Interpretação e Aplicação da Lei Fiscal
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- Ruy Varejão Cunha
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1 Interpretação e Aplicação da Lei Fiscal Prof. Doutor José Luís Saldanha Sanches Mestre Gustavo Lopes Courinha 1 NORMAS SOBRE REGRAS DE INTERPRETAÇÃO E APLICAÇÃO DA LEI EM DIREITO FISCAL: a) art. 11º/n.º 2 LGT conceitos próprios e importados (IVA, IMT vs. Iselo e Impostos Aduaneiros); b) art. 11º/n.º 1 LGT e 9º CC exemplos para interpretação: histórica (decisão 1ª instância arts. 42º e 42º-A EBF), teleológica (caso isenção Sisa e CA compra habitação, caso activo imobilizado corpóreo), sistemática (o conceito amplo de transacção no CIVA Acórdão TCA, a não sucessão dos benefícios fiscais de CCIA para a CA), e literal (Iselo e Impostos Aduaneiros caso TANG); c) art. 12º/n.º 3 EBF breve referência. 2 ESPECIALIDADES: a) interpretação/qualificação económica o art. 25º/n.º 3 LGT Espanhola (interpretação e qualificação económica dos factos tributários) e o art. 11º/n.º 3 LGT similitudes e caso Enno Becker; b) interpretação conforme à CRP análise de alguns casos (caso pensões sangue, métodos indiciários, ficção bens móveis no art. 26º ISD); c) contratos e tributação art. 36º/n.º 4 [não vinculação ao nomen iuris ( Court looks to facts not to labels ) comodato e arrendamento; trabalho e prestação serviços; trabalho e mútuo (Westminster), etc...);
2 art. 38º/n.º 1 (irrelevância dos vícios do contrato e respectiva sanção ineficácia por falta de registo, aquisição a non domino, contratação com incapazes, etc...); art. 39º (simulação A declara vender a B isento IMI e IMT, mas vende efectivamente a C sujeito IMI e IMT ou é este que efectivamente ocupa o imóvel) e situações próximas - IMT (base tributável correspondente ao mais alto dos valores patrimonial ou declarado), preços transferência, transacções com entidades em paraíso fiscal, custos indocumentados, menos-valias com off-shores; art. 10º (irrelevância da ilicitude do facto tributário (rendimento ou consumo). 3 JURISPRUDÊNCIA - A interpretação e aplicação concreta da norma fiscal pré e pós LGT análise: a) caso LIMA TÊXTIL - SISA; b) caso ISENÇÃO PARA DTO HABITAÇÃO - SISA; c) caso LAVAGEM CUPÕES e alterações legislativas posteriores - IRC; d) caso REINVESTIMENTO DAS MAIS VALIAS E DEDUÇÃO JUROS - IRS; e) caso CARAVANA CA; f) caso Contabilização dos DRHP comentado Castro Lousada/António Rodrigues; g) caso dedução IVA comentado Prof. Saldanha Sanches. 4 O ABUSO DE DIREITO FISCAL a) Introdução fraude à lei (exemplo: Holanda), simulação (confusões conceptuais em Franca), abuso formas e qualificação; b) Reacção por Normas Especiais AA carácter estático e anti-sistemático das normas 1) CFC s 60º CIRC; 2) Sub-capitalização 61º CIRC; 3) Pagamentos a Off-shores 59º CIRC;
3 4) Limites na deduções de prejuízos na tributação de grupos de sociedades 65º/n.º 1/al. a) CIRC; 5) Fringe benefits ex.: 2º/n.ºs 4 e 5 CIRS ex.: readmissão de trabalhador após indemnização por cessação vínculo laboral; 6) CP Arrendamento com transferência posse art. 2º TGIS; 7) Procuração irrevogável 2º/n.º 3/al. c) CIMT; 8) Taxa IMI 5% 112º/n.º 3 CIMI; 9) Reflexo em IRC valor transmissão imóveis para IMT 58º-A CIRC; 10) Tributação nos sócios da quotas de partilha limite no caso de menos valias 75º/n.º 2/al. b) CIRC; 11) Limitações na dedução de prejuízos entre actividades isentas/tributação reduzida e actividades no regime geral de tributação 47º/n.º 5 CIRC; 12) Não consideração, para efeitos do regime de reinvestimento de maisvalias, as derivadas de transacções com off-shores ou intra-grupo 45º/n.º 4/al. c) CIRC; 13) Não constituição de provisões por dívidas de entidades públicas 35º/n.º 3 CIRC; 14) Não consideração como custos de menos-valias intra-grupo e outras 23º/n.ºs 5, 6 e 7 CIRC. c) As normas sectoriais AA suas características 1) fusões e cisões 67º/n.º 10 CIRC; 2) transmissão prejuízos em fusões e cisões 69º/n.º 2; 3) instrumentos financeiros derivados 78º/n.º 11 CIRC; d) Substância vs. Forma no Balanço Contabilístico e nos IAS 4 A CLÁUSULA GERAL ANTI-ABUSO a) A CGAA portuguesa requisitos; 1) Meio negócio artificioso; 2) Resultado a vantagem fiscal e os efeitos económicos equivalentes; 3) Motivação Fiscal do contribuinte (na economia do contrato); 4) Intenção Normativa.
4 b) A intenção normativa em especial e a relação CGAA com as Normas Especiais AA (caso automóvel em IRS, mais-valias imobiliárias, fringe benefits, distribuição de lucros) c) Estatuição da CGAA a requalificação contratual. 5 JURISPRUDÊNCIA Abuso de Direito e CGAA nos Tribunais a) caso Duke of Westminster; b) caso Furniss vs. Dawson; c) caso Westmoreland Investment Limited; d) caso Mcguckian; e) caso OFSC Holdings v. Her Majesty The Queen; f) caso Shell Canada; g) caso Grupo consolidado (Holandês); 6 O ABUSO DE DIREITO NO DIREITO COMUNITÁRIO E NOS TRATADOS DUPLA TRIBUTAÇÃO a) Normas Sectoriais anti-abuso (comparar versões alemão, francês, inglês e português); 1) Directiva Mães-Filhas; 2) 11º/n.º 1 Directiva Fusões-Cisões; b) Normas especiais anti-abuso 1) Beneficial Owner (Directiva Poupança e Tradados); 2) Sub-capitalização; 3) Outras. c) A não discriminação enquanto limite às normas anti-abuso 1) Acórdãos Daily Mail, Leur-Bleum, Lankhorst, Centros e Kamer van Hoophandel en Fabrieken voor Amsterdam pressupostos de admissibilidade; 2) Aplicação a Portugal - normas sub-capitalização, normas CFC s, norma dupla tributação económica, regime simplificado não aplicável aos não residentes com E.E.
5 Documentos a disponibilizar/recomendar (TEXTO COMPLETO): - José Luís Saldanha Sanches, trechos de Trabalho sobre Fraude à Lei no Direito fiscal A Perspectiva Económica (Substância v/ Forma) - Gustavo Lopes Courinha, A Cláusula Geral Anti-Abuso no Direito Tributário, Almedina, Coimbra, 2004; - os seguintes acórdãos completos: - Shell Canada; - OSFC Holdings v. Her Majesty The Queen; - Westmoreland Investment Limited v. Macniven; - Mcguckian; - Lima Têxtil sisa ilegítima; - Isenção SISA; - Lavagem Cupões; - DRHP; - Reinvestimento mais-valias e dedução juros de mútuo bancário para habitação.
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