO DE MADEIRA... 3 0502

Leia mais

DER/PR ES-T 03/05 TERRAPLENAGEM: EMPRÉSTIMOS

DER/PR ES-T 03/05 TERRAPLENAGEM: EMPRÉSTIMOS TERRAPLENAGEM: EMPRÉSTIMOS Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Paraná - DER/PR Avenida Iguaçu 420 CEP 80230 902 Curitiba Paraná Fone (41) 3304 8000 Fax (41) 3304 8130 www.pr.gov.br/derpr Especificações

Leia mais

6 Mistura Rápida. Continuação

6 Mistura Rápida. Continuação 6 Mistura Rápida Continuação 2 Ressalto em medidor Parshall (calha Parshall): Foi idealizado por R.L. Parshall, engenheiro do Serviço de Irrigação do Departamento de Agricultura dos EUA. Originalmente

Leia mais

PROJETO DE EDIFICAÇÕES RURAIS

PROJETO DE EDIFICAÇÕES RURAIS Universidade Federal de Goiás Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos Setor de Engenharia Rural PROJETO DE EDIFICAÇÕES RURAIS Construções e Eletrificação Rural Prof. Dr. Regis de Castro Ferreira

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO versão 04

MEMORIAL DESCRITIVO versão 04 MEMORIAL DESCRITIVO versão 04 Arquitetônico Hidrossanitário EMPREENDIMENTO: Edifício Residencial ÁREA CONSTRUIDA: 2.323,60 m² ÁREA DO TERRENO: 1.474,00 m² LOCALIZAÇÃO: Rua Ianne Thorstemberg, n 344 Bairro

Leia mais

Medição de vazão. Capítulo

Medição de vazão. Capítulo Capítulo 5 Medição de vazão V azão é o volume de água que passa por uma determinada seção de um rio dividido por um intervalo de tempo. Assim, se o volume é dado em litros, e o tempo é medido em segundos,

Leia mais

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL - EM - UFOP CAT-106 INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS LISTA DE EXERCÍCIOS 2015

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL - EM - UFOP CAT-106 INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS LISTA DE EXERCÍCIOS 2015 DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL - EM - UFOP CAT-106 INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS LISTA DE EXERCÍCIOS 2015 Obs.: Descrever passos da solução, identificando expressões e grandezas envolvidas, indicar valores

Leia mais

DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS

DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS DIRETRIZES EXECUTIVAS DE SERVIÇOS ES-P23-REPARAÇÃO DE PAVIMENTOS DANIFICADOS POR ABERTURA DE VALAS DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. OBJETO E OBJETIVO...3 2. S...3 3. RECOMENDAÇÕES TÉCNICAS

Leia mais

Execução de Alvenaria - Elevação

Execução de Alvenaria - Elevação PRÁTICA RECOMENDADA PR - 5 Execução de Alvenaria - Elevação A metodologia proposta para a execução da alvenaria alterou significativamente a seqüência do serviço na etapa de marcação das paredes. Nenhum

Leia mais

ISF 210: PROJETO DE DRENAGEM

ISF 210: PROJETO DE DRENAGEM ISF 210: PROJETO DE DRENAGEM 1. OBJETIVO Definir e especificar os serviços constantes do Projeto de Drenagem e Obras de Arte Correntes nos Projetos de Engenharia de Infraestrutura Ferroviária. 2. FASES

Leia mais

Clique para editar o estilo do título mestre

Clique para editar o estilo do título mestre ABCP... Completando 75 anos em 2011 hoje presente em 12 capitais brasileiras é mantida pela indústria brasileira de cimento, com o propósito de promover o desenvolvimento da construção civil. Clique para

Leia mais

UM CASO DE OBRA ESPECIAL: CONTENÇÃO PELO MÉTODO DE SOLO GRAMPEADO, SUBJACENTE A UM SOLO GRAMPEADO PRÉ-EXISTENTE

UM CASO DE OBRA ESPECIAL: CONTENÇÃO PELO MÉTODO DE SOLO GRAMPEADO, SUBJACENTE A UM SOLO GRAMPEADO PRÉ-EXISTENTE UM CASO DE OBRA ESPECIAL: CONTENÇÃO PELO MÉTODO DE SOLO GRAMPEADO, SUBJACENTE A UM SOLO GRAMPEADO PRÉ-EXISTENTE AUTORES Engenheiro Alberto Casati Zirlis, diretor da Solotrat Engenharia Geotécnica Ltda.

Leia mais

DOSAGEM DE CONCRETO DEFINIÇÕES FUNDAMENTAIS. Professora: Mayara Custódio

DOSAGEM DE CONCRETO DEFINIÇÕES FUNDAMENTAIS. Professora: Mayara Custódio DOSAGEM DE CONCRETO DEFINIÇÕES FUNDAMENTAIS Professora: Mayara Custódio TRAÇO DE CONCRETO TRAÇO: Expressão das quantidades relativas dos componentes do concreto. Agregados miúdos Agregados graúdos Água

Leia mais

1. Canteiro de Obra Campo Grande 03

1. Canteiro de Obra Campo Grande 03 1. Canteiro de Obra Campo Grande 03 A cidade de Campo Grande, localizada no estado do Rio Grande do Norte (RN), é um dos municípios no qual dispõe de boa estrutura para implantação de um dos três canteiros

Leia mais

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turmas C01, C02 e C03 Disc. Construção Civil II TIPOS Água Fria Esgoto Águas Pluviais Água Quente Incêndio

Leia mais

ISF 211: PROJETO DE TERRAPLENAGEM

ISF 211: PROJETO DE TERRAPLENAGEM ISF 211: PROJETO DE TERRAPLENAGEM 1. OBJETIVO Definir e especificar os serviços constantes do Projeto de Terraplenagem nos Projetos de Engenharia Ferroviária, Projeto Básico e Projeto Executivo. 2. FASES

Leia mais

Capítulo 6 CAP 5 OBRAS DE TERRA - ENGª KÁRITA ALVES

Capítulo 6 CAP 5 OBRAS DE TERRA - ENGª KÁRITA ALVES Capítulo 6 SOLOS REFORÇADOS - EXECUÇÃO 6. Solo reforçado Com o aumento das alturas de escavação, os custos com estruturas de contenção tradicionais de concreto aumentam consideravelmente. Assim, as soluções

Leia mais

Comportas Stop Logs Caixa D água Calha Parshall Peneiras Estáticas Tanques e peças especiais

Comportas Stop Logs Caixa D água Calha Parshall Peneiras Estáticas Tanques e peças especiais Medidor de Vazão Calha Parshall Finalidade A Calha Parshall é um dispositivo tradicional para medição de vazão em canais abertos de líquidos fluindo por gravidade. Muito utilizado em estações de tratamento

Leia mais

-ESTRUTURA VIÁRIA TT048 CURVAS VERTICAIS

-ESTRUTURA VIÁRIA TT048 CURVAS VERTICAIS INFRAINFRA -ESTRUTURA VIÁRIA TT048 CURVAS VERTICAIS Prof. Djalma Pereira Prof. Eduardo Ratton Profa. Gilza Fernandes Blasi Profa. Márcia de Andrade Pereira Um fator importante para a segurança e eficiência

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS SETOR DE ENGENHARIA RURAL. Prof. Adão Wagner Pêgo Evangelista

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS SETOR DE ENGENHARIA RURAL. Prof. Adão Wagner Pêgo Evangelista UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS SETOR DE ENGENHARIA RURAL Prof. Adão Wagner Pêgo Evangelista 3 CONDUÇÃO DE ÁGUA 3.1 CONDUTOS LIVRES OU CANAIS Denominam-se condutos

Leia mais

TR 400 ATENÇÃO MANUAL DE INSTALAÇÃO. A Turbo Roda se utilizada fora das condições citadas nas tabelas técnicas, perderá a garantia.

TR 400 ATENÇÃO MANUAL DE INSTALAÇÃO. A Turbo Roda se utilizada fora das condições citadas nas tabelas técnicas, perderá a garantia. ATENÇÃO A Turbo Roda se utilizada fora das condições citadas nas tabelas técnicas, perderá a garantia. A TURBO RODA BETTA é um equipamento patenteado, PATENTE n MU 736-4 qualquer violação contra os direitos

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO E MEMORIAL DE CÁLCULO HIDROSSANITÁRO

MEMORIAL DESCRITIVO E MEMORIAL DE CÁLCULO HIDROSSANITÁRO MEMORIAL DESCRITIVO E MEMORIAL DE CÁLCULO HIDROSSANITÁRO CONSTRUÇÃO AC SÃO PAULO DE OLIVENÇA / AM TIRADENTES, S/Nº- CENTRO CEP 69.600-000 SÃO PAULO DE OLIVENÇA/AM GEREN/DR/AM MANAUS mal/smds MEMORIAL DESCRITIVO

Leia mais

PROJETO DE INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA REGISTRO DE INSPEÇÃO DE PROJETOS

PROJETO DE INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA REGISTRO DE INSPEÇÃO DE PROJETOS Página 1 GRUPO RESPONSÁVEL PELA ELA- BORAÇÃO DO PROJETO: REGISTRO DE INSPEÇÃO DE PROJETOS PROJETO INSPECIONADO: DATA DA INSPEÇÃO: AUTOR DESTE CHECKLIST MARCOS LUÍS ALVES DA SILVA Sistema de instalações

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CAÇADOR SECRETARIA MUNICPAL DE EDUCAÇÃO MEMORIAL DESCRITIVO

PREFEITURA MUNICIPAL DE CAÇADOR SECRETARIA MUNICPAL DE EDUCAÇÃO MEMORIAL DESCRITIVO MEMORIAL DESCRITIVO OBRA: REFORMA DA ESCOLA ALCIDES TOMBINI LOCALIZAÇÃO: Rua Augusto Driessen Bairro: Sorgatto 1. DEMOLIÇÕES Todas as paredes internas dos banheiros deverão ser demolidas. Todo o revestimento

Leia mais

APLICAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM NO SISTEMA DE DRENAGEM DA QUADRA DE TÊNIS DO GRANDE HOTEL CANELA

APLICAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM NO SISTEMA DE DRENAGEM DA QUADRA DE TÊNIS DO GRANDE HOTEL CANELA APLICAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM NO SISTEMA DE DRENAGEM DA QUADRA DE TÊNIS DO GRANDE HOTEL CANELA Autor: Departamento Técnico - Atividade Bidim Colaboração: Eng. Fernando S. Alves ABRIL 1992 Revisado JANEIRO

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO DE FOSSA SÉPTICA E SUMIDOURO EM SUA CASA

INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO DE FOSSA SÉPTICA E SUMIDOURO EM SUA CASA INSTRUÇÕES PARA INSTALAÇÃO DE FOSSA SÉPTICA E SUMIDOURO EM SUA CASA A participação da Comunidade é fundamental Na preservação do Meio Ambiente COMPANHIA DE SANEAMENTO AMBIENTAL DO DISTRITO FEDERAL ASSESSORIA

Leia mais

Desenho Técnico. Eng. Agr. Prof. Dr. Cristiano Zerbato. Planta Baixa

Desenho Técnico. Eng. Agr. Prof. Dr. Cristiano Zerbato. Planta Baixa Desenho Técnico Eng. Agr. Prof. Dr. Cristiano Zerbato Planta Baixa PROJETO ARQUITETÔNICO: PLANTAS E VISTAS Profª. Ms. Laura Ludovico de Melo ENG1051 PROJETO ARQUITETÔNICO: PLANTAS E VISTAS Planta Baixa:

Leia mais

CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO AMAZONAS

CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO AMAZONAS RESOLUÇÃO/CEMAAM/Nº01/08 Estabelece normas e procedimentos para regularização ambiental de TANQUES, VIVEIROS, BARRAGENS, PEQUENOS RESERVATÓRIOS, CANAIS DE IGARAPÉS E TANQUES REDE DESTINADOS PARA A AQÜICULTURA

Leia mais

Manual de Operação e Instalação

Manual de Operação e Instalação Manual de Operação e Instalação Calha Parshall MEDIDOR DE VAZÃO EM CANAIS ABERTOS Cód: 073AA-025-122M Setembro / 2004 S/A. Rua João Serrano, 250 Bairro do Limão São Paulo SP CEP 02551-060 Fone: (0xx11)

Leia mais

ENGENHARIA CIVIL. Questão nº 1. Padrão de Resposta Esperado: a) Solução ideal

ENGENHARIA CIVIL. Questão nº 1. Padrão de Resposta Esperado: a) Solução ideal Questão nº 1 a) Solução ideal Aceita-se que a armadura longitudinal seja colocada pelo lado de fora das armaduras. Caso o graduando apresente o detalhe das armaduras, a resposta será: Solução para as hipóteses

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO

MANUAL DE INSTALAÇÃO MANUAL DE INSTALAÇÃO Os equipamentos do Kit Chuva atendem as exigências da norma NBR 15527: Água de chuva - Aproveitamento de coberturas em áreas urbanas para fins não potáveis Requisitos. KIT CHUVA VF1

Leia mais

12 - DESVIO DE CURSO D ÁGUA *MODULO 1 - IDENTIFICAÇÃO. *1. Requerente Pessoa Física. Distrito Caixa Postal UF CEP DDD Telefone Fax E-mail

12 - DESVIO DE CURSO D ÁGUA *MODULO 1 - IDENTIFICAÇÃO. *1. Requerente Pessoa Física. Distrito Caixa Postal UF CEP DDD Telefone Fax E-mail 1 12 - DESVIO DE CURSO D ÁGUA Definição: Alteração do percurso natural do corpo de água para fins diversos. O desvio em corpo d água pode ser parcial ou total. O desvio parcial consiste na preservação

Leia mais

Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 4.1 - Introdução. O tratamento da água começa na sua captação

Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 4.1 - Introdução. O tratamento da água começa na sua captação Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/2013 2 Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 4.1 - Introdução O tratamento da água começa na sua captação A parte

Leia mais

SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTOS DE ITAPIRA

SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTOS DE ITAPIRA NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO PARA LOTEAMENTOS URBANOS 1 DO OBJETIVO A presente Norma estabelece os requisitos mínimos a serem obedecidos

Leia mais

SISTEMA ALTO DO CÉU. INÍCIO DE OPERAÇÃO DO SISTEMA: 1958 (Primeira etapa de obras).

SISTEMA ALTO DO CÉU. INÍCIO DE OPERAÇÃO DO SISTEMA: 1958 (Primeira etapa de obras). SISTEMA ALTO DO CÉU INÍCIO DE OPERAÇÃO DO SISTEMA: 1958 (Primeira etapa de obras). UNIVERSO DE ATENDIMENTO: Produz, aproximadamente, 10% do volume distribuído na Região Metropolitana do Recife, abrangendo

Leia mais

PROJETO BÁSICO DE ENGENHARIA

PROJETO BÁSICO DE ENGENHARIA PROJETO BÁSICO DE ENGENHARIA REPOSIÇÃO DE PAVIMENTAÇÃO EM PARALELEPÍPEDO SUMÁRIO MEMORIAL DESCRITIVO ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PLANILHA ORÇAMENTÁRIA CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO MÉMORIA DE CÁLCULOS CÁLCULO

Leia mais

Terraplenagem - cortes

Terraplenagem - cortes MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km 163 - Centro Rodoviário, Parada de Lucas

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTOS

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTOS SUMÁRIO 1 Objetivo e campo de aplicação...2 2 Referências...2 3 Definições...2 4 Condições para início dos serviços...2 5 Materiais e equipamentos necessários...3 6 Métodos e procedimentos de execução...3

Leia mais

Instituto Brasileiro de Auditoria de Obras Públicas www.ibraop.com.br

Instituto Brasileiro de Auditoria de Obras Públicas www.ibraop.com.br Instituto Brasileiro de Auditoria de Obras Públicas www.ibraop.com.br ORIENTAÇÃO TÉCNICA OT - IBR 001/2006 PROJETO BÁSICO Primeira edição: válida a partir de 07/11/2006 Palavras Chave: Projeto Básico,

Leia mais

Na mentalidade da empresa, modernizar é elevar a qualidade dos processos e produtos, consequentemente, aumentar sua competitividade no mercado.

Na mentalidade da empresa, modernizar é elevar a qualidade dos processos e produtos, consequentemente, aumentar sua competitividade no mercado. O Grupo Pedra Norte iniciou suas atividades no ano de 2009, e hoje é uma organização formada pelas unidades de negócio Pedreira Pedra Norte, Usina de Asfalto Pedra Norte, Pedra Norte Concreto e Argamassa

Leia mais

IMPERMEABILIZAÇÃO DE LAGOA PARA DECANTAÇÃO DE EFLUENTE PROVENIENTE DE ESGOTO SANITÁRIO NAZARÉ DA MATA - PE

IMPERMEABILIZAÇÃO DE LAGOA PARA DECANTAÇÃO DE EFLUENTE PROVENIENTE DE ESGOTO SANITÁRIO NAZARÉ DA MATA - PE IMPERMEABILIZAÇÃO DE LAGOA PARA DECANTAÇÃO DE EFLUENTE PROVENIENTE DE ESGOTO SANITÁRIO NAZARÉ DA MATA - PE AUTOR: Departamento Técnico de Geomembrana NeoPlastic Eng Daniel M. Meucci ANO - 2013 1. INTRODUÇÃO...

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO Execução da Pavimentação com Blocos de Concreto intertravado

MEMORIAL DESCRITIVO Execução da Pavimentação com Blocos de Concreto intertravado MEMORIAL DESCRITIVO Execução da Pavimentação com Blocos de Concreto intertravado OBJETIVO Contratação de serviços de empresa do ramo da construção civil, em regime de empreitada global (material e mão-de-obra),

Leia mais

Tanque vertical. Reservatório vertical em filamento contínuo. Manual de Instalação, Manutenção e Garantia

Tanque vertical. Reservatório vertical em filamento contínuo. Manual de Instalação, Manutenção e Garantia Tanque vertical Reservatório vertical em filamento contínuo Manual de Instalação, Manutenção e Garantia 1 - Descrição do equipamento Tanque vertical fabricado em PRFV (poliéster reforçado com fibra de

Leia mais

Capítulo 32 Rain Garden

Capítulo 32 Rain Garden Capítulo 32 Rain Garden O primeiro sistema de filtração construído nos Estados Unidos foi na cidade de Richmond no Estado da Virginia em 1832. 32-1 Sumário Ordem Assunto Capitulo 32- Rain garden 32.1 Introdução

Leia mais

UNEMAT Universidade do Estado de Mato Grosso. INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS Professora: Engª Civil Silvia Romfim

UNEMAT Universidade do Estado de Mato Grosso. INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS Professora: Engª Civil Silvia Romfim UNEMAT Universidade do Estado de Mato Grosso INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS Professora: Engª Civil Silvia Romfim INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUAS PLUVIAIS 2 INTRODUÇÃO A água da chuva é um dos elementos

Leia mais

SANEAMENTO Aula 5 - Sumário AULA 5. Constituição dos sistemas de abastecimento e de distribuição de água. Saneamento [55]

SANEAMENTO Aula 5 - Sumário AULA 5. Constituição dos sistemas de abastecimento e de distribuição de água. Saneamento [55] SANEAMENTO Aula 5 - Sumário AULA 5 Constituição dos sistemas de abastecimento e de distribuição de água. Saneamento [55] SISTEMAS DE ABASTECIMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA Adução / Dimensionamento Hidráulico

Leia mais

INÍCIO DE OPERAÇÃO DO SISTEMA: 1918 (Primeiras unidades implantadas por Saturnino de Brito).

INÍCIO DE OPERAÇÃO DO SISTEMA: 1918 (Primeiras unidades implantadas por Saturnino de Brito). SISTEMA GURJAÚ INÍCIO DE OPERAÇÃO DO SISTEMA: 1918 (Primeiras unidades implantadas por Saturnino de Brito). UNIVERSO DE ATENDIMENTO: Produz, aproximadamente, 9% do volume distribuído na Região Metropolitana

Leia mais

CARNEIRO HIDRÁULICO O QUE É - E COMO CONSTRUÍ-LO. Prof. Geraldo Lúcio Tiago Filho Revisão: Prof. Augusto Nelson Carvalho Viana

CARNEIRO HIDRÁULICO O QUE É - E COMO CONSTRUÍ-LO. Prof. Geraldo Lúcio Tiago Filho Revisão: Prof. Augusto Nelson Carvalho Viana CARNEIRO HIDRÁULICO O QUE É - E COMO CONSTRUÍ-LO Prof. Geraldo Lúcio Tiago Filho Revisão: Prof. Augusto Nelson Carvalho Viana Acesse www.hidrovector.com.br para baixar outros ebooks gratuitamente CARNEIRO

Leia mais

3. RESPONSÁVEIS TÉCNICOS PELA EXECUÇÃO DO PRAD

3. RESPONSÁVEIS TÉCNICOS PELA EXECUÇÃO DO PRAD 1. EMPRESA DE MINERAÇÃO RESPONSÁVEL PELA ÁREA Nome Oficial/Razão Social: COQUE CATARINENSE LTDA COCALIT CNPJ e Inscrição Estadual: 83.662.981/0001-60 250.012.383 Endereço da sede: Rua João Pessoa, 445/502

Leia mais

SUMÁRIO. Elaboração Revisão Aprovado (ou Aprovação) Data aprovação Maturino Rabello Jr Marco Antônio W. Rocha Carmen T. Fantinel

SUMÁRIO. Elaboração Revisão Aprovado (ou Aprovação) Data aprovação Maturino Rabello Jr Marco Antônio W. Rocha Carmen T. Fantinel SUMÁRIO 1. Objetivo e campo de aplicação...2 2. Referências...2 3. Definições...2 3.1 Hidrômetro...2 3.2 A.R.T...2 3.3 Ramal predial de água...2 4. Procedimentos e Responsabilidades...3 4.1 Generalidades...3

Leia mais

ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR

ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE DEFESA CIVIL Gerência de Segurança Contra Incêndio e Pânico NORMA TÉCNICA n. 24, de 05/03/07 Sistema de Resfriamento

Leia mais

08-LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMETRIA pg 98

08-LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMETRIA pg 98 TOPOGRAFIA 08-LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMETRIA pg 98 levantamento pontos planimétricos, altimétricos ou planialtimétricos pontos de apoio (partir destes ) Projeção ΔX = D. sen Az ΔY = D. cos Az TÉCNICAS

Leia mais

"SISTEMAS DE COTAGEM"

SISTEMAS DE COTAGEM AULA 6T "SISTEMAS DE COTAGEM" Embora não existam regras fixas de cotagem, a escolha da maneira de dispor as cotas no desenho técnico depende de alguns critérios. A cotagem do desenho técnico deve tornar

Leia mais

Análise de Percolação em Barragem de Terra Utilizando o Programa SEEP/W

Análise de Percolação em Barragem de Terra Utilizando o Programa SEEP/W Análise de Percolação em Barragem de Terra Utilizando o Programa SEEP/W José Waldomiro Jiménez Rojas, Anderson Fonini. Programa de Pós Graduação em Engenharia Civil, Universidade Federal do Rio Grande

Leia mais

NOTAS GET-CAD. Mg04 -EXECUÇÃO DE ESTACÕES. Mg-04 SEQÜÊNCIA CONSTRUTIVA BÁSICA S/ESCALA

NOTAS GET-CAD. Mg04 -EXECUÇÃO DE ESTACÕES. Mg-04 SEQÜÊNCIA CONSTRUTIVA BÁSICA S/ESCALA 1 - PARA PROJETO E EXECUÇÃO DAS OBRAS DEVERÃO SER RESPEITADAS AS DP-F02 - DIRETRIZES DE PROJE- TO PARA FUNDAÇÕES PROFUNDAS DA PCR E A NBR- 6122 - PROJETO E EXECUÇÃO DE FUNDAÇÕES DA ABNT. 2 - AS NORMAS

Leia mais

ANEXO XII - MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO DE REVITALIZAÇÃO DA PRAÇA SANTO ANTÔNIO

ANEXO XII - MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO DE REVITALIZAÇÃO DA PRAÇA SANTO ANTÔNIO ANEXO XII - MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO DE REVITALIZAÇÃO DA PRAÇA SANTO ANTÔNIO EMPREENDIMENTO: Paróquia Santo Antônio do Partenon PROPRIETÁRIO: Mitra da Archidiocese de POA Paróquia St Antônio do Partenon

Leia mais

QUESTIONAMENTO 03 Vide Respostas abaixo

QUESTIONAMENTO 03 Vide Respostas abaixo QUESTIONAMENTO 03 Vide Respostas abaixo Seguem os pontos para os quais foram solicitados esclarecimentos: Referente ao CGC: 1) CGC item 1.13 Quanto ao item 1.13 do CGC, a alínea (a) informa que o CONTRATANTE

Leia mais

Departamento de Estradas e Rodagem de Minas Gerais

Departamento de Estradas e Rodagem de Minas Gerais Departamento de Estradas e Rodagem de Minas Gerais Diretoria de Infra-Estrutura Manual de Fiscalização de Obras e Vias Rurais Rodovia: Contrato: Lista de Verificação das Principais Atividades do Eng. Fiscal

Leia mais

Disciplina: Instalações Hidráulicas Instalações prediais de esgoto

Disciplina: Instalações Hidráulicas Instalações prediais de esgoto Disciplina: Instalações Hidráulicas Instalações prediais de esgoto Prof. Ms. José Benedito Gianelli Filho Nesta Unidade da Disciplina, tentaremos compreender a questão da problemática envolvida nas instalações

Leia mais

Projeto para. Pavimentação de Calçamento. de Pedra Irregular. da Rua Cândida Correa Becker. dos Trechos Esquina Modesto Vargas. até Manoel Schumacker

Projeto para. Pavimentação de Calçamento. de Pedra Irregular. da Rua Cândida Correa Becker. dos Trechos Esquina Modesto Vargas. até Manoel Schumacker Projeto para Pavimentação de Calçamento de Pedra Irregular da Rua Cândida Correa Becker dos Trechos Esquina Modesto Vargas até Manoel Schumacker MONTE CARLO SC Janeiro de 2014 Proprietário: PREFEITURA

Leia mais

DCC - RESPONDENDO AS DÚVIDAS 06. LAJE

DCC - RESPONDENDO AS DÚVIDAS 06. LAJE DCC - RESPONDENDO AS DÚVIDAS 06. LAJE Av. Torres de Oliveira, 76 - Jaguaré CEP 05347-902 - São Paulo / SP LAJE As lajes são estruturas destinadas a servirem de cobertura, forro ou piso para uma edificação.

Leia mais

Memorial de Projeto: Instalações Hidráulicas

Memorial de Projeto: Instalações Hidráulicas Pág. 1 Memorial de Projeto: Instalações Hidráulicas Cliente: Unidade: Assunto: Banco de Brasília - BRB Águas Lindas GO Novas Instalações Código do Projeto: 3947-11 SIA Sul Quadra 4C Bloco D Loja 37 Brasília-DF

Leia mais

Soluções FORTLEV para a Sua Obra

Soluções FORTLEV para a Sua Obra Soluções FORTLEV para a Sua Obra 1 2 3 6 9 8 7 5 Soluções para Cuidar da Água 1. Caixa de Polietileno FORTLEV 2. Tanque Fortplus FORTLEV 3. Filtro de Entrada FORTLEV Soluções para Cuidar do Meio Ambiente

Leia mais

Construções Rurais. Prof. João Marcelo

Construções Rurais. Prof. João Marcelo Construções Rurais Prof. João Marcelo Concreto misturado à mão O concreto armado ou estrutural Trabalhos preliminares São os trabalhos iniciais : elaboração do programa, escolha

Leia mais

Centro de Seleção/UFGD Técnico em Refrigeração ==Questão 26==================== Assinale a alternativa que define refrigeração.

Centro de Seleção/UFGD Técnico em Refrigeração ==Questão 26==================== Assinale a alternativa que define refrigeração. Técnico em Refrigeração ==Questão 26==================== Assinale a alternativa que define refrigeração. (A) O movimento de energia de frio dentro de um espaço onde ele é necessário. (B) A remoção de calor

Leia mais

Quadro 4.3 - Relação de chuvas de diferentes durações. Valor Médio Obtido pelo DNOS. 5 min / 30 min 0,34 1 h / 24 h 0,42

Quadro 4.3 - Relação de chuvas de diferentes durações. Valor Médio Obtido pelo DNOS. 5 min / 30 min 0,34 1 h / 24 h 0,42 Determinação da Intensidade de Chuva Para obtenção das intensidades de chuvas de curta duração, em função de diversos tempos de recorrência, aplicaram-se procedimentos a seguir descritos: Primeiramente

Leia mais

Dimensionamento da Rede Coletora de Esgotos

Dimensionamento da Rede Coletora de Esgotos Dimensionamento da Rede Coletora de Esgotos Prof. Robson Alves de Oliveira [email protected] Ji-Paraná - 2014 Atividades realizadas pelo projetista da rede coletora de esgoto: Identificação

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Faixa de Domínio, linhas físicas de telecomunicações, cabos metálicos e fibras ópticas.

PALAVRAS-CHAVE: Faixa de Domínio, linhas físicas de telecomunicações, cabos metálicos e fibras ópticas. fls. 1/6 ÓRGÃO: MANUAL: DIRETORIA DE ENGENHARIA ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de Linhas Físicas de Telecomunicações, com Cabos Metálicos e com Fibras Ópticas. PALAVRAS-CHAVE:

Leia mais

Lei Municipal N.º 1414

Lei Municipal N.º 1414 Subseção II Dos Estacionamentos e Guarda de Veículos Art. 41 - Os locais para estacionamento ou guarda de veículos podem ser cobertos ou descobertos, podendo se destinar em ambos os casos à utilização

Leia mais

INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS - II DIMENSIONAMENTO

INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS - II DIMENSIONAMENTO INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS - II DIMENSIONAMENTO Vazão Considera-se vazão hidráulica o volume de água a ser transportado que atravessa uma determinada seção (tubo, calha, etc) na unidade de tempo. No sistema

Leia mais

Aterro Sanitário. Gersina N. da R. Carmo Junior

Aterro Sanitário. Gersina N. da R. Carmo Junior Aterro Sanitário Gersina N. da R. Carmo Junior Aterro Sanitário Rotina de operação do aterro Descarga do lixo O caminhão deve depositar o lixo na frente de serviço mediante presença do fiscal, para controle

Leia mais

Estudo Geotécnico sobre a Utilização de Resíduos de Construção e Demolição como Agregado Reciclado em Pavimentação

Estudo Geotécnico sobre a Utilização de Resíduos de Construção e Demolição como Agregado Reciclado em Pavimentação Estudo Geotécnico sobre a Utilização de Resíduos de Construção e Demolição como Agregado Reciclado em Pavimentação Mariana Santos de Siqueira Departamento de Engenharia Civil, Universidade de Pernambuco,

Leia mais

Histórico. A empresa REVEST COMERCIAL QUARTZITE LTDA, tem uma produção estimada de 2.000 m 2 /mês.

Histórico. A empresa REVEST COMERCIAL QUARTZITE LTDA, tem uma produção estimada de 2.000 m 2 /mês. Banco de Boas Práticas Ambientais Estudo de Caso Reaproveitamento de Rejeitos do Beneficiamento do Quartzito Projeto Reutilização da Água, Economia de Energia e Recuperação de Finos Empresa: REVEST COMERCIAL

Leia mais

Introdução. Porto Alegre Bacia do Arroio Areia

Introdução. Porto Alegre Bacia do Arroio Areia Manejo integrado de bacias urbanas e planos diretores de drenagem urbana: Porto Alegre e Caxias do Sul - RS - Brasil Adolfo O. N. Villanueva, Ruth Tassi e Daniel G. Allasia Instituto de Pesquisas Hidráulicas

Leia mais

EXTRATO DA INSPEÇÃO REGULAR DE BARRAGEM. Nome da Barragem: Segundo Nome da Barragem: Coordenadas - datum WGS-84: Latitude _ (S) Volume: m³ RPGA:

EXTRATO DA INSPEÇÃO REGULAR DE BARRAGEM. Nome da Barragem: Segundo Nome da Barragem: Coordenadas - datum WGS-84: Latitude _ (S) Volume: m³ RPGA: Nome do empreendedor EXTRATO DA INSPEÇÃO REGULAR DE BARRAGEM Modelo INEMA 2015 - Lei Federal 12.334/2010 I - Dados Gerais Nome da Barragem: Segundo Nome da Barragem: Coordenadas - datum WGS-84: Latitude

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº.

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº. SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº. 43/2011 às normas de segurança contra incêndio edificações existentes

Leia mais

2 -HIDROMETRIA (Medição de Vazão)

2 -HIDROMETRIA (Medição de Vazão) 2.1 - INTRODUÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS SETOR DE ENGENHARIA RURAL Prof. Adão Wagner Pêgo Evangelista 2 -HIDROMETRIA (Medição de Vazão) - Definição:

Leia mais

BIODIGESTOR. Guia de Instalação 600 L 1.300 L 3.000 L. Importante: Ler atentamente todo o manual para a instalação e uso correto deste produto.

BIODIGESTOR. Guia de Instalação 600 L 1.300 L 3.000 L. Importante: Ler atentamente todo o manual para a instalação e uso correto deste produto. BIODIGESTOR 600 L 1.300 L 3.000 L Guia de Instalação Importante: Ler atentamente todo o manual para a instalação e uso correto deste produto. 1. Apresentação O Biodigestor é uma miniestação de tratamento

Leia mais

2QUALIDADE DAS ESTRUTURAS

2QUALIDADE DAS ESTRUTURAS 2.1 Condições gerais 1 2 2QUALIDADE DAS ESTRUTURAS As estruturas de concreto devem atender aos requisitos mínimos de qualidade, durante sua construção e serviço, e aos requisitos adicionais estabelecidos

Leia mais

CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS

CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS HC1 PISO TÉRREO ALA B - HEMODINÂMICA HOSPITAL DE CLÍNICAS DE MARÍLIA MARÍLIA SP PROJETO: ENGEST ENGENHARIA LTDA Eng. Civil Marcos Stroppa Rua Lupércio

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A EXECUÇÃO DE UM MURO EM CONCRETO ARMADO, NO CANTEIRO CENTRAL DA RUA ÁLVARO ALVIN.

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A EXECUÇÃO DE UM MURO EM CONCRETO ARMADO, NO CANTEIRO CENTRAL DA RUA ÁLVARO ALVIN. TERMO DE REFERÊNCIA PARA A EXECUÇÃO DE UM MURO EM CONCRETO ARMADO, NO CANTEIRO CENTRAL DA RUA ÁLVARO ALVIN. ANEXO XII - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS 1- GENERALIDADES 1.1- Trata a presente Licitação na execução

Leia mais

ANÁLISE DE PARÂMETROS HIDRÁULICOS DA REDE COLETORA DE ESGOTO SANITÁRIO PARA A PRAIA DO CABO DE SANTA MARTA EM LAGUNA - SC

ANÁLISE DE PARÂMETROS HIDRÁULICOS DA REDE COLETORA DE ESGOTO SANITÁRIO PARA A PRAIA DO CABO DE SANTA MARTA EM LAGUNA - SC ANÁLISE DE PARÂMETROS HIDRÁULICOS DA REDE COLETORA DE ESGOTO SANITÁRIO PARA A PRAIA DO CABO DE SANTA MARTA EM LAGUNA - SC Aline Tramontin (1), Nestor Back (2) UNESC Universidade do Extremo Sul Catarinense

Leia mais

O uso de blocos de concreto pré-moldados para a face da contenção em solo grampeado

O uso de blocos de concreto pré-moldados para a face da contenção em solo grampeado O uso de blocos de concreto pré-moldados para a face da contenção em solo grampeado Ferreira Jr, J. A., Mendonça, M. B. e Saramago, R. P. Terrae Engenharia, Rio de Janeiro, RJ, Brasil RESUMO: A participação

Leia mais

Parte II APLICAÇÕES PRÁTICAS. Capítulo 3 Determinação da Vazão de Projeto

Parte II APLICAÇÕES PRÁTICAS. Capítulo 3 Determinação da Vazão de Projeto Parte II APLICAÇÕES PRÁTICAS Capítulo 3 54 Capítulo 3 Para facilitar a compreensão das noções básicas de projetos de obras hidráulicas, no próximo capítulo desenvolve-se o projeto de uma pequena barragem.

Leia mais