Um percurso de nomes, objetos, angústia e satisfação
|
|
|
- Arthur Carreiro Valgueiro
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Opção Lacaniana online nova série Ano 3 Número 8 julho 2012 ISSN Um percurso de nomes, objetos, angústia e satisfação Gresiela Nunes da Rosa Diante do enigma primeiro a respeito do desejo do Outro, ou, como o nomeamos, o Desejo da Mãe, a criança constrói sua resposta, arruma seu sentido: o que será denominado de Nome-do-Pai. A metáfora paterna daquilo que surgiu como o que causou a primeira fratura narcísica no ser, apazigua o sujeito com a descoberta da fórmula que supostamente o restauraria ao lugar do ideal. O Nome-do-Pai aparece então como o substituto daquilo que tirou da criança seu lugar de completude com o outro. Ainda podemos dizer que o sujeito neurótico é aquele que inventa um pai para dar conta de um gozo no corpo, que aparece como excessivo. Ante a mudez do irrepresentável, o neurótico é aquele que inventa um Nome, pede ao pai um Nome. E recebe do pai sentido, significação para aquilo que aparece como fora do campo das significações. Passa a usar essa nomeação como um escudo diante do incompreensível, da contingência. O que é um pai? Entendemos que um pai é aquele que separa a criança da mãe, de uma boa maneira, quer se queira ou não. Assim, a palavra do pai ocupa o lugar de função. Lacan é aquele que [...] liberta o pai freudiano da situação concreta, familiar, em que aparentemente estava localizado. Invertem-se os dados: em vez de O pai é a origem, teremos O que for, para um sujeito, a origem será o pai 1. Nas palavras de Esthela Solano, o Nome-do-Pai, na psicanálise, é um instrumento para resolver o gozo pelo 1
2 sentido 2. Leonardo Gorostiza diz que a função paterna dá ancoragem ao sujeito. Uma ancoragem de duas faces: de um lado identificatória e, de outro, reguladora dos modos de satisfação. Sem esses pontos de apoio e regulação, fonte de produção de sentido, o sujeito cai literalmente à deriva 3. No texto A outilidade do pai, Sérgio de Campos nos lembra que um pai serve como bússola, como guia moral para um filho. Ante uma criança, ele oferece segurança, e serve como fonte de identificação. É uma muralha alta e espessa, (que) interpõe-se entre a criança e as necessidades vitais, as responsabilidades da vida, as dores do mundo e os riscos de morte. O pai, portanto, serve como uma muralha em cuja sombra o filho floresce 4. Mas se o neurótico usa esse Nome para se identificar e também para tornar possível o seu encontro com a satisfação, se acredita nesse Nome a ponto de fazer um grande esforço para sustentá-lo como um Nome potente, se usa esse Nome para responder para si o que o Outro quer dele e poder seguir a vida nessa crença, sabemos que, uma hora ou outra, esse Nome vai falhar, não vai responder com garantias àquilo que não tem medida, nem nunca terá, que não tem governo, nem nunca terá: o Real. Esse nome, que aparecia como garantia e verdade, torna-se inconsistente. Quanto à muralha, [...] com o crescimento da criança, reduz sua altura e sua espessura até o momento em que se pode perceber, por intermédio de suas falhas, frestas e rachaduras, que não é, nem foi, tão resistente e segura quanto se imaginou 5. A angústia surge então como uma das possibilidades de resposta ante ao fracasso desse Nome, que vez ou outra se torna muito pequenino e impotente e não se sustenta diante dos fatos, do Real. O Che vuoi? retorna com o aspecto de 2
3 puro estranho, sem respostas e sem sentido. Como enuncia Lacan, A angústia (...) está ligada a tudo o que pode aparecer no lugar (-φ). (...) Esse fenômeno é o da Unheimlichkeit 6. Dizemos que a angústia é um afeto que não engana. O que quer dizer que é o confronto direto do sujeito com o objeto, sem velamentos. É o confronto direto com esse lugar em que nada falta, que aparece como Coisa, grandiosa, desmedida, sem contornos, certeza assustadora 7. Vazio consistente, nada, puro sem-sentido, devorador do sujeito é esse objeto que na angústia aparece como estranho. Como dizemos que a angústia é a confrontação direta do sujeito com o objeto a, vamos a ele. O objeto a não é um significante (...) 8. O objeto a não é um ser, ele é um vazio. O que chamamos objeto a é a inadequação da demanda 9. Isto é, o que da demanda não diz respeito ao desejo; o que do Nome-do-Pai não corresponde ao Desejo da Mãe. Ele é, então, essa sobra, esse vácuo existente, esse excesso não nomeável. O objeto a é esse buraco, esse lugar onde um não corresponde ao outro. Por isso ele não tem nome, por isso não há um objeto a como significante; a é o objeto que funciona como resto da dialética do sujeito com o Outro 10. Esse resto aparece, então, como um furo, um nada, um vazio. Quando a fantasia e os nomes que serviam para apaziguar a relação com o Real não se sustentam, produz-se no sujeito o encontro com o que é sem palavras. Angústia é o nome que podemos dar a isso. Aqui esse objeto de puro nada aparece ao sujeito como estranho. No sentido freudiano, o que há de mais estranho e mais familiar. Angústia constituída que paralisa o sujeito, que diante do sem limites, da ausência da falta, do furo onde se insere o sujeito, não lhe dá saída, não lhe dá palavras. Se o objeto a tivesse uma existência significante somado ao Nome-do-Pai, restauraria o sujeito como não 3
4 barrado, como eu ideal. O simbólico seria sem furo, corresponderia ao Real. Seria o fim da castração. Seria, então, a mortificação do desejo. O objeto a é causa de desejo porque não é significante, porque é furo, nada, vazio. Lacan nos adverte que a angústia é o caminho que revivifica toda a dialética do desejo, (...) é o único que nos permite introduzir uma nova clareza quanto à função do objeto em relação ao desejo 11. O que pode tirar o sujeito da angústia e introduzi-lo nessa nova função do objeto em direção ao desejo e assim levá-lo à possível satisfação? Algumas conjecturas: 1. A via do encontro com o objeto que pode tamponar a falta. Nos tempos atuais, os bens de consumo e as prestações de serviço se propõem a estabelecer a satisfação do indivíduo. Através das múltiplas possibilidades do uso de substâncias tóxicas, das ilícitas às da farmácia, se oferece a possibilidade de o sujeito sair do que lhe faz sofrer. No consumo dos objetos do mercado, encontra-se incessantemente objetos que se prestam a obturar o que falta. Futilidades começam a se mascarar como absoluta necessidade. E elas vêm de todos os lados, desde as mais básicas, como a comida e o vestuário, até os produtos da indústria farmacêutica, incluindo as cirurgias plásticas e o comércio de drogas em geral. Podemos dizer que o mercado hoje, oferece inclusive tipos diversos de felicidade: por exemplo, a de sentir tudo ou a de não sentir nada. Para sentir nada, para fazer calar o que tanto perturba, há medicamentos dos mais diversos, que chegam a deixar em estado de pura letargia e debilidade mental. Para sentir tudo também há uma certa convocação contemporânea a obter a maior quantidade de experiências possível, como por exemplo, o consumo de drogas e de sexo. 4
5 Também podemos falar no encontro com o objeto amoroso, através da versão metade da laranja e a crença de dois fazerem um, tão bem situada no famoso Mito de Aristófanes descrito em O banquete, de Platão. O outro do amor tem como função o preenchimento da falta que provoca dor no sujeito. Temos nesses modelos os encontros possíveis com o que supostamente restauraria no sujeito um estado de completude e garantia. Dizemos que essa é a satisfação narcísica pela via da completude pelo encontro com o objeto. Porém, o que rapidamente vimos é que esse mesmo objeto que promete o tamponamento do vazio aparece como estranho ao sujeito, joga-o no abismo sem fim do mais e mais objetos, das outras e outras drogas e da consequente devastação no campo amoroso. E assim, ao invés de apaziguar a dor, o que é possível por alguns instantes, abre ainda mais esse furo, corrói a fratura íntima, e lança o sujeito não só no estado anterior da angústia, mas também no estado de impotência. Se dizemos que a angústia é um afeto que não engana, podemos dizer que a satisfação possibilitada por essas vias é um afeto que certamente engana. 2. Satisfação pelo consentimento do furo e reconfiguração do objeto como causa de desejo Na psicanálise lacaniana, a ideia de fim de análise remete à satisfação do sujeito. Logicamente não se trata da mesma satisfação que impera no discurso capitalista. Lacan, no Prefácio à edição inglesa do Seminário 11, diz que no final da análise há satisfação. Segundo ele, o único término da análise é a satisfação que marca o final da análise 12. A satisfação daquele que foi analisante. De que satisfação se trata? A pulsão se satisfaz por inteiro no fim de uma análise, ou o sujeito se satisfaz com a parcialidade da satisfação da pulsão? Ou, já que a pulsão 5
6 sempre se satisfaz, qual é a diferença em relação à satisfação obtida no fim de uma análise? No Seminário 23 13, Lacan usa a expressão l homme pours-père. Em um jogo com a palavra pours-père encontra-se uma ambiguidade: o pai faz o homem prosperar, e o homem é a finalidade do pai. A esses dois, se acrescenta outro sentido homofônico: pourrir en espérant, que significa apodrecer esperando. Assim, na mesma medida em que se pode prosperar a partir do pai, também é possível apodrecer esperando que esse Nome continue dando sentido, continue sendo equivalente ao demandado. Que o pai tenha sido útil a ponto de interpor-se entre a criança e o desejo da mãe; útil para preencher um pouco do buraco sofrido pela extração de um objeto, não permite que se possa esperar que seja potente para sempre, ao preço de se apodrecer esperando. Sérgio de Campos, com sua bela metáfora, nos auxilia: Reduzido a um semblante, o pai faz com que o filho passe a enxergar o mundo por cima de um frágil biombo de papel, sendo esse, via de regra, um momento de metamorfose vivido como luto, em que ele prescinde do muro (do pai) depois de ter se servido dele 14. Uma análise se concebe na esperança ilusória de cingir o Real com o Simbólico. E com o Simbólico se faz florir o imaginário 15. O desejo do analista, com sua função simbólica, faz surgir o inconsciente transferencial. E como Outro que se corporifica, faz acontecer a questão: o que quer o analista? Isso lança o sujeito no querer saber, na construção de saber, na busca da verdade última que diga sobre seu ser no mundo. Numa análise trata-se de reconduzir o sujeito aos elementos absolutos de sua existência contingente 16. Nesse sentido, uma análise é uma experiência que consiste em construir uma ficção. Em contrapartida, porém, é também uma experiência que consiste em desfazer essa ficção. A psicanálise não é o triunfo da 6
7 ficção. Nela a ficção é posta à prova de sua impotência em resolver a opacidade do Real 17. Do aparecimento da verdade como mentirosa acontece o rearranjo do sujeito ante suas identificações, queda do Ideal esvaziamento superegoico. Em consequência, há um alargamento das possibilidades diante da contingência. É possível, assim, obter a satisfação pelo consentimento com a verdade como mentirosa. Essa satisfação, no entanto, residiria em puro cinismo se não houvesse a possibilidade de cingir no nível do sujeito o que lhe aparece como singular. No esvaziamento da cadeia significante, sobra o [...] initium subjetivo (...) só há aparecimento do sujeito como tal a partir da introdução primária de um significante, e do significante mais simples, aquele que é chamado de traço unário 18. O traço unário como anterior ao sujeito é o que possibilitaria nomear a borda do objeto que, sem ela, aparece como estranho e desmedido? A hipótese aqui levantada é que o objeto como causa é aquele em que o sujeito pode localizar a borda que contorna o nada, o vazio do objeto. A borda possibilita a imaginarização e também a simbolização desse objeto, amortecendo assim o caráter aterrorizante do completo sem-sentido, ilimitado. A nomeação do objeto é a nomeação do que faz borda, já que o objeto mesmo não é significante. Assim, essa nomeação é o que possibilitaria a passagem do estranho para a causa. À medida que, com o percurso da análise, o sujeito se depara com essa satisfação em relação ao não-sabido, ao sem-sentido, à noção de impossível, não poderíamos dizer que a satisfação que resulta do fim de uma análise é também, como a angústia, um afeto que não engana? Isto é, se a angústia é um afeto que não engana porque coloca o sujeito em relação direta com o objeto (como estranho), essa satisfação obtida por meio de uma análise, a qual 7
8 acontece pelo encontro do sujeito com o objeto (como causa) não seria também um afeto que não engana? 1 VIEIRA, M. A. (2006). Retrato falado de um totem sem tabu (ou a hipermodernidade sertaneja). In: Latusa (11). Rio de Janeiro: EBP, p SOLANO-SUAREZ, E. (2006). Gozo. In: Scilicet dos Nomes do Pai. Rio de Janeiro: AMP, p GOROSTIZA, L. (2006). Autoridade. In: Scilicet dos Nomes do Pai. Op. cit., p CAMPOS, S. (2006). A outilidade do pai. In: Curinga (23). Belo Horizonte: EBP, p Idem. Ibidem. 6 LACAN, J. (2005[ ]). O seminário, livro 10: a angústia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, p Idem. Ibid., p MILLER, J.-A. (2011[ ]). Perspectivas dos Escritos e Outros escritos de Lacan. Entre desejo e gozo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, p Idem. Ibid., p LACAN, J. (2005[ ]). Op. cit., p Idem. Ibidem. 12 Idem. (2003[1976]). Prefácio à edição inglesa do Seminário 11. In: Outros Escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, p CAMPUS apud MILLER. (2006). Op. cit. 14 Idem. Ibidem. 15 MILLER, J.-A. (2011[ ]). Op. cit., p Idem. Ibid., p Idem. Ibid., p LACAN, J. (2005[ ]). Op. cit., p
UMA TOPOLOGIA POSSÍVEL DA ENTRADA EM ANÁLISE 1
UMA TOPOLOGIA POSSÍVEL DA ENTRADA EM ANÁLISE 1 Celso Rennó Lima A topologia..., nenhum outro estofo a lhe dar que essa linguagem de puro matema, eu entendo por aí isso que é único a poder se ensinar: isso
A fala freada Bernard Seynhaeve
Opção Lacaniana online nova série Ano 1 Número 2 Julho 2010 ISSN 2177-2673 Bernard Seynhaeve Uma análise é uma experiência de solidão subjetiva. Ela pode ser levada suficientemente longe para que o analisante
Desdobramentos: A mulher para além da mãe
Desdobramentos: A mulher para além da mãe Uma mulher que ama como mulher só pode se tornar mais profundamente mulher. Nietzsche Daniela Goulart Pestana Afirmar verdadeiramente eu sou homem ou eu sou mulher,
A sua revista eletrônica CONTEMPORANEIDADE E PSICANÁLISE 1
A sua revista eletrônica CONTEMPORANEIDADE E PSICANÁLISE 1 Patrícia Guedes 2 Comemorar 150 anos de Freud nos remete ao exercício de revisão da nossa prática clínica. O legado deixado por ele norteia a
Introdução. instituição. 1 Dados publicados no livro Lugar de Palavra (2003) e registro posterior no banco de dados da
Introdução O interesse em abordar a complexidade da questão do pai para o sujeito surgiu em minha experiência no Núcleo de Atenção à Violência (NAV), instituição que oferece atendimento psicanalítico a
A origem dos filósofos e suas filosofias
A Grécia e o nascimento da filosofia A origem dos filósofos e suas filosofias Você certamente já ouviu falar de algo chamado Filosofia. Talvez conheça alguém com fama de filósofo, ou quem sabe a expressão
escrita como condicionante do sucesso escolar num enfoque psicanalítico
escrita como condicionante do sucesso escolar num enfoque psicanalítico Meu objetivo aqui é estabelecer um ponto de convergência entre a apropriação da linguagem escrita, o fracasso escolar e os conceitos
2- Ruptura com o Gozo Fálico: como Pensar a Neurose e a Psicose em Relação à Toxicomania?
2- Ruptura com o Gozo Fálico: como Pensar a Neurose e a Psicose em Relação à Toxicomania? Giselle Fleury(IP/UERJ), Heloisa Caldas(IP/UERJ) Para pensar, neste trabalho, a neurose e a psicose em relação
Desafio para a família
Desafio para a família Família é ideia de Deus, geradora de personalidade, melhor lugar para a formação do caráter, da ética, da moral e da espiritualidade. O sonho de Deus para a família é que seja um
A DOENÇA O REAL PARA O SUJEITO
A DOENÇA O REAL PARA O SUJEITO 2014 Olga Cristina de Oliveira Vieira Graduada em Psicologia pela Universidade Presidente Antônio Carlos. Docente no Centro Técnico de Ensino Profissional (CENTEP). Especialização
O céu. Aquela semana tinha sido uma trabalheira! www.interaulaclube.com.br
A U A UL LA O céu Atenção Aquela semana tinha sido uma trabalheira! Na gráfica em que Júlio ganhava a vida como encadernador, as coisas iam bem e nunca faltava serviço. Ele gostava do trabalho, mas ficava
Cidadania. O que é Cidadania? Boa cidadania se aprende. Cidadania significa responsabilidade
Exercitando o Caráter 6 a 9 anos Cidadania O que é Cidadania? Pessoas éticas são bons cidadãos. Elas vão além de seus próprios interesses, demonstram preocupação com as necessidades dos outros e procuram
Almanaque on-line entrevista Uma questão para a AMP-América
Almanaque on-line entrevista Uma questão para a AMP-América Entrevistada: Elisa Alvarenga Diretora Geral do IPSM-MG e Presidente da FAPOL (Federação Americana de Psicanálise de Orientação Lacaniana). E-mail:
Falar de si na contemporaneidade. máquina de impostura? 1 Ana Paula Britto Rodrigues
Opção Lacaniana online nova série Ano 2 Número 5 Julho 2011 ISSN 2177-2673 : uma máquina de impostura? 1 Ana Paula Britto Rodrigues O que tem sido feito do silêncio no mundo atual? Acabou o silêncio? Se
Por que há sonhos dos quais não nos esquecemos?
Opção Lacaniana online nova série Ano 3 Número 8 julho 2012 ISSN 2177-2673 Por que há sonhos dos quais não nos esquecemos? Luciana Silviano Brandão Lopes Quem já não teve a sensação de ter tido muitos
MÓDULO 5 O SENSO COMUM
MÓDULO 5 O SENSO COMUM Uma das principais metas de alguém que quer escrever boas redações é fugir do senso comum. Basicamente, o senso comum é um julgamento feito com base em ideias simples, ingênuas e,
- Tudo isto através das mensagens do RACIONAL SUPERIOR, um ser extraterreno, publicadas nos Livros " SO EM DESENCANTO ". UNIVER
TIRE ALGUMAS DE SUAS DUVIDAS SOBRE CULTURA RACIONAL - O que é CULTURA RACIONAL? R - A Cultura Racional é a cultura do desenvolvimento do raciocínio. A cultura natural da Natureza. É o conhecimento da origem
2015 O ANO DE COLHER ABRIL - 1 A RUA E O CAMINHO
ABRIL - 1 A RUA E O CAMINHO Texto: Apocalipse 22:1-2 Então o anjo me mostrou o rio da água da vida que, claro como cristal, fluía do trono de Deus e do Cordeiro, no meio da RUA principal da cidade. De
Clínica Psicanalítica e Ambulatório de Saúde Mental
Clínica Psicanalítica e Ambulatório de Saúde Mental Trabalho apresentado na IV Jornada de Saúde Mental e Psicanálise na PUCPR em 21/11/2009. A prática da psicanálise em ambulatório de saúde mental pode
A escola para todos: uma reflexão necessária
A escola para todos: uma reflexão necessária Área: Inclusão Selecionador: Maria da Paz de Castro Nunes Pereira Categoria: Professor A escola para todos: uma reflexão necessária A escola é, por excelência,
Sistema de signos socializado. Remete à função de comunicação da linguagem. Sistema de signos: conjunto de elementos que se determinam em suas inter-
Algumas definições Sistema de signos socializado. Remete à função de comunicação da linguagem. Sistema de signos: conjunto de elementos que se determinam em suas inter- relações. O sentido de um termo
SALVAÇÃO não basta conhecer o endereço Atos 4:12
SALVAÇÃO não basta conhecer o endereço Atos 4:12 A SALVAÇÃO É A PRÓPRIA PESSOA DE JESUS CRISTO! VOCÊ SABE QUAL É O ENDEREÇO DE JESUS! MAS ISSO É SUFICIENTE? Conhecer o endereço de Jesus, não lhe garantirá
O desenho e sua interpretação: quem sabe ler?
O desenho e sua interpretação: quem sabe ler? Sonia Campos Magalhães Em seu artigo Uma dificuldade da psicanálise de criança, Colette Soler 1 lança uma questão aos psicanalistas que se ocupam desta prática,
O AMOR NOSSO DE CADA DIA * Palavras chave: Amor; felicidade; sintoma; semblante
O AMOR NOSSO DE CADA DIA * Palavras chave: Amor; felicidade; sintoma; semblante Heloisa Caldas ** Minha contribuição para este número de Latusa visa pensar o amor como um semblante que propicia um tratamento
Latusa digital ano 0 N 2 setembro de 2003
Latusa digital ano 0 N 2 setembro de 2003 O forçamento da psicanálise * Ruth Helena Pinto Cohen ** A ciência moderna tende a excluir a poética de seu campo e a psicanálise, a despeito de ter nascido a
A IMPORTÂNCIA DE SE TRABALHAR OS VALORES NA EDUCAÇÃO
A IMPORTÂNCIA DE SE TRABALHAR OS VALORES NA EDUCAÇÃO Eliane Alves Leite Email: [email protected] Fernanda Cristina Sanches Email: [email protected] Helena Aparecida Gica Arantes
Obedecer é sempre certo
Obedecer é sempre certo Obedecer. Palavra fácil de entender, mas muitas vezes difícil de colocar em prática. Principalmente quando não entendemos ou concordamos com a orientação dada. Crianças recebem
KANT E AS GEOMETRIAS NÃO-EUCLIDIANAS
KANT E AS GEOMETRIAS NÃO-EUCLIDIANAS Gustavo Leal - Toledo 1 RESUMO Pretende-se mostrar, neste trabalho, que a Exposição Metafísica não depende da Exposição Transcendental nem da geometria euclidiana.
DILMA MARIA DE ANDRADE. Título: A Família, seus valores e Counseling
DILMA MARIA DE ANDRADE Título: A Família, seus valores e Counseling Projeto de pesquisa apresentado como Requisito Para obtenção de nota parcial no módulo de Metodologia científica do Curso Cousenling.
1.000 Receitas e Dicas Para Facilitar a Sua Vida
1.000 Receitas e Dicas Para Facilitar a Sua Vida O Que Determina o Sucesso de Uma Dieta? Você vê o bolo acima e pensa: Nunca poderei comer um doce se estiver de dieta. Esse é o principal fator que levam
Objetivo principal: aprender como definir e chamar funções.
12 NOME DA AULA: Escrevendo músicas Duração da aula: 45 60 minutos de músicas durante vários dias) Preparação: 5 minutos (se possível com introduções Objetivo principal: aprender como definir e chamar
A Torre de Hanói e o Princípio da Indução Matemática
A Torre de Hanói e o Princípio da Indução Matemática I. O jogo A Torre de Hanói consiste de uma base com três pinos e um certo número n de discos de diâmetros diferentes, colocados um sobre o outro em
Viver Melhor com Inteligência Emocional: ADMINISTRANDO SEUS SENTIMENTOS COM EFICIÊNCIA
Viver Melhor com Inteligência Emocional: ADMINISTRANDO SEUS SENTIMENTOS COM EFICIÊNCIA Entendendo (de verdade) sobre Inteligência Emocional Muito se fala sobre inteligência emocional, mas pouco se entende
Educação Patrimonial Centro de Memória
Educação Patrimonial Centro de Memória O que é história? Para que serve? Ambas perguntas são aparentemente simples, mas carregam uma grande complexidade. É sobre isso que falarei agora. A primeira questão
COMO TER TEMPO PARA COMEÇAR MINHA TRANSIÇÃO DE CARREIRA?
COMO TER TEMPO PARA COMEÇAR MINHA TRANSIÇÃO DE CARREIRA? Um guia de exercícios para você organizar sua vida atual e começar a construir sua vida dos sonhos Existem muitas pessoas que gostariam de fazer
O Princípio da Complementaridade e o papel do observador na Mecânica Quântica
O Princípio da Complementaridade e o papel do observador na Mecânica Quântica A U L A 3 Metas da aula Descrever a experiência de interferência por uma fenda dupla com elétrons, na qual a trajetória destes
CURA ESPIRITUAL DA DEPRESSÃO
CURA ESPIRITUAL DA DEPRESSÃO DEPRESSÃO E SUICÍDIO DEPRESSÃO E SUICÍDIO Há uma conexão direta entre a depressão e o suicídio. O suicídio é o auge do estado de rebeldia que a criatura pode se entregar.
Considerações acerca da transferência em Lacan
Considerações acerca da transferência em Lacan Introdução Este trabalho é o resultado um projeto de iniciação científica iniciado em agosto de 2013, no Serviço de Psicologia Aplicada do Instituto de Psicologia
Escrita poética chinesa. interpretação no último Lacan Cleyton Andrade
Opção Lacaniana online nova série Ano 6 Número 18 novembro 2015 ISSN 2177-2673 e a interpretação no último Lacan Cleyton Andrade No início da lição de 20 de dezembro de 1977 do seminário O momento de concluir
Reinaldo Pamponet 1 [email protected]
* um encontro que não faz laço Reinaldo Pamponet 1 [email protected] Resumo: Este artigo pretende demonstrar que, na experiência analítica, a felicidade reside no encontro transitório, marcado pelo
SOCIEDADE ASTRONÔMICA BRASILEIRA SAB IV Olimpíada Brasileira de Astronomia IV OBA Gabarito da Prova de nível I (para alunos de 1ª à 4ª série)
SOCIEDADE ASTRONÔMICA BRASILEIRA SAB IV Olimpíada Brasileira de Astronomia IV OBA Gabarito da Prova de nível I (para alunos de 1ª à 4ª série) GABARITO NÍVEL 1 (Cada questão vale 1 ponto sendo que cada
Mensagem de Prem Rawat
Mensagem de Prem Rawat na Conferência de Paz Nórdica 2012 Conf. Nórdica, Página 1 Gostaria de falar-vos sobre paz. Eu sei que quase toda a gente tem a sua interpretação do que é a paz. Para mim, a paz
Redação do Site Inovação Tecnológica - 28/08/2009. Humanos aprimorados versus humanos comuns
VOCÊ ESTÁ PREPARADO PARA CONVIVER COM OS HUMANOS APRIMORADOS? http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=voce-esta-preparado-conviver-humanosaprimorados&id=010850090828 Redação do
APO TAME TOS SOBRE A A GÚSTIA EM LACA 1
APO TAME TOS SOBRE A A GÚSTIA EM LACA 1 Elza Macedo Instituto da Psicanálise Lacaniana IPLA São Paulo, 2008 A angústia é um afeto Lacan (2005) dedica o Seminário de 1962-1963 à angústia. Toma a experiência
O sucesso de hoje não garante o sucesso de amanhã
Com certeza, esse final de século XX e começo de século XXI mudarão nossas vidas mais do que elas mudaram há 30-40 anos atrás. É muito difícil avaliar como será essa mudança, mas é certo que ela virá e
4Distribuição de. freqüência
4Distribuição de freqüência O objetivo desta Unidade é partir dos dados brutos, isto é, desorganizados, para uma apresentação formal. Nesse percurso, seção 1, destacaremos a diferença entre tabela primitiva
CINEMA E PÓS-MODERNIDADE
CINEMA E PÓS-MODERNIDADE Clarissa Souza Palomequé Urbano 2010 www.lusosofia.net Covilhã, 2009 FICHA TÉCNICA Título: Cinema e Pós-modernidade: Brilho eterno de uma mente sem lembranças e os relacionamentos
O corpo para a psicanálise: notas sobre inibição e psicossomática. 1
O corpo para a psicanálise: notas sobre inibição e psicossomática. 1 Miriam A. Nogueira Lima 2 1ª - O corpo para a psicanálise é o corpo afetado pela linguagem. Corpo das trocas, das negociações. Corpo
O Planejamento Participativo
O Planejamento Participativo Textos de um livro em preparação, a ser publicado em breve pela Ed. Vozes e que, provavelmente, se chamará Soluções de Planejamento para uma Visão Estratégica. Autor: Danilo
ESTUDO 1 - ESTE É JESUS
11. Já vimos que Jesus Cristo desceu do céu, habitou entre nós, sofreu, morreu, ressuscitou e foi para a presença de Deus. Leia João 17:13 e responda: Onde está Jesus Cristo agora? Lembremo-nos que: Jesus
O TEMPO DA HISTERIA: CONSIDERAÇÕES SOBRE O COLETIVO E O SUJEITO DO INCONSCIENTE Ana Costa
O TEMPO DA HISTERIA: CONSIDERAÇÕES SOBRE O COLETIVO E O SUJEITO DO INCONSCIENTE Ana Costa No decorrer dos séculos, a histeria sempre foi associada a uma certa imagem de ridículo que por vezes suas personagens
AMOR, TRANSFERÊNCIA E DESEJO
AMOR, TRANSFERÊNCIA E DESEJO Lucia Serrano Pereira 1 Afirmo em nada mais ser entendido, senão nas questões do amor. Isso é o que está dito por Sócrates na obra de Platão O Banquete. O Banquete nos é indicado
ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA DE EDITH STEIN. Prof. Helder Salvador
ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA DE EDITH STEIN Prof. Helder Salvador 3 - A ANTROPOLOGIA COMO FUNDAMENTO DA PEDAGOGIA. Para Edith Stein existe uma profunda relação entre os termos metafísica, antropologia e pedagogia
Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação
Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 67 Discurso na cerimónia de outorga
SEXUALIDADE E EDUCAÇÃO
SEXUALIDADE E EDUCAÇÃO Danielle de Sousa Macena- UFCG [email protected] Januzzi Gonçalves Bezerra UFCG [email protected] Janaina Gonçalves Bezerra - UFCG [email protected] Resumo
Eventos independentes
Eventos independentes Adaptado do artigo de Flávio Wagner Rodrigues Neste artigo são discutidos alguns aspectos ligados à noção de independência de dois eventos na Teoria das Probabilidades. Os objetivos
Fundamentos da Ciência Econômica MÓDULO I - INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ECONOMIA. Ao final do estudo deste módulo, esperamos que você possa:
Fundamentos da Ciência Econômica MÓDULO I - INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ECONOMIA Ao final do estudo deste módulo, esperamos que você possa: Explicar o objeto de estudo da ciência econômica e seus conceitos
VI Seminário de Pós-Graduação em Filosofia da UFSCar 20 a 24 de setembro de 2010
Fundamentos metodológicos da teoria piagetiana: uma psicologia em função de uma epistemologia Rafael dos Reis Ferreira Universidade Estadual Paulista (UNESP)/Programa de Pós-Graduação em Filosofia FAPESP
Os dois foram entrando e ROSE foi contando mais um pouco da história e EDUARDO anotando tudo no caderno.
Meu lugar,minha história. Cena 01- Exterior- Na rua /Dia Eduardo desce do ônibus com sua mala. Vai em direção a Rose que está parada. Olá, meu nome é Rose sou a guia o ajudara no seu projeto de história.
MATEMÁTICA FINANCEIRA BÁSICA
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO - DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL
Deus: Origem e Destino Atos 17:19-25
1 Deus: Origem e Destino Atos 17:19-25 Domingo, 7 de setembro de 2014 19 Então o levaram a uma reunião do Areópago, onde lhe perguntaram: "Podemos saber que novo ensino é esse que você está anunciando?
Adolescência Márcio Peter de Souza Leite (Apresentação feita no Simpósio sobre Adolescência- Rave, EBP, abril de 1999, na Faculdade de Educação da
Adolescência 1999 Adolescência Márcio Peter de Souza Leite (Apresentação feita no Simpósio sobre Adolescência- Rave, EBP, abril de 1999, na Faculdade de Educação da USP) O que é um adolescente? O adolescente
Do todos iguais ao um por um Oscar Zack
Opção Lacaniana online nova série Ano 2 Número 6 novembro 2011 ISSN 2177-2673 Oscar Zack O espetáculo não é um conjunto de imagens, mas uma relação social entre as pessoas mediatizadas pelas imagens. Guy
Capítulo II O QUE REALMENTE QUEREMOS
Capítulo II O QUE REALMENTE QUEREMOS Neste inicio de curso de Formação em Coaching e Mentoring do Sistema ISOR, eu quero fazer a seguinte pergunta: o que vocês mais querem da vida hoje? Alguém pode começar?
PARECER N.º 22/CITE/2013. Assunto: Pedido de Flexibilidade de Horário apresentado pela Trabalhadora Entidade Empregadora, S.A Processo n.
PARECER N.º 22/CITE/2013 Assunto: Pedido de Flexibilidade de Horário apresentado pela Trabalhadora Entidade Empregadora, S.A Processo n.º 815 QX/2012 I OBJETO 1.1. Em 5 de setembro de 2012 a CITE recebeu
Como erguer um piano sem fazer força
A U A UL LA Como erguer um piano sem fazer força Como vimos na aula sobre as leis de Newton, podemos olhar o movimento das coisas sob o ponto de vista da Dinâmica, ou melhor, olhando os motivos que levam
GUIA DE AVALIAÇÃO DE CLIENTES PARA PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO PÓS-DESASTRE
GUIA DE AVALIAÇÃO DE CLIENTES PARA PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO PÓS-DESASTRE Este documento é uma tradução do crioulo haitiano e alguns termos foram adaptados para facilitar sua relevância para um público mais
Este artigo abaixo foi produzido originalmente para a Network Core Wiki. Reproduzo-a aqui na íntegra. Publicado originalmente em 07/12/2007.
Vírus no Linux? Este artigo abaixo foi produzido originalmente para a Network Core Wiki. Reproduzo-a aqui na íntegra. Publicado originalmente em 07/12/2007. Interface de uma distribuição Linux Uma das
Reconhecida como uma das maiores autoridades no campo da análise infantil na
48 1.5. Aberastury: o nascimento de um neo-kleinianismo Reconhecida como uma das maiores autoridades no campo da análise infantil na Argentina, Arminda Aberastury fazia parte do grupo de Angel Garma, que
I OS GRANDES SISTEMAS METAFÍSICOS
I OS GRANDES SISTEMAS METAFÍSICOS A principal preocupação de Descartes, diante de uma tradição escolástica em que as espécies eram concebidas como entidades semimateriais, semi-espirituais, é separar com
Cotagem de dimensões básicas
Cotagem de dimensões básicas Introdução Observe as vistas ortográficas a seguir. Com toda certeza, você já sabe interpretar as formas da peça representada neste desenho. E, você já deve ser capaz de imaginar
8 Andréa M.C. Guerra
Introdução A loucura sempre suscitou curiosidade, temor, atração. Desde a época em que os loucos eram confinados em embarcações errantes, conforme retratado na famosa tela Nau dos loucos, de Hieronymus
Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação
Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 59 Discurso em ato comemorativo do
VII E P A E M Encontro Paraense de Educação Matemática Cultura e Educação Matemática na Amazônia
O USO DA HISTÓRIA NO ENSINO DE MATEMÁTICA: UMA ABORDAGEM DO TEOREMA DE PITÁGORAS Adrielle Cristine Mendello Lopes UEPA [email protected] Ana Paula Belém Cardoso UEPA [email protected] RESUMO
A CORAGEM DE TOMAR A PALAVRA: REPRESSÃO, EDUCAÇÃO E PSICANÁLISE
A CORAGEM DE TOMAR A PALAVRA: REPRESSÃO, EDUCAÇÃO E PSICANÁLISE Autores: Gleici Kelly de LIMA, Mário Ferreira RESENDE. Identificação autores: Bolsista IN-IFC; Orientador IFC-Videira. Introdução Qual seria
INVENÇÃO EM UMA EXPERIMENTOTECA DE MATEMÁTICA: PROBLEMATIZAÇÕES E PRODUÇÃO MATEMÁTICA
INVENÇÃO EM UMA EXPERIMENTOTECA DE MATEMÁTICA: PROBLEMATIZAÇÕES E PRODUÇÃO MATEMÁTICA Fernanda de Oliveira Azevedo Universidade Federal de Juiz de Fora [email protected] Resumo: O presente trabalho
A importância teórica e prática do ensino de Jacques Lacan Palavras-chaves: Lacan, ensino, subversão, orientação. Zelma Abdala Galesi
A importância teórica e prática do ensino de Jacques Lacan Palavras-chaves: Lacan, ensino, subversão, orientação. Zelma Abdala Galesi As inúmeras homenagens prestadas durante o ano de 2001, ao centenário
GOTAS DE CURA INTERIOR
GOTAS DE CURA INTERIOR O ser humano nasceu para ser feliz, completamente feliz. O ser humano nasceu com tudo programado para a felicidade. Você nasceu para dar certo. Esse é o grande projeto de Deus para
junho/june 2012 - Revista O Papel
sérgio brito Por Luiz Bersou, diretor do Instituto Épico de Administração : [email protected] Gestão por Ponto Flutuante H Gráfico 1 enry Ford, diz a história, propunha-se a fabricar carros
Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação
Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 11 Discurso na cerimónia de assinatura
UNIDADE 1: PRECISA DE SABEDORIA? A BÍBLIA É A AUTORIDADE FINAL
Frutos-1 Impact0 LIÇÃO 1 VIVENDO A VIDA COM DEUS 9-11 Anos UNIDADE 1: PRECISA DE SABEDORIA? A BÍBLIA É A AUTORIDADE FINAL CONCEITO CHAVE A BÍBLIA ORIGINOU- SE COM DEUS E NÓS PODEMOS OLHAR PARA ELA COMO
1 INTRODUÇÃO. O SENHOR é o meu pastor; de nada terei falta. Sl 23.1
IBMALPHAVILLE CELEBRAÇÃO DOMINICAL 21/02/2010 Deixando de lado a autoconfiança e o descontentamento Pr. Sidney Costa Texto Básico: Sl 23.1; Sl 51; 2Sm 11 1 INTRODUÇÃO O SENHOR é o meu pastor; de nada terei
Profª. Maria Ivone Grilo [email protected]
Educação Inclusiva Direito à Diversidade O Ensino comum na perspectiva inclusiva: currículo, ensino, aprendizage m, conheciment o Educação Inclusiva Direito à Diversidade Profª. Maria Ivone Grilo [email protected]
A TEORIA DA PROPOSIÇÃO APRESENTADA NO PERIÉRMENEIAS: AS DIVISÃO DAS PRO- POSIÇÕES DO JUÍZO.
A TEORIA DA PROPOSIÇÃO APRESENTADA NO PERIÉRMENEIAS: AS DIVISÃO DAS PRO- POSIÇÕES DO JUÍZO. Ac. Denise Carla de Deus (PIBIC/CNPq/UFSJ 2000-2002) Orientadora: Prof. Dra. Marilúze Ferreira Andrade e Silva
1. A corrida de vetores numa folha de papel.
1. A corrida de vetores numa folha de papel. desenhando a pista. o movimento dos carros. o início da corrida. as regras do jogo. 2. A corrida no computador. o número de jogadores. o teclado numérico. escolhendo
Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no encontro com a delegação de atletas das Paraolimpíadas de Atenas-2004
, Luiz Inácio Lula da Silva, no encontro com a delegação de atletas das Paraolimpíadas de Atenas-2004 Palácio do Planalto, 14 de outubro de 2004 Meu querido companheiro Agnelo Queiroz, ministro de Estado
Realizando cálculos para o aparelho divisor (I)
Realizando cálculos para o aparelho divisor (I) A UU L AL A Você já estudou como fazer os cálculos para encontrar as principais medidas para a confecção de uma engrenagem cilíndrica de dentes retos. Vamos
O MUNDO É A CASA DO HOMEM
O MUNDO É A CASA DO HOMEM Nichan Dichtchekenian Há dois motivos principais que me levam a fazer esta apresentação: O primeiro é fazer um esclarecimento e uma defesa da Fenomenologia, buscando, este esclarecimento,
A LEITURA NA VOZ DO PROFESSOR: O MOVIMENTO DOS SENTIDOS
A LEITURA NA VOZ DO PROFESSOR: O MOVIMENTO DOS SENTIDOS Victória Junqueira Franco do Amaral -FFCLRP-USP Soraya Maria Romano Pacífico - FFCLRP-USP Para nosso trabalho foram coletadas 8 redações produzidas
A Alienação (Karl Marx)
A Alienação (Karl Marx) Joana Roberto FBAUL, 2006 Sumário Introdução... 1 Desenvolvimento... 1 1. A alienação do trabalho... 1 2. O Fenómeno da Materialização / Objectivação... 2 3. Uma terceira deterninação
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE Departamento de Ciência Política Programa de Pós-Graduação em Ciência Política Área de Concentração: Teoria Política e Interpretações do Brasil Título da Disciplina: Ceticismo
Segredos dos Psicotécnicos para quem não quer ser surpreendido neste volume:
Segredos dos Psicotécnicos para quem não quer ser surpreendido www.psicotecnicos.navig8.to www.psicotecnicos.prv.co.il www.psicotecnicos.ezdn.cc www.psicotecnicos.135.it www.psicotecnicos.has.it www.psicotecnicos.hit.to
Filosofia O que é? Para que serve?
Filosofia O que é? Para que serve? Prof. Wagner Amarildo Definição de Filosofia A Filosofia é um ramo do conhecimento. Caracteriza-se de três modos: pelos conteúdos ou temas tratados pela função que exerce
O Pequeno Livro da Sabedoria
Lauro Henriques Jr. (org.) O Pequeno Livro da Sabedoria Ensinamentos de grandes mestres para você ter uma vida mais feliz Baseado em Palavras de Poder Prefácio PARA UMA VIDA MAIS FELIZ Todos nós já passamos
APÊNDICE. Planejando a mudança. O kit correto
APÊNDICE Planejando a mudança No capítulo 11, trabalhamos o estabelecimento de um objetivo claro para a mudança. Agora, você está repleto de ideias e intenções, além de uma série de estratégias de mudança
CAESP Filosofia 2A e B 14/08/2015 FRIEDRICH WILHELM NIETZSCHE (1844 A 1900)
CAESP Filosofia 2A e B 14/08/2015 FRIEDRICH WILHELM NIETZSCHE (1844 A 1900) Objetivo metodológico e filosófico: na crítica da Filosofia realizada até a sua época, ele busca atacar o primado/excesso da
POR QUE SONHAR SE NÃO PARA REALIZAR?
POR QUE SONHAR SE NÃO PARA REALIZAR? Como Encontrar a Verdadeira Felicidade Rosanne Martins Introdução Este livro foi escrito com o intuito de inspirar o leitor a seguir o sonho que traz em seu coração.
CAPITAL DE GIRO: ESSÊNCIA DA VIDA EMPRESARIAL
CAPITAL DE GIRO: ESSÊNCIA DA VIDA EMPRESARIAL Renara Tavares da Silva* RESUMO: Trata-se de maneira ampla da vitalidade da empresa fazer referência ao Capital de Giro, pois é através deste que a mesma pode
