Modelagem Matemática e Computacional
|
|
|
- Ágatha Antunes Lobo
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Biomatemática 19 (2009), ISSN X Uma Publicação do Grupo de Biomatemática IMECC UNICAMP Modelagem Matemática e Computacional para a Ação das Células-Tronco na Manutenção e Regeneração de Tecidos Vivos N. M. Gualberto 1 DPPG, CEFET-MG, , Belo Horizonte/MG. C. H. C. Moreira 2 DMAT, ICEx, UFMG, , Belo Horizonte/MG Resumo. Neste trabalho apresentamos um modelo computacional para estudar a ação de células-tronco na manutenção e regeneração de tecidos vivos. Simulamos a dinâmica populacional de células em um tecido vivo com e sem a participação de células-tronco dos pontos de vista de regulação de tamanho e estabilização da qualidade genética. No cenário com células-tronco algumas células novas são geradas sem qualquer encurtamento de telômeros herdado, ao lado daquelas resultantes da mitose de células especilizadas do tecido e que já carregam alguma perda telomérica em suas linhagens. Observamos que o modelo com atividade de células-tronco é consideravelmente mais capaz de manter o tamanho da população por tempo longo. Também verificamos que a ação das células-tronco preserva a boa qualidade genética média, ao passo que tecidos sem esse ingrediente mostram degeneração genética contínua ao longo do tempo. Palavras-chave: células-tronco, dinâmica populacional, simulação. 1 [email protected] 2 [email protected].
2 100 Gualberto & Moreira 1. Introdução As células são as unidades estruturais e funcionais dos organismos vivos, formando diferentes tecidos e órgãos. Representam a menor porção de matéria viva dotada de autoduplicação independente através de mitose, processo por meio do qual uma célula-mãe origina duas células-filha com as mesmas informações genéticas armazenadas nos cromossomos (Blasco, 2007). Na fase de embrião, todos os tecidos do corpo humano são gerados por células-tronco (CTs) embrionárias dotadas de extrema plasticidade. Já os tecidos vivos adultos são constituídos majoritariamente por células especializadas (CEs), nas quais características específicas são desenvolvidas através da super-expressão de determinados setores de seu genoma e da sub-expressão de outros (Cookson, 2005). Porém, sabe-se hoje que nos tecidos adultos também é possível encontrar reservatórios de células-tronco nãoespecializadas e sabe-se que a função dessas CTs é auxiliar na reposição celular (Soares, 2005). Após a mitose, CTs filhas podem manter suas características de plasticidade ou, sob certos estímulos bioquímicos, se diferenciar para assumir funções especializadas dentro do tecido. A duplicação do material genético da célula-mãe, que ocorre nas etapas iniciais da mitose, por ser um processo complexo e minucioso carrega certa probabilidade de erro. E nem sempre todos os erros ocorridos durante a mitose podem ser corrigidos. Isso implica na incorporação gradual de mutações ao acervo genético das células-filhas, sobretudo daquelas que pertencem a linhagens que já passaram por um grande número de divisões celulares. Aí reside uma importante via de conexão entre o envelhecimento e o comportamento celular maligno (Pinho, 2000). Para preservar a integridade genética, com o tempo as CEs perdem a capacidade de se dividir e entram em senescência (Prieur e Peeper, 2008). Os telômeros são estruturas protéicas especializadas presentes nas extremidades dos cromossomos e responsáveis por sua proteção. Devido às limitações inerentes ao processo de replicação do DNA, cada divisão celular
3 Ação das Células-Tronco na Manutenção e Regeneração acarreta a perda de uma pequena parte de seqüência telomérica herdada pelas células-filhas (Weinberg, 1998; Cano, 2006). Dessa forma, o número de divisões celulares por que já passou determinada linhagem de células somáticas normais fica marcado no encurtamento dos telômeros. A perda telomérica não é imediatamente um problema para a célula, mas o acúmulo de perdas pode levar à instabilidade cromossômica (Pinho, 2000; Weinberg, 1998). Para evitar que células com alta probabilidade de apresentar anomalias genéticas continuem se dividindo, o processo de mitose deixa de acontecer quando o comprimento dos telômeros atinge um limite crítico. Leonard Hayflick (1965) mostrou que células cultivadas in vitro se reproduziam cerca de 50 vezes antes de morrer. Células-tronco são exceções para essa regra, sendo capazes de se dividir indefinidamente sem o encurtamento dos telômeros e assim mantendo sua qualidade genética. Neste trabalho introduzimos dois modelos computacionais para a simulação de tecidos vivos, em cada um dos quais é levado em consideração o número de mitoses acumuladas em cada linhagem celular. 2. Objetivos Este trabalho tem como objetivo comparar as capacidades de manutenção e regeneração em um modelo sem a introdução das CTs e em um modelo com a introdução das CTs. Dessa forma discutiremos o papel das célulastronco na manutenção estrutural e funcional dos tecidos celulares adultos, assim como na preservação de sua qualidade genética contra o acúmulo de mutações resultantes de erros durante a duplicação do material genético. 3. Metodologia Em nossa modelagem usaremos tempo discreto, com o incremento t correspondendo à duração típica de uma mitose celular. A população de células pertencentes a linhagens com n mitoses (n-ésimo estágio) no instante
4 102 Gualberto & Moreira t será representada por P n (t), com n {0, 1,..., H}, sendo H o limite de Hayflick fixado em 50. No modelo sem células-tronco (designado como SCT) variações na população podem acorrer apenas devido às mitoses e à mortalidade das células. Cada mitose de uma célula-mãe no n-ésimo estágio diminui P n em uma unidade e aumenta P n+1 em duas unidades. Por simplicidade, vamos admitir que a taxa de mitose celular, representada por α, não dependa de n. Após ser atingido o limite de Hayflick as células entram em senescência e não se dividem mais. Também vamos adotar a hipótese simplificadora da mortalidade espontânea acontecer com taxa β igual para todas as populações celulares em todos os estágios, inclusive para aquelas já em senescência. Todas as taxas são mantidas constantes ao longo do tempo. Seguindo essa prescrição, a dinâmica populacional é descrita pelo conjunto a seguir de equações de evolução. P 0 (t + 1) = (1 β α)p 0 (t), P 1 (t + 1) = (1 β α)p 1 (t) + 2αP 0 (t),. P n (t + 1) = (1 β α)p n (t) + 2αP n 1 (t),. P H 1 (t + 1) = (1 β α)p H 1 (t) + 2αP H 2 (t), P H (t + 1) = (1 β)p H (t) + 2αP H 1 (t). (3.1) O conjunto de equações (3.1) pode ser escrito em forma matricial por meio de uma matriz de transição triangular inferior, com elementos não-nulos somente na diagonal principal e na diagonal logo abaixo. Nosso segundo modelo (designado como CCT) toma como ponto de partida o modelo SCT, inclusive preservando o mecanismo de divisão celular das células especializadas, mas utiliza também células-tronco para auxiliar na reposição celular. Supomos que as células-tronco entram em ação quando a população celular total da amostra de tecido, P (t) = H n=0 P n(t), cai abaixo de determinada valor crítico P cr, abaixo do qual o tecido não teria condições
5 Ação das Células-Tronco na Manutenção e Regeneração de manter adequadamente suas propriedades estruturais ou funcionais. A divisão das células-tronco mantidas dentro da amostra, seguida da especialização das células-filha, introduz novas células no estágio 0. O aporte de novas células é proporcional a [P cr P (t)]/p cr, o déficit fracional de células em relação à população crítica, e a um parâmetro funcional γ específico de cada tipo celular, que leva em conta a disponibilidade de células-tronco e outras características sistêmicas que vamos supor constantes. A nova equação de evolução para P 0 será P 0 (t + 1) = (1 β α)p 0 (t) + γ P cr P (t) P cr, (3.2) enquanto todas as populações nos estágios superiores evoluem da mesma forma prescrita em (3.1). Na seção de resultados compararemos a eficiência dos modelos SCT e CCT para a preservação da população celular. Veremos que a introdução das células-tronco garante um período de sobrevivência estável muito mais longo para o tecido. Além do papel de manter o número de células do tecido compatível com suas funções estruturais e funcionais, veremos que a introdução das CTs tem impacto significativo na preservação da qualidade genética da amostra. Vamos assumir que o número de mutações acumuladas em cada linhagem seja proporcional ao número de mitoses por que passou essa linhagem. Um parâmetro da qualidade genética da amostra, cuja evolução será seguida, é dado pelo inverso do número médio de mitoses presentes nas linhagens das células do tecido: 4. Resultados [ 1 1 H Q(t) = np n (t)]. (3.3) P (t) n=1 Para a simulação dos modelos foi construído um programa na linguagem PASCAL. A opção pela participação ou não de células-tronco é feita facil-
6 104 Gualberto & Moreira mente com a fixação do parãmetro γ na equação (3.2). γ = 0 nos coloca no modelo SCT. Para o modelo CCT foi utilizado o valor γ = 0, 5. A configuração incial do sistema consistia de 3000 células, todas no estágio 0, ou seja, sem mitoses passadas e sem perdas teloméricas. Figura 1: Dinâmica populacional de células num tecido sem a ativação de células-tronco. Parâmetros α = 0, 15 e β entre 0, 15 e 0, 45. A Figura 1 mostra curvas de população total obtidas para o modelo SST. As taxas de mortalidade variam entre 0, 15 e 0, 45, com taxa de mitose fixada em 0, 15. Taxas de mortalidade superiores à de mitose via de regra produzem a extinção bastante rápida da amostra, ao passo que taxas de mortalidade inferiores (não mostrado na figura) produzem explosões populacionais igualmente inviáveis para o equilíbrio do tecido. O equilíbrio das taxas implica em um período de população celular estável, mas que vai envelhecendo rapidamente a medida que os telômeros encurtam em cada divisão celular. Quando as células começam a entrar em senescência a amostra não consegue mais se renovar e o declínio é rápido. A Figura 2 mostra resultados das simulações do modelo CCT. Utilizamos os mesmos valores de α e β empregados no modelo SCT e fixamos
7 Ação das Células-Tronco na Manutenção e Regeneração γ = 0, 5. Inicialmente as curvas são idênticas às obtidas na Figura 1, com a população inicial de 3000 células decaindo naquelas mesmas escalas de tempo dependentes de β já observadas. Porém, ao cruzar o valor P cr (fixado em 1500) de ativação das células-tronco, as populações rapidamente se estabilizam e a partir daí permanecem próximas, ligeiramente abaixo, desse valor de ativação. O sistema se mantém em equilíbrio estável, com o débito de células mortas sendo compensado pelas células novas introduzidas via especialização de células-tronco recém-divididas e ainda pela mitose contínua das células comuns. Figura 2: Dinâmica populacional de células num tecido com a ativação de células-tronco. Parâmetros P cr = 1500, γ = 0, 5, α = 0, 15 e β entre 0, 15 e 0, 45. Células criadas a partir de CTs adultas não acumulam perdas teloméricas em suas linhagens e portanto delas se espera maior qualidade genética. A Figura 3 mostra as curvas obtidas para Q(t) nos modelos SCT e CCT, usando-se taxa de mitose α = 0, 10 e taxa de mortalidade β = 0, 20. No modelo sem células-tronco a qualidade genética diminui continuamente. Uma queda inicial nessa variável também é identificada no modelo
8 106 Gualberto & Moreira Figura 3: Evolução da qualidade genética Q(t) nos modelos SCT e CCT. Taxa de mitose α = 0, 10, taxa de mortalidade β = 0, 20. com células-tronco, mas quando a divisão celular das CTs é acionada pela primeira vez o declínio é interrompido e até ligeiramente revertido, com Q(t) rumando em seguida para um valor de estabilidade. 5. Conclusões Os modelos SCT e CCT se prestaram à análise comparativa do papel das células-tronco em tecidos celulares adultos, sobretudo no que se refere à regeneração estrutural e à preservação do material genético contra o acúmulo de mutações espontâneas. Para qualquer escolha de taxas de mitose e de mortalidade celular o modelo SCT, com reposição celular restrita à mitose das células já diferenciadas, demonstrou ter um ciclo de vida bastante curto. Isso se deve ao acionamento do limite de Hayflick em decorrência da crise telomérica. A inclusão de um reservatório de células-tronco no tecido, sendo elas notáveis
9 Ação das Células-Tronco na Manutenção e Regeneração excessões para o limite proliferativo de Hayflick, estende enormemente sua capacidade de regeneração estrutural. Outra conclusão importante e possivelmente menos óbvia deste trabalho é que o decaimento natural na qualidade genética de uma amostra celular pode ser evitado com a inclusão de uma quantidade de células-tronco, que passam a dividir com as células especializadas normais a tarefa de divisão celular. Tecidos adultos com reservatórios de CTs podem manter sua estabilidade genética por mais tempo. Os dois aspectos abordados neste trabalho, queda na reposição celular e na qualidade genética, são apontados como essenciais no processo de envelhecimento. E resulta que ambos podem ser minimizados com a adequada participação de células-tronco adultas. Segundo De Pinho (2000), os efeitos das mutações acumuladas combinados a outros fatores podem explicar o fato da incidência de câncer apresentar crescimento exponencial em pessoas entre 40 e 80 anos. Além disso, Weinberg (1998) sugere que os tecidos que sofrem perda celular constante e possuem altas taxas de mitose são mais susceptíveis ao câncer devido às mutações ocorridas durante a divisão celular. Portanto a inclusão de células-tronco no modelo não apenas pode retardar o envelhecimento, mas também diminuir a probabilidade de aparecimento de tumores e outras anomalias genéticas. Agradecimentos N.M.G. gostaria de agradecer o apoio recebido do Programa de Especialização em Matemática para Professores: Ênfase em Cálculo da UFMG. C.H.C.M. gostaria de agradecer o apoio do Programa de Educação Tutorial do DEPEM/SESu/MEC.
10 108 Gualberto & Moreira Referências Blasco, M. A. (2007). Telomere length, stem cells and aging. Nature Chemical Biology, 3: Cano, M. I. N. (2006). A vida na ponta dos cromossomos. Ciência Hoje, 39: Cookson, C. (2005). Mother of all cells. Scientific American, 293:A6 A11. Hayflick, L. (1965). The limited in vitro lifetime of human diploid cell strains. Experimental Cell Research, 37: Pinho, R. A. D. (2000). The age of cancer. Nature, 408: Prieur, A. e Peeper, D. S. (2008). Cellular senescence in vivo: a barrier to tumorigenesis. Current Opinion in cell biology, 20: Soares, C. (2005). Repair workers within. Scientific American, 293:A12 A15. Weinberg, R. A. (1998). One renegade cell: how cancer begins. Basic Books.
BIOFÍSICA DAS RADIAÇÕES IONIZANTES
BIOFÍSICA DAS RADIAÇÕES IONIZANTES DANOS RADIOINDUZIDOS NA MOLÉCULA DE DNA Por ser responsável pela codificação da estrutura molecular de todas as enzimas da células, o DNA passa a ser a molécula chave
3.4 O Princípio da Equipartição de Energia e a Capacidade Calorífica Molar
3.4 O Princípio da Equipartição de Energia e a Capacidade Calorífica Molar Vimos que as previsões sobre as capacidades caloríficas molares baseadas na teoria cinética estão de acordo com o comportamento
Qual é o objeto de estudo da Fisiologia Humana? Por que a Fisiologia Humana é ensinada em um curso de licenciatura em Educação Física?
Fisiologia Humana QUESTÕES INICIAIS 1 2 3 Qual é o objeto de estudo da Fisiologia Humana? Por que a Fisiologia Humana é ensinada em um curso de licenciatura em Educação Física? Qual a importância dos conhecimentos
11. NOÇÕES SOBRE CONFIABILIDADE:
11. NOÇÕES SOBRE CONFIABILIDADE: 11.1 INTRODUÇÃO A operação prolongada e eficaz dos sistemas produtivos de bens e serviços é uma exigência vital em muitos domínios. Nos serviços, como a Produção, Transporte
Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: [email protected] /
Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: [email protected] / [email protected] MATÉRIA: SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Aula N : 15 Tema:
MODELAGEM E SIMULAÇÃO
MODELAGEM E SIMULAÇÃO Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza [email protected] www.engenharia-puro.com.br/edwin Terminologia Básica Utilizada em de Sistemas Terminologia Básica Uma série de termos
Ecologia Geral (ECG33AM) Estrutura populacional (crescimento e dinâmica populacional)
Ecologia Geral (ECG33AM) Estrutura populacional (crescimento e dinâmica populacional) A dinâmica populacional crescimento e regulação do tamanho populacional Quando se menciona um aumento do tamanho populacional,
Avaliação de Desempenho de Sistemas
Avaliação de Desempenho de Sistemas Introdução a Avaliação de Desempenho de Sistemas Prof. Othon M. N. Batista [email protected] Roteiro Definição de Sistema Exemplo de Sistema: Agência Bancária Questões
2. Representação Numérica
2. Representação Numérica 2.1 Introdução A fim se realizarmos de maneira prática qualquer operação com números, nós precisamos representa-los em uma determinada base numérica. O que isso significa? Vamos
PROJETO DE LEI Nº 8.272/2014
COMISSÃO DE VIAÇÃO E TRANSPORTES PROJETO DE LEI Nº 8.272/2014 (Apenso: Projeto de Lei nº 108, de 2015) Cria o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (PNATRANS) e acrescenta dispositivos
Eventos independentes
Eventos independentes Adaptado do artigo de Flávio Wagner Rodrigues Neste artigo são discutidos alguns aspectos ligados à noção de independência de dois eventos na Teoria das Probabilidades. Os objetivos
1 Introdução. futuras, que são as relevantes para descontar os fluxos de caixa.
1 Introdução A grande maioria dos bancos centrais tem como principal ferramenta de política monetária a determinação da taxa básica de juros. Essa taxa serve como balizamento para o custo de financiamento
4. RESULTADOS E DISCUSSÃO
4. RESULTADOS E DISCUSSÃO 4.1. Energia cinética das precipitações Na Figura 9 estão apresentadas as curvas de caracterização da energia cinética aplicada pelo simulador de chuvas e calculada para a chuva
Metodologia para seleção de amostras de contratos de obras públicas (jurisdicionados) utilizando a programação linear aplicativo Solver
REVISTA Metodologia para seleção de amostras de contratos de obras públicas (jurisdicionados) utilizando a programação linear aplicativo Solver André Mainardes Berezowski 1 Resumo Trata da apresentação
1. Introdução. 1.1 Contextualização do problema e questão-problema
1. Introdução 1.1 Contextualização do problema e questão-problema A indústria de seguros no mundo é considerada uma das mais importantes tanto do ponto de vista econômico como do ponto de vista social.
MS777: Projeto Supervisionado Estudos sobre aplicações da lógica Fuzzy em biomedicina
MS777: Projeto Supervisionado Estudos sobre aplicações da lógica Fuzzy em biomedicina Orientador: Prof. Dr. Laécio C. Barros Aluna: Marie Mezher S. Pereira ra:096900 DMA - IMECC - UNICAMP 25 de Junho de
o hemofílico. Meu filho também será?
A U A UL LA Sou hemofílico. Meu filho também será? Nas aulas anteriores, você estudou alguns casos de herança genética, tanto no homem quanto em outros animais. Nesta aula, analisaremos a herança da hemofilia.
Sistemas de Informação I
+ Sistemas de Informação I Teoria geral dos sistemas Ricardo de Sousa Britto [email protected] + Introdução n Necessário entender inicialmente os conceitos básicos e base filosófica que norteiam sistemas
A situação do câncer no Brasil 1
A situação do câncer no Brasil 1 Fisiopatologia do câncer 23 Introdução O câncer é responsável por cerca de 13% de todas as causas de óbito no mundo: mais de 7 milhões de pessoas morrem anualmente da
5 Um simulador estocástico para o fluxo de caixa
5 Um simulador estocástico para o fluxo de caixa O objetivo desse capítulo é o de apresentar um simulador estocástico para o fluxo de caixa de um plano de previdência do tipo PGBL de um único indivíduo.
A A A A A A A A A A A A A A A BIOLOGIA
BIOLOGI 1 Leia o texto a seguir. Turritopsis dohrnii é uma espécie de hidrozoário conhecida atualmente como água- -viva imortal. Seu curioso ciclo de vida foi descoberto em 1988 por Christian Sommer, um
Pesquisador em Saúde Pública Prova Discursiva INSTRUÇÕES
Biologia Molecular em Estudos de Células-tronco Pesquisador em Saúde Pública Prova Discursiva 1. Você recebeu do fiscal o seguinte material: INSTRUÇÕES a) Este Caderno de Questões contendo o enunciado
Equações Diferenciais
Equações Diferenciais EQUAÇÕES DIFERENCIAS Em qualquer processo natural, as variáveis envolvidas e suas taxas de variação estão interligadas com uma ou outras por meio de princípios básicos científicos
4. Metodologia. Capítulo 4 - Metodologia
Capítulo 4 - Metodologia 4. Metodologia Neste capítulo é apresentada a metodologia utilizada na modelagem, estando dividida em duas seções: uma referente às tábuas de múltiplos decrementos, e outra referente
Do neurônio biológico ao neurônio das redes neurais artificiais
Do neurônio biológico ao neurônio das redes neurais artificiais O objetivo desta aula é procurar justificar o modelo de neurônio usado pelas redes neurais artificiais em termos das propriedades essenciais
INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS MEDIÇÃO DE TEMPERATURA TERMÔMETROS DE RESISTÊNCIA
INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS MEDIÇÃO DE TEMPERATURA TERMÔMETROS DE RESISTÊNCIA Introdução O uso de termômetros de resistência esta se difundindo rapidamente devido a sua precisão e simplicidade
Gráficos: experimento clássico de Gause, 1934 (Princípio de Gause ou princípio da exclusão competitiva).
1 Gráficos: experimento clássico de Gause, 1934 (Princípio de Gause ou princípio da exclusão competitiva). 2 O câncer surge de uma única célula que sofreu mutação, multiplicou-se por mitoses e suas descendentes
ECOLOGIA GERAL ECOLOGIA DE POPULAÇÕES (DINÂMICA POPULACIONAL E DISPERSÃO)
Aula de hoje: ECOLOGIA GERAL ECOLOGIA DE POPULAÇÕES (DINÂMICA POPULACIONAL E DISPERSÃO) Aula 07 Antes de iniciarmos os estudos sobre populações e seus componentes precisamos conhecer e conceituar as estruturas
ipea políticas sociais acompanhamento e análise 7 ago. 2003 117 GASTOS SOCIAIS: FOCALIZAR VERSUS UNIVERSALIZAR José Márcio Camargo*
GASTOS SOCIAIS: FOCALIZAR VERSUS UNIVERSALIZAR José Márcio Camargo* Como deve ser estruturada a política social de um país? A resposta a essa pergunta independe do grau de desenvolvimento do país, da porcentagem
FUNDAMENTOS DA ORIENTAÇÃO A OBJETOS- REVISÃO
FUNDAMENTOS DA ORIENTAÇÃO A OBJETOS- REVISÃO Dado que a UML é uma ferramenta inserida no paradigma da orientação a objetos, vamos rever alguns conceitos fundamentais, dentre os quais, destacamos: Classificação,
Áudio. GUIA DO PROFESSOR Síndrome de Down - Parte I
Síndrome de Down - Parte I Conteúdos: Tempo: Síndrome de Down 5 minutos Objetivos: Auxiliar o aluno na compreensão do que é síndrome de Down Descrição: Produções Relacionadas: Neste programa de Biologia
4 Metodologia. 4.1. Tipo de pesquisa
4 Metodologia Este capítulo descreve a metodologia adotada na execução do trabalho de pesquisa: definição da variável alvo, delimitação da população, processo de seleção da amostra, técnicas e procedimentos
Karine Nayara F. Valle. Métodos Numéricos de Euler e Runge-Kutta
Karine Nayara F. Valle Métodos Numéricos de Euler e Runge-Kutta Professor Orientador: Alberto Berly Sarmiento Vera Belo Horizonte 2012 Karine Nayara F. Valle Métodos Numéricos de Euler e Runge-Kutta Monografia
SAÍDA DO MERCADO DE TRABALHO: QUAL É A IDADE?
SAÍDA DO MERCADO DE TRABALHO: QUAL É A IDADE? Ana Amélia Camarano* Solange Kanso** Daniele Fernandes** 1 INTRODUÇÃO Assume-se que idade avançada e invalidez resultam em perda da capacidade laboral, o que
MÓDULO 4 DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIAS
MÓDULO 4 DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIS Como vimos no módulo 1, para que nós possamos extrair dos dados estatísticos de que dispomos a correta análise e interpretação, o primeiro passo deverá ser a correta
b) Ao longo da sucessão ecológica de uma floresta pluvial tropical, restaurada rumo ao clímax, discuta o que ocorre com os seguintes fatores
Questão 1 Leia o seguinte texto: Com a oportunidade de colocar em prática a nova lei do código florestal brasileiro (lei 12.631/12) e estabelecer estratégias para a recuperação de áreas degradadas, o Ministério
SISTEMA REPRODUTOR. Sistema reprodutor feminino
SISTEMA REPRODUTOR A reprodução é de importância tremenda para os seres vivos, pois é por meio dela que os organismos transmitem suas características hereditariamente e garantem a sobrevivência de suas
Estudo de Casos 57. 5.1. Estudo de Caso 1: Velocidade Intervalar e Espessura da Camada
Estudo de Casos 57 5 Estudo de Casos Neste capítulo são relatados três estudos de caso com sismogramas de referência sintéticos que têm como objetivo avaliar o modelo proposto. Na descrição dos estudos
Observatórios Virtuais Fundamentos de Astronomia Cap. 13 (C. Oliveira & V. Jatenco-Pereira) Capítulo 13 ESTRELAS VARIÁVEIS
145 Capítulo 13 ESTRELAS VARIÁVEIS Nós dedicaremos esse capítulo ao estudo das estrelas variáveis, estrelas tais que sua luminosidade varia com o tempo por meio de uma relação bem definida, e que se situam
Apresentação. 1. Introdução. 2. Situação Problema
EASY GLASS Easy Glass Resumo O Easy Glass é um projeto desenvolvido para implantar a manutenção dos pára-brisas dos veículos ferroviários, cujo objetivo consiste na implantação de um guindaste de coluna
MINAS, IDEB E PROVA BRASIL
MINAS, IDEB E PROVA BRASIL Vanessa Guimarães 1 João Filocre 2 I I. SOBRE O 5º ANO DO EF 1. O IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) foi criado há um ano pelo MEC e adotado como indicador da
Modelos de Filas de Espera
Departamento de Informática Modelos de Filas de Espera Métodos Quantitativos LEI 2006/2007 Susana Nascimento ([email protected]) Advertência Autor João Moura Pires ([email protected]) Este material pode
TÉCNICAS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE. UNIDADE II - Instrumentos gráficos de planejamento e controle
TÉCNICAS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE UNIDADE II - Instrumentos gráficos de planejamento e controle 2.6. Gráfico de Gantt Para facilitar a visualização e entendimento da programação, a rede PERT pode ser
MATEMÁTICA A - 12o Ano Probabilidades - Triângulo de Pascal Propostas de resolução
MATEMÁTICA A - 12o Ano Probabilidades - Triângulo de Pascal Propostas de resolução Exercícios de exames e testes intermédios 1. A linha do triângulo de Pascal em que a soma dos dois primeiros elementos
Cadernos do CNLF, Vol. XVI, Nº 04, t. 3, pág. 2451
O PLURAL DAS PALAVRAS TERMINADAS EM -ÃO: MUDANÇA OU VARIAÇÃO ESTÁVEL? Miriam Cristina Almeida Severino (UFRJ) [email protected] Christina Abreu Gomes (UFRJ) [email protected] 1. Introdução
Tipos de malha de Controle
Tipos de malha de Controle SUMÁRIO 1 - TIPOS DE MALHA DE CONTROLE...60 1.1. CONTROLE CASCATA...60 1.1.1. Regras para Selecionar a Variável Secundária...62 1.1.2. Seleção das Ações do Controle Cascata e
3 O Panorama Social Brasileiro
3 O Panorama Social Brasileiro 3.1 A Estrutura Social Brasileira O Brasil é um país caracterizado por uma distribuição desigual de renda. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios
PLANO DE CONTINGÊNCIA DE BANCO DE DADOS
PLANO DE CONTINGÊNCIA DE BANCO DE DADOS Pedro Henrique Jussani 1, Luiz Fernando Braga Lopes 1 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR Brasil [email protected], [email protected]
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA «
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA «21. O sistema de intermediação financeira é formado por agentes tomadores e doadores de capital. As transferências de recursos entre esses agentes são
Guia de utilização da notação BPMN
1 Guia de utilização da notação BPMN Agosto 2011 2 Sumário de Informações do Documento Documento: Guia_de_utilização_da_notação_BPMN.odt Número de páginas: 31 Versão Data Mudanças Autor 1.0 15/09/11 Criação
Estatística II Antonio Roque Aula 9. Testes de Hipóteses
Testes de Hipóteses Os problemas de inferência estatística tratados nas aulas anteriores podem ser enfocados de um ponto de vista um pouco diferente: ao invés de se construir intervalos de confiança para
Protocolo em Rampa Manual de Referência Rápida
Protocolo em Rampa Manual de Referência Rápida 1 O que é o Protocolo em Rampa O protocolo em rampa é um protocolo para testes de esforço que não possui estágios. Nele o incremento da carga se dá de maneira
SINCOR-SP 2016 ABRIL 2016 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS
ABRIL 2016 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 2 Sumário Palavra do presidente... 4 Objetivo... 5 1. Carta de Conjuntura... 6 2. Estatísticas dos Corretores de SP... 7 3. Análise macroeconômica...
O Princípio da Complementaridade e o papel do observador na Mecânica Quântica
O Princípio da Complementaridade e o papel do observador na Mecânica Quântica A U L A 3 Metas da aula Descrever a experiência de interferência por uma fenda dupla com elétrons, na qual a trajetória destes
Princípios do teste de software
Teste de Software Princípios do teste de software Conforme a Lei de Pareto, 80% dos erros podem ser localizados em 20% do projeto, geralmente nos módulos principais do sistema; A atividade de teste não
ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções)
13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE
4. (Unifesp 2012) Durante a prófase I da meiose, pode ocorrer o crossing over ou permuta gênica entre os cromossomos das células reprodutivas.
1. (Fuvest 2013) Nas mulheres, uma ovogônia diferencia-se em ovócito primário, que sofre a divisão I da meiose. Dessa divisão, resultam o ovócito secundário e outra célula, chamada primeiro corpúsculo
Análise Econômica do Mercado de Resseguro no Brasil
Análise Econômica do Mercado de Resseguro no Brasil Estudo encomendado a Rating de Seguros Consultoria pela Terra Brasis Resseguros Autor: Francisco Galiza Sumário 1. Introdução... 3 2. Descrição do Setor...
C5. Formação e evolução estelar
AST434: C5-1/68 AST434: Planetas e Estrelas C5. Formação e evolução estelar Mário João P. F. G. Monteiro Mestrado em Desenvolvimento Curricular pela Astronomia Mestrado em Física e Química em Contexto
CEDERJ - CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
CEDERJ - CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO MATERIAL DIDÁTICO IMPRESSO CURSO: Física DISCIPLINA: Informática para o Ensino de Física CONTEUDISTA: Carlos Eduardo Aguiar
SENSO COMUM X CIÊNCIA: O AVANÇO DO CONHECIMENTO AO LONGO DA HISTÓRIA. Palavras chave: Conhecimento, Ciência, Senso Comum, Pesquisa Científica.
SENSO COMUM X CIÊNCIA: O AVANÇO DO CONHECIMENTO AO LONGO DA HISTÓRIA Alexandre Dantas de Medeiros 1 Aline Cândida Dantas de Medeiros 2 Norma Danielle Silva Barreto 3 Resumo: Para que chegássemos ao nível
PREVISÃO DE DEMANDA - O QUE PREVISÃO DE DEMANDA - TIPOS E TÉCNICAS DE PREVISÃO DE DEMANDA - MÉTODOS DE PREVISÃO - EXERCÍCIOS
CONTEÚDO DO CURSO DE PREVISÃO DE DEMANDA PROMOVIDO PELA www.administrabrasil.com.br - O QUE PREVISÃO DE DEMANDA - TIPOS E TÉCNICAS DE PREVISÃO DE DEMANDA - MÉTODOS DE PREVISÃO - EXERCÍCIOS - HORIZONTE
a) A diversidade de anticorpos é derivada da recombinação das regiões, e.
Questão 1 Preencha as lacunas a) A diversidade de anticorpos é derivada da recombinação das regiões, e. Verdadeiro ou falso. Se falso, altere a declaração de modo a torná-la verdadeira. b) A exposição
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica Apostila de Automação Industrial Elaborada pelo Professor M.Eng. Rodrigo Cardozo Fuentes Prof. Rodrigo
SISTEMA DE PRODUÇÃO DISCRETA
SISTEMA DE PRODUÇÃO DISCRETA AULA 14 Prof.: Anastácio Pinto Gonçalves Filho O QUE É MANUTENÇÃO? é o termo usado para abordar a forma pela qual as organizações tentam evitar as falhas cuidando de suas instalações
Mudanças demográficas e saúde no Brasil Dados disponíveis em 2008
Mudanças demográficas e saúde no Brasil Dados disponíveis em 2008 José Cechin Superintendente Executivo Carina Martins Francine Leite Nos últimos meses, vários relatórios publicados por diferentes instituições
Guia do Programa Previdenciário Empresarial
Guia do Programa Previdenciário Empresarial Uma escolha muda todo o seu futuro. Conheça a novidade que o Itaú e a ABRACAF têm para você! Pensando em você, a ABRACAF e o Itaú criaram um plano de Previdência
CAPITAL DE GIRO: ESSÊNCIA DA VIDA EMPRESARIAL
CAPITAL DE GIRO: ESSÊNCIA DA VIDA EMPRESARIAL Renara Tavares da Silva* RESUMO: Trata-se de maneira ampla da vitalidade da empresa fazer referência ao Capital de Giro, pois é através deste que a mesma pode
PALAVRAS-CHAVE Lixo-eletrônico. Reciclagem. Tecnologia.
ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( x ) TECNOLOGIA CONSTRUÇÃO DE UM TOTEM A PARTIR DE SUCATA
CONTEXTO E DESAFIOS CASEMBRAPA 2014
CONTEXTO E DESAFIOS CASEMBRAPA 2014 Março 2014 1 O CENÁRIO DA SAÚDE NO BRASIL A inflação da saúde atingiu o ápice dos últimos cinco anos, em dezembro de 2012, com uma taxa 15,4%, superando em muito a inflação
Não. A Sabesprev tem dinheiro em caixa suficiente para garantir o pagamento aos beneficiários pelos próximos anos. O que existe é um déficit atuarial.
PRINCIPAIS DÚVIDAS SOBRE O SABESPREV MAIS. 1. A Sabesprev está em dificuldades financeiras? Não. A Sabesprev tem dinheiro em caixa suficiente para garantir o pagamento aos beneficiários pelos próximos
Laudo Técnico. Belo Horizonte, 22 de outubro de 2014. Retificação ao Laudo Técnico emitido no dia 18 de setembro de 2014. Considerar o presente laudo.
Laudo Técnico Belo Horizonte, 22 de outubro de 2014 Retificação ao Laudo Técnico emitido no dia 18 de setembro de 2014. Considerar o presente laudo. 1) Solicitante: Associação Brasileira de Frigoríficos
Política de Gestão de Riscos Tese Investimentos. Junho/2016
Política de Gestão de Riscos Tese Investimentos Junho/2016 1) Objetivo Esta política tem como objetivo, nos termos da Instrução CVM n 558 e do Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para os Fundos
Plano de Continuidade de Negócios
Plano de Continuidade de Negócios Objetivo Contingenciar situações e incidentes de segurança que não puderam ser evitados. Deve ser eficaz como um pára-quedas reserva o é em um momento de falha do principal,
Aula 3 OS TRANSITÒRIOS DAS REDES ELÉTRICAS
Aula 3 OS TRANSITÒRIOS DAS REDES ELÉTRICAS Prof. José Roberto Marques (direitos reservados) A ENERGIA DAS REDES ELÉTRICAS A transformação da energia de um sistema de uma forma para outra, dificilmente
2 Engenharia de Software
20 2 Engenharia de Software 2.1 Design de Sistemas Orientados a Objetos Os Sistemas Orientados a Objetos não são mais novidade hoje em dia já estando há muitos anos no mercado. A orientação a objetos permite
5.1 Modelo de uma rede óptica com conversores de comprimento de onda
5 Trabalho Realizado Na seção 2.3, estabeleceu-se que uma das alternativas sub-ótimas de alocação de conversores de comprimento de onda em redes parciais é fazer uso de simulações para gerar estatísticas
Dúvidas e Sugestões Sobre a Regulação do Capital Adicional de Risco de Crédito
Dúvidas e Sugestões Sobre a Regulação do Capital Adicional de Risco de Crédito Atendendo ao convite desta Autarquia, no intuito de comentar o Relatório Inicial sobre Risco de Crédito, que nos foi apresentado
SOROS, George. A alquimia das finanças: lendo a mente do mercado. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1996. Cap. 2.
SOROS, George. A alquimia das finanças: lendo a mente do mercado. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1996. Cap. 2. Aula de Fernando Nogueira da Costa Professor do IE- UNICAMP flutuações X tendência ao equilíbrio
CINÉTICA QUÍMICA CINÉTICA QUÍMICA EQUAÇÃO DE ARRHENIUS
CINÉTICA QUÍMICA CINÉTICA QUÍMICA EQUAÇÃO DE ARRHENIUS A DEPENDÊNCIA DA VELOCIDADE DE REAÇÃO COM A TEMPERATURA A velocidade da maioria das reações químicas aumenta à medida que a temperatura também aumenta.
Introdução ao Estudo da Corrente Eléctrica
Introdução ao Estudo da Corrente Eléctrica Num metal os electrões de condução estão dissociados dos seus átomos de origem passando a ser partilhados por todos os iões positivos do sólido, e constituem
c. Técnica de Estrutura de Controle Teste do Caminho Básico
1) Defina: a. Fluxo de controle A análise de fluxo de controle é a técnica estática em que o fluxo de controle através de um programa é analisado, quer com um gráfico, quer com uma ferramenta de fluxo
Química na cozinha: www.interaulaclube.com.br
Química na cozinha: funções químicas Na Aula 43, você estudou um processo chamado fermentação, que determinados seres vivos promovem para sobreviver. Você aprendeu qual a importância da fermentação para
Aula 2 Revisão 1. Ciclo de Vida. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW
Ciclo de Vida Aula 2 Revisão 1 Processo de Desenvolvimento de Software 1 O Processo de desenvolvimento de software é um conjunto de atividades, parcialmente ordenadas, com a finalidade de obter um produto
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais GERÊNCIA DO PROCESSADOR MACHADO/MAIA: CAPÍTULO 08 Prof. Pedro Luís Antonelli Anhanguera Educacional Gerenciamento do Processador A gerência do processador pode ser considerada a atividade
IMPLANTAÇÃO DOS PILARES DA MPT NO DESEMPENHO OPERACIONAL EM UM CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE COSMÉTICOS. XV INIC / XI EPG - UNIVAP 2011
IMPLANTAÇÃO DOS PILARES DA MPT NO DESEMPENHO OPERACIONAL EM UM CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE COSMÉTICOS. XV INIC / XI EPG - UNIVAP 2011 Rogério Carlos Tavares 1, José Luis Gomes da Silva² 1 Universidade de
PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA Guia rápido de informações importantes - Faixas II e III
O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O CONTRATO DE FINANCIAMENTO HABITACIONAL FAIXAS II E III Antes de tudo, gostaríamos de parabenizá-lo pela COMPRA DO SEU IMÓVEL e assinatura do seu contrato de financiamento.
Reabilitar. Porquê? Como? Para quê? Para quem? Aveiro, 13 de Julho de 2011 João Azevedo DECivil - IST
Reabilitar Porquê? Como? Para quê? Para quem? Aveiro, 13 de Julho de 2011 João Azevedo DECivil - IST Reabilitar - Porquê? Razões Éticas Históricas Económicas Ambientais Sociais Estéticas Éticas Reabilitar
Conceitos Básicos de Rede. Um manual para empresas com até 75 computadores
Conceitos Básicos de Rede Um manual para empresas com até 75 computadores 1 Conceitos Básicos de Rede Conceitos Básicos de Rede... 1 A Função de Uma Rede... 1 Introdução às Redes... 2 Mais Conceitos Básicos
Medição tridimensional
A U A UL LA Medição tridimensional Um problema O controle de qualidade dimensional é tão antigo quanto a própria indústria, mas somente nas últimas décadas vem ocupando a importante posição que lhe cabe.
A presente seção apresenta e especifica as hipótese que se buscou testar com o experimento. A seção 5 vai detalhar o desenho do experimento.
4 Plano de Análise O desenho do experimento realizado foi elaborado de forma a identificar o quão relevantes para a explicação do fenômeno de overbidding são os fatores mencionados na literatura em questão
3.1 Definições Uma classe é a descrição de um tipo de objeto.
Unified Modeling Language (UML) Universidade Federal do Maranhão UFMA Pós Graduação de Engenharia de Eletricidade Grupo de Computação Assunto: Diagrama de Classes Autoria:Aristófanes Corrêa Silva Adaptação:
Undécima lista de exercícios. Função exponencial e função logarítmica.
MA091 Matemática básica Verão de 01 Undécima lista de exercícios Função exponencial e função logarítmica 1 Você pegou um empréstimo bancário de R$ 500,00, a uma taxa de 5% ao mês a) Escreva a função que
Texto de Aprofundamento / Apoio Conceito de Função
Texto de Aprofundamento / Apoio Conceito de Função Texto baseado no material preparado por Ângela Patricia Spilimbergo, Cleusa Jucela Meller Auth e Lecir Dalabrida da Universidade Regional do Noroeste
AULA 17 MEDIUNIDADE NAS CRIANÇAS E NOS ANIMAIS
Às vezes, as manifestações mediúnicas que a criança apresenta são por causa das perturbações no ambiente do lar. Neste caso, o recomendável é atende-la com assistência espiritual, passes (para não favorecer
I. De uma maneira geral, do que trata a sua pesquisa? Qual é a área temática?
1 XENOFOBIA À BRASILEIRA: A CRESCENTE AVERSÃO DA SOCIEDADE CIVIL BRASILEIRA À PRESENÇA DE POPULAÇÕES ESTRANGEIRAS Nathália França Figuerêdo Porto Graduanda em Ciências Sociais pela Universidade Federal
A árvore genealógica dos seres vivos
Aula 11 Objetivo O objetivo desta unidade é apresentar os principais conceitos utilizados na descrição da árvore genealógica dos seres vivos. O presente é a chave do passado J. Hutton Evolução é um metafenômeno.
