EQUIPAS DE TRABALHO EM LARES E CASAS DE REPOUSO
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- Cacilda Olivares da Cunha
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1 EQUIPAS DE TRABALHO EM LARES E CASAS DE REPOUSO Clima e cultura organizacional 1
2 PROBLEMÁTICA Quem cuida dos idosos em Portugal? AUXILIARES Fora das instituições Instituições Sociais e Privadas TÉCNICOS ESPECIALIZADOS Dependentes e independentes Maioria dependentes Pequeno numero de situações especificas Outros 2
3 PARADOXO FORMAÇÃO VERSUS ACÇÃO OFERTA ACADÉMICA Técnicos de Geriatria, licenciaturas terapia ocupacional, motricidade geriátrica, mestrados, doutoramentos, gerontologia ecológica, gestão de equipamentos sociais, etc. QUALIDADE DOS CUIDADOS Qualidade dos equipamentos sociais e privados
4 DESADEQUAÇÃO A formação na área dos equipamentos e serviços destinados a Pessoas idosas está exclusivamente virada para um nível académico elevado, não existindo formação para prestadores de nível académico médio ou baixo, sendo estes os principais actores nesta área. Os equipamentos e serviços sociais e privados não têm capacidade de sustentabilidade económica para absorver os inúmeros técnicos de formação académica superior, já que as suas receitas estão determinadas pela capacidade económica do cliente 4
5 SITUAÇÃO REAL Descrição das equipas existentes em Lares e casas de Repouso: Director Técnico Enfermeiro Encarregada geral Cozinheira Ajudantes de cozinha Auxiliares Legislação completamente imprecisa e ultrapassada, não tendo em conta realidade 5
6 INTERVENÇÃO É nestas equipas que temos que intervir Liderança Criatividade Adaptação de conceitos e teorias Paixão e afectividade Aumentar importância dos processos Diminuir importância do desempenho individual na perspectiva de procurar agressões 6
7 INTERVENÇÃO LIDERANÇA PORTUGAL: PROBLEMA DE LIDERANÇA Desculpas de sempre (não me deixam fazer) Introdução de organograma e de procedimentos rigorosos com cumprimento obrigatório. Autoridade do líder alicerçada em conceitos teóricos simples e de fácil entendimento e contextualizada através de formação informal. Exploração e aprofundamento de técnicas de gestão adaptadas e adequadas. 7
8 INTERVENÇÃO CRIATIVIDADE Realização de iniciativas que influenciem o clima organizacional (festas, dia de praia, envolvimento de familiares e amigos, concursos, desafios, mensagens) Partilha do orgulho: visibilidade aos agradecimentos, introdução de questionários de avaliação para as visitas, convite a personalidades que elogiem, publicação de resultados e utilização de comunicação). Aproveitar e desenvolver o melhor de cada um. 8
9 INTERVENÇÃO ADAPTAÇÃO DE CONCEITOS E TEORIAS Teoria da Organização Cientifica do trabalho Método da Nursing Home Sete Princípios de Covey Planeamento Estratégia Delegação de poderes Missão, Visão, Valores Comunicação Etc. 9
10 INTERVENÇÃO PAIXÃO E AFECTIVIDADE O Local de trabalho é um local de afectos. Maior tempo da vida das pessoas. Mais fácil mudar pessoas que escolher acertadamente outras pessoas. Atitude e comportamento. Fazer incidir qualidade de trabalho no bem estar individual e na felicidade de cada um dos colaboradores. Linguagem simples. 10
11 MODELO DE INTERVENÇÃO FORMAÇÃO BASE ACADÉMICA FORMAÇÃO INFORMAL COMUNICAÇÃO ORGANIZAÇÃO DE TRABALHO AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO ENVOLVIMENTO NOS RESULTADOS VISIBILIDADE DIGNIFICAÇÃO 11
12 MODELO DE INTERVENÇÃO FORMAÇÃO BASE ACADÉMICA Avaliação das necessidades: aplicação de responsabilidades não formais em conformidade com a formação. Motivação para frequência de formação académica: vantagens horários, dispensas de tempo, etc. Procura de parcerias e aproveitamento de condições favoráveis: novas oportunidades e reconhecimento de competências feitas no local de trabalho em partilha de horário e em função das necessidades dos colaboradores e não dos formadores. Parceria com IEFP Formação. Utilização de voluntariado para poderem desenvolver actividades de formação académica reconhecida (Associações, empresas, individuais) nas áreas da informática, português, história, etc. Procura de parcerias/protocolos com Escolas da Àrea. 12
13 MODELO DE INTERVENÇÃO FORMAÇÃO INFORMAL Direccionar a formação para as questões reais do dia a dia. Sessões curtas mas regulares. Planos anuais com sessões quinzenais. Discurso simples e incisivo (banhos à gorjeta, troca de favores ) Convidados exteriores alinhados com a estratégia. Provocação, dramatização/desdramatização, humor. Horários de acordo com o funcionamento (15 às 17 horas). Apresentação de resultados sobre as sessões: gráficos com numero de presenças, ranking dos colaboradores com mais presenças. Convite a pessoal de outras Instituições. Publicidade, envolvimento dos residentes (fazer um lanche) Valorizar (passar certificado de presença, assinar folha de presença) 13
14 MODELO DE INTERVENÇÃO COMUNICAÇÃO Individual: entrevista individual anual. Percepção da vida. Resposta imediata a acontecimentos críticos, partilhando informação. Avaliação de acontecimentos sem: quem ou quando, dando ênfase aos processos e não á procura de culpados. Reunião mensal com residentes. Possibilidade de criação do Conselho dos Anciões. Reuniões com plano estabelecido com familiares/responsáveis: partilha de dificuldades. Reunião semanal de equipa sem distinção de funções: regulamento rigoroso, aproveitamento do tempo de trabalho, organograma de direcção da reunião, registo em acta, decisões vinculativas. Votações em situações que não ponham em causa a estratégia da liderança. 14
15 MODELO DE INTERVENÇÃO ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO Métodos ambiciosos e complexos do ponto de vista técnico com grande simplicidade de aplicação. Método responsável. Avaliação de cargas de trabalho (escalas reconhecidas) Distribuição do trabalho por carga (diversos turnos) Horários normalizados privilegiando trabalho de equipa. Definição de objectivos com indicadores rigorosos. Hierarquização de funções. Definição de responsabilidades por função (conteúdo funcional) Protocolos claros sobre autoridade, aplicação de organograma. Flexibilidade no modelo. Organização de protocolos para as actividades regulares. Monitorização obrigatória de acontecimentos críticos Partilha de êxitos 15
16 MODELO DE INTERVENÇÃO AVALIAÇÃO DESEMPENHO Modelo adaptado às necessidades sem copiar modelos de outras organizações. Definição prévia de objectivos claros e simples, após entrevista individual e adequados a nível de formação profissional e académica. Contextualização e desdramatização do processo, dando ênfase ás vantagens para os colaboradores. 16
17 MODELO DE INTERVENÇÃO ENVOLVIMENTO NOS RESULTADOS Levantamento inicial da situação. Criação de objectivos e indicadores. Relatório anual ou semestral sobre os resultados, envolvendo os colaboradores e atribuindo individual ou colectivamente mérito pela obtenção de êxitos. Dar visibilidade a resultados: internet, comunicações para o exterior, imprensa local, iniciativas com outras instituições, questionários a parceiros exteriores, familiares e residentes. 17
18 MODELO DE INTERVENÇÃO VISIBILIDADE Publicação de resultados com entrega de documento a cada um dos colaboradores (correio). Apresentação desses resultados a agentes da comunidade (paróquia, centro de saúde, farmácia, junta de freguesia, outras associações e organizações). Internet (mostrar e partilhar) Afixar. Renovar e insistir. 18
19 MODELO DE INTERVENÇÃO DIGNIFICAÇÃO Conteúdo funcional para os colaboradores consoante o trabalho que desenvolvem; Distinguir trabalhos diferentes: cuidados directos/limpeza/alimentação. Delegar com autoridade funções especificas. Informar, discutir e reflectir sobre a colocação da profissão no conjunto das profissões, elevando a área em que as colaboradoras desempenham o seu trabalho. Dar importância e autonomia. 19
20 AVALIAÇÃO RESULTADOS QUESTIONÁRIOS DE SATISFAÇÃO AOS COLABORADORES Nada satisfeito 1 Pouco satisfeito 2 10 satisfeito 3 Muito satisfeito 5 8 Totalmente satisfeito 5 6 Não sei NS Não se aplica NA 4 não responde NR 2 0 P36 20
21 AVALIAÇÃO RESULTADOS QUESTIONÁRIOS DE SATISFAÇÃO AOS RESIDENTES Nada satisfeito 1 Pouco satisfeito 2 15 satisfeito 3 Muito satisfeito 4 Totalmente satisfeito 5 10 Não sei NS Não se aplica NA não responde NR
22 OUTROS RESULTADOS: DIMINUIÇÃO TAXA DE ABSENTISMO CONTRIBUIÇÃO PARA MELHORIA DE INDICADORES DE SAUDE (ESCARAS, QUEDAS, RECURSOS A URGÊNCIA HOSPITALAR, DIAS DE INTERNAMENTO HOSPITALAR, CONSUMO DE MEDICAMENTOS) MELHORIA DE OUTROS INDICADORES (ACONTECIMENTOS CRITICOS, CONFLITOS/INCIDENTES) MELHORIA DE INDICADORES ECONÓMICOS (DIMINUIÇÃO CUSTOS TRATAMENTO DE LIXOS, LUZ, ÁGUA, MANUTENÇÃO, TRABALHO SUPLEMENTAR E EXTRAORDINÁRIO). 22
23 AS MUDANÇAS COMEÇAM PELOS TÉCNICOS COM MAIOR FORMAÇÃO, NÃO RECEANDO SER LIDERES DE PROCESSOS DE MUDANÇA. Nada do que foi apresentado neste modelo de intervenção teve custos económicos. Os custos tiveram a ver com a capacidade da liderança, com a criatividade, com a paixão e a afectividade. NÃO EXISTINDO COLABORADORES SATISFEITOS NÃO EXISTEM CUIDADOS ACEITÁVEIS. 23
24 ULTIMA MENSAGEM Técnicos de formação académica superior e soluções no mercado de trabalho na área dos lares e casas de repouso: Encontrar novas soluções: constituição de equipas multidisciplinares com técnicos de elevada formação na rede social concelhia, de modo a que prestem serviço a um conjunto de organizações, diluindo custos. Demonstrarem o valor da sua actividade do ponto de vista de sustentabilidade económica. 24
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