ANEXO I INTERFACE TÉCNICO ENTRE REDES
|
|
|
- Cláudio Bugalho Pedroso
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ANEXO I INTERFACE TÉCNICO ENTRE REDES
2 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO REFERÊNCIAS ETSI ITU -T ABREVIATURAS CENÁRIOS DE PORTABILIDADE DE OPERADOR ORIGEM NACIONAL Situação sem qualquer trânsito nacional Situação com trânsito num Operador Nacional Situação de Carrier Nacional (Serviço Clientes Indirectos) Situação de Serviços não Geográficos Situação de Serviços de tradução IN Situação de Reencaminhamento (CFU, CFB, CFNR, CD, etc.) ORIGEM INTERNACIONAL Situação sem qualquer trânsito nacional Situação com trânsito num Operador Nacional ESTRUTURA DO NRN APLICABILIDADE DAS NORMAS E RECOMENDAÇÕES DO ETSI E ITU-T CENÁRIOS DE TESTE DA PORTABILIDADE DE OP ERADOR CONFIGURAÇÃO CONFIGURAÇÃO CONFIGURAÇÃO CONFIGURAÇÃO LISTA DE TESTES DESCRIÇÃO DOS TESTES VERIFICAÇÃO DA TRADUÇÃO DE OPERADOR EM CASO DE NÚMERO PORTADO SITUAÇÃO COM SUCESSO VERIFICAÇÃO DA TRADUÇÃO DE OPERADOR EM CASO DE NÚMERO PORTADO SITUAÇÃO SEM SUCESSO VERIFICAÇÃO DA IDENTIFICAÇÃO DO NÚMERO PO RTADO NA REDE RECEPTORA...19 ANEXO - FORMULÁRIO DE TESTES ENTRE OPERADORES NACIONAIS ANEXO I INTERFACE TÉCNICO ENTRE REDES 2
3 1 Introdução Este documento tem por objectivo apresentar a especificação técnica de rede, dela constando os requisitos mínimos a serem cumpridos pelos operadores/prestadores, fixos e móveis, nas interfaces entre as respectivas redes, com vista a assegurar a funcionalidade da Portabilidade de Operador entre: 1. prestadores na rede telefónica fixa e na rede digital com integração de serviços, para números geográficos e não geográficos; 2. prestadores na rede telefónica móvel, para números do serviço móvel terrestre e não geográficos. Os aspectos abordados serão os relacionados com o método de encaminhamento de chamadas e os de sinalização de rede (ISUP) que permitirão fazer o trigger de consulta às bases de dados dos números portados (IN). O processo adoptado a ser suportado na interface de rede entre os operadores é o Query on Release, método baseado na consulta da base de dados IN do operador quando recebe na libertação da chamada (REL) uma causa indicando que o número foi portado (#14). A base para esta especificação é a recomendação Q da UIT-T. Outras recomendações internacionais do ETSI e do ITU -T foram também utilizadas. Pretende-se igualmente com este documento elaborar os cenários e descrições dos testes a realizar entre prestadores/operadores, de forma a verificar o cumprimento da interface entre Redes da Portabilidade de Operador. 2 Referências Foram consideradas nesta especificação as seguintes referências: 2.1 ETSI [1] EN Enhancements for support of Number Portability [2] TR High level description of Number Portability [3] TR High level network architecture and solutions to support Number Portability [4] TR Numbering and addressing for Number Portability [5] EG IN and intelligence support for Service Provider Number Portability 2.2 ITU-T [6] Q Enhancements for the support of Number Portability [7] Q.764 ISDN User Part Signalling Procedures [8] Q.763 ISDN User Part Formats and Codes [9] Q.730 ISDN User Part Supplementary Services ANEXO I INTERFACE TÉCNICO ENTRE REDES 3
4 3 Abreviaturas ACM AcQ BDP CCBS CCNR CD CFB CFNR CFU CLI DN ETSI FPH IAM ICP IN ISDN ISUP ITU-T NRN PN PO-EIR QoR REL UAN UPT VPN - Address Complete Message All call Query - Base de Dados do Prestador - Completion of calls to busy subscriber - Completion of calls on no reply - Call Deflection - Call Forwarding on Busy - Call Forwarding on No Reply - Call Forwarding Unconditional - Calling Line Identification - Directory Number - European Telecommunications Standard Institute - Freephone - Initial Address Message - Instituto das Comunicações de Portugal - Intelligent Network - Integrated Services Digital Network - ISDN User Part - International Telecommunication Union Telecommunications Sector - Network Routing Number - Personal Number - Portabilidade de Operador Especificação do Interface entre Redes - Query on Release - Release Message - Universal Access Number - Universal Personal Telecommunications - Virtual Private Network ANEXO I INTERFACE TÉCNICO ENTRE REDES 4
5 4 Cenários de Portabilidade de Operador Relativamente a cenários possíveis na portabilidade de operador foram identificadas oito situações: 4.1 Origem nacional Situação sem qualquer trânsito nacional Rede Receptora 9 Destino 8 IN 7 Origem Rede Origem (Fixa ou Móvel) REL IAM Rede Doadora 3 4 Doador Fig. 1 Cenário de Chamada originada nacionalmente sem trânsito Situação com trânsito num Operador Nacional Rede Receptora 11 Destino 10 IN 9 Origem Rede Origem (Fixa ou Móvel) 1 8 Rede Trânsito Nacional Rede Doadora 7 REL REL 6 5 REL Trânsito 2 IAM 3 IAM 4 Doador Fig. 2 Cenário de Chamada originada nacionalmente com trânsito nacional ANEXO I INTERFACE TÉCNICO ENTRE REDES 5
6 4.1.3 Situação de Carrier Nacional (Serviço Clientes Indirectos) Rede Receptora 9 Destino 8 Rede Carrier Nacional Rede Origem (Fixa ou Móvel) Origem 1 2 IN REL Trânsito 7 REL IAM Rede Doadora Doador Fig. 3 Cenário de Chamada originada nacionalmente através de Carrier Nacional Situação de Serviços não Geográficos Rede Receptora IN-3 receptor 8 7 Rede Doadora 9 IN-2 6 Rede Origem (Fixa ou Móvel) Origem REL IAM IN-1 doador 3 Rede Destino 10 destino Fig. 4 Cenário de Chamada originada nacionalmente para número de serviço não geográfico do tipo IN ANEXO I INTERFACE TÉCNICO ENTRE REDES 6
7 4.1.5 Situação de Serviços de tradução IN Rede Receptora 10 Receptor 9 Rede Intermédia Nacional Rede Origem (Fixa ou Móvel) Origem 1 2 IN-2 intermédio 8 REL IAM Rede Doadora Doador 3 IN-1 Fig. 5 Cenário de Chamada originada nacionalmente e reencaminhada em rede intermédia por utilização de um serviço IN de tradução (IN-1), tipo alteração de número físico de Número Verde, etc Situação de Reencaminhamento (CFU, CFB, CFNR, CD, etc.) Rede Receptora 10 Destino 9 Rede Operador que faz reencaminhamento Rede Origem (Fixa ou Móvel) Origem 1 2 IN REL com reencaminhamento 8 REL IAM Rede Doadora Doador 3 Fig. 6 Cenário de Chamada originada nacionalmente com reencaminhamento ANEXO I INTERFACE TÉCNICO ENTRE REDES 7
8 4.2 Origem internacional Situação sem qualquer trânsito nacional Rede Destino 7 Destino 6 Rede Internacional Origem 1 2 IN 5 Rede Doadora REL 3 IAM 4 Doador Fig. 7 Cenário de Chamada originada internacionalmente sem trânsito Situação com trânsito num Operador Nacional Rede Destino 9 Destino 8 Rede Trânsito Nacional Rede Internacional Origem 1 2 IN REL Trânsito 7 REL IAM Rede Doadora Doador Fig. 8 Cenário de Chamada originada internacionalmente com trânsito nacional ANEXO I INTERFACE TÉCNICO ENTRE REDES 8
9 5 Estrutura do NRN O número de encaminhamento dos números portados consistirá em três campos distintos: Código de serviço (D); Código de operador (P 1 P 2 P 3 ) atribuído pelo ICP, obedecendo ao formato 0xy (x 0); Código de comutador do operador (C 1 C 2 C 3 ) definido pelo respectivo operador. A estrutura terá o seguinte formato: Serviço Operador Número portado D P 1 P 2 P 3 C 1 C 2 C 3 D 1 D 2 D 9 D 12 Fig. 8 Formato do NRN + DN O DN poderá ter um comprimento variável entre 9 e 12 dígitos. Será disponibilizada a tabela completa com os NRN definidos pelos vários operadores. ANEXO I INTERFACE TÉCNICO ENTRE REDES 9
10 6 Aplicabilidade das normas e recomendações do ETSI e ITU-T Tabela 1 Excepções e Clarificações à Norma EN do ETSI Enhancements for support of Number Portability Item Título Comentários Forward Aplicável. Endorsement notice Aplicável. Clause 1 Scope Aplicável (método Dropback não é aplicável). Clause 2 References Aplicável (assume-se que a implementação de acordo com esta especificação possa ser suportada em redes que não suportam todas as funcionalidades do ETSI ISUP V4 EN e EN ). Annex D Procedures to support Aplicável (método Dropback não é aplicável). Dropback Clause Bibliography Aplicável. Tabela 2 Excepções e Clarificações à Rec. Q do ITU-T Enhancements for support of Number Portability Item Título Comentários 1 Scope O método de suporte à portabilidade de numeração considerado nesta especificação é o método Query on Release (QoR). Para simplificar aspectos de interfuncionamento e de encaminhamentos, o método de endereçamento considerado é o concatenado, descrito no Anexo A. Os Anexos B, D e E são aplicáveis. 2 References Aplicável (assume-se que a implementação de acordo com esta especificação possa ser suportada em redes que não suportam todas as funcionalidades das últimas versões do ISUP. 3 Definitions Aplicável. ANEXO I INTERFACE TÉCNICO ENTRE REDES 10
11 Tabela 2 Excepções e Clarificações à Rec. Q do ITU-T Enhancements for support of Number Portability Item Título Comentários 4 Abbreviations Aplicável. CCBS - Completion of calls to busy subscriber CCNR - Completion of calls on no reply CD - Call Deflection CFB - Call Forwarding Busy CFNR - Call Forwarding No Reply CFU - Call Forwarding Unconditional FPH - Freephone IN - Intelligent Network PN - Personal Number UAN - Universal Access Number UPT - Universal Personal Telecommunications VPN - Virtual Private Network 5 Conventions Aplicável. 6 Call control and signalling procedures O método escolhido é o Query on Release, não sendo portanto aplicáveis os métodos All Call Query e Onward Routing. O método de endereçamento considerado é o concatenado. 6.1 Separate Directory Number Não é aplicável. Addressing method 6.2 Other addressing methods O método de encaminhamento adoptado é o contido no Anexo A (Concatenated Addressing method). 6.3 Actions required in the Não é aplicável. originating network 6.4 Actions required in the donor Não é aplicável. network 6.5 Actions required in a transit Não é aplicável. network 6.6 Actions required in the recipient Não é aplicável. network ANNEX A Procedures for the - Concatenated Addressing method A.1 General Aplicável. A.2 Exceptions to Clause 6 of this Recommendation A codificação do Called Party Number deverá ser a seguinte: national (significant) number Em termos de sinalização (Calling, Connected, Redirecting, Redirection number, etc.) a identificação do número portado que deve ser enviado pelo comutador receptor é sempre o respectivo DN (nunca deve incluir o NRN). A única excepção, em termos de sinalização será nas chamadas terminadas o Called party Number. ANEXO I INTERFACE TÉCNICO ENTRE REDES 11
12 Tabela 2 Excepções e Clarificações à Rec. Q do ITU-T Enhancements for support of Number Portability Item Título Comentários ANNEX B Procedures for the Separate Não é aplicável. Network Routing Number Addressing method ANNEX C Procedures to support Query on - Release C.1 General Aplicável. C.2 Procedures for QoR with the Não é aplicável forward and the backward indications C.2.1 Normal procedures - C Originating exchange Não é aplicável C Intermediate exchange Não é aplicável C Gateway exchange Não é aplicável C Donor exchange Não é aplicável C Exchange receiving a Release Não é aplicável message with the QoR cause value C.2.2 Exceptional procedures Não é aplicável C.3 Procedures for QoR with the Aplicável. backward indication only C.3.1 Normal procedures - C Originating exchange Aplicável C Intermediate exchange Aplicável. Caso este comutador efectue algum tipo de reencaminhamento (CFU, CFB, CFNR, CD, etc) ou realize o trigger para algum serviço IN (FPH, PN, UPT, VPN, UAN, etc) sobre esta chamada, a informação relativa à nova mensagem IAM gerada deverá ser armazenada, de forma a possibilitar a realização da query de acordo com o requisito listado no ponto C C Donor exchange Aplicável. Sempre que este comutador já tenha efectuado algum tipo de reencaminhamento (CFU, CFB, CFNR, CD, etc) sobre esta chamada, a mensagem de Release com (QoR: ported number) não será gerada, devendo este comutador despoletar o procedimento de query (usando o número para o qual a chamada foi reencaminhada), e prosseguir a chamada. ANEXO I INTERFACE TÉCNICO ENTRE REDES 12
13 Tabela 2 Excepções e Clarificações à Rec. Q do ITU-T Enhancements for support of Number Portability Item Título Comentários C Exchange receiving a Release message with the QoR cause value Aplicável. C.3.2 Exceptional procedures Aplicável. ANNEX D Procedures to support Dropback Não aplicável ANNEX E Procedures for forward transfer Não aplicável. of number portability status information Sempre que este comutador já tenha efectuado algum tipo de reencaminhamento (CFU, CFB, CFNR, CD, etc) ou realizado o trigger de algum serviço IN (FPH, PN, UPT, VPN, UAN, etc.) sobre esta chamada, a mensagem de Release não será passada para trás, devendo este comutador despoletar o procedimento de query (usando o número para o qual a chamada foi reencaminhada ou o novo número de destino devolvido pelo serviço IN, dependendo de qual o serviço activado. No caso de estarem ambos activos, será usado o número de destino devolvido pelo serviço que foi activado por último ), e prosseguir a chamada. Interacção com serviços de Reencaminhamento de Chamadas (CFU, CFB, CFNR, CD, etc) Os comutadores que tenham realizado algum tipo de reencaminhamento não devem passar para trás a mensagem de Release com a causa #14 (QoR:ported number), despoletando o procedimento de query à base de dados, com base no número destino do reencaminhamento. Interacção com os serviços CCBS/CCNR Enquanto não for estabilizada em termos de normalização ETSI/ITU uma solução para o redireccionamento das mensagens SCCP para a rede receptora, as indicações de CCBS possible e CCNR possible deverão ser removidas pelos comutadores que tenham realizado QoR sobre estas chamadas, evitando a que as mesmas sejam enviadas erradamente ao originador. ANEXO I INTERFACE TÉCNICO ENTRE REDES 13
14 7 Cenários de Teste da Portabilidade de Operador Relativamente a cenários de teste possíveis na portabilidade de operador foram identificadas as seguintes situações: 7.1 Configuração 1 Rede Receptora IN Rede Origem Rede Intermédia Rede Doadora 7.2 Configuração 2 Rede Receptora IN Rede Origem Rede Intermédia Rede Doadora 7.3 Configuração 3 Rede Receptora Rede Destino ANEXO I INTERFACE TÉCNICO ENTRE REDES 14
15 7.4 Configuração 4 Rede Receptora Rede Destino Rede Destino 8 Lista de Testes 1. Verificação da tradução de Operador em caso de número portado Situação com sucesso 1.1. Chamada originada num rede com possibilidade de realizar o query à BDP 1.2. Chamada originada num rede sem possibilidade de realizar o query à BDP 1.3. Chamada reencaminhada para um número portado 1.4. Chamada serviço não geográfico com tradução para um número portado 2. Verificação da tradução de Operador em caso de número portado Situação sem sucesso 2.1. Tradução de número portado sem sucesso 2.2. NRN+DN não existente na rede receptora 3. Verificação da identificação do número portado na Rede Receptora 3.1. Chamada originada (verificação do Calling Party Number) 3.2. Chamada reencaminhada (verificação do Redirection Number ACM e Redirecting Number IAM) Nota: No caso de o Operador Origem ou Operador Intermédio optar pelo método All call Query (AcQ) deve ser aceitável a rede libertar a chamada quando recebe REL #14. Note-se que este cenário ocorrerá sempre que, mesmo num ambiente AcQ, existam erros na base de dados de portabilidade. ANEXO I INTERFACE TÉCNICO ENTRE REDES 15
16 9 Descrição dos Testes 9.1 Verificação da tradução de Operador em caso de número portado Situação com sucesso N.º do Teste: 1.1 N.º da 2 Configuração: Título do Teste: Chamada originada numa rede com possibilidade de realizar o query à BDP Objectivo: Pretende -se verificar se a rede intermédia passa transparentemente a mensagem de REL com a Causa #14. Referências: 1. PO-EIR: e ITU-T Q.769.1: C.3.1.1, C e C com os comentários da especificação ICP(PO -EIR) Descrição do 1. Realização de uma chamada de uma rede que tem possibilidade de Teste: efectuar o query à BDP (e.g. Operador móvel); 2. Verificar se a mensagem de REL com causa #14 é gerada na rede doadora; 3. Verificar se a rede intermédia passa transparentemente a mensagem REL com causa #14; 4. Verificar se o REL (#14) na rede origem conduz ao trigger IN (query à BDP) com tradução correcta do NRN+DN; 5. Verificar se a chamada é encaminhada correctamente para a rede receptora; 6. Verificar se a chamada tem sucesso. N.º do Teste: 1.2 N.º da 1 Configuração: Título do Teste: Chamada originada numa rede sem possibilidade de realizar o query à BDP Objectivo: Pretende -se verificar se a rede intermédia ao receber a mensagem de REL com a Causa #14 faz o query à BDP e encaminha a chamada para a rede receptora do número. Referências: 1. PO-EIR: 3.1.3, e ITU-T Q.769.1: C.3.1.2, C e C com os comentários da especificação ICP(PO -EIR) Descrição do 1. Realização de uma chamada de uma rede que não tem possibilidade Teste: de realizar o query à BDP (e.g. Operador internacional, Carrier Nacional); 2. Verificar se a mensagem de REL com causa #14 é gerada na rede doadora; 3. Verificar se o REL (#14) na rede intermédia conduz ao trigger IN (query à BDP) com tradução correcta do NRN+DN; 4. Verificar se a chamada é encaminhada correctamente para a rede receptora; 5. Verificar se a chamada tem sucesso. ANEXO I INTERFACE TÉCNICO ENTRE REDES 16
17 N.º do Teste: 1.3 N.º da 1 Configuração: Título do Teste: Chamada reencaminhada para um número portado Objectivo: Pretende -se verificar se a rede intermédia ao reencaminhar para um número portado e recebendo a mensagem de REL com a Causa #14 faz o query à BDP e encaminha a chamada para a rede receptora do número. Referências: 1. PO-EIR: ITU-T Q.769.1: C.3.1.2, C.3.1.3, C e C.3.2 com os comentários da especificação ICP(PO -EIR) Descrição do Teste: 1. Realização de uma chamada de uma rede qualquer para um número reencaminhado para um número portado; 2. Verificar se a mensagem de REL com causa #14 é gerada na rede doadora; 3. Verificar se o REL (#14) na rede intermédia conduz ao trigger IN (query à BDP) com tradução correcta do NRN+DN; 4. Verificar se a chamada é encaminhada correctamente para a rede receptora; 5. Verificar se a chamada tem sucesso. N.º do Te ste: 1.4 N.º da 1 Configuração: Título do Teste: Chamada serviço não geográfico com tradução para um número portado Objectivo: Pretende -se verificar se a rede intermédia ao traduzir um número não geográfico para um número portado e recebendo a mensagem de REL com a Causa #14 faz o query à BDP e encaminha a chamada para a rede receptora do número traduzido. Referências: 1. PO-EIR: ITU-T Q.769.1: C.3.1.2, C e C com os comentários da especificação ICP(PO -EIR) Descrição do Teste: 1. Realização de uma chamada de uma rede qualquer para um número não geográfico traduzido para um número portado na rede intermédia; 2. Verificar se a mensagem de REL com causa #14 é gerada na rede doadora; 3. Verificar se o REL (#14) na rede intermédia conduz ao trigger IN (query à BDP) com tradução correcta do NRN+DN; 4. Verificar se a chamada é encaminhada correctamente para a rede receptora; 5. Verificar se a chamada tem sucesso. ANEXO I INTERFACE TÉCNICO ENTRE REDES 17
18 9.2 Verificação da tradução de Operador em caso de número portado Situação sem sucesso N.º do Teste: 2.1 N.º da 1 Configuração: Título do Teste: Tradução de número portado sem sucesso Objectivo: Pretende -se verificar se a rede intermédia ao não conseguir traduzir um número para um número portado por inexistência na BDP e envia para trás REL com causa #31. Referências: 1. ITU-T Q.769.1: C.3.2 com os comentários da especificação ICP(PO- EIR) Descrição do 1. Realização de uma chamada de uma rede qualquer para um número Teste: que foi portado; 2. Verificar se a mensagem de REL com causa #14 é gerada na rede doadora; 3. Verificar se o REL (#14) na rede intermédia conduz ao trigger IN (query à BDP) e falha por inexistência da relação NRN+DN; 4. Verificar se a chamada é desligada com causa #31; 5. Verificar que a chamada não tem sucesso. N.º do Teste: 2.2 N.º da 1 e/ou 2 Configuração: Título do Teste: NRN+DN não existente na rede receptora Objectivo: Pretende -se verificar se a rede receptora ao não encontrar o número portado envia para trás REL com causa #1. Referências: 1. ITU-T Q.769.1: 6.6 com os comentários da especificação ICP(PO- EIR) Descrição do 1. Realização de uma chamada de uma rede qualquer para um número Teste: que foi portado; 2. Verificar se a mensagem de REL com causa #14 é gerada na rede doadora; 3. Verificar se o REL (#14) na rede intermédia conduz ao trigg er IN (query à BDP) e com tradução correcta do NRN+DN; 4. Verificar se a chamada é encaminhada para a rede receptora; 5. Verificar se a chamada é desligada com causa #1; 6. Verificar que a chamada não tem sucesso. ANEXO I INTERFACE TÉCNICO ENTRE REDES 18
19 9.3 Verificação da identificação do número portado na Rede Receptora N.º do Teste: 3.1 N.º da 3 Configuração: Título do Teste: Chamada originada (verificação do Calling Party Number ) Objectivo: Pretende -se verificar se o parâmetro Calling Party Number (CLI) é enviado correctamente. Referências: 1. ITU-T Q.769.1: A.2 com os comentários da especificação ICP(PO- EIR) Descrição do 1. Realização de uma chamada de saída da rede receptora do interface Teste: receptor do número portado; 2. Verificação do CLI (parâmetro Calling Party Number do IAM). N.º do Teste: 3.2 N.º da 4 Configuração: Título do Teste: Chamada reencaminhada (verificação do Redirection Number ACM e Redirecting Number IAM) Objectivo: Pretende -se verificar se o parâmetro Redirecting Number (na mensagem IAM) e o parâmetro Redirection Number (na mensagem ACM) são enviados correctamente. Referências: 1. ITU-T Q.769.1: A.2 com os comentários da especificação ICP(PO- EIR) Descrição do 1. Reencaminhar (CFU, CFB, CFNR, CD) para qualquer número o Teste: interface receptor do número portado; 2. Realização de uma chamada para o número reencaminhado da rede receptora; 3. Verificação do parâmetro Redirecting Number (na mensagem IAM); 4. Verificação do parâmetro Redirection Number (na mensagem ACM). ANEXO I INTERFACE TÉCNICO ENTRE REDES 19
20 Anexo FORMULÁRIO DE TESTES ENTRE OPERADORES NACIONAIS IDENTIFICAÇÃO DOS OPERADORES ENVOLVIDOS Operador Origem Operador Intermédio Operador Doador Operador Receptor TESTES A REALIZAR OK NOK 1. Verificação da tradução de Operador em caso de número portado Situação com sucesso 1.1 Chamada originada num rede com possibilidade de realizar o query à BDP 1.2 Chamada originada num rede sem possibilidade de realizar o query à BDP 1.3 Chamada reencaminhada para um número portado 1.4 Chamada serviço não geográfico com tradução para um número portado 2. Verificação da tradução de Operador em caso de número portado Situação sem sucesso 2.1 Tradução de número portado sem sucesso 2.2 NRN+DN não existente na rede receptora 3. Verificação da identificação do número portado na Rede Receptora 3.1 Chamada originada (verificação do Calling Party Number) 3.2 Chamada reencaminhada (verificação do Redirection Number ACM e Redirecting Number IAM) COMENTÁRIOS Operador Origem RESPONSÁVEIS PELOS TESTES Ope rador Operador Doador Intermédio Operador Receptor ASSINATURAS ANEXO I INTERFACE TÉCNICO ENTRE REDES 20
ANEXO I INTERFACE TÉCNICO ENTRE REDES
ANEXO I INTERFACE TÉCNICO ENTRE REDES ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 1 2 REFERÊNCIAS... 1 2.1 ETSI... 1 2.2 ITU-T... 2 3 ABREVIATURAS... 2 4 CENÁRIOS DE PORTABILIDADE DE OPERADOR ( CALL RELATED )... 4 4.1 ORIGEM
Interface de Acesso à Rede Telefónica Ar Telecom Comutada
I NTERFACE DE PPCAE RDIS A 2 MBIT/S (Acesso Primário) 2.0 Página 1/5 Interface de Acesso à Rede Telefónica Ar Telecom Comutada Interface de RDIS Primário (2Mb/s) Autor: DEV Aprovação: DIR Data: 2005-09-13
Acessos Básicos e Primários
PUBLICAÇÃO DE INTERFACES DE CLIENTE SFT - Interface Digital Características Técnicas dos Interfaces Versão: v1.0 Data: outubro/2001 Este documento não é parte de nenhum contrato com clientes ou fornecedores.
Redes de Nova Geração (NGN) O Desafio para a Regulação
Redes de Nova Geração (NGN) O Desafio para a Regulação Índice Interfaces e Interligação Obrigações legais Numeração, Nomes e Endereçamento 2 Interfaces e Interligação Modelo de Evolução da Interligação
Adesão ao Serviço de Interruptibilidade Eléctrica
DIRECÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO LIGAÇÃO À REDE TELECOMUNICAÇÕES DE SEGURANÇA ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA Adesão ao Serviço de Interruptibilidade Eléctrica 2012-03-19 ÍNDICE 1. ÂMBITO... 3 2. ESTRUTURA DO
Índice. TIPO DE DOCUMENTO Nota Técnica. Designação VERSÃO 3.0. 30 de Julho de 2009. TÍTULO ADSL sobre ISDN - Interface Utilizador-Rede 1/10 3.
1/10 TIPO DE DOCUMENTO Nota Técnica Designação VERSÃO 30 de Julho de 2009 Índice 1 ÂMBITO... 3 2 MODELOS DE REFERÊNCIA... 4 3 INTERFACE UNI USER TO NETWORK... 5 2/10 3.1 PONTO DE TERMINAÇÃO DA REDE......
Uma abordagem do processo de Portabilidade Numérica de Código de Acesso no Brasil sob a ótica das Redes de Comutação
Uma abordagem do processo de Portabilidade Numérica de Código de Acesso no Brasil sob a ótica das Redes de Comutação Abstract. This service started to be needs to all the Telephony Companies in August
Especificações das Interfaces da Rede Fixa da Sonaecom Serviços de Comunicações, SA V1.1
Especificações das Interfaces da Rede Fixa da Sonaecom Serviços de Comunicações, SA V1.1 MARÇO 2009 ÍNDICE ESPECIFICAÇÕES DAS INTERFACES DA REDE... 1 FIA DA SONAECOM SERVIÇOS DE... 1 COMUNICAÇÕES, SA...
REDES COM INTEGRAÇÃO DE SERVIÇOS
REDES COM INTEGRAÇÃO DE SERVIÇOS (1ª Parte) Rede Digital com Integração de Serviços () 1 1. INTRODUÇÃO 2 EVOLUÇÃO DAS REDES PÚBLICAS DE TELECOMUNICAÇÕES 1: Rede Telefónica Analógica 2: Rede Telefónica
NOTA DE ESCLARECIMENTO
NOTA DE ESCLARECIMENTO SOBRE A UTILIZAÇÃO DE NUMERAÇÃO GEOGRÁFICA EM REDES PRIVATIVAS MULTI-SITE I ENQUADRAMENTO O ICP-ANACOM ao acompanhar a evolução tecnológica e tendo sido confrontado com um pedido
PROPOSTA DE REVISÃO DO PLANO NACIONAL DE NUMERAÇÃO
PROPOSTA DE REVISÃO DO PLANO NACIONAL DE NUMERAÇÃO Maio de 2015 FUNDAMENTAÇÃO O sector das telecomunicações em Moçambique tem registado nos últimos anos um crescimento acentuado, estando neste momento
ET IA1 - Interface de Acesso à Rede Telefónica Pública Comutada
ET IA1 - Interface de Acesso à Rede Telefónica Pública Comutada Interface de Linha de Rede Analógica (2 fios) Data: 2004.08.06 Página 1 / 22 Versão: 5.2 ÍNDICE 0 Âmbito...3 1 Ponto de Terminação da Rede
Sinalização em Redes de Comutação de Circuitos. Sinalização em Comutação de Circuitos
Sinalização em Redes de Comutação de Circuitos Princípios gerais Sinalização de assinante analógico Sinalização de canal associado entre comutadores Sinalização de canal comum entre comutadores Sinalização
Interface de Acesso a Circuitos Dedicados Digitais a 64Kbit/s e Nx64Kbit/s
Especificações técnicas dos interfaces de rede da PT Comunicações Interface de Acesso a Circuitos Dedicados Digitais a 64Kbit/s e Nx64Kbit/s Especificação do interface Cliente-Rede Data: 2004.01.20 Página
INTERFACE RDIS - ACESSO BÁSICO E ACESSO PRIMÁRIO SERVIÇOS SUPLEMENTARES
TÍTULO: ET IDSS - Especificação de Serviços Suplementares RDIS 1/95 Autoria: PT Comunicações Aprovação: DEC/TEC/TRC3 Data: 2003-10-23 ESPECIFICAÇÃO DE INTERFACE COM A REDE PT COMUNICAÇÕES INTERFACE RDIS
Redes de Telecomunicações
Redes de Telecomunicações Mestrado em Engenharia Electrotécnica e e de Computadores 1º semestre 2009/2010 Capítulo 1 Introdução João Pires Redes de Telecomunicações (09/10) 2 Aspectos da Evolução das Telecomunicações
Figura 1 - Arquitectura do GSM
GSM O aparecimento das redes de comunicações no século passado veio revolucionar o nosso mundo. Com os primeiros telefones surgiu a necessidade de criar redes que os suportassem. Começaram a surgir as
Interface de Acesso a Circuitos Ethernet, Fast Ethernet e Gigabit Ethernet
Interface de Acesso a Circuitos Ethernet, Fast Ethernet e Gigabit Ethernet Especificação do interface Cliente-Rede Data: 2014-12-30 Página 1 / 6 Versão: 4.0 MEO Serviços de Comunicações e Multimédia, S.A.
Gestão dos Níveis de Serviço
A Gestão dos Níveis de Serviço (SLM) Os sistemas e tecnologias de informação e comunicação têm nas empresas um papel cada vez mais importante evoluindo, hoje em dia, para níveis mais elevados de funcionamento
ACESSO ADSL sobre POTS e sobre ISDN
PUBLICAÇÃO DE INTERFACES DE CLIENTE ACESSO ADSL sobre POTS e sobre ISDN Especificações Técnicas da Interface Utilizador-Rede Versão: v2.0 Data: abril/2009 Este documento não é parte de nenhum contrato
Entendendo como funciona o NAT
Entendendo como funciona o NAT Vamos inicialmente entender exatamente qual a função do NAT e em que situações ele é indicado. O NAT surgiu como uma alternativa real para o problema de falta de endereços
ADDRESS RESOLUTION PROTOCOL. Thiago de Almeida Correia
ADDRESS RESOLUTION PROTOCOL Thiago de Almeida Correia São Paulo 2011 1. Visão Geral Em uma rede de computadores local, os hosts se enxergam através de dois endereços, sendo um deles o endereço Internet
Novo Formato de Logins Manual de Consulta
Gestão Integrada de Acessos Novo Formato de Logins Manual de Consulta Gestão Integrada de Acessos Histórico de Alterações Versão Descrição Autor Data 1.0 Versão inicial DSI/PPQ 2014-07-11 Controlo do documento
Um sistema SMS 1 simplificado
1 Introdução Um sistema SMS 1 simplificado Projecto de Redes de Computadores I - 2007/2008 LEIC IST, Tagus Park 10 de Setembro de 2007 Pretende-se com este projecto que os alunos implementem um sistema
H.323: Visual telephone systems and equipment for local area networks which provide a nonguaranteed
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ H.323: Visual telephone systems and equipment for local area networks which provide a nonguaranteed quality of service Resumo para a disciplina de Processamento Digital de
PORTABILIDADE NUMÉRICA UMA SOLUÇÃO ORIENTADA PELA SIMPLICIDADE, QUALIDADE E BAIXO CUSTO
PORTABILIDADE NUMÉRICA UMA SOLUÇÃO ORIENTADA PELA SIMPLICIDADE, QUALIDADE E BAIXO CUSTO 1 Introdução A portabilidade é a facilidade que possibilita ao assinante de telefonia manter o número do seu telefone
Portabilidade Numérica
Portabilidade Numérica Este tutorial trata da Portabilidade Numérica, definida como a faculdade do usuário em manter o seu número ao trocar de prestadora de serviços. José Barbosa Mello José Barbosa Mello
Actividade 3: Configuração de VLANs
Actividade 3: Configuração de VLANs Gestão de Sistemas e Redes 1. Introdução As VLANs operam no nível 2 e permitem segmentar as redes locais em múltiplos domínios de difusão. Isto pode ser feito de forma
Redes de Computadores II. Professor Airton Ribeiro de Sousa
Redes de Computadores II Professor Airton Ribeiro de Sousa 1 PROTOCOLO IP IPv4 - Endereçamento 2 PROTOCOLO IP IPv4 - Endereçamento A quantidade de endereços possíveis pode ser calculada de forma simples.
Relatório SHST - 2003
Relatório da Actividade dos Serviços de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho Relatório SHST - 2003 Programa de Validação e Encriptação Manual de Operação Versão 1.1 DEEP Departamento de Estudos, Estatística
Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais. Procedimentos
Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais EQUASS Assurance Procedimentos 2008 - European Quality in Social Services (EQUASS) Reservados todos os direitos. É proibida a reprodução total ou parcial
H323 : serviços suplementares
H323 : serviços suplementares Paulo Aguiar Tel. (0xx21) 2598-3165 e-mail: [email protected] Núcleo de Computação Eletrônica e Departamento de Computação /IM da UFRJ Serviços Suplementares (SS) Estabelece
Sistemas Distribuídos Comunicação entre Processos em Sistemas Distribuídos: Middleware de comunicação Aula II Prof. Rosemary Silveira F. Melo Comunicação em sistemas distribuídos é um ponto fundamental
Interface Acesso Rádio Informação e normas aplicáveis ao desenvolvimento e testes de equipamento terminal
Interface Acesso Rádio Informação e normas aplicáveis ao desenvolvimento e testes de equipamento terminal Versão: 1.5 Vodafone 2009. Reservados todos os direitos. A reprodução e uso escrito ou verbal de
Redes Inteligentes e as Redes Móveis
Redes Inteligentes e as Redes Móveis Definições de mobilidade Recordar: Arquitecturas GSM, GPRS e UMTS Introdução dos conceitos IN na rede GSM: CAMEL Definições de mobilidade, desafios Mobilidade terminal
TC - IOT M2M CORE Services Protocol. Mensagens do FemtoM2M. Versão: 1.0 Data: 2014-01-22
TC - IOT M2M CORE Services Protocol Mensagens do FemtoM2M Versão: 1.0 Data: 2014-01-22 Nome do Documento: TC-IOT M2M CORE Services Protocol-Mensagens do FemtoM2M Versão: 1.0 Data: 2014-01-22 Identificador:
User ENUM versus Infrastructure ENUM
António Amaral 28/10/2009 Este documento é propriedade intelectual da PT Inovação e fica proibida a sua utilização ou propagação sem expressa autorização escrita. Agenda Conceitos Gerais de na arquitectura
Integrated Network Operations Support System ISO 9001 Certified A Plataforma Integradora Integrated Platform O INOSS V2 é uma poderosa plataforma de operação e gestão centralizada de redes e serviços de
O protocolo H.323 UNIP. Renê Furtado Felix. [email protected]
UNIP [email protected] Este protocolo foi projetado com o intuito de servir redes multimídia locais com suporte a voz, vídeo e dados em redes de comutação em pacotes sem garantias de Qualidade de
Relatório do 2º Guião Laboratorial de Avaliação: Encaminhamento de pacotes. Licenciatura: ETI Turma : ETC1 Grupo : rd2_t3_02 Data: 30/10/2009
Licenciaturas em Informática e Gestão de Empresas, Engenharia de Telecomunicações e Informática e Engenharia Informática Redes Digitais II Relatório do 2º Guião Laboratorial de Avaliação: Encaminhamento
Disciplina Fundamentos de Redes. Introdução ao Endereço IP. Professor Airton Ribeiro de Sousa Outubro de 2014
Disciplina Fundamentos de Redes Introdução ao Endereço IP 1 Professor Airton Ribeiro de Sousa Outubro de 2014 PROTOCOLO TCP - ARQUITETURA Inicialmente para abordamos o tema Endereço IP, é necessário abordar
Redes de Acesso Telefone VoIP WiFi baseado em Windows Mobile
Telefone VoIP WiFi baseado em Windows Mobile Trabalho realizado pelos alunos: Grupo 17 Índice A Introdução...3 B Objectivos...3 C Especificações, Desenvolvimento e Testes...3 C.1 Especificações...3 C.2
Interoperabilidade entre Plataformas de SMS. Projeto e Requisitos Técnicos Mínimos para Interoperabilidade
Interoperabilidade entre Plataformas de SMS Projeto e Requisitos Técnicos Mínimos para Interoperabilidade . Índice: ESPECIFICAÇÕES INICIAIS DE PROJETO E REQUISITOS TÉCNICO PARA INTEROPERABILIDADE DE SMS
Especificação de Requisitos
Projeto/Versão: Versão 11.80 Melhoria Requisito/Módulo: 000552 / Conector Sub-Requisito/Função: Multas Tarefa/Chamado: 01.08.01 País: Brasil Data Especificação: 13/05/13 Rotinas Envolvidas Rotina Tipo
Redes - Internet. Sumário 26-09-2008. Aula 3,4 e 5 9º C 2008 09 24. } Estrutura baseada em camadas. } Endereços IP. } DNS -Domain Name System
Redes - Internet 9º C 2008 09 24 Sumário } Estrutura baseada em camadas } Endereços IP } DNS -Domain Name System } Serviços, os Servidores e os Clientes } Informação Distribuída } Principais Serviços da
Unidade 1. Conceitos Básicos
Unidade 1 Conceitos Básicos 11 U1 - Conceitos Básicos Comunicação Protocolo Definição de rede Rede Internet 12 Comunicação de dados Comunicação de dados comunicação de informação em estado binário entre
Sinalização em redes ATM. Prof. José Marcos C. Brito
Sinalização em redes ATM Prof. José Marcos C. Brito 1 Operação com SVC Permite ao terminal estabelecer e desfazer conexões dinamicamente Necessita de protocolo de sinalização. O terminal solicita ao switch
Microsoft Word 2007. Vantagens
Microsoft Word 2007 Vantagens Vantagens A versão 2007 do Microsoft Word permite elaborar documentos com um aspecto muito profissional. Para tal, esta versão utiliza um conjunto de ferramentas (novas e/ou
Arquitetura de Rede de Computadores
TCP/IP Roteamento Arquitetura de Rede de Prof. Pedro Neto Aracaju Sergipe - 2011 Ementa da Disciplina 4. Roteamento i. Máscara de Rede ii. Sub-Redes iii. Números Binários e Máscara de Sub-Rede iv. O Roteador
Redes e Telecomunicações
Redes e Telecomunicações Comunicação Processo pelo qual uma informação gerada num ponto (origem) é transferida para outro ponto (destino) Telecomunicações Telecomunicação do grego: tele = distância do
Resposta à Consulta Pública sobre VoIP Introdução
Resposta à Consulta Pública sobre VoIP Introdução A Radiomóvel considera muito importante esta iniciativa da Anacom que vem no sentido de regular esta nova faceta da prestação de serviço telefónico, fruto
Funções específicas de cada camada do modelo OSI da ISO.
Funções específicas de cada camada do modelo OSI da ISO. 1ª Camada - Física - Grupo Rede Física Esta camada traduz os bits a enviar em sinais elétricos, de tensão ou corrente. Ela fornece os meios de hardware
Capítulo 9. Gerenciamento de rede
1 Capítulo 9 Gerenciamento de rede 2 Redes de computadores I Prof.: Leandro Soares de Sousa E-mail: [email protected] Site: http://www.ic.uff.br/~lsousa Não deixem a matéria acumular!!! Datas
Plano de implementação da ISO 9001:2008 PLANO DE IMPLEMENTAÇÃO DA ISO 9001:2008
PLANO DE IMPLEMENTAÇÃO DA ISO 9001:2008 A APCER vem por este documento transmitir as disposições tomadas para a emissão de certificados acreditados durante o período de implementação definido pela IAF,
SEGURO DESEMPREGO ON-LINE.
SEGURO DESEMPREGO ON-LINE. GERAÇÃO DO ARQUIVO SEGURO DESEMPREGO NO SGRH: Depois de calcular a rescisão, acesse o menu Relatórios > Demissionais > Requerimento SD, selecione o empregado que será gerado
Ministério das Obras Públicas Transportes e Comunicações. ICP Autoridade Nacional de Comunicações. Regulamento n.º xx/2008
Data de publicação 20.10.2008 Ministério das Obras Públicas Transportes e Comunicações ICP Autoridade Nacional de Comunicações Regulamento n.º xx/2008 Regulamento de alteração ao regulamento n.º 58/2005,
Portabilidade Numérica: Proposta de Arquitetura Sistêmica
Portabilidade Numérica: Proposta de Arquitetura Sistêmica Esta Série Especial de Tutoriais apresenta os trabalhos premiados no II Concurso Teleco de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) 2006. O conteúdo
Procedimento de Gestão PG 02 Controlo de Documentos e Registos
Índice 1.0. Objectivo. 2 2.0. Campo de aplicação 2 3.0. Referências e definições....... 2 4.0. Responsabilidades... 3 5.0. Procedimento... 3 5.1. Generalidades 3 5.2. Controlo de documentos... 4 5.3. Procedimentos
Sistemas Distribuídos Capítulos 3 e 4 - Aula 4
Sistemas Distribuídos Capítulos 3 e 4 - Aula 4 Aula passada Threads Threads em SDs Processos Clientes Processos Servidores Aula de hoje Clusters de Servidores Migração de Código Comunicação (Cap. 4) Fundamentos
Eng.º João Melo ( CTT - Correios )
e justiça O que o sector da justiça em Portugal tem a ganhar com o desenvolvimento da SI 12 e 13 de Janeiro de 2004 Fundação Calouste Gulbenkian Eng.º João Melo ( CTT - Correios ) Patrocínio COMUNICAÇÕES
Guia de utilização. Gestão de Mensagens. Março 2009
Guia de utilização Gestão de Mensagens Março 2009 Índice Índice... 2 Novo Serviço de Gestão de Mensagens... 3 Criar Mensagens... 4 Layout Criar Mensagens... 5 Processo Criar Mensagens... 7 Gestão das Mensagens...
3 Execução de Chamadas no UMTS
3 Eecução de Chamadas no UMTS Este capítulo descreve a sequência de mensagens que são trocadas entre o UE e a UTRAN para a realização de uma chamada. São abordados os casos de chamadas realizadas nos modos
Comunicando através da rede
Comunicando através da rede Fundamentos de Rede Capítulo 2 1 Estrutura de Rede Elementos de comunicação Três elementos comuns de comunicação origem da mensagem o canal destino da mensagem Podemos definir
GUIA PARA O PREENCHIMENTO DOS FORMULÁRIOS ENTIDADE GESTORA ERP PORTUGAL
GUIA PARA O PREENCHIMENTO DOS FORMULÁRIOS ENTIDADE GESTORA ERP PORTUGAL Versão: 1.0 Data: 05-06-2009 Índice Acesso e estados dos Formulários... 3 Escolha do Formulário e submissão... 4 Bases para a navegação
5. Métodos ágeis de desenvolvimento de software
Engenharia de Software 5. Métodos ágeis de desenvolvimento de software Nuno Miguel Gil Fonseca [email protected] Desenvolver e entregar software o mais rapidamente possível é hoje em dia um dos
Projeto de Redes de Computadores. Desenvolvimento de Estratégias de Segurança e Gerência
Desenvolvimento de Estratégias de Segurança e Gerência Segurança e Gerência são aspectos importantes do projeto lógico de uma rede São freqüentemente esquecidos por projetistas por serem consideradas questões
Sistemas Distribuídos Arquiteturas Middlewares
Sistemas Distribuídos Arquiteturas s Arquitetura Arquitetura de um sistema é sua estrutura em termos dos componentes e seus relacionamentos Objetivo: garantir que a estrutura satisfará as demandas presentes
Comunicação documentos de transporte AT via Webservice Singest Sistema Integrado de Gestão. 22-05-2013 Cambragest Serviços de Gestão e Software
Comunicação documentos de transporte AT via Webservice 22-05-2013 Cambragest Serviços de Gestão e Software I. Índice I. Índice... 1 II. Introdução... 2 III. Configuração de documentos de transporte...
TRANSIÇÃO DA ISO 9001:2000 PARA ISO 9001:2008 DOCUMENTO SUMÁRIO DE ALTERAÇÕES ALTERAÇÕES QUE PODEM AFECTAR O SISTEMA
TRANSIÇÃO DA ISO 9001:2000 PARA ISO 9001:2008 DOCUMENTO SUMÁRIO DE ALTERAÇÕES A nova norma ISO 9001, na versão de 2008, não incorpora novos requisitos, mas apenas alterações para esclarecer os requisitos
Manual técnico. v2.2 2015/10
Manual técnico v2.2 2015/10 Índice 1. INTRODUÇÃO... 3 2. DESCRIÇÃO... 3 3. INTEGRAÇÃO DO SISTEMA... 4 3.1 DESCRIÇÃO... 4 3.2 INTEGRAÇÃO... 5 3.2.1. Geração de referências... 5 getreferencemb...5 getreferencemb2...7
Pedido de Esclarecimento 01 PE 12/2011
Pedido de Esclarecimento 01 PE 12/2011 Questionamento 1 : 20.1.1.2 - Sistema de telefonia IP ITEM 04 - Deve ser capaz de se integrar e gerenciar os gateways para localidade remota tipo 1, 2 e 3 e a central
Ambiente de Pagamentos
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DA FAZENDA COORDENADORIA DA ADMINISTRAÇÃOTRIBUTÁRIA DIRETORIA DE INFORMAÇÕES Ambiente de Pagamentos Manual do Contribuinte Versão 26/09/2011 Índice Analítico 1.
Frame Relay. Serviços de Suporte em Modo Trama FEUP/DEEC/RBL 2005/06. José Ruela. Serviços de Suporte em Modo Trama
Frame Relay Serviços de Suporte em Modo Trama FEUP/DEEC/RBL 2005/06 José Ruela Serviços de Suporte em Modo Trama A expressão Frame Relay é habitualmente usada, em sentido lato, para designar serviços baseados
MSc Eliton Smith [email protected]. Gerenciamento e Administração de Redes
MSc Eliton Smith [email protected] Gerenciamento e Administração de Redes 2 Gerência de Redes ou Gerenciamento de Redes É o controle de qualquer objeto passível de ser monitorado numa estrutura de
Nota Fiscal Eletrônica... 5. Conceitos... 6. DANFE comum e DANFE em contingência... 7. Principais dúvidas... 8. Considerações... 9
Cartilha NF-e 1 Sumário Nota Fiscal Eletrônica... 5 Conceitos... 6 DANFE comum e DANFE em contingência... 7 Principais dúvidas... 8 Considerações... 9 Procedimento para operacionalização da NF-e... 10
SUMÁRIO Acesso ao sistema... 2 Atendente... 3
SUMÁRIO Acesso ao sistema... 2 1. Login no sistema... 2 Atendente... 3 1. Abrindo uma nova Solicitação... 3 1. Consultando Solicitações... 5 2. Fazendo uma Consulta Avançada... 6 3. Alterando dados da
anexo ao pedido de portabilidade e rescisão do contrato
pedido de portabilidade e rescisão do contrato ORIGINAL (tmn) 2. INFORMAÇÃO DE CONTACTO Telemóvel contacto 3. DADOS DE PORTABILIDADE MÓVEL E-mail Informamos que, por motivos de portabilidade, pretendemos
Descrição de Arquitectura e Design. SyncMasters
1 Descrição de Arquitectura e Design SyncMasters ConfiKeeper Version 2.0, 16-11-2014 by SyncMasters: Carlos Paiva, 2009108909, [email protected] Inês Parente, 2012152484, [email protected]
Redes Locais e Aplicações [if applicable: Revised DATE]
Documento 1.1 draft 3.2 Categoria: Privado Redes Locais e Aplicações Author-1, Institution Author-2, Institution DATE [if applicable: Revised DATE] Suporte nos Equipamentos Copyright Notice Copyright Task
Integração de Dados Plataforma Hub Magento E-Commerce
Integração de Dados Plataforma Hub Magento E-Commerce Facilitando Negócios Conectando softwares com Magento Plataforma de E-Commerce Integração de Dados Plataforma Hub Magento E-Commerce Este documento
PORTABILIDADE DE CÓDIGO DE ACESSO
PORTABILIDADE DE CÓDIGO DE ACESSO EDUARDO AUGUSTO DIAS FONSECA Engenharia de Telecomunicações Instituto de Educação Superior de Brasília - IESB http://www.iesb.br e-mail: [email protected] Resumo
proposta de adesão ao serviço facturação repartida (vpn)
proposta de adesão ao facturação repartida (vpn) postal - Entre a TMN - Telecomunicações Móveis, S.A., e o cliente vigora um acordo de prestação de telefónico móvel, a que corresponde o cartão do plano
Projeto de Modernização do Sistema Câmbio Orientação Técnica. Versão 1.0.1
Orientação Técnica Versão 1.0.1 Histórico de Revisão Data Versão Descrição Autor 30/09/2010 1.0.0 Versão inicial. Bacen 03/02/2011 1.0.1 Atualização do item 2.2 Utilização do PSTA para troca de mensagens
MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA APROVAÇÃO ELETRÔNICA DE SM E DM
MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA APROVAÇÃO ELETRÔNICA DE SM E DM ÍNDICE 1. Objetivo... 1 2. Informações Gerais... 1 3. Aprovação de Reserva (Solicitação de Materiais - SM)... 1 3.1. Aprovação de Reserva (SM)
5.2 MAN s (Metropolitan Area Network) Redes Metropolitanas
MÓDULO 5 Tipos de Redes 5.1 LAN s (Local Area Network) Redes Locais As LAN s são pequenas redes, a maioria de uso privado, que interligam nós dentro de pequenas distâncias, variando entre 1 a 30 km. São
O IP Multimedia Subsystem (IMS)
O IP Multimedia Subsystem (IMS) O IMS é um sistema global, independente do sistema de acesso, baseado em normas, com connectividade IP e arquitecturas de controlo de serviços que permite disponibilizar
I. ENVIO DE INFORMAÇÃO. 3. No preenchimento dos registos dos ficheiros de transmissão devem ser adoptadas as seguintes regras gerais:
Anexo à Instrução nº 43/97 I. ENVIO DE INFORMAÇÃO 1. As especificações referidas neste capítulo deverão ser utilizadas no reporte de toda a informação, à excepção da apresentada no quadro T02 e da relativa
COMPETÊNCIAS BÁSICAS EM TIC NAS EB1
COMPETÊNCIAS BÁSICAS EM TIC NAS EB1 Oficina do Correio Para saber mais sobre Correio electrónico 1. Dicas para melhor gerir e organizar o Correio Electrónico utilizando o Outlook Express Criar Pastas Escrever
